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Est� acordado.
Conseguiu dormir?
S� um pouco.
N�o funcionou esta noite?
Foi a passagem do mensageiro?
Isa�as.
Pensei que os serafins eram corvos quando crian�a.
Isa�as caiu de joelhos e corvos purificaram a alma dele.
Por causa das asas?
Sim.
Eles pareciam meio assustadores.
Meu padre amava essa passagem.
Deus pediu ajuda e Isa�as se ofereceu.
Se tiver problemas para dormir, me acorde na pr�xima vez.
Podemos fazer de novo.
- Al�? - Meu Deus.
N�o acredito que um de voc�s realmente atendeu.
Comecei a pensar que voc�s me silenciaram nas suas notifica��es.
Sabia que d� pra fazer isso?
Nosso vizinho como para o Randall.
Aparentemente, fico feroz nas minhas mensagens de texto
enquanto ele trabalha e n�o responde,
ent�o estou silenciada.
� um novo desenvolvimento ador�vel no nosso casamento.
- Voc� ainda est� a�? - Estou.
Tenho uma tarefa da delegacia para voc�.
Minha fila est� cheia e nenhum dos outros imbecis atende.
Est� bem, o que �?
A 26� e Cal t�m um processo no tribunal �s 8 da manh�,
e a PPAs bagun�ou a papelada,
ent�o preciso de algu�m para pegar e entregar.
- Tipo, agora? - Sim.
Torres, n�o vou te acordar para ter uma conversa fascinante.
Tudo bem.
- Est� com a PPAs? - Sim. Avisarei que est� indo.
Precisa deixar no tribunal n�mero 205, Juiz Barton.
T�, estarei l� em dez minutos.
Boa sorte com o Randall.
N�o � fofo e nem tem gra�a.
Ei.
Voc� est� bem?
Ei, posso te ajudar.
Vou te ajudar, t�?
Pol�cia. Tem algu�m a� atr�s?
DEPARTAMENTO DE CORRE��ES DE ILLINOIS SERVINDO JUSTI�A
Ele est� morto.
CHICAGO P.D. ~ S13E06 "Send Me" (Envia-Me)
Tradu��o & Sincronia LikaPoetisa
O motorista come�ou a acelerar e desviou.
Acho que tinha algum problema.
Batemos e sa�mos voando.
N�s dois ca�mos no banco.
Acho que o bra�o me acertou.
Quais s�o as chances?
Meu motorista morre.
A van bate.
Hoje, de todos os dias.
- Se mexer, eu atiro! - Precisa de ajuda m�dica.
Provavelmente.
- Eu te levo. - Voc� � policial?
- Est� sangrando muito. - Eu te ouvi.
Voc� disse pol�cia. � da pol�cia?
Voc� � policial?
Que tipo de policial?
Sou da Intelig�ncia.
Intelig�ncia?
Quais s�o as chances?
Est� bem, entre na van.
Pegue a jaqueta e as algemas dele. Vou te levar comigo.
Batei com um agente da Intelig�ncia da pol�cia hoje.
Voc� vai me ajudar.
Joe, s�o muitas liga��es em uma manh�.
N�o, Barty, n�o vai usar seus sapatos assim.
N�o sou sua m�e, cansei de te falar essas coisas.
O qu�?
N�o, falei com ele h� 10 minutos.
Estava a cinco minutos da�. Deve ter chegado.
N�o. Eu n�o... Acho que n�o.
Est� bem, Joe, eu entendo.
O juiz est� na sua cola. Vou ligar para ele.
Vou ligar para ele agora.
Caramba.
- Continue andando. - Qual � o plano? Qual o seu plano?
- Qual o seu plano? - Anda direito.
- Aonde est� me levando? - Anda!
Para onde est� me levando?
Sabe que a pol�cia vai vir para c�, n�?
- Anda. - Sim.
Ei! Corre! Corre! Ligue pro 911!
- Largue a bolsa ou atiro! - Corre!
Corre, corre!
Ei! Ei!
- Quer morrer? Vou atirar. - Vai, o que est� esperando?
Vou atirar em outra pessoa tamb�m. Se isso for te impedir.
Para!
O que voc� quer de mim?
O que voc� quer? O qu�? O que voc� quer?
Peguei perp�tua por um assassinato que n�o cometi.
Ent�o hoje voc� vai provar que sou inocente.
Entre no carro!
N�o, n�o, n�o, n�o!
Oi. Voc�s t�m not�cias do Dante?
- N�o. - N�o, senhora.
Estamos com pouca gente hoje, o que foi?
Ele sumiu ao me fazer um favor. O que est� acontecendo com ele?
Se ele disse que ia fazer um favor, ele vai fazer.
- Vamos localiz�-lo. - Sim.
Ei, Ocean, est� na escuta?
Sanchez.
Colis�o entre carro e van de transporte de presidi�rios na Rockwell.
Perto da 26 com a Cal?
- Sim, est� um caos. - Esperem.
Dois agentes penitenci�rios mortos no local e o prisioneiro fugiu.
- Viram as placas do outro carro? - Est�o vendo agora.
Voight falando. Sim.
Certo, quando?
- Provavelmente tem ferimentos internos. - Olhos na estrada.
N�o posso dirigir assim.
- N�o? - N�o.
N�o vou tirar as algemas.
Ent�o n�o pe�a de novo.
Vire � direita na 43.
V� em dire��o a Bronzeville.
- Por qu�? O que tem em Bronzeville? - A verdade.
Olhos na estrada!
Fale mais que isso se quer minha ajuda.
Meu apelo ia ser negado.
Era para onde eu estava indo antes de bater em voc�.
Est� bem.
Entendi.
Ent�o, o que tem em Bronzeville?
Testemunha do meu caso, meu cunhado.
Ele disse que matei minha esposa, me colocou na pris�o com mentiras.
E me deixou l�. Ficou mentindo sem parar.
Ent�o hoje vamos faz�-lo falar a verdade.
Estamos vasculhando todas as c�meras de rua.
Temos homens em todo canto no raio de 5km.
- CPCI? - Sim.
Vendo todas as c�meras em tempo real.
- Vou atualizando. - Obrigada.
Este � Ricky. O primeiro no local.
O que diabos aconteceu?
A preliminar do legista � que o motorista da van
sofreu um AVC, passou o sinal vermelho,
e bateu em alta velocidade.
Achamos que foi um acidente
e que o guarda atr�s morreu com a batida.
- Quem � o prisioneiro? - Odell Morgan,
assassino condenado a perp�tua, cumpre em Logan.
Est� preso h� cinco anos.
Ia para uma reuni�o com o advogado tentar uma apela��o.
- Aquele � o advogado dele. - Ei, venha aqui.
Pris�o perp�tua.
Odell Morgan... o que pode me dizer?
Preso por homic�dio qualificado, condenado pela morte da esposa, Simone.
Corpo n�o encontrado, mas o caso contra ele � forte.
Forte como?
Viram Simone e Morgan brigando na noite.
Quantia grande de sangue dela foi encontrada dentro de casa.
E o cunhado de Morgan, que era vizinho,
falou ter visto Morgan levando um tapete pesado
para o carro dele na noite. Posso mandar os arquivos.
O recurso seria negado?
- N�o sei. - Ia ser reprovado?
- Sim. - T�.
Morgan manteve a inoc�ncia.
Foi um preso modelo. Sem sinais de viol�ncia.
Exceto matar a esposa e sequestrar um policial.
Pegue tudo o que tem do Morgan.
Para onde ele iria, quem teve contato com ele na pris�o,
- o arquivo de homic�dio, tudo. - Sim.
Trudy, n�o ligo se puserem o rosto do Morgan em todos os canais.
N�o quero uma foto do meu agente por a�.
- Sargento. - Sim.
Tem uma chamada no r�dio.
Uma mulher reportou assalto a carro a algumas quadras.
Tem policiais com ela agora. Parece o nosso homem.
Seu cunhado n�o vai...
Ele n�o vai falar com voc� sob a mira de uma arma.
Ele vai.
Mesmo que fale, n�o ser� v�lido no tribunal.
Isso � coer��o.
Voc� ser� minha testemunha.
Pode lev�-lo na frente de um juiz.
- N�o vai rolar. - Ele mentiu...
Sem parar.
Ele era meu amigo, meu irm�o.
- E ele mentiu... - Ele vai continuar mentindo.
Para policiais, para advogados,
no depoimento, para nossa fam�lia.
Para minha pr�pria filha, ele mentiu.
N�o matei minha esposa.
Ele n�o me viu naquela noite. Ele mentiu.
Por que acha que agora ele vai falar a verdade?
Ele nunca me olhou nos olhos.
Desta vez, ele vai olhar.
Ele vai me olhar nos olhos.
E n�o ser� capaz de mentir.
� ali.
Quarta casa � direita. Estacione.
- Estacione! N�o tem escolha! - N�o vai machucar essas pessoas.
N�o vou machucar ningu�m! Estacione o carro!
Onde ele est�, Gabi?
Onde est� seu marido? Carter, apare�a aqui!
Odell, o que est� fazendo?
Anda, Carter! Apare�a!
- Ele n�o est�! - N�o minta pra mim.
N�o caio nessa.
- N�o est�. Ele n�o mora mais aqui. - Por favor, Gabi.
Ei, ei! Abaixe-se! Abaixe-se!
Parem!
Caleb?
- N�o. - Caleb!
N�o.
M�e?
- Amor, est� ferido? - N�o.
Est� tudo bem.
- Voc� est�... - N�o.
Caleb?
Tio Odell?
Voc� ficou t�o grande.
Voc� cresceu muito.
Senti falta... senti tanta falta.
- Ele est� bem? - Saia da nossa casa.
Caleb, voc� est� bem?
- Estou bem. - N�o vou te machucar.
- Eu nunca machucaria voc�. - Saia.
- Cad� o Carter? - Falei que ele n�o est� aqui!
- Onde ele est�, Gabi? - N�o sei onde ele est�!
- Por favor, n�o minta. - N�o estou!
Ele n�o est� aqui por sua causa!
Aquele julgamento o destruiu. Ele nos deixou.
- Ele mentiu, Gabi. - N�o ligo que ele mentiu.
N�o ligo pro que ele viu naquela noite, o que n�o viu. N�o ligo!
Ele ficou apavorado depois disso.
E a� ele nos deixou.
Ele n�o disse para onde foi,
n�o disse onde mora, ent�o eu n�o sei.
D� o fora da minha casa.
Sai!
Sai!
Sai!
A pol�cia teria identificado o carro t�o r�pido?
Sim.
Certo.
Entra a�.
Est� bem.
Fique a�.
N�o tente nada.
Vai se algemar de novo a esse metal.
Entendeu? Tente alguma coisa e te mato.
- Tente me desarmar de novo... - Entendi.
- Seu cunhado, o nome dele � Carter? - Sim.
A esposa dele n�o parecia chocada de ele mentir.
Porque n�o sou assassino. Ela sabe disso.
E disse que n�o teve contato com o Carter?
N�o tive. Somente cartas sem resposta.
Por que ele est� com medo?
Por que n�o quer que a esposa saiba onde mora?
Porque n�o matei minha esposa.
Bebi demais naquela noite. Apaguei na cama.
Algu�m veio, matou minha esposa e fez Carter mentir.
Por isso ele est� t�o assustado.
� como eu te disse. � tudo uma maldita mentira.
Entre no carro.
Para onde vou dirigir?
Como vamos saber onde Carter est� morando?
N�o sei.
- Precisa de ajuda m�dica. - N�o.
Minha equipe pode investigar isso. Eles podem investigar seu caso.
Se voc� falar agora, eles v�o investigar, sabe?
- Podemos reentrevistar Carter... - E Carter vai mentir!
O que n�o est� entendendo?
Se eu me entregar,
sabemos exatamente o que vai acontecer.
Voltarei imediatamente para a pris�o.
E nenhum advogado no inferno voltar� a aceitar meu caso.
- Minha unidade vai. - E voc�s ter�o a mesma resposta.
Carter vai mentir e ser� o fim.
E nunca saberei quem a matou.
Algu�m matou minha esposa.
Eles entraram na casa, a mataram enquanto eu estava l�.
Eles tiraram minha vida inteira em uma noite.
Minha filha acha que matei a m�e dela.
N�o vou deixar isso acabar.
N�o posso!
O que aconteceu naquela noite?
Est�vamos em um bar.
Dominique, minha filha, ela estava na casa de uma amiga,
ia dormir l� naquela noite.
Ent�o Simone e eu sa�mos.
Simone estava desligada.
Ela estava chateada.
Mas eu n�o sabia por qu�.
Ent�o n�s brigamos.
E eu bebi.
Bebi mais quando chegamos em casa.
Apaguei no nosso quarto.
A� acordei naquela manh�.
Tinha sangue por toda parte,
tanto sangue.
Liguei para a pol�cia.
Eu estava gritando.
Eles me prenderam naquele dia.
Ali, pare ali.
- Est� se sentindo bem? - Sim.
- Quer uma sacola? - Pode ser.
- S�o 10 centavos a mais. - Tudo bem.
- Quer doar seu troco? - N�o. Aqui.
Aqui est� o seu troco.
A nota sai daqui a pouco, o sistema est� lento.
Morgan.
Continue andando.
- Est� sangrando. - Mandei continuar andando.
Preciso saber.
Tenho que olhar nos olhos do Carter, somente eu.
Tenho que perguntar por que ele mentiu.
� a �nica esperan�a que tenho.
Ele n�o mentir� na minha cara.
- N�o tem como saber disso. - Tenho.
Chame isso de f�.
Eu sei.
Continue andando.
Por favor.
Morgan!
Est� bem.
Beleza, obrigada.
Nada deles ou do ve�culo roubado. A patrulha n�o os encontrou.
- Quanto tempo? - 4 minutos.
Puxando as imagens, Sargento.
Mande todas essas pessoas vasculharem a �rea.
O Chevy pode n�o ter ido longe.
Isto � sangue?
Acho que � do Morgan. A trilha leva para dentro.
O cara estava sangrando por todo lado. Est� contaminado l� dentro.
- Voc� ligou? - Sim.
Onde est�o suas c�meras?
O cara pensou mesmo que n�o vi o sangue na jaqueta dele.
Que idiota.
O cara com ele estava bem?
N�o sei. Parecia bem.
O rosto dele estava meio vazio...
Sei l�, pode ser s� a cara dele.
As c�meras ficam ali atr�s. A qualidade deixa muito a desejar.
Pegue as imagens, mantenha internamente.
Voc� desmaiou.
Suturei voc�.
- Onde estou? - Mas n�o sou m�dico.
- Por que estou aqui? - Voc� perdeu muito sangue.
Pode estar em choque agora.
Precisa ir para o hospital.
Eu sei.
Mas n�o vou at� fazer isso.
Entende isso?
Sei que voc� entende isso.
Ou ent�o eu estaria acordando cercado pela pol�cia,
algemado a uma cama de hospital.
Voc� deveria estar.
Mas ainda assim voc� me trouxe aqui.
Por qu�?
Quais s�o as chances?
Minha van bateu no carro de um policial esta manh�, seu carro.
Quais s�o as malditas chances?
� o destino?
O que mais poderia ser?
Sou inocente.
Acho que sabe disso.
Voc� me trouxe aqui.
J� tomou sua decis�o.
Certo?
Acredita que Carter vai dizer a verdade
se voc� ficar na frente dele?
Acredita nisso?
Acredito.
Vou te ajudar a encontrar o Carter
e deixar ter seu momento
e olhar nos olhos dele.
E � isso.
Est� bem.
Vai voltar para a pris�o depois.
Est� bem.
- N�o vou te deixar fugir. - Eu sei.
Sabe o que est� arriscando?
Preciso v�-lo.
Sim.
Beleza.
Est� tomando a decis�o certa.
Eu prometo.
Sim.
Ainda tem o antigo computador?
Venha.
Isso tudo � antigo.
- A pol�cia n�o saber� que acessou isso? - Saber�.
Estou falando, n�o temos tempo.
- Em quem Carter confiava mais? - N�o sei.
Ele tinha alguns caras no quarteir�o.
Bebia com eles.
N�o sei, ele confiava em mim, na Simone.
- Eles tinham um primo. - Nome?
N�o sei.
Simone n�o gostava dele, mas Carter gostava.
IMAGENS + INCLUIR "PRIMO"
RECONHECIMENTO FACIAL
Dion Crews.
- Ele � o primo? - Sim.
Carter � o do meio, Dion � o da direita.
Dion tem duas propriedades em Gresham.
Parece que ele mora em uma e a outra est� desocupada.
Talvez seja onde Carter est�?
Padre.
Sei que n�o tenho vindo aqui.
As chaves do meu carro est�o na porta.
Vai.
Ol�?
Ol�.
Seja o que for, n�o estou interessado.
Voc� n�o v� a placa de "N�o Incomode"?
Ei!
Carter! Espera! Espera a�!
Espera a�!
N�o vamos machucar voc�.
Beleza? Ei, para tr�s!
N�o toque nele!
Entendeu?
Escuta, sou policial e ele n�o est� armado.
Ent�o n�o vou deixar ele te machucar.
O que ele faz aqui?
- Devia estar preso. - Calma.
- Calma. - Ele n�o devia estar aqui.
Eu sei.
Prometi a ele uma conversa.
Uma.
- A� vamos embora. - N�o.
- Por que mentiu? - N�o vou fazer isso.
Ei! Escuta!
Uma conversa e vamos embora.
Fiquei preso por cinco anos por causa do que voc� disse.
Por que voc� mentiu?
Como ele est� aqui?
Quero saber por que mentiu.
Se ele fugiu da pris�o, ent�o ele � um fugitivo.
- Isso � ilegal. - Olha pra mim.
- Ele n�o pode estar aqui. - Olhe para mim, por favor, Carter.
Olhe para mim e me fala por que voc� mentiu.
Voc� me conhece.
Foi nosso padrinho de casamento.
Dominique � sua afilhada.
Deveria proteger sua irm�.
Deveria ser minha fam�lia.
Em vez disso, voc� mentiu sem parar.
- N�o... - Por que mentiu?
- N�o, n�o. - Olha para mim!
- N�o! - Por que n�o olha para ele?
Voc� mentiu, n�o foi?
- Voc� n�o pode estar aqui. - Por qu�?
De quem voc� tem medo?
Por favor, Carter.
Voc� viu o Morgan naquela noite?
Ei!
Carter, por favor.
Eu precisei.
N�o tive escolha, cara. Eles me obrigaram.
O qu�?
Quem?
Quem fez voc� mentir?
- N�o posso. - Quem?
N�o posso. N�o pode estar aqui.
Por que n�o? Por qu�? De quem tem medo?
Carter, olhe para ele de novo.
S� olhe para ele.
Ele est� morrendo, cara.
S� fale a verdade para ele.
- N�o. - Pela Simone.
Voc� sabe que n�o a matei.
- � a sua irm�. - Eu sei disso!
Eles a mataram.
Falaram que iam matar a mim, minha esposa e meu filho.
- Quem? - N�o tive escolha.
- Quem? - N�o sei.
- Nunca soube. - Como isso � poss�vel?
Eles ligaram! Eles... Eles me ligaram.
Eles me amea�aram. Entraram na minha casa.
Mandaram fotos do meu filho dormindo
com uma arma apontada para a cabe�a.
N�o sei quem era, mas quando me falaram o que dizer,
eu disse.
Eu menti.
- Ent�o quem a matou? - N�o sei.
Eu n�o sei.
Pol�cia de Chicago!
M�os para cima!
- N�o atirem! S� eu estou armado! - Certo.
Mais algu�m aqui?
- Dante, mais algu�m aqui? - Limpo!
- Ambul�ncia est� vindo. - Ele � inocente!
- Eu acredito! - Eu sei.
- Era o �nico jeito. - Pare de falar.
- Eu acredito. - Dante.
- Acredito nele. - Eu sei. N�s investigamos.
Sabemos o que estava fazendo, pare de falar.
5021. Cad� minha ambul�ncia?
Morgan, olhe para mim.
- Fique comigo. - Ambul�ncia a caminho.
Respira.
Respira, respira.
Respire comigo.
S� respire comigo.
Isso.
V�o conseguir registrar o Carter?
V�o faz�-lo depor.
Eles v�o limpar meu nome?
Vamos trabalhar no caso.
Quero saber quem matou minha esposa.
Vamos trabalhar nisso.
Precisamos ligar para minha filha.
N�s vamos.
Eu te disse.
Quais eram as chances de eu ter batido em voc�?
Seu advogado vai te encontrar na delegacia
e vamos registrar tudo.
Foi h� cinco anos. N�o tenho o telefone que ligaram.
N�o tenho nenhuma informa��o para dar. Mal lembro...
Carter, sabe mais do que acha. Cuidado com a cabe�a.
Leve-o ao 21�. A Sargento Platt est� l�.
Direto � sala de entrevista. Alguma tecnologia dentro?
Alguns computadores, um console de jogos...
Abaixem-se!
Veio do outro lado da rua!
- Dali! - Fique abaixado!
Use sua porta! Passando!
10-1, 10-1. Tiros contra a pol�cia...
- Carter! - Em Ashland, 2253.
Um atingido.
- Sem vis�o do atirador! - Carter!
Tiros vindos daquela posi��o a leste. Vou l�, me cobre.
- Me avise, Kev! - Sim!
5021 em cena, aquele 10-1. Mande ambul�ncia agora.
E preciso fechar o per�metro da Racine � Ashland...
E da rua 85 a 87.
- Estou a leste do pr�dio. - Algu�m consegue ver?
N�o, Sargento, nada do atirador. Algu�m cubra o oeste.
Diga-me que algu�m est� vendo. Onde ele est�?
Levou duas rodadas. N�o deu para salv�-lo.
Est�o vasculhando o per�metro. O atirador segue foragido.
Como?
Ele devia estar � espreita, vigiando a casa do Carter.
Deviam saber que Morgan ia para l�.
Temiam que Carter falasse.
Sim. Assim que o atirador teve mira, acertou em cheio e escapou.
Ainda estamos procurando nas c�meras. Podemos dar sorte.
Pusemos a esposa e filho do Carter em prote��o.
Conseguimos algo do Carter?
N�o, �amos lev�-lo � delegacia para interrogar.
E algu�m o matou.
- O que � isso? - N�o sei.
Algu�m incriminou o Morgan.
- Sim. - Por qu�?
AQUI ESTOU, ENVIA-ME
Oi.
Posso ajudar?
- Voc� � Dominique Morgan? - Sou.
Sou Dante Torres, do Departamento de Pol�cia de Chicago.
Na verdade, j� vieram me notificar.
Sei da morte do meu pai.
Estou aqui por outra coisa.
O qu�?
Apareceram provas novas no caso da sua m�e.
E acreditamos que seu pai era inocente.
Como assim? Isso n�o pode ser...
Descobrimos provas novas.
Seu pai n�o a matou.
N�o entendo.
Como isso... Quem a matou?
Ainda n�o sei, mas estou aqui.
E eu vou ajudar.
Posso entrar?
Pode.
Agora sim algo pro Torres ocupar a cabe�a!
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