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N�o dormes?
J� l� v�o tr�s dias.
Pus o programa preferido dele.
H� sinais de que est� a acordar, � preciso dar tempo.
E tu, como est�s?
Estou bem.
Mostra-me as costelas.
Esta cena no teu sangue estimula a regenera��o celular.
Se fosse assim com ele...
Nunca devia t�-lo arrastado para l�. Nunca.
N�o podias adivinhar. Ningu�m podia imaginar.
V�, tenta dormir um bocado.
SANTU�RIO
SAMHAIN
Bom, j� est�.
O Estado-Maior aceitou o teu pedido.
O Soutard est� a caminho.
S�o boas not�cias, n�o?
Digamos que o Tenente-Coronel Soutard n�o se d� bem com os nossos h�bitos.
Digamos que � um idiota que n�o percebe nada de nada.
N�o temos escolha.
Precisamos de ajuda.
Acha mesmo que este tipo com cornos na cabe�a prepara alguma coisa?
A noite de Samhain � amanh� e o Jonas disse que ele ia atacar.
O Samhain � o dia de finados celta.
� o antepassado do Halloween ou de Todos os Santos.
E, nessa noite,
Cernuno sai dos infernos para ca�ar com os c�es.
N�o, isto s�o coisas antigas...
Major, n�o acha...
...que isto � pouco concreto?
Como este Sylvain com quem ter� estado acorrentada h� 20 anos.
N�o encontr�mos nenhum desaparecimento que corresponda.
Sei que isto parece absurdo, mas viu o santu�rio e o estado do Nounours.
N�o sei de nada,
mas precisamos do Soutard para o parar.
Estes c�es do inferno come�am a perseguir-me.
Simon!
Simon, acorda!
Viemos pelos teus c�es.
Bolas...
H� dois que andam pela vila. Atacaram uma pessoa.
N�o tenho nada com isso. Merda!
Resolvam com o meu pai.
O teu pai n�o atende o telefone.
Discutiram outra vez, n�o � verdade?
Sim.
H� tr�s dias que durmo no carro.
N�o o vou ajudar.
Abatemos os c�es?
Que porcaria � esta?
Denis.
Faltam c�es.
N�o � normal.
- Vais mesmo fazer isso? - Sim.
Vou chegar tarde, mas tratamos do quarto do beb� depois.
Est� bem?
Desculpa pela outra vez.
Tive de ir, senti isso.
Fizeste o que era preciso.
Salvaste-os.
Sem ti, o Martial podia ter morrido.
Ou mesmo a Laur�ne.
Ent�o, estamos bem?
Sim! Est� tudo bem.
- A s�rio? - Sim!
Estou?
� a Laur�ne. Desculpa incomodar-te.
Que � que queres?
� sobre o teu pai.
Encontr�mo-lo morto esta manh�.
Bom dia, sou o Procurador Franck Siriani.
Deve ser o...
...Tenente-Coronel Soutard?
A Major Weiss n�o est�?
N�o. Teve de se ausentar por causa de um ataque de c�es.
Nada de importante.
Ela pediu-me para o receber entretanto.
Acidente de via��o?
N�o.
Tarte de am�ndoa.
Obviamente, ningu�m nos avisa acerca dos pruridos.
Pelo que vejo, nada mudou.
Este lugar ser� sempre a vergonha do meu agrupamento.
N�o estar� a exagerar um pouco?
Temos tr�s guardas para tudo.
A legista � a m�dica da terra. Estamos sozinhos em 20 000 ha de floresta.
Faz -30 �C no inverno e 40 �C no ver�o.
Dir-se-ia que os defende.
N�o.
Claro que n�o.
Dito isto, h� um louco perigoso escondido na floresta e...
Felizmente que chegou com refor�os!
Est�o a caminho...
Vim sozinho.
Para avaliar a situa��o.
N�o se mobiliza um batalh�o inteiro da guarda assim...
Quando mandei para c� um helic�ptero, nunca o encontr�mos.
E ent�o?
Dada a aus�ncia de rigidez,
est� morto h� dois ou tr�s dias.
Bate certo com o correio, que n�o viu desde sexta.
Foram os c�es que o mataram?
N�o.
N�o, morreu antes de ter servido de prato do dia.
Tem uma ferida no t�rax com contornos bem definidos.
Foi um golpe com um objeto cortante
ou talvez uma ferramenta.
Queres ver?
N�o.
Prefiro ir l� sozinha.
Tens a certeza?
Que aconteceu?
Ainda n�o sabemos.
Onde est� o meu irm�o?
L� dentro.
Ainda bem que vieste.
Sempre falas com ele.
� preciso que comam algu�m para nos visitares.
Isto n�o mudou muito em 20 anos, pois n�o? Continua acolhedor.
Eu pago o funeral.
Podes ficar com a casa.
N�o quero o teu dinheiro.
Para mim n�o foi s� engatar o rica�o da terra.
Laur�ne...
Parece que a morte dele n�o te afeta.
Mas afeta.
Vou dormir melhor.
O estado em que te deixou...
Isto vai ser mais complicado.
Simon,
estava um machado no teu carro.
Est� cheio de sangue.
Tens de nos contar o que aconteceu.
Eu n�o sei de nada.
Fui despedido do minimercado.
Porque o idiota do Vachon diz que fui eu que o assaltei.
Ent�o, vim para casa,
discuti com o meu pai e fui para o carro. Foi s� isso!
N�o sei, n�o me lembro,
tenho bebido um bocado ultimamente.
S� sei que n�o voltei a casa.
Pronto!
Ele tem de ir connosco.
Eu n�o matei o meu pai! N�o o matei!
- Anda, vem. - N�o matei o meu pai.
- N�o vou. - Vem, Simon!
V�o-se embora!
N�o o matei!
Simon, vem!
N�o!
- Vai-te embora! - Para!
Portanto, podemos aprovar a nomea��o do Sr. Bertier
como conselheiro de educa��o da escola municipal?
Sim. Estamos todos de acordo.
Obrigado.
Esperem. Antes de terminar,
gostaria de fazer uma adenda � ordem de trabalhos do Conselho.
Gostaria que vot�ssemos a rescis�o de todos os contratos
que ligam a vila �s empresas do meu pai.
Transportes, educa��o, res�duos dom�sticos...
Todos os contratos.
� muito dinheiro para o G�rald.
O procurador apreendeu-lhe as contas.
E depois?
Pedes-nos para trairmos um amigo?
Talvez devamos antes substituir-te a ti nas pr�ximas elei��es.
Sei que n�o � uma decis�o f�cil.
Mas s� t�m de votar.
Boa noite.
O Soutard veio sozinho.
N�o � bom sinal.
Vai correr tudo bem.
O importante � o Samhain.
Ent�o, se bem percebi,
t�m um doido que se passeia pela floresta e que se toma por um deus celta.
- H� 20 anos. - N�o o identificamos.
H� anos que passo noites na floresta a procur�-lo.
� uma maneira de falar...
Ela sai tarde do servi�o.
Vemos doentes todos os dias...
Vejam. Ainda ontem.
"Pris�o de psicopata nos Essarts."
O vosso � mais perigoso que este porqu�?
Em Villefranche, tudo � um pouco mais perigoso.
Para ele, a vila � uma amea�a para a floresta.
Um pouco como os romanos, h� 2000 anos.
Est� a� tudo.
Os romanos...
Obviamente, � uma lenda.
Por causa dessa lenda, ele prepara algo para amanh� � noite.
Meu Coronel, precisamos de refor�os.
Espero que a hist�ria dos corvos e do helic�ptero que se despenhou h�...
A situa��o � diferente, Major.
Em poucas semanas,
um dos seus guardas morreu e outro est� no hospital.
Sem falar do detido que se suicidou na cela.
Obviamente, n�o me posso permitir agravar este balan�o.
Ponha-me tudo por escrito e eu tomarei as medidas necess�rias.
S� temos 24 horas.
Parto amanh�.
Se o seu relat�rio for bom, os refor�os estar�o c� amanh�.
Senhor Procurador,
conto consigo para me indicar um estabelecimento
frequent�vel.
N�o ficar� desapontado.
...O MEU RAPTOR...
...UMA AMN�SIA PARCIAL...
...AO DEUS CERMUNO.
...A FESTA CELTA DE SAMHAIN.
Escreves um romance?
N�o estavas a dormir?
� s� um relat�rio.
Sobre qu�?
Pronto.
J� percebi, estou habituada.
Cora?
Podes l�-lo, se quiseres.
Toma.
- N�o te sintas obrigada. - N�o.
Quero que o leias.
Disse-me que era barulhento,
mas � tranquilo, n�o?
�s vezes est� mais animado.
Ent�o, como correm as coisas? Com a Major Weiss?
Ao princ�pio foi complicado, mas...
...conseguimos encontrar o nosso ritmo.
Encontrar o vosso ritmo?
N�o anda a com�-la, n�o?
Perd�o?
N�o.
Porque me pergunta isso?
Estou s� a informar-me.
� uma pergunta muito particular!
Na minha opini�o, a Major Weiss � que � um pouco...
...particular.
Faz o que pode por esta vila.
E conta consigo para os refor�os.
Nunca teve a inten��o de mandar refor�os,
� isso?
Ou�a,
h� dez anos que vejo passar processos inacredit�veis.
E vem-me com o deus da floresta e a noite de Samin.
- Samhain. - Vai dar no mesmo.
Quero algo escrito que prove que ela n�o pode comandar a unidade.
O relat�rio.
Cava a sua pr�pria sepultura com ele.
Ainda bem que nos entendemos.
Ali�s,
pretendo substitu�-la por algu�m que o possa ajudar contra os Steiner.
� isso que quer, n�o �?
Agora sabes tudo.
Nunca consegui dizer-to.
Era demasiado complicado.
N�o te zangues comigo.
Estou zangada � comigo.
N�o podias adivinhar.
Pensei que podia resolver isto sozinha, mas...
...estava enganada.
Tenho medo por ti, m�e.
N�o te preocupes.
V�o mandar-nos ajuda.
Laur�ne,
tens uma visita.
Onde � que est�?
Pusemo-lo numa cela.
Est� a dormir.
Tens novidades?
N�o devia dizer isto, mas a coisa est� feia,
com o machado que encontr�mos.
� o do meu pai.
N�o sei onde estava, mas algu�m o usou.
Tem as impress�es do Simon.
Se pudesse, ajudava-o.
� um bocado tarde.
Tinha de ajudar quando os vizinhos ligavam pela gritaria.
N�o serve de nada remexer no passado.
O Simon est� desfeito.
N�o sei o que � capaz de fazer.
Se tivesse de matar o pai, j� o teria feito.
Entretanto, n�o temos �libi.
S� se estivesse comigo na quinta.
Mas n�o se lembra de nada.
Vou dizer que o fui buscar.
Um falso testemunho � arriscado.
Para ti e para mim.
Talvez lhe devamos isso.
MINIMERCADO
N�o tem sem a��car e sem gl�ten?
N�o, desde o assalto, n�o fiz encomendas.
Enfim, havia quase 6000 euros no cofre.
Se o meu pai visse isto...
Este parque era o orgulho dele.
Ele sempre soube que Villefranche se podia tornar um destino tur�stico.
Sim. Estou a ver, sim.
- N�o parece estar bem. - N�o, tenho febre.
E esta hist�ria com o Simon revoltou-me.
Contratei-o para lhe dar uma oportunidade.
E, para agradecer, o canalha
lixou-nos a todos!
Sim, a coisa acabou mal
e tive de o despedir.
Tenho a certeza de que foi ele.
Se matou o pai e o soltaram...
Como assim, soltaram?
Parece que voltou para casa esta manh�.
Soltou o Simon Lefranc.
Quer explicar-me?
Ele tinha um �libi.
J� me esquecia, a irm� lembrou-se, de repente, de que estava com ele.
Major,
n�o pode libertar assim o seu principal suspeito.
O dinheiro do parque pode ter sido o motivo do crime.
Ainda por cima, quer acus�-lo do assalto?
N�o havia dinheiro em casa. N�o havia.
E se estiver enganada acerca dele?
N�o percebe que j� est� por um fio?
Perd�o?
O Tenente-Coronel Soutard acha que o problema de Villefranche � voc�.
E h� dias em que me pergunto se n�o tem alguma raz�o.
Deixe de se armar...
Vai ajudar-nos. Quer o relat�rio.
O Soutard quer correr consigo!
Vai usar o relat�rio contra si. Nunca pensou mandar refor�os.
O Samhain come�a esta noite e quer complicar tudo.
Qual � o seu problema?
N�o tem nada contra os Steiner?
Foi a sua namorada que o deixou?
Estou a tentar ajud�-la.
Que � que prefere?
Que fique a v�-la autodestruir-se?
Que � que fizeram?
- Nada. - Nada.
Merda, n�o acredito.
Onde est�?
Espera-te l� em baixo. Eu levo-te.
Sabes o que est�s a fazer?
Para mim, � asneira.
� a tua opini�o ou a do teu dono?
�s o c�o dele, Gaspard.
Rafeiro.
N�o est�s farto, a s�rio?
Vais fazer isso sempre?
Aviso-te j� que n�o vim negociar.
Vim porque...
...queria dizer-te cara a cara que te vou expulsar da minha vila!
Para sempre.
Depois desenrascas-te com o Siriani. O problema n�o � meu.
Entretanto, vamos fazer uma visitinha.
Sim!
Tu tamb�m trabalhaste muito para isto tudo, n�o?
V�, vem.
Ei-los.
� isto que todos procuram.
� a entrega de ontem.
H� que os enterrar para n�o deixar vest�gios.
A Centurion paga-me muito bem para a livrar destas porcarias.
N�o � muito ecol�gico,
mas, bom,
tirando o procurador, ningu�m quer saber.
A tua filha morreu por isto.
Morreu para podermos conservar o poder nesta vila.
Se isto se souber,
a Centurion manda fechar o s�tio
e tu podes dizer adeus a tudo o que eu constru�.
Era melhor pensares nisso,
em vez de levares disparates a vota��o.
Confias nos teus novos amigos?
Est�s aqui porqu�?
N�o vim discutir contigo.
� estranho este sil�ncio.
Ouvi-te gritar tanto...
Tapei tanto os ouvidos...
N�o te devia ter deixado,
devia ter sido mais forte.
Tiraste-me da pris�o,
j� n�o � pouco.
Obrigado.
Porque acredito que n�o o mataste.
�s a �nica.
Sim, talvez.
N�o interessa.
Podes estar aliviado, Simon.
Podes estar contente por ter morrido.
Fizeste bem em partir com o Bertrand.
N�o ficaste com raiva de mim?
Fiquei, sim.
Depois, pensei que era o melhor que te podia acontecer.
Quando o conheci, procurava uma forma de sair daqui.
- N�o o amavas? - Amava.
Tamb�m.
E agora?
� complicado.
� outro g�nero de pris�o.
O dinheiro, os esquemas...
O pai n�o � melhor do que o nosso.
Porque n�o o deixas?
Calma...
Obrigado.
Continua a faltar um c�o. N�o percebo.
Vou buscar �gua.
L�a?
Que est�s a fazer?
L�a!
L�a, abre!
Que fizeste, Simon?
Laur�ne.
Os agentes municipais
encontraram o cad�ver do �ltimo c�o dos Lefranc.
Como � que ele morreu?
Segundo o veterin�rio, � machadada,
como o pai do Simon.
E, pelo estado do maxilar, de certeza que mordeu algu�m.
- Foi o assassino? - N�o sei.
Liguei ao hospital, ningu�m foi mordido nos tr�s �ltimos dias.
Conseguiu tratar-se sozinho.
Com as bact�rias, deve ter feito um febr�o...
O qu�?
H� novidades?
Quando um c�o nos morde, h� que ir ao m�dico.
Ter�amos percebido que matou o Denis Lefranc.
N�o devia ter morrido ningu�m,
s� queria esconder o dinheiro para acusar o Simon.
Ent�o, assaltou a sua pr�pria loja?
O cofre estava quase vazio. De qualquer maneira,
h� meses que n�o tinha com que pagar os ordenados,
os fornecedores... Ent�o,
quis aumentar um bocado o valor do roubo para enganar a seguradora.
A coisa n�o correu como previsto...
Tropecei numa gamela,
o Lefranc acordou e eu entrei em p�nico.
Bati-lhe com um machado que estava l�. Depois,
quando quis esconder o dinheiro no canil, o c�o mordeu-me,
fiquei com febre e isto infetou!
N�o podem compreender.
Ele confiou-me o parque e eu... nunca estive � altura.
Eu s� queria realizar o sonho dele:
um campismo familiar em Villefranche.
L�a!
Simon?
Simon...
D�-me essa faca.
Talvez tenha roubado o dinheiro. N�o me lembro.
E, al�m disso, matei-o.
N�o, n�o foste tu.
N�o foste tu, Simon, eu sei que n�o foste tu.
Vais ficar bem.
A resolu��o � aprovada por maioria.
Muito bem.
Em consequ�ncia, o Conselho tomar�
as medidas para rescindir, logo que poss�vel,
os contratos com as empresas Steiner. Muito obrigado.
Obrigado.
N�o vais cometer os mesmos erros que o teu pai.
Estou c� para ver.
N�MERO DESCONHECIDO
N�o tenho nada a dizer.
Nesse caso, falo eu.
Devias ir aos Enfants d�Arduinna.
Quem disse que estou interessada?
Pensa no que os Steiner fizeram a esta vila.
Pensa na Marion.
Sei que foi dif�cil.
Talvez haja quem pense que acabou.
E tu vens c�, estando marcado.
P�es-nos a todos em perigo!
Agora tens medo?
� caro defender a floresta.
Se n�o defendermos a floresta, morremos com ela.
N�o v�s isso?
Queremos saber quem manda!
Sabem muito bem que n�o � poss�vel.
Flo, preciso de ti.
Que est�s a fazer?
Sabemos todos que h� produtos t�xicos
que entram na pedreira
e ningu�m faz nada.
Sou a �nica a ver aquela treta que sai das �rvores?
Que fazes aqui?
Enquanto voc�s pintavam paredes,
matei uma guarda paga pelo G�rald Steiner.
Se isto n�o � comigo, n�o sei o que possa ser!
Que est� previsto a seguir?
Pregaste-nos um susto, sabias?
N�o sei o que fazia sem ti.
Foi tamb�m o que eu pensei.
Ent�o, quando vi a luz branca, dei meia-volta.
Apetece-me tanto um bife.
Est�s com bom aspeto!
J� n�o tens nada.
D� gosto.
J� n�o aguento o teu musaranho.
Toma! Volta para o pap�.
� um porco-da-�ndia.
Espero que tenhas tido cuidado, porque ela tem o c�lon fr�gil.
Laur�ne.
Talvez tenhamos um pista
sobre o mi�do que esteve raptado contigo no santu�rio.
� um alerta de desaparecimento que data de...
...1996.
Sylvain Tessier.
Filho de pais inc�gnitos, nascido em 1978.
E cresceu em Flains.
Desapareceu na semana em que fui raptada.
ALERTA DE DESAPARECIMENTO
� ele.
E em rela��o ao Samhain?
Os refor�os sempre v�m?
O Jonas talvez se tenha enganado.
RELAT�RIO DA MAJOR LAUR�NE WEISS
Estou curioso por ler o seu relat�rio, Major.
� para si.
N�o estou a perceber.
J� prendeu o seu louco perigoso?
Colocou-nos na pista certa com o artigo do jornal.
N�o vi a semelhan�a entre os casos,
mas deve ser o mesmo homem.
Amanh� de manh�, ligo � unidade de Essarts.
Estou a ver.
J� n�o precisa de refor�os.
Espero que esta estadia lhe tenha permitido apreciar Villefranche.
Sem d�vida, Major.
Voltaremos a ver-nos.
Safou-se bem, Major.
N�o sei.
O Samhain est� a come�ar e estamos s�s.
Legendas: Laura Genevrois
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