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Eu encontrei uma saída, cara.
Eu encontrei uma saída, cara.
Vamos foder que esse país é uma foda, cara.
Falou, brother.
Vamos nessa que é boa dessa.
Não trabalha, não paga as contas, não tem dinheiro e não...
Eu vou botar ordem nesta casa. Eu vou botar pra foder.
Eu vou botar pra foder.
Eu vou arrasar com você.
Tem uns cobradores aí, ó.
A partir de agora, minha mulher...
Você terá um novo cargo na empresa.
Você vai fazer o que você quiser.
Reúna todos os funcionários, tudo bem? Tudo bem.
Pois não, minha senhora?
Eu vim receber meu atrasado. Estou atrasada. Eu não tenho dinheiro.
E você está curtindo com a minha cara. Entendeu como é que é o negócio?
Serve algo diferente?
Serve.
Grande ou pequeno? Se tiver grande, melhor.
Então vamos nessa.
É esse aqui?
Porra, chulé, esse cara tem uma outra fruta.
Boa tarde, moça. Boa tarde.
Eu quero falar com aquele filho da peste do chulé que andou aí me dando um
cheque sem fundo.
Calma, mulher, calma. Sai fora, sua perua. Tu tá me estranhando,
na Paraíba não tem essas coisas, não. O negócio lá é caceta mesmo.
Ah, você quer uma caceta mesmo? É isso aí. Vai conhecer o capanga, o picão, o
comecu, tudo ao cu.
Ah, moça, eu não dou cu não. Por lá na Paraíba a gente dá periquita mesmo.
Ah, então é por aqui mesmo.
Vai bem, vai gostosa.
Ah,
é você que vai me pagar, seu vagabundo.
Que que é, garota?
Ah, moça, qual é, moça? Eu vim aqui pra receber o meu atrasado aqui.
Oxente, o atrasado que você vai receber aqui é de pau.
A moça lá falou que você tem uma caceta grande. Deixa eu ver.
Olha aqui o pagamento.
Ah, moça, em cima da calça não dá pra ver nada, não. Você vai ver.
Você vai ver.
Vixe Maria, homem.
Tá vendo?
Esse negócio tá mole.
Você vai ver tudo.
Oh,
da Paraíba, amigão.
Amigo, amigo desse jeito. Você ainda diz que é meu amigo?
Me dá esse tanto de cheque sem fundo, justo comigo. Calma, tem um viadão
aqui e uma mulher pra você aqui, cara.
O que você tá achando que eu sou? Olha bem pra minha cara. Você acha que eu
tenho cara de comer viado, rapaz? Tem uma loira bonita e um homem também. Tem
que você quiser aqui, cara. Não.
Eu quero meu filme de volta.
Então pega aqui, Carpanga. Vem cá.
Vai. Vai,
vai,
vai.
Carrega o projetor.
Que banheiro demorado, hein?
Desculpe, é que a curiosidade pode trazer problemas sérios, viu, meu bem?
Mais uma vez, me perdoa. O Gessé já chegou?
Não, e acho que agora nem chega mais.
Só amanhã, queridinha.
Coragem, garota.
Se você for chorar a cada uma que leva, é melhor você desistir.
O cano do GC é uma coisa corriqueira. Não merece essa bronca toda sua, não. É
que eu preciso ganhar um dinheiro.
E penso que o GC não está tão entusiasmado comigo assim.
Bobagem, garota.
Todo homem importante é ocupado. E o GC não foge a regra, não.
Você já imaginou quantas carreiras de garotas ele... E aquele fotógrafo que
transou com a japonesa? Ora, são homem e mulher.
Eles fizeram aquilo.
Na mais completa intimidade.
Por livre e espontânea vontade.
Ou você é contra o sexo?
Não, muito pelo contrário. Eu sou liberal.
Então, você acha que o Gessé está mesmo interessado em me ajudar?
Não só o Gessé. Como a Lourdes e a Samanta. E principalmente eu, que estou
sempre ao seu lado. Dê -me uma força.
Puxa, então você também gosta de mim? Sou o seu melhor amigo, é, Jim?
Rubens, você tem namorada.
E daí?
Não fica bem.
Você não disse que faria tudo pela carreira?
Está aí a chance de provar.
Bem... Por que aquele corno tinha que fazer isso comigo?
Por quê? Você mesma disse que a vida em São Paulo é uma maluquice, senhora.
Mas ninguém pode brincar com o sentimento dos outros.
Eu gosto dele.
Puxa, Lourdes. Você transa com o Gessé e com a sua amante, escondida de Rubens.
Será que ele não tem direito?
Direito nenhum.
Eu gosto dele e não mereço ser traída. Enfim. Muito bem.
Podem abrir suas apostilas.
O assunto que iremos tratar é sobre o voyeurismo.
O voyeurismo é a capacidade que o ser humano tem. E somente o ser humano de
sentir prazer.
De se excitar.
Na visão.
A visualização do ser humano confere a ele uma capacidade excitatória. Que
de objetos.
De um simples corpo.
de fatos, de ideias, ou a simples imaginação.
O poder que certos objetos exercem sobre a percepção humana, como, por exemplo,
uma calcinha, uma pulseira, espartilho,
meia e liga, desenvolvem uma capacidade incrível.
Ou mesmo até uma fotografia, num homem, numa mulher.
Em sentir.
Às vezes, solitariamente, um máximo de prazer.
Eu gostaria de chamar a atenção para o corpo humano.
Que beleza.
Que fonte de estímulos.
O ser humano, quando se vê estimulado sexualmente, ele vira uma fera.
Ele não pensa.
Ele não mede.
Simplesmente se deixa atrair.
E se entrega.
Às vezes de uma forma absurda.
Fora de conceituação.
Homem com homem, mulher com mulher.
Isso não importa.
Dependendo da cultura, todos esses valores vão por água abaixo.
O que é importante é a beleza.
É a forma.
É o objeto de nossa atenção.
Reparem nos cinemas brasileiros.
Os homens pagam simplesmente para se masturbar.
Um casal com bastante tempo numa vida em conjunto se deixa,
se entrega através do voerismo.
É a forma de estimular, de encontrar novos prazeres. Por que não?
Estimulação, sedução, envolvimento.
Tudo isso faz parte da complexa inteligência humana.
Os valores mudam de local para local.
Observem.
A excitação é fundamental.
E tudo o que eu acabei de falar é a simples excitação humana.
Se deixe entregar.
É a volúpia.
É o prazer.
Isso é que é excitação. Entendem?
Percebam.
A simples voz humana exerce sobre as pessoas.
Um poder de atração.
De envolvimento.
É como se, de repente, o nosso superego, a nossa censura interna, desmoronasse
sobre as nossas cabeças.
Não a culpa, e sim o prazer.
Prazer.
E no bom a gente sentir... Sentir... O prazer
extremo do contato.
O calor da pele humana. A entrega.
A experiência.
Você tem que se liberar.
É tão bom a gente... A gente poder... Foder.
Somente essa palavra esclarece tudo.
Foder. Trepar.
O coito.
A excitação.
Por que não?
Por que guardar dentro de si a vontade e o desejo?
Vocês já experimentaram? Bem?
Já se entregaram?
Não?
Então vocês não sabem o que é o verdadeiro prazer.
Mas o prazer sem culpa, sem medo, sem remorso.
O prazer pelo prazer, pela volúpia de ser, de se entregar.
Tesão.
Tesão é... É o clímax.
É o auge da excitação.
Quando alguém diz, eu sinto tesão por você, esse alguém está querendo dizer
que uma força incontrolável o invade, deixando -o fora de si.
Eu acho que... Tesão é tudo!
Vocês... Vocês não podem imaginar a fonte de prazeres que é o corpo humano.
O tocar.
O beijar.
O apalpar.
Para.
Para a minha imaginação.
Eu preciso me controlar.
Vocês são discípulos do sexo.
Pelo sexo.
Para o sexo.
Em nome do prazer.
Da volúpia.
Da experiência.
Da descoberta. Da fonte original mais rica.
É isso aí.
Tudo isso eu chamo de... Poetismo.
Filha da puta!
Você aí, me dá um dinheiro aqui, me dá um dinheiro aqui, me dá um dinheiro
Esse é o pagamento.
O pagamento da extravatura.
Esse é o seu batismo, negão.
Essa porra é da boa, você não vai se foder.
Boa tarde, gatona.
Boa tarde. Tudo bom?
Eu tô afim de receber meus seis meses atrasados e ter o seguinte, eu sou o
comedor das mulheres da boca de cinema e tô afim também de comer umas buceta.
Olha, o chulé não está aqui e o seu problema é só com ele. Agora, se
você quiser, pode ir à sala ao lado, tá? Ah, valeu, obrigada.
E aí, é o seguinte, gatinha, faz um striptease pra mim, ó.
A chefe é que show eu.
Ah, é? Mas que beleza. Tô afim de comer a bucetinha.
É?
Peraí. É, mas é o que você quer, né?
Isso aí, gatinha. Tira a roupa, tira.
Eu tô afim dessa bucetinha.
Tira tudo, tira, tira, tira.
Peraí que eu já vou.
Acho que essa porra não vai levantar, não. Preciso de uma massagem.
Deita aí que eu vou fazer uma massagem. Falou, neném.
Massinha.
Ai, que saudade do meu Ceará.
Ai, Picão, como você trabalha bem na massagem.
Ai, como eu queria estar de novo na minha terra natal. Nas praias.
Quero dar o cu pra voltar pra lá. Que maravilha.
Que beleza.
Que beleza.
Ah, que beleza.
Parece que tô na lua.
Tô na praia do Ceará.
Ah, que beleza.
Que saudade do Ceará.
Quero dar o cu pra voltar pra lá.
Oh, meu Ceará.
Que pica linda.
Que cabeça linda.
Do meu...
Nego da boca não sabe chupar porra nenhuma, mano. Não sabe chupar nem porra
cavalo. Imagina o meu, cu de burro.
Cadê aquele trambiqueiro? Ele não tá aqui, não.
Onde ele foi? Sumiu? Fugiu?
Um dia desse, eu volto a assumir.
Eu vou ser dono dessa produtora cacete um dia.
E vocês vão ser todas minhas mulheres.
Vou deixar todas barrigudinhas.
Mas com bigode e tudo?
E muito mais. E muito mais, gatinha.
Grande.
Qual a porta errada, dona Freira? Não, meu filho, é aqui mesmo.
Vixe! Eita, Freira arretada!
Eu quero ver um filme de sacanagem, meteção.
Trepada também.
Olha esse, esse já que tem um picão, sabe pra você ver.
Ou a senhora prefere foder, calar livre?
Olha aí.
Olha como fode.
Ele tá chupando, ó.
Olha, tem até chupador de teta.
Olha a linguinha, olha a linguinha dele, ó, tá vendo?
A senhora gosta?
Ah, mas tem que gostar.
Filme de sacanagem é bom, faz bem pra cabeça.
Ah, eu garanto que a senhora vai gostar. Olha que cachoeira. Que trepada.
Essas coisas aí, ó.
A senhora deve gostar.
Quero mais violência. Ah, gosta de violência. Quer dizer,
sexo e violência, né? Olha aí, olha a bagunça, a surubinha lá atrás.
Uh, que gostoso, que trepada gostosa na cachoeira.
Você não gosta, não?
Agora a suruba mesmo tá aí, ó.
Um trepa daqui, olha cada bonda.
Um trepa daqui, outro dali.
Olha lá, vai comer o rapaz também.
Você gosta disso, não gosta?
Eu quero sentir bem mais tesão que transmita. Ah, que te excita, hein?
Esse vai te excitar. Olha só, tá vendo?
Entra e sai agora.
E o outro assistindo.
Quer dizer, que nem você, né?
Olha só cada trepada. Isso aí não te excita, não?
Você nunca trepou, não?
Ah, não? Nunca mesmo?
Nunca deu cozinha, não?
Mas tem que dar.
Isso faz bem.
Olha aí, olha.
Não te excita isso, não?
Põe o dedinho nas pernas aí. Põe o dedinho nas pernas.
Tá gostando, hein?
Eu sabia.
Ah, mas se não tá gostando, vai gostar. Daqui a pouco você vai ver. Olha aqui,
entra e sai.
Não gosta, não?
Gosta.
Olha que trepada.
É até chupetinha.
Aí, ó, gosta de chupar. Você nunca chupou, não?
O teimento é bom.
Garanto que você vai gostar.
Olha que lindo.
Nessa hora aí você gostava, né?
Olha,
tá vendo?
Não te excita?
Eu sabia que ia te excitar.
Olha, dois marmanhas, dois homens.
Tem de tudo, esse filme tem de tudo.
Você tem que gostar. Não é possível.
Está começando a ficar excitada, eu garanto.
Não está, não?
Ah, eu sei que está.
Você nunca viu a boceta, não?
É virgem.
Não é virgem?
Você tem que dar o cu.
Quero mais pornográfico.
Eita, freira arretada. Você quer ver um homem chupando o pau do cavalo?
Ô, Picão, corta lá.
Olha.
O que?
O que?
Música
O cunhado deu a calça, o meu sogro o paletó, minha
sogra uma gravata, aquela mesma deu o nó. Todo mundo me ajudou quando eu tava
pra casar, mas quando a bomba estourou, ninguém mais quis me ajudar.
Todo mundo me ajudou quando eu tava pra casar, mas quando a bomba estourou,
ninguém mais quis me ajudar.
Todo mundo me ajudou quando eu tava pra casar, mas quando a bomba estourou,
ninguém mais quis me ajudar. Todo mundo me ajudou quando eu tava pra casar, mas
quando a bomba estourou, ninguém mais quis me ajudar.
Meu cunhado deu a calça, o meu sogro o paletó,
minha sogra uma gravata, ela mesma deu um nó. Todo mundo me ajudou quando eu
tava pra casar, mas quando a bomba estourou...
.
.
. . .
Meu cunhado deu a calça, o meu sogro o paletó, minha
sogra uma gravata, que ela mesma deu o nó. Todo mundo me ajudou quando eu tava
pra casar, mas quando a bomba estourou, ninguém mais quis me ajudar.
Todo mundo me ajudou quando eu tava pra casar, mas quando a bomba estourou,
ninguém mais quis me ajudar.
Sarrabalho bem dançado, sarrabalho bem dançado, pra chorar, faz padecer.
Também faz os seus amantes, também faz os seus amantes, os seus amores
esquecerem.
Você quer ver o meu cabaço? O que é? Olha.
Cabaço? Isso quando tá limpo não encara. Eu sou como o limpo, hein? Que isso?
Ah, tá lavadinho e perfumado pra você, bem.
Você falou, já tá perto de você, brother.
Ai, eu quero morrer nos seus braços.
Chupa gostoso, até o cu.
Aí, vem, bicho. Bicho.
Espera.
A gente estranha essas coisas.
Que sensação de macho na bunda.
Sim, sou eu. Aqui seu pagamento aqui, porra.
Por favor, vamos sentar.
Quanto é mesmo que eu te devo?
Eu quero foder contigo. Eu quero dar pra você. Eu quero chupar seu pau.
Garota, o chefe, o chefe, garota.
Se o seu pau não levantar, eu vou enfiar o dedo no teu cu. O que é isso, gata? É
claro que ele vai levantar.
Poxa, essa mulher quer me cortar com a tesoura, meu.
Te vira aí, cara. Foda -se. Opa, agora melhorou.
Teu pagamento vai ser rola, das grossas, bem gostosa.
Vai fundo, picão.
Cuidado com a tesoura, hein?
E aí
E aí
E aí
Esse eu não quero.
Ah, se você não quer, tudo bem. Mas olha, nós temos aqui mais uma opção.
Tem pica de cavalo e...
Pois não?
Não quero papo com você, rachada. Eu vim receber aquele cheque frio que o seu
chulé me deu.
Eu quero, eu quero, eu quero. Senão eu faço escândalo.
Calma!
E eu sou um juiz. Eu exijo o respeito para comigo.
Acho que eu vou lá pra dentro.
Malvado do chulré, ele me paga.
Eu vou pra cá, eu vou pra lá, deixa eu ver, pra cá.
Muito respeito comigo que eu sou um juiz. O excelentíssimo senhor é juiz da
direita ou da esquerda? Da esquerda. Pau no seu cu.
Eu vou dar a bunda pra você. Mas se você machucar meu cu, eu vou bater com o
martelo no seu pau.
Eu sou o juiz.
E muito respeito comigo.
Eu estou sentando da boneca.
Ai, que delícia.
Ai, que picão gostoso, picão.
Que gostoso,
picão.
Assim mais.
Põe até o fundo.
Assim, gostoso.
Que gostoso o picão.
Agora não.
Obrigado, picão.
Foi a melhor cobrança que eu tive em toda a minha vida de juiz.
Profissional.
Olha aí.
Essa é a minha profissão, cara. Examinar buceta. Sabia? A filma estava indo à
falência, cara.
Mas com o trabalho de puta, a gente levantou mais um dinheiro.
E os viados, o Rubão tava comendo os viados, falou?
Isso aqui faz parte da minha vida, tá entendendo? O meu negócio é sexo, cara.
Certo? A gente vai fazer um filme, chama -se Local Proibido.
Local Proibido. Falou?
Uau, meus filhinhos!
Beleza!
Coaninha, Luaninha, Valdinho Alvarenga, por favor, senta aqui.
Aê!
E mostra pra gente o que você tem de novidade.
Tudo na mão é uma peça que estreia. Uma peça muito boa, uma peça que fala de
verdade até o sensacional.
O que tu faz nessa, sempre? Não.
Nessa peça estou sentado com o violão, mostrando... Cubão, larápio, liga a luz,
vamos rodar, Renato. Por favor, vem cá, Renatão.
Então pode cortar, pô. Corta, corta. Tudo da peça?
Tudo pros puteiros.
Tá tremendo por quê, rapaz? É tudo na mão. Tudo na mão. É nessa que tu vai
sentar?
Nesse filme local proibido, tu vai fazer o que? A freira ou a prostituta?
O que comer mais pau. A prostituta?
Então fala pra eles. Eu vou comer todos vocês.
Corta.
Essa é a mais louca.
Vai arrasar, vai cortar o pau de todo mundo. Fala pra eles o que tu vai fazer,
fala. Eu vou foder com vocês, comer o teu cu.
Nossa, e você, Pantera? Fala pra todo mundo o que tu vai fazer. Eu vou comer
vocês todinho, taradão.
Muito bem, pessoal.
Esse é o Rubão Larap, o famoso come -cu.
Além de comer cu, o que mais tu faz?
Eu gosto de comer rodela, brother.
Ah, ok.
Renato, por favor, vem aqui. Senta aqui, vem cá. Senta aí, por favor.
Nesse novo filme, o que tu vai fazer?
Fala pra eles lá, eles querem saber.
Bom, eu vou operar.
Me falaram que você vai comer uma cabrita nesse filme, é verdade?
Brinca não. Cabrita não?
Eu não fotografo isso nesse filme. Local proibido, com certeza, é uma grande
produção. Local proibido. Falou?
Ele é o maluco e eu sou o doido. E é o fim.
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