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Zulu
Dança para relaxar
As preocupações vamos adiar
Deixa a música tocar
No mundo dos Fraggles
Trabalha para relaxar
Dançar vamos adiar
Deixa os Fraggles brincar
Gobo, Mokey, Wembley, Boober, Red!
Um Fraggle!
Olha, mãe!
Um Fraggle!
Dança para relaxar
As preocupações vamos adiar
Deixa a música tocar
No mundo dos Fraggles
O MUNDO DOS FRAGGLES
No mundo dos Fraggles.
Certo, Sprocket. Mais uma vez.
Estás lá fora e eu estou cá dentro e vês algo estranho ou incomum. Que fazes?
Não te lembras?
Tens de ladrar três vezes. Tenta!
Perdeste a voz! Treinaste muito.
Tens laringite. Que vamos fazer? Como podes ser cão de guarda sem ladrar?
Tive uma ideia.
Vais lá para fora, como sempre,
mas, se vires algo estranho ou incomum, abanas a cauda.
Quando te vir a abanar a cauda, ladro.
A necessidade é a mãe da invenção.
Pelo menos, tentamos.
Imagina que estás lá fora
e vês um tipo a esgueirar-se, com uma máscara preta.
Abana a cauda!
Sprocket, acho que ajudava se mexesses a boca enquanto eu ladro.
Contudo, vai funcionar.
Vamos lá fora procurar gatunos.
Sprocket, confia em mim.
- Pai! - O quê? Estou acordado.
Que se passa, meu doce?
Olha para o meu pé.
Inchou, querida.
Não inchou nada.
Alguém deixou um balde no meio do chão e eu pisei-o.
Reconheço esse balde.
Pus o balde sob a fuga do telhado, anjinho,
para, se chover, o castelo não inundar.
Não me livro da constipação até o telhado estar arranjado.
Há tanta corrente de ar.
A única forma de o arranjar é subir ao telhado.
Queres que eu suba ao...
Ao... telhado?
Está a ficar escuro, mas passaste o dia a adiá-lo e tem de ser feito.
Vem aí uma grande tempestade.
Queres que eu suba ao telhado esta noite
com uma tempestade a vir?
Pai, qual é o problema?
Estás com medo de subir ao telhado?
O quê? Com medo? Eu?
De subir ao telhado?
Não me faças rir!
Se não tens medo de subir ao telhado,
porque estás tão inseguro?
Não estou inseguro, estou semi-seguro. Vou fazê-lo em breve. Daqui a pouco.
Menos que isso.
Rei! Governante do meu coração e do universo.
Não quero chatear, mas, se não sobes ao telhado,
subo eu e arranjo-o.
Arranja-lo tu?
Uma rainha a arranjar telhados, subir escadas e usar ferramentas?
Não!
Querida, o teu lugar é na cozinha a cozinhar,
não a tratar de fugas.
A falar assim, ainda arranjas uma fuga na tua cabeça.
Tu e o Junior vão subir ao telhado e arranjá-lo ou não?
O Junior!
Esqueci-me do Junior.
O Junior gosta de alturas. É isso!
Sim, rebuçadinho.
Se eu prometi arranjar o telhado, o telhado irei arranjar.
Se tenho medo de ir ao telhado numa noite assim?
Nem pensar, pai.
Adoraria ir ao telhado ver como é o universo à noite.
Maravilha, Junior!
Primeiro, reunimos as ferramentas e, depois, arranjamos a fuga.
Pensando melhor, pai, fá-lo sozinho.
Sempre que te tento ajudar, tu gritas comigo.
Junior, hoje, não há gritaria.
Nem se eu fizer algo mal?
Nem se fizeres algo mal.
Prometes?
Prometo.
E não vais...
Junior, prometi que não gritava contigo!
Vamos começar.
Está bem, pai. Que fazemos?
Junior, arranjamos a fuga como se fosse uma batalha.
A Batalha do Telhado a Pingar.
Não sei, pai...
Podes ser o general.
Sim, senhor.
Só preciso do meu pau de general.
Sim!
Toma! É para ti, pai.
Com as trompetes a tocar E os tambores a bater
Estares por perto Às estrelas podes agradecer
Prepara o equipamento e toca a marchar
Hoje, a glória vai chegar
Sim, senhor
Não, senhor
Vás por onde fores, senhor
Esquerda, senhor
Direita, senhor
Bem podes gritar
Sim, senhor
Não, senhor
Sempre em frente, senhor
Esquerda, senhor
Direita, senhor
Assim, não vais errar
Ajudas-me com isto, papá?
- Já está. - Sim.
- Do outro lado. - Certo, desculpa.
Espera. Não...
Sim. Perfeito!
Isso mesmo.
- Junior! - Desculpa, papá.
Todos os inimigos que te chatearam
Todos os que mal te trataram
Tudo o que te entristecer
Hoje, será o dia de os desfazer
Raios e coriscos, Junior.
Não consegues fazer nada bem?
Estás a gritar comigo.
Não estou a gritar, Junior. Estou a falar alto.
Vai buscar a lanterna e sobe.
Eu fico aqui e dou-te as ferramentas.
Não sei o que é mais difícil,
arranjar o telhado ou manter a calma com o Junior.
Que entusiasmante!
Cheguei a tempo de ver o meu marido corajoso e destemido a subir a escada.
Sobe, querido. Não me ligues. Vou ficar aqui a ver.
- Mas... - Sim, pai.
Sobe a escada, vou atrás de ti.
Toca a subir, querido pai.
Adeus, mãe.
- Vamos, pai. Sobe! - Não me empurres.
- Para cima. - Cuidado.
Para cima.
Isso mesmo!
Pai, não é ótimo estarmos aqui juntos? Olha à volta.
Se fosse de dia, víamos tudo. E olha lá para baixo, pai.
- Olha bem. - Não!
Se caísses morrias, de certezinha.
Estou maldisposto.
Os meus rapazes trabalhadores vão ficar surpreendidos
quando virem este suflê delicioso.
Suflê de rabanetes e alho, o favorito deles.
Socorro!
Disse que não devíamos vir à noite. O buraco?
- Salvem-me! - Tem calma, mamã.
Eu, o príncipe, vou salvar-te.
Não me deixes.
- Vou salvar tudinho. - Junior!
Não! Junior!
Junior, espera! Junior!
O primeiro degrau é alto.
Junior, que aconteceu?
A escada partiu e caí. Não te preocupes, estou bem.
Mas... Mas eu não estou.
Como é que eu vou descer?
Espera! Pai, estás com medo?
Junior, não estou com medo.
Vou chamar a mãe.
Não! A mãe não pode saber que estou com medo.
Quero dizer... Junior, pensa numa forma para eu descer.
Bolas!
Eu, o verdadeiro príncipe do reino, pensarei em algo para te salvar.
Deixa-me ver.
- Já sei. - Diz.
Podias saltar.
Saltar? Estás maluco, Junior?
Que me impede de ficar esmagado como um rabanete num quebra-nozes?
Não! Ouve.
Quando os teus pés tocarem no chão, saltas e dizes: "Ta-da!"
Ninguém consegue fazer isso. Pensa noutra coisa.
Outra coisa.
Vejamos.
Não! Se calhar, é melhor saltar.
A Gorg teve-me na palma das mãos peludas dela.
- Eu sei. - Acho que vou vomitar.
Boober, tem calma.
Está tudo bem, relaxa. Eu faço-te outro chapéu.
- Um chapéu? - Sim.
- O meu chapéu? - A Gorg pegou em ti e caiu no cesto.
- Mokey, que vou fazer? - Boober, faço-te outro chapéu.
- Um chapéu da sorte não se faz! - Não?
Mokey, seria como fazer outro nariz ou cauda.
Lembras-te quando o tio Matt Viajante enviou o postal sobre perder o chapéu?
- Sim! - Não te lembras.
No outro dia, uma criatura pateta tirou-me o chapéu.
LOJA
Quando o fui apanhar, uma criatura horrenda também o queria.
Tu aí! Conto até três para desapareceres daqui.
Um, dois...
Acredita, sobrinho Gobo, não arredei pé dali.
Então? Sai já daqui! Eu...
Assim, sobrinho Gobo, o teu velho tio Matt
espera nunca mais se deparar com aquela criatura hedionda.
Ele gostou do chapéu.
Vês? Preciso do meu chapéu da sorte. Senão, só terei azar.
Então, Boober? Isso é irracional.
- Vês? - O quê?
Bati com o dedo do pé. O azar já começou.
Está bem, Boober. Vou buscar o teu chapéu, relaxa.
Meu Deus!
Não te preocupes, papá. Vai resultar.
É o melhor plano que tenho para desceres.
É incrível, Junior.
Pensas como um jovem príncipe Gorg.
- Sim. Tens a tua ponta da corda, papá? - Tenho.
- E ataste-a à cintura? - Sim, está atada à cintura.
- Está bem apertada? - Sim, está apertada.
- Estás pronto? - Claro.
O teu filho poderoso vai puxar-te até ao chão.
- Um, rabanete. - Rabanete.
- Dois, vamos. - Vamos.
- Três, prepara. - Sim.
- E quatro... - Junior, não! Larga a corda.
Então, querido pai?
Se puxares a corda, Gorgzinho, posso cair mesmo de cabeça.
Lembra-me de te esmagar quando descer, cabeça-de-alho-chocho.
Chega, pai. Prometeste não gritar e gritaste.
Podes descer sozinho.
Espera, Junior! Volta aqui.
Desculpa, Junior.
Nunca te disse isto, mas és o meu filho favorito.
Sou?
Sim, és o meu favorito.
Agora, filho favorito, porque não encontras uma solução depressa?
É para já, papá.
Vou arranjar uma solução, porque és o meu papá favorito.
Sim, vamos ver.
Preciso de algo para o tirar de lá.
Algo alto para o tirar do telhado.
Ná, nada!
Não sei nada, pai.
Tens um cérebro esperto.
Vejam só.
Vejamos... Duas medidas de papas de milho.
Pus mais de duas medidas.
Agora, só uma pitada disto para tudo levedar.
Pus mais do que uma pitada.
Quanto mais, melhor.
Este suflê vai ficar enorme.
Agora, vou deixar levedar.
Aqui estou eu, pai.
Há um problema.
O escadote não chega aí.
Talvez possas saltar para o escadote. Sim, salta!
Como salto do telhado para o escadote?
Fica aí, tenho outra ideia.
Não saias daí.
Não!
E se a Mokey tem azar ao ir buscar o chapéu da sorte?
A culpa seria minha.
Estou preocupado.
Vou lá fora salvá-la.
Depois de contar até 500.
Um,
dois,
três...
O suflê vai ficar maravilhoso.
Como estarão os rapazes?
Junior!
Não é outro dos teus esquemas imbecis e tolos?
Nem pensar. É muito imbecil e inteligente.
Só tens de atravessar a tábua e eu ajudo-te a descer.
Não consigo, Junior. Fico tonto de olhar para baixo.
Tive uma ideia. Vou apagar a lanterna.
Boa!
Espera! Não vejo nada.
Mas também não tens medo.
Descontrai.
Eu, o jovem príncipe, guiar-te-ei até estares seguro.
Filho, se me ajudares a sair daqui, beijarei o chão em que caminhas.
Céus! Está bem, pai. Faz o que eu disser.
Anda, rei! Já podes descer.
Lindo menino.
Anda, papá. Vem, rei!
Anda! Para a esquerda.
- Esquerda. - Direita.
- Direita? - Esquerda!
Disseste "direita".
Queria dizer esquerda.
Junior! Tens de te decidir, sua cabeça...
Pai!
Meu doce e amável príncipe Gorg.
Melhor!
- Anda. - Junior, odeio isto.
Anda lá!
Anda! Não chores, papá.
Toca a descer, papá.
Não chores, papá.
Anda!
Estás quase...
... no chão.
Anda!
Estás quase...
... no chão.
Sim.
Vá lá! Mais um degrau.
- Já desci. - Sim!
- Desci, consegui. - Sim!
E a rainha nunca soube.
Mãe!
Reúnam-se para ouvir a grande história
Como batalhei até todos se ajoelharem
Mas eu não fui em busca De fama nem glória
Só porque derrotei 10 mil Sem me ajudarem
Não receio coisas Que a vocês vos fazem gritar
Não receio coisas Que vos põem a gatinhar
Não receio coisas Que vos fazem desesperar
Porque eu não tenho nada a recear
Eu não digo que sou um herói formoso
Só porque o inimigo Tinha de altura 40 andares
Só porque o meu exército Estava receoso
Não digo para gritarem O meu nome nos jantares
Não receio coisas Que a vocês vos fazem gritar
Não receio coisas Que vos põem a gatinhar
Não receio coisas Que vos fazem desesperar
Porque eu não tenho nada a recear
Sim! Estão a ouvir? Não receio... Que foi isto?
Olá, querida.
Tenho de sair antes que cantem outra vez.
Meus rapazes, que maravilha.
Fico muito contente por ter sido tão fácil.
O Junior não se importa que to diga.
Um de nós ficou com medo lá em cima e o outro,
se é que me entendes, teve de o ajudar a descer.
Não foi, Junior?
Sim, pois foi.
É um alívio termos o telhado arranjado.
Pai!
- Que foi? - Ainda tem um buraco.
Não! Não o arranjámos.
- Vamos, Junior. - Sim.
Pai!
Se o Junior tem medo de alturas, não precisa de subir.
Parece ser algo que consegues fazer sozinho.
Eu? Só eu? Sozinho?
No telhado?
Não!
Que vou eu fazer?
Sim! Que ótima ideia.
Que aconteceu? Caíste?
Pior! É a minha ferida de guerra antiga.
Tens uma ferida de guerra antiga? Em que guerra a fizeste?
Tinha de ver os mapas para te dizer a guerra,
mas a verdade é que o telhado vai ter de continuar estragado.
Não, não vai. Eu arranjo-o.
Já falámos sobre isto.
Junior, dá-me o cesto e as ferramentas.
Tens uma ferida, ele tem medo de alturas, o telhado está estragado
e eu vou arranjá-lo.
- Mas... - Não digas nada!
Obrigada.
Pai, ajuda-me a ver o suflê.
Junior, os homens não veem suflês.
Fica tu a vê-lo.
Muito bem, suflê. Estou a ver-te.
Claro. É fácil se puseres o escadote assim.
É canja.
Onde está o meu martelo?
Fraggles!
Socorro! Salva-me, pai!
- Eu salvo-te, querida. Não! - Fraggles!
Salva-me!
Junior! Junior, vem cá salvar a tua mãe.
Não posso ir. Estou a combater este suflê.
- Junior, vem cá! - Para baixo! Toma lá!
Junior, não brinques com a comida e vem ajudar-me.
Pai, estou aqui presa para sempre.
Não te preocupes, mãe. Eu salvo-te!
Aqui vou eu. Vou salvar-te!
Vou salvar...
Não, espera! Não consegues descer sozinha?
- Não! - Está bem. Vou já, mãe.
Aguenta! Estou a ir.
Aqui vou eu.
Não...
- Mãe! Estou a ir. - Depressa!
Aqui vou eu. Prepara-te! Os Fraggles que saiam, estou zangado.
Estou mau, estou com medo. Estou... Mãe!
Para baixo, suflê atrevido!
Está a crescer.
Pai, leva-o.
Já o tenho, mãe. Sai daqui!
Socorro!
Tu é que pediste.
Touché, suflê!
Depressa! Vamos sair daqui.
Nem peças duas vezes. Depressa, mãe!
Já descemos.
Meu herói!
Consegui!
E nem desconfiaste que eu tinha medo de alturas.
Pai, não fazia ideia que tinhas medo de alturas.
Socorro! O suflê! Socorro!
Que foi agora?
- Junior! - Junior!
Junior, estás bem?
Junior, meu bebé! Estás bem?
Estou ótimo, mas o suflê explodiu.
Mas... Vejam! O suflê tapou o buraco.
Aí tens, querida.
Eu disse que arranjava o telhado e está arranjado.
Esquece.
Como ousas dizer que a minha imitação de cão
parecia uma rã-touro apaixonada com dor de dentes?
A lata do Shimmelfinney!
Achei-a uma ótima imitação, e tu?
Parecia mesmo um cão.
Sprocket!
Sprocket! A tua laringite está curada.
Lindo menino.
O MUNDO DOS FRAGGLES
Dança para relaxar
As preocupações vão acabar
Deixa a música tocar
No mundo dos Fraggles
Dança para relaxar
As preocupações vão acabar
Deixa a música tocar
No mundo dos Fraggles
No mundo dos Fraggles
No mundo dos Fraggles
Legendas: Lara Kahrel
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