All language subtitles for Luxury Liner (1948) WAC DVDRip BBM .CG

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Original subtitles

TRANSATL�NTICO DE LUXO

Entre.

Sr. Bradford.

- Tudo seguro, senhor. - Obrigado, Sr. Carver.

Bom senhores. Por quatro dias eu estou livre.

Voc� quer jantar comigo esta noite capit�o?

N�o, obrigado. Tenho um encontro.

- Quem � ela? - A garota mais maravilhosa do mundo.

ESCOLA RESID�NCIA DA SRTA. FENMOOR

- Boa tarde, capit�o. - Boa tarde.

- Temo que esteja atrasado. - Est�. A atua��o j� come�ou.

Por aqui, senhor.

- Pare! Pare! Deixe me ir! - Mas eu te adoro desesperadamente.

- Voc� ouve? - Solte-me, conde Casper, velho malvado.

Teresa!

Teresa. Eu ofere�o minha m�o meu cora��o e minha grande fortuna.

Conde Casper, eu desprezo a voc� e sua fortuna.

Meu cora��o pertence a outro. Ent�o saia! V� embora!

Garota tola, n�o confie em um soldado.

Ignora que seu precioso Ricardo est� preso no meu castelo e ser�...

E ser� executado ao amanhecer.

Algu�m se aproxima � cavalo.

Pode ser ele? Sim! Meu amor!

- Voc�! - Sim! Sou eu!

- Voc� escapou. - Obviamente.

Malandro, sua enorme trai��o n�o o ajudou.

Voc� vai me responder a mim!

- Perdoe-me! - Perdoe-o!

Tudo bem, eu te perdoo. V� embora!

Ricardo! Meu Ricardo!

Sim querida. Sou teu. Todo seu. Para sempre.

- Tem certeza? - Sim, querida, eu sou.

T�o certo quanto a primavera voltou em Viena.

A primavera voltou em Viena.

A primavera voltou em Viena.

A primavera voltou em Viena.

Para voc� de novo.

A primavera voltou em Viena

com um aroma de lil�s novamente.

Os p�ssaros escondidos durante o inverno

Eles est�o cantando no ar.

As pessoas cantam em todos os lugares.

E na rua haver� risos,

e muito amor.

A primavera voltou em Viena.

E eu aprendi isso.

A primavera sempre voltar�

por milhares de anos.

E um sorriso aparecer� em seu rosto

e ser� t�o encantador quanto antes.

Em Viena, em Viena,

A primavera vir� mais uma vez.

E um sorriso aparecer� em seu rosto

e ser� t�o encantador quanto antes.

Em Viena,

em Viena,

A primavera vir�...

mais uma vez.

Estou feliz que voc� tenha vindo. Polly foi espl�ndida?

Todas foram. Como est� Polly na escola?

- Muito bom em m�sica. - E nos outros assuntos?

Francamente, ele n�o soletra assim como ela canta.

- Ela ficar� ansiosa para falar com voc�. - Com licen�a.

- Onde est� esse homenzinho? - Aqui estou.

- Para voc�, atriz. - Pai, muito obrigada.

Estou muito feliz em te ver.

Polly, hoje voc� foi melhor que nunca. Muito bem.

Obrigado.

Mas eu n�o achei que atuei bem hoje.

Quando olhei para baixo e vi que voc� n�o estava...

meu cora��o ficou mais e mais nublado.

E todo meu esp�rito ele parecia querer me deixar.

- E eu senti isso... - Querida...

O show acabou. Pare de atuar por esta noite.

Voc� estar� ocupada nessas quatro noites?

Sim, eu estou.

Com um capit�o muito bonito.

- Onde vai lev�-la esta noite? - Para a �pera.

- Eu vou ver Olaf Eriksen cantar A�da. - Que sorte de ter esse pai!

- Sim. - Deveria ser o pai de todas.

Eu n�o gostaria de t�-lo como pai.

- Diga, quando ele chega? - Susie, voc� n�o ser� minha madrasta.

Polly, eu coloco na mala os cal�ados esportivos?

- N�o, acho que n�o preciso deles no Rio. - Voc� pode precisar deles em um navio.

� verdade. Coloque-os.

A Srta. Fenmoor ficar� furiosa porque voc� n�o vai aos exames finais.

Sim, o que ela disse?

- Nada. - Nada?

- N�o. - Ent�o voc� ainda n�o contou a ela.

Bem, ainda n�o.

Polly Bradford, vai fazer isso?

- Claro que sim. - Seu pai sabe?

Bem... Ainda n�o. Mas tenho certeza que vai me levar com ele.

Vou ter que lhe vender a ideia.

Senhorita Bradford, seu pai est� te esperando!

� melhor eu ir. Adeus, garotas.

Voc� cresceu. Voc� me fez esperar por 15 minutos.

Desculpe-me se atrasar. Eu n�o percebi.

Sim, muito crescida.

- Adeus, capit�o Bradford! - Tchau! Adeus Capit�o!

Divirta-se, Polly!

Que voz maravilhosa!

- Sim, e � linda tamb�m. - Eu quero dizer ele.

Se eu fosse homem, gostaria de ser Olaf Eriksen.

- E eu n�o? - Eu gostaria de ser ele e conhecer voc�.

O Sr. Eriksen vai me encontrar muito em breve.

- De verdade? - Sim.

Ele e parte da companhia embarcar�o comigo para ir para a Am�rica do Sul.

- Boa noite. - Boa noite, senhor.

Bom querida. Eu me despe�o novamente.

Parece que sempre dizemos adeus.

Papai, voc� me ama muito, n�o � mesmo?

Eu n�o chamaria isso de exagero.

E voc� n�o iria querer quer fosse humilhada, certo?

Polly, do que voc� est� falando?

Todo mundo acha que eu vou ao Rio com voc�.

E de onde elas tiraram a ideia?

Eu pensei que as coisas ditas muitas vezes se tornassem realidade.

Ent�o, voc� vai me levar com voc�, certo?

- Isso � o que eu quero. - N�o querida.

N�o nesta viagem. Uma mais tarde. Assim que voc� terminar a escola.

Mas eu queria ir para esta.

E conhecer Olaf Eriksen. E estar com voc�.

- Eu quase nunca te vejo. - Vamos l�, nada de atuar.

Voc� vai ficar aqui e vai terminar esta escola. � uma ordem.

Muito bem pai. Voc� fala como um capit�o de navio.

Eu sei que voc� est� falando s�rio.

N�s vamos viajar juntos muito em breve.

Mas por enquanto, querida.

Seja uma boa menina e aprenda a soletrar.

Eu tentarei.

Mas eu n�o farei isso do cora��o.

Eu n�o vou colocar meu cora��o nisso.

Eu vou soletrar no navio. Vou estudar. Eu estudarei muito.

Voc� n�o vir� com o navio. � a decis�o final.

Tudo bem pai.

Vou ficar aqui enquanto elas riem de mim.

Mas espero que se divirta. Adeus.

PASSAGEIROS COM CART�O DE EMBARQUE, V� EM FRENTE.

- � tudo, John. Vamos conversar no r�dio. - Sim, senhor.

- Termine Henderson esta semana. - Sim, senhor.

Henderson ligou ontem. Precisa de mais tempo.

- N�o pode ser. - Mas senhor...

- Eu disse esta semana. - Sim.

- Sr. Worton! - Sim.

- Quando voc� vai voltar do Rio? - N�o sei.

Todos os visitantes para terra!

Laura.

- Ol�, Laura? - O que faz aqui?

O mesmo que voc�. Eu estou indo para o Rio.

Charles...

Voc� n�o pode fugir de mim, n�o vou te deixar.

Eu te disse que n�o queria te ver novamente.

Voc� n�o tem o direito de me seguir.

Bem, aqui estou eu.

Charles, se voc� n�o sair do navio, eu farei isso.

- Laura, seja razo�vel. - Estou saindo agora.

N�o des�a. Eu farei isso.

Adeus. Eu estarei esperando.

Entre.

- Capit�o Bradford? - Sim.

Eu sou Charles G.K. Worton.

Encantado. Eles me disseram que estava aqui. Fico feliz em ter voc� a bordo.

Obrigado, capit�o.

Eu vim para pedir que voc� fa�a-me um grande favor.

Claro, Sr. Worton, se eu puder.

Eu decidi embarcar no �ltimo minuto, ent�o eu n�o tenho cama.

Espero que n�o estejam cheios, Eu n�o gostaria de dormir em um barco.

Voc� n�o ter� que fazer isso, n�o estamos com o navio completo.

Eu gostaria de uma su�te, a melhor que tiver.

Espero conseguir. � uma quest�o de sobrecarga, eu n�o sei o que est� livre.

Mas acho que todas as su�tes est�o ocupadas.

Isso sempre pode ser arranjado. � por isso que vim at� voc�.

Farei o que puder. Eu vou ligar agora mesmo.

Obrigado capit�o.

Diga-me algo. Um capit�o de navio pode oficiar casamentos, certo?

- Sim, em alto mar. - �timo.

Acho que daqui a alguns dias eu terei uma tarefa para voc�.

- Tenho certeza que ser� assim. - De verdade?

- Parab�ns. - Obrigado.

- Bom dia, capit�o. - Bom dia.

Ligue-me com o sobretaxa.

Oi Sr. Davis.

Eu quero que voc� me consiga uma su�te para um passageiro agora.

Sim, mas ele � um homem importante. Charles G.K. Worton.

- Entendo. - Capit�o?

Um momento por favor.

Uma grande cabine pode servir.

Encontre a melhor que puder. Adeus.

- Sim, senhor Mulvy? - Capit�o Bradford, senhor.

- N�s descobrimos um clandestino. - Traga aqui.

Venha voc�.

Vamos, entre.

Vamos, vamos.

Eu a achei escondida ao lado da piscina, senhor.

- Ela me deu trabalho. - Espere l� fora, Sr. Mulvy.

Sim, senhor.

Ent�o?

Eu...

- Eu acho que voc� ficar� furioso. - � uma boa suposi��o.

Por que voc� fez isso?

Pai, eu senti tanto a sua falta e quando pensei nos longos dias...

Pare de atuar.

Eu disse para voc� ficar na escola, n�o �?

Sim, papai. Sim, voc� disse, mas...

Mas estou sempre na escola e voc� est� sempre no mar.

Voc� n�o percebe que eu n�o tenho mais vida familiar do que um...

Que peixe?

- Papai. Por que voc� n�o se casa? - N�o mude de assunto.

Pelo menos eu teria uma casa com um pai.

Case, por favor. Voc� ainda � muito atraente, sabe?

Qualquer mulher gostaria de se casar...

Eu n�o estou interessado em nenhuma mulher.

Estou interessado apenas no fato que voc� me desobedeceu

Nem � a primeira vez.

Jovem senhora, voc� precisa de disciplina.

Voc� sabe o que fazemos com passageiros clandestinos.

- Sim, mas... - Sr. Mulvy.

Sim, senhor?

Leve o seu clandestino.

Venha comigo.

Est� bem. Irei.

Mas pense no que as pessoas v�o dizer quando souberem que eu sou sua filha.

- Eu direi a ele. - N�o diga coisas que n�o s�o verdadeiras.

- Eu acho que ela sofre algo como... - Alucina��es, senhor?

- � isso. - Tudo bem, capit�o Bradford.

Se voc� n�o me reconhecer, eu n�o vou te reconhecer tamb�m.

Eu n�o sou sua filha. O mesmo para mim.

Por aqui, por favor.

- Pare de me empurrar. - Ok, continue.

Traga-me a Sra. Collins.

Srta. Collins? Capit�o Bradford. Eu te envio um clandestino.

Eu quero que algu�m a observe. Sim ela.

Ilumine esse rosto, mocinha. Isso pode ser pior.

Como? - Poderiam ser cebolas.

Ei! Vai descasc�-las melhor com isso.

Eu n�o quero descasc�-las melhor.

Como se chama? Seu verdadeiro nome.

Eu n�o quero saber para mim. Eu devo escrever um relat�rio oficial.

- Nome, por favor? - Polly.

Polly...

Murphy.

Senhorita Murphy, Sinto muito ter sido duro com voc�.

Eu n�o sou um bruto.

- N�o? - N�o, honestamente, n�o.

Mas quando me chutou. Eu acho que perdi a cabe�a.

- Voc� perdeu a cabe�a? - � isso.

Ent�o, v� encontr�-la.

- Boa noite, capit�o. - Boa noite.

- Estamos cheios? - Sim, senhor.

- Ol�, boa noite. - Boa noite.

- Como est�? Eu sou Olaf Eriksen. - Prazer em conhec�-lo.

- Eu sou seu admirador. - Obrigado.

E para minha filha. � seu grande her�i.

- Ela est� aqui? - N�o. Na verdade, n�o.

- Voc� j� atuou antes na Am�rica do Sul? - Sim, muitas vezes.

- Com Zita Romanka? - Uma vez.

Estar� na minha mesa. Que tipo de mulher ela �?

Um soprano.

� muito tranquila e t�mida com estranhos.

- Os homens a infundem terror. - Vou tentar n�o assust�-la.

- Boa noite. - Boa noite.

- Ol�! Eu te apresento ao cap. Bradford. - Ol�!

- Prazer em conhec�-la. - Encantada.

N�s est�vamos falando sobre voc� agora.

E o que ele disse sobre mim?

Ele tem sido muito galante.

- De verdade? - N�o poderia ser de outra forma.

Capit�o, � lindo e muito atraente.

Mostre-me seu perfil. Olhe para mim de novo.

Oh sim. � um dos homens mais atraente do que eu conheci.

- Obrigado. - E eu sei de homens atraentes.

Que lindo rubor! Eu acho que vou gostar muito de voc�.

Eu gosto de homens t�midos. Claro, n�o muito t�midos.

Ora...

- Ora. - Algo errado, Sr. Eriksen?

Sim, encontrei algo nas minhas batatas.

- Nas batatas? - Sim, achei isso nas batatas.

"Estas batatas foram descascadas pessoalmente pela filha do capit�o".

- A filha que me admira? - N�o, claro. Deve ser uma piada.

N�o gosto de encontrar coisas nas batatas.

Naturalmente. Lamento muito. Eu vou cuidar disso. Com licen�a.

- Um bom show, certo? - Capit�o!

- Eu sei que n�o deveria estar aqui. - Mas voc� est�.

- Eu vou parar com isso - N�o.

Alouette, gentille alouette,

Alouette, je te plumerai.

Alouette, livre nos c�us

Deixa-me arrancar algumas penas do seu rabo.

- Sim, voc� me disser sim. - Eu ficaria muito feliz.

- Eu digo sim! - Eu digo sim!

- Felicidade! - Felicidade!

Alouette, gentille alouette,

Alouette, je te plumerai.

- Je te plumerai le bec - Je te plumerai le bec

- Et le bec, et le bec, - Et le bec, et le bec,

Alouette, gentille alouette,

Alouette, je te plumerai.

Je te plumerai la t�te de mon Alouette

Je te plumerai la t�te de mon Alouette.

Je te plumerai la t�te, le cou, le dos, le ventre

�les ailes� le ventre� �les pattes� la queue�

- N�s s� cantamos por divers�o. - E os passageiros esperam por comida.

N�o fique aqui! V� servir! Vamos, vamos. Vamos!

Volte para seus postos, vamos l�! Venha, venha!

- N�o deveria estar olhando ela? - Ele est� me observando.

Eu estava a observando. Mas a m�sica tomou meus p�s.

N�o pense que � melhor estar aqui.

- Voc� n�o pode confiar nas batatas. - Est� bem. Voc� � o capit�o.

Se voc� quer que eu seja passageiro, eu vou para um quarto.

- Primeira classe. - Eu n�o quis dizer isso exatamente.

- Com licen�a. - Sr. Eriksen!

Sim.

Eu nunca pensei que esse dia chegaria.

- Que dia? - Quando eu iria encontr�-lo cara a cara.

Voc� n�o sabe, mas sou sua maior f�.

Eu acho que � homem mais maravilhoso do mundo.

Como cantor.

Eu tenho todos os seus discos e eu os coloco um ap�s o outro.

Ah, senhor Eriksen!

Voc� me fascina.

Voc� � meu Sinatra.

Bem. Obrigado. Muito obrigado.

Eu sei como � bom por que eu tamb�m sou cantora.

- De verdade? - Sim. Tristan, Percival, Faust...

Tudo o que voc� faz, eu fa�o.

- Interessante. Onde voc� faz? - Na escola.

- Mas algum dia eu os farei na �pera. - Espero que sim, algum dia.

E espero estar na plateia quando fizer sua estreia.

Obrigado.

Mas eu n�o o quero na plateia.

E porque n�o?

Porque eu gostaria que estivesse no palco.

Comigo.

Bom. Talvez um dia isso aconte�a.

- Poderia entrar na cabine? - Oh sim!

- Au revoir. - Au revoir.

Meu Sinatra.

Com licen�a.

- Posso fazer alguma coisa? - N�o obrigado.

Porque chora? � por um homem?

� o que geralmente �.

Voc� brigou com ele?

Ent�o n�o se preocupe.

Fa�a as pazes e tudo ser� consertado.

Obrigado. Eu acho que vou ficar bem.

Bom. Suponho que tenho que voltar ao trabalho.

Eu ainda tenho que esfregar milhas e milhas de corredor.

- Mas voc� � apenas uma garota. - Sim, em anos.

Quem � respons�vel de fazer voc� trabalhar t�o duro?

- O capit�o. - Por qu�?

- Bem, sou uma clandestina. - Uma clandestina?

- Qual o seu nome? - Polly. Polly Murphy.

- Voc� n�o tem fam�lia, Polly? - Ele tinha pai. Faz tempo.

Quanto tempo voc� tem que esfregar o ch�o?

Todo o caminho para o Rio e o de volta.

Eu tamb�m devo trabalhar na cozinha.

- Voc� come o suficiente? - N�o.

N�o muito.

Alguns lanches ao longo do tempo.

- Eu acho isso horr�vel. - �.

O que posso fazer para ajudar voc�?

Voc� pode falar com ele.

- O capit�o deve ser horr�vel. - � pior que isso.

Quando voc� tem algu�m em sua posse, Ele � um verdadeiro tirano.

- Verdade. - Verdade.

Eu vou ver esse capit�o e eu vou te dizer algumas coisas.

Fique aqui at� eu voltar.

N�o v� embora.

Entre.

Sim, eu sei. Sim � isso.

Como vai? Sente-se por favor.

Eu n�o falo com voc�. Eu tenho uma visita.

Desculpe-me um momento.

Eu disse que estava feliz com que o Sr. Cugat trouxe seu cachorro.

As regras n�o importam. No barco todos devem ser felizes.

Voc� viu o cachorro?

Espere at� voc� ver. � um cachorro mexicano.

Certo. Adeus.

Veja voc�, temos um mordomo que odeia cachorros...

e faz um esc�ndalo horr�vel quando n�s deixamos os passageiros traz�-los.

Sente-se por favor.

Voc� veio falar comigo sobre outro cachorro?

N�o tenho nenhum.

Ent�o, o que posso fazer por voc�?

Capit�o Bradford, Meu nome � Laura Dene.

Eu vim para te contar como tratam passageiros clandestinos.

- E como eu os trato? - � vergonhoso.

Eu n�o diria isso. Eu os fa�o trabalhar pela passagem deles.

S�o as regras do mar.

Se voc� as quebra por um cachorro, quebre-as para uma garota.

Uma jovem fr�gil que faz o trabalho de dois homens.

- Dois homens? - Pelo menos dois.

Isso � um absurdo. - Absurdo? � chocante.

� uma garota e ela esfrega e...

trabalha na cozinha e come sobras.

Tem filhos?

Um.

Ent�o, o que voc� sentiria se Polly Murphy fosse sua filha?

Em vez de ser uma pobre �rf� abandonada?

Ela lhe disse que ela era uma pobre �rf� abandonada?

� muito engra�ado, n�o �?

Capit�o, voc� n�o tem direito para trat�-la t�o mal.

Ela � uma garota inteligente e doce. Ela deveria estar na escola.

- Com isso, eu concordo. - N�o a trate como uma clandestina.

Eu n�o maltrato clandestinos e garanto que n�o trabalha tanto quanto parece.

- Essa n�o � sua hist�ria. - Tenho certeza disso.

Eu sei que essa garota bonita tem uma imagina��o muito grande.

E interpreta a pobre �rf� para seu benef�cio e meu.

Eu n�o me preocuparia com ela se fosse voc�.

- Voc� n�o far� nada sobre isso? - N�o.

Porque eu acho que o que eu fa�o � o melhor para ela.

Bom dia, capit�o.

Senhor Davis?

Voc� pode me dar informa��es sobre a passageira Laura Dene?

Sim.

Capit�o, eu amo o seu nome: Jeremy Bradford.

� musical: Jeremy, Jeremy Bradford.

- Voc� deve ser franc�s. - N�o, sou americano.

Eles s�o pessoas maravilhosas.

Muito fortes e ao mesmo tempo muito sens�veis.

Exceto quando eles s�o puritanos. Jeremy, voc� � um puritano?

- �s vezes. - Mas n�o o tempo todo.

- O que voc� faz com suas batatas? - Procurando.

N�o h� nada.

- Sr. Eriksen. Tem filhos? - Uns tantos.

Por enquanto, zero. Eu queria beb�s, dezenas de beb�s.

Mas agora n�o tenho tempo.

Aqui est�. Perto da mesa do capit�o.

- N�o poder�amos estar mais longe? - Todas as mesas s�o reservadas.

- O capit�o n�o parece t�o mal. - N�o �, com os passageiros.

- Agora voc� � um passageiro. - Voc� foi muito gentil comigo.

� atraente. E quando eu fui para sua cabine foi muito gentil e cort�s.

� tudo fingido.

O capit�o est� ocupado todas as tardes?

- Sim, eu vou no barco dia e noite. - Eu irei hoje � noite para ajud�-lo.

- Voc� vai me ensinar a dirigir isso, sim? - N�o.

Ent�o, voc� vai me deixar v�-lo fazer isso?

Eu n�o dirijo isso.

Eu vou v�-lo fazer o que faz. N�o vou dizer uma palavra.

Vejo voc� depois do jantar?

Sim, claro sim. Com licen�a. Eu tenho que falar com um amigo.

- Ele me viu! Est� vindo aqui! - Fique aqui, sua passagem est� paga.

- Do que voc� tem medo? - Dele.

- Por qu�? - Porque ele imagina as coisas.

- Imagina coisas? - E tamb�m tem alucina��es.

- Como por exemplo? - Ele acha que � meu pai.

- Boa noite. - Boa noite.

Boa noite, capit�o.

- Eu acho que se conhecem, certo? - Sim, tive esse prazer.

Posso sentar?

- Eu divido minha su�te com Polly. - J� vejo.

- Eu a convidei. - Muito gentil da sua parte.

- Polly, volte para a cozinha. - Polly, fique onde est�.

Capit�o, voc� n�o pode dar ordens assim para um passageiro.

Polly fica comigo.

Seria melhor se ela voltasse para a cozinha.

Precisa de disciplina. � importante para ela.

Eu sei do que estou falando.

Eu tenho um interesse especial por essa jovem.

- De verdade? - Sim, um interesse muito especial.

- Voc� a conhece h� muito tempo? - Desde que era beb�.

Um beb� desobediente, devo acrescentar.

- Voc� conheceu seus pais, talvez? - Sim, conhe�o um deles.

- Eu ainda sou. - Seu pai?

Sim. Sim!

- Bom para voc�s dois! - Sim, �s vezes �.

- N�o � verdade, Polly? - Quase o tempo todo.

- � mesmo a filha dele! - Tecnicamente.

N�s tivemos uma pequena briga familiar.

Eu n�o tenho o direito de interferir.

- Eu n�o fazia ideia! - N�o se preocupe, esque�a.

- Voc� n�o pode culp�-la. - Eu queria que ela ficasse comigo.

Est� bem. Vai ser bom para ela.

Voc�s iriam discutir melhor se eu n�o estivesse aqui.

Sem d�vida.

- Ent�o boa noite. - Boa noite.

Acredite que Polly � para mim um problema.

Sua m�e morreu quando ela era beb�,

e eu sa� por muito tempo e ela n�o teve uma casa ou um controle.

Obrigado por deix�-la ficar comigo.

E eu estaria interessado tanto em uma �rf� pobre.

Eu vou te dar o dinheiro que voc� gastou para a sua passagem e suas roupas.

Deixe isso, n�o vale a pena. Disse-me que nunca tinha usado um vestido assim.

Ela � uma �tima atriz.

Eu gostaria de saber o que fazer com isso.

Ela � uma boa menina.

Eu sei. Mas eu disse a ela n�o vir nesta viagem.

E o que voc� acha que ela fez? Ele entrou como clandestina.

- Quantos anos t�m? - 16.

Dezesseis. Quando tudo � uma aventura.

- Ol�! - Ol�!

- Voc� n�o jantou, certo? - Eu n�o jantei. Como voc� sabe?

Acabei de v�-la entrar na sala de jantar com uma senhora.

- Oh, entendi. - Sua irm�?

N�o, Laura Dene, uma amiga.

- Eu compartilho cabine com ela. - De verdade?

- Tem fome? - Sim muita.

Eu tamb�m. Voc� quer jantar comigo? Meu nome � Charles, Charles Worton.

Eu adoraria, mas n�o na sala de jantar.

- Bem, nem eu Vamos entrar aqui. - Est� bem.

N�s temos feij�o, cebola, couves e cebolinhas.

Todos os tipos de frutas.

N�s temos um tomate velho,

e uma batata de Long Island.

Mas sim! N�s n�o temos bananas.

N�o h� bananas hoje. � uma nova fruta.

Mas n�o podemos continuar assim se eles continuarem perguntando sobre eles.

Temos frutas de pl�stico,

uma imita��o duradoura.

Mas n�s n�o temos!

Sim, n�s n�o temos bananas!

Eu daria um charuto enorme

Eu at� mudaria alguma coisa,

por uma banana hoje!

Voc� conhece Laura Dene h� muito tempo?

N�o faz muito tempo. Na verdade, eu a conheci hoje.

Eu estava passando por sua cabine, ouvi chorar e uma coisa levou a outra.

- Estava chorando? - E acho que foi por um homem.

Voc� acha que �?

Ela lhe contou algo sobre ele?

Bem... N�o, ele n�o me deu detalhes.

Mas espero que aconte�a logo, ela � t�o amorosa!

- Voc� pode ajud�-la. - Espero poder fazer isso!

Esse n�o � Olaf Eriksen?

Sim! Eu o conhe�o! Com licen�a, preciso falar com ele.

- E o jantar? Isso � mais importante que comer.

Diga a ele para se juntar a n�s.

Bem, eu... � melhor que n�o. �...

t�o ciumento

Mas obrigado novamente pela sua hospitalidade.

- Ol�. - Ol�.

Ol�!

- Posso me sentar por um momento? - Voc� pode fazer tudo.

Voc� quer alguma coisa?

Obrigado. Um milk-shake de morango.

- Gar�om? - Sim.

- Um milk-shake de morango. - Sim.

� a jovem que estava esfregando?

- Mas eu sou mesmo uma cantora. - Sim, voc� me disse. Cantora de �pera.

- Como se chama? - Polly Bradford.

- Bradford? Como o capit�o? - Naturalmente.

- Por que naturalmente? - Era meu pai.

- "Era" o seu pai? - Recentemente me negou e vice-versa.

Filha do capit�o?

Coloca coisas nas minhas batatas, esfrega assoalhos, canta �pera...

Este � o navio mais estranho que j� vi em minha vida!

Cerveja. Mais cerveja.

Como come�ou na �pera, Sr. Eriksen?

- Tudo come�ou... - Eu te disse que era Olaf Eriksen!

Com licen�a, Sr. Eriksen. N�s amar�amos se cantasse para n�s.

- Por favor, fa�a. Por mim. - Eu n�o posso negar as senhoras.

Obrigado.

Eu sabia que iria!

Senhorita Murphy. Senhorita Murphy!

Ohhhh Sr. Mulvy, � voc�? Sente-se por favor.

- Voc� n�o tem o direito de estar aqui. - Sim eu tenho.

- Pagaram minha passagem. - De verdade?

Quem pagou por isso?

Um amigo.

- E esse vestido? - Um presente.

Do mesmo amigo?

- Senhorita Murphy, isso n�o est� certo. - Porque n�o?

Porque n�o? Porque n�o?

Eu n�o gosto de ver uma jovem dando um passo eu n�o sei onde.

Devolva tudo.

- Agora mesmo? - N�o, n�o agora.

Mas assim que eu puder.

Senhoras e senhores, vou cantar uma m�sica escandinava.

Venha cantar comigo!

Ainda n�o me contou por que vai ao Rio.

Vamos dizer que eu tenho uma boa raz�o.

Est� bem.

Eu acho que essa boa raz�o � um homem.

Porque diz isso?

De experi�ncia eu sei que metade de mulheres foge de um homem,

e a outra metade vai atr�s deles.

E todas elas te contam a hist�ria deles?

Bem, o capit�o de um cruzeiro � como um confessor e padre.

Al�m de ser meu trabalho � meu hobby.

Est� bem. Eu deveria come�ar no come�o.

Eu nasci em Bridgewood.

E eu casei com um homem com quem eu fui para a escola.

Ele morreu durante a guerra.

E h� alguns meses atr�s, um homem importante veio para Bridgewood e...

Bem, eu pensei que estava apaixonada.

Ent�o depois de alguns semanas, ficamos noivos.

Ele foi para Nova York. N�s dever�amos nos casar l�.

Quando cheguei a Nova York, n�o houve casamento.

E agora estou indo para o Rio sozinha.

Eu sei que n�o tenho direito perguntar, mas...

Voc� quer me dizer por qu�?

N�o. J� cumpriu deu dever escutando...

uma velha hist�ria para voc�.

- Laura... - Jeremy!

Jeremy!

Ent�o aqui est� voc�. Eu procurei por voc� em todo lugar.

Srta. Dene, Srta. Romanka.

- Como vai? - Como vai?

Voc� � ruim ao marcar um encontro e depois brincar de esconde-esconde.

- Voc� tem que me convidar para champanhe. - Est� bem.

- Vamos para a sala de sereias. - Eu n�o acho que vou, obrigado.

- Boa noite. - Boa noite, Laura.

- Boa noite. - Boa noite.

- Est� apaixonado por ela, certo? - N�o. Eu a conhe�o h� algumas horas.

Para amar, um minuto � o suficiente. Isso aconteceu comigo.

Sim... Que tal esse champanhe?

- Ol�! - Ol�!

Estou feliz que voc� esteja acordada. Voc� j� se divertiu hoje?

- Sim, foi. - Minha noite foi emocionante.

- E sabe de uma coisa? - O que?

- Olaf Eriksen cantou para mim. - De verdade?

Ele � t�o bonito e ele tem uma boa t�cnica.

Eu adoraria que me ouvisse cantar sem saber que eu sou.

Eu n�o sei como isso vai ajudar isso para sua carreira.

Ele me ouvia e se perguntava: "Quem � aquele que canta?"

- E ent�o descobriria. - Como?

Eu vou arranjar isso. Sua cabine � aqui ao lado.

Polly. Eu acho que voc� deveria fazer as pazes com o seu pai.

- Voc� n�o acha? - N�o.

- Se voc� n�o quer isso... - Sim, eu quero isso. Muito.

Mas ele precisa de disciplina.

Com a senhorita Dene, por favor.

Al�.

� para voc�, senhorita Dene.

- Al�? - Vou dar uma festinha esta tarde.

- Voc� gostaria de vir? - Eu adoraria ir, obrigada.

Sim, �s cinco. Posso levar uma amiga?

A senhorita Polly Bradford.

Pe�a que convide o Sr. Eriksen.

Pedimos que voc� convide... Ele j� est� convidado. Obrigado.

- Tchau. - Laura, voc� � um amor.

Sr. Eriksen! Est� acordado!

Eu n�o me importo se faz isso.

- Fa�o o que? - Se voc� cantar.

Bom. Eu nunca posso rejeitar a uma dama.

Mas eu preciso de uma audi�ncia.

- Maravilhoso! Foi maravilhoso! - Estou feliz que tenha gostado.

Agora � minha oportunidade para cantar tamb�m.

E agora, caf� da manh�.

- Foi maravilhoso, Polly! - Obrigado, Laura.

- O Sr. Eriksen n�o est� l�? - N�o, ele simplesmente foi.

- Adorei sua m�sica. - Obrigado.

- Voc� sabe onde ele foi? - Caf� da manh� no terra�o

Obrigado.

- Voc� viu Olaf Eriksen? - Sim, no terra�o. Por ai.

- Obrigado. - De nada.

Senhor Eriksen!

- Bom dia. - Bom dia.

Eu quero te agradecer por ontem � noite.

- Caf� da manha? Tem fome? - Quase sempre.

Polly, ontem � noite ela disse que gostaria que Laura Dene estivesse feliz.

Claro que sim. Faria qualquer coisa.

Eu quero que voc� fa�a algo simples.

Eu quero que voc� me d� a oportunidade de falar com ela.

- Foi voc�? - Sim.

Sim, eu deveria ter contado a ele ontem � noite.

mas quando ele me deixou foi chocante...

- N�o sabia o que fazer. - Voc� a seguiu.

Sim, mas ele n�o sabe que estou a bordo.

- � muito rom�ntico! - Veja, est�vamos noivos.

E houve um mal-entendido.

Se eu pudesse falar com ela poderia esclarecer isso.

Mas se eu vou v�-la ela n�o vai querer falar.

Ela estar� aqui esta tarde? Na hora do coquetel?

Eu deveria estar?

Obrigado. obrigado.

E agora, n�s convidamos voc�s a dan�ar.

- Gosta de dan�ar? - Eu gosto mais de sentar.

Voc� quer dan�ar?

Vamos torcer para que eles toquem um minueto.

Com licen�a.

Laura Posso falar com voc�?

Com licen�a pai.

O Sr. Eriksen est� aqui.

Pe�a ao papai para o Sr. Cugat me deixar cantar.

- Ele n�o est� indo? - J� aproveitei a festa.

Por favor, fique um pouco mais. Gar�om!

Experimente as salsichas. S�o deliciosas.

Quem � esse?

Um garoto que conhe�o.

Ele me olhou estranho.

- Ele est� com ci�mes, � tudo. - Ciumento?

Ele n�o tem o direito de estar. Eu gosto disso, mas apenas como artista.

Coma outra salsicha.

- Sr. Eriksen. - Senhor...

N�o se assuste. Eu n�o vou pedir para cantar.

Senhorita, quer cantar?

- Eu? - Sim, se for t�o gentil.

N�o sei. N�o estou preparada...

- Voc� canta, certo? - Bem um pouco.

- Mas eu n�o sei... - Ent�o n�o vou insistir.

Sr. Cugat, voc� foi t�o gentil que n�o posso recusar. Com licen�a.

- Voc� sabe tocar Tristan? - N�o.

- Lowengrin? - N�o.

- Mathausen? - N�o.

- Fausto? - N�o.

- Nem mesmo Fausto? - N�o.

- Voc� conhece o Vendedor de amendoins? - Sim, mas n�o � �pera.

Eu sei, mas � por isso que quero toc�-la.

Sr. Cugat, n�o sabe tocar boa m�sica?

Senhorita, cante o que quiser. Eu vou tocar o Vendedor de amendoins.

Se voc� n�o tem bananas, nada acontece Um saco de amendoins te chama.

Amendoim!

Todos os dias ao amanhecer o Vendedor de amendoins vem a caminho.

Amendoim!

O Vendedor de amendoins vai! O Vendedor de amendoins est� saindo!

Amendoim!

Bravo! Muito bom!

- Foi maravilhosa. - Obrigado.

- Onde est� seu pai? - Est� a�.

Quero parabeniz�-lo por ser o pai de uma cantora t�o maravilhosa.

O capit�o, n�o �?

- Ent�o � uma grande espertinha. - N�o muito grande.

Ela � t�o engra�ada e sincera. T�o honesta.

Fingindo ser a filha do capit�o, e sempre foi.

- Uma grande piada. - E quanto a voc�?

- Fazendo caretas e espiando. - � s� uma pequena vaidosa.

E voc� � apenas um sabe-tudo.

Polly!

- Ol�! Eu pensei que n�o viria. - Nada teria impedido isso.

- De quem � a festa? - Do capit�o.

Capit�o Bradford?

N�o importa se ela n�o o tenha convidado.

Eu convidei. E sou a filha dele.

Ex-filha.

A Srta. Dene est� l�.

Com licen�a. Volto em seguida.

- Obrigado. - Boa sorte!

Ol� Laura.

- Posso sentar? - Voc� disse que saiu do navio!

- E eu acreditei em voc�. - Eu tamb�m disse que n�o desistiria.

E eu n�o vou.

Eu n�o vou desistir facilmente.

� por isso que eu estou onde eu estou no mundo.

- E � por isso que estou aqui. - Sim.

Depois de me prometer que voc� iria sossegar.

- O que mais eu poderia fazer? - Ter cumprido a promessa.

Agora eu n�o posso mais sair do navio. Nem voc�, ent�o seja compreensiva.

Voc� quer dizer que fa�a o que quiser.

N�o, Charles, desta vez n�o ser� do seu jeito.

Voc� sabe que o capit�o pode oficiar casamentos?

Pode fazer. Eu perguntei a ele.

Ele disse que ficaria encantado de nos casar quando quis�ssemos.

- Voc� contou a ele sobre mim? - Eu n�o te disse seu nome.

- Ol�, Capit�o. - Ol�, Sr. Worton.

Eu n�o invadi sua festa. Convidou-me uma jovem que diz ser sua ex-filha.

Essa � a sua ideia de humor. Estou feliz que voc� tenha vindo.

- Voc� se senta com a gente? - Obrigado.

Voc� deveria ter me dito que o Sr. Worton era seu amigo.

Ela n�o sabia que eu estava a bordo at� agora.

Espero que haja trazido a sua noiva.

N�o trouxe. Ela j� est� aqui.

Bem...

Eu parabenizo de novo.

Aos dois.

Jeremy!

Jeremy!

Voc� d� uma festa, voc� n�o me convida, ent�o eu vim.

� um homem mau. Mas quero dan�ar, ent�o eu te perdoo. Vamos l�.

Com licen�a.

O capit�o � um bom homem.

Voc� n�o tem o direito de dizer que sou sua noiva.

Eu tive esse direito uma vez e espero t�-lo novamente.

Eu n�o queria discutir na frente de um estranho.

N�s n�o devemos falar agora. Este n�o � o momento.

Vamos nos encontrar hoje � noite.

Eu estarei no conv�s esperando por voc�.

Voc� vai esperar muito tempo, Charles.

Estou disposto a fazer isso. Por voc�.

- Sr. Mulvy. - Sim, senhor?

Ela � a mulher que queria conhecer. Ent�o dance com ela.

- Sim, senhor. - Ent�o queria me conhecer.

Eu acho que vou gostar muito disso.

- Quer dan�ar? - Sim, obrigada.

Ent�o, depois do jantar. Digamos �s 22h.

- Estou saindo, se voc� n�o se importar. - Claro que n�o.

Boa tarde.

Voc� se importa se n�o dan�armos agora?

N�o, de maneira nenhuma.

Senhor Worton!

- Voc�s fizeram as pazes? - Eu acho que tudo vai ficar bem.

Estou muito feliz! Se eu puder fazer mais para ajudar...

Sim, h�. Venha comigo, minha querida.

Vamos �s compras.

- Foi uma festa linda. - Ainda n�o acabou.

- Voc� vai jantar comigo esta noite. - Eu vou?

- Sim. Voc� quer? - Eu adoraria isso.

A que horas eu ligo para voc�?

Eu vou para o sal�o de jantar assim que me trocar.

Elas n�o s�o lindas? E muitos mais vir�o!

N�s compramos todas as flores no navio.

- "N�s compramos"? - Sr. Worton e eu.

Obviamente, ele pagou.

Polly, voc� n�o pensou que outras pessoas gostariam de flores?

- Eu acho que � muito... - Ego�smo?

Eu admito, mas...

- Ele ligou 5 vezes. - Polly!

- N�o atenda. - Mas, Laura!

Olhe todas as flores que te enviou.

Ele quer que voc� use as cam�lias esta noite.

S�o bonitas.

Polly, acho que vou jantar aqui.

Tome-os.

Obrigado Laura.

Voc� faz o que eu faria tamb�m.

Faz�-lo esperar e sofrer.

Com licen�a.

Voc� � um capit�o ocupado. Sempre vai para outro lugar.

- Eu gostaria de lhe dizer aonde ir. - Eu imagino onde.

Voc� me permite dizer que voc� est� linda esta noite?

Voc� pode. Obrigado capit�o.

Eles s�o de Charles Worton.

Ele n�o as enviou para mim, mas para a senhorita Dene.

- Mas ele est� em sua su�te e eu pensei... - Por qu�?

- Que ocorre? - Nada.

- Eles est�o sitiados. - Eles s�o o que?

Sitiados. Ele quer consertar e ela ainda n�o est� pronta.

Ela n�o quer falar com ele mas ele continua ligando.

- N�o � rom�ntico? - � chato.

Eu n�o acredito nisso.

� como ela ficasse com raiva, mas n�o � assim.

- N�o? - Nossa, n�o � ficar bravo.

Eu queria poder fazer alguma coisa para ajud�-los a fazer as pazes.

Ela � ador�vel.

- Voc� poderia fazer alguma coisa. - Sim, talvez.

Agora, fique e aproveite o jantar.

- Quem �? Jeremy.

- Boa noite. - Eu pensei que voc� ia jantar comigo.

Lamento. Eu n�o senti vontade de sair.

- Por favor me perdoe. - Claro.

Laura, se te incomoda, eu vou parar.

Mesmo que eu tenha que me trancar.

Mas isso n�o resolveria o seu problema,

Eu n�o posso prend�-lo para sempre.

Eu acho que me comporto como uma criatura se escondendo assim.

Ent�o por que voc� faz isso?

Eu acho que me escondo de mim mesma.

- Voc� ainda est� apaixonada por ele? - N�o.

N�o sei.

Eu pensei que saberia quando voltasse do Rio.

Se eu pudesse ficar sozinha e pensar sobre isso.

Mas ele me encontrou.

Agora eu sei que � muito dif�cil parar de se preocupar com algu�m.

N�o que voc� saiba que vai ser infeliz.

Quando Charles me pediu para casar com ele, ele me fez muito feliz.

Ent�o fui para Nova York. E eu o conheci melhor.

Eu n�o sei se estou certa sobre ele ou n�o.

Ele sempre foi gentil e doce comigo mas...

Sim?

Bem...

N�o foi uma coisa que ele fez. Foi um sentimento que tive.

Instinto, suponho.

Eu n�o sei como, senti que sua gentileza...

e suas boas coisas n�o eram reais.

Que ele os usou para conseguir o que queria.

Nos neg�cios... e no amor.

Eu me perguntei se ele tivesse o que queria, se continuaria gentil.

E outras vezes, especialmente quando estou com ele...

- Jeremy, n�o sei o que fazer. - Eu acho que voc� deveria v�-lo.

- Eu acho que sim. - Mas voc� est� com medo.

- Sim estou. - Voc� deve descobrir se voc� ainda o ama.

- Eu n�o o amo. - Voc� n�o tem certeza.

E voc� nunca ser� livre at� que voc� saiba que n�o o ama mais.

Eu quero que voc� tenha certeza.

Eu quero que voc� seja livre.

Al�.

Ol� Charles.

Sim.

No conv�s? A� estarei.

Entre.

- S� um momento, Sr. Carver. - Adivinha quem eu sou.

N�o � o Sr. Carver. Ele n�o usa len�os desse tipo.

- Ent�o, quem sou eu? - Srta. Romanka.

N�o, para voc�, sou Zita.

Estou muito ocupado. V� para o quarto das sereias e eu vou quando puder.

N�o, eu estou aqui e fico aqui perto de voc�.

Mas tenho muito que fazer. Coisas importantes!

Voc� tem uma ideia rara sobre o que � importante.

Vamos, trabalhe, depressa. Eu n�o vou te atrapalhar.

Eu serei t�o quieta quanto um rato.

Muito acolhedor.

Voc� pode se sentar, por favor?

eu tenho voc�,

debaixo da minha pele.

eu tenho voc�

no fundo do meu cora��o.

t�o profundamente, que voc� j� faz parte de mim.

eu tenho voc�

debaixo da minha pele.

Por ter voc� perto de mim.

E repito, repito, Repito, repito, repito...

E voc� sabe disso

que voc� nunca vai ganhar.

Use sua mentalidade.

Acorde com a realidade.

Mas sempre que penso em voc�,

Voc� me faz parar, oh capit�o!

Antes de come�ar.

Porque eu tenho voc�

debaixo da minha pele.

- Sinto muito, capit�o. - Entre, Sr. Carver.

Voc� n�o vai querer jogar xadrez hoje.

Entre.

Voc� foi maravilhosa, senhorita Romanka.

� muito am�vel.

Com licen�a.

Tudo est� bem.

- O que? - Laura e o Sr. Worton.

Como sabe?

Eles v�o se ver agora. Eles far�o as pazes.

Eu vou te dizer mais quando tiver certeza.

Algo aconteceu.

- Na minha se��o? - N�o, � problema meu.

Eu quero que mostre o navio a senhorita Romanka. At� o motor.

Tudo.

Sim, senhor. Mais do que nunca, sim senhor.

Bem eu tamb�m posso dizer "sim, senhor".

- Eu n�o gosto de desvios. - A primeira vez que ou�o isso.

Senhor Carver! Creio que vou gostar de voc�. E muito.

- Eles fizeram isso! - Volte aqui!

Agora me conte tudo.

N�o h� muito a dizer, ele se entenderam. Boas not�cias, certo?

Quem te contou?

Bem... Ningu�m.

- Pode n�o ser verdade. - Sim, se voc� os tivesse visto se beijando.

- Voc� viu isso? - Bem... de passagem...

Passagem?

Bem, eu olhei onde eles estavam.

Eu n�o assisti muito tempo, apenas um beijo.

Polly, voc� n�o deve entrar mais em assuntos...

que n�o lhe dizem respeito e voc� n�o entende.

Eu pensei que voc� deveria saber.

Eu pensei que voc� ficaria feliz por Laura.

Se ela est� feliz, voc� deveria ser feliz.

Sim eu...

Eu acho que sim.

Pai!

Papai, eu n�o sabia!

Pensar que o ajudei...

Agora n�s dois perdemos isso.

- Pai, temos que fazer alguma coisa. - N�o, n�o diga nada a ningu�m.

Tudo bem pai. Mas gostaria de ser capaz de fazer algo para ajud�-lo.

E voc� pode. Sendo minha filha.

Voc� se lembra da �poca que n�s passamos todo o ver�o juntos?

Quando era pequena.

Toda noite voc� cantava para mim ent�o eu adormeci.

�s vezes, �s vezes, voc� fica muito triste.

Eu costumava pensar que quando eu fosse mais velha saberia te contar coisas,

e te dizer que queria que voc� fosse feliz.

Esta noite sou uma mulher e eu n�o sei como te dizer.

Minha pequena!

Sempre que voc� est� comigo eu nunca serei infeliz.

Obrigado, papai.

Polly.

- Oi, Denis. - N�o fique mais brava comigo.

Estou muito triste para estar com raiva de algu�m.

- Nem com voc�. - Porque est� triste?

Pela vida.

Sim, eu sei. Tamb�m me entristece �s vezes.

Polly.

- Voc� vem ao show de hoje comigo? - Eu n�o posso, Denis.

- Porque n�o? Estou muito triste.

Eu vou ver meu pai agora.

Entre.

- Bom dia, querida. - Bom dia, papai.

- Voc� queria falar comigo? - Sim.

Acho que dever�amos arranjar algo para voc�.

- O que devemos ter? - Outra cabine.

A Srta. Dene foi muito gentil mas voc� n�o deve mais incomod�-la.

Eu n�o te contei nada, e eu n�o vou esquecer isso, realmente.

Polly, eu sei que voc� n�o vai. Mas as circunst�ncias mudaram.

J� vejo.

Quero dizer, agora eu vou estar no caminho?

- Eu vou mudar agora. - N�o, n�o ser� necess�rio.

N�s temos um dia ou dois.

- Tudo bem pai. - Venha, venha aqui.

Chega disso.

Voc� sabe o que eu vou fazer hoje � noite?

Eu vou vestir meu uniforme novo e Vou levar uma dama para o concerto.

- N�o a senhorita Romanka! - N�o, ela � mais nova.

E muito mais bonita.

Pai! Eu adoraria ir com voc�.

At� mais, querida.

- Polly. - Sim, Denis?

� para o fundo de caridade dos marinheiros.

- O que? - O concerto!

Desculpe-me, estou indo com meu pai.

Voc� disse que voc� estava triste demais para ir.

Eu estou. Mas eu n�o vou poder aproveitar muito.

O Sr. Eriksen vai cantar. Ele est� na sala de jantar ensaiando.

Adeus, Denis.

� melhor voc� n�o entrar eles ensaiam para o concerto.

- Est� bem. Eu tamb�m sou m�sica. - Ent�o est� bem.

Ol� Polly. Des�a aqui.

Voc� aprender� algo sobre sua respira��o.

- Bom dia. - Bom dia.

Por favor, sente-se.

- Que esperamos? - Voc�.

Mas o que h� de errado?

Tudo.

Talvez eu pudesse ajud�-la?

- Voc� sabe alguma coisa sobre amor? - J� estive nisso.

- Com a pessoa certa? - Poucas vezes.

Se estivesse apaixonado de algu�m, o que faria?

Eu diria a ele.

E se n�o soubesse com certeza que ela tamb�m o ama?

Diria o mesmo. Apenas mais forte e seguido.

Sim... eu acho. � o que deve ser feito.

Polly. Est� apaixonada do garoto que faz caretas?

N�o, n�o Isso n�o � s�rio. � apenas uma divers�o passageira.

Mas tem algu�m que est� apaixonado de outra pessoa e est� errado.

Quem est� apaixonado por quem?

Um parente pr�ximo meu.

Voc� se importaria se esse membro da fam�lia se casasse?

N�o! N�o enquanto � a pessoa certa.

Eu vejo o que voc� quer dizer.

Tudo d� errado.

Eu sei como lidar com os sopranos.

N�o, n�o. N�o chore. N�o � bom para a voz.

Polly, voc� quer cantar comigo esta noite?

Cantar com voc�?

O que poder�amos cantar?

Sr. Eriksen. Eu n�o posso cantar com voc�.

O sucesso chegou atrasado.

Eu n�o vou mais cantar.

Nunca.

Vou deixar minha carreira musical e...

Eu farei algo �til.

Como por exemplo...

Institui��es de caridade.

Mas obrigado por me perguntar.

� um encanto.

Chega!

O que voc� est� fazendo?

J� que voc� pergunta, querido. Estou ensaiando.

Ensaie como se comportar. Voc� � uma desgra�a para a m�sica.

- Eu? - Voc�, devoradora de homens.

Seu hipop�tamo!

Agora me escute. Eu quero que voc� o deixe em paz.

Ele � um bom homem e sua filha tamb�m. Afaste-se da sua vida antes de entrar.

N�o sei do que fala! Voc� est� louco!

Ningu�m vai se casar neste navio.

- Est� no contrato. - V� embora ou perca a paci�ncia!

- Vou ensaiar agora. - Voc� n�o vai.

- Porque n�o? - Porque eu n�o terminei.

Voc� terminou h� muitos anos.

Sua... sua... Soprano!

E n�o sabe cantar!

Canta como quando pisam na cauda de um gato!

A� est�! Eu estava procurando por voc� voc� para ir comigo para o show.

Polly, o que isso significa?

Bem, eu n�o queria estar no caminho.

- No caminho? - Sim.

- Voc� fez as pazes com o Sr. Worton. - De onde tirou essa ideia?

Bem eu...

Eu vi voc� fazer as pazes.

Polly, n�o fizemos a pazes.

Eu acho que voc� o viu me beijar. Isso n�o significa nada.

Eu n�o queria que ele me beijasse mas ele fez isso de qualquer maneira.

E ele nunca far� isso de novo. Disso, tenho certeza.

Eu espero que voc� n�o esteja desapontada, mas n�o vou me casar com Charles Worton.

E entre n�s, estou muito feliz.

Laura! Estou muito contente!

- Espere aqui. - Onde voc� est� indo?

- Eu vou ver pai. - Voc� n�o deve ir.

- Mas eu vou com ele para o concerto. - Quero dizer, n�o conte a ele.

Mas ele est� muito... interessado...

Eu n�o quero que voc� diga. Seria vergonhoso para mim.

Seria como anunciar que eu sou uma candidata.

- Voc� � minha candidata. - Obrigado, mas n�o diga a ele.

- Nem uma pista? - N�o.

Prometa-me que n�o vai dizer a ele. Por favor.

- Est� bem. Eu prometo. - Obrigado, vejo voc�s no show.

Est� bem.

Entre.

- O farei. - O que?

- Cantar com voc�. - Vamos ensaiar.

N�o tenho tempo, Eu devo ir ver meu pai.

Papai! V� ver a Srta. Dene agora.

- Por qu�? - Ela est� sozinha na cabine.

- Esperando pelo Sr. Worton? - � poss�vel.

Por que voc� n�o vai e a conquista de surpresa?

A Srta. Dene tomou uma decis�o e acredito que � a correta.

- E voc�? - O que eu acho n�o importa mais.

- N�o, se voc� n�o contar a ela. Polly, voc� � um redemoinho.

Vamos l�, vamos ao concerto.

Papai, acabei de ver que um beijo n�o prova nada.

- Para mim �. - As pessoas se beijam e n�o se casam.

- �s vezes � apenas uma cortesia. - N�o vamos mais falar sobre isso.

- Voc� n�o deu a ela? - O que? Um beijo? - N�o.

Ent�o, n�o tem base para poder comparar.

At� mais, querida.

Denis!

Denis! Sou t�o feliz!

Entre.

Laura, tenho que te contar uma coisa.

- Ent�o? - Bem, o fato � que...

N�o diga nada. N�o fique com raiva. Eu falarei e voc� escutar�.

Sente-se por favor.

Eu n�o me importo se voc� est� comprometida.

Eu n�o vou deixar voc� se casar.

- Agora eu posso falar? - N�o, nada.

Laura, estou apaixonado por voc�.

Eu vou lutar por voc� e continuar lutando.

Al�.

Charles, ontem eu deixei claro para voc�.

Eu n�o quero mais te ver. N�o me incomode.

N�o, eu n�o vou mais te ver.

Desculpe.

Eu vou v�-lo. Onde est�?

Fique a�.

Querida!

Eu devo fazer alguma coisa. V� para o concerto.

N�s vamos ver voc� l�, eu n�o vou demorar.

Viena vai cantar

porque florescer� em seus cora��es.

A felicidade de Maio estava em sua voz e ele estava feliz.

A luz do c�u estava nos olhos dele.

O inverno tem sido dif�cil para os habitantes.

Mas o inverno j� se foi e a primavera volta.

E a neve do inverno se foi.

A primavera voltou em Viena.

Para voc� de novo.

A primavera voltou em Viena com um perfume de lilases.

Os p�ssaros escondidos durante o inverno

Eles est�o cantando no ar.

As pessoas cantam em todos os lugares.

E na rua voc� vai ouvir risos e muito amor.

Porque primavera Ele est� de volta em Viena.

E eu aprendi isso.

Primavera sempre vai voltar por milhares de anos.

Eu o persuadi a sair em Havana, L� vai se recuperar.

Em Viena, em Viena,

a primavera vir�.

Mais uma vez.

Tradu��o: Kilo

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