All language subtitles for Everybody.Loves.Raymond.S01E07.Your.Place.Or.Mine.DVDRip.XviD-MEDiEVAL

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Original subtitles

Temos dinheiro para um telefone para o carro.

- Nada de telefone no carro. - Por que resistes � tecnologia?

- Eu sou contra a tecnologia? - Sim.

Quem te apresentou o Wonderbra?

Um homem t�o radical devia aceitar um simples telefone no carro.

Porqu�? S� para falares com as tuas amigas onde quer que estejas?

Tem calma. Em breve, o telefone ser� um pequeno chip implantado no c�rebro.

�ptimo. Mal posso esperar.

Sim, ias adorar isso.

"Estou a receber uma chamada. Ol�, Linda."

"Est�s boa? � a minha outra linha. Tenho de te p�r em espera."

"Ol�, Julie."

"Estou a falar com a Linda. Vou p�r-te em confer�ncia."

"N�o te v�s embora."

"Como est�o?"

"Esperem a�. Estou a receber um fax."

Ol�, sou o Ray e vivo em Long Island com a minha mulher, a Debra.

Ela � bestial com os mi�dos, com a casa, com tudo.

N�o sei como ela consegue.

Temos uma filha chamada Ally...

e dois rapazes g�meos de dois anos.

O problema n�o s�o os mi�dos.

Os meus pais vivem do outro lado da rua.

Isso mesmo.

E o meu irm�o vive com eles.

Nem todas as fam�lias andam numa correia transportadora,

mas a minha f�-lo, porque...

Toda a gente adora o Raymond.

Pois.

Os mi�dos j� dormem, os tr�s.

Pensavas que n�o conseguia p�r a Ally a dormir.

- Bom trabalho, querido. - Pois.

A prop�sito, amanh� temos de comprar um p�nei.

Olha para esta mancha grande.

O tipo dos tapetes prometeu que conseguia tir�-la.

N�o quero ouvir falar em manchas.

Os mi�dos est�o a dormir, a casa est� calma. � tempo de qualidade.

S� tu e eu.

� bom que estejas a ler an�ncios de j�ias.

Finalmente o teu pai conseguiu.

O qu�, apertar as cal�as?

Quem me dera.

Aquele homem est� sentado em frente � televis�o h� 45 anos.

"Traz-me isto. Traz-me aquilo. Est�s a cortar-mas demais."

Aquele ingrato n�o p�ra de me chatear por cinco minutos.

Que interessante.

Sim. J� vimos a mancha.

Sabes, Debra, quando algo se entorna, acho melhor limpar no pr�prio dia.

- Marie, onde est� a minha sandu�che? - Onde?

Exactamente onde a meteste. No lixo.

Era o lugar dela. N�o prestava.

Eu pedi uma sandu�che de salada de atum.

- E, feita parva, eu fiz-ta. - Mais baixo, os mi�dos.

N�o fizeste nada. N�o era salada de atum.

N�o tinha aipo.

Esqueci-me do aipo uma vez. E depois?

E depois?

Ent�o, n�o � salada de atum.

N�o tinha subst�ncia. N�o era estaladi�a.

- Coitadinho de ti. - Sim, coitadinho de mim.

Raymond, o que faz da salada de atum, salada de atum?

- V� l�. - � o aipo.

� o aipo que faz da salada de atum, salada de atum.

Tu deste-me pasta de atum.

Pus maionese, pus funcho, pus pimenta.

Triturei-a, misturei-a, espalhei-a.

E atreves-te a dizer que � uma pasta?

Sim. Digo-te que � pasta.

Ele era da equipa de debate.

Os mi�dos j� acordaram. Eu vou l�.

- Eu gostava de ir... - N�o.

Posso ir eu?

Isto � um manic�mio. Volto quando estiver mais calmo.

- Anda, Marie. - N�o vou.

Mas ainda tenho fome.

N�o vou � mesma. Corta tu o teu maldito aipo.

�ptimo. Quem precisa de ti? Eu trato do assunto!

Onde est�o as facas?

N�o faz mal. Uso a navalha da barba.

Ainda bem que eles j� foram.

- Eles? - Eles, os g�meos...

J� foram dormir outra vez, pois.

- Querias que eu fosse embora? - � claro que n�o, Marie.

�ptimo, porque n�o volto �quela casa.

- Certo. At� acalmar. - N�o, estou farta.

Vou ficar aqui.

Certo, at� � hora de jantar.

N�o quero jantar.

Talvez eu tenha fome de manh�.

Ela n�o come muito.

Que achas que ela est� a fazer l� em cima?

Est�s a ouvir aquilo?

N�o ou�o nada.

� o som de todas as nossas roupas a serem dobradas outra vez.

Ela n�o p�ra. Como � que sobreviveste � inf�ncia?

Passava muito tempo a fingir que dormia.

Acho que ela vem a�.

Sabes, querida,

as tuas roupas est�o um desastre.

Estes cabides de arame vincam tudo.

Desculpa.

Veja, ele j� acordou.

O ferro de engomar?

N�o, Marie. N�o tem de passar a nossa roupa.

Nunca se sabe quando � que os parentes entram por aqui adentro.

Isso � verdade.

Talvez haja uma grande ocasi�o e a casa fique cheia de parentes.

Que tipo de ocasi�o?

N�o sei. Um anivers�rio, uma formatura, o Natal, uma morte.

As minhas ocasi�es favoritas.

Falo a s�rio.

Deus me livre que morra algu�m.

Se morresses, Debra, viria toda a gente.

Imagina-os naquele arm�rio desarrumado a escolherem algo para vestires.

E depois, v�o querer levar roupa tua.

As tuas gavetas devem estar arrumadas, para eles poderem escolher.

Como � que ela vai morrer?

O que interessa � que queres ser lembrada

como uma pessoa bonita e asseada.

O que ela cozinhar para mim, provas primeiro.

N�o te preocupes, ela j� vai embora.

O meu pai n�o aguenta sozinho muito mais tempo.

Por que n�o lhe vais dar um empurr�ozinho?

Achas que isso � connosco?

Ela est� ali a gravar a minha l�pide.

N�o posso mand�-la embora. Sabes o que ela far�?

Ela faz-me o olhar.

- O olhar? - Sim.

Ou isso, ou atravessas a rua e vais falar com o teu pai.

Tentarei a minha m�e.

N�o tem piada? N�o encontro um sem manchas.

- Ou�a, tenho de lhe dizer uma coisa. - Sim, querido?

Vou dar um passeio.

- Pai, posso entrar? - Podes penetrar.

- A televis�o est� avariada? - Claro que n�o.

Pus fita-cola no bot�o dos canais.

Agora, quando mudo de canal, n�o preciso de me mexer.

Que bom.

Por que n�o p�e fita-cola nos olhos, assim j� n�o perder� nada.

Que parvo�ce.

- Temos de falar. - Est� bem, senta-te.

Primeiro, quero que proves uma coisa.

Hoje, estive num s�tio onde n�o ia h� 30 anos.

- Adivinhas onde fui? - Ao barbeiro.

Quase. Fui ao supermercado.

Sim. Quero que proves uma coisa nova bestial que t�m agora.

Chama-se salsa.

J� provei salsa, pai.

- A s�rio? - Sim.

Aposto que nunca puseste numa batata.

Sim, mesmo numa batata. Eu sei. � bom.

Bom? � genial.

E a mulher no supermercado estava a oferecer. � borla.

Chama-se uma amostra.

Devo ter provado umas 50.

A tal mulher era fant�stica.

Tinha um grande sombrero e estava sentada num burro de pl�stico.

Eu levo-te a v�-la.

- Ou�a, pai. Quanto � m�e, n�o pode... - Esquece a m�e. Olha para mim.

Este � o meu eu verdadeiro.

Posso fazer o que quero, quando quero...

e como quero.

Sou um homem livre!

Imaginas essa sensa��o?

� melhor n�o o fazer.

Por exemplo, esta noite, n�o h� mais filmes para mulheres.

Nada de Emma. Nada de Sense and Sensibility.

Nada de Howard's End.

Tenho as obras completas de Arnold Schwarzenegger.

Menos aquele em que ele engravida.

- V� l�, ou�a-me. - Que foi?

N�o pode ficar...

Que posso dizer? Olhe para si.

Sim, est� a divertir-se.

Certo. Ainda bem para si.

Queres vir c� ter mais tarde?

Talvez tenha de o fazer.

� a noite perfeita. Terminator II e salsa.

Voltar�s.

Que fazes aqui sem o Frank? Onde est� ele?

Deve estar a p�r fita-cola no autoclismo para nunca ter de pux�-lo.

Ele n�o vem busc�-la?

Estive a pensar, a minha m�e devia passar mais tempo aqui.

Que aconteceu?

- N�o falaste com ele? - Tentei.

Acho que forcei demais.

Porque disse-lhe das boas e ele p�s-me na rua.

Est�s a mentir.

Como � que adivinhas sempre?

Como � que adivinhas? O meu nariz cresce?

N�o acho isso poss�vel.

N�o podia dizer-lhe nada. Ele est� feliz.

Nunca o vi assim.

� como se tivesse condicional da pris�o do casamento.

Aquela em que alguns homens julgam estar.

Se n�o dizes ao teu pai, eu digo � tua m�e...

que ela tem de ir j� para casa, porque n�o aguento mais isto.

O olhar.

- Marie. - Sim?

- Posso dizer-lhe uma coisa? - Tudo o que quiseres, querida.

Vou dar um passeio.

- N�o � assim t�o f�cil... - P�ra!

- Julgavas que... - N�o, n�o.

P�ra.

Debra, j� sa�ste h� meia hora.

Estou aqui sozinho.

Que est�s a� a fazer?

Volto mais tarde, Ray. Vou jantar aqui. Sim.

- Mais salsa? - Gracias, se�or.

Sim, estamos mesmo a divertir-nos.

Tamb�m precisava de descansar da tua m�e.

Adeus.

- Est�s pronta para a surpresa? - Estou esfomeada.

Muito bem.

Aqui est�.

Um jantar de ovos.

Mas n�o s�o uns ovos quaisquer. T�m salsa.

Chamam-se huevos rancheros.

Este prato vai arrasar o pa�s.

Sim, senhor.

Come � vontade. Fiz mucho.

Obrigada. Foi muito querido, Frank.

Eu sei ser querido.

As pessoas demoram tempo a descobri-lo.

- Desculpa. Acertei-te com perdigotos? - N�o faz mal.

Ol�, m�e. Ol�, pai.

Ol�, Robert.

Onde est� a m�e?

Qual m�e?

Que faz a Debra aqui?

A tua m�e est� com o Ray e eu vim fazer companhia ao Frank.

Eu vou para onde?

Para onde quiseres.

Vive a tua vida.

Essa cadeira � da m�e.

Est�o os tr�s a dormir? Como � que consegue?

Porqu�, � dif�cil? Dei-lhes festas,

li uma hist�ria, cantei.

Esqueces-te que sou m�e?

Como podia faz�-lo?

- Ou�a, quanto ao pai. - N�o lhe falo...

at� ele pedir desculpa.

Sim, mas n�o acha que devia pelo menos...

Para quem � o bife?

Para o meu filho.

Deixou a gordura?

A Debra tira sempre a gordura.

Ao bife pizzaiola?

Pare�o-te louca?

Bife pizzaiola, o verdadeiro, com queijo por cima?

Claro. Uma fatia grossa. Porqu�?

- A Debra n�o usa queijo? - N�o.

Ela faz pratos saud�veis.

Que pode ser mais saud�vel do que a comida que gostamos?

- Obrigada, Doutora. - Olha para isto.

Fiz torta de noz.

Vai descansar. Chamo-te quando estiver pronta.

Queres leite para te aconchegar?

- Est� bem. - Senta-te.

Tenho magro e gordo.

Bebo gordo.

Queres chocolate no leite?

Sim.

Tamb�m vou beber.

Encontrei-vos.

Senta-te. Vamos beber leite com chocolate. Queres?

Sim.

Lindos meninos.

Adoro tratar bem dos meus meninos.

Gosto de muito chocolate.

Brilhante, n�o?

Quando � que p�ra?

Quando apanhar algo bom.

� preciso mudar tanto de canal? Estou a ficar com enxaquecas.

Habituas-te. Olha para mim.

Est� desligada, Frank.

Certo, vamos fazer um intervalo.

J� comia mais gelado.

Geralmente, a Marie aquece um pouco o creme.

Talvez deva pedir � Marie que o fa�a.

Ela n�o est� aqui.

Sabe porqu�?

- Ela �... - Que foi, Frank?

- Ela �... - O qu�?

...uma mulher.

Se n�o se importa, posso dizer-lhe umas coisas sobre as mulheres?

C�us...

Uma mulher gosta de ser atenciosa, gosta de dar,

mas se n�o houver reconhecimento, nem reciprocidade,

isso pode trazer m�goa e at� ressentimentos.

Pronto. N�o aque�as o creme.

Vou tornar isto simples. Vou-me embora.

Vai ficar sozinho.

Lembre-se, o supermercado pode ser um s�tio muito solit�rio.

N�o haver� sempre uma senhora num burro de pl�stico para anim�-lo.

Nem imagina como precisa da Marie.

Porque n�o preciso.

N�o precisa? Tem o casamento perfeito.

Precisa de creme e ela precisa de aquec�-lo para si.

Se isso � verdade, por que � que ela n�o volta?

Talvez esteja cansada.

Eu s� aqui estou h� tr�s horas e j� preciso de uma sesta.

O sof� � meu.

Frank, pe�o-lhe.

V� l� e pe�a-lhe desculpa. Ela s� quer que lhe d�em valor.

Ningu�m quer ser sempre mam�.

Quem quer mais cereais?

Ena, um pr�mio.

Sorte a minha.

Tua porqu�?

Quem disse que � teu?

Estava na minha ta�a.

Na verdade, a ta�a � minha.

Porque a casa � minha.

Ent�o, sorte a minha.

- V� l�. - Tu ganhaste da �ltima vez.

Isso foi h� 30 anos.

Calma, posso nem quer�-lo.

Se n�o o quiser, podes ficar com ele.

"Um submarino propulsionado a bicarbonato de soda."

Quero.

- Nem pensar. - Acho que nunca me saiu esse.

- Tu tens todos. - N�o tenho nada.

- D�-mo. - N�o me chateies. N�o podes obrigar-me.

- Posso, sim. - V� l�. Eu ensinei-vos a partilharem.

Chegaste.

Faz o que eu fa�o, Robert. Diz-lhe que est�s cansado. Ele sai.

Est�s feliz?

Encantado.

Por que � que n�o se portam bem?

- Ele � que come�ou. - N�o fui nada.

- Foste, sim. - N�o fui, n�o.

- Ou�a, m�e. - N�o fui eu.

- Tem de ir para casa. - Eu? O que � que eu fiz?

Olhe para mim.

Sou um homem feito, est� bem? Tenho os meus filhos.

Se quer mimar algu�m, v� mimar o pai.

- Ele precisa de si, Marie. - Precisa de mim?

S� quando ele vier a rastejar pedir desculpa...

� que eu volto para aquele inferno de atum.

N�o v�, m�e?

O seu lugar � l�.

Marie, vou � loja.

Queres vir comigo?

Pediste desculpa.

N�o pedi desculpa. Acabou-se-me a salsa.

Salsa? Desde quando � que comemos salsa?

Mudou muita coisa desde que partiste.

Queres contar-me o que aconteceu?

Contava, mas estou um pouco tonto.

Como convenceste o meu pai a vir?

Expliquei-lhe do que as mulheres precisam e ele percebeu.

N�o, a s�rio.

N�o sei. Por alguma raz�o aquela rela��o funciona...

e acho que n�o devemos examin�-la de muito perto.

Se ao menos isso fosse poss�vel.

Nem acredito que brigaste com o Robert daquela maneira.

- O que vos deu? - Eu sei.

Sei que foi uma estupidez.

Na verdade, pareceu divertido.

Muito lenta.

L� est� ela.

Sorte a minha.

Porqu� sorte tua?

V� l�.

Legendas Ripadas por: Skywriter

Correc��es e Revis�o: fr3aky

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