All language subtitles for Everybody.Loves.Raymond.S01E06.Frank.The.Writer.DVDRip.XviD-MEDiEVAL

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Original subtitles

Entra.

Isto � fant�stico. Tens de conhecer a Debra.

Podia ter-lhe autografado o livro na loja.

Mas ela � uma grande f� de basquetebol. Anda, vai ser divertido.

Se calhar � melhor deixar-lhe uma bola autografada.

N�o, vai ser giro. Olha.

Debra.

Ol�.

Quem � o teu jogador de basquetebol preferido?

O Michael Jordan.

N�o, retirou-se. J� n�o joga basquetebol.

O Larry Bird.

Ele jogou nos Lakers.

O Wilt Chamberlain.

Esta n�o � a minha casa.

- � isso. - Quero o meu livro de volta.

Kareem.

Preparo-te alguma coisa para comer.

Ol�, sou o Ray e vivo em Long Island com a minha mulher, a Debra.

Ela � bestial com os mi�dos, com a casa, com tudo.

N�o sei como ela consegue.

Temos uma filha, a Ally...

e dois rapazes g�meos de dois anos.

O problema n�o s�o os mi�dos.

Os meus pais vivem do outro lado da rua.

Isso mesmo.

E o meu irm�o vive com eles.

Nem todas as fam�lias desfilariam numa correia transportadora,

mas a minha f�-lo, porque...

Toda a gente adora o Raymond.

Pois.

Sabias que o filho do Howie Simon

vendeu uma anedota � Reader's Digest?

Foi? Ainda bem. Boa para ele.

S�o $50.

Porque � que n�o podes fazer essas coisas?

Sou um escritor, pai. O jornal paga-me para escrever a tempo inteiro.

N�o estou a falar da coluna desportiva. Isso � �ptimo.

Digo por fora.

Anedotas por fora?

Sim, � dinheiro f�cil para ti.

Est� bem.

- Toma, costeletas de borrego. - M�e, tenho de ir jantar!

Est� a cozinhar... Est� bem, mais uma.

Obrigado pelo conselho,

mas n�o vou escrever para a Reader's Digest.

Qual � o mal? Podes dar-te ao luxo de recusar dinheiro?

Digo por fora.

- M�e, onde est�... - O molho de menta, espera.

Toma. Aqui tens.

Estamos a falar da Digest, Ray.

Sabes o talento que � preciso...

para agarrar num romance deste tamanho e p�-la em p�gina e meia?

� saber escrever!

Est� bem, j� chega.

Se gosta tanto da revista,

porque � que o pai n�o escreve para l�?

- Que queres dizer com isso? - Sim, ele tem raz�o.

Porque � que n�o te mexes e escreves tu mesmo?

- Acho que � uma �ptima ideia. - Achas?

V� escrever alguma coisa para a Reader's Digest,

que eu vou para casa fingir que tenho fome.

D� c� essa costeleta.

A Reader's Digest.

T�m coisas com muita piada.

TR�S SEMANAS MAIS TARDE

Que est�o a ver?

Wee Sing in Sillyville.

Sabes que mais?

Agora d� de manh� e � noite. � duplamente idiota.

L� vai o John Jacob Jingleheimer Schmitt

Muito bem.

- Temos de cancelar a TV por cabo. - Sim.

Vai vestir o pijama.

Ray, o Robert ainda est� c�.

Robert, o que est�s aqui a fazer?

Tive de confirmar uma suspeita.

Qual � o problema?

Acho que o Michael j� n�o gosta de mim.

De que est�s a falar?

Ele n�o � como o Geoffrey, ele parece distante.

Sabes que o Michael � um beb�, n�o sabes?

� uma sensa��o que tenho. Instinto de pol�cia.

Ele n�o quer nada comigo.

Aten��o, pessoal.

Adivinhem quem � um escritor publicado.

De que est� a falar?

Hoje, o carteiro trouxe-me fama e fortuna.

A Reader's Digest, mais de 27 milh�es de c�pias vendidas...

em 19 l�nguas.

Por todo o mundo, todos os leitores...

abrir�o a p�gina 64,

a sec��o do "Humor de Uniforme".

Bem, de que est�o � espera?

Como � que isto aconteceu?

Sabia disto? Sabia que ele andava a fazer isto?

Por favor! Achas que ele conseguia sozinho?

Nem o pr�prio queixo consegue limpar.

Foi a minha dactilografazinha.

N�o me chames dactilografazinha.

Porque � que n�o l�s em voz alta, Ray?

N�o � preciso, pai. N�s lemos.

N�o, v� l�, tens uma bela voz.

"Durante a nossa primeira semana de treino..."

Mais alto e com mais piada!

- "...o nosso sargento..." - Levanta-te!

- V� l�! - De p�! Isso mesmo.

"...o nosso sargento enfatizou..."

"a import�ncia de nos dirigirmos aos oficiais..."

"com o que ele chamou de "senhor sandu�che"."

"Senhor, sim, senhor. Senhor, n�o sei, senhor" e por a� adiante."

"Uns dias depois, um coronel veio ter comigo � oficina..."

"para ver o que estava a fazer."

"Usando o senhor sandu�che, disse:"

"Senhor, a verificar o �leo, senhor, destes jipes, senhor..."

"e, senhor, a verificar os pneus, senhor."

"O coronel riu e disse: Soldado, aprecio o respeito,"

"mas n�o preciso de uma senhora sandu�che."

Obrigado.

Uma hist�ria ver�dica.

- Ray, o que achas? - � um cl�ssico.

E n�o � tudo, olhem para isto:

Um cheque de $300.

Emoldurava-o, mas depois n�o podia levar a minha dactilografazinha a jantar fora.

Cada vez que me chamares isso vai-te custar $300.

O Michael bol�ou o leite para cima de mim.

N�o � fant�stico?

Podia ser a minha segunda hist�ria.

A Digest adora um beb� travesso!

"Os adolescentes podem ser t�midos e estranhos."

"As vozes ficam estridentes e a pele entra em erup��o..."

"e t�m medo de tudo o que use saias."

"O meu filho Roy era assim."

Pai, est� a escrever sobre mim!

Diz Roy.

Obrigado, poi.

Estou fazer uso da chamada "liberdade art�stica".

Sim, estou a escrever sobre o meu filho, mas parece o filho de qualquer um.

Tenho de escrever como o homem comum.

- O pai � o homem comum? - Exacto.

Tem de dizer algo � Debra, � Marie,

ao tipo preso na neve, na Su�cia, que quer rir um bocado.

Principalmente ele. Sim, est� bem.

Tenho de entregar uma coluna daqui a uma hora.

Est� bem? Por isso at� logo.

"O Roy, sendo um adolescente t�pico, era..."

"assediado por hormonas em f�ria,"

"portanto, era-lhe dif�cil concentrar-se nos estudos."

- Meu Deus! - Ele � o homem comum.

Imagina se todos os homens comuns fossem o Frank Barone.

O restaurante Sizzler ia adorar.

Por favor, mant�m o homem comum afastado daqui.

Como � que fa�o isso?

Em quanto tempo consegues fazer um assado?

A coluna � sobre o qu�?

- Tenho de ir. - N�o!

Sobre os Giants, pai.

Continua, n�o te quero incomodar.

Esta � a parte mais dif�cil, n�o �?

- Qual? - Essa.

A p�gina em branco. Fica ali quieta a fazer pouco de ti.

Desafia-te.

Chateia-te.

Aborrece-te.

Acho que sim. V�, escreve.

Conquista a p�gina em branco.

Faz de conta que n�o estou aqui.

N�o devias deixar margens?

N�o queria come�ar aquela hist�ria sobre os g�meos?

N�o h� pressa, est� a fermentar.

N�o deixe que apodre�a a� dentro. V� l�.

V�, deixe fluir a inspira��o.

Pe�o-lhe, pai, como um familiar orgulhoso. Deixe fluir.

Acho que tens raz�o, � melhor come�ar.

Sim, est� bem.

Sabes, Ray...

quando me reformei, pensei: "Bem, acabou-se."

�s vezes ficava sentado a pensar: "J� n�o tenho nada."

Mas com esta coisa da escrita, tenho outra alegria de viver.

N�o consigo descrev�-la.

� a primeira vez, em muitos anos,

que me sinto bem.

Isso � bom, pai. Muito bom. Fico contente.

Tenho de te agradecer por isto.

�s um escritor.

Olhei para ti e vi o que tinha dentro de mim.

Agora sabemos de onde vem o teu talento.

Ent�o, v� l�, mostra-me esse talento.

Sabias que o Mark Twain tinha um filho que era escritor?

Sabes como lhe chamavam?

- N�o. - Choo-Choo.

Choo-Choo Twain!

Essa estava na Digest.

Ol�. Tens fome?

N�o.

N�o devias estar a trabalhar?

Sim, estava, at� o pai ter aparecido.

Estava a almo�ar no jornal com a malta e ele apareceu.

Come�ou a falar-nos da escrita. A n�s!

Quando sa�, estava a ensinar-nos a alitera��o.

Por isso, com pavor do meu pai, o passado,

pisguei-me, prevendo um pandem�nio.

Olha. Olha para estas m�os.

Costumava fazer massa cabelos de anjo, com estas m�os.

E agora pare�o um mec�nico oleoso.

- Tem de falar com ele, m�e. - Ele n�o me d� ouvidos.

Achas que gosto de fazer isto?

Tamb�m tenho uma vida.

Podia andar a aprender franc�s.

- A m�e nunca faria isso. - Nunca saberemos, pois n�o?

Tu tens de tratar disto.

Este problema � teu.

O meu problema, porqu�? O que foi que eu fiz?

�s o escritor. Ele quer a tua aprova��o.

N�o v�s isso? Fala com o teu pai.

Falar com o pai? Onde � que foi buscar essa ideia, m�e?

C� est�s tu!

Os teus amigos est�o mesmo apanhados por aquela coisa do computador.

Pessoalmente, n�o vejo qual � o interesse.

Talvez seja por causa da pornografia na Internet.

Fala com o teu pai.

Espero que gostes, sou uma desgra�ada cheia de tinta!

Isto tudo da escrita, pai, ainda bem que a encontrou,

pois � bom ter alguma coisa.

Est�s a falar da Digest?

Eu dou-lhe $1.000, se parar de lhe chamar "A Digest".

� justo.

Teste, teste.

Acho que � importante sermos honestos um com o outro.

- A s�rio? - Sim.

Ainda bem que disseste isso,

porque h� uma coisa que receava pedir-te.

O qu�?

"De Frank Barone Estava Mesmo a Pensar Nisso."

Sim, as minhas reflex�es sobre v�rios assuntos:

Televendas. Perfume novo para o carro. Arroz num Minuto.

Essas coisas, est� tudo a�.

Pois est�.

Porque � que mo deu?

Disseste que querias ser honesto.

Honestamente, acho que podia ser uma �ptima coluna no teu jornal.

No meu jornal!

Sim, porque � que n�o d�s isso ao editor?

Quer que mostre isto ao meu editor?

Obrigado, Ray. E diz-lhe...

que fico � espera dos coment�rios dele.

M�e!

Isto n�o sai.

Ol�.

Vou esconder-me durante os pr�ximos meses, est� bem?

Se o meu pai vier � minha procura, tu n�o sabes onde estou.

O qu�?

Tens de me defender deles. Eu fa�o o mesmo com os teus pais.

Os meus pais moram no Connecticut.

Estou desejando ir l�.

Na verdade, ele nunca me encontraria no Connecticut.

Porque � que te est�s a esconder, Ray?

Olha para isto.

"De Frank Barone Estava Mesmo a Pensar Nisso." O que �?

� a coluna dele.

- Quer que d� isso ao meu editor. - Est�s a gozar.

Olha para isto: "O trilar do grilo foi substitu�do pelo alarme dos carros."

"Sabe Deus o que vir� substituir o alarme dos carros."

O que � isso? Isto faz algum sentido?

Meu Deus, ele est� fora de controlo!

"Gosto do cheiro de uma sala pintada de fresco, tanto quanto qualquer um,"

"mas no final, o papel de parede � mais f�cil de limpar."

Est� bem, ele nisso tem raz�o.

Mas como � que posso dar isso ao meu editor?

Ele vai rasg�-lo.

Sabes, acho que devias deixar o teu editor dar uma olhadela nisto.

Para qu�? Para perder o respeito de todos no trabalho?

Depois sou despedido,

assim tu podes voltar a trabalhar e eu fico com os mi�dos.

N�o.

N�o caio nessa.

N�o, tiras o nome dele e entrega-lo ao teu editor.

Ele dir-te-� honestamente aquilo que pensa, tu transmites ao teu pai...

e isto tudo acaba.

Isso � justo.

O meu editor vai odiar isto.

Vou fazer isso.

Ainda bem.

Conta-me outra vez a hist�ria dos pais que vivem l� longe no Connecticut.

- Era uma vez... - Mais devagar.

- Era uma vez... - Mais alto e com mais piada.

Rob, obrigada por teres vindo. Entra.

Porqu�?

Queria que tentasses brincar com o Michael, outra vez.

- Tenta mais uma vez. - N�o, acho que n�o.

Ouve, Rob, sinto-me pessimamente...

por tu pensares que um dos teus sobrinhos n�o gosta de ti. Entra.

Robert, v� l�.

Senta-te.

N�o � assim t�o mau. � o tio Robbie.

Muito bem, brinca com o tio Robbie.

Est�s bom?

Michael.

Queres que o tio Robert te leia uma hist�ria?

Afinal n�o � assim t�o duro.

"Os coelhinhos divertem-se tanto.

"Coelhos a saltar, pular, correr."

Olha para mim com o Michael.

Tu e o Michael? N�o, queres dizer tu e o Geoffrey...

Sim, o Michael.

Isso mesmo. � o Michael.

V�s?

Estou? Ol�, Bill.

Leste a coluna?

N�o, n�o escrevi isso. N�o escrevi.

N�o, foi um desconhecido que me pediu para ta dar.

Est� bem.

Isso era uma chamada em espera ou rebentou-te uma veia?

Sim.

Est� bem, desculpa. Certo. Pe�o imensa desculpa.

Est� bem, adeus.

Muito feio.

Foi muito feio.

Ol�, Ray. Est�s bom, querido?

- Tens fome? - N�o.

Marie, tenho de escrever as minhas ideias em tapioca.

� pegar ou comer.

Por hoje j� chega.

Vou deitar-me debaixo do carro.

Ol�, Ray!

- Que se passa? - Nada.

Hoje falei com o meu editor.

E?

O jornal n�o est� � procura de um colunista neste momento.

N�o � preciso ser oficial.

Os meus artigos podem sair de vez em quando.

Disseram que j� tinham um material parecido ao seu.

Aonde?

No teu jornal h� alguma coisa parecida com o que escrevi?

No tom. Com um tom parecido, foi o que ele disse.

Esse tipo parece estar a esconder alguma coisa.

Ele � esquisito?

Ele n�o � esquisito. N�o fazia o estilo dele, mais nada.

O que disse? Quais foram as palavras exactas?

N�o sei.

O qu�? N�o te lembras do que disse?

N�o vai querer ouvir.

N�o me venhas dizer o que eu quero ou n�o quero ouvir.

- Diz-me o que ele disse? - Ele disse que era uma vergonha.

O qu�?

Ele disse que era uma vergonha.

E que mais?

Disse que era amadorismo.

A s�rio?

Lamento, pai.

N�o, tudo bem.

N�o se pode confiar no que aquele tipo diz.

Que sabe ele? O tipo � um esquisito.

N�o importa n�o estar no jornal, est� na Digest.

Amadorismo!

Vinte sete milh�es de pessoas em 19 l�nguas.

Enquanto estamos aqui, h� gente a ler isto na Alemanha e no Jap�o.

Ningu�m l� os jornais.

Sentia-me t�o bem. Agora j� n�o sei.

Pai, a Digest. Mande isto para a Digest.

Eu mandei! Eles tamb�m n�o gostaram.

Por isso � que tentei o est�pido do teu jornal.

V� l�, n�o pode desistir.

Ainda a� tem essas hist�rias todas do Roy.

V� l�!

E o homem comum? Que aconteceu ao homem comum?

Tem essas opini�es todas a fermentar a� dentro.

Tem de as expressar, sen�o explodir�.

- Tens raz�o. Tenho opini�es. - Isso mesmo.

Com quem as posso partilhar?

- V� l�, h� sempre... - A minha fam�lia!

Estava a pensar em tipos da pousada,

em pessoas nas paragens de autocarro e escritur�rios.

Espera. Quero mostrar-te isto.

"Poesia! Vamos ao que importa!"

Quem pode discutir isso?

"E aqueles poemas que nem sequer rimam?"

"� o que este homem chama de pregui�a."

J� fiz a minha tarefa.

"Decide-te, Am�rica..."

"� frequentemente ou frenquente-mente?"

� o rei dessas coisas. Vou a correr dizer isso a toda a gente.

O que achaste da minha coluna?

Achei-a �ptima, pai.

Obrigado.

"Os amish, amigos ou inimigos?"

T�QUIO, JAP�O

Roy!

Roy!

Legendas Ripadas por: Skywriter

Correc��es e Revis�o: fr3aky

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