All language subtitles for Everybody.Loves.Raymond.S01E02.I.Love.You.DVDRip.XviD-MEDiEVAL

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Original subtitles

Muito obrigado pela sua aten��o, Sr. Lasorda.

Est� bem, Tommy.

Agrade�o-lhe muito por esta entrevista. Vai ser r�pido.

Est� bem. Agora que se reformou,

gostaria de saber onde pensa ir com essa...

bolacha!

Pousa a bolacha!

N�o � o senhor, Sr. Lasorda.

Assustei-o? N�o queria assust�-lo.

N�o sabia que estava a comer uma bolacha.

Ol�, sou o Ray e vivo em Long Island com a minha mulher, a Debra.

Ela � bestial com os mi�dos, com a casa, com tudo.

N�o sei como ela consegue.

Temos uma filha, a Ally...

e dois rapazes g�meos de dois anos.

O problema n�o s�o os mi�dos.

Os meus pais vivem do outro lado da rua.

Isso mesmo.

E o meu irm�o vive com eles.

Nem todas as fam�lias desfilariam numa correia transportadora,

mas a minha f�-lo, porque...

Toda a gente adora o Raymond.

Pois.

O Nemo's � noite n�o � o m�ximo?

- As velas. - Sim.

- Luzinhas cintilantes. - Pois �.

- Um ambiente muito rom�ntico. - Sim.

Por isso � que o Papa come aqui.

Acham que ele disse mesmo:

"Para o meu amigo Nemo. A tua pizza � infal�vel."

Ele d� sorte.

Sim. Temos uma foto dele na loja a guiar um Jet Ski.

A ideia foi minha.

V�em, � inteligente e linda.

E desenfreada.

Pediste preliminares? Eu n�o pedi preliminares.

Est�s bem, querido? Est�s a suar.

Suo antes de vomitar.

- Duas beringelas. - Sim, aqui.

- Molho extra. - � ela a picante.

E os queijos fritos mistos.

� ele o gordo.

Bom apetite!

Deixa-me ver.

- Toma, queres gelo, Bernie? - Tenho o que o Bernie precisa. Anda c�.

- Tens o que eu preciso, Ray? - Uma arma?

Ent�o, isso � l�ngua.

Pensava que eras vegetariana.

O qu�, nunca se beijaram em p�blico?

Sim, claro que sim.

Houve aquele beijo no nosso casamento.

S� isso?

V� l�, est� ali o Papa.

- De certeza que est�s bem? - Estou �ptima.

Estar �ptima � mau.

- O que �? Que se passa? - N�o � nada.

Nada ainda � pior.

- V� l�. O que �? - Agora n�o. Os teus pais. Est� bem?

Ol�, pap�. Ol�, mam�.

Presta aten��o. Faz assim, est� bem?

"Stella!"

Linda menina!

Que est� a fazer?

Marlon Brando. "Eu podia ter sido um peso-pesado."

Pai, v� l�, s�o 22:30.

- Tive de a deixar ficar acordada. - Porqu�?

"Fiz-lhe uma proposta que ele n�o podia recusar."

Muito bonito, pai. Como est�o os g�meos?

V�o acordar a representar De Niro e Nicholson?

Ol�, meus queridos.

A m�e estava no escrit�rio?

Sim. Estava � procura de uma caneta para fazer as palavras cruzadas.

Sabias que a gaveta da tua mesa est� trancada?

Sim, agora trancamo-la.

Sim, assim os mi�dos n�o v�o l� mexer.

� uma boa ideia. Parti uma faca a tentar abri-la.

Vamos para a cama, Ally.

O duche est� partido.

Devia estar solto, porque quando lhe mexi...

saiu logo da parede.

Que est�s a fazer? Porque � que vieste c� tomar duche?

Ele voltou do trabalho e n�s est�vamos aqui...

e conheces o teu irm�o, n�o gosta de estar sozinho em casa.

- Podemos ir? Tenho frio. - Claro. V�, vamos embora.

Essa toalha � minha.

Mas depois podemos ir busc�-la.

- Eu amanh� arranjo-te o duche. - Claro que arranja.

Sabes aquele champ� que diz "Sem l�grimas"?

Sim.

H� l�grimas.

Sim. Est� mesmo partido.

Sabes como � que eu sei? Devia haver aqui uma casa de banho.

Deve ser dif�cil para o Robert, sendo t�o gigantesco.

Quando era pequeno, n�o o deixavam fazer festas no gato.

V� l�. N�o podia fazer festas ao gato.

- Tu n�o est�s bem. N�o est�s. - Estou �ptima, Ray.

V�s, eu teria acreditado se n�o tivesses acrescentado "Ray".

Importas-te? Tenho de fazer as malas. Amanh� vou para fora com os Mets.

Sim, for�a.

- � o meu irm�o, n�o �? - N�o, �...

� o meu pai. Sim, � mesmo chato.

N�o, n�o �.

� a minha m�e. Sim, � verdade, ela partiu-nos a faca.

Vamos mat�-la.

V� l�. Est�s sempre a dizer que nunca fazemos nada juntos.

Matamo-la e depois vamos ao cinema.

N�o sei o que foi que eu fiz.

Normalmente percebo quando sou eu.

Porque normalmente sou eu.

Ray, porque � que nunca �s afectuoso comigo?

O Bernie!

Viste como o Bernie � com a Linda?

Eu vi. Toda a gente v�. Parecem o Canal Playboy gr�tis.

De vez em quando, n�o faz mal nenhum.

Ele estava a beber.

- T�o apaixonados. - S�o uns b�bados. Os dois.

Ouve, eles est�o casados h� quanto tempo, dois anos?

Sim.

Ent�o n�o h� filhos, n�o h� exaust�o. Espera.

- Espero pelo qu�? - Por isto.

O barulho, o n�o dormir, a falta de tempo.

Por favor, compreende-me.

Tu nunca dizes "amo-te".

- Agora dizes que n�o te amo. - Tu n�o o dizes.

- Eu digo. - N�o dizes nada.

- Digo. - Quando?

Com o meu olhar!

Que est�s a fazer?

Estou a afundar-me.

Ouve, queres que o diga? Amo-te. Pronto, j� disse.

Est� bem. C� est�o as quatro palavras que todas as mulheres querem ouvir.

"Amo-te. Pronto, j� disse."

- V� l�. Eu n�o digo quando n�s... - Enquanto fazemos amor n�o conta.

N�o sei o que queres.

- Bem... - O qu�?

N�o sei. S�...

N�o importa.

Boa noite.

Ainda estou a fazer as malas.

V� l�, tomem o pequeno-almo�o.

- M�e, estou pronta para a sobremesa. - Sobremesa?

Ally, lamento, mas o pequeno-almo�o � a refei��o mais importante do dia.

Acaba os teus cereais de chocolate.

Bom dia, a todos.

- Ol�. - Ol�, meninos.

Toma, isto � para ti.

O que � isto? Um postal!

Levantei-me mais cedo para to comprar.

Porqu�?

Por causa daquilo que n�s, tu sabes...

"Para uma mulher especial."

"Um amor como o nosso � verdadeiro e real

Como um l�rio agarra o orvalho matinal"

"Cada dia nasce com uma alegria tal"

"Que como eu te amo n�o h� igual"

Sim.

T�o querido, Ray.

- �? - Sim. Adorei.

� um postal mesmo amoroso.

H� qualquer coisa que n�o bate certo. O qu�? N�o � suficiente?

Devia ter comprado aquele que saltava.

Se calhar tu... Tu n�o me percebeste.

Ainda queres que o diga.

Ouve, isto � melhor do que diz�-lo. Est� escrito.

Nem sequer assinaste: "Amo-te, Ray." Assinaste: "Est� bem assim? Ray."

Tu conheces-me. Sabes que fico pouco �-vontade nestas coisas.

Quando digo "amo-te", n�o soa bem. Parece um filme de m� qualidade.

- Ainda se riem de mim. - Que queres dizer com isso?

Algu�m ainda se ri de mim a dizer essas coisas.

Essas coisas?

Amas-me, pap�?

Sim, claro que te amo.

Amo-os a todos. E � mam�. Que bela mam�.

Vamos aclamar a mam�. Levantem as m�os e... Sim.

Desculpa. N�o sou bom a dizer essas coisas em voz alta.

� assim que eu sou. Os meus pais eram assim.

Est� bem, mas talvez isso n�o fosse correcto.

Quer dizer, queres passar isso para os teus filhos?

N�o.

Amo-te.

E eu a ti.

V� l�!

V� l�. Est� tudo aqui no postal.

Debra!

Stella!

Porcaria de bomba est�pida!

N�o brinques comigo, Deus.

- Pai. Quer ch� gelado? - N�o. Fico todo agitado.

Estou quase a acabar.

Maldita porcaria!

Por favor, pai, tenha calma.

- Achas que n�o sei o que estou a fazer? - Sim, claro que sabe. Mas calma.

Passa-me o raio do alicate.

Obrigado.

Oi�a, pai, quero perguntar-lhe uma coisa.

Pronto, j� est�!

Tens de te lembrar de duas coisas. � simples.

- Sim. O qu�? - Nada. A �gua quente agora � fria.

Que mais? A �gua vai sair?

Sim, claro. Isto � o que tens de fazer.

Apertas esta com for�a e depois empurras e rodas esta.

Vais precisar das duas m�os, pelo menos.

Sim. Pelo menos.

A �gua sai muito quente ao princ�pio.

Mas poupa-a. Vais precisar dela mais tarde.

- Pai, feche-a. - Anda, ajuda-me.

- Roda! - Estou a rodar.

- Roda-a! - Estou a rodar!

Obrigado.

Ou�a, pai.

Estava a pensar numa coisa.

Quando foi a �ltima vez...

que disse "amo-te"...

a algu�m?

Amo-te?

Sim.

O qu�, vives num conto de fadas, ou qu�?

S� queria saber.

Isto � a vida real, Raymond.

As pessoas n�o andam por a� a dizer isso.

Andam sim, pai.

- Diz-me uma pessoa. Uma. - A Debra.

� a fingir.

N�o � a fingir. � a s�rio.

Est� bem. A Debra, talvez.

Mas ela � boazinha.

- Porque � que me perguntas isto? - S� quero saber, mais nada.

- Alguma vez o disse � m�e? - Isso � pessoal.

� o meu pai.

A tua m�e e eu sabemos o que sentimos. Isso � da nossa conta.

O qu�?

- Ol�, Raymond, querido. - Ol�, m�e.

Est�s bom?

- O que � da nossa conta? - Nada. Mete-te na tua vida.

Disseste "nossa conta". De que estavam a falar?

Nada, n�o importa.

- Ele agora mente por ti? - Vai-te embora.

Corto aipo e tempero a porcaria da tua sandu�che de atum,

trago-ta do outro lado da rua, e nem tens a dec�ncia...

� o meu almo�o!

V� l�, n�o era nada. Era s� uma pergunta. Estava a perguntar,

porque � que ningu�m nunca diz "amo-te" por aqui?

Mas come�o a perceber que era uma pergunta est�pida.

N�o! N�o � nada est�pida.

H� uma �ptima explica��o para isso.

O teu pai n�o sabe o que � o amor.

- Pronto. L� vamos n�s. - Quando nos cas�mos,

eu estava sempre a diz�-lo.

- Diz-me uma vez. - Sempre.

- Quando � que o disseste? - Estava sempre a dizer!

Sou uma mulher muito afectuosa e amorosa.

Tu sabes disso.

Mas, quer dizer, depois de anos a dar e partilhar...

sem receber nada em troca, uma pessoa tende a...

- Disseste uma vez, em Albany. - Cala-te.

- Uma vez! - Cala-te!

Na noite em que comeste um bombom de rum.

Cala-te! V�s o que tenho de aturar?

N�o � preciso diz�-lo. Tudo bem.

Porque � que de repente � t�o importante para ti?

Os meus pais nunca o disseram.

Quando eram pequenos n�o queriam que os vossos pais vos dissessem?

- Claro que sim. - Mas eles n�o diziam.

Porqu�?

N�o queriam estragar-nos de mimos.

� assim que queremos ser? � assim que queremos que os nossos filhos sejam?

Qual � o mal de dizer "amo-te", de vez em quando?

N�o vivemos num conto de fadas, Raymond.

- Ol�, sopa azeda e quente. - Ajuda-me com eles.

V� l�, � divertido estar na pia.

Adoram isto, n�o �?

Olha para isto. Como a gordura se separa.

Todos limpinhos e brilhantes.

- Parece que me estou a ver. - Sim, se olhares mais abaixo.

Este tem uma racha.

Est� bem, ouve, tu tens raz�o.

Vou tentar mudar a minha forma de ser.

A s�rio?

Vamos andando.

Est� bem, obrigado. Obrigado, pai.

O duche est� arranjado...

e h� uma coisa que quero que saibas.

O qu�?

Bem, estivemos a falar e... Diz tu, Frank.

Amo-te.

Meu Deus! M�e, n�o!

- Amo-te, Debra. - M�e, j� chega.

M�e, est� a assust�-los.

Vai. Salva as crian�as.

Est� bem. Est� tudo bem.

Robbie, querido.

Amo-te. Lamento.

- Lamenta o qu�? - Por nunca o dizer.

Mas de agora em diante, vou diz�-lo a todos, sempre, a todos voc�s.

At� ao Frank. Amo-te.

N�o � esta a parte do filme...

em que ela devia ser alvejada pela verdadeira ela?

Estamos nesta vida t�o pouco tempo.

A nossa fam�lia devia saber o que sentimos.

Sinto que n�o � assim t�o pouco tempo.

Na verdade, ao princ�pio tamb�m me senti um pouco envergonhado.

Mas agora...

Meu Deus.

Amo-te, filho.

Est� bem. Obrigado, pai. E eu a si. Vou para aqui.

O que foi?

Bem, �s meu irm�o.

Amo-te, Raymond.

N�o s�o t�o queridos?

V� l�. P�ra! J� chega! Meu Deus!

Que raio se passa aqui?

- Contei-lhes a nossa conversa. - O qu�? Porqu�?

Achei que podia perceber porque sou assim.

Mas agora eu sei. Venho de um manic�mio!

- Amo-te, Deb. - Robert.

N�o.

Lembra-te do gato.

Obrigada, Rob. E eu a ti.

N�o era isto que eu queria.

Podem voltar todos ao normal?

Acho que era muito melhor antes de come�arem a amar-se.

Espera a�.

Isto � entre voc�s os dois. � um problema vosso.

Sim. Estava a tentar perceber porque � que n�o sou mais...

- expansivo e pensei... - Pensaste que a culpa era nossa.

� t�pico. Culpam-se sempre os pais.

O problema � teu e a primeira coisa que fazem hoje em dia � culpar a m�e.

Ningu�m a est� a culpar.

Se for culpa de algu�m, � do teu pai.

Por favor, parem.

N�o percebo.

Porque � que lidas assim com as coisas importantes que discutimos?

- Arrependo-me at� de ter falado nisto. - Tamb�m eu.

Digo-te uma coisa, nunca mais volto a incomodar-te com este assunto.

Vamos esquecer aquilo que eu disse, est� bem?

V� l�, Deb.

Daqui a duas horas tens o avi�o. Nem tens as malas feitas.

Desculpa.

Desculpa por estragar sempre tudo.

Nunca mais voltamos a falar nesta coisa do amor.

Nunca aconteceu.

Ol�.

- Fiz a cama. - Sim, bem vejo.

- Ouve... - N�o.

- O qu�? - N�o � preciso dizeres nada.

- N�o? - N�o.

- Sabes que mais? - O qu�?

- Vou perder o avi�o. - Est� bem.

- Eu ligo-te. - Est� bem.

- Ligo-te quando chegar. - Est� bem.

Adeus.

Amo-te.

- Lindo. - Desculpa, querido!

Acabou-se. De agora em diante, s� postais.

O pr�ximo "amo-te" vai estar num postal da Disney.

Tamb�m tenho saudades tuas.

At� amanh�. E, querida...

amo-te.

Habitua-te, porque vou passar a vida a diz�-lo.

Est� bem. Agora passa o telefone � mam�.

Legendas Ripadas por: Skywriter

Correc��es e Revis�o: fr3aky

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