Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Muito obrigado pela sua aten��o, Sr. Lasorda.
Est� bem, Tommy.
Agrade�o-lhe muito por esta entrevista. Vai ser r�pido.
Est� bem. Agora que se reformou,
gostaria de saber onde pensa ir com essa...
bolacha!
Pousa a bolacha!
N�o � o senhor, Sr. Lasorda.
Assustei-o? N�o queria assust�-lo.
N�o sabia que estava a comer uma bolacha.
Ol�, sou o Ray e vivo em Long Island com a minha mulher, a Debra.
Ela � bestial com os mi�dos, com a casa, com tudo.
N�o sei como ela consegue.
Temos uma filha, a Ally...
e dois rapazes g�meos de dois anos.
O problema n�o s�o os mi�dos.
Os meus pais vivem do outro lado da rua.
Isso mesmo.
E o meu irm�o vive com eles.
Nem todas as fam�lias desfilariam numa correia transportadora,
mas a minha f�-lo, porque...
Toda a gente adora o Raymond.
Pois.
O Nemo's � noite n�o � o m�ximo?
- As velas. - Sim.
- Luzinhas cintilantes. - Pois �.
- Um ambiente muito rom�ntico. - Sim.
Por isso � que o Papa come aqui.
Acham que ele disse mesmo:
"Para o meu amigo Nemo. A tua pizza � infal�vel."
Ele d� sorte.
Sim. Temos uma foto dele na loja a guiar um Jet Ski.
A ideia foi minha.
V�em, � inteligente e linda.
E desenfreada.
Pediste preliminares? Eu n�o pedi preliminares.
Est�s bem, querido? Est�s a suar.
Suo antes de vomitar.
- Duas beringelas. - Sim, aqui.
- Molho extra. - � ela a picante.
E os queijos fritos mistos.
� ele o gordo.
Bom apetite!
Deixa-me ver.
- Toma, queres gelo, Bernie? - Tenho o que o Bernie precisa. Anda c�.
- Tens o que eu preciso, Ray? - Uma arma?
Ent�o, isso � l�ngua.
Pensava que eras vegetariana.
O qu�, nunca se beijaram em p�blico?
Sim, claro que sim.
Houve aquele beijo no nosso casamento.
S� isso?
V� l�, est� ali o Papa.
- De certeza que est�s bem? - Estou �ptima.
Estar �ptima � mau.
- O que �? Que se passa? - N�o � nada.
Nada ainda � pior.
- V� l�. O que �? - Agora n�o. Os teus pais. Est� bem?
Ol�, pap�. Ol�, mam�.
Presta aten��o. Faz assim, est� bem?
"Stella!"
Linda menina!
Que est� a fazer?
Marlon Brando. "Eu podia ter sido um peso-pesado."
Pai, v� l�, s�o 22:30.
- Tive de a deixar ficar acordada. - Porqu�?
"Fiz-lhe uma proposta que ele n�o podia recusar."
Muito bonito, pai. Como est�o os g�meos?
V�o acordar a representar De Niro e Nicholson?
Ol�, meus queridos.
A m�e estava no escrit�rio?
Sim. Estava � procura de uma caneta para fazer as palavras cruzadas.
Sabias que a gaveta da tua mesa est� trancada?
Sim, agora trancamo-la.
Sim, assim os mi�dos n�o v�o l� mexer.
� uma boa ideia. Parti uma faca a tentar abri-la.
Vamos para a cama, Ally.
O duche est� partido.
Devia estar solto, porque quando lhe mexi...
saiu logo da parede.
Que est�s a fazer? Porque � que vieste c� tomar duche?
Ele voltou do trabalho e n�s est�vamos aqui...
e conheces o teu irm�o, n�o gosta de estar sozinho em casa.
- Podemos ir? Tenho frio. - Claro. V�, vamos embora.
Essa toalha � minha.
Mas depois podemos ir busc�-la.
- Eu amanh� arranjo-te o duche. - Claro que arranja.
Sabes aquele champ� que diz "Sem l�grimas"?
Sim.
H� l�grimas.
Sim. Est� mesmo partido.
Sabes como � que eu sei? Devia haver aqui uma casa de banho.
Deve ser dif�cil para o Robert, sendo t�o gigantesco.
Quando era pequeno, n�o o deixavam fazer festas no gato.
V� l�. N�o podia fazer festas ao gato.
- Tu n�o est�s bem. N�o est�s. - Estou �ptima, Ray.
V�s, eu teria acreditado se n�o tivesses acrescentado "Ray".
Importas-te? Tenho de fazer as malas. Amanh� vou para fora com os Mets.
Sim, for�a.
- � o meu irm�o, n�o �? - N�o, �...
� o meu pai. Sim, � mesmo chato.
N�o, n�o �.
� a minha m�e. Sim, � verdade, ela partiu-nos a faca.
Vamos mat�-la.
V� l�. Est�s sempre a dizer que nunca fazemos nada juntos.
Matamo-la e depois vamos ao cinema.
N�o sei o que foi que eu fiz.
Normalmente percebo quando sou eu.
Porque normalmente sou eu.
Ray, porque � que nunca �s afectuoso comigo?
O Bernie!
Viste como o Bernie � com a Linda?
Eu vi. Toda a gente v�. Parecem o Canal Playboy gr�tis.
De vez em quando, n�o faz mal nenhum.
Ele estava a beber.
- T�o apaixonados. - S�o uns b�bados. Os dois.
Ouve, eles est�o casados h� quanto tempo, dois anos?
Sim.
Ent�o n�o h� filhos, n�o h� exaust�o. Espera.
- Espero pelo qu�? - Por isto.
O barulho, o n�o dormir, a falta de tempo.
Por favor, compreende-me.
Tu nunca dizes "amo-te".
- Agora dizes que n�o te amo. - Tu n�o o dizes.
- Eu digo. - N�o dizes nada.
- Digo. - Quando?
Com o meu olhar!
Que est�s a fazer?
Estou a afundar-me.
Ouve, queres que o diga? Amo-te. Pronto, j� disse.
Est� bem. C� est�o as quatro palavras que todas as mulheres querem ouvir.
"Amo-te. Pronto, j� disse."
- V� l�. Eu n�o digo quando n�s... - Enquanto fazemos amor n�o conta.
N�o sei o que queres.
- Bem... - O qu�?
N�o sei. S�...
N�o importa.
Boa noite.
Ainda estou a fazer as malas.
V� l�, tomem o pequeno-almo�o.
- M�e, estou pronta para a sobremesa. - Sobremesa?
Ally, lamento, mas o pequeno-almo�o � a refei��o mais importante do dia.
Acaba os teus cereais de chocolate.
Bom dia, a todos.
- Ol�. - Ol�, meninos.
Toma, isto � para ti.
O que � isto? Um postal!
Levantei-me mais cedo para to comprar.
Porqu�?
Por causa daquilo que n�s, tu sabes...
"Para uma mulher especial."
"Um amor como o nosso � verdadeiro e real
Como um l�rio agarra o orvalho matinal"
"Cada dia nasce com uma alegria tal"
"Que como eu te amo n�o h� igual"
Sim.
T�o querido, Ray.
- �? - Sim. Adorei.
� um postal mesmo amoroso.
H� qualquer coisa que n�o bate certo. O qu�? N�o � suficiente?
Devia ter comprado aquele que saltava.
Se calhar tu... Tu n�o me percebeste.
Ainda queres que o diga.
Ouve, isto � melhor do que diz�-lo. Est� escrito.
Nem sequer assinaste: "Amo-te, Ray." Assinaste: "Est� bem assim? Ray."
Tu conheces-me. Sabes que fico pouco �-vontade nestas coisas.
Quando digo "amo-te", n�o soa bem. Parece um filme de m� qualidade.
- Ainda se riem de mim. - Que queres dizer com isso?
Algu�m ainda se ri de mim a dizer essas coisas.
Essas coisas?
Amas-me, pap�?
Sim, claro que te amo.
Amo-os a todos. E � mam�. Que bela mam�.
Vamos aclamar a mam�. Levantem as m�os e... Sim.
Desculpa. N�o sou bom a dizer essas coisas em voz alta.
� assim que eu sou. Os meus pais eram assim.
Est� bem, mas talvez isso n�o fosse correcto.
Quer dizer, queres passar isso para os teus filhos?
N�o.
Amo-te.
E eu a ti.
V� l�!
V� l�. Est� tudo aqui no postal.
Debra!
Stella!
Porcaria de bomba est�pida!
N�o brinques comigo, Deus.
- Pai. Quer ch� gelado? - N�o. Fico todo agitado.
Estou quase a acabar.
Maldita porcaria!
Por favor, pai, tenha calma.
- Achas que n�o sei o que estou a fazer? - Sim, claro que sabe. Mas calma.
Passa-me o raio do alicate.
Obrigado.
Oi�a, pai, quero perguntar-lhe uma coisa.
Pronto, j� est�!
Tens de te lembrar de duas coisas. � simples.
- Sim. O qu�? - Nada. A �gua quente agora � fria.
Que mais? A �gua vai sair?
Sim, claro. Isto � o que tens de fazer.
Apertas esta com for�a e depois empurras e rodas esta.
Vais precisar das duas m�os, pelo menos.
Sim. Pelo menos.
A �gua sai muito quente ao princ�pio.
Mas poupa-a. Vais precisar dela mais tarde.
- Pai, feche-a. - Anda, ajuda-me.
- Roda! - Estou a rodar.
- Roda-a! - Estou a rodar!
Obrigado.
Ou�a, pai.
Estava a pensar numa coisa.
Quando foi a �ltima vez...
que disse "amo-te"...
a algu�m?
Amo-te?
Sim.
O qu�, vives num conto de fadas, ou qu�?
S� queria saber.
Isto � a vida real, Raymond.
As pessoas n�o andam por a� a dizer isso.
Andam sim, pai.
- Diz-me uma pessoa. Uma. - A Debra.
� a fingir.
N�o � a fingir. � a s�rio.
Est� bem. A Debra, talvez.
Mas ela � boazinha.
- Porque � que me perguntas isto? - S� quero saber, mais nada.
- Alguma vez o disse � m�e? - Isso � pessoal.
� o meu pai.
A tua m�e e eu sabemos o que sentimos. Isso � da nossa conta.
O qu�?
- Ol�, Raymond, querido. - Ol�, m�e.
Est�s bom?
- O que � da nossa conta? - Nada. Mete-te na tua vida.
Disseste "nossa conta". De que estavam a falar?
Nada, n�o importa.
- Ele agora mente por ti? - Vai-te embora.
Corto aipo e tempero a porcaria da tua sandu�che de atum,
trago-ta do outro lado da rua, e nem tens a dec�ncia...
� o meu almo�o!
V� l�, n�o era nada. Era s� uma pergunta. Estava a perguntar,
porque � que ningu�m nunca diz "amo-te" por aqui?
Mas come�o a perceber que era uma pergunta est�pida.
N�o! N�o � nada est�pida.
H� uma �ptima explica��o para isso.
O teu pai n�o sabe o que � o amor.
- Pronto. L� vamos n�s. - Quando nos cas�mos,
eu estava sempre a diz�-lo.
- Diz-me uma vez. - Sempre.
- Quando � que o disseste? - Estava sempre a dizer!
Sou uma mulher muito afectuosa e amorosa.
Tu sabes disso.
Mas, quer dizer, depois de anos a dar e partilhar...
sem receber nada em troca, uma pessoa tende a...
- Disseste uma vez, em Albany. - Cala-te.
- Uma vez! - Cala-te!
Na noite em que comeste um bombom de rum.
Cala-te! V�s o que tenho de aturar?
N�o � preciso diz�-lo. Tudo bem.
Porque � que de repente � t�o importante para ti?
Os meus pais nunca o disseram.
Quando eram pequenos n�o queriam que os vossos pais vos dissessem?
- Claro que sim. - Mas eles n�o diziam.
Porqu�?
N�o queriam estragar-nos de mimos.
� assim que queremos ser? � assim que queremos que os nossos filhos sejam?
Qual � o mal de dizer "amo-te", de vez em quando?
N�o vivemos num conto de fadas, Raymond.
- Ol�, sopa azeda e quente. - Ajuda-me com eles.
V� l�, � divertido estar na pia.
Adoram isto, n�o �?
Olha para isto. Como a gordura se separa.
Todos limpinhos e brilhantes.
- Parece que me estou a ver. - Sim, se olhares mais abaixo.
Este tem uma racha.
Est� bem, ouve, tu tens raz�o.
Vou tentar mudar a minha forma de ser.
A s�rio?
Vamos andando.
Est� bem, obrigado. Obrigado, pai.
O duche est� arranjado...
e h� uma coisa que quero que saibas.
O qu�?
Bem, estivemos a falar e... Diz tu, Frank.
Amo-te.
Meu Deus! M�e, n�o!
- Amo-te, Debra. - M�e, j� chega.
M�e, est� a assust�-los.
Vai. Salva as crian�as.
Est� bem. Est� tudo bem.
Robbie, querido.
Amo-te. Lamento.
- Lamenta o qu�? - Por nunca o dizer.
Mas de agora em diante, vou diz�-lo a todos, sempre, a todos voc�s.
At� ao Frank. Amo-te.
N�o � esta a parte do filme...
em que ela devia ser alvejada pela verdadeira ela?
Estamos nesta vida t�o pouco tempo.
A nossa fam�lia devia saber o que sentimos.
Sinto que n�o � assim t�o pouco tempo.
Na verdade, ao princ�pio tamb�m me senti um pouco envergonhado.
Mas agora...
Meu Deus.
Amo-te, filho.
Est� bem. Obrigado, pai. E eu a si. Vou para aqui.
O que foi?
Bem, �s meu irm�o.
Amo-te, Raymond.
N�o s�o t�o queridos?
V� l�. P�ra! J� chega! Meu Deus!
Que raio se passa aqui?
- Contei-lhes a nossa conversa. - O qu�? Porqu�?
Achei que podia perceber porque sou assim.
Mas agora eu sei. Venho de um manic�mio!
- Amo-te, Deb. - Robert.
N�o.
Lembra-te do gato.
Obrigada, Rob. E eu a ti.
N�o era isto que eu queria.
Podem voltar todos ao normal?
Acho que era muito melhor antes de come�arem a amar-se.
Espera a�.
Isto � entre voc�s os dois. � um problema vosso.
Sim. Estava a tentar perceber porque � que n�o sou mais...
- expansivo e pensei... - Pensaste que a culpa era nossa.
� t�pico. Culpam-se sempre os pais.
O problema � teu e a primeira coisa que fazem hoje em dia � culpar a m�e.
Ningu�m a est� a culpar.
Se for culpa de algu�m, � do teu pai.
Por favor, parem.
N�o percebo.
Porque � que lidas assim com as coisas importantes que discutimos?
- Arrependo-me at� de ter falado nisto. - Tamb�m eu.
Digo-te uma coisa, nunca mais volto a incomodar-te com este assunto.
Vamos esquecer aquilo que eu disse, est� bem?
V� l�, Deb.
Daqui a duas horas tens o avi�o. Nem tens as malas feitas.
Desculpa.
Desculpa por estragar sempre tudo.
Nunca mais voltamos a falar nesta coisa do amor.
Nunca aconteceu.
Ol�.
- Fiz a cama. - Sim, bem vejo.
- Ouve... - N�o.
- O qu�? - N�o � preciso dizeres nada.
- N�o? - N�o.
- Sabes que mais? - O qu�?
- Vou perder o avi�o. - Est� bem.
- Eu ligo-te. - Est� bem.
- Ligo-te quando chegar. - Est� bem.
Adeus.
Amo-te.
- Lindo. - Desculpa, querido!
Acabou-se. De agora em diante, s� postais.
O pr�ximo "amo-te" vai estar num postal da Disney.
Tamb�m tenho saudades tuas.
At� amanh�. E, querida...
amo-te.
Habitua-te, porque vou passar a vida a diz�-lo.
Est� bem. Agora passa o telefone � mam�.
Legendas Ripadas por: Skywriter
Correc��es e Revis�o: fr3aky
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.