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Bom dia.
N�o.
Larry, n�o.
- O qu�? O que foi? - N�o usaste esse casaco ontem?
Sim, estou a usar a mesma roupa.
N�o me apeteceu passar pelo processo de decis�o da escolha de roupa.
� horr�vel! Sabias? Est� na hora de te livrares dele.
O qu�? Qual � o problema?
Tudo! Olha s�! � castanho avermelhado.
- Sim, � castanho. - Tem...
- Achas que � uma boa cor? - Acho que sim.
N�o �. Porque n�o o despes? Vou dar roupas ao sem-abrigo
que anda pela esta��o de servi�o.
Tenho este casaco desde que comecei o "Seinfeld".
- Acredito. - � o casaco da noite do programa!
Com certeza. Mas est� na hora...
de actualizares o teu guarda-roupa, n�o achas?
O qu�? Deixa-me! O que queres...?
Ser� r�pido e indolor.
- O Richard Lewis est� no escrit�rio. - Est� bem.
N�o vou estar c� este fim-de-semana,
caso queiras entrar em contacto comigo.
- Onde vais? - Monterey.
- Que bom! - A irm� da Cheryl vai casar.
- A Becky vai casar? A s�rio? - Sim, vai casar com um judeu.
A s�rio? Tamb�m eu. S�o os melhores maridos.
Ele vai converter-se. Vai ser baptizado e tudo mais.
- A s�rio? - Sim. Mas sabes que mais?
Vou deixar-te o contacto de onde vou estar, para qualquer emerg�ncia.
Vim c� por causa da cassete e agrade�o-te, mas eu...
C�us! Odeio fazer isto, porque interpretas sempre mal.
Interpretas sempre tudo mal.
H� sete anos, eu estava em Paris e lembro-me exactamente...
Esquece Paris!
Roubaste a minha mensagem do meu atendedor de chamadas.
- Est�s maluco? Enlouqueceste? - Sei que tens �tica, eu tamb�m tenho.
Odiamos que nos roubem piadas. Odeio que me roubem a mensagem.
Que raio de conversa � essa?
Tens uma mensagem no atendedor igualzinha � minha e isso irrita-me.
- � a minha mensagem! - Escrevi-a em Paris.
Escreveste-a em Paris? Tinha a mensagem h� sete anos!
- Mentira! - Sete anos...
Escrevi-a h� sete anos e meio.
Em quem vais confiar?
Um ex-alco�lico ou uma pessoa l�cida 24 horas por dia, toda a vida?
- Faz-me um favor? - O qu�?
Por favor, muda-a, j� me irrita. As pessoas telefonam-me.
Ligam e dizem: "A do Larry � igual." N�o � do Larry, � minha!
N�o tenho mulher, n�o tenho...
Os meus pais morreram. Tens fam�lia.
V� l�, muda-a! Podes? Por favor.
Ele n�o tem mulher e os pais j� morreram.
Eu apego-me �s coisas. Faz-me um favor e muda a mensagem.
Eu mudo-a, porque n�o tens mulher. Perdeste os teus pais.
Rio-me j� que �s engra�ado.
E eles teriam agora 95 anos, mas j� morreram.
- Estou a rir, mas... - � uma pena!
- J� acabaste? - J�! N�o roubei a tua mensagem.
N�o a roubei. Tu � que a roubaste, mas sabes que mais? O adulto sou eu!
- Como queiras. - O adulto sou eu!
Que disparate!
Ol�! N�o estamos c�. Deixe uma mensagem ap�s o sinal. Obrigado.
Fant�stico!
- Qual � o problema? - O problema? N�o � justo!
- Ao menos, � uma confiss�o de culpa. - N�o � uma confiss�o de culpa!
Como pode ser uma confiss�o? Agi como um adulto.
Sou um grande homem! Sou um homem importante!
�s um homenzinho insignificante!
N�o mudes isso.
Lembro-me de quando criaste aquela mensagem.
E, depois, para mostrar que sou adulto,
mudei a mensagem mesmo � frente dele, no escrit�rio.
- Do escrit�rio? - Sim.
N�o sabia que se podia fazer isso. Pensava que tinhas de estar aqui.
O que preciso? Preciso de um fato de viagem?
Sim, precisas de um fato de viagem, um para usar no baptismo...
- Ent�o, devemos... - J� agora, o que � um baptismo?
- N�o sabes? - N�o fa�o ideia.
- Est� relacionado com �gua? - Sim.
- N�o acredito que n�o saibas. - N�o sei o que �.
Vais descobrir amanh�. Vais testemunhar tudo.
O que usa um gentio comum num baptismo?
- Qualquer coisa... - Casaco azul, camisa branca, gravata?
- Tens isso? - O meu Santo Ant�nio...
Caqui e um casaco azul seria excelente.
E, depois, algo para o casamento?
E para o dia seguinte? Caramba! � dif�cil!
O tipo vai converter-se... Porque vai fazer isso?
Voc�s v�m para o nosso lado, n�s n�o vamos para o vosso.
Os Judeus n�o se convertem. Estou surpreendido.
Se ele n�o se convertesse, ela n�o casaria com ele.
Conhe�o muito bem a Becky. Ela � muito...
� muito dedicada � religi�o dela.
Porque levam os Crist�os tudo t�o a peito no que toca a Cristo?
N�o s� t�m de vener�-lo, como querem que todos o fa�am.
Por exemplo, gosto de lagosta. Ando a impingir lagosta �s pessoas?
Digo-lhes: "T�m de gostar de lagosta. Comam lagosta. � bom."
N�o � s� onde vivemos.
Vamos a �frica, viajamos pelo mundo.
"Comam lagosta, um pouco mais de lagosta. � bom."
- N�o creio que seja... - "Queremos que comam lagosta."
Lagosta e religi�o... n�o vejo as semelhan�as.
A que horas nos v�m buscar, de manh�?
Eu levo o carro.
- N�o. - N�o quero ir de t�xi.
Nunca aparecem.
Assim, temos de encontrar lugar no parque do aeroporto.
Sa�mos mais cedo, n�o h� problema.
- Olha s� para isto! - � roupa a mais.
V� l�, querido! Vamos embora!
N�o encontro os bilhetes.
Quando foi a �ltima vez que os viste?
No escrit�rio.
Deixei-os no escrit�rio. Merda!
N�o faz mal, temos tempo.
N�o h� problema, temos tempo. Levant�mo-nos cedo.
N�o est�o l�. Eu sei onde est�o.
Ontem, quando introduzi o c�digo de seguran�a do escrit�rio,
estava ali um tipo medonho, a olhar para mim,
e ele viu-me a marcar os n�meros.
Aposto que entrou no escrit�rio. Ele estava ali fora!
Sabia que ia acontecer algo.
Algu�m roubou bilhetes de avi�o para Monterey?
Devia ter avisado o porteiro.
Porque haveriam de roubar bilhetes para Monterey?
Monterey � um lugar lindo.
Roubaram mais alguma coisa?
N�o tomei aten��o.
Est� l� tudo, a nossa morada, telefone...
Ele n�o vai assaltar a nossa casa, vai para Monterey.
Que disparate! Vou telefonar para a companhia e contar tudo.
Ele n�o embarca com os nossos bilhetes.
Porque n�o? � um bilhete! Entrega-o e embarca no avi�o.
N�o, n�o � assim que funciona. N�o sei.
- Pronto, explica-lhes a situa��o. - Sim... Estou? AirWest?
Obrigada.
V�o passar a chamada.
Ol�! Chamo-me Cheryl David e sou...
Estou � espera.
Ent�o? O qu�?
Continuo � espera, Larry. Como estamos de tempo?
N�o sei. Vamos conseguir, acho eu.
Ol�! Vamos a caminho do aeroporto. Os nossos bilhetes foram roubados.
Algu�m vai embarcar no avi�o com os nossos bilhetes.
N�o, n�o, eu...
Estou novamente � espera.
V�o chamar um supervisor.
Olha para isto!
- Devo ir pela Lincoln? - Como queiras.
- Preciso da tua opini�o. Diz-me. - Vai pela Lincoln.
O parque � ali.
Ol�.
Certo! Deixe-me s�...
N�o, porque eu j� falei consigo.
� o que estou a dizer. N�o posso... N�o me pode ajudar.
- N�o, eu preciso de um... - Esquece!
Sabe que mais? Esque�a! J� estamos no aeroporto.
- N�o h� lugar. - Bem...
- � inacredit�vel! - � dif�cil estacionar no aeroporto.
Grande novidade, Larry!
- Dev�amos ter vindo de t�xi. - Meu Deus!
- Larry, j� estivemos aqui. - O que � que este tipo vai fazer?
Boa!
Desculpe, vai sair? Ele vai sair.
Lindo!
Vamos correr at� � zona de embarque. Talvez j� esteja no nosso lugar.
Ser� que trouxe companhia?
Porque � que este tipo demora tanto?
- Que raio est� a fazer? - Nada.
N�o h� problema, n�o se apresse. N�o est� ningu�m � espera.
Telefone, beba um cafezinho.
Depois, uma bela sandocha!
Fa�a uma sesta, n�o h� problema.
O que est� a fazer a� dentro?!
Troque de lugar, pode fazer isso aqui. Estou a tentar apanhar um avi�o!
Chegasse mais cedo! N�o tenho culpa!
- Obrigado pela dica. - Ela vai sair.
�ptimo! Pronto...
Boa!
Que raio...?!
- Ele n�o...? - � amigo!
Se o parque est� cheio, porque o deixam entrar?
At� deviam mult�-lo.
Tenho de andar �s voltas, feito parvo, durante 15 minutos?
Meu Deus! Que fila!
- O que queres fazer? - N�o temos tempo para ficar na fila.
- N�o podemos passar � frente. - � uma excep��o.
- Vamos ao balc�o e explicamos-lhe. - Ao balc�o?
Explicaremos a situa��o. N�o temos tempo, Larry. Anda!
Onde pensam que v�o?
- Estamos na fila. - Algu�m roubou os bilhetes.
Perdemos os nossos bilhetes.
Gostaria de ajud�-los. V�o para o fim da fila.
N�o temos tempo. Eu estava ao telefone...
T�m de ir para o fim da fila, por favor.
Estas pessoas t�m estado � espera.
- Ser�o atendidos na sua vez. - O avi�o est� cheio?
Por favor, v� para o fim da fila, j�!
Lamento imenso a interrup��o. Bem, onde �amos? J� est� tudo...
Descobri o tipo! � aquele tipo!
- O qu�?! - Encontrei o tipo!
Pode devolver-me o bilhete.
- Quero o bilhete. - N�o sei do que est� a falar.
Do que estou a falar? O bilhete que roubou do meu escrit�rio.
Memorizou o c�digo da porta, entrou no escrit�rio. Quero o bilhete!
Deve ter-me confundido com algu�m. N�o tenho o seu bilhete.
- Certo! - Tenho o meu bilhete.
- � claro que tem! - � uma afli��o! A minha m�e morreu!
Pois claro... Gostaria de v�-lo, sim?
- � o seu bilhete, certo? - Quer ver o meu bilhete?
- Quero, sim. - Quer ver? Vamos v�-lo, ent�o!
- Sim... - Que nome � este?
� o seu nome? N�o, � o meu! Chris Darga.
Se o bilhete fosse seu, diria "Imbecil de Merda"!
- Cretino! - Os meus p�sames pela sua m�e.
Sras. e Srs., voo 1459 da AirWest com destino a Monterey, Calif�rnia.
Embarque nas filas 16 a 30.
Repito, todos os passageiros do voo 1459 da AirWest para Monterey
dirijam-se �s portas de embarque 16 a 30.
Sei o que fez.
- Est� a falar comigo? - Sim.
- Eu sei. - O qu�?
- O bilhete. - Que bilhete? Que conversa � essa?
- O bilhete para Monterey. Ora! - Deve ter-se enganado na pessoa.
Devolva-me o meu bilhete!
N�o tenho o seu bilhete. Que conversa � essa?
Ora! O bilhete!
V�-se lixar!
Est� bem.
Sras. e Srs, voo 1459 da AirWest com destino a Monterey.
Portas de embarque de 1 a 15.
- O que est�s a fazer? - � procura do tipo.
Olhaste para estas pessoas?
N�o sei quem procuras, Larry.
�ltima chamada para o voo 1459, directo a Monterey.
Pedimos aos restantes passageiros que embarquem.
O seu voo s� parte daqui a uma hora.
Tem muito tempo. Ainda nem est�o a embarcar.
Chamamo-lo, quando estivermos prontos. Obrigado.
Perdemos os nossos bilhetes. Temos de embarcar neste voo.
Roubaram-nos! E est�o neste avi�o.
- N�o h� lugares. Est� esgotado. - J� temos bilhetes.
A quest�o � que algu�m est� nos nossos lugares.
- N�o creio que seja... - � muito poss�vel!
A porta est� fechada. N�o tenho poder legal para entrar no avi�o.
- Posso p�-los noutro voo... - Ocuparam os nossos lugares!
- Temos bilhetes para este voo. - Posso ver os bilhetes, por favor?
- N�o os temos. - Foram roubados.
N�o posso entrar no avi�o. Nada posso fazer.
A �nica coisa que posso fazer � p�-los no pr�ximo voo que chegar� �s 16h00.
Na verdade, n�o adianta.
Perder�amos o baptismo, perder�amos...
Estamos a tentar ir a um casamento e temos de l� estar muito em breve...
Tenho uma ideia que pode resultar. Talvez resulte.
N�o � para Monterey, mas posso mand�-los via S. Francisco.
�s 10h30, est�o em S. Francisco. � s� uma hora de voo.
Podem alugar um carro para ir para Monterey. 160 km.
Chegariam l� por volta das 14h00.
Assim, n�o perd�amos o baptismo. Pode ser.
Vou marcar tudo. Preciso de um cart�o de cr�dito para as reservas.
Larry, d�-lhe o teu cart�o de cr�dito.
Tens o telem�vel?
Quero telefonar ao Richard Lewis. Quero que corrobores esta mensagem.
- Isso � t�o rid�culo! - Porque � rid�culo?
Que mensagem t�o engra�ada! Onde foste buscar essa ideia?
�s t�o espertinho! Estou aqui sentado, com a minha mulher,
e acho que ela pode esclarecer esta controv�rsia.
- Por isso, espera. - N�o, n�o quero fazer isso.
- V� l�, Cheryl! - N�o quero falar.
N�o me apetece falar, neste momento!
Ela falar� contigo pessoalmente. Quer discutir isto pessoalmente.
- Embarque do voo 627, S. Francisco. - Obrigado.
Todos os passageiros nas portas 16 e superiores podem embarcar.
- Est� tudo pronto? - Quanto tempo � at� Monterey?
- Cerca de duas horas. - Duas horas? Ainda vamos a tempo.
Vou eu a conduzir. Obrigada.
Valha-me Deus! Mais devagar!
Vou verificar as chamadas.
J� bebeste sumo de uvas frescas?
J� bebi de ma�� fresca, mas nunca de uvas.
Nunca provei sumo de cereja fresca nem de p�ra fresca.
Nunca vi uma p�ra. Nunca vi uma p�ra fora da frutaria.
O que se passa? Nem h� mensagem.
A mensagem que mudaste do teu escrit�rio?
- N�o est� a funcionar? - N�o.
Verificaste tudo depois de a mudares?
N�o, n�o verifiquei. Pensava que tinha feito tudo bem.
E da�?
Perdemos umas chamadas, nada de especial.
� uma regi�o bonita, n�o achas? Mas que belas vistas!
Se calhar, dev�amos mudar para c�. Achas?
Acho que devias olhar para o mapa e descobrir onde estamos.
Instalar-nos? Achas que j� assent�mos?
O que precisamos para estarmos instalados?
Temos uma casa. E cadeiras.
As uvas s�o boas em gasosa, como variedade de pastilha,
mas ser� que fica bem numa tarte?
Tarte de uvas? Isso n�o existe.
N�o sei. Pens�vamos que precis�vamos do Alasca e do Havai?
Vamos estragar tudo.
Estragaram os Estados Unidos continentais!
Temos uma bela costa do Pac�fico, do Atl�ntico. S�o os EUA continentais!
Basta os que temos. N�o somos o Imp�rio Brit�nico.
Est�o a tentar transformar-nos em Imp�rio Brit�nico?
- Afinal, o que � Puerto Rico? - Por favor, estou a tentar conduzir.
Percorremos 500 metros.
- Deve ser algures por aqui, certo? - � uma fileira de pinheiros?
Ficarei danada se perdemos isto. � uma fileira de pinheiros.
J� pass�mos os pinheiros.
- Parece um carro. - S�o pinheiros?
- � um carro? - Malditas indica��es!
Vamos parar, sair do carro e procurar!
- Deve ser algures por aqui. - N�o sei.
Pare!
N�o, Larry!
O que se passa? N�o! Meu Deus! Querido, bate as pernas!
Meu Deus! V� busc�-lo! Ele n�o sabe nadar!
- Socorro! - Apanhe-o! Respira! Bate os p�s!
Meu Deus!
Aguenta!
Como est�o?
Algu�m precisa de uma muda de roupa seca?
- Um banho quente? - Est�s contente com isto, Larry?
� isto que tinhas planeado, imbecil?
- Querida, n�o faz mal. - Faz, sim! Qual � o teu problema?
Pensava que ele estava a afog�-lo. Lamento.
Tretas! N�o querias que ele se convertesse.
- Vieste a gritar para parar tudo. - Quero l� saber se ele se converte!
Que disparate! N�o querias perder um judeu.
N�o me importo! Fica com todos!
N�o os quero. Esse era o objectivo do baptismo.
- O que queres dizer com isso? - N�o quero que sejas judeu.
- Diz-lhe que foi um acidente. - N�o sabia o que era um baptismo.
Nunca tinha visto um baptismo.
- Como podes n�o saber o que �? - Nunca assisti a um.
Nunca assisti a uma circuncis�o, mas sei o que �.
Ele n�o queria interromp�-lo.
Larry, posso dar-lhe uma palavrinha, s� um segundo?
Venha c�! N�o me conhece. Sou Dave Levin, o cunhado do tot�.
- Acabou de fazer algo muito corajoso. - N�o, eu n�o fiz nada.
N�o precisa de agradecer.
De judeu para judeu, � um acto de bravura chegar e intervir.
- Nem sequer... - Um mitzvah pela fam�lia. Obrigada.
- � a minha mulher. - Muito bem. Com licen�a. Parab�ns!
Mas eu nem... Pensei que estava...
N�o seja modesto. Est� connosco. Agora, est� connosco, percebeu?
A quest�o �: o que fazemos agora? Quando � que voltamos l�?
- Certo. - Como assim?
- Temos de acabar. - Acabar? J� fiz o que disse que faria.
Mergulhei, fiquei debaixo de �gua.
- Come�aste, mas n�o resultou. - N�o acabou.
- A culpa n�o � minha. - Tens de voltar para l�.
Mergulhei-te uma vez. Tem de ser tr�s vezes. Faltam dois mergulhos.
Est�o a gozar? N�o quero mais mergulhos.
- Dois mergulhos. - Basta de mergulhos!
N�o quero voltar para l�. J� foi dif�cil da primeira vez.
Gostei da forma como lhe disse que nunca viu um baptismo.
- Nunca ouvi tal coisa. - Foi genial!
� um g�nio!
Achei que alguma coisa tinha de ser feita, a s�rio.
Conseguiu! Conseguiu mesmo, rapaz!
- E disse aquilo sobre o baptismo. - O rabi Akiva diz que basta um homem.
N�o temos de fazer isto num rio. H� uma banheira nesta casa?
Sim. � claro que temos uma banheira!
Traga-me um copo de �gua, eu borrifo-o.
- N�o precisa de mais nada. - N�o creio que seja o rio.
- Acho que n�o devia fazer isto. - O qu�?
N�o sei o que � ser baptizado ou o que se sente.
Senti algo. Quando estive submerso, tive uma revela��o,
como se fosse uma mensagem de Deus para que n�o fizesse aquilo.
Depois de sair da �gua, senti-me ainda mais judeu.
O que est�s a dizer?
Aconteceu-me qualquer coisa l�, algu�m ou algo estava a dizer:
"S� feliz sendo quem �s. �s judeu e n�o faz mal."
Mas preciso que sejas crist�o antes de casarmos.
Quem � que faz uma coisa dessas?
- Sinto-me bem. - E deve sentir-se.
- � fant�stico! - � um her�i!
Obrigado.
Gostaria que falasse no bat mitzvah da minha filha.
Algo me fez mudar de ideias e faz-me sentir diferente agora.
- Ent�o, n�o vamos casar. - N�o me vou baptizar.
- Est� bem. Sheldon, Becky... - Larry, ouviste isto?!
N�o vamos casar. J� est�s contente, filho da m�e?
N�o lhes chames filho da m�e! Ele n�o �! Fez algo maravilhoso, hoje.
- O qu�? - O que est�s a dizer?
Ser crist�o n�o � maravilhoso?
- Ele n�o est� a dizer isso. - O recrutamento ofende-nos.
N�o precisamos de voc�s!
Para voc�s, � tudo um grande problema!
� bom voltar a casa!
Ali est� o meu casaco! � o tipo a quem deste o meu casaco!
Podem ajudar-me?
Lembra-se de mim? Dei-lhe o casaco.
Esse casaco era meu! Fica-lhe muito bem.
Ainda bem que lhe deu jeito. Aqui tem.
- Mais uma vez, obrigado... - Est� bem. Adeus!
Meu Deus! Sim?
Encontrei estes bilhetes de avi�o.
Tentei ligar-lhe. O n�mero de telefone estava aqui.
N�o t�m um atendedor de chamadas?
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