All language subtitles for Dime.tu.nombre.S01E03.Angel.1080p.AMZN.WEB-DL.DD+5.1.H.264-playWEB

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian Download
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional) Download
co Corsican
hr Croatian Download
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French Download
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian Download
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American) Download
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

DIZ-ME O TEU NOME

Padre.

Padre!

Venha comigo.

O que se passa?

Chamamos uma ambulância?

A tua família sabe que estás aqui?

A Antara.

O quê?

A Antara sabe.

Quem é a Antara?

Ela.

Ela, quem?

Vai buscar a Sonia.

Tem de ser um erro.

Analisámos o sangue, Sonia.

Está de 11 semanas. Não foi do ataque.

Mas eu não posso...

Não posso engravidar. A doutora sabe.

Fiz tratamentos.

Não faço sexo há meses, doutora.

- Oiça, Sonia... - Juro.

Então, é um milagre.

O que se está a passar?

Não posso fazer muito daqui.

O que raio se passa comigo?

Por favor.

Há testes...

Fi-los há muito tempo, no deserto.

Que testes?

Podem ajudar a saber o que se passa no teu corpo.

Se estás...

É óbvio que estou grávida.

Se tens um jinn dentro de ti.

Se tenho um jinn dentro de mim?

Referes-te ao feto?

Como se faz esse teste?

Sozinha, não podes.

Precisas de alguém que te guie.

Alguém com fé.

Um imã?

A religião não importa.

Isto é real, Sonia.

Vão-se embora!

Vão-se embora!

- Por favor. - Carmen.

Não, Marga. Nada de "Carmen".

O que estão a fazer é uma vergonha!

- Saiam daqui! - Carmen!

- Já chega! - Não, não chega!

- Têm de ir embora. - Ninguém vai.

- Estás a defendê-los? - Deixa a guarda trabalhar.

Vamos lá ter calma.

- Porque permitem isto? - Estamos a fazer isto por ti.

- Não o façam. - São violadores!

- Não o façam! - Basta. Acabou-se.

- Vamos, malta. - Basta.

- Tem calma. - Não me toques.

- Para. - Já chega.

Vamos. Cristina, vai ali.

Sonia! Diz-me só uma coisa.

Quantos mostraram solidariedade contigo?

Quantos?

Ele adormeceu logo.

Estava esgotado.

Alguém o terá levado a Río Blanco.

Não. Tem os pés muito feridos.

Deve ter ido a pé.

Cinco quilómetros, de noite? Para se abraçar a uma cruz?

Não. Não faz sentido.

Temos de perceber, Omar.

Se os assistentes sociais souberem disto, podem ter problemas.

- Porquê? - Porque são pais dele.

- Estás a culpar-nos? - Ninguém está a culpar ninguém.

É aquela voz.

Que voz?

A que ouve na cabeça. Ele diz que fala com ele.

Às vezes, oiço-o à noite.

Porque não disseste nada?

Para não acharem que está louco.

Estás a falar de quê?

- Não decides o que vamos achar. - Iriam culpar-nos a todos.

Explicam-me o que se passa?

Não estamos loucos.

- Ninguém acha isso. - Mas vão achar.

Depois, ninguém me tirará daqui.

Badra!

Precisamos do Safir, mais que nunca.

O Safir não vai voltar.

Vão deportá-lo.

Como é que vou comprar os trabalhadores?

Sabemos de quem és filho. Tens dinheiro

para pagar anos de salários às famílias para se irem embora.

- Estás louca? - A sério.

A Sonia tem um acordo com o governo. Outros virão.

Paga aos empresários para que não os contratem.

E que ganho eu? Arruíno-me?

Os mortos não sairão.

Desculpa? Que mortos, Carmen?

Os que estão lá dentro.

Não podes dizer essas coisas.

Está bem.

Também os quero fora daqui,

mas não o conseguiremos com disparates.

Achas mesmo que é um disparate?

Rober! Ouve-me...

Isto vai ser um desastre.

Alá é grande.

Alá é grande.

Alá é grande.

Alá é grande.

Alá é grande.

Alá é grande.

Louvado seja Deus, o Senhor dos Mundos, o Bom,

o Rei do Dia do Juízo Final. Adoramos-Te

e a Ti recorremos. Guia-nos no caminho certo

daqueles que auxiliaste. Acima deles...

Ninguém sai.

Ninguém sai.

Quem é que não sai, Carmen?

Eles.

Eles, quem?

JUNHO DE 1991

Quem foi castigado, padre. Os demónios.

E esses demónios falam contigo?

Não, falam com a menina, que, depois, me diz.

Que menina?

A filha do Caçador.

E essa menina tem nome?

Antara.

Não vieste ao ensaio do coro.

- Nem penso voltar. - Porquê?

Porque o padre e a igreja estão a lavar as mãos disto.

Voltei a ouvir as tuas cassetes.

Pensei que as deitara fora.

Porque o faria?

Acusaram-no de intrusismo, lembra-se?

O Dr. Bermejo disse: "É padre, não terapeuta."

Não foi mau. Muitos chegaram à catarse.

E tu falavas muito

de uma voz na tua cabeça.

Lembras-te?

Falava-te de demónios.

Quer voltar a brincar aos terapeutas?

O Radi,

o filho do Omar,

também ouve vozes e também fala da Antara.

Tenho os antipsicóticos que me deram ali.

Se quiser, posso dar ao Radi.

Não acho que seja loucura.

Não acha que seja loucura?

Desde quando acredita, padre? Porque, a mim, não me ouviu.

Estou a tentar compreender, Carmen.

Sabe que o Cristo da minha mãe explodiu do nada?

Na mesma noite que o Radi entrou na sua igreja.

Quem é o Caçador?

Quem é a Antara?

Não, padre. Saber não resolve nada.

- O que resolveria, então? - Tirar os mouros de Fuensanta.

Que deixem aquele sítio em paz.

Estás a falar do quê?

Estou só a brincar, amigo.

Ouve, estou a falar a sério.

O meu pai está cá, estão todos.

Espera um pouco.

Radi?

Estou só a brincar.

O que estás a fazer?

Quer que vamos à cave.

Com quem estás a falar?

Com o Abdelhakim. Queres vê-lo?

Radi, não está ninguém aqui, só eu.

Aproxima-te.

Ele não te fará mal.

Radi, estamos sozinhos.

Aproxima-te mais.

Na minha garganta.

INTERRUPÇÃO LEGAL DA GRAVIDEZ

Acredita em exorcismos?

Como?

Sabe que não sou religiosa.

Mas?

Fui atacada há quatro semanas e estou grávida de dez.

Não estive com ninguém nem sou a Virgem,

não é um milagre.

Algo mudou desde que fomos àquele sítio.

Sonia, sou apenas

um padre normal. Não sei nada dessas coisas.

Já viu muita coisa.

Falámos de quando viveu na Argentina.

Sim, mas não do Demónio.

Não desse tipo de demónio.

E quantos tipos há, padre?

O Safir tem uma teoria. No islamismo, chamam-se jinns.

Diz que é preciso uma pessoa de fé para realizar testes.

- Que testes? - Não sei.

Um ritual ou algo assim. Não sei.

Estás a pedir-me que faça um ritual muçulmano?

Porque não fala com o Safir? Pode tomar uma decisão depois.

Não estavas mal das costas?

Das costas, dos rins...

- Da próstata... - Pois.

Mas aí estás tu, a trabalhar como se nada fosse.

Pois, sim.

Perdeste-te?

Ou vieste dizer-me que te expulsaram de Río Blanco?

Porque o fariam?

Por dificultar a vida do arcebispo.

Padre Lucio, como se atreve a falar assim?

Diz "ámen" com essa boca?

- Vá lá, tens tabaco? - Sim.

Fresquinho, de Cuba.

Do que gostas.

Se não vieste por causa do arcebispo, vieste por causa da outra coisa.

Que outra coisa?

Regressas à Argentina.

Não, Lucio, sabes que não. Não.

Não, vim por outra coisa.

Fuensanta.

Os Vermelhos incendiaram a igreja de Fuensanta em 1937.

Se são tragédias que procuras...

- Estavas lá? - Não.

Estava em Burgos, no seminário.

O padre Graciano contou-me. Sobreviveu por milagre.

O diácono foi alvejado atrás da sacristia.

Que horrível.

O melhor que fizemos foi dessacralizar a igreja

assim que as pessoas partiram.

Os magrebinos querem usá-la como local de culto.

Os "magrebinos".

Aprendeste isso com as ONG?

Começaram a escavar para reforçar os alicerces e descobriram uma cave.

E, se continuarem a escavar, vão encontrar os Visigodos.

Pois, mas eles...

Andam a falar de demónios.

- Não me surpreende. - Porquê?

Antes de ser igreja, foi uma cripta.

Traziam os mouros de Badajoz para os julgamentos em Toledo.

Que julgamentos?

Os da Inquisição.

Como sabes isso?

Porque o padre Graciano me disse. Estava nos papéis da paróquia.

Não te lembras de mais nada?

Sim.

Que vou fazer 74 anos.

Não, a sério. Uma menina, chamada Antara, diz-te alguma coisa?

E um "caçador"?

Havia um avicultor que caçava mouros.

Ele era uma espécie de poeta.

Escreveu as suas aventuras numa série de baladas,

à Lope de Vega, mas com um toque da Extremadura.

Onde estão esses papéis?

Foram queimados. Arderam todos em 1937.

Os Vermelhos foram os verdadeiros demónios!

O que se passa aqui?

Não me vais dar uma mãozinha?

Vejamos...

Olha para o galo.

Vão pôr ovos enormes, vais ver.

Não viste. Não sabes o que é.

Se saíres da casa dos teus tios, só vais atrasar o processo de adoção.

- Mas há casas de acolhimento. - Não, Badra.

Se o pedirmos, abrem uma investigação e suspendem tudo.

Peço-lhes que durmas na sala para não o ouvires à noite.

- Ele tem um olho na garganta! - Ninguém...

Juro! Eu vi-o!

Toma, bebe isto.

É uma situação delicada.

Há quem só veja problemas em Fuensanta

e queira usar o Radi para lançar dúvidas.

- Dúvidas, medo... - Eu tenho medo.

E agradeço que fales comigo. Para podermos estar juntas nisto.

Se algo lhe acontece,

tenho de ser a primeira a saber para poder ajudar.

Badra,

ninguém te fará mal.

Serão só uns dias.

Pedirei autorização para ficares comigo umas semanas.

- Quando? - Hoje. Prometo.

O que foi?

Ainda me queres adotar?

Porque perguntas isso?

Vais ter um bebé.

- Quem te disse isso? - O Radi.

Ele sabe que estou grávida?

Diz que o Abdelhakim lhe disse.

Posso ajudar-te a tratar do bebé, como irmão mais novo.

- Como fiz com o Radi. - Badra...

Não arranjarei problemas. Vou amá-lo.

- Não sei. - Não sabes o quê?

Quero que a minha filha sejas tu.

Mas podes ter-me a mim e ao bebé.

Estamos neste processo há dois anos.

Não deixarei que nada mude.

Não sei se sou forte para aguentar tudo.

Por isso, preciso da tua ajuda.

Da Noruega.

Deve ser daquele tal "padrinho" que tens.

É um CD com músicas para ensaiar e praticar.

Não cries muitas expectativas.

Falámos ao telefone.

Até te enviar um bilhete para a Noruega e um contrato,

não acreditaria nele.

Não sou bom o suficiente?

- Não é isso. - Devia ter ficado no deserto?

Para tocar darbuka nas tendas?

Não. Por mim, podias ter sucesso a dançar tango.

Não é isso. É só que...

Não gostaria que gozassem contigo.

É só isso. Não me ligues.

Queria perguntar-te,

o que achas que o Radi estava a fazer, agarrado ao Cristo?

Não faço ideia.

Talvez procurasse algo, não sei.

- Procurasse algo? - Refúgio.

O que sabes dos exorcismos islâmicos?

- A Ruqyah? - A quê?

"Al-Ruqyah Al-Shariah." É como se chama.

E o que é?

Não se vê muito nas cidades.

Só nas aldeias. Usam-na para se curarem.

Aqui, têm a sorte de ter sempre um médico perto.

Não é assim lá. É muito mais fácil recorrer a Deus.

Dá-lhes esperança.

Onde não chega a ciência, chega a fé.

É o padre que o diz.

Em vez de tocares bateria, devias dar sermões.

Não, é melhor ficar-me pela música.

É a minha religião.

"E Jesus disse-lhe: 'Afasta-te de mim, Satanás!

Pois está escrito

que deves adorar o Senhor, teu Deus, e só O servir a Ele.'

Então, o Diabo deixou-o

e vieram anjos servi-lo."

Mateus 4:10.

"E ele curou muitos doentes, de várias enfermidades."

"E expulsou muitos demónios."

Avé Maria, cheia de graça,

o Senhor é convosco.

Bendita sois Vós entre as mulheres

e bendito é o fruto do Vosso ventre, Jesus.

Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores,

agora e na hora da nossa morte. Ámen.

REZAMOS POR TI E PELO TEU BEBÉ

"E ele não deixava os demónios falarem."

Bendita sois Vós entre as mulheres

e bendito é o fruto do Vosso ventre, Jesus.

"Porque o conheciam."

Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores,

agora e na hora...

Marcos 1:34.

"Também saíam demónios de muitas pessoas,

que diziam aos gritos:

'Tu és o Filho de Deus!'

Mas ele repreendia-os e não os deixava falar,

porque eles sabiam que ele era o Messias."

Lucas 4:41.

"E, ao cair da tarde,

trouxeram muitas pessoas possuídas por demónios a Jesus,

que os expulsou com as suas palavras,

curando todos os doentes.

Para que se cumprisse o que o profeta Isaías

dissera:

'Ele tomou as nossas enfermidades

e suportou o peso das nossas doenças.'"

Sonia Gamón?

Sonia?

Posso contar-lhe a versão longa ou curta.

A mais prática.

Leu As Mil e Uma Noites?

- Sim, há muitos anos. - É a mesma coisa.

Lembra-se da história do pescador e do génio na garrafa?

Esse génio era um jinn.

São seres com entidade própria.

Não são do Inferno, mas do mundo intermédio.

E que mundo é esse?

Outra realidade, padre.

E o senhor

acredita que um jinn

desse mundo intermédio

entrou em contacto com a Sonia e o rapaz?

Cruzaram-se.

Não me pergunte como, porque não sei.

Mas há algo naquela cave.

É essa a sua intuição?

A lei islâmica tem regras para determinar se alguém foi possuído.

Baseamo-nos na xaria, padre.

Não somos feiticeiros.

Os jinns têm as suas razões para possuir um corpo.

Alguns querem provocar dor, enganar ou confundir.

Outros simplesmente querem algum amor.

E há jinns judeus, católicos...

Não querem saber da religião.

É por isso que, primeiro, temos de descobrir de onde vêm

e o que querem.

E como o podemos descobrir?

Perguntando-lhes.

Sei que, durante o ritual católico,

o padre não pode falar com a pessoa possuída,

mas, no islâmico, isso é obrigatório.

Sem medo. Sem culpa.

Temos de falar com eles.

Convencê-los a ir-se embora.

A Ruqyah consiste nisso.

E quer que faça isso com o Radi?

Com o Radi.

Com a Sonia.

Mas sou um padre católico.

Qualquer um pode realizar a Ruqyah,

seja muçulmano ou não.

A única condição é que seja alguém de verdadeira fé.

E qual é a fé verdadeira, a sua ou a minha?

Ainda acha que se trata de religião?

Nós os dois temos muito em comum.

Estivemos no exército.

Eu como oficial, o senhor como capelão.

Na Argentina.

Um tempo sombrio, não?

Isto é sobre o mal.

E o mal não quer saber a quem rezamos.

Não sabe nada de fé,

e não quer saber.

Achas que isso te vai salvar dos mortos?

Há uma forma melhor de nos livrarmos dos trabalhadores.

- Qual? - Uma queixa ao ministério.

Uma queixa?

Insalubridade, intoxicações...

Foi o que aconteceu ao tal Radi.

Há que justificá-lo bem.

E nada de referir fantasmas.

Se for lá uma inspeção, terão de ir embora.

Não fui capaz.

Fico contente.

Um aborto só traz culpa e arrependimento.

Não sei, padre.

Se isto é tudo coisa de demónios...

Vamos descobrir.

Prometi ao Safir.

Ele deu-me isto, é...

... a primeira sura do Corão, a Al-Fatihah.

"Em nome de Alá, o Bom..."

Escrevi-a foneticamente.

Parece ser a mais usada na Ruqyah.

- E só tem de a ler? - Não.

Não. Também temos de pesar a roupa do Radi e a tua.

Segundo o Safir,

se o jinn estiver presente, manifestar-se-á.

É aí que terei de falar com ele e pedir-lhe que se vá.

E se ele não quiser?

Se não quiser, temos de o afogar com água de rosas.

Tenho-as aqui.

O Safir disse para fazermos isso?

Vi fazerem-no na minha aldeia.

Afogarão o Radi com água de rosas?

Espero que não.

Nem sei se acredito

no que vamos fazer, mas...

... pediste-me ajuda por ser um homem de fé.

Por isso, tenhamos fé.

Vem rezar, vem à salvação, começámos as orações.

Alá é grande.

Deus é o único deus. Não tem igual.

Coloquem-se na posição certa.

Alá é grande.

Alá é grande.

Louvado seja Deus, Senhor dos Mundos, o Bom, o Rei do Dia do Juízo Final.

Adoramos-Te e a Ti recorremos.

Guia-nos no caminho certo daqueles que auxiliaste.

Badra.

Temos de ir já.

O quê?

À cave.

Que horas são?

Se o fizermos, o Abdelhakim vai-se embora.

Para onde?

Para bem longe. Vai deixar-nos em paz.

Ou vens comigo, ou vou sozinho.

E o teu pai?

Ele fá-lo dormir.

- Devíamos chamar alguém. - O Abdelhakim ajuda-nos.

Anda!

E agora?

O Abdelhakim sabe.

Radi, espera.

Espera um minuto.

Radi, não vás.

Radi, espera por mim.

Radi, onde estás?

A minha filha...

Mãe?

Mãe?

Foge!

Mãe...

- Foge! - Não, mãe! Mãe!

Foge!

Foge!

Foge!

Foge!

Foge!

Quem és tu?

O meu pai não quer que ninguém saia.

Mas não sou daqui.

Ninguém sai.

- Por favor. - Ninguém sai.

- Tenho de ir. - Ninguém sai.

- Por favor. - Ninguém sai.

Ninguém sai.

A Sonia está aqui.

Muito bem.

Vamos a isso.

Achei que viria de sotaina.

Não. Isto é uma coisa minha.

Não quero arrastar a igreja se correr mal.

Se correr mal, excomungam-no na mesma.

O que se passa?

O que aconteceu?

O que se passa?

Omar, o que aconteceu?

Legendas: Vânia Cristina

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.