All language subtitles for Vampyr - Der Traum des Allan Grey (1932).ptb

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Original subtitles

Vampyr foi produzido em 1931/32 em vers�es em alem�o, franc�s e ingl�s.

Os negativos originais de imagem e som foram perdidos.

C�pias parcialmente completas das vers�es alem� e francesa

serviram de base para esta restaura��o.

A nova vers�o alem� de 1998 resultou de uma colabora��o entre

a Cineteca del Comune di Bologna, a Deutsche Kinemathek e a ZDF/Arte.

Esta � a hist�ria das estranhas aventuras do jovem Allan Gray.

Seus estudos sobre o satanismo e o vampirismo

de s�culos passados fizeram dele um sonhador,

para quem as barreiras entre o real e o sobrenatural se tornaram t�nues.

Numa tarde, em um de seus passeios sem rumo,

ele chegou a uma pousada solit�ria pr�xima � vila de Courtempierre.

Quem est� a�?

D� a volta pelo outro lado.

Boa noite.

Boa noite.

Na noite de lua, luzes e sombras, vozes e rostos,

pareciam tomar um significado oculto.

Allan Gray sentiu que a penumbra tomava o controle.

Em seu c�rebro, ele buscou prote��o contra o indiz�vel terror.

O medo do intang�vel o seguiu num sonho agitado.

Quem � voc�?

Quieto!

Ela n�o deve morrer, me ouviu?

Para ser aberto ap�s a minha morte.

Que terr�vel segredo estava se revelando? Allan Gray sentiu que,

uma alma humana com medo da Morte estava pedindo ajuda,

e uma voz interior o ordenava a seguir tal chamado.

Justin, venha aqui!

Onde ele est�?

Doutor em Medicina

Ouviu algo?

Sim, uma crian�a.

Uma crian�a?

Sim, sim, uma crian�a.

Aqui n�o tem nenhuma crian�a!

Mas... os cachorros?

Aqui n�o tem crian�as, nem cachorros!

N�o?

N�o.

Boa noite.

Boa noite.

Ele seguiu as sombras e entrou em um parque.

Entre as antigas �rvores, um castelo

erguia suas torres na neblina da noite de ver�o.

O homem, que Allan Gray viu nessa mesma noite na pousada,

vivia aqui isolado com suas duas filhas e uns poucos criados.

As feridas est�o quase cicatrizadas.

Sim.

O sangue! O sangue!

Voc� n�o pode ir para a cama at� que o m�dico chegue.

Apresse-se!

R�pido!

Abra, pelo amor de Deus!

O que houve?

R�pido, r�pido.

Jeanne, acenda a luz na biblioteca.

Ele... est�... morto.

Vai ficar conosco?

Para onde ele vai?

Para a pol�cia!

Para ser aberto ap�s a minha morte.

"A Hist�ria dos Vampiros" por Paul Bonnard.

Relatos sobre os horrendos dem�nios chamados vampiros.

Quando nas �pocas de lua cheia, os mortos,

atormentados por causa das terr�veis a��es que praticaram enquanto viviam,

sa�am de suas sepulturas para sugar o sangue de crian�as e jovens...

...para assim poderem prolongar suas vidas numa terra de sombras.

O Pr�ncipe das Trevas � sua companhia,

e lhes d� o poder sobrenatural no reino dos vivos e dos mortos.

Nessas noites, essas criaturas do abismo visitam

as casas dos vivos para espalhar a morte e o desespero.

Aquele que cai nas m�os de um vampiro perece sem esperan�as.

Uma pequena ferida na garganta, como uma mordida de um rato ou de um gato,

� a marca de sua condena��o eterna.

Nem a Medicina...

Leone!

Onde?

Ali, no prado. Leone.

Leone!

...a crescer acostumado ao seu miser�vel destino -

o qual, apesar da dor no corpo, traz incont�veis agonias � alma.

Assim, como uma epidemia,

a �nsia do vampiro por sangue

se projeta sobre a v�tima,

a qual se converte, ela pr�pria, num vampiro...

...e passa a procurar por novas v�timas entre seus pr�prios parentes.

Fam�lias inteiras, at� aldeias inteiras,

podem ser, assim, infectadas por eles.

Se eu pudesse ao menos morrer!

N�o, n�o, Leone!

Eu sei que estou perdida.

Estou amaldi�oada!

Acho que Leone est� morrendo.

Isso foi um grito?

Venha, a carruagem voltou!

Veja!

Sangue!

Sombras de criminosos executados s�o os seus ajudantes.

Os vivos tamb�m podem ser for�ados a fazer seus terr�veis atos.

Um relato da Hungria nos fala do m�dico de uma vila,

que tendo vendido sua alma ao Diabo...

tornando-se o ajudante de um vampiro...

foi c�mplice de uma s�rie de terr�veis crimes nesse lugar. Aqui, os vampiros...

Houve duas mortes desde esta manh�. Aqui temos uma.

-Mortes? -Sim, tivemos duas v�timas aqui.

Voc� vai ver.

Ela tem outra daquelas marcas na garganta.

Vamos ver.

Boa noite.

Boa noite.

Fique aqui.

Ela est� muito mal.

-Pulso? -Fraco.

Ela poder� ser salva?

Talvez.

Mas ela precisa de sangue.

Sangue humano.

Voc� dar� o seu sangue?

Ent�o venha, jovem...

Vou extrair o seu sangue.

Por que o m�dico sempre vem � noite?

O vampiro, tendo obtido completo poder sobre sua v�tima,

tenta de todas as maneiras lev�-la ao suic�dio;

levando-a ao que ir� tomar posse de sua vida por toda a eternidade.

Para o suicida, as portas dos C�us est�o fechadas...

...toda a esperan�a est� perdida!

Oh, seu demon�aco...

Irm�!

Venha aqui.

Voc� pode ir dormir agora.

Escutou?

...o enigma da vida? Quem pode penetrar...

...nos segredos ocultos da luz do dia?

Assim como � estranha a exist�ncia do vampiro...

...igualmente estranha � a maneira de quebrar seu poder.

Esses monstros, que n�o podem encontrar a paz, devem ser assassinados

para que a humanidade perseguida possa ser libertada desse pesadelo.

Muitos monast�rios e bibliotecas t�m, em seu interior...

Doutor.

Estou perdendo meu sangue.

Que idiotice! Seu sangue est� aqui!

...relatos sobre como algumas vezes os vampiros se tornaram inofensivos.

Na aldeia de Kisilova, que foi assombrada por

um vampiro com forma de anci�, seguiram todos os seus passos.

Ao amanhecer, sua sepultura estava aberta;

onde ela parecia estar adormecida.

Atravessaram uma estaca de ferro em seu cora��o,

e cravaram sua alma repulsiva na cripta.

Ela ent�o teve uma verdadeira morte, e este foi o fim de seus crimes.

Venha comigo!

...seremos uma s� alma, um s� corpo...

...a Morte est� esperando!

...certos locais foram acossados por vampiros.

H� muitos anos atr�s houve uma epidemia mortal

na aldeia de Courtempierre, que tomou para si onze vidas.

Os m�dicos deram a esse mal um nome cient�fico.

Mas entre a popula��o se espalhou o rumor de que um vampiro estava....

jogando seu pr�prio jogo. Muitos acreditaram que este vampiro era

Marguerite Chopin, que estava enterrada no cemit�rio.

Por toda a sua vida, Marguerite Chopin foi um monstro em corpo de ser humano.

Ela morreu sem arrependimento, e na hora de sua morte a Igreja negou-lhe o Sacramento.

Acorde! Algo terr�vel est� acontecendo!

Venha, r�pido!

Irm�, tenho medo de morrer...

Estou condenada!

Oh, meu Deus! Oh, meu Deus!

Oh, meu Deus!

Irm�, ela n�o deve morrer.

Ela tem que viver, at� o amanhecer!

Do p� viestes e ao p� retornareis.

Agora, v�o!

R�pido!

Sinto-me forte... Minha alma est� livre!

A Marguerite Chopin, Sr. Misericordioso, conceda o descanso eterno.

Voc� est� aqui!

Abra! Est� me ouvindo?

N�o est� me ouvindo?

Deixe-me sair daqui, deixe-me sair!

Maldito! Abra esta porta!

Tradu��o: Gianfranco Marchi

MOVIMENTO CINEMA LIVRE

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