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ANTERIORMENTE EM SPARTACUS: GODS OF THE ARENA
Fa�a-o foder essa aqui e eu assistirei.
Depois que contei das virtudes da casa de Batiatus...
Ordenei ser apresentado imediatamente.
Ficarei com esta.
Anseio por v�-la nos jogos...
e seu homem, Gannicus, nas lutas principais.
Seja l� que eles pensem, ganhei as principais
-por m�rito de Gannicus. -Ele n�o participar� dos jogos.
O dia de hoje apresenta uma rara oportunidade.
Auctus, um homem forjado por mim,
enfrentar� Crixus, forjado por voc�.
O resultado mostrar� se o filho aprendeu
algo de valor com o pai.
Parece que subestimei Crixus, assim como subestimei meu filho.
-Ficarei ao seu lado. -Permanecer� aqui?
At� que a vida deixe este corpo.
DarkSide Dark Gladiators
Darks: azamba89 Renatinha | Finovsk
PARTE IV EMBAIXO DA M�SCARA
Mantenham a fila.
Siga-me.
Por aqui.
Uma rede e um tridente?
O homem parece um pescador, n�o um gladiador.
O estilo � chamado Retiarius, trazido das regi�es distantes.
Deveriam levar de volta. Prefiro o Murmillo.
A multid�o tem opini�o diferente.
Em breve, haver� um Retiarus em todas as lutas.
E o ludus que n�o o possuir, ser� exclu�do.
Muito bem.
Mas d� a rede e o tridente a um de seus homens sem valor.
-N�o falei? Escute-os. -Um espet�culo, com certeza.
Seria melhor visto do camarote.
O convite foi feito.
-E recusado? -O camarote � muito isolado.
Verei os jogos aqui, entre as pessoas.
Com meu filho ao meu lado.
Sua hora chegou.
Uma bela l�mina.
Que ser� empunhada com prop�sito mortal.
Repita minhas palavras de modo que Dagan as entenda.
Carrega a marca da Irmandade.
Uma honra da qual ainda n�o � merecedor.
Seu verdadeiro teste o aguarda.
Sobreviva e se considere um de n�s.
Morra...
E prove-se incapaz, como eu imagino.
Morra e esse puto ficar� feliz.
Ele vai comemorar meu pau na sua bunda.
Dagan diz que honrar� a casa de Batiatus com sangue.
Assim como o poderoso Ashur.
E n�o morram muito r�pido.
V�, Ashur!
Vamos...
Boa, porra!
Hasdrubal cai!
Como todos os homens que enfrentam Ashur!
O homem clama ser capaz do que n�o �.
Est� inflamado pelo momento.
Talvez tenha performance melhor da pr�xima vez.
Fala do que nunca acontecer�.
Agora que as lutas menores acabaram,
vejamos algo not�vel.
Vettius, fa�a a apresenta��o.
Dou ao povo de C�pua minha mais recente aquisi��o.
Digna de causar paix�es!
E medo a todos que o enfrentarem!
Das mais obscuras terras ao leste do Reno,
contemplem Caburus! Murmillo!
A multid�o gosta da oferenda de Vettius.
Gritam mais alto para Gannicus, e continua distante das areias.
Entre Drappes! Thraex!
Crixus � promissor, mas tem a mesma sorte.
Nossos homens s�o vitoriosos, e recompensados com a exclus�o.
Frutos colhidos quando ofende um homem acima de sua posi��o.
Comecem!
S� tentei proteger nossa casa. Como qualquer lanista faria.
Por�m sua ambi��o atrapalha seu julgamento.
Devemos ser humildes para reparar a rela��o com Tullius
-e ver nossos homens na arena. -Que seja r�pido.
Se tiv�ssemos homens na abertura da nova arena...
Buscar posi��o t�o alta foi o que o fez perder privil�gios.
Remova isso de seus pensamentos...
e coloque sua inten��o e esfor�o atr�s de causas mais l�gicas.
Como encontrar um homem bom como Caburus.
Temos a chance de aproveitar a antiga arena,
mas nos deixam de lado. Sem qualquer considera��o.
Considero uma b�n��o ficar longe de companhia t�o desagrad�vel.
Do jeito que Titus nos olha, me admira n�o termos queimado.
Ele � um homem velho com suas manias.
Ele � uma g�rgula com um pau.
Transformando todos a seu redor em pedra.
Titus n�o se sente bem com a poeira e o calor.
Sua sa�de o far� voltar � Sic�lia em breve.
At� l�, sairei de sua t�o opressiva casa.
Me abandonaria?
Voc� tem um marido.
Um homem que a protege de amea�as imagin�veis ou n�o.
Eu estou s�, privada de tal prote��o.
Uma condi��o delicada que deve ser resolvida.
Nunca estar� s� enquanto eu respirar.
Palavras que me confortam.
No entanto, um marido rico me confortaria mais.
Ent�o devemos encontrar digno de tal causa.
Uma possibilidade se apresenta da maneira mais agrad�vel.
-Conhece esse homem? -J� o vi em Roma.
Sem o obst�culo de uma esposa.
Que sorte cruzarmos com ele nessa hora e lugar.
Em horas dif�ceis, a sorte d� lugar a a��es mais assertivas.
Petronius?
Os deuses me aben�oam com sua presen�a?
Gaia. Fomos apresentados em um dos encontros de Varus.
Sim, sim. Claro. Minhas desculpas.
N�o s�o necess�rias.
Encontr�-lo de maneira inesperada � animador.
-Lucretia pode dizer... -Voc� � Lucretia?
Esposa do lanista Batiatus?
-Eu o chamo de marido, sim. -Fiquei sabendo de sua casa.
E os prazeres que cont�m.
Barca perdeu a forma desde a queda de Auctus.
Seu pau encontrar� outro buraco para foder.
Voltamos banhados pelo sangue dos oponentes.
Hasdrubal e Kleitos pereceram!
Os primeiros entre muitos que cair�o sob nossas espadas.
V�o se banhar.
Cambada de lambe cu.
Gannicus. Fa�a par com Rhaskos.
Para qu�?
Se n�o vou lutar na arena, continuarei aqui, na sombra.
Doctore.
Mande o homem subir. Quero conversar.
Magnetius.
Um dos melhores campe�es que essa casa j� forjou.
-Era um tit�. -Como todos meus campe�es.
O resultado de anos de treinamento,
dedica��o, sacrif�cio.
Considera-se um igual?
Na arena, sou igual a todos.
Um campe�o � mais que suas vit�rias na areia.
Ele � a soma de suas a��es.
Toda decis�o, n�o importa o tamanho, representa o homem.
E o equil�brio de seu cora��o.
Em seu peito bate o cora��o de um le�o.
E pelo que bate?
A casa de Batiatus.
Leve-o de volta ao ludus.
Viu? O homem luta pela honra da casa.
Como seus campe�es, no passado.
Gannicus fala as palavras que sabe que quero ouvir.
Ele n�o � campe�o em minha casa.
Falo com Petronius obviamente interessada,
e tudo o que ele faz � falar da casa de Batiatus.
Temo ter perdido meu toque delicado.
Seu toque � muitas coisas. Delicado n�o � uma delas.
Est� de mau humor.
Se not�cias do que ofereceram chegaram at� Petronius,
quanto demorar� at� que Titus fique sabendo?
Talvez ele deva saber. O choque mataria o bode velho.
Voc� zomba, enquanto tudo amea�a desmoronar.
A �nica amea�a � voc� e Quintus ca�rem nas gra�as da elite.
Como uma puta cai nas gra�as do homem em cima dela.
N�o � como se toda Roma soubesse.
Apenas os mais privilegiados,
cochicham sobre os deleites oferecidos entre essas paredes.
Deleites que Petronius e amigos anseiam por testemunhar...
A mera ideia � loucura.
Se Titus descobrisse...
Que divers�o meu pai impede agora?
Nada importante...
Cruzamos com Petronius no mercado.
Voc� conhece o nome?
Como todo homem de neg�cios e em busca deles.
Ele tamb�m conhece seu nome.
E demonstrou interesse em provar sua oferendas mais ex�ticas.
Com amigos da mesma posi��o dele.
E como Petronius soube de tais coisas?
Varus e Cossutius.
T�m as l�nguas mais soltas que os paus.
Petronius parte para Roma depois de amanh�.
Devem se decidir rapidamente, ou perder�o a oportunidade.
Com o apoio de Petronius, podemos participar
-da abertura da nova arena. -Quintus, seu pai...
Arrume tudo. Cuidarei do meu pai.
Melitta.
-Uma palavra. -N�o tenho nada a dizer.
� um assunto importante.
Um momento.
Evita meu olhar.
Como deveria evitar o meu. Menos suspeitas surgir�o.
N�o surgir�o tamb�m se 2 amigos pararem de se falar?
-O que aconteceu entre n�s... -N�o foi nossa escolha.
Devemos evitar pensar nisso e nunca falar sobre.
Minha l�ngua cede diante de tal aviso.
No entanto, pensar em voc�...
Se mostra um problema.
A lembran�a sumir� com o tempo.
Assim como todas as coisas erradas.
�ramos como irm�os, mas n�o mais.
Os homens n�o mais me aceitam como um gladiador.
E ainda n�o me respeitam como Doctore.
At� Gannicus se recusa a seguir minhas instru��es.
Gannicus n�o segue nada al�m de seus desejos,
desafiando o bom senso.
Deve lhe ensinar que est� sozinho no comando.
E, com pulso firme, apagar quaisquer d�vidas.
Mostre a todos o homem ao qual dei meu cora��o.
Gnaeus!
Sua habilidade com a espada � question�vel.
A rede e o tridente ser�o suas armas agora.
Uma merda de rede, Oenomaus?
Far� o que eu comando, sem se queixar.
Ou ter� a carne tirada dos ossos.
Sim, Doctore.
Voltem a treinar!
Fala como J�piter, jogando raios do c�u.
Elevados pelas palavras e o toque de minha esposa.
Agora lute com Barca. E fique longe da sombra.
Barca! Fa�a utilidade de sua lan�a.
De novo!
Seu homem mostra fogo hoje.
Aceso por suas palavras, tenho certeza.
-Vinho doce, r�pido. -Estou bem.
A tosse e a palidez dizem o contr�rio.
Est� h� muito tempo longe do ar da costa.
Ficarei longe da Sic�lia por mais tempo.
N�o gaste f�lego com esse assunto.
N�o o levaria para t�o longe.
Mas que tal um dia ou mais perto das �guas de N�poles?
Sim, para recuperar a cor.
Minha �nica preocupa��o � este ludus,
e v�-lo alcan�ar gl�rias.
Ent�o permita que nossa viagem sirva 2 prop�sitos.
Podemos olhar a embarca��o de escravos,
e tentar encontrar um campe�o que agrade a ambos.
Algu�m para competir com o novo homem de Vettius?
Beba.
Conspiram contra um velho.
Para o seu bem. Tome provid�ncias.
Vamos � N�poles.
Atenda meu pai.
Cuidei dele, como prometi.
Mande Gaia avisar Petronius. Receber�o convidados esta noite.
E se ele e seus convidados abusarem?
Os apetites de um homem n�o s�o facilmente contidos
-com as palavras de uma mulher. -Chamaremos Solonius.
Ficar� em meu lugar e falar� pela casa, se precisar.
-Quintus... -N�o se preocupe.
Sirva Petronius e seus convidados.
Com a satisfa��o deles,
nossa posi��o nos jogos de abertura ser� garantida.
Pegou algum peixe hoje com a sua redinha?
Recompensa pela vit�ria na arena.
Continuem e receber�o mais.
Vou gastar tudo em boceta.
Dagan pergunta por que recebeu mais.
Fizemos o mesmo sobre as areias.
Diga que ele recebe o dobro porque voc� vale meio homem.
Sou um gladiador como ele.
Se n�o precis�ssemos de voc� para traduzir o que ele diz,
nunca teria a chance de bramir uma espada.
P�o.
Para suas aves.
Doiros era o irm�o que mais estimava.
Era um guerreiro valente,
como meu pai, e todos antes de n�s.
Assisti enquanto ca�ram sob as lan�as dos Arveni.
Minhas m�os ainda pequenas para erguer uma espada.
Fui for�ado a servir. Me curvar e humilhar.
Primeiro aos merdas que levaram minha fam�lia.
E depois aos romanos a quem me venderam.
N�o se passa um dia em que n�o sonhe
em honrar os mortos com vit�rias e sangue.
Auctus � a primeira vida que tiro em batalha.
Ele n�o ser� esquecido.
As aves eram de Auctus.
Nunca gostei delas.
Agora s�o tudo o que restou.
C�PUA N�POLIS
Fique reto!
E esse aqui?
Veja como seu f�sico � formado,
com um m�sculo sobre o outro?
Uma boa aquisi��o para qualquer ludus.
-Uma boa oferta, n�o �? -N�o gastaria dinheiro.
O homem pende para a esquerda, revelando um ferimento na perna.
Inadequado para os homens de olhos atentos.
Vamos dar aten��o a algo mais raro.
Tenho um tr�cio da tribo Maedi, como � de seu gosto...
Eles s�o dif�ceis de controlar. E irritam muito os gauleses.
Meu filho est� certo.
Oferece mijo como se fosse vinho.
N�o encontrar�o melhores em N�poles.
Espero que as bebidas de sua cidade sejam melhores.
Vamos beber para tirar o gosto de merda da boca.
-Diona. -N�o machuca.
Espere.
N�o conversamos ou sorrimos como costum�vamos...
N�o tenho tempo para tais tolices.
A Domina me quer banhada para esta noite.
Leve isso ao Oenomaus. Os homens devem vir ao palacete
-limpos e perfumados. -Sim, Domina.
H� muito que preciso que seja feito hoje.
Quero voc� ao meu lado,
de onde n�o sair� a pedido de ningu�m.
Obrigada.
H� uma coisa que pe�o em retorno.
� bem sabido que seu marido � leal a Titus.
Conven�a-o a manter o que fazemos aqui em segredo.
Ou temo que outros segredos ser�o trazidos � luz.
-Me entendeu? -Sim, Domina.
Fa�a isso.
V�nus cora em seu jardim, envergonhada por tal beleza.
Ficaria ela em meu lugar? Entre ra�zes e folhas?
Essas m�os n�o foram feitas para coisas banais.
Elas me abra�aram, como amiga querida.
Como irm�.
Esta noite, as minhas devolver�o a gentileza,
e a ajudar�o a conquistar posi��o t�o merecida.
Solonius chegou.
Vamos receb�-lo.
E criar lembran�as de uma noite inesquec�vel.
O homem n�o � nenhum Gannicus, por�m mostra mais entusiasmo.
Eles foram bem recebidos.
Assim como tudo que nasce de instintos primitivos.
Desculpas.
Pedimos muito de voc�,
mas sua presen�a � de grande conforto.
A situa��o for�a que tomemos a��es
nunca consideradas em outro caso.
Culpa do destino que absolve as consci�ncias pesadas.
Leve isso � despensa. E fique l� at� que eu lhe chame,
quando todos partirem.
N�s desonramos esta casa.
Fazemos o que foi ordenado.
A causa n�o altera o resultado.
N�o, mas temos que superar isso, ou ficaremos loucos.
O homem fode como um touro, faz jus aos chifres.
Obrigada por presentear a casa de Batiatus
com estimada presen�a.
Presen�a que meu marido sente em n�o poder compartilhar,
-devido a neg�cios urgentes. -N�o tinha notado sua aus�ncia.
O que viu foi apenas uma amostra dos prazeres
oferecidos sob este humilde teto.
Nossos gladiadores, nossas escravas,
tudo entre essas paredes, deixo � sua disposi��o.
Por uma noite apenas, s�o os mestres dessa casa.
Uma oferta tentadora.
Da qual tirarei total proveito.
Tullius.
Nunca gostei de surpresas.
E voc� me fez muitas.
Sua frustra��o teve voz com frequ�ncia. Alta e clara.
Frustra��o s� existe quando h� expectativa.
Voc� mostrou desde novo,
que s� daria ouvidos � sua pr�pria opini�o.
Quando recusei seus conselhos?
Quando quis experi�ncia militar, fez suas obje��es.
Desisti da ideia.
Me mandou cuidar do ludus na sua aus�ncia.
Obedeci, abandonando meus pr�prios desejos,
esquecidos h� muito tempo. Quando o filho se op�s ao pai?
Quando casou com uma mulher abaixo dele.
Estava enganado sobre ela.
Como se enganou sobre muitas coisas.
Os erros de um homem velho aumentam no peito,
ao passo que seus dias diminuem.
Viver� mais que todos n�s. � muito teimoso para morrer.
Acha que sou um tolo, Quintus?
H� muitas palavras que usaria para descrev�-lo.
-Tolo n�o � uma delas. -N�o, n�o �.
Sabia que os escravos eram ruins antes mesmo de sairmos de casa.
N�o me tirou do ludus para comprar homens, n�o �?
Desejava uma tr�gua.
Longe do lugar onde discordamos tanto.
Minha mentira foi apenas para fortalecer
os la�os entre pai e filho.
Essa surpresa � muito bem-vinda.
E muito tardia.
Mas n�o precis�vamos ter viajado para t�o longe.
Quero voltar pra casa e ficar em lugar mais acolhedor.
-Agora? -Sim.
N�o devemos esperar o dia amanhecer?
Algumas horas na estrada e dormiremos em nossas camas.
Vamos. Deixemos essa cidade podre para tr�s,
e abracemos o futuro.
Como esse homem veio parar aqui?
Petronius ou a l�ngua solta de seus convidados...
-Sua presen�a n�o muda nada. -Sacode a pr�pria Terra.
Vou conversar e descobrir o que quer.
Sorrir na porra da minha casa depois do que fez ao meu marido.
Esque�a-o ou ver� seus esfor�os n�o serem recompensados.
Petronius e seus convidados est�o eretos de expectativa.
Vejamos o cl�max.
Traga-os.
Bom Tullius. V�-lo aqui � uma surpresa.
N�o para voc�, certamente.
Lhe avisei sobre as manobras de Batiatus n�o para convid�-lo,
mas na esperan�a que impedisse tamanho absurdo.
E a retribui��o que traria ao estimado amigo.
Me avisou para cair em minhas gra�as.
Continue falando e veja o contr�rio.
Dividiram bebidas, comida...
Distra��es para os olhos e ouvidos.
Mas essas s�o coisas comuns.
Desfrutadas por homens acusados da moralidade de seus feitos.
Eu os libertarei de tais restri��es humanas.
Quando tocarem a pela,
romper�o todas amarras do mundo mortal.
E se elevar�o como deuses na casa de Batiatus.
J�piter!
Nunca em nossas experi�ncias, Tullius, fui t�o elevado.
Essa casa � uma verdadeira maravilha.
Se devo assumir o papel de um deus,
devo primeiro me provar diante de um.
-Desafiaria Gannicus? -Uma demonstra��o inofensiva.
Para comparar minhas humildes habilidades com tal talento.
Pausaria meus desejos para testemunhar tal coisa.
-Pegue as espadas de treino... -Madeira?
Mas o choque do ferro soa at� o pr�prio Olimpo, n�o?
D� a eles suas espadas.
Vamos abrir espa�o e ver a disputa!
Pare de sorrir.
Ir� satisfaz�-lo. Deixe que mostre sangue.
Mas n�o desferir� golpe ou ir� feri-lo.
Tais a��es trariam p�ssimas consequ�ncias.
-Devo perder? -E ganhar sua vida.
Venha!
Vejamos se me lembro o que aprendi
anos atr�s a servi�o da Rep�blica.
Come�o a me lembrar.
Permane�o intocado.
Talvez n�o seja o campe�o que acredito.
Isso foi muito longe.
Tullius!
O homem se rendeu.
A vit�ria � sua.
Um deus da arena.
Salvo por uma mulher.
Leve-o ao m�dico.
Uma excelente distra��o!
Gratid�o por permiti-la.
Atrasei demais a cerim�nia.
Vamos explorar os outros prazeres
da casa de Batiatus.
Aquele maldito animal.
Transformar uma simples exibi��o em sangue.
Poderia ter acabado com ele em um segundo.
Mas permitiu que ele quase o matasse?
Fui ordenado a n�o erguer a m�o.
Algumas ordens s�o mais prazerosas.
Nunca fala s�rio?
�s vezes.
-Devo voltar ao palacete. -Deve.
Por que est� fazendo isso?
Porque n�o fazer seria uma mentira maior
do que a que contamos ao Oenomaus.
Eu n�o desejei isso.
Amo aquele homem como um irm�o.
Mas o que sinto por voc�...
Diga-me que n�o pulsa em seu peito como no meu?
O que sinto n�o significa nada.
-Significa o mundo. -O que faria se fosse meu marido
-e descobrisse tal coisa? -Mataria n�s dois.
� um bruto intimidador.
Diga-me, gigante. Qual sua prefer�ncia?
Pau ou boceta?
Perd�o, ele n�o entende sua l�ngua.
Pode traduzir para que entenda?
Sirvo apenas para isso.
N�o gosto de luta ou reclama��es.
Se submeter� a tudo que eu pedir?
Ele o acha um homem melhor que eu.
-Ele tem um bom olho. -Ele est� de acordo.
Venha ent�o. Comerei sua bunda rapidamente.
O que ele quer de mim?
Tudo o que pedir, fa�a. Ou ambos morreremos.
Ele me diz que espera que n�o seja delicado.
Brutos como ele gostam de m�os violentas,
-e paus tamb�m. -Ent�o ele ser� satisfeito.
Venha.
Ele n�o bebe, ele n�o fode.
-Por que ainda est� aqui? -O homem � um mist�rio.
Um que descobrirei de uma vez por todas.
N�o conseguiu descobrir as inten��es dele?
Ele teme que seu marido planeja algo.
Acredito que sua presen�a seja apenas provocativa.
Tullius falar� disso at� chegar aos ouvidos de Titus.
Ent�o devemos manter a l�ngua dele ocupada.
E ser� seu charme que ir� persuadi-lo?
Voc� n�o sabe nada de mulheres, Solonius.
E ainda menos de seus charmes.
Eu n�o pediria para voc� fazer isso.
-Por isso que estou oferecendo. -S� por isso?
O homem prova ser um problema.
Quem melhor para cuidar disso que uma amiga?
-Gaia. -Pense em elevar essa casa.
Eu cuidarei de Tullius...
e garantirei minha eleva��o.
Para o benef�cio de todos.
A mulher confia muito em si mesma.
Um sentimento profundamente compartilhado.
Voc� se tornou um homem dif�cil de conversar em particular.
Nem sempre foi assim.
Muito mudou desde nossa juventude.
Nem tudo, espero.
Eu me lembro de uma �poca que era voc�
que era imposs�vel de pegar sozinha.
Todos os homens em C�pua estavam aos seus p�s.
Agora quero apenas um.
Est� perto de mim.
Fiquei triste em saber da morte de seu marido.
Ficou mesmo?
Pensando apenas em voc�.
Mais uma vez, sem fam�lia para lhe suportar.
Ningu�m para cuidar de voc�.
� realmente dif�cil...
encontrar um homem a minha altura.
Sempre gostei dessa cor.
Eu sei.
Os deuses sorriem para mim,
por palavras desta festa ter chego aos meus ouvidos.
A sorte � minha.
Ainda assim, preferiria que tais palavras n�o fossem mais longe.
Voc� pede isso por voc�...
ou pela Casa de Batiatus?
Lucretia � como uma irm� pra mim.
N�o quero v�-la prejudicada por l�ngua solta.
Voc� pede demais.
Eu ofere�o mais...
Eu juro nunca falar sobre o que aconteceu hoje.
Se voc� entregar uma mensagem � sua amiga...
e ao marido dela.
Mensagem que far� efeito... vinda de voc�.
Palavras n�o foram al�m da verdade.
As oferendas da casa de Batiatus s�o realmente admir�veis.
Bem, s�o ainda mais sobre as areias.
Imagine a emo��o que nossos servi�os iriam causar,
se inclu�dos na celebra��o de abertura da nova arena.
C�pua seria aben�oada por tal apari��o.
Entrarei em contato com seu marido para cuidar disso.
Eu pensei que essa noite nunca acabaria.
Ela acaba com essa casa voando para os c�us sobre suas asas.
Uma conquista realizada com sua ajuda.
A noite seria �tima mesmo se eu n�o soubesse.
Talvez ainda melhor.
J� est� tarde, v� para sua cama,
e carregue com voc� minha gratid�o.
Eu prefiro ficar at� todos terem partido.
Gaia � uma mulher de grande apetite.
O dia ir� raiar antes dela estar satisfeita.
Lucretia?
Essa casa � uma mera sombra sem a sua luz.
Arrume tudo em seu devido lugar.
-Nada deve ficar suspeito. -Sim, Domina.
Eu sei que voc� acha que � uma trai��o.
Mas tem vezes que a verdade � mais dolorosa.
-Titus nunca dever� saber. -Domina.
Apolo.
Deus do Sol.
E da verdade.
Algo normalmente escondido pela m�scara que usamos.
Seus convidados lhe abandonaram.
Achei que pelo menos Solonius ficaria.
J� est� tarde.
Ele achou que voc� ficaria ocupado pela noite.
Dizem que Apolo traz calor e prosperidade
para aqueles que rezam pra ele.
Aqueles que entendem seus lugares.
De joelhos.
-Tullius. -Eu sonhava com o toque de Gaia
quando eu era mais jovem.
O gosto de seus l�bios.
Agora eles criam palavras em meus ouvidos,
pedindo favores por esta casa.
Me colocando em uma situa��o dif�cil.
A afei��o de Gaia por esta casa � verdadeira.
Como seus sentimentos por voc�.
Retornados com carinho.
Ela tem a minha resposta. V� at� ela e descubra.
Gaia?
Gaia!
Voc� ficou louco?
Novamente tentando enganar Tullius?
Eu queria apenas elevar nossa posi��o...
Jogando o bom nome desta casa na lama e na merda?
O que queria que eu fizesse?
Me curvar e aceitar a merda daquele lun�tico?
Ele est� acima de n�s! Avisei para n�o provoc�-lo.
Voc� ignorou e eis os resultados.
Uma cidad� romana. Morta em minha casa.
Pelas m�os do homem que voc� defende.
Voc� ajudou a causar isso e agora clama por inoc�ncia?
Eu clamo por vingan�a.
A vida dele pela dela.
Sangue e c�rebro na porra do ch�o.
-Recompensa bem merecida. -N�o.
-N�o haver� retalia��o. -Eu o quero morto.
Voc� far� o que eu mandar!
E quanto � Gaia?
Ela tomou muito vinho...
como ela normalmente faz.
� noite, ela perdeu equil�brio...
e caiu no fundo do penhasco.
N�o olhe pra ele!
Eu sou o Dominus da merda dessa casa.
Fa�a isso. Quintus.
Ent�o foi por isso que me levou � N�poles.
N�o para conversar, mas para enterrar seu pai.
-Essa n�o era minha inten��o. -Voc� n�o sabia disso?
Foi tudo culpa daquela mulher?
Voc�s dois se alimentam um do outro,
engordando com suas mentiras. Darei um fim neste banquete.
-O que quer dizer? -Voc� sabe o que quero dizer.
Aquela mulher s� trouxe vergonha para essa fam�lia.
-Ela � minha esposa! -Porque aceitei imprudentemente.
Eu queria que voc� tivesse algo seu.
Algo que lhe fosse importante mesmo que ningu�m concordasse.
E o que ela te deu?
Nenhum dote para falar. Nenhum nome para te elevar.
E nenhum herdeiro para carregar o nome Batiatus.
Cada escolha que voc� faz muda seu destino, Quintus.
Eu n�o posso mudar os erros do passado.
Mas te colocarei no caminho certo.
E Lucretia n�o pode fazer parte disso.
-Acabaria com meu casamento? -N�o.
Voc� far� essa escolha sozinho...
ou ir� embora desta casa com ela.
Espere.
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