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Original subtitles

PSICOSE MORTAL

Propriedade para venda

Esta pr�xima propriedade parece que atender� suas necessidades, Sr. Krakowski.

E como pode ver tem a localiza��o ideal para jovens como voc�, Sr. Krakowski.

Esta casa fala comigo, ouviu? Um sussuro.

Mais e mais...

Est� dizendo...

Potencial!

Sim!

Potencial!

Um trabalho no encanamento e essa casa estar� nova em folha.

Uma casa dessas, Sr. Krakowski, pode ser o investimento da sua vida!

Est� casa tem uma localiza��o...

Estou dizendo, essa casa � �tima!

E mencionei o quarto tem seu pr�prio arm�rio?

�...

O ANIMAL DENTRO DE SI

Oh, sinto muito.

N�o, eu n�o estava... Est� tudo bem.

Bem, o que achou?

Bem, eu n�o sei.

N�o est� falando comigo.

Quero dizer, n�o parece dizer...

J� entendi, Sr. Krakowski, Graham. Talvez seja melhor eu falar logo.

Eu sinto atra��o por voc�.

� dif�cil resistir, eu admito.

Me sinto como...

Como se devesse te agarrar...

Calma a�.

N�o s�o muitos caras bonit�es que aparecem por aqui.

Sabe o que quero dizer? Estou pronta para um sexo selvagem.

Com voc�! Agora mesmo, neste exato lugar!

Eu entendo, mas eu sou casado.

Ela est� em Buffalo, Graham. Eu estou bem aqui!

Est� bem! Eu aceito!

- Tire logo! - N�o, a casa, vou comprar!

Falou comigo, eu ouvi, gritou potencial.

Bem, voc� � um homem decidido, Sr. Krakowski.

Obrigado, podemos ir agora?

- Falar sobre a garantia. - Garantia? Ah, sim.

Digo, com certeza. Venha comigo.

Vendido

N�o sei, Graham, comprar a casa parece ter sido bom

mas envelhecer� pagando a casa.

N�o, Chuck. J� pensei h� 7 meses.

Meu sal�rio e economias v�o cobrir as contas at� o �ltimo centavo,

bem a tempo de eu receber uma grana em Janeiro,

e recebendo meu aumento como analista integral.

poderei at� pensar em comprar uma banheira aquecida,

talvez uma nova mob�lia.

Uma mob�lia, nossa!

E se for despedido?

Isso n�o � uma op��o, Chuck, nem sequer tem gra�a.

- O que houve? - Eu ouvi algo.

Tipo um grande problema, ou s� um esquilo?

Talvez...

Talvez s� um grande esquilo.

Graham, aquele mendigo n�o vai voltar, t� bem?

E mesmo se voltar, n�o vai passar dessa nova fechadura.

D� uma olhada!

S�lido como o Fort Knox.

Meu deus, quer saber?

� incr�vel no que algumas economias podem render.

- Krakowski. - O qu�?

Posso dormir aqui?

N�o, n�o seja idiota.

Fique longe...

Ei!

N�s temos que sair daqui!

Olha! Voc� est� bem?

- Estou bem. - Tudo bem?

Estou acordado.

- Meu deus, Krakowski! - Est� tudo bem, calma.

- Do que se trata isso? - Eu n�o sei.

- Eu s�... - H�?

Voc� anda enquanto dorme, h�?

Cristo, voc� me matou de susto!

Esse interruptor? Ele mexeu nisso?

Foi um sonho, eu sei, mas pareceu t�o real.

Graham, olha!

Porque n�o volta � sua bela cama ali? Se amarre nela e volta a dormir, deus.

- Desculpe se te assustei. - Cale a boca.

Ah, deus!

Ah, meu deus, meu deus! Meu deus do c�u!

190, Emerg�ncia. - Ol�, pol�cia?

Eu quero denunciar um mendigo perigoso...

- O que ele fez, senhor? - O que fez, diz agora?

Sim, agora.

Bem, s� est� sentado comendo, mas h� dois dias ele...

Com licen�a, aguarde por gentileza.

Sim, eu espero.

- Voc� que reclamou? - Sim, eu liguei.

Ele est� ali nos arbustos abaixo do outdoor.

- Quem �? - O vagabundo.

Eu achei ele na minha casa na quinta, � essa casa aqui.

- Ele mexeu em algo? - Bem...

Ent�o qual � o problema?

O problema � que tem algo de errado com ele, d� para ver no olhar dele,

parece violento, estava comendo, n�o sei o qu�, esse neg�cio podre...

Senhor. N�o prenderemos um cidad�o baseado no que come, leia a constitui��o.

Eu entendo, mas existem leis de domic�lio. Digo, o cara est� vivendo l�.

Ele cozinha num terreno baldio, numa �rea restrita,

e usa o arbusto para suas necessidades...

- Viu ele fazendo isso? - Bem...

- Seja honesto. - Bem...

N�o, na verdade n�o vi, mas se sentir o cheiro dos arbustos.

- Cincurstancial, sem caso aqui. - N�o, espere Buzz.

Se acharmos uma v�tima que coopere podemos fazer uma apreen��o.

Pois n�o?

Eu sou o oficial Chest, e meu parceiro, oficial...

Ter�o que falar com o meu aparelho!

Senhora, qual � seu nome, por favor?

Senhora Harry B. Hawler, exceto que Harry j� faleceu.

Senhora, j� presenciou um elemento defecando nos arbustos aqui?

Defecando? Bem, as vezes ele pede para usar sim.

Ele est� l�, r�pido, acho que vai usar o arbusto agora.

- Chamo refor�o? - N�o d� tempo!

Voc� � novo vizinho, n�o �?

Porque n�o entra e vamos tomar uma limonada?

Talvez outra hora.

- Est� bem, venha conosco. - Fique calmo a�.

� ele quem t�m defecado por a�?

Coloca ele a� e leia seus direitos!

Krakowski! Onde est� a documenta��o que eu te pedi?

Prontinho, senhor.

O quanto gostaria de ser promovido para analista integral, Krakowski?

Senhor Feemster, eu certamente apreciaria.

E o quanto gostaria de ser despedido! Neste exato minuto?

Eu n�o gostaria, senhor.

�timo!

Porque n�o tenho inten��es disso.

Voc� � bom, Krakowski. Fa�a seu trabalho, vista-se bem.

- Bem, obrigado senhor! - N�o babe meu ovo.

Ningu�m gosta de um espertinho.

Sim, senhor.

"Eu quero muito ir passar minhas f�rias a� com voc�, Graham.

Como a casa est� se saindo? Mal posso esperar para v�-la.

Eu tirei meu passaporte hoje, � o v�o 12, para segunda, dia 10,

previsto para as 20h, mas nos falaremos antes.

Tudo do melhor para ti sempre, e talvez aquela palavrinha com 'A'. Eddie."

Ah n�o...

N�o posso acreditar.

Droga, ele est� cozinhando!

Oh!

Oh, � isso, j� chega!

J� deu...

190, Emerg�ncia. Posso te ajudar?

Quero informar um vagabundo que saiu da cadeia, prenderam ainda ontem, ele j�...

- Pode esperar, senhor? - Ah, droga!

Tem algu�m a�? Senhor, est� ai?

Sim, ele est� ali fora agora!

Senhor, est� ai? Algu�m est� ai?

Sim, eu estou aqui!

190, emerg�ncia, posso te ajudar?

Sim, ele...

Droga!

... Se algu�m chegar h� 20 metros vai soar um alarme perto da minha cama!

As travas tem controle eletronicamente, assim ningu�m poder� invadir.

- Como �? - Com o que pagar� tudo isso?

Vou usar da hipoteca.

Isso � �timo! Est� cavando um buraco t�o fundo que nunca sair�.

Isso tudo � por causa de uma paran�ia da sua cabe�a doida!

Paran�ia? Nada disso, Chuck. Estat�sticas criminais s�o reais, pesquisei.

- Do que t� falando? - Venha, quero te mostrar algo.

- Do que est� falando? - Ei, quieto, t� bom?

Ele pediu o sistema deluxe.

Voc� n�o me vendeu um telhado com goteiras, h� cinco anos?

Sim, claro que foi, at� tentei te processar!

N�o, n�o fui, s� tenho um rosto familiar, sabe?

Chuck, venha aqui!

Chuck!

Eu juro que ele seja esperto para um vagabundo,

ele sai de manh�, bem antes de eu sair para o trabalho,

sempre volta a noite pelas 21h, talvez umas 22h.

Tentei seguir ele um dia para ver para onde ele vai, mas perdi.

Meu deus, ele � nojento, Chucky, eu digo, repugnante.

Ele tem um olhar diab�lico e com um sorriso bizarro,

como se estivesse planejando algo. - Como?

Suas pernas e quadr�s s�o meio duros no estranho jeito que ele anda.

O cara � pobre desgra�ado que dorme aqui h� alguns dias,

s� deixe ele em paz que ele vai embora.

Ah, n�o, n�o acredito nisso, ele � espero e perigoso,

d� para ver no olhar.

S�o sempre esses mais quietos que acabam violentos, me entende?

J� estou indo!

Diga o que quiser, Chuck. Eu estou me protegendo.

Nossa!

Graham, isso � t�o empolgante!

- Estamos quase chegando. - Estamos?

T� bom, deixe eu advinhar qual � a casa, n�o me diga.

Graham, nossa!

Isso, isso, parece perfeito!

Quem morava aqui deveria ser mesmo paran�ico!

� autom�tico!

A m�sica...

Faz pensarem que tem algu�m em casa.

"Pensarem"?

Ah, voc� sabe. Pessoas perigosas.

- � um bairro perigoso? - N�o, n�o!

Seguran�a nunca � demais hoje em dia.

Oh, Graham!

Bem, deixaram a mob�lia tamb�m, h�?

Sim, bem, veja...

Graham, estava esperando ajuda com a mob�lia, n�o �?

Sim! Digo, n�o...

Voc� n�o quer gastar as f�rias fazendo compras.

- N�o me importo. - Tem certeza?

N�o, ser� divertido, faremos juntos. Compraremos novos m�veis,

cortinas, tapetes... E l�mpadas.

L�mpadas...

Pap�is de parede, tudo mais!

Bom, me parece �timo,

mas sabe, estou com um or�amento curto, ent�o...

Mas tem cart�es de cr�dito, n�o � verdade?

Vai ser divertido! Refaremos toda a casa.

T� bom.

Tanto faz.

Qualquer coisa que quiser.

Onde est�?

Tem que estar aqui.

Onde est�?

Graham, o que est� fazendo?

Tem um al�ap�o aqui, em algum lugar.

Como?

Preciso achar.

Tem que ter outro jeito para entrar aqui.

- Graham. - Eu vi.

N�o existe al�ap�o aqui.

Voc� � son�mbulo?

Sim.

Olha, Edie, eu deveria ter avisado, �s vezes falo quando durmo.

- Fala? - E ando... Um pouco!

Graham, voc� � meio maluco...

Mas fico feliz de ter nos acordado.

Ol�, jovem Krakowski.

- Anda muito ocupado, Krakowski? - Sim, Sr. Feemster, e sem d�vidas.

�timo! Graham... Krakowski!

Quero que conhe�a um novo amigo muito importante para a empresa,

o senhor Ponkolwitz.

- � um prazer conhec�-lo, senhor. - Krakowski, n�o �?

� isso ai! Krakowski aqui � um dos nossos melhores funcion�rios.

Trabalha duro, tchecoslov�quio de nascen�a. Veja! Bem tal como o senhor.

Muito bem, bom conhec�-lo.

Bem, s� � um sobrenome da fam�lia vindo da minha m�e, n�o sou...

Senhor Ponkolwitz e eu estamos pertos de fechar um �timo neg�cio, Krakowski!

Um �timo neg�cio...

Acho que agora podemos fechar neg�cio.

Acabou de me lembrar,

eu planejava promover o jovem Krakowski aqui

para analista integral! Nesta mesma tarde.

Senhor?

Krakowski, v� tirar o dia de folga!

Sr. Feemster!

Vamos, fale algo dessa tcherda.

Bem, Adios! Venha, vamos...

Ent�o, o que ele falou?

Me falou: "Lave as m�os depois de ir no banheiro."

Ela vai amar.

- Ela foi atacada? - Eu acho, foi o que disseram.

- J� estava quando chegou? - Aqui vamos n�s.

- Est�o falando que � uma mulher. - Uma prostituta mendiga, pelo que ouvi.

Senhora Hawler!

A senhora Hawler!

A Edie!

Ah, meu deus.

Mas que droga!

Edie!

- Nossa, Graham, me matou de susto! - Gra�as a deus est� bem!

Ele entrou na casa de algum jeito, ele est� na cozinha agora.

Do que est� falando?

A senhora Hawler foi assassinada.

Esse vagabundo que vive na rua que fez isso, e agora t� na cozinha!

Graham, calma!

O homem na cozinha � s� um mendigo, estava no lixo procurando comida.

Como �?

Convidei ele para um lanche.

Voc� convidou ele? E foi banhar assim?

- Voc� est� maluca? - N�o, Graham, n�o estou!

Deus, como p�de?

Gastei uma fortuna em seguran�a, e voc� s� deixa ele entrar?

Eu n�o sei qual � seu problema, mas aquele mendigo n�o � um assassino.

Ele �, como p�de ser t�o idiota?

Voc� que age como man�aco! Agora saia do banheiro!

Mas eu...

Espera, tranca a porta!

190, Emerg�ncia. O que � agora, Sr. Krakowski?

- Barfuss. - Perd�o?

- Detetive Ralf Barfuss. - Homic�dios.

Gra�as a deus, entrem.

Ele esteve bem aqui, sentado nessa cadeira,

comendo um sandu�che.

Acho que tem as digitais, n�o toquei em nada.

Disse que ele comia um sandu�che?

Olhe, minha namorada foi ing�nua em deixar ele entrar,

mas sei que ele � o assassino, ele matou a senhora Hawler.

A senhora achada do outro lado da rua.

- Qual � nome de novo, senhor? - Graham Krakowski.

K-r-a-k-o-w-s-k-i.

T� bom, senhor Kaloski. Qual sandu�che ele comeu?

Detetive, estamos falando de um assassinato aqui.

Eu j� entendi, acha que n�o sei o que est� acontecendo?

Sei exatamente o que acontece, em todo o lugar.

Edie, por favor...

Como �?

Quero deixar ela fora disso.

- Quem? - Minha amiga, Edie.

- O que tem ela? - Est� bem atr�s de ti.

Senhora.

Agora, senhora.

Qual � o seu lado disso?

Meu lado � que Graham est� fazendo acusa��es paran�icas.

Edie!

Aquele homem � s� um pobre coitado que convidei para comer algo.

Ele n�o era nada demais, talvez com algum retardado metal

mas n�o machucaria uma mosca.

Acha mesmo que eu deixaria algu�m entra na casa se parecesse perigoso?

Boa observa��o, Kaloski.

Olhe...

Tudo o que sei � que tenho um pressentimento s�rio sobre esse cara,

Desde que vi ele pela primeira vez, de que ele � violento e mal.

Perd�o, n�o posso descrev�-lo melhor.

O que essas flores fazem no ch�o?

Eram para voc�, Edie.

Para celebrar minha promo��o � analista integral.

Eu queria que nada disso tivesse acontecido.

Um bizarro, frio e calculado assassinato aconteceu ontem � noite.

O corpo da v�tima, Harry B. Hawler foi achado num container no aterro baldio,

Atr�s dos lixos dos restaurantes, logo ap�s as 3h da tarde.

Autoridades denominaram o crime como bizarro, um dos mais doentios j� vistos.

Uma informa��o estranha sobre este bizarro caso.

O relat�rio da aut�psia revelou alguns detalhes perturbadores.

Diz simplesmente, irei citar:

A v�tima teve oito dedos e dois ded�es decepados de seu corpo.

Meu deus.

A pol�cia afirma que os dedos e ded�es ainda n�o foram encontrados.

O relat�rio adicionam que a v�tima n�o sofreu molesta��o sexual alguma.

Dixie.

Agora iremos para a previs�o do tempo.

Desculpe por gritar contigo, Edie. N�o sei o que deu em mim.

Graham!

Graham!

Graham!

Estou com voc�, Graham.

Apoio totalmente nisso, acho que seja algu�m bom,

e eu sei que com apoio certo voc� vai conseguir superar isso.

Ent�o...

Boa sorte.

Paran�ia, Chuck. Pura paran�ia.

Lembra daquela noite na minha casa?

Claro.

- Andei enquando dormia, n�o? - Quase que me estrangulou.

Chuck, toda manh� acho um par de cal�as no forno.

livros no chuveiro, comida podre no liquidificador...

N�o consigo dormir mais, o que farei a seguir?

E aquele cara, o vagabundo. Ainda anda por a�?

N�o, Chuck, esque�a ele.

N�o vi mais desde que Edie convidou ele, o problema sou eu.

Aquele mendigo era s� uma tela onde eu projetava minhas a��es e medos.

A pobre senhora Hawler est� morte e enterrada agora,

e a pol�cia tem toda a raz�o, qualquer um pode t�-la matado.

Qualquer um, Chuck.

- At� mesmo eu. - Como �?

Quero dizer, posso ter feito enquanto eu dormia.

- Graham, olha... - Posso retirar?

Sim, obrigado.

Olha, Graham. Acho que est� na hora de voc� consultar um psic�logo.

Olhe, vou te dar o n�mero do meu primo, ele est� trabalhando...

N�o!

Meu deus, se for verdade...

E algu�m descobrir e chamar a policia.

Graham, me solta.

Digo, se as autoridades realmente acharem que eu matei ela!

O que ele disse?

- Meu deus. - Vamos sair daqui, agora.

Pelo amor de deus, Graham.

Desejam algo mais, senhores?

Posso ver o menu de sobremesa?

"Na escurid�o de todo esp�rito reina a besta e indom�vel do controle de suas a��es.

Medo � a chave que destranca o port�o e liberta a tal besta.

A paran�ia de uma mente saud�vel. Inalador do medo, transcendentor da besta.

Oh, meu deus.

Al�, Graham! Sabe que horas �?

- Sim? - S�o 4h da tarde!

- Como? 4h da tarde? - Sim!

Sabe que n�o deve se atrasar...

Ah n�o, sim senhora Davis. Diga que chegarei em 20 minutos.

- O qu�? O Sr. Feemster est� irritado? - Sim.

T� bom, imagino que sim, obrigado, tchau.

Merda!

Sim, l� est� ele.

Ei, vamos pessoal, n�o tem mais o que fazer?

Estou passando.

Eu sabia, eu sabia que n�o era loucura.

Ele estava no meu por�o todo esse tempo, fazendo isso.

S� relaxe, a pol�cia cuidar� de tudo.

- Esse cheiro, sente? Kaloski. - Mas � claro, � terr�vel.

� carne podre, dedos da velha morta.

Quer me dizer que n�o sentiu o cheiro at� essa manh�?

Bem, talvez um pouco, pensei que fosse um rato morto.

Eu coloquei veneno no por�o semana passada...

- Ratos? - Sim.

T� bom.

Se achou que eram ratos mortos porque n�o fez nada antes?

Calma a�.

O que ratos mortos tem a ver com o vagabundo do por�o do meu amigo?

Voc�, venha aqui!

Bem aqui!

Quer falar algo, espertinho?

N�o, senhor.

- J� viu esse tal mendigo? - N�o.

Mas acredito no que Graham diz.

Bem, voc� talvez seja o �nico.

- Voc�! O que faz aqui? - Recebi a mensagem sobre a casa.

- Acho que deveria ter ligado antes. - Como entrou aqui?

O port�o, estava aberto.

- Voc� ca�a? - Como �?

N�o...

Estou tendo problemas financeiros, � por isso quero vender a casa.

Bem, se n�o se importar...

Eu gostaria de entrar e mostrar o que posso fazer pelo seu territ�rio.

Isso, isso, isso!

Oh, meu deus.

Oh, meu deus!

"N�o quis te acordar. Te ligo na segunda para falar sobre a casa. Judy"

"Eu 'a-dooro' voc�, Graham."

Cuidado nunca � demais com caras como o Krovski.

A porta do suspeito parece estar aberta.

Devagar e com calma, Lexon.

Senhor, ele parece estar armado.

Devagar e com calma, Lexon.

O que poderia dizer, Krovski?

� mesmo?

E sobre Judy Dansig? A corretora de im�veis?

Recebemos uma liga��o sobre a mesma lixeira do outro lado da rua.

S� que dessa vez achamos o corpo de Judy Dansig.

Em partes.

- Oh, n�o! - Oh, sim.

Ele � real, entrou aqui ontem de alguma forma...

Ele...

Ele...

Ele escreveu isso.

Est� tudo bem, pessoal.

Ele escreveu em sangue.

Ele escreveu e ent�o matou ela.

N�o percebe? Ele quem fez isso.

Eu pare�o idiota, Krovski?

Detetive, detetive!

L� esta, acho que todo o restante.

Eu sempre soube que voc� me daria um aumento, Krovski.

Para tr�s! Deixem passar!

Para tr�s!

Graham! Falei com o senhor Feemster, tudo ficar� bem!

A empresa contratou os melhores advogados, voc� vai sair at� a noite,

voc� ficar� bem, amigo!

Eu gosto de voc�, Krakowski. Eu sempre gostei.

- Senhor Feemster! - N�o ter� advogado, Krakowski.

Mas eu sou inocente.

Sinto muito, Krakowski. Realmente sinto.

Tudo...

Perdido.

A acusa��o convoca a Sra. Marian Francis Krakowski.

Em casos como estes, com homens como o Sr. Krakowski,

� vital que compreendamos o psicol�gico subjacente do r�u.

Seus impulsos premeditados, se assim preferirem.

Cara, ele manda bem!

N�o � verdade que 27 de Julho de 1963,

seu filho brigou com outro jovem causando um ferimento,

que requeriu hospitaliza��o?

- Sim, mas foi j� h�... - Obrigado, Sra. Krakowski.

- Sem mais perguntas. - Eram crian�as, brincando.

Ele tinha quatro anos!

Sem perguntas p�stumas, excel�ncia.

Sem perguntas p�stumas?

Senhora Krakowski! Mantenha o decoro!

- Retirem a testemunha. - Ele � inocente!

Senhora Krakowski!

M�m�e, n�o!

N�o, me soltem! � a minha m�e!

� a minha m�e!

Vou ajudar a minha m�e!

Coitado, que desgra�a!

Estamos no ar? Certo, vamos!

A empresa est� tendo um dia e tanto!

S� momentos atr�s, ap�s a tr�gica morte de sua m�e na c�rte

o j�ri setenciou o r�u de n�o culpado em todas as acusa��es.

Eu repito, n�o culpado!

Pelo ressalto da controversa. Continue conosco,

estaremos aqui, trazendo ao vivo os fatos do caso.

Craig, est�o saindo agora!

Sim, aqui vemos m�e e filho descendo as escadas de formas diferentes.

Oh, meu deus!

N�o acredito nisso!

Este pobre homem, senhoras e senhores.

um sofrimento ap�s o outro. Senhoras e senhoras,

viram primeiro neste canal, novamente, n�o acredito...

N�o culpado meu rabo!

O j�ri ficou com pena quando a velha morreu na c�rte.

Ele voltou para as ruas, o que acha que acontecer�?

O senhor que me diga.

Com licen�a, a placa aqui diz que precisa de um gerente.

O que falou?

A placa na porta fala que procura por um gerente.

Bem, se ainda quiser um, quero me candidatar ao emprego.

Tudo bem, vamos entrando.

Bem, j� deu para notar que eu sou cego.

Sim, senhor, mas parece se virar bem.

Tenha certeza disso, filho. Me viro muito bem sim.

Agora, passe dos limites e eu te mostrarei.

Aqui, nestes trailers n�o escondemos foragidos.

N�o quero problema, senhor.

Do que est� fugindo?

Que droga! Ningu�m vem parar aqui ao menos que esteja fugindo de algo.

Do que voc� foge? Uma mulher?

Sim, uma mulher.

Eu sabia! N�o tem crime nisso. Ent�o, qual � o seu nome?

Cramer, Jerry Cramer.

Jerry Cramer, h�? Ent�o, meu nome � Ray.

Me chamam de X-Ray porque sou cego.

E esse aqui � o meu grande companheiro, Pister.

Ainda precisa de gerente, Ray? Tenho alguma experi�ncia...

E procuro um local para ficar.

Oh, cuidado! Voc� est� bem?

Sim, sem problema.

- Ol�. - Ol�.

Eu sou sua vizinha, do 14. Meu nome � Doattie.

- Prazer em conhec�-la. - Igualmente, Jerry.

X-Ray disse que voc� � o novo gerente.

Eu acho que sim.

Sem d�vidas � bom t�-lo.

Um homem saud�vel como voc�.

Eu te trouxe um bolo, chamo de del�cia caribenha.

Olhe s� para isso!

- � com c�co. - Hum!

� todo seu.

- Tudo bem. - Se precisar de algo, me grite.

- Pode deixar. - Estou aqui do lado.

Eu j� entendi isso.

Tchauzinho. - At� mais, Dattie.

- � Doattie! - Doattie, Doattie.

Tchau, Jerry, espero que goste do bolo.

- Tchau, querido. - Tchau.

Oh, deus!

N�o!

N�o!

Fique longe!

N�o!

N�o na minha casa!

N�o! N�o na minha casa!

Do lugar mais bonito do mundo.

Doattie!

Oi.

Doattie, preciso de sua ajuda, pode me ajudar?

- Jerry, voc� est� sangrando. - Eu sei, pode fazer algo por mim?

- Claro querido, o que houve? - S� venha comigo, eu explicarei.

Tem esse homem, Dottie. Ele me segue, ou penso que siga.

E ele est� me deixando louco, n�o quero fazer nada de ruim � noite.

Olhe!

Farei isso toda noite, t�?

E quero que fique com a chave, para me destrancar de manh�.

- S� se deite, Jerry. - Vai me ajudar?

N�o se preocupe, Jerry, n�o se preocupe com nada.

Est� bem.

N�o � toda hora que um homem jovem e legal converse assim comigo.

N�o?

E fica solit�rio � noite, Jerry.

E os garotos ca�oam de mim porque eu sou gorda.

- � mesmo? - Sim.

Ent�o fico em casa, vejo televis�o, cozinho...

Ah, sim.

E �s vezes, eu bebo.

Mas agora tenho algu�m com quem conversar, e de quem cuidar.

- Voc�, Jerry! - Eu?

E tamb�m me quer n�o �, Jerry?

Eu posso dizer que sim.

Eu acabei de me lembrar, X-Ray...

N�o seja mal criado, Jerry.

Eu vou te deixar t�o feliz...

Jerry, eu quero te agradecer.

Digo, todos me falam bem do belo trabalho que t�m feito aqui.

Belo trabalho, filho.

Ent�o, cara...

Como a Dottie t�m te alimentado, bem?

Sim.

N�o tenho do que reclamar.

Nenhum de n�s.

� um novo baixo n�vel.

Filho, ela n�o quer te magoar.

Mas ela me contou que est� ficando cansada dessa sua cueca.

Como �? Espera a�.

Ela quer eu compre novas cuecas?

N�o, n�o.

Ela quer que mantenha as m�os longes do buraco.

Como assim?

Bem, ela falou que est� meio cansada de acordar toda manh�

E acha o par de algemas quebradas no meio.

E olhe bem...

Eu sei que cada homem tem seu segredo especial,

droga, tamb�m sou um homem.

Ent�o porque n�o compra uma algema forte,

que n�o ceda f�cil.

- Mas eu... - Sei que n�o � da minha conta.

E ela falou que n�o quer mais isso.

Eu j� volto.

Isso!

Prontinho.

Oh, n�o...

Pister!

Oh, meu deus!

Jerry! Jerry!

Ray, Ray! Oh, meu deus!

Ray... X-Ray.

Ah, meu deus! Meu deus!

- Meu deus, Jerry! O que voc� fez? - N�o fui eu, foi ele!

- Oh, Jerry, porque? - N�o de novo, n�o dessa vez!

- Dessa vez eu vou matar ele! - N�o Jerry, n�o mate mais!

Jerry, me d� isso!

- Solta a faca, Jerry! - Vou matar ele!

Me agradecer�o por isso!

Pare agora!

Voc� n�o vai a lugar algum, Jerry!

Jerry, pare a�! Eu vou atirar!

Jesus cristo!

Meu marido te mostraria...

Senhora Hawler!

J� te mostrei as fotos de nosso casamento?

Foi lindo.

Voc� eram um jovem t�o legal, jamais pensei que a pol�cia acharia...

Voc� est� bem, senhor Krakowski?

Tem uma casa muito bonita h� dois quarter�es daqui, � direita.

Oh, deus...

Eu sou inocente!

Agora onde diabos estou?

Fechado

Oh, que lugar.

O que?

Senhor, 800 quil�metros fora da nossa jurisdi��o.

Resultados, Lexon. Nada � mais importante.

Esta ala � para caminhoneiros.

- Somos caminhoneiros. - Claro...

Quero dizer, lincen�as de caminhoneiro.

Olha, cale-se e traga uma sopa bem quente.

Certo.

"Como v�o entender? "Professor despedido"

"Encargos de impostos" - Grande doutor acusado"

Eu sabia, � real.

O cobaia ideal.

Assassino das lixeiras � preso

Dansig morre - Oh, meu deus!

O ANIMAL DENTRO DE SI

� ele!

Acabou a palha�ada, Graham! � a hora de morrer!

N�o vou mais fugir.

Opa, perd�o. Foi mal.

Senhora, voc� viu este homem, dirigindo Station Wagon '78 azul?

Quer dizer, igual � aquele pegando fogo l� fora?

Detetive!

Krovski.

Voc� n�o me pega, Grammy!

Filho da puta! Vou acabar com a ra�a dele desssa vez!

Ei, doutor!

Consegue me ouvir?

N�o sou mais sua cobaia, est� me ouvindo?

Claro que �, Graham. � meu, eu que te criei!

Me criou merda nenhuma!

Suas teorias n�o valem de nada!

Minhas teorias est�o certas, olhe para si, voc� � perfeito!

Eu vou te matar!

Vamos nos separar, voc� vai por aquele lado.

Bingo!

Acalme-se, Grammy. Deveria estar me agradecer.

Antes de te tornar um pouco neur�tico...

Tinha entediantes amigos, emprego, roupas, e uma namorada nojenta.

Todos te diziam o que fazer. Agora voc� pode pensar por si pr�prio.

Tem mente pr�pria. Tem sua pr�pria vida.

Olha s� para si, tem estilo. Voc� � interessante.

E � uma celebridade.

Gosto de voc�, � uma obra-prima.

N�o sei como agredecer, mas eu vou tentar...

Olhe s�, essa ser� a �ltima pessoa que ir� matar�, Krovski.

Sem j�ri, sem m�es mortas.

Dessa voc� n�o escapa, vamos levante-se.

Levanta.

Corra.

Eu disse para correr.

Vou gostar disso.

V� para o inferno!

Voc� est� no inferno!

Isso foi uma idiotice, Graham! Eu n�o gostei disso, nadinha.

Quem fez aquilo?

- Foi ele. - Foi ele.

Eu acho que voc� vai amar essa foto.

N�o se movam!

Merda!

Assine aqui.

� um homem de sorte, senhor Krakowski.

O suspeito est� em todo nosso banco de dados.

- Um asassinato � cada oito estados. - Estamos passando, com licen�a.

Aqui no final, perto da linha.

N�o se preocupe com ele,

o m�dico falou que n�o aguentar� chegar ao hospital.

Ambul�ncia

Vendido

Bem, isso deve ser tudo.

N�o � uma maravilha?

� perfeito.

Aqui est� seu par de chaves, e pode me ligar em todo o caso,

qualquer coisa que precise.

Obrigado.

Tchau tchau.

Legendas originas de: Mausol�u do Terror Trash

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