Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
As paradas s�o um espet�culo magn�fico.
Ao som da m�sica vigorosa, as botas reluzentes marchando sobre o asfalto.
Os olhos brilhando,
avan�ando no mesmo ritmo at� que,
no meio da neve e do vento,
agitam as mortalhas cobrindo o que come�ou t�o brilhante.
T�o confiantes estavam da vit�ria. . .
Para um soldado morto,
pouco importa quem ganhou ou perdeu a guerra.
No ano de 1942,
quando grande parte do povo alem�o ainda acreditava na vit�ria final,
no Leste aumentavam os sinais que o ex�rcito alem�o estava
diante de um agravamento,
que os russos preparavam um contra-ataque.
H� mil tanques. . . no Volga.
De acordo com os nossos espi�es, imagens a�reas e not�cias do inimigo,
sabemos que os russos avan�am forte nas �reas de Volga
e pela margem direita do Don.
O 6� Ex�rcito chegou, conforme ordens, em Stalingrado no fim do ver�o.
Assim, surgiu um ex�rcito isolado
que n�o pode resistir a um ataque em pin�a do inimigo.
Mas Hitler achava estas advert�ncias muito pessimistas
e encarregou o 6� Ex�rcito, sob o comando do general Paulus,
de conquistar Stalingrado.
Esta ordem foi a senten�a de morte do 6� Ex�rcito.
Estas s�o as tumbas no caminho do Calv�rio, em Stalingrado.
Estes s�o seus caix�es,
f�bricas de tratores e maquin�rios em Stalingrado.
Isto � o que queimava no monumento aos soldados an�nimos alem�es
em Stalingrad.
Apenas alguns retornaram
para contar a hist�ria do 6� Ex�rcito
e levantar um memorial
sem adornos.
''O INFERNO DE STALINGRADO"
Na retaguarda em Crac�via, 250 quil�metros da frente,
ainda est� despreocupada, quando um tenente da artilharia se disp�e
ir para a frente no Volga.
N�o tenho nada a ver com isso, � noutro departamento.
Tem que esperar ser chamada.
Desculpa, senhorita.
- E a minha ordem de partida? - Est� a caminho, tenente.
Parece ter pressa. Mas Crac�via � uma cidade t�o divertida. . .
Estou a muito tempo no hospital militar.
N�o aguento mais o cheiro de desinfetante.
Pr�ximo!
- Quem � o pr�ximo? - Eu.
- O que acontece com essas pessoas? - O que acha? Eles t�m problemas.
Sem trabalho, com fome, sem comida ... e os pol�ticos.
Claro, temos que manter a ordem.
Vamos, fora, fora! O pr�ximo.
Mas deixe-me explicar. . . N�o sei mais a quem recorrer.
Tem que me ajudar.
J� disse que n�o precisamos de nenhuma tradutora.
Acha que somos os servi�os sociais desta cidade?
Vamos, saia! Essas s�o as ordens.
Pr�ximo!
Termine logo meus pap�is. J� volto.
Sim, tenente.
- Ei, espere. - O que deseja?
Est� chorando.
O que foi?
Se n�o encontrar um trabalho at� amanh�,
me levam para a Alemanha deportada.
Ent�o � isso? E n�o tinham nada para voc�?
Seus compatriotas nos tratam como lixo.
Calma, calma.
O que sabe fazer? O que estudou?
Sou estudante, mas tamb�m fecharam a universidade.
Fala muito bem alem�o. Como aprendeu?
Meu pai insistiu para que aprendesse,
ele simpatizava com os alem�es. N�o mais.
Acho que tenho uma ideia. Talvez possa fazer algo por voc�.
- Por que quer me ajudar? - E por que n�o?
N�o suporto ver uma garota bonita chorar.
Ol�, artista. Como est� indo?
Obrigado por perguntar. O bra�o est� bem novamente.
O m�dico chefe at� me permitiu dar um concerto esta noite.
�timo.
- N�o posso te levar a esta��o. - N�o faz mal.
Tenho que te pedir um favor. Precisa me ajudar.
Te uma garota. . .
- Outra vez? - V�o deport�-la.
� estudante e fala bem alem�o.
N�o parece certo deport�-la.
N�o pode lhe oferecer algo? Talvez numa biblioteca ou. . .
Sim, talvez numa livraria. Poderia ser. Perguntarei.
Este � o endere�o dela.
Diabos, tenho que ir.
Ol�, padre Busch!
- Boa noite, tenente-coronel. - Boa noite. Como foi a licen�a?
Muito curta. Mas obrigado.
- Vamos na mesma dire��o? - Acho que sim. Stalingrado.
Ent�o venha comigo.
K�pke, traga minha mala.
� pesada.
Segure o meu c�o.
Permita-me, tenente-coronel.
- Diabos, pesa mesmo. - Ficou espantado?
30 quilos de comida da minha m�e.
Depressa tenente, ainda tem tempo para um beijo.
Volto j�.
- Katja, o que foi? - Est� tudo bem.
Tenho trabalho na biblioteca, um certo tenente Fuhrmann me chamou.
Gra�as a Deus. �timo, agora pode ficar aqui.
Sim. E por isso vim lhe agradecer.
O tenente Fuhrmann disse que te encontraria aqui.
Nem mesmo entendi bem o seu nome.
Gerd, Gerd Wisse.
Gerd Wisse. N�o posso acreditar.
Nos conhecemos esta manh� e fiquei t�o desconfiada. . .
O Fuhrmann cuidar� de voc�, ele me escrever�.
Garanto.
� revoltante.
G�bbels comemora a vit�ria em Stalingrado e ainda n�o temos.
Mas pode ser quest�o de dias, tenente-coronel.
Acha que sim? Depois de tr�s meses sem conseguir?
O F�hrer diz que os russos est�o acabados e n�o se recuperar�o.
Ent�o devo estar em outra guerra.
No meu setor, em Stalingrado, os russos parecem muito saud�veis.
Eles t�m as melhores posi��es e n�s que morremos.
Antes da licen�a, vi como perdemos cinco batalh�es
para conquistar algumas ru�nas. . .
e perd�-las em seguida.
- O padre tamb�m viu. - Sim.
� uma loucura.
Aonde voc� vai, tenente?
Me enviam como oficial de liga��o com os romenos.
Ent�o n�o lhe invejo.
O que foi?
O que se passa?
A resist�ncia explodiu a via.
- O reparo vai durar toda a noite. - Aonde estamos?
A uns 40 km de Kalatsch.
Devo estar amanh� com minha companhia. Aonde tem um telefone?
- L� na casinha. - Obrigado.
Pedirei para mandarem um carro.
Venha comigo, padre, vamos para o mesmo lado.
Posso ir tamb�m? Talvez possa alcan�ar minha equipe de liga��o.
Claro, v�o levar a nossa bagagem.
Qual era o nome? Sargento B�se?
- Ch�? - Sim. Obrigado.
- Matka, tem ch� para n�s? - Sim, sim.
Obrigado.
Ent�o enviem o carro o mais r�pido poss�vel.
Senhores, tive uma ideia. Comemos alguma coisa antes de sair.
Matka, nos prepara uns ovos?
Um?
- S� um? - Sim.
Padre, descasque as batatas e jogue na panela.
Se confia em mim, com prazer.
Eu fa�o.
Quantos somos?
- 1 , 2, 3, 4. . . - Quatro!
. . . 5, 6, 7, 8 e 9 se contarmos o cachorro. Tenente,
- Tire 2 lingui�as da minha mochila. - Sim, tenente.
- Tem uma grande fam�lia. - Muitas crian�as.
Onde est� seu o marido? O pai.
Morto. . . Guerra.
- Quem te ajuda agora? - Ajuda?
Obrigada, muito obrigada.
- Obrigado. - Bem.
- Obrigada. - Bem.
Pensava que Moscou havia terminado com isso.
Tentaram na Alemanha. N�o conseguiram, apesar das
Escolas de Elite e da Juventude Hitlerista.
Olha, Wisse: tudo passa, mas isto permanece. E nisto se pode confiar.
Eu tamb�m cresci numa Escola de Elite.
L� aprendemos a confiar em n�s mesmos
e nos tem feito muito bem.
At� arrebentarem as m�quinas.
Sabe, tenente? Sou pau para toda obra.
Tudo o que � organiza��o. . .
Tamb�m sou especialista em motores. Entende?
Primeiro se preocupe em n�o destruir esta lata velha.
N�o se preocupe, est� acostumada com isso.
- O que aconteceu com sua m�o? - Nada s�rio. Alguns estilha�os.
Mas n�o foi suficiente para me mandar para casa.
Guardas.
Sentido!
Sargento B�se, temos dois homens da equipe de liga��o em seus postos.
- Um radiotelegrafista no aparelho. - Obrigado.
Espero uma boa coopera��o.
- Descansar. - Cabo Sander.
- Radiotelegrafista Klausch. - Me permitir, tenente?
Obrigado. Kr�mer, cuide do c�o.
Sim, tenente.
Vem c�, pequeno.
Diga-me, o que � tudo isso?
Neste desfiladeiro fica a sede da divis�o romena.
Este � o bunker do general Kutriano e esta � sua nova casa.
Uma ratoeira. O capit�o Scherer o espera.
Obrigado.
Tenente Wisse se apresentando.
Ainda bem que chegou. Seja bem-vindo. Sente-se.
Desculpe a informalidade, mas como v�, estou fazendo as malas.
Como demorou tanto? O que aconteceu?
A resist�ncia explodiu as vias em Kalatsch.
Tamb�m em Kalatsch? J� come�ou?
N�o � de admirar.
Ainda bem que ligou logo, estou com muita pressa.
Ao meio-dia tenho que estar em Kalatsch ou perderei a conex�o.
Parece muito confort�vel, um bom buraco para passar o inverno.
N�o acho que seja por muito tempo. H� boatos, relat�rios e suspeitas.
Os russos preparam algo, e n�o s�o boas not�cias.
Bem. . .
Mas o sargento B�se vai p�-lo ao corrente.
O general Kutriano j� est� avisado.
� simp�tico o velho safado.
Em geral, os romenos s�o bons soldados. Valentes at� o fim.
Um momento.
Kr�mer, o carro tem gasolina?
- Agora mesmo, senhor. - N�o demore.
Tem um ex�rcito de primeira e pode confiar nele.
Mais uma coisa.
Tem um major alem�o
como coordenador t�tico dos romenos.
Chama-se Linkmann. N�o � um cara f�cil.
Mas n�o � seu superior, n�o a n�vel disciplinar.
Bem, acho que � tudo. Venha.
B�se, deixo o tenente Wisse aos seus cuidados.
O sargento � a alma de tudo isso.
- Boa sorte. - Boa sorte tamb�m, capit�o.
Wisse, n�o trate as coisas aqui superficialmente.
- Felicidades. - Boa viagem, capit�o.
N�o se esque�a da sua visita de apresenta��o ao corpo do ex�rcito.
- O que espera, Kr�mer? - Vamos, capit�o.
- Parece que tinha muita pressa. - E com raz�o.
- Todos quer�amos ter ido com ele. - N�o diga bobagem, B�se.
- Este � um lugar muito tranquilo. - N�o se engane, tenente.
N�s que captamos as not�cias, ouvimos muita coisa.
Sabe quais s�o as ordens, a partir das 18:00 hs?
- N�o. - Cancelamento de licen�as.
Agora eu entendo a pressa.
Aonde � o bunker do major Linkmann?
- L� atr�s, eu o levo. - Obrigado.
Sou o Tenente Wisse, o novo chefe da equipe de liga��o.
Linkmann.
Voc� parece muito jovem para um posto de tanta responsabilidade.
Talvez tr�s anos de experi�ncia na frente compensam, major.
Veremos.
Espero que seja um pouco mais esperto que o Scherer.
Fico feliz em ver aquele pessimista pelas costas,
convertia todo relat�rio de patrulha num ex�rcito russo.
Parecia uma pilha de nervos.
Isso � inevit�vel quando s� se v� fantasmas.
Bem, Wisse,
pertencemos ao 51� Ex�rcito
do general von Seytlitz. Um ex�rcito de primeira classe.
O fundamental para estar aqui � ser prudente, manter dist�ncia. . .
dos romenos. S�o maus soldados.
Os oficiais tamb�m, um monte de b�bados hist�ricos.
O importante � n�o cair na conversa deles, manter a calma
e ter nervos de a�o.
Eu tenho. Obrigado pelo conselho.
E no que diz respeito a ambos,
j� me deram refer�ncias suas.
Uma �tima forma��o, em Escolas de Elite.
Isto aqui n�o � f�cil,
- devemos trabalhar juntos. - Claro, major.
At� � noite. Sempre comemos com o general, vou apresent�-lo.
Obrigado, major.
A minha divis�o est� numa situa��o extremamente dif�cil.
Mantemos uma faixa de 19 km,
em vez dos habituais 5 ou 6.
Obrigado.
Desde o avan�o do Ver�o que lutamos sem parar.
N�o temos artilharia pesada, nem tanques, nem anti-tanques.
Nem mesmo minas. E claro, nenhuma reserva.
H� semanas que sabemos que os russos avan�am com superioridade.
Por semanas pedi para o senhor Scherer solicitar ajuda.
Ele fez o melhor que podia, mas sem resultados.
General, tomarei provid�ncias imediatamente.
Eu agrade�o, mas acho que � tarde demais.
O major Linkmann sorri pensativo, como sempre.
N�o acredita num ataque russo, apesar de conhecer a situa��o.
N�o sei nada sobre a possibilidade de um ataque russo,
mas tenho mais f� que voc� em nossa capacidade de enfrentar o inimigo.
Os tanques n�o s�o mosquitos que podemos esmagar com as m�os,
preciso de armas.
O Alto Comando sabe exatamente da situa��o.
E por que n�o fazem nada?
Os planos do F�hrer est�o al�m do meu conhecimento.
Obrigado, senhores.
A triste noite de
19 de novembro de 1942 come�ou.
O sil�ncio reina sobre a terra.
S� a voz mon�tona de Moscou
repete incansavelmente no r�dio.
Cada sete segundos morre um soldado alem�o.
Stalingrado � uma vala comum.
Cada sete segundos morre um soldado alem�o.
Stalingrado � uma vala comum.
- Cada sete segundos morre. . . - Klausch, desliga essa porcaria.
- N�o posso. - Por que n�o?
H� meia hora recebemos ordens para permanecer ouvindo,
no entanto, entrou uma emissora de Moscou
na mesma frequ�ncia.
O general.
Wisse, me ponha em contato com seu corpo do ex�rcito, com o general von Seydlitz.
- Vamos, Klausch. - Aqui Mars,
solicito falar com o general von Seydlitz
do general Kutriano.
- Sim, pessoalmente. - Desligue essa coisa.
Vou passar.
Aqui o Kutriano.
General, ap�s consultar meus superiores,
tenho que comunicar algo importante.
H� poucos minutos conseguimos decifrar uma r�dio comunica��o,
� uma ordem de Stalin.
�s seis horas acontecer� um grande. . .
ataque russo.
Naturalmente, n�o podemos prever onde se dar� o ataque principal.
Se for na minha �rea, n�o posso garantir nada.
Como sabe, n�o tenho armas pesadas.
Posso pedir sua ajuda novamente caso isso aconte�a?
Obrigado, general. Esperamos novas ordens. Desligo.
Bem, chegou a hora.
O general von Seydlich me prometeu ajuda,
- venderemos caro a nossa pele. - Claro, general.
Sei que n�o nos deixar� em apuros.
Vamos acertar os rel�gios.
Uma e cinco.
Tenente-coronel Kesselbach. Tenente-coronel!
O que foi?
Tem que ir com seus tanques para a divis�o romena. J� come�a.
- Que horas s�o? - Duas e meia.
- O que foi? - Chegou um comunicado.
- Os russos atacar�o hoje �s 6. - Meu Deus, Wisse!
Os russos?
Tem. . . que pensar com calma.
Est� claro. . . que os russos atacar�o.
Bem,
por que acha que os romenos n�o receberam armamento pesado?
Essa gente n�o � confi�vel, entende?
Tenho minha pr�pria teoria.
O F�hrer quer acabar com eles.
- Como? - Sim, sim.
O que n�o quer dizer que conosco tamb�m.
S� temos uma sa�da: estar atentos e manter a calma.
No caso de algo sair errado,
subimos no carro e vamos embora. Entendeu?
Aqui o Paulus.
Sim, claro que comunicamos � coluna o ataque iminente.
Como?
Repita.
Desligo.
Anunciam neblina. A Luftwaffe n�o poder� intervir.
N�o vamos ter apoio a�reo? Era s� o que faltava.
Eu me pergunto, Schmidt,
se fizemos tudo que era poss�vel.
Tudo sim, general. Mas se isso ser� suficiente, � outra quest�o.
Mas isso � imposs�vel, Schmund.
O F�hrer tem que falar comigo. � importante.
Tem que dar permiss�o para mobilizar os tanques da reserva,
devem ser postos em marcha imediatamente.
Ent�o fa�a isso logo.
N�o podemos ficar aqui olhando de bra�os cruzados.
Desligo.
Como quer ganhar a guerra degradando o Estado Maior?
Nos chama de encanadores. N�o tenho nada contra,
mas n�o devia impedir o nosso trabalho quando os canos quebram.
O chefe do Estado Maior ligou novamente, F�hrer.
Devo solicitar-lhe para tomar uma decis�o.
Permita a entrada do corpo de artilharia
- e espere mais ordens. - Sim, meu F�hrer.
Klausch, informe o corpo do ex�rcito!
Ap�s 3 horas de fogo de artilharia, os russo atacam com tanques.
- B�se, cuide do posto. - � suas ordens.
Preparem nossas coisas, caso tenhamos que nos retirar.
Kr�mer, fique pronto na colina. Eu vou ao posto de comando.
Os tanques russos se aproximam.
A 3� e 4� baterias est�o em situa��o dif�cil.
At� o batalh�o de pioneiros oferece resist�ncia.
Os russos j� cruzaram.
Aten��o, tanques!
- Me d� a carga refor�ada! - Pare, pare, pare!
Fiquem aqui!
Controlem-se, s�o s� alguns tanques dispersos!
Vamos!
Se apresenta o tenente-coronel do 51� Ex�rcito.
Chegou tarde, mas eu agrade�o.
Mantenha longe os tanques russos para eu tentar salvar o que puder.
Ol�, companheiro.
Bem feito, viu? Bom trabalho.
Ficou louco? Andando por a� em vez de ficar no seu posto!
Estava no posto de comando.
Seu sargento se recusou a me dar o carro para ir para a frente,
combinamos que me forneceriam o carro.
Foi um mal-entendido, devo ter entendido mal suas palavras.
O que est� insinuando?
Eu expliquei claramente.
- Apresentarei queixas contra voc�. - Ele agiu sob minhas ordens!
Sou o respons�vel!
Ah, n�o seja arrogante. Sua responsabilidade. . .
Acabam de ordenar a retirada da minha divis�o.
Senhores, aconselho que fa�am o mesmo. Informe seu posto de comando.
Obrigado pela ajuda, com seus tanques cobrimos nossa retirada.
- Sim, general. - Senti sua falta esta manh�.
- N�o tinha carro, general. - Os outros vieram a p�.
Algu�m tinha que ficar aqui para manter contato com o ex�rcito.
Seu papel como oficial t�tico era para ficar ao meu lado!
O Wisse tamb�m n�o estava aqui.
Seu compatriota nos salvou de uma situa��o perigosa.
Muito obrigado, filho.
Inicia uma curiosa retirada.
N�o v�o para o oeste, onde est� a frente alem�,
mas para o leste, R�ssia adentro.
Empurrados, acossados pelos tanques inimigos que, como
facas afiadas cortaram as pr�prias linhas de comunica��o.
Eu tive problemas com os da retaguarda.
Consegui duas latas de gasolina com muito esfor�o.
E isso que t�m um edif�cio cheio de roupas e alimentos para uma divis�o.
E ent�o?
Bem, pensei que pod�amos arranjar alguma coisa, j� que perdemos tudo.
Mas n�o querem nos dar nada, querem queimar tudo!
Como? Est�o loucos?
Vamos ver o que acontece.
- N�o faz sentido. - Tenho ordens para queimar tudo
em meia hora para n�o cair nas m�os dos inimigos.
- Sua divis�o abandona o acampamento? - Claro que n�o.
Seja razo�vel. Quer mandar tudo isso para o ar?
L� fora h� centenas de soldados morrendo de fome e de frio.
- Apenas cumpro ordens! - N�o me importo com suas ordens.
Kr�mer, deixe isso e aguarde novas instru��es.
- O que � que pretende fazer? - Eu direi.
Como oficial superior aqui, eu assumo a evacua��o do armaz�m
- e queimarei o resto. - O que voc� achou?
Qualquer um podia vir e. . . !
Se quer matar todos n�s, agora voc� pode!
Os russos n�o hesitar�o muito!
Bem, me rendo � viol�ncia.
Mas sob protesto. E voc� ser� respons�vel com sua assinatura.
Kr�mer.
Est� aqui, o inverno russo chegou.
Tem casacos l� dentro.
E o que estamos esperando? Vamos pegar alguns.
Aqui, sargento.
Est�o loucos?
Os russo nos calcanhares e voc�s com presentes de Natal.
Sim, tenente-coronel. O suboficial queria queimar tudo.
As pessoas pegam tudo o que podem carregar.
Est� bem. Mas acabem logo com o posto,
meus tanques n�o pode segurar os russos mais que 15 minutos.
Sim, coronel.
Joguem gasolina!
As dimens�es do ataque russo superam meus piores receios.
Com sua poderosa artilharia pesada,
os russos avan�am para o sul
e est�o atr�s do 6� Ex�rcito.
Do sul de Stalingrado
se dirigem para o oeste e noroeste,
e aqui cruzaram a frente romena.
Em Kalatsch se unem os dois bra�os.
Meu F�hrer, o 6� Ex�rcito,
com uma divis�o de tanques e 4 batalh�es, com 22 divis�es,
foi cercado. Ainda por cima,
o inverno russo come�ou antes do previsto.
Os agasalhos n�o chegaram para as tropas.
Continue.
Temos que tomar uma decis�o.
Quase 250.000 soldados est�o cercados.
25.000 deles est�o feridos.
Os estoques de suprimentos e muni��o em breve ser� t�o pouco,
que se prev� uma cat�strofe para o 6� Ex�rcito
se n�o ordenar imediatamente uma retirada.
Pode me garantir
a salva��o do 6� Ex�rcito?
N�o, meu F�hrer. Mas posso garantir
que o 6� Ex�rcito estar� perdido
se n�o ordenar a retirada imediatamente.
H� dias que esperamos a ordem de retirada,
mas o F�hrer hesita e o Paulus tamb�m.
Est� tudo combinado.
Meu Deus, n�o � a primeira vez que um ex�rcito foi encurralado.
Eu pratiquei milhares de vezes.
S� podemos romper um cerco assim com extrema viol�ncia.
Mas tem que ser r�pido.
Aqui o Seydlitz.
Sim, me d� a previs�o do tempo.
Fortes geadas, o solo congelado,
rios e arroios congelados. . .
Suportar�o armamento pesado. � o suficiente. Desligo.
Sim, com este tempo n�o se pode fazer nada.
Engana-se, Klausius. Devemos fazer algo rapidamente.
�s suas ordens.
Estou farto de esperar.
Vou impor as regras do jogo aos outros e movimentar as coisas,
os demais ser�o obrigados. . .
a nos seguir.
Ordene para minhas divis�es levarem s�
armas, muni��es, alimentos e gasolina.
O resto deve ser eliminado.
Sua arbitrariedade causou uma situa��o perigosa.
A retirada estava combinada.
Mas o alto comando decidiu outra coisa.
A retirada foi proibida. Chegar� ajuda de fora.
Ficaremos onde estamos e permaneceremos juntos.
Isso � loucura.
- S�o ordens do F�hrer. - � uma cat�strofe, isso sim.
Meu pessoal est� na estepe, desprotegido contra o frio mortal.
Sua precipita��o provocou esta situa��o. � culpa sua.
Tinha que encurtar a frente.
Paulus,
temos que recuar, mesmo contra as ordens do F�hrer.
Desconhecemos a situa��o geral.
N�o temos escolha sen�o obedecer.
A divis�o romena derrota
se estabeleceu provisoriamente num desfiladeiro coberto de neve.
A equipe de liga��o alem� tamb�m se refugiou l�,
condenados � inatividade, como todo o 6� Ex�rcito.
Al�, Kurt.
Ligue de novo.
Meu cunhado, que tem que recolher as suas coisas.
N�o conseguem manter as posi��es.
H� uma grande discuss�o no quartel general.
Desta vez vai tudo para o inferno!
Sim, o nosso amado F�hrer j� n�o era bom da cabe�a.
Agora perdeu mesmo o ju�zo.
N�o tolero essas afirma��es, Kr�mer.
Meu tenente, o Kramer n�o quis dizer isso.
Mas estamos todos ficando inquietos. Esteve hoje no corpo do ex�rcito.
Venha, n�o imaginem coisas.
Isto vai continuar.
- Mantenham-se firmes. - Isso � s� conversa.
Queremos uma resposta.
Como isso vai continuar?
Rapazes, na realidade eu tamb�m n�o sei.
Estamos cercados e temos que esperar. O qu�? Ningu�m sabe.
Precisamos reduzir as ra��es ainda mais
at� nos enviarem suprimentos pelo ar.
Isso se mantermos os aeroportos.
Bem, isso � tudo.
Para aquecer, tenente.
Obrigado, Kr�mer.
O que acontece aqui? Algum conselho de guerra?
Sim, meu major. Falamos sobre a situa��o.
- Meu carro est� pronto? - Sim, meu major.
Vai nos deixar hoje?
Sim, vou me encarregar da artilharia em Stalingrado.
Finalmente uma tarefa s�ria.
Falar da situa��o com os subordinados � contra as ordens.
- N�o pode ser ruim falar a verdade. - Anula a confian�a na lideran�a.
Parece ter esquecido tudo que lhe ensinaram.
Gostaria que estivesse sob minhas ordens para envi�-lo para a frente.
Eu acho, major, que n�o ter� esse prazer.
- Acha isso? - Sim.
Seus dias est�o contados.
Vamos, Kr�mer.
Finalmente, se foi. Nunca esquecerei o dia que quis fugir.
Eu acho que ele nunca esquecer�. . .
que voc� percebeu.
Para a sua sobreviv�ncia,
o 6� Ex�rcito precisa
de 750 toneladas
entre comida, muni��es e medicamentos di�rios.
Hitler e Goering concordaram,
mas n�o mantiveram a promessa.
A princ�pio s� chegava 20% do necess�rio ao cerco.
Mais tarde uns 10%.
E no final, conforme iam perdendo os aeroportos mais importantes,
nada.
- N�o posso fazer nada, entenda. - Por que � t�o mesquinho?
Eu conserto os r�dios e voc�s n�o me d�o nada.
Podemos te dar cigarros, Kr�mer. Tabaco.
Tabaco? Esta lata velha n�o anda com tabaco.
N�o posso fazer nada, o velho est� intrat�vel.
Fareja em todos os lugares e controla tudo.
Sim, sim, est� bem. Podem ir para o inferno.
Aqui est�.
O que voc� faz aqui?
- Desta vez n�o deu certo, hein? - Infelizmente n�o, coronel.
Venham todos aqui.
Sim, voc� tamb�m.
Ou n�o quer sair desse inferno de cerco antes do Natal?
Quem n�o quer.
- Seria um sonho, coronel. - Um sonho? Ent�o se surpreender�.
Venham todos aqui e me tragam um peda�o de giz.
Vejam. Venho de uma reuni�o na divis�o,
est�o preparando algo de bom.
Aqui estamos: cercados e encurralados.
Como sabem, o 6� Ex�rcito.
Totalmente isolado, j� que a frente alem� est� aqui.
Mas pelo sul vem de uma divis�o inteira de tanques
sob o comando do general Hooth.
Dos 400 km que nos separavam, eles avan�aram. . .
at� os 150 Km.
Quando estiver perto, avan�ar�o diretamente. . .
- Onde est� o general Hooth? - L�, com os tanques!
- Como vai? O que foi? - Finalmente podemos continuar.
Mas perdemos dois outros tanques, os russos est�o cada vez mais fortes.
Ainda assim, com 200 tanques acabamos com 1.000 tanques russos.
Sim, mas sempre aparecem mais. N�o se sabe de onde.
� terr�vel.
N�o seja t�o pessimista, ainda temos 100 quil�metros.
Os do cerco nos esperam. E diga aos nossos que temos que tir�-los
- antes do Natal. - �s suas ordens.
Vamos, rapazes! Adiante!
Isso que � um comunicado. Foi muito esperado.
Obrigado. Desligo.
Rapazes, o Hooth est� a 50 quil�metros.
V�o dar a ordem de retirada, joguem tudo que n�o � necess�rio.
Kr�mer, arrume umas latas de gasolina para o carro.
Sim, imediatamente. Nem que tenha que roubar.
- B�se, exploda o r�dio. - Vou preparar.
Diga alguma coisa agora contra o F�hrer.
Vamos, depressa, decodifica esta merda. Pensava que sabia como.
Um momento, meu general.
''Em. . . Milerovo. . .''
Isso � muito longe, N�o me interessa.
". . . est� a frente do. . .
8� Ex�rcito italiano. . ."
Bem. Ent�o?
". . . e os russos. . .
os superaram.''
- O que? - Isso � o que diz aqui, general.
- Nos atacar�o pelo flanco. - Isso ser� um beco sem sa�da.
Isso n�o quer dizer nada.
Um momento.
Estamos a 48 quil�metros do cerco, ainda temos uma chance.
O Paulus tem de intervir imediatamente e vir ao meu encontro.
Ainda podemos conseguir, mas tem que ser r�pido.
� imposs�vel.
O Hooth est� a 48 km do cerco
- e s� tenho gasolina para 30 km. - Mas a diferen�a � de s� 18 km.
Podemos conseguir.
Quando o F�hrer soube sobre a gasolina, proibiu a retirada
que j� t�nhamos preparado. Agora repito suas palavras:
ficaremos indefesos na estepe se n�o conseguir mais gasolina.
Temos que tentar de qualquer maneira.
D� uma oportunidade ao ex�rcito, general.
Nosso pessoal sabe o que �, far�o um esfor�o extra.
Tenho de ter em conta
que uma retirada mal sucedida significaria o fim do meu ex�rcito.
N�o posso me arriscar. Isso � tudo o que queria dizer.
Obrigado a todos, senhores.
- Friedrich. - Sim.
O que foi?
Tem que ir at� o Hooth.
- Conhece as ordens. - Sim, uma ordem sem sentido.
- Por que seguir? - Prestamos juramento ao F�hrer.
Al�m da tradi��o e da honra,
tem uma responsabilidade maior ainda, Friedrich:
perante o nosso povo e os nossos soldados.
Conversa fiada. Aqui cumprimos uma miss�o: resistir as for�as russas.
Hoje, mas n�o tarda e os russos far�o o que quiserem conosco.
E far�o, Friedrich.
- Estou amarrado � ordem. - Desamarre.
N�o sou nenhum amotinado.
Pense nas consequ�ncias de uma desobedi�ncia assim.
Seria o caos, meu ex�rcito poria em perigo toda a Frente Oriental.
O povo e a Wehrmacht nunca perdoariam a desordem produzida.
Foi o que fez J�rg von Wartenburg.
Ele tamb�m desobedeceu uma vez o rei, mas salvou os prussianos.
Mas eu n�o sou ele.
E esta � uma situa��o totalmente diferente.
Se eu fizesse, ningu�m me apoiaria.
Est� decidido. N�o vamos retirar.
Com isso declarou a pena de morte do 6� Ex�rcito.
Um Natal amargo para os nossos soldados.
N�o precisa mais queimar.
O que isso significa?
A a��o de resgate do general Hooth fracassou.
N�o iremos, a retirada foi cancelada.
Ent�o, Feliz Natal.
Temos que ir para o sul para a retirada.
Os tanques russos. . . nos. . .
esmagaram.
D�-lhe aguardente. R�pido.
N�o � necess�rio.
Ele morreu.
- Ouviu isso, Kr�mer? - Que estranho.
O que foi?
Quer ouvir algo, tenente?
O Klausch est� no aparelho. Vamos l�.
Bem. Venha.
Os grupos perdidos de soldados alem�es
caminham nesta noite
e n�o sabem aonde ir.
Os encontrei nas colinas nevadas,
em grutas geladas.
Assim como os encontrei,
para trazer a mensagem de Natal
de paz na terra,
ainda que pare�a deslocada aqui.
Mas acreditem em mim quando digo,
atrav�s da tempestade e al�m do troar dos canh�es,
a voz de Deus vem at� n�s para dizer:
"Quando todas as portas estiverem fechadas,
a minha sempre permanecer� aberta."
E agora a b�n��o:
"Que o Senhor os aben�oe e proteja.
Que o Senhor vos ilumine com sua face e seja misericordioso.
Que o Senhor volte a sua face para voc�s
e lhes d� paz. Am�m."
- Bem, nos conhecemos. - Sim.
Da granja russa, com o tenente-coronel Kesselbach.
Verdade. Voc� � o jovem tenente da Escola de Elite
com boas solu��es para qualquer situa��o.
J� n�o estou t�o certo, padre.
Isso � dif�cil de entender.
N�o sabemos que sentido tem.
Bem, n�o h� uma raz�o compreens�vel.
S� nos resta a f� em Deus,
mas isso n�o � consolo para voc�.
Como poderia ser?
Perdi cedo os meus pais.
E sabe que quem me educou n�o tinha uma boa opini�o sobre Deus.
Siga sua intui��o em todas as situa��es dif�ceis que vivemos.
Deus �s vezes se manifesta primeiro no inferno.
Mandei cham�-los para dizer
que a minha divis�o est� subordinada diretamente
ao 6� Ex�rcito. Isso finaliza vossa miss�o aqui.
Caro Wisse,
tenho que dizer que voc� ser� enviado como lider de bateria
para Stalingrado.
Ir�o com voc� o sargento B�se e o cabo Kr�mer.
O resto lhe dir�o no corpo do ex�rcito.
Sim, meu general.
Por sua corajosa interven��o pessoal,
Meu comando superior lhe concedeu a medalha romena por bravura.
- Parab�ns. - Obrigado, general.
Para voc�s, o meu reconhecimento total pelos servi�os prestados
- e boa sorte. - Obrigado, general!
- Ordene para debandar. - Debandar.
Potomnik,
Goroditsche. . .
Agora vem a boa.
Para Berlim, 2.431 km.
- N�o me fa�a sofrer. - N�o seria mal ir para Berlim,
L� conheci uma morena que era uma maravilha.
Berlim j� conhecemos, agora vamos para Goroditsche at� Stalingrado.
Tenho vontade ver esse lugar.
Meu novo comandante de regimento me espera l�, quero conhec�-lo.
Na vida civil, sou investigador, um bot�nico.
Estudava as flores, as plantas e o seu crescimento.
Uma brincadeira do destino que me enviou aqui, para o Volga.
Nada cresce aqui.
S� h� morte e podrid�o.
N�o creio que isso em Stalingrado termine bem.
N�o quero tirar suas esperan�as, mas tem que saber a verdade.
Dizem que voc� � um bom oficial, fico feliz em t�-lo conosco.
- Obrigado. meu coronel. - Se encarregar� da 3� bateria.
Apresente-se ao seu chefe de se��o, Linkmann. Ele passar� as instru��es.
Posso perguntar se devo esta transfer�ncia ao major Linkmann?
Se esfor�ou muito para traz�-lo.
Nossa colabora��o n�o foi muito harmoniosa at� agora.
Viu? N�o � rancoroso. At� amanh�.
Pegue o cachecol. N�o preciso, estou mais gordo que voc�.
Nem pensar.
Pegue sem resmungar, n�o aguento ouvir voc� tossir.
- Ainda sou seu superior. - Isso n�o importa, mas a sua sa�de.
O que foi, tenente?
V�o acabar comigo, este promete ser um lugar agrad�vel.
- Sabem quem � o nosso chefe? - O major Linkmann.
Por todos os santos. . .
Eu j� disse que dev�amos ter ido para Berlim.
- N�o ser� divertido. - Veremos.
� minha �ltima palavra, n�o permitirei nem um disparo.
Isso mostrar� para a infantaria que n�o conseguem sem a artilharia.
Desligo.
Tenente Wisse se apresentando como chefe da 3� bateria.
- Isto que � uma surpresa. - N�o para voc�.
Bem, nisso voc� est� certo.
Eu recomendei para mand�-lo para a minha se��o.
Conforme ouvi, foi premiado com uma medalha.
Sim, Major. A medalha romena por bravura.
N�o quero ser odioso, mas os romenos t�m valores diferentes.
Aqui poder� provar que tipo de cara �.
Lhe ofere�o uma oportunidade.
- Muita bondade, major. - Exijo desempenho absoluto.
Atualmente atravessamos uma crise, mas. . .
� de natureza passageira, claro.
No entanto, para instrui-lo, o F�hrer necessita homens de a�o.
N�o seja relaxado aqui,
apesar da fome, do frio e outras dificuldades. . .
Vieram comigo outros dois homens da equipe de liga��o,
- que devem ser distribu�dos aqui. - Quem s�o?
O sargento B�se e o cabo Kr�mer.
O B�se?
J� me chamou a aten��o faz tempo,
tem um fraco perfil militar.
Esse possa us�-lo aqui, comigo. Leve o Kr�mer com voc�,
na frente precisam de qualquer homem dispon�vel.
3� bateria com 4 sargentos, 38 homens e 4 soldados em seus postos.
Um sargento e dois homens no posto de observa��o em Stalingrado.
Fuhrmann!
Todos voltamos a nos encontrar neste maldito cerco!
H� quanto tempo est� aqui?
H� dois dias me colocaram no trem, acabou a tranquilidade de Crac�via.
Diga-me, sabe alguma coisa daquela garota russa? Katja.
Katja?
Ah, sim, sim. Bem, o escrit�rio foi por �gua abaixo. O sonho acabou.
- O que aconteceu com ela? - Eu n�o sei.
Talvez foi enviada para a Alemanha
ou desapareceu no meio do seu povo ou algo assim.
Entendo.
Estamos a 1 .400 metros de Stalingrado,
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.