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Agora, a hist�ria do que aconteceu
quando o homem que mantinha a sua fam�lia unida
finalmente desistiu
e os caminhos separados que acabaram por n�o lhes dar alternativa
sen�o voltarem a unir-se.
� Arrested Development: Consequ�ncias fatais.
A Lucille Bluth tinha sa�do da pris�o
para um centro de reabilita��o dirigido por uma "inamiga",
ao cuidado do seu genro.
... seu terapeuta.
Est�s com �timo ar.
Esse fato fica-te muito h�tero.
Obrigado. Tamb�m est� muito h�tero.
Ent�o, como est�?
T�o normal como tarte de mirtilo.
Escreve isso num formul�rio, d�-me alta,
n�o terei de voltar para a pris�o,
e talvez encontres um carro novo estacionado � tua porta.
Na noite antes de ir para a pris�o,
a Lucille descobriu que a sua fam�lia
andara a dividir as coisas dela.
E, depois de inicialmente ter resistido
a ir para o centro de desintoxica��o da Lucille 2...
� a cabra que me p�s aqui.
... em breve teve tamb�m as outras reclusas a virar-se contra ela.
Ela est� a tentar esfaquear-me com a massa!
E, mais tarde, recebeu um lembrete
de como uma fam�lia se pode virar contra a matriarca.
E depressa descobriu
que o seu genro trabalhava no centro.
- � a tua m�e. - Ol�.
Desculpa, esperava outra pessoa. N�o posso dizer quem porque � algu�m famoso.
Mas, depois de pedir a ajuda dele no projeto de um muro,
recebeu not�cias desconcertantes.
- Estou a trabalhar com o Michael. - Em que est�o a trabalhar?
O pai f�-lo dar-me emprego.
Tenho de ocupar umas casas,
e estou quase a acabar.
Ent�o, ele achou boa ideia juntar-vos.
Que bom!
Meu Deus, h� a� algu�m minimamente inteligente
que me possa ajudar?
N�o sei,
mas o Tobias est� a viver comigo, e n�o � muito inteligente.
Mas est� a trabalhar no centro onde est� a Lucille 2.
Contrata gente e come�a o muro.
E n�o digas ao teu irm�o.
Vou ser transferida.
Est� na hora de a mam� fazer o velho n�mero da b�beda.
Era a fingir?
E um telefonema arrastado mais tarde...
... estava pronta para pedir ao genro
para a libertar para a sociedade.
Pois. Bom, n�o funciona assim.
Temos de fazer v�rias sess�es
e eu tenho de atestar, na minha capacidade profissional,
que aceitou e fez todos os esfor�os
para refletir nas suas fraquezas.
Sim! Escreve que fiz isso.
N�o, n�o trabalho assim.
Nem de forma nenhuma. � o teu primeiro emprego em 10 anos.
N�o sou pago. � um programa de trabalho em regime aberto.
Parece que a Lucille n�o era a �nica
a usar o Austerity para escapar a uma pena de pris�o.
Ent�o, veio ver a sua filha?
Sim.
A Maeby.
Acham que sou um criminoso sexual.
N�o se preocupe com o que pensa o estado da Calif�rnia.
A quest�o � que podemos ser sinceros connosco.
Tudo bem. Esse fato n�o te faz parecer h�tero.
Assina o formul�rio.
Bom, pelo menos, estabelecemos um di�logo.
Mas isso acabaria na sess�o seguinte.
Talvez seja por isso que chamam a este s�tio...
... Auster-ity.
Auster...
Tudo bem. Se n�o vai falar,
vou s� escrever isto.
Antes, nesse dia,
o Tobias tivera um problema de adere�os
no seu musical de a��o.
... uma coisa de que precisamos. Um vil�o.
Estava a pensar o mesmo.
Porque � que o Quartero Fant�stico n�o luta?
Em vez de dan�ar?
� como se s� houvesse Sharks e nenhuns Jets.
Assim, ter�amos um segundo n�mero.
A Lucia, certo?
� a inimiga deles, a Lucia von Bardas.
Leram alguma destas coisas, sequer?
Esta mulher � uma vil�.
Tamb�m achas que sou uma vil�?
Os meus filhos est�o � espera que eu morra
para dividirem o que � meu,
as minhas colegas chinesas queriam esfaquear-me com esparguete,
e at� um dos guardas me chamou "Gangie",
e estava a falar do filme de monstros.
Acha que aquele monstro horr�vel � como eu!
Por isso, se queres chamar-me vil�, aceito! Sou a tua vil�!
Na verdade, estava a escrever uma descri��o de casting
para o papel de Lucia, para o meu musical Quarteto Fant�stico.
Estavas a falar da tua pe�a est�pida?
Estava prestes a chorar pela primeira vez em 60 anos.
E lembro-me da �ltima vez.
Escondi-me debaixo do alpendre da m�e durante uma trovoada
e encontrei os restos do meu...
N�o � uma pe�a est�pida.
� um musical.
E tenho de o estrear num barco no Cinco.
� num barco?
V� para o mar!
Sim, darei alta a todos, nessa noite,
mas acho que terei de fazer eu o papel da cabra do mar.
Eu alinho.
Que maravilha!
Acho que fizemos progressos, hoje.
No musical, n�o consigo.
C�us, n�o, h� muito trabalho a fazer consigo.
O Michael ia visitar a mulher que amava e queria como protagonista,
esperando acabar com quaisquer sentimentos negativos que ela tivesse
em rela��o a esta conversa com o pai.
Farei tudo para ela nunca mais sair contigo.
Ou a esta.
Ela gosta de ramos pequenos.
Posso comer sorvete?
N�o, �s o Depardieu.
Nada de doces.
O Michael n�o se orgulhava do que ia fazer.
Lem, posso ir buscar o sorvete.
E, na minha fam�lia, fazemos um jogo chamado
"Se Fizeres Algo Por Mim"...
Dou-te este chocolate Dove,
se fizeres algo por mim.
Temos chocolates Dove?
Diz-me o que sabes sobre este...
... George Maharis.
N�o muito.
� velho.
Mais velho do que eu?
Alguns anos. � parecido consigo.
Ele sabia que n�o eram boas not�cias.
Ent�o, � atraente.
Mas, sem que o Michael soubesse, fora este George...
George Maharis.
... que inventara um nome invulgar
porque n�o queria ser comparado
com este George,
nem com este,
e em breve se viu nos bra�os de uma mulher
que n�o imaginava que o seu pai cortejasse.
O seu tio Oscar fazia-se tamb�m passar por George,
o seu irm�o,
de modo a satisfazer um rec�m-descoberto apetite sexual.
E, depois de n�o encontrar a Lucille 2 em casa...
A Lucille 2, por favor.
Mas claro que, em Austerity,
esta mulher tamb�m � Lucille.
- Est� l�? - Quero estar contigo.
Tenho necessidades.
George, �s tu?
Sim, fala o George. Onde est�s?
Na desintoxica��o, sabes bem. Que se passa contigo?
E se eu passasse por a� e copul�ssemos?
Vamos tratar disto pelo telefone.
Est� bem. C� vai.
Quero arrancar-te as cuecas com os...
Assuntos s�rios, George.
Gostava mesmo de te arrancar as cuecas com os dentes,
se n�o te importasses. - N�o. No Cinco,
apanhamos um barco. Vamos deixar o pa�s.
E o amor (love)?
� f�cil. O Gene Parmesan conseguiu fotos do Herbert Love
com uma gald�ria ruiva.
N�o foi isso que ele quis dizer.
Vou mand�-las � mulher dele, para ele saber que sabemos.
Se ele ganhar, conseguiremos que fa�a o que quisermos com o muro.
- N�o percebo isso do muro. - Espera.
- O problema � este... - Est� l�?
- Est� aqui o Michael Bluth para a ver. - Mande-o subir.
- ... os dentes. - O Michael est� aqui.
- Poderei evitar que conspire com o Gob. - Porqu�?
Acontecem coisas m�s, quando irm�os conspiram.
Quando fazemos sexo?
Muito obrigado.
Viva! Obrigado.
Isto � melhor que a pris�o.
Como sabes? N�o me visitaste uma �nica vez.
Desculpa. Sinto-me mal por isso.
Ent�o, vieste redimir-te?
Porque sabes que a tua m�e te perdoar� sempre.
E porque sei que a minha m�e
quer que eu deixe o neg�cio da fam�lia.
Era verdade. O verdadeiro George Sr.
impusera-o como condi��o do pacote familiar agora a quatro.
A tua m�e est� muito magoada. N�o a visitaste.
Parece que desististe do neg�cio da fam�lia.
- Desisti. - Mas n�o por escrito.
Para prote��o de todos, visita-a e assina algo a dizer que � tudo dela.
- Preciso de uma assinatura. - � um prazer.
Se fizeres uma coisa...
... por mim. - Por mim.
Sim, soube que isso tem acontecido.
- Ajudo-te com muito gosto, querido. - Eu tamb�m.
E foi assim que o Michael obteve os direitos da m�e para o filme.
Mas n�o de imediato.
E foi assim que o Michael obteve os direitos da m�e para o filme.
- � um prazer ajudar. - Para mim tamb�m.
- E o resto est� tudo bem? - Sim.
Falaste com a tua irm�, a radical?
Sim. Agora � ruiva, namora com o Herbert Love,
mas, tirando o visual e as cren�as, � a Lindsay de sempre.
� a Lindsay que est� na foto.
Soube que namoras uma atriz. Que tamb�m namora o Ron Howard?
N�o...
Ela n�o namora com o Ron Howard. Ele � pai dela, est� bem?
Essa tua cabe�a...
Mas descobri com quem ela namora.
George Maharis.
E foi quando a Lucille descobriu uma forma de impedir os irm�os de conspirar.
George Maharis...
George. � o nome do teu irm�o. George Oscar Bluth.
Sim, George � o primeiro nome do Gob.
E o Michael lembrou-se de outra coisa estranha.
Devia estar � espera disto.
E depois ainda mais estranha.
"Amem-se uns aos outros."
Isso parece mesmo coisa do Gob.
E ele disse que andava com algu�m famoso.
E o Michael lembrou-se de ter ouvido falar disso.
Creio que ele tem uma mulher.
E s�o ambos c�lebres.
Isso � estranho, porque tamb�m ando com uma celebridade.
Se fosse a ti, mandava segui-lo. Arranja um detetive.
Onde vou arranjar um detetive?
Gene Parmesan, ao seu dispor.
� o Gene!
Ele faz-me sempre isto!
- Que faz ele aqui? - Trabalha para mim.
E porque gritaste?
Pensava que ele era aquele tipo.
Mas o Gob n�o andava com a Rebel.
Andava com este homem.
Est� combinado.
E ele pensa mesmo que �s gay?
A �nica coisa em que sou melhor do que a comer mulheres
� a fingir que sou gay.
Afinal, o Tony andava com a filha de um concorrente da fam�lia Bluth.
- Rapas-me as pernas? - Est� bem. Mas tens de ter cuidado.
Se o Gob descobrir que �s h�tero, destruir-te-�.
E eu perderei os 100 mil que roubei � Lucille Austero
para te tornar o m�gico gay.
Parecia que a Sally Sitwell tamb�m tinha um segredo.
- Desculpa. - Tudo bem.
J� que estamos a recapitular o que sabemos,
uma fonte interna diz-me que ele � o meu bilhete para os milh�es da Internet.
- Fonte interna? - N�o te contei?
- N�o. - � novidade?
Est� "no papo".
Ele f�-lo parecer muito mais fixe do que era...
O Fakeblock resolver� tudo.
... porque era o Tony que estava "no papo".
Mas o Tony precisou de um grande autocontrolo
para n�o aparecer quando ouviu a palavra "Wonder".
Mas foi levado para o p�blico
antes de ouvir que o Gob n�o era realmente gay.
N�o quero um espanhol em cima.
Vou pegar no telem�vel dele, sacar as informa��es do namorado,
piratear o software dele e ganhar uma fortuna.
Como n�o sabes rapar uma perna?
Nunca o fiz.
Seja como for, ele j� est� a apaixonar-se por mim.
Pareceu mesmo entusiasmado por me ir ver esta noite.
Tem cuidado.
Pode ser um castelo de cartas.
- Lagarta! - Sim! J� se foi.
Era isso mesmo.
- Esquisito. - Muito.
Uma lagarta...
... e aquela tra�a peluda esquisita no ralo...
Parecia que a filha do Stan Sitwell
tinha dois segredos.
O Michael ia usar o detetive da fam�lia
para apanhar o irm�o a ter um caso com a namorada dele.
� este o grande disfarce?
- Cozinheiro. - N�o. � o meu horr�vel emprego noturno.
Esperava que pudesse deixar-me no Chicken Dan's, quando acabarmos.
Chicken Dan's?
Que embara�oso.
Vindo de quem conduz um carro de mapeamento?
Acho que nem funcionam.
� por isso que conto com estes meninos. Os velhos bin�culos.
Vejamos se encontramos o alvo.
O melhor disto � que n�o h� software para atualizar.
- Que est� a fazer? - Desculpe.
Os bin�culos d�o-me n�useas.
Claro. Porque n�o usa os mapas?
Estamos num carro de mapeamento por sat�lite.
Entretanto, o Gob sentia-se �timo.
Depois de impingir uma das casas de Sudden Valley ao Tobias...
Tenho uma lista de homens que tapariam todos os teus buracos.
... conseguira ocupar todas as outras...
... e dirigia-se para um encontro com o Tony Wonder.
Siri, onde fica o Little Ballroom?
Tenho tr�s resultados.
Preciso do mais gay.
Disse "o mais cinzento"?
Preciso do mais gay.
Encontrei tr�s resultados.
Tenho de dizer ao Michael que vi outro carro de mapeamento.
Vai ficar espantado.
N�o se v� muitos.
Parece que vai virar para um estacionamento.
O My Little Ballroom. Claro.
Ela tem um filho, ele arma-se em pai do ano.
Deve fingir que o Steve Holt tem 9 anos. Vi-o. Parece ter 50.
Mas claro que o Gob estava no Little Ballroom errado.
N�o entendo este estilo de vida.
- Gob? - Est� enganado.
Ol�.
- Michael. - Sim.
Olha quem est� aqui, �s tu.
Onde est� ela?
Para come�ar, isso � muito antiquado.
"Eles" n�o gostam de ser chamados "elas", e n�o sei a quem te referes.
N�o, � "ela", a minha namorada.
� dela que falo, a Rebel Alley. Onde est�?
- N�o o conhe�o. - � uma "ela":
Boa tentativa. Que fazes aqui?
Vens ter com ela e o filho, para ele brincar no fosso das bolas?
Que nojo. N�o � s�tio para uma crian�a.
Eu sei o que fazes. A m�e disse que te gabaste de andar com uma artista.
Depois, vejo uma pomba congelada.
- � muito vago. - Dizia "Amem-se", na anilha.
Parece minha. Em que congelador estava?
Da Rebel Alley. Boa tentativa. Se quiser ver um mau ator,
vou ver o Tobias em A Jew Comes to Dinner.
Mas n�o estava a representar. Esquecera-se que conhecera
a Rebel Alley ainda bo�mia um ano antes.
� t�o gira!
E a Rebel regressou a casa e teve uma surpresa desagrad�vel.
Sentiu-se culpada, por isso, p�-la num saco,
escreveu a esp�cie e o local onde a adquirira
e, depois, mais uma precau��o.
Era uma confus�o engra�ada,
mas nenhum deles sabia disto.
- N�o sei do que falas. - Sabes.
Apanhei-te em flagrante.
Em flagrante!
Se algum dia lut�ssemos, Michael,
este seria o s�tio mais seguro.
Algo que possa cortar frango
e dominar um intruso.
Vamos a isso!
- Voltamos ao My Little Ballroom? - Sim, est�o a trabalhar.
Volta aqui!
Filho da m�e, Gob!
Nunca me apanhar�s, Michael!
Tens de me encontrar, Michael!
Gob?
J� acab�mos?
- Estou surpreendentemente cansado. - T�o cansado e nada ferido.
N�o sou eu, Michael.
Achei que te orgulharias. Fiz o que disseste.
Ocupei todas as tuas casas.
Espera l�. Ocupaste-as?
At� � �ltima.
Com quem?
Com criminosos sexuais.
Gob, est�s fora do filme!
Obrigado por me estragar a festa de anos.
O Gob foi reconquistar a confian�a do homem que ainda esperava enganar.
Est�s zangado.
Deixaste-me pendurado.
Mas depressa esqueceu esse plano.
E envolvi-me numa luta com o meu irm�o que n�o doeu.
- Foi... - Sim?
Ou foi por o teu namorado ter 20 anos e eu ter quase o dobro?
Achas que me ralo que sejas tr�s anos mais velho que eu?
N�o! Eu n�o... V� o meu telem�vel.
N�o preciso. Entra.
Mas obter o contacto do namorado do Gob a partir daquele telem�vel
era o motivo da farsa do Tony.
A fam�lia odeia-me.
- Bolas! - Mas lembrou-se tarde demais.
Sim, bolas!
At� ajudei a ocupar as casas dele com criminosos sexuais,
e ele ainda me odeia.
Os criminosos sexuais tamb�m precisam de casa.
Sim, exatamente! � o que digo sempre.
Meu Deus... Tu entendes-me.
�s f�cil de entender.
N�o posso ir para casa. Estar� � espera. Vai ser meu patr�o? � mais novo.
- Que idade tem? - Quarenta e dois.
Como eu! O meu irm�o mais novo tem 42.
Como eu! Mas...
- Quero dizer, 32. - Dois. Igual!
- Igual! Ia diz�-lo. - Igual?
- Pensei o mesmo. - Que estranho!
Pensaste 32 e eu disse 32.
- Igual. - Igual.
Que loucura!
- Queres um copo de vinho? - Adoro vinho.
- Tinto? Igual! - Adoro vinho tinto! Igual!
� tipo... dois iguais.
� de loucos.
Afinal, tinham muito em comum.
- � t�o estranho. - Estranho.
- Tipo... a �ltima vez que fiz... - Tipo... a �ltima vez que fiz...
- ... mergulho? - ... mergulho?
- Capit�o Crunch... - Capit�o Crunch...
- Igual. - Igual.
O tempo voou.
Eu devia ter...
E talvez fingirem-se gays...
... n�o sei, uns 17 anos.
... lhes desse liberdade para serem sinceros.
- Quando comecei a dizer "igual". - Igual!
Foi quando me meti na magia.
Acho que me meti na magia porque...
Talvez quisesse esconder os sentimentos.
Eu fi-lo para escapar � gin�stica (gym).
Quem � o Jim?
Educa��o F�sica.
Ciumento!
- Estava a brincar. - Pois.
Estava a brincar.
Luta de pipocas.
Quase me entrou pela garganta.
- Vou buscar �gua. - Sim.
E o Tony teve outra oportunidade
de ver o telem�vel do Gob...
... e decidiu n�o a aproveitar.
O Gob viu tamb�m uma oportunidade
para, de certa forma, sabotar o n�mero do Tony.
E tamb�m decidiu n�o o fazer.
Embora tenha enfiado a m�scara nas cal�as.
Est�vamos mesmo com sede.
Acho que devia ir...
Pois, diria para ficares, mas acho...
Acho que dev�amos ir devagar.
Eu tamb�m. Eu ficaria e faria sexo gay...
... ou sexo normal contigo, mas...
Sim, eu faria sexo gay, mas...
Bebi muita �gua.
Eu tamb�m bebi muita �gua.
- N�o quero apressar as coisas. - Nem eu.
Podemos combinar para outro dia,
e hoje s�...
Podemos s� conversar.
O Gob nunca dissera nada assim.
Seria incr�vel.
E depois disse outra coisa que nunca dissera.
Sinto algo por ti.
Eu tamb�m sinto algo...
... por ti.
O sentimento era amizade,
mas nenhum o sentira antes.
Agora, s� tinham de evitar especificar...
- Fazemos sexo normal no Cinco? - Vamos faz�-lo.
Devem ter achado que podiam esquivar-se mais tarde.
N�o sei porque disseram aquilo.
- Igual! - Igual!
No pr�ximo Arrested Development: Consequ�ncias fatais.
O Michael volta.
- Ol�, m�e. - Espera.
O que tens no olho?
Foi o Gob? Eu tinha raz�o?
N�o. Queres ouvir uma engra�ada?
Est�s fora do filme.
Espera, George. Desculpa?
Disseste George? � o pai?
Ele mandou-me contratar o Gob. Devo-lhe uma chamada.
Ol�, pai, como est�s?
Sim, ocupou. Com criminosos sexuais. Queres ouvir uma engra�ada?
Est�s fora do filme!
Queres que passe � m�e? Sim.
Adeus.
Legendas: Florinda Lopes
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