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Original subtitles

O Gob Bluth acabara de ser instru�do pelo pai

a ir trabalhar para o irm�o mais novo.

Obrigado pelo cart�o de anivers�rio que n�o me mandaste

nos �ltimos 40 anos.

Que diabo?

E, embora tivessem pedido o favor ao Michael...

Que diabo?

... era o Gob que sentia que tinha de carregar uma cruz.

Tenho prioridade.

Na verdade, os irm�os desavindos

competiam secretamente entre si.

N�o... N�o. Tenho prioridade.

Est� bem.

- Gob. - Michael.

Ainda assim, reencontraram-se...

Gob!

Michael.

... contentes por se verem...

Gob?

... inicialmente.

Michael.

Soube que precisas de ajuda para vender estes monumentos

� morte do mercado da habita��o.

� um monumento � morte do Pete, o carteiro.

Eu sabia.

Tamb�m trouxe um. Do tamanho do cora��o dele.

S� tenho de arranjar forma de o tirar do carro.

Se me lembrasse de como o meti l� dentro.

- N�o � do teu n�mero de magia crist�? - "N�mero de magia crist�"?

Se fosse mu�ulmano, dirias "magia mu�ulmana"?

N�o.

Mas � dif�cil imaginar um mu�ulmano

a algemar-se a uma cruz brilhante e a sobreviver para contar a hist�ria.

Pois, os crist�os tamb�m n�o gostam muito.

Bom...

O Michael percebia que o irm�o estava infeliz

e que a sua vida n�o correra como ele esperava.

As coisas correm-me lindamente. Estou a ter um ano incr�vel.

Agora sou produtor, estou a produzir um filme.

Deram-me um escrit�rio enorme.

N�o queria conduzir at� Beverly Hills todos os dias

e deram-me um escrit�rio enorme pertinho daqui.

Alugado.

A minha vida pessoal � bestial. Conheci uma pessoa.

N�o te posso dar informa��es. � um pouco famosa.

Que bom. Tamb�m conheci algu�m. Tamb�m um pouco famosa.

N�o te posso dar informa��es.

Na verdade, o Michael s� descobriu quem ela era uma noite antes.

Meu Deus! Ando com a namorada do Ron Howard.

Embora tenha percebido mal alguns pormenores.

� atriz. Tu conhece-la.

Era a filha ileg�tima do Ron.

Um fato desconhecido por muitos.

Bom, gostamos de guardar segredo.

Posso dar-te informa��es sobre o escrit�rio onde passar�s as manh�s.

Sabes o que me apetece? Erva.

- J� n�o vives l�. - Este calor

d�-me vontade de fumar.

Agora, a hist�ria do que aconteceu

quando o homem que mantinha a fam�lia unida

finalmente desistiu

e dos caminhos separados que n�o lhes deram alternativa

sen�o voltarem a unir-se.

� Arrested Development: Consequ�ncias fatais.

Casa modelo? Parece mais t�mulo modelo, n�o �?

O Michael e o Gob reencontraram-se ap�s muito tempo afastados.

... meticulosamente conservada.

H� abutres. Talvez ainda sintam o cheiro do Pete.

Se n�o fosse o filme, eu mesmo o faria.

Vendem-se sozinhas,

� s� trazer as pessoas.

Posso mudar-me hoje.

- N�o, pessoas que n�o tu. - Estou faminto.

Faminto? N�o encontrar�s nada aqui.

Est�o abandonadas h�...

Lindsay...

N�o, isto...

Talvez o Tobias?

Foi o John Beard.

Bebemos?

O valor das casas n�o baixar� se n�o vendemos uma hoje.

Vou procurar um...

Tens um abre-c�psulas?

�tima ideia.

E, ap�s mais algumas bebidas

e mais alguma deprecia��o,

o Michael admitiu que tinha um rival.

N�o precisas de te preocupar com o Ron Howard.

Ele n�o te faz sombra.

A s�rio?

O tipo tem uns 100 anos.

O que vai fazer? Furar-te os olhos?

Est�s baralhado.

O Ron Howard realizou o Apollo 13.

Est�s a pensar no Moe Howard, o estarola zangado falecido h� 25 anos.

Que bom, porque pensei: "A menos que ela goste de um tipo engra�ado..."

- Pois. - Ele tem piada.

Pensamos:

"Ser� que me vai furar um olho?"

Gob, acho que o filme...

Pode nem acontecer, porque n�o posso pedir ao meu filho...

O que aconteceu entre n�s foi uma desilus�o.

N�o me fales de desilus�es e de filhos.

N�o esque�amos o Steve Holt.

Falava de um filho desiludir o pai.

Sim, isso � diferente.

Mostra-lhe que n�o precisas de viver no dormit�rio do teu filho.

N�o, vivo na penthouse dos meus pais.

Leva-o ao Ealing Club. � s� artistas.

Eu ia l� muito. � s� atrizes e pessoas assim.

N�o sei se consigo ligar-lhe e convid�-lo.

Sabes que mais?

Eu ligo-lhe por ti.

Farias isso por mim?

� o m�nimo que posso fazer. Deste um novo sentido � minha vida.

N�o tenhas muitas esperan�as.

Quando disse que estas casas se vendem sozinhas,

devia ter dito que...

N�o, n�o vendem.

Falo de destruir o Tony Wonder.

Vou destruir a carreira dele como destruiu a minha.

O Gob referia-se a um n�mero de fuga seu

que falhara quando o compartimento secreto

que continha a chave para a sua fuga n�o se abriu,

humilhando-o diante da sua noiva...

Ele n�o vai voltar.

... ela,

e toda a Cristandade.

O sentido da tua vida � destruir o Tony Wonder?

Disseste que gra�as a mim...

Ele vai atuar num clube gay

e preciso que finjas ser meu namorado.

Vou recusar, obrigado.

E n�o achas um pouco impr�prio? Sou teu irm�o.

Pareces o meu filho.

Com quem o Gob falara antes, nesse dia.

Chama-se Ann, j� agora.

Ol�! Lembraste-te.

Que tal irmos a um espet�culo de magia?

Adoro magia, claro!

Seria um programa de pai e filho,

num clube gay.

Bom, uma noite gay num clube de magia. Sabes o que seria engra�ado?

Se fingisses ser meu namorado,

para poder trancar o Tony Wonder...

N�o sei,

n�o me parece boa ideia.

E, na �ltima vez que tent�mos fazer algo juntos,

nem apareceste. - E tu?

N�o soube de ti durante toda a tua inf�ncia.

E obrigado pelo cart�o de anivers�rio

que n�o me mandaste nos �ltimos 40 anos.

Foi ainda mais dif�cil para o Steve ouvir isto no seu anivers�rio.

Ent�o, quanto lhe devo?

Aqui tem.

Tem gra�a, namorei com um tipo chamado Steve Holt.

Steve Holt!

Sim, esse mesmo.

Que anivers�rio do cara�as.

Na verdade, estava prestes a piorar.

N�o tentaste j� trancar o Tony Wonder no truque dele?

Sim, mas isso n�o foi vingan�a, foi a pedido.

E n�o resultou.

E foi antes de saber que ele me prendera no meu.

Ainda n�o sabes se tentou faz�-lo.

Sei, tenho provas.

Entrei naquela gruta

e encontrei isto.

- Ambos sabemos o que significa. - Jesus.

N�o, isso seria um "J".

Isto � um "T".

O Tony esteve na gruta

na noite do meu grande n�mero.

Quando fui � gruta, ontem,

e vi que isto encravara a porta do compartimento,

percebi que fui tramado.

Est� bem.

A �nica coisa que sabemos � que tu

tentaste prender o Tony Wonder primeiro.

- Certo? Est�o quites. - N�o.

O meu n�o resultou.

Ele riu por �ltimo, o que, neste caso,

foi o primeiro.

N�o percebo como n�o entendes...

Tens a hip�tese de construir uma vida.

Ofere�o-te um bom emprego

a vender boas casas, a ganhar bom dinheiro,

e n�o pe�o nada em troca.

O que � isto?

Pe�o uma coisinha em troca. Isto � para o filme.

� pelos direitos sobre a tua vida no universo conhecido e mais al�m.

Olha para isto.

N�o vais assinar?

N�o, estava a pensar que o meu advogado devia ver isto.

- N�o � preciso. - Tudo bem.

� um contrato padr�o.

- Vou entrar num filme. - N�o.

Pronto.

O Gob estava a cumprir

uma promessa que fizera ao Michael...

Preciso de te ver hoje.

... de falar com o filho dele.

� sobre ti e o teu pai.

A s�rio? Ele est� chateado?

Tenho cara de palha�o?

J� percebi.

Tenho cara de palha�o?

J� percebi, tio Gob. Diz onde.

Vai ter ao Gothic Castle, esta noite.

Sim. O Gothic Castle?

N�o, ao Gothicassle.

- Claro que � o Gothic Castle. - N�o disse isso.

Achas que lhe chamam Gothicassle?

- Eu disse Gothic Castle. - � Gothic Castle.

Est� bem.

- Est� fant�stico. - Aceito.

- �timo. - N�o.

O elogio, n�o a camisa.

Enquanto o Gob se preparava para um espet�culo de magia,

o Tobias come�ava a trabalhar num espet�culo seu.

Criar o musical do Quarteto Fant�stico

que ele pr�prio escreveu e encenou.

O objetivo � sairmos todos

no Cinco de Cuatro,

quando o representaremos num barco.

Espero que ningu�m enjoe.

O Tobias trabalhava na cl�nica de desintoxica��o da Lucille Austero

como terapeuta de alguns famosos de Hollywood.

- Ol�, sou o Mark. - Desde Mark Cherry...

S� nomes pr�prios.

Mark � o meu nome pr�prio. O apelido � Cherry.

E o reizinho manda-te sair.

N�o, Mark Cherry, estava a brincar.

Sou espirituoso.

Acho que todos reconhecemos este senhor.

... at� � celebridade secund�ria Andy Richter.

N�o sou o Andy Richter.

Corre��o:

um dos quatro g�meos id�nticos do Andy...

Sou o Emmett.

... que recusou dar a cara.

Emmett qu�?

Richter.

O reizinho manda-te sair.

Mas, acima de tudo,

reencontrou uma mulher...

- DeBrie! - ... que amara e perdera...

Como est�s?

Voc�s conhecem-se?

S� para descobrir que ia perd�-la de novo.

N�o pode ser terapeuta dela.

Ent�o, o Tobias arranjou uma maneira

de estar com a mulher que amava.

Eu podia encenar, o Mark Cherry escrevia a m�sica

e os pacientes representavam.

Ela entrou no filme Quarteto Fant�stico.

Eu entrei no The Fantasticks.

Ent�o, ficou decidido.

E encurtar� a minha estadia? Saio uma semana antes?

Bom, a sobriedade � o mais importante,

mas veremos qu�o boa � a m�sica.

Ent�o, come�aram a trabalhar.

E, embora a DeBrie tivesse dificuldade com a coreografia, no in�cio...

... o Tobias sabia que ela os deslumbraria

com a sua soberba interpreta��o

da rapariga invis�vel.

N�o quero ser invis�vel

N�o quero ser invis�vel

J� n�o quero ser invis�vel

�timo. Vai para ali.

Pronto. Muito bem.

Tamb�m gosto disto...

Onde est� o Argyle?

Ela est� a coreografar.

Vamos todos faz�-lo.

Chama-se o agachamento do pensador.

V�o com ela. V�o! Sigam-na.

Mas, se a DeBrie estava nervosa...

Estarei doido,

ou isto � mesmo bom?

... n�o era nada, comparado com o que o George Michael sentiu

quando chegou ao Gothic Castle para falar com o tio,

que, nessa noite, parecia mesmo o Gothicassle.

- Tio Gob! - N�o me chames tio...

- N�o. Aqui, isso funciona. - O meu pai est� chateado?

- Ele est� bem. - Disseste que estava chateado.

N�o sei.

Mas sei que o teu pai

quer que mexas esse rabinho duro e sexy

e que v�s v�-lo.

Chamaste-me c� para me dizer que o meu pai me quer ver?

S�o coisas distintas.

Vim para tentar prender um tipo num truque de magia gay.

E precisava de um acompanhante cred�vel...

Mas sei que o teu pai est� muito chateado contigo.

Est� chateado?

Perguntei-te isso.

Foi a primeira coisa que te perguntei. Vens com essas...

Zangado?

- Que sabor � este? - � o carimbo.

- Desculpa. - N�o faz mal.

N�o devo voltar a entrar.

Vou ter com o meu pai.

Sim, porque �s um bom filho.

Mordeu-me a l�ngua.

Desaparece. N�o volto a dormir contigo.

Depois de fazer crer que brigara com o namorado,

e sabendo que o Tony entraria no arm�rio

e sairia de outro s�tio,

o Gob tratou de trancar tudo o que encontrou

e instalou-se para ver a sua vingan�a desenrolar-se.

Um m�gico tem muitos segredos,

mas houve um que fui obrigado a esconder

pela sociedade.

"N�o fales connosco", disseram eles.

"Guarda as m�os para ti",

disseram eles tamb�m.

A magia � s� para heterossexuais.

N�o quero olhar para ti, filho.

Vai trabalhar. Porque n�o podes ser como o teu irm�o?

Bom, estou aqui,

sou maricas

e, agora...

... estou numa cadeira!

Algu�m disse Wonder?

Ningu�m o disse, daquela vez,

mas ningu�m se ralou.

N�o esperava ver-te aqui. Bebemos um copo, mais tarde?

E, por incr�vel que pare�a, foi este truque...

Agora, s�o todos gay!

... que levou o p�blico ao rubro.

Embora fosse f�cil

perceber como ele o fez.

J� eram gay antes.

Falhaste a tua deixa.

O Gob estava a beber com um homem que tentara sabotar duas vezes.

Um pufe. Perguntava-me de onde irias saltar.

Algu�m falou em perguntar...

... se?

Tento sempre antecipar-me ao p�blico.

Vamonos!

V� l�, meu. Sincroniza��o, est� bem?

Deixa a m�scara.

Sim, claro, m�scara. Faz sentido.

Tamb�m uso uma m�scara.

Mas tens de me explicar o truque do pufe.

Sendo tu tamb�m m�gico... Mas nem uma palavra.

Usei uma m�scara.

Pu-la noutro tipo e eu estava no pufe.

Foi por isso que puseram o aviso no pufe, a dizer "N�o se sente neste..."

E os m�gicos partilharam os segredos

da sua arte antiga e m�stica.

E � muito dif�cil sair, no fim, quando apare�o.

Como tens passado?

N�o te via desde o teu "casamento", quando fizeste o n�mero do Jesus.

- Fui um noivo em fuga. - Eu sei que n�o resultou.

Apareceu na coluna "Woops", no Poof. Mas tudo bem. J� passei por isso.

A tua assistente deve ter-te sabotado. J� nem uso uma.

Uso as minhas pernas no n�mero de serrar a mulher.

At� as rapei. Queres passar a m�o?

Claro.

Que macias. Como as de uma mulher.

Acho eu.

Tens piada. � pena n�o podermos fazer isto mais vezes.

N�o sei se seria bom para mim

ser visto com um m�gico crist�o fundamentalista.

E desconfiava

de que o Gob talvez n�o fosse gay.

Embora o facto de ter trazido o carro do Tobias...

... a matr�cula ANUSTART?

- � meu. - ... atenuasse essa d�vida.

Que se dane. Vamos faz�-lo.

E, no dia seguinte, o Tobias voltou

� casa modelo.

Beard, s� vim buscar as chaves do meu carro.

Tobias?

Gob?

Que bom ver-te. Que tens feito?

Nada de especial. Estou registado como criminoso sexual, mas tudo bem.

Pois.

E trabalho no centro da Lucille, o que lhe pertence,

n�o aquele onde esteve internada doze vezes.

Acabamos ao pequeno-almo�o? Estou faminto.

� para acabar? Est� bem.

E puseram a conversa em dia.

Mas, n�o sendo preso, n�o teria ido trabalhar no centro

e n�o teria reencontrado o meu amor.

N�o posso possuir o corpo dela, tem de ficar para depois,

mas � t�o divertido estar com ela.

Tamb�m tenho uma rela��o,

mas a minha baseia-se em vingan�a.

Vou fazer com que se apaixone por mim e depois parto-lhe o cora��o.

Como fazes algu�m apaixonar-se por ti? Passas a mostarda?

� f�cil, tendo tanto em comum. Ontem, por exemplo,

fic�mos os dois com fome

e fomos roubar tartes...

Na verdade, fizeram muito mais do que roubar tartes.

Divertiram-se � brava.

E fizemos os pratos para gomas na Color Me Mine,

e sei que est�o tortos, mas lembram-nos o meu sorriso torto.

Esta pessoa � uma esp�cie de celebridade.

A minha mulher fatal

tamb�m � um pouco c�lebre.

Parece que a vida corre bastante bem a ambos. Tirando estar teso.

E eu ser um criminoso sexual.

O Michael espera que eu venda estas armadilhas.

Como hei de fazer isso?

N�o h� escolas, nem bibliotecas,

nem Internet, nem parques infantis num raio de 30 km.

Tem gra�a, procuro uma casa onde morar,

e isso preenche todos os requisitos da liberdade condicional.

Que bom. Quando te podes mudar?

Imediatamente.

Os outros criminosos sexuais v�o ter tanta inveja.

E foi quando o Gob passou de ocupar uma casa em Sudden Valley...

H� outros com estas necessidades?

Tenho uma lista de homens que podiam tapar todos os teus buracos.

... a ocup�-las todas.

Passa a mostarda.

S� tinha queijo e nenhuma mostarda.

O Gob n�o queria parecer demasiado interessado

ligando logo ao Tony.

Fala o Tony. N�o estou aqui, agora,

porque estou mesmo atr�s de ti.

Fiz-te olhar.

Mas como soube que olhaste? Porque estou mesmo atr�s de ti!

Embora ele parecesse interessado.

Fiz-te olhar outra vez.

Tony, fala o Gob.

Algu�m cai nessa?

Ouve, estava a pensar em ti.

Divertimo-nos muito, na outra noite.

Liga-me quando puderes.

Est� bem? Pronto.

- Foi r�pido, seu jeitoso... Ol�. - � a tua m�e.

� bom que comeces a construir o muro.

Tentei com o teu pai, mas ele n�o pode.

O muro em quest�o devia ser constru�do

entre os EUA e o M�xico.

Mas, sem recursos para o construir,

o George Sr. arranjara um subterf�gio.

H� mais muro...

E sabe bem

proteger as nossas fronteiras.

� um projeto que nos diz muito.

- Amamos a Am�rica. - Pap�!

Credo, meteu os p�s pelas m�os.

E era verdade.

Tens de fazer crer

que a constru��o do muro come�ou.

Estou a trabalhar com o Michael.

Em que est�o a trabalhar?

O pai f�-lo dar-me emprego.

Compreendo. Ent�o, achou boa ideia juntar-vos.

Que bom.

Meu Deus, h� a� algu�m minimamente inteligente

que me possa ajudar?

N�o sei,

mas o Tobias est� a viver comigo, e n�o � muito inteligente.

E o Gob foi arranjar pessoal.

Quem quer...

Magoou-me os ouvidos.

Quem quer ajudar-me a construir um muro

para impedir os mexicanos de entrarem na Am�rica?

Pronto!

Quem quer ajudar-me a construir um muro sem motivo?

� um muro diferente.

Isto � mesmo barulhento!

Ent�o, decidiu ir para a fronteira

trabalhar ele mesmo.

Vou mostrar que n�o tenho medo do ardor doce do suor nos meus...

E encontrou uma apanhadora de maca.

Precisa de ajuda com a tabuleta?

Sim. N�o!

Preciso de mexicanos para construir o muro.

Devia pedir ajuda aos chineses.

- Fazemos �timos muros. - Seria �timo.

Como fazemos isso?

Sou chinesa. Conhe�o todos os chineses.

- Eu ajudo-o. - Isso...

Seria �timo.

Deixas-me em paz, m�e?

Se n�o tinha a certeza de seres gay, j� tenho.

� o Tony. Ol�, Tony.

Desculpa n�o ter podido falar, ontem, mas adoraria ver-te mais tarde.

Esta semana, talvez no s�bado. Por volta das cinco?

- �timo. - Pensei no Little Ballroom.

Pode ser? Ou est�s farto?

Vemo-nos l�. Adeus.

Era o Tony. O meu amigo Tony.

Parece maravilhosa.

N�o.

N�o, vou vingar-me dele e destruir-lhe a vida.

A vida dela.

A nossa vida.

Destruir a nossa vida.

Destruir a nossa vida.

N�o importa.

No pr�ximo Arrested Development: Consequ�ncias fatais...

Tem de trabalhar com a nova paciente,

e boa sorte.

Chamamos-lhe a "V" da Ala C.

Ou ser� a "C" da Ala V?

O Tobias recebe m�s not�cias.

Ol�, Anus Tart.

E ela nunca viu a matr�cula, sequer.

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