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Eu mostro aqui pra vocês muito caso de
dentes posteriores
restaurados sem o uso de pino,
e se fosse um dente anterior.
São outros tipos de forças que são
aplicados sobre esse tipo de dente.
São outras necessidades, é uma outra
situação completamente
diferente e a gente vai falar
disso logo depois da vinheta.
esse é o caso de hoje, é um incisivo
lateral que já estava
sendo condenado a Exo Implante
e eu não estou nem falando dessa enquete
que eu fiz sobre esse dente no
Instagram não, não, é assim ó
tinha um dente dessa paciente que
realmente foi condenado e como eu não
faço cirurgia, eu indiquei para uma
profissional da minha confiança
para fazer a cirurgia indicada, só que a
paciente escolheu ir para uma pessoa
indicada por uma amiga
ok, não tem problema nenhum, a paciente
tem essa escolha, só que além de extrair
o dente e fazer o implante daquele que eu
tinha realmente encaminhado
esse profissional resolveu que queria
extrair também esse lateral, além de
fazer outros procedimentos que eu não
indiquei para que ela fizesse
alegando por exemplo nesse lateral que
ele tinha uma trinca, que na verdade não
existia e que ela sequer tinha removido,
sacourou esse núcleo para poder avaliar
ou feito algum tipo de exame adicional
que mostrasse que tivesse a presença de
uma trinca, mas tudo bem, né
você pode até achar que realmente o
melhor tratamento para esse dente podia
ser uma Exo Implante
mas assim, você não pode afirmar que
existe uma presença de uma trinca nesse
dente sem você ter um
exame mais aprofundado
e o pior é o fato de você receber uma
indicação pontual para fazer um
procedimento e aliciar o paciente para
realizar outros tratamentos com você
sem sequer ter conversado antes com o
dentista responsável que
tinha encaminhou esse paciente
tem gente aqui que já reclamou, né, o meu
exagero na hora que eu faço críticas a
tratamentos de outros pacientes,
tratamentos que eu estou refazendo
mas convenhamos, né, essa situação que eu
te mostrei aqui agora que eu te contei é
uma violação ética absurda
mas tudo bem, né, já fiz o disclaimer,
bora para o caso porque a gente tem
muita coisa para ver hoje
a gente vai ver a situação inicial do
dente, o motivo da falha, a qualidade da
raiz remanescente, a necessidade de
tratamento endodôntico
IPDS, que é o IDS feito antes de mandar
esse dente para a ENDO, a
qualidade da raiz desse dente
após a endo, as opções de núcleo, pino
de fibra de vidro para esse tipo de caso
a discussão entre fazer um munhão ou
mesmo fazer uma endocrown e também o
preparo final desse dente
tem coisa pra caramba, então não vamos
perder tempo e por isso que eu já quero
pedir para você, para eu não
precisar interromper depois
de você já deixar o seu like nesse vídeo,
isso é muito básico para o YouTube, é a
primeira coisa que
tem que fazer num vídeo
é deixar o like, então por
favor, já deixa seu like aqui
eu aposto que você já viu vídeos
suficientes aqui do nosso canal, para
você ver que tem qualidade e tem muita
coisa para poder te acrescentar
então aproveita, já faz a sua inscrição
para você não perder o próximo vídeo
e não importa que seja só um oi, mas
deixa um comentário, eu fico muito feliz
de poder responder cada um de vocês
quando vocês participam pelo comentário,
eu vejo que eu não estou
sozinho aqui fazendo esse vídeo
então me motiva a fazer
mais também para vocês
e a gente ainda pode ampliar a discussão
que a gente está falando aqui nesse vídeo
e poder entender melhor as coisas que a
gente está... sobre essa situação,
clínica que a gente está discutindo hoje
mas também poder ver novos assuntos que a
gente possa discutir nos próximos vídeos
então digita aí embaixo o seu comentário
que eu te mando um coraçãozinho, beleza?
então vamos lá, quando essa paciente
chegou, ela tinha várias coroas
metalo cerâmicas na sua
maioria, algumas ali metal free
mas assim, todas ou a maioria delas com
algum tipo de falha e
muitas com falha de adaptação
e o Dente 22 estava dessa maneira
quando você tem um Dente
dessa forma, o que você pensa?
eu tenho que fazer um implante ali, ou eu
vou salvar esse Dente
ou eu vou investigar mais e fazer exames
complementares para poder ver as opções
que eu tenho nesse caso
convenhamos, o melhor não é nem você
afirmar que vai salvar e
nem já querer condenar de vez
é você investigar melhor
então nesse momento a coroa
estava firme naquela posição
e o exame de raio X dava para ver que não
tinha nenhuma alteração
radiográfica considerável
e que o núcleo estava estranho, até
parecia que talvez tivesse ali meio que
indo para o lado errado
meio querendo como se fosse perfurar
mais, perfurar essa raiz
mas como essa coroa
estava muito mal adaptada
e esse Dente já tinha um histórico de ter
caído a coroa junto com o núcleo
já dois alertas se acenderam, um é que
muito provavelmente esse núcleo foi
cimentado errado na recimentação
e dois, que pela queda
frequente desse núcleo com coroa
existe uma possibilidade, eu reforço, não
é uma certeza, é uma
possibilidade de uma fratura radicular
mas como ele está muito mal cimentado e
por ter caído várias vezes
e está visivelmente cariado quando você
olha essa imagem por
palatina dessa desadaptação
então uma probabilidade muito grande de
não ter uma fratura ou mesmo uma trinca
de ser realmente só uma questão ali de
uma recimentação errada
então assim, normalmente eu partiria para
intervir já nesse Dente
e nessa situação onde o paciente tem
vários problemas a gente começa pelo pior
então a gente começou por esse outro
molar que tinha um baita, um abscesso
que foi esse que eu encaminhei, que eu
contei toda a história
do disclaimer de antes
quando esse paciente retornou em outro
dia, a próxima Dente
já tinha caído novamente
com coroa e núcleo e tudo e tinha um
recimentado novamente
e daí eu falei, como eu sabia que a
pessoa estava querendo
extrair esse Dente fazer um implante
eu tentei entender os motivos pelo qual
isso e também tentar para mostrar
dentro daquilo que tinha avaliado até
agora, não existiu o
porquê extrair aquele Dente
mas vamos investigar
melhor para poder ver
e daí eu vi que realmente estava apesar
de recimentado, foi muito
fácil de fazer a remoção
desse núcleo da coroa, eu fiz a remoção
deles e como eu tenho um microscópio
eu limpei muito bem esse Dente removendo
toda a cárie, resido de
cimento, tudo que tinha ali
e avaliei com o microscópio para poder
ver se realmente não tinha nada
como foi tudo feito de última hora, eu só
tenho fotos, eu acabei não filmando
porque o meu objetivo ali era mostrar
realmente para o paciente
não, a sua raiz não tem nenhum problema,
ela está boa, não tem
trinca, não tem fratura
a gente pode aproveitar ela, ainda não
tem necessidade de a
gente fazer um implante
então eu fiz todos os
Dentes que você pode imaginar
então eu olhei, eu sondei, eu forcei a
raiz, eu fiz transluminação
eu fiz de tudo o que você possa imaginar
para tentar achar uma
trinca que não existia
e aí a gente chega ao porquê
que essa coroa falhava tanto
quando eu, como eu estava sem tempo, na
hora que eu acabei de limpar tudo
eu nem ia fazer mais nada, eu só ia
recimentar essa coroa
então eu fui lá e vi assim, apesar de
tudo eu consigo adaptar essa coroa
não o suficiente para cimentar
ela de uma maneira definitiva
mas para poder cimentar ela de uma
maneira provisória,
ter uma próxima consulta
com mais tempo onde eu posso
ter vindo esse Dente melhor
e daí ela estava
certinho, eu fui lá e colei
no que eu colei a
paciente foi fechar a boca
e o que aconteceu? o Dente pulou
o que que acontecia? para esse Dente
estar na posição correta
ele tinha uma grande
interferência ao oclusal
então é por isso que soltava tanto
porque tecnicamente ele foi mal executado
por mais que o Dentista
tivesse executado correta coroa
tivesse feito correto núcleo e não fez
correto núcleo também
mas como ele não
cuidou dessa parte oclusal
toda hora tinha um contato prematuro e
soltava essa coroa toda vez
a sorte foi que não fraturou essa raiz
porque o risco maior
de um núcleo metálico com uma
interferência tão grande
o oclusal como tinha
ali, era fratura da raiz
e daí como essa coroa não parava
aí eu fui ajustar, no que eu
fui tentar ajustar essa coroa
para poder cimentar
ela na posição correta
aí acabou o que se
desfazendo essa coroa inteira
ela acabou se soltando inteira
e eu precisei então com
isso fazer um novo provisório
aí como eu tinha que fazer
o provisório, eu falei assim
eu vou fazer tudo, eu
mesmo sem tempo fui lá e isolei
aí sim a gente tem a filmagem
eu isolei, fiz o IPDS, fiz o provisório
e encaminhei para fazer
o retratamento de canal
vamos falar então do IPDS,
que tem um vídeo aqui no canal
que fala só sobre isso, se você quiser
explorar mais sobre esse assunto
é só você clicar no
card que está aqui em cima
também tem um link que fica na descrição
mas vamos falar aqui
sobre esse caso agora
aqui você está vendo a foto desse Dente
depois que eu tirei toda a cárie
lembra, eu tirei bastante cara ali
eu não fiz essa foto infelizmente
eu estava bastante cariado, dava para
imaginar pela foto inicial
ali antes dessa coroa cair
eu limpei muito bem ele
e agora eu preciso
imaginar, sim, eu preciso imaginar
eu preciso pensar, como que eu vou
fazer a minha restauração final?
não, eu vou fazer a
minha restauração final
sem pino, depois a
gente entra nessa discussão
e para isso eu preciso
que ele seja mais obturado
porque eu não posso
querer fazer um dente sem pino
e mesmo se fosse fazer
um pino de fibra de vidro
com uma desobituração tão grande
desse meu conduto, porque eu vou ter
dificuldade de fazer uma desão correta
na situação, então eu
preciso que ele seja mais obturado
se fosse para um pino de fibra de vidro
não precisaria obturar tanto a mais
mas nesse caso que eu não vou usar pino
eu preciso deixar só ali cerca de 3, no
máximo 4mm desobturado
não mais que isso
então eu preciso que o endodontista, de
acordo com seu próprio critério
avalie, se nesse caso vale
a pena ele retratar o canal
ou se ele simplesmente vai
completar essa obturação do canal
como os produtos usados
no tratamento endodontico
as soluções utilizadas para poder
descontaminar o canal
e o próprio material obturador,
interferem na adesão
então a gente vai fazer
uma adesão na dentina agora
para já poder proteger essa dentina
aonde depois com a adesão em cima dessa
resina que eu protegia a minha dentina
eu vou fazer a retenção do
meu núcleo de preenchimento
tudo através da adesão, então eu tenho
que fazer essa proteção na dentina
antes de encaminhar para o endo
esse é um procedimento
muito simples, é muito rápido
também lembra, eu estava
sem tempo, então vamos lá
primeira coisa eu vou lá e boto um pedaço
de fita de teflon dentro desse conduto
eu vou botar esse teflon dentro do
conduto numa quantidade
que eu vou deixar exatamente exposto a
parte do conduto que eu
quero fazer a minha adesão
fiz isso, agora eu vou fazer concepsis
scrub para poder limpar toda essa dentina
já tinha um aumento com ácido de alumínio
e eu escolhi utilizar o Opitbond FL
então eu vou fazer o
continuamento ácido total
porque em segundos usava a linha de
algodão com clorexidina para enibir as
enzimas da metálo proteínase
e aplicar o primer e
adesivo do Opitbond FL
e depois por último o resin
coating, uma resina fluida
para poder selar toda
essa dentina, pronto
a minha dentina está
protegida, está selada
e agora eu preciso remover
a capacidade da adesão dela
para eu poder fechar ali com uma
restauração provisória
e o edondontista poder tirar esse
provisório com muita facilidade
para poder acessar o canal e retratar
para remover essa capacidade da adesão
eu faço a polimerização
final com a glicerina
mas também faço uma proflaxia com pedra
pomes água, pedra pomes e clorexidina
ou com consepsis scrub, beleza?
agora sim, faço meu
provisório em caminho para endo
eu quero te lembrar
que a escolha de retratar
ou completar esse tratamento obturador
eu deixo para o endo decidir
eu passo para eles
informações quanto a esse caso
o que aconteceu, o que deixou de
acontecer, o que eu vou
fazer, o que eu vou deixar de fazer
e o que eu preciso
desse dente desobturado baseado no meu
tratamento que eu vou fazer
e dentro disso eu dou
as duas opções para ele
você pode escolher, se você
acha melhor retratar o canal
tudo bem, retrata, se você acha melhor
só preencher o canal, você preenche
cara, cada vez o
edondontista avalia realmente
ele escolhe de acordo com cada situação
e nessa situação,
especificamente nesse caso
ele escolheu pelo retratamento, ok,
perfeito, sem problema nenhum
na volta desse dente, eu
já sei o que eu vou fazer
mas para poder abrir
uma discussão aqui melhor
e reforçar ainda mais o
motivo da minha escolha
o porquê da minha escolha,
vamos ver quais são as opções
que eu tenho aqui para
poder restaurar esse dente agora
então a primeira opção que eu tenho para
restaurar esse dente
é a colocação de núcleo
metálico fundido e uma coroa
a segunda opção é a colocação de um pino
de fibra de vidro e uma coroa
a terceira opção é a
construção de um munhão
sem o uso de pino e a coroa
e a quarta é uma endocrown, né
então vamos lá, cara,
endocrown em anterior
para mim ainda não, tá
eu ainda não cheguei lá,
eu ainda tomei longe disso
existe bastante artigo científico já
falando sobre endocrown
em dente anterior,
existe já algum acompanhamento
que mostra ali um
nível aceitável de sucesso
mas para mim ainda não, eu ainda escolho
por uma situação dessa, por conta das
forças mastigatórias
das forças, direção das forças
que incidem sobre esse tipo de dente
eu escolho fazer o munhão, tá
então para mim seria uma
das três opções primeiras
das três primeiras opções
ou a colocação de um
núcleo metálico fundido
ou a colocação de um
pino de fibra de vidro
ou o munhão sem nenhum tipo de pino
além de todas essas três opções
sempre fazer a coroa, beleza
e aí eu tenho que lembrar
sobre o efeito dessas três opções
sobre essa raiz que a gente tem ali
sobre essa situação, dessa condição,
dessa raiz específica
então eu considero e eu acho que você
também deveria considerar
sempre o seguinte
quando você tem uma falha
qual é o risco para o remanescente
qual é o impacto dessa falha
sobre esse remanescente
porque assim, a falha
por favor, não esquece
ela vai acontecer sempre
não tem como essa falha não acontecer
ela sempre vai ocorrer, isso é certo
a única coisa que
acontece é que ninguém sabe
quando isso vai acontecer, né
porque depende de muitas coisas
principalmente de executar corretamente
a técnica escolhida, mas vamos lá
tem um risco maior de
acontecer uma fratura
no terço médio ou apical da raiz
um pino de fibra de vidro
tem um risco maior de fratura
no terço médio
ou cervical dessa raiz
e quando você não usa pino
o maior risco de fratura
é do munhão
no nível gengival com menor risco
de impacto nessa raiz
quanto ao índice de sucesso
dessas três opções
para esse tipo de situação
no nível de gengiva
sem nenhum remanescente coronário
ou seja, sem a
possibilidade de você fazer um preparo
com férula no dente
eu não vou falar em números aqui
não vou falar em números de porcentagem
mas a gente vai colocar em ordem do maior
do maior índice de sucesso
para o menor índice de sucesso
então assim, o maior índice de sucesso
queiro ou não, é o
núcleo metálico fundido
a maior taxa de sucesso
é o núcleo metálico fundido
seguido pelo pino de fibra de vidro
vamos bem aqui
a escolha que a gente tem que tomar
tem que buscar um
equilíbrio entre esses dois
sobre o tipo da falha
ou a consequência de uma falha
e esse índice de sucesso
em um determinado período
vamos dizer aqui, 10 anos
mas não precisa de ser 10
anos, poderia ser qualquer
mas 10 anos é um bom número
então a gente tem que buscar um
equilíbrio entre esses dois
e assim, tira da sua cabeça
quando a gente fala sobre longevidade
aquela palavra diz
que a gente não dura
mais, não funciona assim
o que a gente vê
o que a gente quer quando
a gente fala de longevidade
é o seguinte, em um período
tipo 10 anos
de cada 100 procedimentos que você fez
quantos chegam
no final desse período sem falha
ou a cada 100
quantos por ano falham
então, não é exatamente
quem dura mais, ou quanto que dura
mas qual é a taxa
de sucesso
ou o índice de falha anual
então é isso que é longevidade
não é o tempo de duração
é a taxa de sucesso,
ou índice de falha anual
e nem numa classe 1
de um molar, você pode afirmar
que vai durar um tempo específico
ou vai durar quanto tempo
então não é o tempo que dura
então assim, eu vejo que
a gente tem que colocar
esses dois na balança, a taxa de sucesso
e o tipo dessa falha
se você quiser dar mais
peso pra taxa de sucesso
ok, eu dou um peso maior
pro tipo da falha, por quê?
porque eu quero ter a
chance de quando acontecer
a falha, porque é esse que eu negócio
eu posso fazer tudo perfeito tecnicamente
a falha vai sempre existir
e quando ela existir
eu prefiro ter uma oportunidade
de poder restaurar esse dente novamente
ao invés de extrair e
ter que fazer um implante
então eu dou um peso maior
para o tipo da falha
então assim, eu sei que eu
tenho uma taxa de sucesso boa
em todas essas situações
mesmo nessa, que é o sem pino
que está abaixo dos outros dois
porém, o padrão de falha dele
tem um menor risco de ser
catastrófico e pra mim isso tem um peso
muito grande e é claro
que você tem que analisar
esses dois inseridos no contexto
dente que você está
restaurando no momento
então, esses pesos
podem mudar em outro tipo de caso
nesse caso aqui, eu
ponderei dessa maneira
e em um outro caso, eu
poderia ponderar em outro
ok, não tem problema nenhum
tanto qual dente
posição do arco, tipo de oclusão,
qualidade remanescente
tudo isso vai influenciar
nessa sua
decisão e no nosso caso
pesa muito a qualidade do remanescente
porque olha o raio X
depois do preparo final
que é o raio X
depois que eu já tinha feito tudo
então você pode ver o
meu munhão ali dentro
e olha como as paredes ficaram finas
elas ficaram mais finas ali
e assim, elas não
ficaram finas desse jeito
porque para o meu
procedimento de ser impino
eu precisava afinar essas paredes
eu precisava preparar muito dente, não
isso aconteceu por conta da limpeza
que eu tive que fazer,
da cara e que tinha antes
isso foi o que restou de dente
então imagina colocar nesse remanescente
de raiz um pino metálico
ou um pino de fibra de vidro
que os dois
tem uma distribuição
de forças dentro da raiz
aonde um dente normal
essa distribuição de força na raiz
não existe
e é uma raiz fragilizada
se o risco de uma falha
catastrófica já existia
com pinos e uma situação normal
nesse cenário com essa raiz infraquecida
essa chance
é maior ainda
ah, então, num caso como esse
o implante é melhor
cara, é uma visão, eu não concordo
mas é uma visão
para mim, enquanto tem bamboo tem flash
tem artigo que fala
que quanto mais destruí do dente
é quando você mais precisa utilizar
o seu conhecimento,
para que você possa fazer
uma restauração adequada
e, mantendo esse dente na boca
o maior tempo possível que você conseguir
e somando isso
ainda a gente tem
soluções adesivas hoje em dia
e quando a gente tem
dente numa situação como essa
soluções adesivas e conservadores
diminuem principalmente
em dente de fragilizados como esse
o risco de uma falha catastrófica
então, vamos utilizar nosso
conhecimento principalmente
em adesão para poder tentar manter
o máximo possível esse dente
porque assim, implante, não é uma solução
imbatível, infalível
e agora, depois de tantos
anos com tantos casos de implante
estão surgindo cada vez mais artigos
mostrando falhas dos implantes
mostrando, ainda que
quando há falhas desses implantes
os tratamentos
ou o tratamento para a correção
dessas falhas, eles
são ainda mais invasivos
do que o próprio
implante que você fez antes
ou seja, são
tratamentos ainda mais complexos
ainda mais traumáticos para o paciente
então, o implante
ele cada vez mais
ele tá sendo visto como
realmente a última fronteira
é a última solução
quando não se existe mais nenhuma outra
e não simplesmente, ah não, falhou
vamos fazer então um implante agora
eu já tive paciente com um
histórico de queda freqüente
assim, de núcleo e coroa
que o dentista
simplesmente fala pro paciente
falar assim, ó, se o pino cair de novo
já era agora fazer implante
e assim, cara, se você tem um pino
que tá caindo
frequentemente, você tem duas situações
a primeira realmente pode existir
uma trinca ou fratura de acidente
e por isso que ele tá
caindo, mas a segunda
foi simplesmente muito mal feito
esse procedimento
e por isso que ele tá falhando tanto
e olha que na maioria das vezes
cara, não é uma fratura, uma trinca
é justamente por ter sido mal feito
e isso acontece porque
tem muitas restaurações
e próteses unitárias
que vêm sendo realizadas por dentistas
muito mal preparados
ah, mas todos os
dentistas aprendem na faculdade
a fazer uma restauração
ou uma coroa unitária, cara
mas não é bem assim
que você tem falado em
sino hoje também, não
porque hoje em dia, só que não
no passado a mesma coisa
você recebeu uma base
mas você precisa se
qualificar pra esse tipo de tratamento
mesmo uma restauração class 1
uma restauraçãozinha
ou clusalzinha ali, ó
num dente posterior
o conhecimento exigido pelo material
que você tem disponível hoje
pra restaurar esse dente
é muito maior do que foi
passado pra você na faculdade
me desculpa, mas é
a adesão é muito diferente
do que muita gente imagina
não é simplesmente
fregar um adesivo na dentina
é muito mais que isso
não se engane, não é difícil
mas é preciso mais conhecimento
muito mais do que a maioria das pessoas
que estão fazendo esse procedimento
tem, e é claro, você já percebeu
que eu vou fazer o gancho aqui pra uma
promoção dos meus custos
né, eu vou estender a promoção
do only in a post por mais uma semana
mas não, eu estou realmente falando sério
ou você acha normal um núcleo
como esse
cai, cai, se soltar
da raiz, simplesmente quando você usa
um tração e tira um pouquinho de cimento
da parte coronária desse pino
não é normal, claramente
houve um grande erro técnico
na confecção desse núcleo
assim como houve um grande erro técnico
na confecção dessa coroa
desse caso desse vídeo
porque que estava
daquele jeito? Primeiro, olha
a recimentação que foi feita
que coisa ridícula, eu tenho até um
eu vou fazer o próximo
vídeo, vou fazer sobre
esse caso aqui, é um
pino de fima de vidro
que falhou e eu recimentei
eu vou falar pra você
sobre como recimentar
e quando eu falo sobre
recimentar, não é simplesmente
a técnica adesiva pra isso, não, não, o
que você tem que observar
como você tem que fazer e tudo mais
vou falar sobre isso,
agora olha isso aqui
não foi bem feito
já não foi bem feito agora
e não foi bem feito
antes, por isso que falhou
e por isso é tão importante se qualificar
e uma forma de fazer isso
é justamente através dos custos online
eles permitem de uma forma muito mais
acessível você se preparar
muito melhor e é claro
se for necessário você ainda vai além
dos custos online, é bom ir além
dos custos online
também, mas isso já ajuda
muito você a iniciar
e ter um conhecimento mais vasto
e conseguir melhorar
os seus procedimentos
e esse combo desses dois cursos que é o
no post e o onlay, eles podem te ajudar muito
nisso, ali você vai
aprender sobre preparo
adesão, os conceitos e os procedimentos
biomiméticos, moldagem
e cimentação, tudo que você precisa
com dezenas de casos clínicos diferentes
para você poder aprender a lidar
com diferentes situações clínicas
e você faz a sua
inscrição nesses dois cursos
com apenas um link e você não precisa
de nenhum cupom de desconto porque
com esse link aqui, ele já te dá o acesso
aos dois cursos com desconto de 63%
por apenas 12 vezes
de 29 reais e 90 centavos
ou a vista com desconto extra
de 16% por 299
o link tá aqui na descrição
do vídeo
onde você pode clicar e ver todo
conteúdo dos dois cursos
e você também tem esse link fixado nos
comentários nesse QR code
que tá aqui do meu lado indo um cardzinho
safado que fica aqui
em cima, ou seja, não
tem como você perder, então assim
eu escolhi, nessa raiz
fragilizada, fazer um preparo
comunhão sem retentor
entre a canal e eu não vou utilizar
pino de fibra de vidro e nem
o nucleo metálico fundido
mas eu vou usar o Ribbond e o EverX Flow
mas lembra, a gente conversou aqui já
muitas vezes sobre isso, quando eu
não uso um pino ou não uso o núcleo
eu não substituo eles
pelo Ribbond e o EverX, eu substituo
o pino pela adesão
o Ribbond vai ajudar a
reforçar a minha adesão
também reforçar o meu munhão, mas o EverX
principalmente reforçar esse meu munhão
lembra também que eu fiz
o IDS antes lá da indo
então nesse caso, o indo acabou dando
uma vaciladinha, não é uma crítica
porque isso pode acontecer
e ele acabou removendo parte da IPDS
que eu fiz antes da indo
a adesão que eu fiz na minha adentina
e a camadinha de
resina flow que eu coloquei
e acabou dessa maneira
expondo novamente
parte da dentina que eu tinha protegido
então, o que eu tenho que
fazer agora é uma adesão
considerando isso, ajustando
essa minha técnica de adesão
para poder fazer
novamente a adesão na adentina
e também fazer a adesão sobre essa resina
que estava ali, para eu
poder fazer agora o meu preparo
se você se sente mais confortável
você até pode tirar toda essa resina
e fazer tudo do zero de volta
mas eu preferi deixar e
refazer só onde foi removido
e fazer o meu novo preparo
então eu fiz novamente a adesão
eu fiz o resin coating
onde tinha saído da dentina
a resina da adentina
e agora eu vou utilizar o Ribbond
escolhendo uma largura de Ribbond
compatível com o conduto que eu tenho
e o tamanho dessa fita
ela tem que ser também de acordo com
o tamanho do final do meu munhão
porque ele tem que estar no final
completamente coberto
e por resina composta
essa fita tem que ficar bem esticadinha
e bem encostada na parede do meu conduto
no caso eu vou encostar na parede
vestibular do meu conduto, por quê?
porque é onde vai ficar a parte maior
desse meu formato, desse meu munhão
eu coloco um pouco de flow
nessa parede e posiciono
bem coladinho nessa parede
meu rebonde e polimerizo
o resto desse conduto
que está ali da vazio
eu vou preencher com EverX
fazendo também não só a
construção lá dentro do conduto
mas também essa minha base do munhão
que depois eu complemento
recobrindo com tudo com resina composta
e fazendo o meu preparo agora
antes de eu finalizar o meu preparo
deixa eu te perguntar
alguma coisa aqui pra você
você é membro do canal?
porque se você é membro
você pode ver o vídeo completo
desse caso das duas partes,
antes da endo e depois da endo
mostrando todos os
detalhes, os materiais usados
é só você clicar no
card que está aqui em cima
pra você assistir depois desse vídeo
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que são aulas completas
e também casos
clínicos que podem te ajudar
muito aí você no consultório
e ao mesmo tempo você
ajuda muito no crescimento
aqui do nosso canal. pro
preparo você tem que dar
espaço pra restauração provisória
nesse caso a gente está fazendo pra
restauração provisória
não afinal porque como
a gente vai reabilitar
a gente vai ainda avaliar
qual vai ser o formato final
do incidente, ainda a
gente pode mudar o preparo
por conta disso e tudo mais
mas nesse momento pensando no provisório
vou fazer um pequeno chanfo
e pra isso eu vou
utilizar brocas de mantadas
brocas muito iluminadas
e também posso utilizar
os pontos de ultrassom
também tem aquelas
pontas de pedra arcança
também são boas pra isso
agora olha esse
detalhe aqui do meu preparo
assim que eu acabei o meu preparo
olha só e isso é uma coisa
que eu tenho que observar
olha como eu acabei removendo a resina
que estava selando a
minha dentina no término
o término em dentina tem que estar selado
então o que eu vou fazer
eu vou repetir o meu processo de adesão
e vou fazer de novo resin coating
em cima dessa
dessa minha dentina
pra poder proteger ela de volta
e não ter mais
nenhuma dentina exposta nem mesmo o meu
termo do preparo. ele precisa ficar assim
igual você está vendo
agora nessa outra imagem
todo o meu término
protegido pela resina
agora o que você faz
pega uma cureta de pério
e usa ela removendo os excessos
que possam ter
passado do cavo superficial
e até às vezes um pouquinho de resina
adesivo que tenha colado ali na parede
ali radicalar. limpa bem isso
faz profilaxia final do preparo
com pedra pomes
e clorexidina
ou pedra pomes e água ou consepsis scrub
no meu caso é o que eu uso
agora você pode fazer o seu provisório
sem que esse acrílico grude no preparo
e por último você escolhe agora um desses
dois vídeos que o
youtube sugeriu pra você
é só você clicar um deles
assistir um beijo e tchau
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