All language subtitles for the shopworn angel (1938) ptrenatofran

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Original subtitles

6 DE ABRIL DE 1917

O PRESIDENTE PROCLAMA A GUERRA; O EXÉRCITO E A ARMADA SE MOBILIZAM

EUA DECLARA A GUERRA

EUA ENTRA EM GUERRA

GUERRA

Estamos em guerra! Guerra!

Eles necessitam! lhes alistar agora! Seu país lhes necessita!

O EXÉRCITO DOS EUA TE NECESSITA

SE UNA A NÓS

LUTA

COUVE

COUVE DA LIBERDADE

ATENCÃO. REGISTRO EM 5 DE JUNHO

REGISTRO

RASCUNHO

Já está bem, garotas!

Temos que esperar a Heath.

- Senhor McGonigle. - Sim?

- Ontem à noite a vi com Bailey. - E o que?

Pensei que estava com ela, Ou melhor...

Ou melhor, nada! Bailey põe a massa, eu dirijo.

- E bem? - Diz a criada que não a incomodem.

Já veremos o que me diz !

- Acreditava que Bailey o sabia. - Claro que o sabe!

- E por que não faz nada? - Já o faz. Quer mais.

Responda de uma vez!

Responde de uma vez!

Já o fiz, mas segue soando.

Diga? A senhorita Heath não quer que a incomodem.

Especialmente o senhor McGonigle.

Martha!

- Martha! - me diga, senhorita Daisy.

O que passa aí fora?

Estamos em guerra.

- É na França. Fecha a janela. - Sim, senhorita Daisy.

Todos na banda são negros.

Fecha a janela!

Sim, senhorita.

- Que horas são? - Passadas as 11.

- E por que desperta? - Bailey disse que viria Às 11.

- me dê um cigarro. - Claro.

Ainda desfilam ou é minha cabeça?

Estão desfilando das cinco da manhã.

Querem caminhar até a França?

Vejo-me tão mal como me sinto?

Não tão mal se pensar que...

- Se pensar o que? - Que não estava quando cheguei...

Às 4:30 da manhã.

E o que fazia acordada?

Meu noivo me disse que nos casaríamos se lhe davam por inútil.

E por que te quer casar?

Se um homem acreditar que te tem, você já não tem a ele.

Não todas somos tão inteligentes.

- Tenho flores esta manhã? - Rosas. Gosta desse homem.

Gosta de mim e seu carro.

Espera o novo modelo dos dois.

Só querem divertir-se.

Mas não comigo.

- A que hora virá? - Às 11.

por que me faz esperar?

- bom dia, senhor Bailey. - bom dia.

Olá, Jack.

- Viu o desfile? - Sim.

Faz que alguém queira unir-se ao exército, não é assim?

Com franqueza, não.

- bom dia. - bom dia.

- A senhorita está quase arrumada. - claro que sim.

O que acredita que quer?

Martha!

Já vou!

bom dia.

Sugiro-te que tome o café da manhã primeiro.

- Atira-o. - Tome um pouco de café, senhorita.

- Sam? - Sim?

- Hoje tampouco fui ao ensaio. - Já me dei conta.

Arruma-o você com o McGonigle?

Não o faço sempre?

Daisy...

Correndo o risco que te aborreça, que não ter que ensaiar mais?

Não é muito em breve para isso, Sam?

- Há só um torrão por taça. - Como?

- Só se permite um. Pela guerra. - É que os atiram uns aos outros?

- lhes diga que quero três torrões. - Sim, senhorita.

- E se não quererem? - Porque tragam 20 taças!

Terei meu açúcar e todo o café de Nova Iorque!

Viu os soldados?

Ouvi-os.

Quanta histeria! Até o menino do elevador quer ir.

Quer impressionar a garçonete com o uniforme.

Você fará meias três-quartos com as demais antes que se acabe.

E quanto ganham?

30$ ao mês eu... açúcar.

Que sorte! Não faria meias três-quartos a ninguém daí.

É que você é uma senhora, não?

O que faz aqui se você não gosta de como sou?

Não o sei.

Para ti não significo nada, e você para mim tampouco.

Então deixemos de nos ver, você o que crie?

Parece-me bem se a ti também...

A mim não me parece.

Não sei porque...

Eu tampouco o sei.

Soldados! Parem!

Descansem!

Não viu nunca um arranha-céu, Pettigrew?

Não.

O que viu são muitas damas...

Viu muitas, não é assim?

A algumas como essas.

- O que lhes passa? - Olham-lhe muito fixamente.

- E como quer as conhecer? - Melhor não.

Todo homem quer as conhecer.

- Não quererá as decepcionar, verdade? - Não sabem nem os nomes.

Muito obrigado.

- Como vos chamáis? - Babe.

- Apresento-lhes o Bill. - Não, não, tenho uma entrevista hoje.

- De verdade? - Sim.

- E você? Vamos? - Claro. Peço a Babe.

- Onde? - Na 96 da Broadway.

- No metro. - De acordo?

De acordo! Vemo-nos ali!

Firmes! Partam!

- Quero a Babe. - Nos o jogaremos.

- Contigo, Diz? Nem pensar. - Você a solta se me pagar o ferry.

- Assim hoje tem uma entrevista... - Sim.

- É loira, Bill? - Não, de fato é castanha.

- Bonita? - Sim.

Que tipo tem?

Não me lembro.

Assim hoje te vais divertir...

Sim, aproveitaremos o tempo.

ÚItima parada!

O bairro chinês! O melhor lugar! 50 céntimos ir e voltar!

Gelado. Um branco e negro.

- Desculpe, deixa-me um lápis? - Claro.

Obrigado.

- Escreve para sua noiva? - Sim. É de Telhas.

De verdade? O meu também está no exército.

São 15 céntimos.

- São 10 em Telhas. - Estamos em guerra.

Também o estamos em Telhas.

Sally!

- Olá, Sally. - Olá, Jack.

- Que logo! Saio em uma hora. - Tinha-te que dizer algo...

cancelaram-se as permissões.

Logo nos teremos que ir!

- Só tenho um momento. - Santo Deus!

Não sei o que dizer...

- Tem minha foto? - Claro, aqui mesmo.

Não será te pedir muito que me espere...

Esperarei-te, Jack.

- Adeus, Sally. - Adeus, Jack.

SOLDADO Bill PETTIGREW. França QUERIDO Bill: ESPERAREI-TE. Sally

Sally!

- Tommy! Carinho! - Olá, Sally.

Tinha que verte antes de ir ! Vou sentir falta!

- Tem minha foto? - Claro, aqui mesmo.

Nunca lhe o perdoaria se não a tivesse!

- Escreverá-me? - Claro.

Levante se?

feito-se mal, senhor?

Não tanto como cair de um cavalo.

aonde vai, soldado?

Ao ferry, devo voltar para acampamento.

- Venha comigo. - Estou detido?

me escute.

O soldado deve agarrar o ferry em 23 street. Leve-o!

- Entre, soldado. - O que passa aqui?

Tem um passageiro em serviço oficial. Entre você.

Conduza!

Caminhem!

- Espero não incomodá-la. - Pois o faz.

O que está olhando?

A você, suponho.

- Não viu alguma vez a uma mulher? - A nenhuma como a você.

O que tenho de diferente?

Não sei como explicá-lo... É tão formosa!

Está bem, soldado.

Sinto me haver posto diante do carro, Que estúpido!

Será que não estou acostumado aos carros!

- Sou de Telhas. - Não há automóveis aí?

Bom... não, não muitos.

A gente vai a cavalo, ou vai a pé.

Assim com tanta gente e tão poucos carros...

são eles os que apartam-se e não ao reverso.

Tentar cruzar aqui é como meter-se em meio de um rebanho.

Não se encontrou alguma vez rodeada de duas mil vacas?

Sim, claro, muitas vezes.

Aqui em Nova Iorque?

Claro. Recolhem-nas cada tarde em Time Square.

Recolhem-nas em Time Square?

Bom...

E onde pastam?

Soltam-nas pela rua.

De que vivem?

Vão pedindo de porta em porta.

Seguro que fala de vacas, senhora?

E se ficarem diante dos carros, se as envia ao exército.

- Incomoda-lhe que fume? - Claro que não.

Me dói se mascar.

- Muito obrigado. - De nada, Telhas.

Ouça, Bill!

Vemo-nos logo, carinho!

Era sua entrevista?

Sim.

- Ouça, é milionária? - Só é atriz.

- Uma atriz? - No cenário?

Olhem, aqui.

Como se chama, Bill?

Mary Jones.

Aqui diz que se chama Daisy Heath.

É seu nome artístico. É bonito para o teatro.

Seguro que essa tia era sua entrevista?

Não é uma tia, é uma senhora.

- Chega tarde. - Mas estou aqui.

- A culpa é do exército. - De verdade?

Sim. Do representante de Telhas.

Direi-te que se for o que há frente ao inimigo...

Pensa que seguro que um mês darão-lhe um tiro na cabeça.

Que agradável é!

- Ouvirei! Quero uma taça. - Tudo arrumado com uma taça.

A Daisy não gosta que vá.

Minha garota está preocupada pelas garotas francesas.

Só olharão a Bill, não a nós.

Bill, como conheceu a essa ti... mulher?

Crescemos juntos.

Lembrança quando fomos pequenas...

gravamos nossos nomes nas árvores...

era muito curiosa... se o tomava tudo muito a sério...

Por exemplo...

Um dia, tosquiávamos ovelhas...

quando me olhou e me disse: O que é o amor?

E se o contou tudo...

Disse-lhe que é quando conhece a alguém muito tempo e o beija.

Então me beijou.

Agora ela tem êxito e eu sou um vaqueiro.

Não é um vaqueiro, agora é um soldado.

A Daisy não importa absolutamente...

SóIo quer ganhar dinheiro para poder nos casar quando voltar.

Isso se voltar...

Daisy não me deixa dizer isso.

Olhe, vêem!

isto escuta...

Ao soldado WïIliam Pettigrew...

Em resposta A seu pedido de 25 centavos...

enviamo-lhe uma foto do Daisy Heath como o pediu.

Atentamente, Centro Teatral de Fotografias.

Sim

Assim não é uma tia, a não ser uma senhorita!

- Quando o agarre! - Um momento.

Estaria muito bem que nos apresentasse isso...

- O que quer dizer? - Não temos nada que fazer hoje.

- Todos queremos conhecer uma atriz. - Claro.

Pois já que Bill conhece tanto a uma, estaria bem que nos apresentasse isso.

- Sim! Esta noite! - Justo depois do espetáculo.

Há algo que tenho que lhes dizer...

Eu não gosto que Daisy faça isto...

Brigamo-nos e por isso, não quer que nos encontremos aqui.

zanga-se e finge que não te conhece.

- Sim. Às vezes Io faz... - Que má sorte!

Leva-a a algum lugar e a conhecemos ali.

Não. Melhor acabemos com isto agora mesmo.

STAGE ENTRANCE

Está a senhorita Heath?

Já vejo. foram-se todos a casa.

Bem. Muito obrigado.

Que pena! foram-se todos! Havemos chegado um pouco tarde.

Olhem! E essas quem é?

- Desculpe. Saiu já Daisy Heath? - Não, ainda está aqui. Vamos.

Teriam que se despedir do porteiro.

boa noite!

Senhorita Heath, desculpe.

É você!

- Tenho um problema. Pensei que... - O que se crie?

Ouça, Bill!

Amigos...

Apresento A uns amigos que faz tempo lhe queriam conhecer, embora...

mas se estiver muito cansada...

Bill fala sempre de você e queríamos conhecê-la.

Encantada de lhes conhecer, meninos.

Vamos, Bill.

- vamos tomar algo, Daisy? - Claro, por que não?

- Sentamo-nos ali? - Não. Iremos em seguida.

O que quer tomar?

Sorvete de chocolate com nozes.

Um sorvete de chocolate com nozes, e um branco e negro para mim.

Custam quase Io mesmo...

Fala rápida soldada!

Disse-lhes que sou sua noiva.

Sim, senhorita.

E que crescemos juntos.

- Não é o que deram a entender. - Não entendem a alguém como você.

- Como eu? - Uma dama.

Todos tinham noiva menos eu, assim que me inventei uma.

E aí é onde entra você. Fingi que era minha noiva.

- Com que o fingiu, né? - Sim, senhorita.

- Boa idéia. Que saca com isso? - O que quer dizer?

Devo-lhe fazer meias três-quartos?

O envio cigarros? Tenho-lhe que beijar?

Não.

E por que o faz?

Se fosse soldado, quereria A alguém como essa garçonete.

- Tem minha foto? - Você o asseguro.

Todos têm uma noiva como ela.

É amável quando está com eles, diz-lhes que os esperará...

mas quando se vão, busca-se a outro a quem esperar...

Sou prática.

Não, acredito que sou eu.

Quando não consigo o que quero...

sóIo...

Melhor se o explico com bolos.

Que bolo?

Bolo de maçã.

Desde pequeno que não o provo.

De verdade?

Minha mãe fazia as melhores, mas morreu e já se acabou.

Ao não poder comê-los iguais, decidi não comer mais.

- Perdi-me a primeira parte. - Você é algo como isso.

Se for uma mentira, é muito boa.

A diferença entre nós...

prefiro comer pão que esperar o bolo de maçã.

Vamos !

- As estrelas brilham muito hoje. - O que?

Alí acima.

Sim!

Posso-a acompanhar a casa?

Enquanto não me faça correr...

- Já havemos chegado. - boa noite, senhorita.

- Agradeço-lhe muito o que tem feito. - Esqueça-o.

Não encontrei nunca uma pessoa tão amável como você.

Os soldados chaman a suas noivas, porquê não finge que me Ilama?

- Lugar 5020 - É você um anjo.

Quem, eu? Sou um bolo de maçã.

Olá, Daisy!

- Como está? - Eu...

Uma taça?

- Duvido que tenha algo. - Sempre há algo para ti.

Foge da festa?

Só olho as estrelas.

Sua mãe fazia bolo de maçã?

Claro.

- Estava rica? - Todas as mães fazem as melhores.

- Ainda come bolo de maçã? - Claro.

Só me perguntava...

Se tivesse que ir longe, à guerra, por exemplo...

Quereria que te esperasse?

Quereria que quisesse que me esperasse?

Suponho que não.

Só fingia.

Quem há aí? AIto!

AIto!

- Cre no general Percing? - Sim.

A porta!

Venha já! Não faça ruído! Cuidado!

Apaga a luz! Vamos! Temo-nos que levantar logo!

Voltem para a cama, meninos!

Agora vamos.

- me conte o que passa aqui. - Este escolha tarde e desperta.

- Acaba de chegar? - Não incomode, por favor.

Deixem, meninos. Amanhã será um grande dia.

Daisy! Formosa Daisy...

É a única A que adoro!

Daisy!

Formosa Daisy...

Eu te espero na cozinha...

Já terminaste!

me ponha com Lugar 5020

Diga?

Posso falar com a senhorita Heath?

Não quer que a incomodem, não se encontra bem hoje.

O que gosta da uma atriz?

Um casaco de visom.

me dê esses bombons com nozes.

encontra-se melhor?

- Onde está Bailey? - Não o sei.

Espero que não venha. Me passado a vida lhe esperando.

Estou-me cansando de lhe ver...

A mesma cara, o mesmo olhar...

Tenho-lhe que dizer...

algumas mulheres não sabem Io que têm...

Sempre que vejo um homem como ele, tenho-lhe que convidar a comer.

Se não o quer ver, não o faça.

Não é isso. Mas às vezes desejaria que me tratasse...

bem... de outra maneira.

O que me passa, Martha? Preocupa-me algo que antes não.

SóIo tem ressaca.

- Que entre. - Sim, senhorita.

- bom dia, Martha. - bom dia, senhor.

- Olá, Daisy. - Olá.

Está encantada daqui, mas eu gostaria de ver sua cara.

- Por que? - Será por costume.

Não diga que desfruta de lombriga a cara sete dias à semana.

ouviste me queixar alguma vez?

Sou seu hábito, como fumar, que não sabe que tem.

Está-me dizendo que está cansada de lombriga a cara?

Martha!

Vou!

Senhorita Daisy...

Diga?

Um tal Bill Pettigrew está abaixo.

Não sei quem é.

Pergunta quem é?

Quem é você?

O soldado Bill Pettigrew.

Seu soldado?

Sim... pode que seja ele...

Acredito que esse era seu nome...

- Que subida. - Subida!

Que tipo de homem você gosta?

- Gostar? - Tem seu número...

- Como posso saber. - Não se o terá dado?

- E o que se o fiz? - Nada.

- É um camponês. - Acaso me importa?

- por que lhe há dito que subida? - por que não?

Claro! Por que não!

Já vou eu, Martha.

Tudo bem?

Vim rápido quando soube que estava doente.

- Doente? - Me disse sua criada.

Claro! Obrigado.

Ele é Bailey, meu representante.

- Encantado de lhe conhecer. - Os amigos do Daisy são meus.

Sentem-se. Põem-me nervosa.

O que lhe dói?

A cabeça. Embora também tem moléstias no estômago.

- Não será pelo sorvete de chocolate. - Não...

tornaste a comer gelado?

Não se o comeu tudo.

Já vejo.

- São para mim? - Sim. Tinha esquecido dar-lhe

- É muito amável. - Encantador.

- Quer um bombom? - Obrigado, Daisy.

Espero que goste. Levam nozes.

- Se me desculparem, - te leve os bombons.

Obrigado, querida.

É uma garota muito considerada.

- encontra-se mau? - Estou um pouco esgotada.

Só tomava o pulso. Cuidava dos jeans e aos cavalos.

Sim, claro.

um pouco alterado. Dói-lhe a cabeça?

Só me dói um pouco.

Dou-lhe uma massagem?

Claro. eu adoraria.

- Como vai Io de fingir? - Não tenho tempo, tudo é muito real.

É como quando cheguei. Rodeavam-me muitos edifícios altos.

Via-me acima olhando para baixo.

Nunca pensei que o faria.

O que é isto?

- É minha placa de identidade. - Não sabe quem é?

No caso de...

Não lhe fará falta, soldado.

Nem todos acreditam. Dizem que seremos os primeiros no fronte.

- Está assustado? - Não sei o que é para está-lo.

Não estou acostumado a mentir sobre isso.

Agora sei que poderei pensar em você.

Espero que o faça.

Seria mais fácil...

- Se... - O que?

Não terá uma foto de me dar?

Sim que tenho.

me traga essas fotos, por favor!

- As pequenas! - Sim, senhorita.

Agarra as outras, Martha.

- Mas há dito das pequenas... - Está bem, chévaselas.

Parece-lhe bem esta?

É perfeita. Está preciosa.

Será melhor que vá.

- Cuide-se. Alegra-me que tenha vindo. - Espero que se recupere logo.

Obrigado pela foto.

- Adeus. - Adeus.

Está cansada. Será melhor que vamos.

Muito bem.

Vamos no carro dela?

- Como sabe que é o seu? - Elevou-me o dia que a conheci.

- A primeira vez? - Sim.

Sim, sim, claro.

- Fuma? - Obrigado.

Embora não sei se saberei fazê-lo.

Bom...

É mais fácil quando Eleva alguns.

Vê?

É bom saber fazê-lo.

Daisy disse algo sobre a úItima vez que se viram...

Não me lembro o que era...

- Pô-lhe muito tabaco. - Sim, claro. Devi sabê-lo.

Trato de recordar... Daisy disse algo sobre você que...

- Enróle-o para fora. - Agora o vejo.

Muito...

Obrigado.

Tem carinho a Daisy, não é assim?

Estou louco por ela.

- Também lhe aprecia. - Não sabe nem que existo.

Embora quisesse que assim fora...

Iria feliz À guerra se soubesse que me espera uma garota como ela.

Bill, sua mãe lhe fazia bolos de maçã?

Sim, senhor. Os melhores.

Se o contou?

Ao melhor equivocamos e gosta mais do o que pensa.

Ouça, MAC.

Séria boa idéia fazer a obra para os soldados.

Disse a semana passada que não queria.

Isso foi a semana passada.

A provado alguma vez um destes?

Guardem os problemas em uma bolsa.

E sonreíd, sonreíd, sonreíd.

Enquanto tenham um fósforo para o cigarro.

Sonreíd, meninos, com estilo.

Do que serve preocupar-se?

Nunca valeu a pena.

Assim...

Guardem os problemas em uma bolsa.

E sonreíd, sonreíd, sonreíd.

Vamos todos, cantem!

Com mais entusiasmo!

Mais alto! Vamos, cantando!

Cantem!

Que olhas?

Graças a todos!

Obrigado. O próximo ato programado é uma briga de luta livre entre...

o soldado raso "Diz" Loderhouse Shaughnessy

e o soldado lAN Nikopopulus.

Senhorita Heath.

- Olá! - esteve maravilhosa.

- Muito obrigado. - Viu Bailey?

Não quererá ver o campo...

eu adoraria, Bill...

mas devo ir com Bailey, temos uma reunião na cidade.

Bom... mas aí dentro estão muito entretidos...

- Quê-lo ir ver? - Não se a posso ver você.

Um momento.

Vamos!

De acordo. Só um momento.

O que lhe recorda esta vista?

Ao beisebol. Você em sua granja.

Não. Em milhares de soldados partindo.

- Quando se vai seu grupo? - Não o saberemos até o dia antes.

Vá com cuidado, as francesas têm reputação...

- Não me importam as francesas. - Ainda finge, verdade?

Sim.

Ser soldado é tão mau como ser corista...

Vestem igual, fazem Io mesmo... Acabam sendo iguais!

Isso pode ser bom... assim não importa tanto quem morre.

- Está preocupado? - Não. Não muito.

A morte é como estar apaixonado...

Não lhe o imagina até que não o tem.

É você estranho.

Tem-no tudo previsto, não?

Tem-no todo maço e escolha a uma conclusão.

- acredita-se que sou estúpido. - Não é verdade.

Eu gostaria de saber como o faz.

Como tem as respostas. Está muito seguro do que quer.

- Será porque não quero muito. - Não. Quer muitas coisas.

Quer grandes costure, ou que crie grandes.

Será o que me falta... acreditar em algo.

- Como que? - No amor, viver, morrer...

Ainda não o faz?

Não muito.

Viver é comer o que me agrade e vestir roupa bonita.

O amor...

é para iludidos.

- Importa A quem acredita. - Isso não é verdade.

- Não? - Não.

O que aconteceria aquilo no o que acreditasse não fora verdade?

Isso não poderia passar.

Que é isso daí?

- Bonecos. Quê-los ver? - claro que sim.

Que graciosos!

- Para que servem? - Para praticar.

Cravamo-lhes baionetas.

Bailey me espera.

Bem. Obrigado, Bill.

Pensava que já que ensinei-lhe o acampamento...

poderia...

Era isto?

Não. Queria saber se amanhã poderia-me ensinar a cidade.

Não te poderia dizer que não. A que hora?

Bem...

- Às 8:30h? - É um pouco tarde para mim.

Tomamos o café da manhã Às 7:30h.

De acordo. Às 8:30h.

- Até manhã. - Adeus.

- Sam? - me diga.

Por que te uniria ao exército?

- Por que me pergunta? - me responda.

- Você molesta que não tenha ido? - Não me responda se não querer.

Se me obrigarem a ir, irei. Se não, não irei.

- Quereria meias três-quartos, jerséis? - Faria-os?

Faria-o se enfrentasse as baionetas.

Vale a pena ir só por isso.

Isso não. me prometa que não irá!

Tranqüila. Não acredito que Io faça.

- O que faz amanhã? - Por que não vamos navegar?

Só você e eu... faz tempo que não o fazemos.

- Não posso, Sam. - Por que?

Prometi a Bill Pettigrew que lhe ensinaria a cidade.

Vale...

- Hoje estiveste com ele. - Sim.

Bill é um bom menino, não?

A ninguém importa que meninos como ele vão à guerra.

É verdade.

- Bem. aonde vamos? - Tenho-me que ir casa.

À cama.

Eu...

Tenho-me que levantar Às 7.30.

Senhorita Daisy. São as 7:30.

7:30!

É verdade.

É de dia?

Voltará a passar isto? Não me encontro bem.

Que bem sinta o sol!

Se! Muito bem!

Para a senhorita Heath.

Tem um pacote!

Do senhor Bailey.

Torrões de açúcar?

bom dia, querida. Jantares comigo?

Verá quando contar a Sam que subi a uma montanha russa!

- Sam? - O senhor Bailey.

- Nunca tinha vindo a Connie Island. - Nem quando era pequena?

Não. Sempre fui muito amadurecida.

Dava-me conta quando me disseram que era jovem para um papel.

Nunca tive tempo para nada.

Mas a sopa de couve sai-me muito boa.

- Mas não pode nem fritar um ovo. - Eu?

Ovos, guisado, couve... cozinho, sirvo e lavo os pratos.

Não se pense...

Eu vivia no Brooklyn.

Onde quer jantar?

Hoje tenho que jantar com Bailey.

- Pode jantar com ele quando queira. - Não. É um jantar especial.

E já escolho tarde.

Olá, querido. Chego tarde?

Sim. Chega tarde.

- Pipocas, amendoins... - Não. Obrigado.

Divertiste-te navegando?

Não fui.

Por que não?

Eu não gosto de ir sozinho.

te arrume, temos que comer antes da função.

- subiste A uma montanha russa? - Claro.

- Você gostou? - Não.

- foste a Connie Island? - Sim eu fui.

- atiraste ao branco? - Acredito que sim.

Não deveu acertar.

Bill lhe deu dez vezes e fez soar o timbre.

Comi hambúrgueres, quer dizer, bife da liberdade com cebola.

Não imagino a ti no Connie Island.

- Atirei 20 vezes para consegui-lo - Atirei-o.

Sam, querendo?

Sim.

Por que? Eu gostava!

É o que queria saber.

O que te passa? Esta manhã queria que jantasse contigo.

Me deu de presente torrões. Queria te contar meu dia eu...

- Por que te comporta assim? - Esse menino está apaixonado por ti.

Sam, está louco!

- Quer-te. casaria-se contigo. - Não é verdade!

Bill sabe que sou como sua mãe!

Claro! E te traz bombons e flores quando está doente!

- Sam! - Uma mãe com quem olhe a lua!

É sua formosa mãe e insígnia sua foto aos soldados!

Daisy, é muito inocente!

Pode que o seja. E o que passa?

Deixará-lhe em ridículo e te verá uma garota fácil.

Pois não o sou. Além disso, importa-te?

- Claro que me importa. - Por que?

- Por que não o quer. - Desde quando te importo?

Você só quer a ti mesma.

Não te ria, é verdade.

Se te pedir matrimônio, o faria?

Qualquer corista Io faria.

Sam? Está ciumento.

Sim.

Não Io tem que estar.

nos conte.

Nada bom.

- Não façam planos esta noite. - Por que?

Mas... se alguém se enjoar, que não coma muito.

Atenção!

Meninos, tenho notícias!

Firmes!

Ninguém sairá hoje do campo. Não se concederão passes.

Todos preparados às oito. Vamos às onze.

- O que significa isso? - Que vamos a França!

- Disse-te que aprendesse francês! - Não te servirá de muito.

- Aprende a rezar. - Que tolice!

- Não há aconteça hoje. - É minha mãe, senhor.

Isso é tudo.

- Quero um passe especial. - Não há aconteça hoje.

- Tenho que ver alguém... - Isso é tudo.

Muitos têm casa em Connecticut, mas a minha é distinta.

Imagine um campo como uma quadra toda coberta de erva verde.

- Agora estará banhada de margaridas. - Sonha bem, Sam.

- Tem ganho? - Perdão?

- Quer dizer, há cavalos? - Não. Não vou muito por ali.

- Faz quanto tempo? - Dez anos.

E há dez anos que não me sinto assim.

E eu que tenho tanta fome... Comeria- um café da manhã campestre...

Estão muito bons.

Pão recém saído do forno, leite e ovos frescos...

Comeremos no jardim. Eu fiz todos os móveis.

Assim verei o céu quando me mora.

- A senhorita Heath? - Não está.

- Quando volta? - Depois do espetáculo.

Onde está agora?

Em Connecticut, não sei onde.

- Em Connecticut? - Atua alli esta tarde, isso se aparecer.

Coisa que duvido!

- Nunca te vi fumar em cachimbo. - Você gosta?

Há muito de ti que não sei.

Bailey apaixonado, Bailey desarmado.

Pobrezito... vejo-te com uns cães diante de uma chaminé.

Não tão rápido, me dê tempo.

- Esta tarde tenho função. - Um momento mais.

Se alguma vez me fizer pesada porque te quero, diga-me isso 716

Mentirei se o fizer.

E o que passa com o Bill?

O que acontece ele?

Não o verá mais, verdade?

Não sei como. E o que se o fizer?

Estou apaixonado, ciumento e todo o que suporta.

A mim passa o mesmo.

Não lhe verei mais.

Agora me tenho que ir.

Sou uma mulher nova. Vou aos ensaios e às funções.

Esta sou eu apaixonada por ti. E o tem por escrito.

- Adeus. Segue igual até as sete. - Agora começo.

- Daisy, devo falar contigo - Amanhã, agora não posso.

Não posso. Vamos França esta noite.

Como?

Olá!

- Vamos, senhorita. - Espero-te faz momento. Escapei-me.

Por que? Meterá-te em problemas.

Dá-me igual. É a única com...

- SóIo me posso despedir de você! - Tenho que sair!

Temos coisas de que falar. E esta é a úItima oportunidade!

- Senhorita Heath! - Já vou!

Já sei Io que faremos!

Quando voltar, iremos A Connie Island.

- Uma semana, todos os dias. - Claro.

Iremos todas as atrações.

A guerra não durará muito com vós. Necessitavam texanos como você.

Levam três anos lutando, não pode alargar-se muito mais.

Olha o deste modo. São os primeiros em ir, serão os primeiros em voltar.

É de lógica.

Senhorita Heath. Vai tarde. Vá-se daqui, soldado.

Adeus.

Bill!

Um momento!

Vou contigo. Mas não falaremos nem da guerra nem de nós.

Nem sequer falaremos.

Senhorita Heath!

Senhor McGonigle!

Sinto ter que romper nossa promessa.

Mas...

não falamos em toda a tarde...

e não há muito de que falar se não o fizermos sobre nós...

e quero te dizer algo...

Estou apaixonado por ti.

Não é o lugar para falar disto.

Vamos daqui.

- Parece que vai A Ilover. - Sim. nota-se no vento.

Assim é Nova Iorque.

Aqui Ilueve no momento oportuno.

Quando terminaste o picnic e acaba do chegar a casa...

...chegue.

Desgostou-te o que te disse antes?

por que tem que me desgostar?

Não o sei.

nos sentemos.

por que devo estar desgostada?

Porque crie que é sua culpa, por ser tão amável comigo.

Ou porque não nos voltaremos a ver ou ao menos não em muito tempo...

Ou porque crie que não serei feliz.

- Faço-te infeliz? - Sim.

Tem que ser feliz. Segue fingindo.

Finge que vai um fim de semana. É bom fingindo.

Já não posso fingir mais.

Sonhar está bem se não ter nada...

mas ao encontrar a realidade, já não me satisfaz fingir...

Quero a realidade.

A ti, Daisy.

desgosta-te isto também?

Não o posso estar, você Io perguntei.

Crie que algum dia...?

Disse-te que chovia no momento oportuno.

Aqui tem os sapatos, encolheram-se.

Melhor que me vista.

nos casemos na capela do campo.

Faria-me um favor, senhor Bailey?

- Não lhe posso fazer entrar no exército. - Não, senhor.

Dirá-lhe ao soldado que me traga um casco alemão?

- O que soldado? - O amigo da senhorita Heath.

- Quando o veja, se o pergunto. - Pergunte-lhe agora que está aqui.

Já se o direi, Jack.

- Boa tarde. - Olá, Bill.

- Quer entrar? - Obrigado.

- Me alegro de lhe ver. - De verdade?

- Claro. Quer fumar? - Não, obrigado.

- Quero-lhe dizer algo. - me diga. Logo toca a mim.

pedi a Daisy que se case comigo.

Entendo.

E ao ir esta noite, acreditei que devíamos falar com você.

por que me o diz ?

Incomoda-lhe?

- claro que sim. - Sam!

Posso falar com o Sam a sós?

Dava algo!

Feri-te?

- Crie que hoje te menti. - O que quer que te diga?

Boa sorte, Bill. Eu a queria faz duas horas.

- Me mereço. - Ou devo te dizer que não te importe...

- Só passamos a manhã e já está. - Não seria verdade!

- Eu acreditei em tudo. E te quero. - Eu também te quero.

Casa-te com ele para ser mãe.

Quero que entenda o que vou dizer te.

Faz tempo que nos conhecemos e queremos.

Não o sabíamos porque não o podíamos averiguar.

Então chegou Bill.

O que temos agora, que estamos apaixonados...

se o roubamos a esse menino.

- Mas quero que te case comigo. - me escute, por favor.

Quer casar-se comigo antes de ir-se esta noite a França.

Quer ir-se sabendo que sou sua esposa.

Não te ria quando te disser isto...

Sou um sonho feito realidade para éI.

Sonhou comigo antes de me conhecer.

E continuou sonhando depois.

É isso o que quer, não a mim...

a não ser a um sonho sem nome...

que começou em Telhas e terminará na França.

E pensaste que pode voltar?

Então lhe direi como sou.

Não tivéssemos estado juntos a não ser fora por éI!

Olha o desta forma!

É um empréstimo, um ano ou menos...

Emprestamo-lhe todo o que quis.

E se lhe contássemos como é?

A que me quer. Ainda se casaria contigo?

quereria morrer.

Não posso pensar em mais que me casar contigo.

Se o diria?

- claro que sim. - Não poderia.

- Sabe quanto te amo. - Você sabe que te amo.

Bill, eu...

pois...

- Sinto muito, Bill... - Já sei Io que vai dizer...

Enquanto falava com o Daisy...

pensava no mesmo que vocês.

Não cre que sou um herói porque levo uniforme e porque...

estejamos em guerra...

A guerra não vai durar muito...

e quando se acabar estará casada com um vaqueiro de Telhas...

- Bill... - Pode não pensá-lo agora...

Deixamo-nos levar.

Nunca conheci alguém como você.

Ao princípio acreditei que estava sozinha...

Assim...

que...

Não tem que me dizer isso 861 senhor Bailey, porque já o sei.

Não é assim, Bill. Quero me casar contigo.

- Quer dizer algo? - Não. Adeus, Daisy.

Sam!

Daisy...

Eu... bom...

Não temos tempo. vou vestir me.

Daisy...

me diga, Bill.

Não Io lamentará nunca, Daisy.

Sei que não, Bill.

- aonde vamos? - Siga conduzindo.

Sim, senhor.

- Tem um cigarro? - Não, senhor.

- Henry? - Sim, senhor?

Da volta.

Vamos a umas bodas.

Declaro-os marido e mulher em nome do pai, filho e espírito santo.

Que o Deus pai, filho e espírito santo lhes proteja.

O senhor misericordioso outorgue-lhes seu favor...

e lhes encha de bênções...

para que vivam unidos na vida...

e nos tempos por vir.

Amém.

Sam!

- Boa sorte, Bill. - Obrigado, senhor.

Bem...

Adeus, Daisy.

Bill!

- te cuide! - Escreverei-te cada dia.

Chova ou brilhe o sol.

- Obrigado por vir, Sam. - Alguém devia trazer para a noiva.

- O que fará agora, Daisy? - Não Io sei.

- Manterei o fogo da chaminé. - Sim.

- E você? - Ainda não o sei.

- Seria boa idéia sair por aí. - Sim.

- Está bem? - Sim.

Não seria muito sensato ficar A cuidar da mulher de outro homem.

Bailey, um bom amigo da família.

- Não vai esse papel. - Não faça o que não sinta.

Faz o que queira.

Não o faço sempre?

Penso que...

Trarei eu a lenha para a chaminé.

SEU QUERIDO MARIDO, Bill

SENHORA DO PETTIGREW. HOTEL CRAFTON. Nova Iorque

PARECE QUE AS RODAS DIGAM DAISY-DAISY

SENHORA DO PETTIGREW. HOTEL CRAFTON. Nova Iorque

PENSO EM TI CADA DIA.

TODOS SE APAIXONARAM POR SUA FOTO

QUERO-TE.

VAMOS À FRENTE. QUERO-TE.

- Uma carta para a senhora Pettigrew. - Não está, está trabalhando.

É do departamento de guerra. O senhor Pettigrew será general.

me ponha com o 4842.

Diga?

Quero falar com o senhor Bailey.

aonde devo ir?

Obrigado.

Adiante.

Olá, Daisy.

Olá, Sam.

Que tal está?

É o soldado mais feliz do mundo.

O pobre não sabe nem que está no fronte.

por que têm que mandar A meninos assim a que se joguem o pele?

É uma das certezas da guerra.

Os mais fortes e capacitados têm que ir em primeiro lugar.

Sam, não tem por que vir aqui todas as noites.

Dá a casualidade que eu gosto este clube noturno...

...mais que nenhum outro e eu gosto de me sentar aqui...

...e te olhar e te querer.

É agradável te ter aqui.

Está preparada, Daisy?

Já vou.

Obrigado por voltar.

Eu gosto que o menino esteja tão contente.

Sim.

boa noite, Sr. Bailey.

boa noite, Julho.

Guardem os problemas em uma bolsa.

E sonreíd, sonreíd, sonreíd.

Enquanto tenham um fósforo para o cigarro.

Sonreíd, meninos, com estilo.

Do que serve preocupar-se?

Nunca valeu a pena. Assim...

Procura alguém?

Guardem os problemas em uma bolsa.

E sonreíd, sonreíd, sonreíd.

Cantem todos! Vamos!

Bem!

É uma carta para a senhorita Daisy. Acredito que deveria abri-la.

WILLIAM PETTIGREW. INFANTERIA DOS EUA

Cravamo-lhes baionetas.

Só me posso despedir de você!

Não o lamentará nunca, Daisy.

Do que serve preocupar-se?

Vamos!

Nunca valeu a pena. Assim...

Guardem os problemas em uma...

E sonreíd, sonreíd, sonreíd.

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