All language subtitles for Non.uccidere.2x08.ITA.P.V.A.WEB-DLRip.AAC.x264-JSPH69

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional) Download
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian Download
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish Download
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

BEM-VINDO DE VOLTA, ARTURO

N�o fa�a isso.

M�e?

- Tudo bem? - Tudo.

Voc� se divertiu?

Equipe inSanos apresenta:

Tradu��o e Sincronia: JuLima

Revis�o Final: LikaPoetisa

N�O MATAR�S 2� Temporada | Epis�dio 8

Como est� a Sra. Menduni?

A tomografia mostrou

um vasto hematoma no lobo frontal.

Estamos monitorando.

Mas se n�o sarar logo, precisaremos intervir.

E para tal, precisamos do consenso de um familiar.

Voc� � a irm� dela, correto?

O que quer dizer com sarar logo?

Dois ou tr�s dias no m�ximo.

Mas se precisarmos operar com urg�ncia,

ser� melhor j� ter a permiss�o assinada.

Se me acompanhar, podemos providenciar isso.

N�o, eu n�o...

Antes preciso falar com o pai dela.

Francesca Molino, 37 anos, � oncologista do hospital.

Ela caiu da janela.

O faxineiro encontrou o corpo h� meia hora.

- O que mais temos? - At� agora, pouco.

Pelo que sabemos, poderia ser suic�dio.

Achamos o celular dela.

Ainda funciona, a �ltima liga��o � de ontem � noite

para a irm�, Simona Molino.

- Com licen�a. - Ol�.

Sou Domenico Riccardi, o chefe do hospital.

Agnese, minha filha, era assistente da Francesca.

Detetive Ferro, Esquadr�o de Pol�cia de Turim.

A doutora tinha motivos para tirar a pr�pria vida?

N�o, no trabalho n�o tinha nenhum problema.

Ela era querida por todos, os pacientes a amavam.

Precisamos falar com alguns deles.

A maioria � de crian�as.

Francesca chefiava um projeto experimental

de imunoterapia em leucemia infantil.

Aquele � o escrit�rio dela?

Sim.

Obrigada.

Falem com os pacientes dos quartos

de onde se v� a janela dela. Algu�m pode ter visto algo.

Pode deixar.

Valeria.

Pe�a que a Per�cia retire amostras do tecido da cortina.

Leve at� o legista para comparar com vest�gios no cad�ver.

- Est� certo. - Talvez n�o seja suic�dio.

Descobrimos uma queixa.

H� alguns dias ela foi amea�ada por um tal de Fabio Serra.

Ele � pai de uma das crian�as que se tratava com ela.

- Tente descobrir mais. - Pode deixar.

O carro da Viola ficou no dep�sito

depois precisaria pegar as coisas dela e levar...

Eu cuido disso, n�o se preocupe.

Obrigada.

Bea, n�o podemos nos atrasar para a primeira aula.

Faz 20 minutos que estou vendo sua bunda.

- Voc� sabe, n�o �? - E acha minha bunda feia?

O que o Teo acha dela?

Ele gosta.

E ent�o?

N�s n�o transamos.

Est�vamos quase, mas no fim...

N�o � que a primeira vez deva ser obrigatoriamente

numa cama verdadeira, com a luz suave e tudo mais.

N�o.

Mas n�o estou com cabe�a para isso agora.

Por causa dos exames?

Vai dar tudo certo.

Vamos torcer.

Estou feliz por voc� estar por perto.

Amor...

O que foi?

Lamento muito pela sua irm�.

- Devo fazer algumas perguntas. - Tudo bem.

Ontem Francesca te ligou,

o que ela queria?

Ela estava muito nervosa,

pediu para nos vermos,

mas n�o fa�o ideia do motivo.

Ela tinha problemas com algu�m?

Acho que n�o.

Mas por que est� perguntando isso?

Minha irm� n�o se matou?

Estamos tentando descobrir.

N�o faz nem ideia do porqu� queria te ver?

N�o, talvez quisesse falar sobre a Beatrice.

Tenho um tumor �sseo benigno e ela estava cuidando de mim.

H� um tempo, minha irm� notou algo estranho

e pediu que fiz�ssemos uma bi�psia.

Estamos esperando os resultados.

Com licen�a.

A aut�psia revelou vest�gios de poli�ster nas unhas da v�tima

compat�veis com a cortina do escrit�rio.

Ent�o n�o foi suic�dio?

Alguma novidade sobre o Serra?

Verifiquei o boletim de ocorr�ncia,

ele amea�ou a Molino porque ela n�o aceitou

incluir o filho dele no estudo.

E uma enfermeira disse que o viu ontem no hospital.

Ela se chama Varvara.

Sabia que nenhuma baleia viajou tanto quanto ela?

- � mesmo? - Sim.

- Olha que jato! - Caramba!

A mam�e me disse que a festa de ontem foi linda.

Voc� se divertiu?

Sim, mas voc� fez falta.

Prometo que quando voc� estiver melhor,

faremos uma bela festa no jardim com todos seus amigos.

E sabe o que mais faremos?

Vou te levar para ver as baleias.

Voc� quer ir?

- Sim, claro. - Fabio.

Na queixa, a Molino afirmou que voc� a empurrou

e a amea�ou de morte.

Foi s� modo de dizer.

Eu estava nervoso.

Ontem � noite tamb�m estava nervoso?

Uma enfermeira afirma ter te visto no hospital.

Ela deve ter se enganado.

Eu sei que seu filho est� muito mal.

E que a Dra. Molino se negou a inseri-lo no estudo.

Ela disse que n�o havia mais esperan�a para o Arturo.

Ent�o ontem deram alta para ele.

N�s at� fizemos uma festinha para distra�-lo um pouco.

Ent�o voc� estava em casa? Algu�m pode confirmar?

N�o.

N�o, porque...

eu tive medo.

Medo do qu�?

De n�o conseguir encar�-lo.

Ent�o peguei meu carro

e rodei por um tempo.

E voltou a procurar a Molino.

Ou�a...

Quando ela me denunciou

foi porque levantei um pouco a voz

e disse coisas que n�o deveria.

Mas n�o voltei mais ao hospital.

Deixe-me voltar para o meu filho.

Infelizmente deveremos mant�-lo aqui.

O que aconteceu?

A enfermeira disse que ele n�o quis tomar o rem�dio.

Eu tentei, mas ele nem fala comigo.

Victor.

Como vai?

Por que n�o quer tomar o rem�dio?

Tudo...

SEGUE EM ANEXO O RESULTADO DO EXAME

DE BEATRICE SIMEOLI

Bea?

� maligno.

- Eu ia te contar. - Voc� recebeu o e-mail ontem.

S� estava esperando o momento certo.

Bea.

N�o, n�o posso cuidar disso.

� s� uma assinatura para autorizar a cirurgia.

Deixei o formul�rio na delegacia,

s� precisa retir�-lo e lev�-lo para o Menduni.

Obrigada, Dr. Bodrino. At� logo.

Ol�, sou a esposa de Fabio Serra.

Ele est� aqui h� horas, voc� pode me dizer algo?

Lamento, mas por ora n�o posso dizer nada.

Onde est� o papai?

N�o se preocupe, voc� vai v�-lo logo.

Voltem para casa, senhora.

Eu te manterei informada.

Est� certo. Venha, amor.

Obrigada.

Papai.

Quem ser� o respons�vel pelo projeto agora?

- Eu posso continu�-lo. - Acha que � hora para isso?

N�o podemos interromper o experimento, voc� sabe.

Confie em mim uma vez na vida.

- Conversaremos outra hora. - Com licen�a.

Preciso falar com os pacientes

dos quartos que d�o para o p�tio.

Daquele lado s� existe a ala de oncologia pedi�trica.

Est� certo.

Estas coisas desmagnetizam.

Vou chamar algu�m...

- Por favor. - Obrigado.

Oi.

Quer conversar um pouco?

Por que fez este desenho?

Victor.

O que voc� viu ontem � noite?

- Voc� est� aqui. - Estou.

Posso fazer umas perguntas ao garoto?

Ele precisa fazer alguns exames, vou lev�-lo ao ambulat�rio.

Se puder adiar...

Victor, n�o se preocupe, conversaremos depois.

Sim, obrigada.

Ainda jura que ontem � noite n�o esteve l�?

- N�o fiz nada. - Por que foi ao hospital?

Eu estava bravo, queria falar com ela.

Por que n�o me disse antes?

N�o sei.

Eu tive medo.

Eu tinha...

N�o podia me aproximar da Molino.

- Por causa da queixa. - Por que foi at� l�?

Eu queria implorar

para que ela reconsiderasse.

Meu filho ainda pode ser salvo.

- Mas ela n�o quis me ouvir. - E voc� a matou.

Sa� daquele escrit�rio

antes de fazer algo que pudesse me arrepender.

Eu juro.

Por que deveria acreditar em voc�?

Porque mat�-la

n�o teria salvado a vida do meu filho.

Valeria, pode vir aqui?

Ele disse que viu algo na noite do homic�dio.

Oi, Victor.

Eu me chamo Valeria.

Pode me contar o que voc� viu?

Voc� viu a Dra. Francesca?

Eu estava na minha cama,

vi pela janela, ela tinha ca�do.

Viu mais alguma coisa?

A outra m�dica.

Qual m�dica?

Agnese.

O que ela estava fazendo?

Estava no escrit�rio da Francesca,

perto da janela

e olhava para baixo.

Obrigada, Victor.

- Podem ir. - Obrigado.

- At� mais. - At� mais.

Bom dia.

Hoje o crach� de Agnese Riccardi n�o funcionou.

Pe�a para verificarem o hospital.

E os laudos da Per�cia?

Nada de definitivo, mas h� algo estranho.

O HD do notebook da Molino foi removido.

Francesca Molino queria te demitir?

Ela desativou seu crach�

pouco tempo antes de algu�m mat�-la.

Foi voc� que pegou o HD do notebook dela?

Em que voc� queria dar sumi�o?

N�o sei do que est� falando.

Um paciente te viu no escrit�rio da Molino aquela noite.

Victor.

- Eu n�o fiz nada. - Ent�o por que estava l�?

Est� certo.

Eu peguei o HD.

Francesca tinha me obrigado a pedir demiss�o.

J� tinha escrito minha carta de demiss�o.

- Mas n�o a matei. - Por que queria demiti-la?

Porque...

errei o diagn�stico de uma garota de 16 anos.

H� seis meses diagnostiquei um osteoclastoma benigno.

Mas eu cometi um erro.

E Francesca descobriu?

Sim.

Mas me prop�s um acordo.

Ela n�o diria nada e eu pediria demiss�o

alegando motivos pessoais.

Claro.

Voc� n�o podia desapontar seu pai.

Como se sentiu quando seu pai colocou a Francesca

e n�o voc� na chefia do projeto?

- Mal. - Por isso a matou?

N�o.

Eu...

� verdade,

eu n�o suportaria que meu pai soubesse

que cometi um erro t�o grande.

Eu suportaria por mim, mas n�o suportaria por ele.

Aquela noite, eu...

Aquela noite o qu�?

Eu queria me matar.

Subi no telhado

e dali vi o cad�ver da Francesca.

E mudou de ideia.

Fui at� o escrit�rio dela e peguei o HD.

S� porque sabia que minha carta de demiss�o estava l�.

Onde colocou o HD?

A hist�ria de Agnese Riccardi poderia ser cr�vel.

Encontrou o arquivo com a carta de demiss�o?

Sim. E encontrei algo mais.

No dia em que foi morta,

Francesca apagou um e-mail que recebeu da irm�.

Leia.

OPINI�O DE OUTRO M�DICO SOBRE O TUMOR DA BEA

DEVEMOS CONVERSAR VOC� ME PAGA

Por que n�o me disse?

A primeira vez que nos vimos, voc� j� sabia

que o tumor da sua filha era maligno.

Sim, mas a Beatrice n�o sabia

e eu n�o poderia contar assim.

Mas tamb�m n�o me disse depois.

E por que deveria? � um assunto familiar.

Houve um homic�dio.

- Por que amea�ou sua irm�? - Porque eu estava brava.

Francesca sempre nos tranquilizou,

disse que era um osteoclastoma benigno

e o removeria quando Beatrice tivesse parado de crescer.

Depois Francesca quis fazer essa bi�psia e me preocupei.

Ent�o levei o exames para outro oncologista.

Ele me disse que o tumor j� estava vis�vel h� seis meses.

N�o pude acreditar que minha irm�

tivesse cometido um erro t�o grave.

E depois recebeu o resultado da bi�psia.

Sim.

O tumor n�o s� � maligno, como tamb�m j� se espalhou.

Algo poderia ter sido feito h� seis meses, mas agora n�o.

Preciso dos exames da Beatrice.

M�e.

O que houve?

Nada, Bea.

Fique tranquila, n�o aconteceu nada.

Aquele dia eu briguei com sua tia,

por isso n�o te contei.

Sua tia cometeu um erro com voc�

e eu n�o sabia como te contar, sinto muito.

Voc� deveria ter contado.

Sim, Bea. Voc� tem raz�o.

Sinto muito.

O que � isto?

Eu fiz uma bi�psia.

Como assim?

Tenho um tumor, mas n�o � nada grave.

Eu estou bem. Quer dizer, acho que estou bem.

Como assim um tumor?

Beleza, j� entendi.

- Eu quis dizer que... - Entendi. Leve-me para casa.

Qual sua liga��o com essa hist�ria?

Fabio.

Diga onde esteve ontem � noite,

j� que n�o estava aqui com seu filho.

Tudo o que fa�o � por ele.

- Voc� precisa aceitar. - O qu�?

O que preciso aceitar?

- Que meu filho deve morrer. - N�o.

Que nos resta pouco tempo e devemos nos dedicar a ele.

Eles n�o querem cur�-lo.

S� aceitam aqueles que se salvar�o.

Voc� sabe que n�o � assim.

Arturo.

Pequeno.

- Amor, o que foi? - O que voc� tem?

Respire.

- Pegue a chave do carro. - Onde est�?

Vem c�.

Ele est� fora de perigo.

Podemos v�-lo?

Ele est� repousando, passar� a noite em observa��o.

Doutor...

Quanto tempo ele ainda tem?

Eu vi os exames e...

nestes casos � muito dif�cil prever.

Mas...

Eu lamento. Lamento muito.

Com licen�a.

Vem c�.

Se o hematoma n�o se curar em pouco tempo,

ela dever� ser operada.

E ao que parece n�o � uma cirurgia simples.

Eu sinto muito.

A detetive Ferro pediu que eu te desse isto.

Valeria est� com ela?

Eles precisam da permiss�o assinada

para a cirurgia.

A detetive disse que o senhor deve cuidar disso.

O que tenho que fazer?

Precisa decidir.

- Como vai? - Melhor.

Voc� nos deu um belo susto ontem � noite, sabia?

O que est� assistindo?

Por que voc� e a mam�e sempre brigam?

Por minha causa?

N�o � por sua causa, Arturo.

�s vezes eu e sua m�e temos opini�es diversas,

mas depois fazemos as pazes.

Voc� est� preparado para uma surpresa?

Veja.

Ficaremos acomodados num barco

e seguiremos a viagem das baleias.

Faremos todo o trajeto.

Poderemos v�-las bem de perto.

N�o est� feliz?

Voc�s t�m medo que eu morra?

O que est� dizendo?

Eu n�o quero morrer.

N�o vai acontecer, pequeno.

N�o vai acontecer.

Eu te prometo.

Voc� tem certeza?

O que a mam�e est� dizendo?

Claro, precisamos tirar foto para o passaporte.

Voc� ainda quer ver as baleias?

Ou iremos s� eu e sua m�e?

- Por favor, pai. - O que foi?

Vamos todos juntos.

Claro que iremos todos juntos.

Fabio. Obrigada.

Vamos l�.

- Tchau. - Tchau, amor.

- Pai. - Sim.

N�o se preocupe.

Venha.

N�o quero ficar aqui.

N�o tenha medo.

Voc� precisa sarar.

Estamos aqui para isso.

Entendido?

Coragem. Vamos.

Ele pediu um conselho

e o Dr. Ferrutti queria que voc� o visse.

- Bom dia. - Bom dia.

Serra, o que faz aqui?

Doutor, estou aqui para que curem o meu filho.

Veja isto, li na internet que no exterior

as doen�as como a do Arturo s�o curadas.

Preste aten��o, j� tivemos essa conversa.

Doutora, por favor.

Meu filho pode sarar, insira-o no programa.

- Est� me machucando. - Pai, chega.

Serra, por favor. Leve seu filho para casa.

N�o pode vir aqui dizer que erramos

s� porque leu algo na internet!

Faz 30 anos que trabalho com isso!

Em que voc� trabalha?

Agora o senhor vai salvar o meu filho.

Entendeu?

Venha!

Na mochila tem uma corrente, tranque a porta com ela.

R�pido!

O hospital nos deu acesso ao servidor?

Sim.

Este � o raio X que a m�e da Beatrice trouxe.

� de seis meses atr�s.

Procure o prontu�rio que Agnese diz ter errado.

Aqui est�.

Mas � a mesma doen�a.

Osteoclastoma benigno no f�mur esquerdo.

- Tem o raio X tamb�m. - Pode abrir.

� id�ntico.

O c�digo tamb�m � o mesmo.

Espere um segundo.

H� dois dias algu�m os trocou.

O sistema registra cada movimenta��o.

- D� para ver quem foi? - Claro.

Cada m�dico do hospital tem sua pr�pria conta.

Ilario Nicosia, cirurgi�o.

Imprima o raio X.

H� dois dias algu�m entrou no arquivo digital da cl�nica,

pegou o raio X de Beatrice Simeoli,

onde j� estava evidente o tumor,

e o substituiu com o raio X de um paciente da Agnese.

N�o � poss�vel.

O acesso foi efetuado de um computador do laborat�rio.

Voc� � o �nico a ter acesso ao banco de dados.

Foi a Francesca que pediu para substituir o raio X.

Ela tinha feito exames na sobrinha,

mas se enganou.

Quando percebeu o erro, pediu uma bi�psia

e descobriu que o tumor da Beatrice era maligno.

Ent�o me pediu para substituir o raio X antigo

pelo de uma paciente com osteoclastoma benigno.

Agnese teve uma paciente com aquela patologia

h� alguns meses.

Mas depois a irm� da Francesca tamb�m percebeu o erro.

Por que aceitou encobrir a Francesca?

Porque eu a amava.

N�s est�vamos juntos,

mas ningu�m no hospital sabia.

Foi voc� que tirou o prontu�rio da Agnese do arquivo f�sico?

N�o, os m�dicos n�o podem acess�-lo.

E quem pode acess�-lo?

Havia mais algu�m que sabia do erro?

Quem sabia?

Quando Francesca disse que a irm� havia descoberto,

fiquei com medo.

Eu n�o tinha errado o resultado dos exames.

N�o era justo pagar por um erro que n�o cometi.

Para quem voc� contou?

H� uma emerg�ncia na cl�nica, temos que ir.

Preciso de um nome.

Agora voc�s dois

v�o curar o meu filho.

- Sr. Serra, n�o funciona assim. - N�o zombe de mim.

Arturo ainda pode sobreviver.

E voc� agora...

vai salvar a vida dele.

E voc� n�o fique a� parada, fa�a alguma coisa.

O que � isso?

Um fator que estimula o crescimento celular.

Mas precisaremos esperar um tempo

para proceder com a retirada de c�lulas-tronco.

Quanto tempo?

O que est� acontecendo?

Um homem se trancou naquela ala. Ele est� armado.

Tem um garoto com ele, e o doutor e a doutora Riccardi.

Quero falar com ele.

- Papai. - N�o se preocupe, pequeno.

Vai dar tudo certo.

O que voc� planeja fazer?

Est� tentando engan�-lo?

Foi ele que nos colocou nesta situa��o.

Fabio, aqui � a Valeria Ferro.

Se estiver disposto a colaborar, podemos entrar num acordo.

O que voc� quer?

Eu n�o preciso de nada.

Voc�s precisam nos deixar em paz.

Ao menos deixe o garoto sair.

Voc� n�o entendeu,

estou aqui por ele.

Ele est� com o filho, mande buscar a esposa.

Eu n�o queria nada disso.

Mas o Arturo � a coisa mais importante que tenho.

Quero apenas que...

ele tenha uma chance.

- Fabio. - Marina.

O que voc� est� fazendo?

N�s vamos salv�-lo.

Estou cuidando de tudo.

Estou cuidando de tudo.

Vamos voltar para casa.

Eu vou resolver tudo.

Fabio...

Eu te amo.

N�o podemos fazer nada por ele.

Fa�a o que eu mandar.

E ent�o?

Ainda precisamos de mais tempo.

N�o temos mais tempo.

Esta sala n�o est� equipada para a coleta.

- Devemos ir ao laborat�rio. - Que diabos est� dizendo?

Que porra � essa, babaca?

Voc� quer salvar o seu filho?

N�o se aproximem!

N�o se aproximem.

Agora vou abrir a porta!

E voc�s nos deixar�o ir ao laborat�rio!

Est� certo?

- Sen�o matarei o doutor! - Tudo bem.

V� abrir a porta. Pegue as chaves.

Abra.

Abra logo.

Fabio, acalme-se.

N�o fa�a movimentos bruscos.

Estou abaixando minha arma.

Fabio.

N�o vai adiantar nada.

O rem�dio n�o funcionar� no Arturo,

a doen�a dele est� num est�gio muito avan�ado.

Ele � s� uma crian�a.

Que merda de m�dicos voc�s s�o?

Voc�s devem tentar! Que merda de m�dicos s�o?

N�o � assim que voc� vai ajud�-lo.

Ent�o como?

Como?

Papai, chega.

- Arturo. - M�e!

Pai...

eu...

quero ir para casa.

Eu te amo, pai.

Dr. Riccardi, precisa vir comigo � delegacia.

O senhor sabia que sua filha n�o havia cometido nenhum erro.

O Dr. Nicosia n�o tinha acesso ao arquivo f�sico do hospital,

mas o senhor sim.

Deu sumi�o no prontu�rio da paciente da Agnese

quando notou a troca dos raios X, certo?

O que queria fazer, proteger sua filha?

Agnese sempre quis ser m�dica.

Desde muito pequena.

N�o merecia perder tudo por causa do erro da Francesca.

Foi por isso que a matou?

Por que n�o a demitiu?

O Dr. Nicosia teria confirmado a troca dos raios X.

Mas o senhor a matou.

Por qu�?

Tem mais alguma coisa, n�o � mesmo?

Francesca era minha.

Eu a criei do nada.

Ela n�o seria nada sem mim.

E foi assim que ela retribuiu.

Enganando minha filha

e me traindo com aquele homem rid�culo.

Quando Ilario veio me contar tudo,

eu percebi na hora.

Ela nem tentou negar quando fui ao escrit�rio dela.

E confirmou na hora.

Ela implorou, suplicou para mim.

Nem consigo lembrar quando foi que a empurrei.

Eu sei que sente falta da Francesca

e gostaria que ela estivesse no meu lugar.

Talvez eu n�o seja t�o boa com as crian�as.

Mas...

sou uma boa m�dica.

E voc� pode confiar em mim.

E voc� vai fazer com que eu sare?

E em alto-mar deve fazer muito frio.

Claro. Mas voc� vai se agasalhar bem.

N�o se esque�a.

Amor, temos que ir agora.

Voc� n�o vem?

Claro que vou.

V� com a mam�e agora e eu vejo voc�s mais tarde.

Agasalhe-se bem, n�o se esque�a.

Acho que morrerei virgem.

Se quiser podemos fazer juntos.

O qu�?

Amor.

N�s dois?

Eu tamb�m estaria com medo na sua situa��o, Bea.

E sei que gostaria de ter s� uma pessoa ao meu lado.

Desculpa, eu falei merda.

E se jant�ssemos fora hoje?

Por que, por acaso eu cozinho mal?

Muito mal.

Estou brincando.

Nem pense que vai conseguir...

Espere...

Espere, espere.

Al�?

Aqui � o Giuseppe.

Como conseguiu este n�mero?

Com o meu advogado.

Eu queria te agradecer por t�-lo contatado.

- Certo. Agora preciso desligar. - Valeria, espere, por favor.

Talvez n�o devesse te dizer isso, mas...

voc� poderia fazer companhia � Viola?

Por favor.

Agora ela s� tem voc�.

Era o Giuseppe.

Vamos para casa.

N�O MATAR�S

Entregue-se � sua inSanidade! Junte-se a n�s.

www.insanos.TV @inSanosTV

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.