Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
O que faz aqui fora?
- Solte-me! Solte! - Volte para dentro!
Al�?
Onde?
Sim, j� estou indo. Espere a�.
Paola?
Paola? Aonde vai?
Thomas...
- Preciso passar, por favor. - N�o posso deix�-la passar.
Sinto muito, n�o posso.
Venham aqui!
Equipe inSanos apresenta:
Tradu��o e Sincronia: JuLima
Revis�o Final: LikaPoetisa
N�O MATAR�S 2� Temporada | Epis�dio 1
Sim, Gerardo.
Certo.
J� estou indo.
N�o, eu a aviso.
Eu j� te alcan�o.
Voc�s j� a identificaram?
Susanna Bianco, 40 anos,
o cad�ver foi encontrado por volta das 5h30
pelos funcion�rios da limpeza urbana.
Morava aqui perto com o filho, mais quatro mulheres,
uma mo�a, um rec�m-nascido e os funcion�rios
- de um Centro Antiviol�ncia. - Um abrigo?
Daqueles para casos mais graves, com endere�o secreto.
Ainda vai durar muito essa coisa?
Que coisa?
N�o sou Sherlock Holmes, mas voc�s deixam muitas pistas.
- � Lombardi que n�o deve saber. - N�o, ningu�m deve saber.
Podemos nos concentrar no trabalho agora?
S� para constar, estamos felizes por voc�s.
Os funcion�rios da limpeza antes de achar o cad�ver,
se envolveram numa briga entre motoristas.
Eles intervieram e ligaram para a emerg�ncia
porque um dos dois, estava espancando o outro.
Adivinhem s� quem � o agressor?
- Thomas Novak. - O marido de Susanna Bianco.
Exato. Que n�o deveria saber o endere�o da esposa.
Tem uma c�mera de seguran�a virada para a autoestrada.
J� fiz o pedido das imagens.
Com licen�a.
Marcela Sarri, diretora do Centro.
Detetive Ferro.
- E ele � o Federico. - Oi.
- Vamos, Stella? - Quero ficar com ele.
Obrigada.
Voc� tamb�m mora aqui?
Sim, com a minha m�e.
Sentem-se.
Eu preciso v�-la?
� necess�rio fazer o reconhecimento.
Eu n�o quero v�-la.
Eu farei isso no lugar dele.
Nenhum dos dois precisar� v�-la.
Eu darei um jeito.
Voc� e sua m�e dormiam aqui?
Voc� a viu sair essa noite?
Quando percebeu que ela n�o estava aqui?
Eu acordei e vi a cama vazia,
ent�o fui at� o quarto da Stella para ficar com ela.
N�o se preocupou por sua m�e n�o estar aqui?
N�o. Ela sempre dormiu pouco. Sempre foi assim.
Ela dizia que s� � noite conseguia se sentir em paz.
Enquanto ele estava dormindo.
Ele � o seu pai?
Foi ele que a matou, n�o foi?
O que est� fazendo aqui?
Sou a advogada de Thomas Novak.
Eu estava procurando o banheiro e vim parar aqui.
Sou a detetive Valeria Ferro, respons�vel pela investiga��o.
Paola Ferrario.
Ent�o o Sr. Novak precisa de um advogado.
N�o, Thomas me ligou por causa do acidente de carro.
Na verdade, meu cliente � totalmente alheio
ao homic�dio de Susanna Bianco.
E n�o acha que eu deveria assistir ao interrogat�rio?
N�o exatamente.
Posso fazer ao suspeito as perguntas que quiser
sem a presen�a de um advogado.
O que n�o posso fazer � verbalizar as respostas.
Se o fizer confessar sem voc�,
depois precisarei faz�-lo confessar na sua frente.
Alguma inexatid�o no que eu disse?
- Pode entrar, doutora. - Obrigada.
GIACOMO: N�O ACEITAR
Quero ver o meu filho.
H� uma medida restritiva contra voc�, Sr. Novak.
N�o creio que ap�s o ocorrido dessa noite,
o juiz v� mudar de ideia.
"Me agarrou pelos cabelos e bateu minha cabe�a na mesa."
"Ficou bravo comigo sem motivo
e apagou o cigarro no meu bra�o."
"Segurou meu pesco�o e me for�ou a ter rela��o sexual."
Parece que sua especialidade era peg�-la pelo pesco�o.
Eu era um imbecil, bebia muito,
mas agora mudei.
Se tornou um assassino.
N�o � obrigado a responder, Thomas.
Eu n�o a matei.
Como sabia o endere�o da Susanna?
Foi ela que me deu.
H� um m�s ela me ligou,
nos encontramos algumas vezes num bar perto da esta��o.
Essa noite eu estava l� porque t�nhamos um encontro.
Susanna tinha decidido voltar para casa comigo.
Esperei no carro por mais de uma hora
e pensei que ela tivesse mudado de ideia.
Ent�o fui embora.
E como seu filho n�o sabia nada disso?
Federico teria vindo junto.
Sempre nos entendemos quando se tratava dele.
N�o foi o que eu soube.
Ele tamb�m te denunciou por maus-tratos.
Foi a Susanna que o obrigou.
Nunca encostei no meu filho.
E como esse conto de fadas com final feliz
terminou com sua esposa estrangulada?
Eu n�o a matei.
Podemos ir agora, detetive?
Posso mant�-lo aqui por at� 48 horas.
E � o que farei.
Voc� pode esperar no corredor.
- Ele confessou? - Ainda n�o.
Saiu uma mat�ria com o endere�o do abrigo.
- Eu j� os avisei... - Licen�a um segundo.
- Vale? - Giacomo, eu n�o podia...
- A mam�e desapareceu. - Como �?
Ela deixou tudo aqui. Carteira, documentos, celular.
S� pegou dinheiro para comprar o p�o.
Quando ela saiu?
H� quase duas horas.
Tem certeza que ela n�o ia fazer outra coisa?
Ela disse que ia e j� voltava.
Talvez tenha encontrado algu�m.
Mas quem? Tirando n�s, ela n�o tem mais ningu�m.
Eu fui ao mercado, rodei o bairro e ningu�m a viu.
Vou enviar uma foto dela para os hospitais
e pedirei ao Lombardi para mandar uma viatura.
Mas voc� vai ver que estamos nos preocupando � toa.
- Voc� me disse toda a verdade? - Sobre o qu�?
Sobre o sangue encontrado na casa do lago.
Foi mesmo um erro da Per�cia ou tem algo que n�o me contou?
- Por que eu te esconderia algo? - Porque voc� sempre faz isso.
Para me proteger.
Voc� j� me viu t�o feliz como nos �ltimos tempos?
- Voc� foi embora de casa. - Fui embora porque estou feliz.
Est� tudo resolvido entre mim e a mam�e.
E aposto que assim que eu entrar na delegacia,
voc� vai me ligar e avisar que ela voltou.
Quer apostar?
Vou fazer um caf�.
- Voc� quer? - Sim, obrigada.
Al�?
Al�?
Quem diabos � voc�? O que quer da minha esposa?
Voc� soube?
O qu�?
Publicaram nosso endere�o nos jornais,
aqui n�o � mais seguro, teremos que sair.
Babacas.
� a Ester, n�o vai atender?
Mas n�o � ela.
Como n�o? Eu vi.
Tentei ligar para ela e o marido atendeu.
Voc� j� n�o armou confus�o o suficiente?
Estou preocupada, tenho medo que ele suspeite.
E acha que ligar para ela vai resolver?
Hoje eu perdi minha melhor amiga.
Por que est� me aborrecendo?
Ou�a, Ester tinha...
Ester j� tinha se decidido.
Precisamos esperar.
Ela entrar� em contato conosco, voc� vai ver.
E se ela n�o conseguisse? Se n�o pudesse?
Ent�o acharemos outra solu��o, mas vamos pensar antes de agir.
Combinado?
E o Federico?
O que ser� do Federico?
Posso entrar?
Stella, pode nos deixar a s�s?
V� ajudar sua m�e a preparar as malas.
Como vai?
- Tamb�m devo arrumar a mala? - Claro.
Mas agora n�o poder� mais ficar conosco,
voc� entende, n�o?
Mas acharam um bom lar adotivo para voc�.
- Eu quero ficar com a Stella. - Eu sei.
Mas infelizmente n�o ser� poss�vel.
Voc� � menor de idade e essa foi a decis�o do juiz.
Mas poder� ligar para ela.
E prometo que irei com ela te ver sempre que quiser.
Arrume suas coisas agora.
E ent�o?
Pode enviar uma foto da minha m�e aos hospitais?
Ela estava sem os documentos.
Farei isso agora mesmo. Por que n�o vai para casa?
N�s daremos continuidade ao caso.
Eu prefiro trabalhar.
Tem certeza?
Tudo bem ent�o.
- Como voc� est�? - Bem.
Valeria, a aut�psia confirmou que a causa da morte da Susanna
foi estrangulamento entre �s 4h30 e �s 6h30.
Infelizmente n�o h� DNA, al�m do da v�tima.
Os dados telef�nicos do Novak e Susanna chegaram?
Chegaram.
N�o h� nenhum telefonema entre eles.
Ele mentiu.
E tem mais algu�m que n�o nos disse tudo.
Por que saiu de casa essa noite?
Desculpa se n�o te atendi, foi uma noite infernal.
- Voc� j� soube? - Sim.
Meu pai me mandou cuidar do caso.
Agora � um homic�dio e voc� n�o tem experi�ncia.
� meu cliente, o conhe�o melhor que qualquer um do escrit�rio.
Conhece bem demais, n�o?
Onde voc� esteve a noite inteira?
Acha mesmo que n�o percebi nada em todos estes meses?
- Voc� est� transando com ele? - N�o. O que est� dizendo?
Dra. Ferrario, posso falar com voc�?
Sou Lorenzo Greco, o dono do escrit�rio.
Pode falar comigo, eu cuidarei do caso.
Bom saber, mas preciso falar com ela.
Te esperarei na minha sala, � aquela porta.
Tudo bem.
V� embora, por favor. Te explicarei tudo em casa.
Doze liga��es sem resposta
entre �s 23h e � 1h da manh�.
O que precisava dizer de t�o urgente ao seu cliente?
Onde esteve ontem � noite?
Estava com Novak?
Est� tendo um caso com ele?
Eu tive...
Na verdade...
ficamos juntos s� uma vez.
E depois...
ele n�o quis mais me ver.
Parou de atender minhas liga��es,
parou de ir �s reuni�es para falar sobre a causa.
E ontem � noite �amos jantar juntos,
mas ele n�o apareceu.
E voc� ligou doze vezes para ele?
Eu voltei para casa,
mas n�o sei o que deu em mim.
Ent�o sa� de novo e fui at� a casa dele.
E quando cheguei, ele estava entrando no carro.
Que horas eram?
N�o sei.
Era muito tarde.
E eu o confrontei,
quis saber por que estava me tratando assim.
E ele estava muito nervoso.
- E te pegou pelo pesco�o. - N�o.
Foi ele que fez isso, n�o foi?
Ele disse algo sobre a Susanna?
Perguntei aonde estava indo e ele respondeu:
"Vou atr�s daquela vadia."
Posso te dar um conselho?
Esque�a Thomas Novak.
Stella, temos que ir.
Stella, venha. Vamos sair daqui.
- Stella! - Federico!
- Stella, aonde vai? - Federico!
Parem!
Cinco e trinta e cinco.
Voc� desce do carro e segue na dire��o do abrigo.
Ap�s 15 minutos...
Acontece isto.
Voc� est� nervoso e espanca aquele homem.
Mentiu para mim, Sr. Novak.
N�o esperou a Susanna no carro, n�o tinham marcado nada,
mas foi at� l� encontrar aquela "vadia" e a matou.
Eu n�o a matei!
N�o achamos nenhum telefonema entre voc� e a Susanna.
Mentiu sobre isso tamb�m.
- � este aqui. - Roberto Nesta. Quem �?
� um colega do servi�o.
Pedi que ele comprasse um chip no nome dele
para d�-lo � minha esposa.
Por que n�o me disse antes?
Porque � verdade que a Susanna n�o me procurou.
Fui eu que a encontrei.
Mas todo o resto � verdade.
Nos vimos, nos falamos e ela decidiu voltar comigo!
Por que outro chip?
Susanna dizia que algu�m controlava as liga��es dela.
- Quem? - N�o sei, ela n�o disse.
Algu�m que trabalha no abrigo.
O que fez naqueles 15 minutos?
Fui at� a casa,
queria entrar, mas n�o tive coragem.
Esperei que ela sa�sse
e depois fui embora.
Eu n�o a matei.
Federico fugiu com a Stella. J� avisei as viaturas.
Como est� indo com ele?
Verifique se este Roberto Nesta
comprou o chip no nome dele para o Novak.
Pode deixar.
Pedi para o Lombardi solicitar as imagens
das c�meras de seguran�a pr�ximas � casa da sua m�e.
Garanto que a encontraremos.
- N�o, pare. - Por favor. Stella.
Federico, n�o.
Eu quero fazer.
Te juro que cedo ou tarde eu vou conseguir.
Ele fazia sempre?
Mas quando estava muito b�bado ele n�o conseguia.
Eu trabalhava � tarde num bar.
E sabe como gastava meu sal�rio?
Em garrafas de Gin.
Eu as enfiava na despensa
e esperava que ele bebesse at� cair de b�bado.
Voc� me leva embora daqui?
Para onde?
- Para Cuba. - Por que Cuba?
Uma vez a Carmen me mostrou uma foto da fam�lia dela,
todos eles pareciam felizes.
Ent�o iremos para Cuba.
Eu te mandei ficar aqui. Onde estava?
Eu vi a mala, voc� foi atr�s da Ester.
Ele a mant�m presa em casa como um animal,
inclusive tirou o celular dela.
N�s devemos chamar a pol�cia.
Ela te pediu para chamar a pol�cia?
Alessia, o que a Ester te disse?
Deixe as chaves com o porteiro amanh�
e depois tire uma semana de folga.
Chega de confus�o.
Arrume suas coisas e v� embora.
As imagens das c�meras de seguran�a
pr�ximas � casa da sua m�e.
Vamos v�-las juntos no meu escrit�rio?
Giacomo est� me esperando, vou v�-las com ele.
Tudo bem.
- Giorgio, obrigada. - N�o h� de qu�.
Voc� vem?
Ou quer ir dormir um pouco?
N�o, eu vou.
Vale? Vem c�.
Veja, � a mam�e.
� a rua perto do mercado.
Quem ser�?
- Quem �? - Sou eu.
- Tio. Pode entrar. - Oi.
Posso falar um segundo com a Valeria e o Giacomo?
Claro.
N�o, pode ficar. Eu contaria tudo para ele mesmo.
O que foi, tio?
Quando voc� reabriu o caso, fui falar com a Lucia
queria saber se ela passou anos mentido para mim
mas ela respondeu que n�o havia nada para descobrir.
Por�m...
eu n�o acreditei nela
e comecei a segui-la.
No dia que voc� a interrogou na delegacia, eu estava l� fora.
Quando ela saiu, eu a segui e a vi conversar com um homem
na Piazza San Carlo.
Eles discutiram um pouco, depois ela foi embora,
ent�o segui aquele homem.
Qual homem?
Este, a �nica coisa que sei dele � que � dono desta empresa.
CEO GIUSEPPE MENDUNI
Eu n�o quis ficar � toa e reassiti todas as filmagens
da c�mera que filmou sua m�e.
Aqui est�. Vejam este carro.
E agora... Dezoito minutos antes.
O mesmo carro.
Em duas horas e vinte minutos, ele passou por ali seis vezes,
mas depois que a Lucia passou, ele sumiu.
Sabem o que eu acho?
Que ele estava vigiando o bairro.
Estava esperando por ela.
Verifique este carro.
Este � o carro que sequestrou minha m�e.
Foi roubado no bairro Crocetta tr�s horas antes do sumi�o.
- E o que devo fazer? - Rastreie o Menduni.
Se estava l� na hora do furto, significa que foi ele.
D�-me algumas horas.
Sra. Sarri!
Ol�.
Federico e Stella, voc�s os acharam?
Ainda n�o.
- Posso fazer umas perguntas? - Claro.
Thomas Novak alega que a esposa contou
que um funcion�rio do abrigo controlava as liga��es dela.
Sabe alguma coisa sobre isso?
N�o foi ele?
� o que estou tentando descobrir.
Tem algo que queira me contar?
N�o. N�o acho que...
N�o acha o qu�?
Uma das minhas volunt�rias tem agido de forma estranha.
Na casa surgiram alguns boatos
sobre a rela��o entre ela e a Susanna.
Quais boatos?
- Foi a Sarri que te disse isso? - Foi.
Que vadia.
� verdade o que ela disse?
Claro.
Susanna era uma mulher muito doce, fr�gil.
Eu me apaixonei por ela. Qual o problema?
Susanna correspondia?
N�s s� demos um beijo.
Desde ent�o, sempre que me encontrava,
ela mudava de dire��o.
Ela ainda n�o estava pronta.
Para o qu�?
Para entender que todos os homens s�o canalhas.
Realmente acham que a matei?
Voc� monitorava o celular dela?
Por qu�?
Temia que ela ainda falasse com o marido.
E ela falava?
Ela nunca admitiu.
O que voc� acha?
Sabe quantas vezes eu voltei para o meu marido?
Quatro vezes.
Precisei ficar uma semana em coma no hospital
para conseguir deix�-lo.
Porque n�s sempre voltamos.
Sempre.
Enquanto eles n�o nos matam.
- Oi. - Oi.
O que voc� queria fazer?
Voc� enviou para ele um documento sigiloso
com o endere�o do abrigo.
Voc� permitiu que aquele homem matasse a esposa.
Roberto Nesta confirmou. H� tr�s semanas, Novak pediu
que ele comprasse um chip para a esposa.
Talvez a Susanna quisesse mesmo voltar com o marido.
Mas se � assim, por que o filho n�o disse nada?
Ou�a, Federico...
Sei onde arranjar o dinheiro para irmos a Cuba.
Vamos roubar do meu pai.
Ele sempre tem dinheiro em esp�cie.
Iremos assim que escurecer.
Quem diabos � voc�?
Quem � voc�? Parada!
Aonde vai?
Ester?
Precisamos sair daqui agora mesmo.
Como entrou aqui?
Roubei as chaves dele. N�o temos muito tempo.
- Fique aqui vigiando. - Pode deixar.
Vai logo.
Por favor, venha comigo.
Preciso me trocar.
Depois.
Estou com sua mala no carro.
Seu pai est� vindo.
O que est� fazendo?
Vamos embora.
Que porra � essa?
Vou mat�-lo.
Eu vou mat�-lo.
- Stella... - Stella, n�o!
Federico! Federico!
Que diabos voc� quer de n�s?
Eu trabalho num Centro Antiviol�ncia,
sua esposa nos contatou.
Ela est� farta de ser espancada todos os dias.
Eu sei como voc� se sente agora.
- Como pode saber como me sinto? - Eu sei, sim.
Porque meu marido era como voc�.
N�o creio que tenha orgulho do que faz.
Deixe que ela v� embora.
Voc� quer se separar de mim?
Quero.
- Ester, n�o. - N�o!
Detetive...
N�o precisava ter vindo,
n�s podemos cuidar disso.
O que foi?
Nos vemos depois.
Voc� perdeu isto da mala da sua m�e
quando voltou para colocar as coisas no guarda-roupas.
Quando ela contou que voc�s voltariam a viver com seu pai?
Ela me acordou e me levou para fora,
disse que precisava contar algo importante.
Eu vi as malas.
Ela j� tinha arrumado tudo.
Eu n�o podia voltar a morar com ele.
N�o sei o que deu em mim,
eu n�o conseguia parar.
Sempre soube que foi seu filho, n�o � mesmo?
Quando saiu do carro para encontrar sua esposa,
encontrou o cad�ver e fugiu.
Foi isso que aconteceu.
Sabe o que eu teria feito no seu lugar?
Teria assumido a culpa.
Pois as m�os ao redor do pesco�o da Susanna tamb�m s�o as suas.
Vamos sair daqui, venha.
Voc� transou comigo s� para roubar isto.
- Por acaso sentiu algo por mim? - Paola...
- Responda! - Acalme-se!
Pode entrar.
- E ent�o? - Entre, Valeria.
O rastreamento do Menduni corresponde.
Quando roubaram aquele carro, ele estava no mesmo lugar.
Como fez para convencer o promotor?
Eu n�o o convenci.
Por isso essa hist�ria n�o sai desta sala.
- Obrigada. - N�o h� de qu�.
Caralho.
M�e...
M�e!
N�O MATAR�S
Entregue-se � sua inSanidade! Junte-se a n�s.
www.insanos.tv @inSanosTV
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.