Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
GATILHEIRO
- Oi garotas, tudo bem? - Olá, Miguel.
- O que vão querer? - Duas cervejas e um fernet.
Pega aí na geladeira.
Não se mova ou eu atiro! O dinheiro, filho da puta!
- Calma. - Deixe ela ir!
Me dê o dinheiro ou eu acabo com ela. Vamos, puta que pariu!
- Acalme-se. - Depressa! Cuidado, estou de olho em você.
Coloque em um saco. Fique aí.
Apresse-se, filho da puta!
Seu rato de merda!
- A arma é de madeira. Acerte-o! - Corra, seu rato!
- Idiota! - Covarde!
- Polícia! - Filho da puta!
Atire, velho!
Cara!
Vem cá, cara!
Mexa sua bunda, filho da puta! Corra!
Corra! Seu covarde de merda!
Idiota do caralho!
Fique aí, cara! No chão!
No chão, droga!
Fique quieto, seu idiota!
Vamos ver o que você tem aqui.
Eu disse para ficar parado. Entendeu bem?
- O que é isso? - Isso é meu.
Olha o que eu encontrei.
- Você sabe para quem eu trabalho? - Para ninguém, filho da puta!
- Eu trabalho para a Madrinha! - Que madrinha, seu pedaço de merda?
Você não trabalha para ninguém. Você me entende, seu pedaço de merda?
Saia daqui, seu canalha!
Se você quer o dinheiro, faz um B.O, filho da puta!
Ei!
E aí?
Se tem medo, arranje um cão de guarda, cara!
Vejo que você também tem um bichinho. Ele faz boquete?
Os policiais atropelaram você? Ou você brigou com seu namorado?
- E aí, Galgo? - O que houve com você?
Esses idiotas desrespeitam todo mundo, até a madrinha.
Calma, cara.
Você deveria estar averiguando os nomes desses idiotas.
Você não trabalha mais para nós, cara.
Os vermes fazem o trabalho deles, entendeu?
Por que vocês estão roubando aqui no bairro? Não está certo.
Entre, nós te levamos.
Deixe-o andar, vamos.
Vamos, cara! Entra! Parece uma garota.
Pegue isso.
Limpe-se.
O que você tem feito?
Trabalhando aqui e ali para ganhar algum dinheiro.
- "Trabalhando"? Aqui, no nosso bairro? - Chupa meu pau, idiota.
Wanda? Você foi vê-la?
Você não viu sua filha desde que saiu?
- Estou me organizando, amigo. - Você precisa se recompor agora.
Olha só você. Você parece um mendigo. Cheio de cortes e sujeira.
Cara, você precisa tomar um banho e vestir roupas limpas e ver sua filha.
Estou tentando ganhar algum dinheiro e me organizar, e então eu irei.
Você ainda sabe atirar?
Como que não? Me dá uma arma e eu te mostro, cara.
Você está ficando aonde? Na sua casa?
Não, por aqui.
Diga onde está morando e nós te levamos.
A alguns quarteirões de distância. Desço por aí.
Quantos trabalhos você fez para minha irmã?
- Não sei. Um monte. - Trinta e nove.
Trinta e nove que você saiba, cara.
O melhor sicário da Madrinha.
Escute, topa fazer uma parada?
- Como gatilheiro? - Sim.
Não, cara.
Eu sou um sicário. Se você quiser um qualquer, peça a alguma criança.
- Sicário de quem? Do meu pau? - Que porra é essa, seu babaca?
- Seu filho da puta... - Parem com isso, vocês dois!
- Encoste, vou te arrebentar. - Vai bater em quem, seu babaca?
- Pare com isso, Lalo. Você, cale a boca. - Vou atirar em você, porra.
Qual foi? Você está louco?
- Pare de falar mal. - Você está falando merda.
Não estamos. Estou lhe oferecendo um emprego.
- Olhe para você. Você parece um inferno. - Você tem razão.
- Vamos conversar como seres civilizados. - Sim, você está certo.
Você poderia usar um emprego. É um dinheiro extra.
Desculpe, Lalo.
Está pedindo desculpa, cara. Vamos dar o emprego a ele.
- Você está chapado? Está, não está? - Não, cara.
- Você está limpo? - Sim.
- Mas você está limpo de verdade? - Sim, de verdade.
- Vai trabalhar para a Madrinha novamente. - Certo.
Não, Noni. Olhe para ele.
Este trabalho é no nosso bairro. Tem que fazer direito. Olha esse cara.
- Cara... - Ele está falando demais.
Vamos lá. Eu disse que sinto muito.
Sabe que sou bom para um trabalho como esse.
Pare de ser tão sério. Você fica tão fofo que isso me faz querer te beijar.
Estou falando sério.
- Qual é, veado? - Vai se foder, idiota. Filho da puta.
Você gostou, veado. Você gostou.
- Sai maldito que eu vou atirar em você. - Dobra ali e vamos lhe dar a arma.
Vamos logo.
- Está feito. - Vamos.
Se isso der errado, você vai lidar com a Madrinha.
Eu cuido da minha irmã. Relaxe e dirija.
Nada vai dar errado. Diga-me o que é. Desculpe, cara.
É muito fácil. Diga a ele, Lalo.
Precisamos fazer uma mão no supermercado.
- Ele não paga. - Ele não.
E nossos caras na estação dizem ele liga toda vez que vendemos. Dedo-duro.
Espera, como ele sabe se você está vendendo?
- Eu posso acabar com ele. - Calma. Qual é o teu problema?
Relaxa, cara. Ninguém vai ser morto.
É só para enviar uma mensagem. Sem portas ou janelas. Só a parede.
- Entendi, cara. Vamos lá. - Você topa?
- Você topa? - Certo.
Me dá uma arma e eu dou um jeito.
- 50 mil. Lalo paga você depois. - Entendi.
- Entendido? - Sim.
Vou te esperar aqui no portão.
Cara, desculpa por antes.
Sem problema, cara.
E aí, Pitu!
- O que ele está fazendo aqui? - E aí, Galgo, tudo bem?
- Você está bem? - Você não está jogando futebol?
Ele é mais útil nas ruas do que nas canchas.
Vem, cara. Venha, quero lhe mostrar uma coisa.
Certo.
- E aí, mana? - E aí, Galgo?
E aí, filho da puta!
- Eu te conheço bem, seu nojento. - Não consigo evitar, cara!
- Olha só que bonito. - Tão suave.
Sim. 150.000 quilômetros reais. 2.3 GT.
- O ar-condicionado funciona? - Nem os pinguins querem entrar.
Que legal, cara. Parabéns.
Valeu, cara. Querem um café, cavalheiros?
Precisam de mais tempo? Ou estamos prontos para trabalhar?
Meu amigo aqui fará o trabalho.
- E aí, Galgo? - Passe o telefone para ele.
Ouça. Depois, vá até a ponte velha e me ligue.
-Certo -Entendido.
- Sim. - Esses dois irão com você.
Não, cara. Eu trabalho sozinho.
É pegar ou largar.
O trabalho é assim, cara.
Vai com os de menor atrás. Está tudo bem. Eu pago você, Lalo paga eles.
Eu farei isso porque confio em você, mas isso é uma merda.
- Vamos, cara. A arma? - Dá a arma pra ele.
- Não estrague tudo, Galgo. Entendeu? - Sim.
- Esvazie o clipe na parede. - Certo.
- Noni, o Delegado de Polícia. - Diga a ele que eu ligo de volta.
- As coisas não estão bem com Tapia? - Não. Ele é um idiota.
- Não me envergonhe, seu veado. - Não.
Tudo bem? Pronto?
Certo, vamos atacá-los. Vai, cara.
- Abre a porta, gordinho. - Seu nojento.
- Não recue! - Eu nunca recuo, seu veado.
E aí, Galguito?
- Tudo bem, Chucky? - Sim.
- Se tiver mais desses, querem ir comigo? - Claro.
Vamos, cara!
- Calma, não se estresse, cara. - Anda logo, seu idiota.
- Galguito, não estrague tudo. - Não, cara.
Vamos, cara! Vamos logo! Vamos trabalhar!
Eu dirijo. Abaixe o volume e sente-se atrás.
- Eles disseram que eu deveria dirigir. - Sente-se atrás.
Vamos logo.
- Sente-se atrás, como uma criança. - Não abre.
- Estava aberto. - Obrigada, servo.
Foda-se.
E essa aí. "Obrigada, servo."
Ela é atrevida.
Seu irmão sabe que você está trabalhando para Lalo?
Não, meu irmão está na prisão.
Desde quando?
Tipo um mês antes de você sair.
Ele está esperando o julgamento.
E a Nilda?
- Você ainda mora com a mãe? - Não.
- Agora nós fazemos nosso próprio dinheiro. - Não precisamos mendigar.
Você ganha seu próprio dinheiro? Quem você pensa que é, Escobar?
Estamos aqui e ganhamos mais que você.
Do que você está rindo, idiota?
Você ri também?
Se seu irmão descobrir que você trabalha para Lalo,
ele vai acabar com vocês dois.
Há alguns anos, vocês roubavam celulares.
Vocês acham que são os soldados da Madrinha, mas vocês são novatos.
- Por que você se importa? - Claro que me importo.
Sabem por que a chamam de Madrinha?
Sim. Porque ela matou um cara que devia dinheiro no batismo do filho.
Não. Porque ela matou uma festa de casamento inteira
exceto a Madrinha.
Estão loucos? Nada que ver.
- Então? - E daí?
Por que a chamam assim?
- Como eu poderia saber? Não faço ideia. - Por que você perguntou então?
Ela escolheu um nome assustador, só isso. "A Madrinha."
- Depois as pessoas inventam. - Certo.
- Como as pessoas te chamam? - Pitu.
- Como é? - Pitu.
"Pitozinho"? As pessoas vão tirar sarro sempre, cara!
- Como deixou isso acontecer? Idiota. - Cale a boca.
Do que você está rindo, sua idiota?
O que você fez?
- Você consertou essa merda? - É o sistema elétrico. Deixa eu ver.
Que sistema elétrico uma ova. Saia e empurre.
- Não acelere muito, vai afogar o motor. - Não preciso de instruções.
- Calma, cara. - Vá em frente, empurre.
- Vamos! - Empurre com força, seus idiotas!
- Você sabe onde fica o acelerador? - Engata a segunda!
Peguem um táxi, seus babacas!
- Vai se foder, Galgo! - Filho da puta!
Mina suja!
- E correu bem? - Claro que sim, seu filho da puta!
Não, você se livrou dos de menor.
Eu de disse que trabalho sozinho, Lalo.
- Comporte-se e vá até a ponte velha cara. - Claro, já estou indo.
- Depressa! - Chupa meu pau, filho da puta.
- Você está perto do rio? - Onde você está, seu orangotango de merda?
- Espere, escute... - Escuta o quê? Pague, vamos.
- Jogue a arma na água. - Jogo fora?
Sim. Faça isso. Está quente.
- Depressa! - Certo, espere um pouco.
- Feito. Pague-me agora, seu babaca. - Tenho outro trabalho. Faça-o e te pago.
- Certo, fale. O que é? - Abra o porta-malas.
Certo, espere um pouco.
Por que tanto mistério, seu idiota?
Filho da puta. O que é isso?
É uma trabalho em outro lugar. Mas preciso de uma marca maior, certo?
- Certo, tudo bem. Diga-me onde. - Vá para a esquina atrás da ponte.
- Certo. Eu vou de carro. - Não. Eles vão te ouvir. Ande.
Chupa meu pau. Não vou me entregar.
Não deveria ter descartado os de menor. Não seja um covarde. Vamos lá. Caminhe.
Puta que pariu, Lalo. Certo, farei isso.
Você já chegou?
Chupa meu pau. Acha que eu sou o Ligeirinho? Estou indo. Espera.
Estou chegando.
Pronto. Estou aqui.
Está vendo a casa de tijolos com a janela aberta?
- Sim. - Aquela parede. Não estrague tudo.
Certo. Eu te ligo.
Na janela!
- Pato, Madrinha! Cuidado! - Acerte-o!
Vamos, Chucky!
Vá atrás dele!
Pare e saia, filho da puta!
Vamos! Saia! Saia!
Após o sinal, deixe a sua mensagem.
Nilda, atenda. É o Galgo.
Lalo me ferrou. Ele matou a Madrinha, Nilda!
Pablo...
O que você está fazendo? Por que você está aqui?
Liguei, mas você não atendeu.
Preciso falar com o Noni, mas não consigo lembrar o número dela. Puta merda!
Para que você quer o número dela?
Eles estão me seguindo. Você tem o número?
Eu não tenho. Por que eu o teria?
- Chame a polícia, então. - Para quê?
Ou qualquer pessoa que não esteja trabalhando com Lalo.
Explique-me. Diga-me, Pablo!
- Preciso saber se a Madrinha morreu. - O quê?
- Eles me armaram. - Quem armou para você?
Aquele filho da puta do Lalo armou para mim.
Lalo? E porque você queria o número do Noni?
Vou queimar esse filho da puta!
- Vou cortá-lo e queimá-lo! - Não. Não.
- Ele, o Buffalo! - Não. Não.
O Chaco, os policiais! Todos que me passarem na minha frente.
- Eles não sabem quem eu sou! - Escute-me.
- Vou matar todos eles, filhos da puta! - Não, me escute.
- Eu vou matá-los! - Não.
Olhe para mim quando estou falando com você...
Escute-me. Escute-me um pouco.
Eu vou te ajudar, mas preciso que você se acalme.
Acalme-se e me explique. Não entendo o que está acontecendo.
Respire... Respire...
O que o Lalo fez?
Ele tentou armar uma cilada mas eu percebi.
Cilada com o quê?
Eles atiraram na Madrinha e queriam botar a culpa em mim.
Quem atirou na Madrinha?
Aquele filho da puta do Lalo. Ele tentou me ferrar, mas eu o peguei.
Você matou Lalo Quevedo?
Não, Nilda, aquele puto do Chucky. Ele tentou me pegar, mas eu o acertei.
- A Madrinha morreu? - Não sei se ele acertou nela.
Por que eles iriam querer matá-la? Por que eles fariam isso?
Sei lá, Nilda! Acabei de sair. Como está o bairro?
Bom, eu não sei.
Eu não mexo com eles. Eles não mexem comigo.
Vai se foder, filho da puta!
- Você está morto. Eu vou te encontrar. - Venha aqui!
Eu vou te cortar, seu porra e tirar seus olhos, seu filho da puta.
- O que você está fazendo, Nilda? - Você está louco?
Como você desliga? Não vê que isso é importante para mim?
O que você está fazendo? Você vai matar o Lalo?
Com aqueles capangas? Com a polícia? E você sozinho?
Acalme-se um pouco. Você não queria falar com o Noni?
Certo, então temos que ligar para ele. Tem certeza de que ele não sabe de nada?
Claro que não! Ele não mataria a irmã!
Bem. Então temos que ligar para ele. E falar com ele.
Ele é seu amigo, certo?
Sim, mas não tenho o número dele e você também não tem.
- Tenho que descobrir onde ele está. - Não. Eu irei.
- Eu vou. - Onde você vai?
- Eu vou. - Vai onde, caralho? Você está louca?
- Não vão deixar você chegar perto dele. - Não vá!
- Não. Eles não vão... - Eu não quero que você vá!
- Não vão deixar você chegar perto dele. - Onde?
Escute-me por um segundo.
Até o prefeito vem a esta cozinha comunitária
para tirar fotos comigo.
Noni não vai me machucar.
Ele e sua irmã costumavam vir aqui
para comer enquanto seu pai ia ao Paraguai comprar drogas.
Cuidado com os gêmeos.
Eles estão trabalhando para Lalo.
Pitu e Vir? Não, eles são bons garotos.
Estou dizendo, estão fazendo merda, armados e trabalhando para Lalo.
- E o que você fez? - Nada. O que você quer que eu faça?
- Como que você não fez nada? - Eles são lixo, estão perdidos!
- Não! - O que posso fazer?
Lixo são os traficantes que acham que são donos do bairro.
- Eles são os donos do bairro! - Não, eles não são os donos do bairro!
Não! Enquanto esta cozinha comunitária existir
e pessoas como nós estiverem aqui, eles nunca serão donos do bairro!
Você entendeu bem?
Você está me ouvindo?
Certo.
Vá para a casa da sua mãe.
- Desapareça por uns dias. - Olha pra mim, Nilda. Eu não consigo.
Aqui. Ligue para ela.
Vá ver sua mãe.
Vou falar com o Noni e te ligo.
Vamos.
- Você vai ligar para ela? - Sim.
Certo.
E isso?
- Está usando ou posso ficar com ele? - Não. Eu não uso armas.
Claro, isso era apenas um enfeite de Natal.
Cale a boca e saia do bairro antes do amanhecer.
Me ligue quando chegar a Santa Fé.
Por favor. Certo?
Obrigado, Nilda.
Tome cuidado.
Salve a Madrinha!
Salve a Madrinha!
Salve!
Vida longa à Madrinha!
Vida longa a chefa!
- Filhos da puta! - Foda com eles!
Saiam daqui, seus filhos da puta!
O Galgo está ali! Rápido, cara!
- Vamos, cara! - Entre!
- Veja ele correr. - Vamos!
- Pega ele, cara. Atire nele! - Queima dele!
Acerta nele, filho da puta! Vai.
Eu vou acabar com você, seu filho da puta.
Pronto. Vou sair aqui.
- Espere! - Eu atirei nele.
Filho da puta.
Saia, agora mesmo. Você também, saia.
- Vá por ali, mano. Eu vou por aqui. - Vamos.
Puta merda. O que foi, Lalo?
Mande gente para a pracinha. A polícia está a caminho.
- Não temos tantas pessoas. - Vão vocês então.
- Não podemos. Estamos atrás do Galgo. - Ainda não encontraram?
- Que merda! - Cale a boca, Lalo!
Venha! Venha aqui!
Vai na pracinha. Vão mandar uma viatura.
Jogue umas pedras e dê a ele a moto. Vá procurar o Galgo.
Se apresse, vamos!
Pitu, venha! Ele está aqui!
Suba no telhado! O filho da puta está aí!
Ande logo, Pitu!
Pegue a arma!
Entre você também, garota!
Entre, venha logo. Nada vai acontecer com você aqui.
Eu sou Nelson. Entre.
Relaxe.
Abaixe as armas e guarde-as.
Eles não vão entrar aqui.
Eles se foram. Relaxe. Guarde as armas.
Esta manhã cedo, a Madrinha, a chefa do narcotráfico do bairro foi morta.
Uma câmera de segurança tirou fotos do assassino. Pablo, El Galgo, Correa.
E aí?
Sim, sim.
Está confirmado. Eles a mataram. Ela está mortinha.
Ele está aqui comigo. O Galgo, sim.
O que você está fazendo? Eu não estou aqui.
- Ei... - Desligue, desligue.
Não estou aqui. Não diga meu nome. Onde fica a porta?
Para onde você quer ir? Para onde você quer ir?
Eles estão te caçando, idiota.
Eles estão oferecendo muito dinheiro pela sua cabeça.
Ei, relaxa.
É minha filha. Fique aqui.
Onde você estava? Eu disse para você não sair.
- Fui buscar pessoas para nos ajudar. - Quem?
Olha o que eu consegui.
O que ele está fazendo aqui?
Por que você não me contou?
- O bairro inteiro está te procurando. - Nem todos.
Durante anos eu estive esperando que matassem essa filha da puta.
Eu não matei ninguém.
Está na TV, Galgo. Foi lindo.
Não é verdade, eu não matei ninguém.
Do que você precisa, Galgo?
O que você quiser. Quer um chimarrão?
- É o Miguel, do quiosque. - Miguel?
Pergunte a ele o endereço. Estamos indo com Galgo.
- O que você está fazendo? - Relaxe.
- Ei... - Conte-lhe o plano.
Ele está organizando tudo. Estamos do mesmo lado.
Organizando o quê? Não estou de lado nenhum, estou sozinho.
Estamos terminando o que você começou.
- Estamos expulsando eles do bairro. - Quem?
Como assim "quem"? Os traficantes.
Do que você está falando?
- Vamos na casa do Noni. - Você sabe onde ele está?
Miguel ia nos contar.
Com esse porcariazinha quer matar Noni e esses filhos da puta?
Quando foi a última vez que você atirou nessa porcaria?
Pare com isso, pois vão foder todos nós.
Vocês precisam se trancar e esperar.
Se trancar e esperar, entenderam?
Chega, Galgo. Acabou.
Não, Lalo. Você me ferrou!
Você deveria me ouvir. Liga a câmera.
- Você é um traidor! Não, escute... - Liga a câmera.
Não, Lalo.
- Eu te ensinei a atirar, idiota. Esqueceu? - Fala, sua filha da puta.
- Fuja, Pablito. - Liga a câmera.
Aí está. Olha quem está aqui.
Está vendo, otário? Está vendo a velha?
- Esteja aqui em 15 ou... - Não venha, Pablito!
- Cale a boca. - Fuja!
- Venha aqui ou eu a mato. - Pare, Lalo.
A Nilda não faz parte disso. Deixe-a ir.
Escute.
Desta vez não estamos fazendo o que sempre fazemos.
Esta noite, as pessoas vão defender o bairro.
Você tem que se juntar a nós.
- Diga onde está o Noni? - Venha conosco e descubra.
Diga-me onde ele está, vamos.
- Diga-me onde ele está! - Eles não nos contaram ainda.
Eu não sou idiota! Me diga onde ele está!
Você vai nos ajudar ou não?
Abaixe a arma. Abaixe a arma.
- Você vai nos ajudar ou não? - Diga-me onde está a Noni!
De que lado você está?
- Você também, abaixe a arma. - De que lado você está?
- Ele vai me ajudar! Me diga onde ele está! - Ele é um canalha, igual a Madrinha!
Somos os únicos que estamos ajudando você! E você está apontando para nós.
Me diga está o Noni ou eu atiro!
Estamos do mesmo lado. Vamos todos relaxar.
Eu sei quem você é, cara. Trabalhei na cozinha comunitária com Nilda.
- Nilda quem? Eles a pegaram! - Pare! Pare! Pare!
- Eles a pegaram! - Pare! Pare! Pare!
- Abaixe a arma ou eu atiro nela! - Pare! Você está me machucando.
Vou estripá-la aqui mesmo!
Ele está no bar!
- Deixe ela ir! Deixe ela ir! - Vá com ele.
- Ligue para eles e diga para não irem. - Não posso, eles estão indo.
- Deixe isso aí. Deixe isso aí. - Saia daqui.
Vá para o pátio. Vá para o pátio.
Vai.
- Vai, vai! - Eles vão te matar, idiota.
- Vão te matar. - Fecha aí.
Ligue para eles e diga para não irem.
Fecha.
Não estou ligando. Eles estão a caminho!
Noni! Noni!
Traficante, filho da puta.
Você tem mais dez minutos.
Se você não estiver aqui até as seis, ela estará morta.
Para moleque. Fica no chão!
Tem uma aqui.
Acerte nela!
Vá atrás dela!
Pare, cara. Eles pegaram a Nilda.
Deixe-me ir, Pitu.
Pare, por favor, deixe-me ir embora.
Onde você está?
- Estou indo, Lalo. - Não minta para mim. Liga a câmera.
Me mostre onde você está. Você quer que eu mate ela.
- Não, relaxa, cara. - Onde você está?
- Filho da puta! - Não!
Filho da puta. Eles estão lá!
Filho da puta! Traga-o para mim!
Seu covarde de merda, seu filho da puta!
Você enviou esses seis filhos da puta. Eu sou o Lalo, filho da puta!
O bairro é meu!
- Lalo! Pare! Eu não tenho nada que ver! - Vou explodir a cabeça dela.
Eu não fiz isso! Eu não fiz isso!
Pare, Lalo! Não!
Olha a porra da velha vadia agora! Ela é uma porra de uma peneira!
Você matou ela, cara! Você matou, seu filho da puta!
Lalo matou a Nilda.
Saiam, seus filhos da puta!
Você vai correr!
O que você está fazendo, garota?
- Vocês são muito espertas. - Caiam fora, vagabundas!
- Saiam daqui! Caiam fora! - Vão se foder, vadias!
- Nós vamos atirar em vocês, porra! - Pare, não me toque.
Vá embora porque vamos atirar em vocês.
Filhas da puta! Saiam!
Corram! Corram!
O que aconteceu?
Eles começaram a atirar em nós.
Não conseguimos salvá-la.
Nilda não fez nada.
Lamento...
Lamento de todo coração não termos trazido Nilda de volta...
nem os outros...
vizinhos e camaradas...
que tentaram trazer alguma justiça para essa merda em que vivemos.
Mas é esta a situação em que nos encontramos.
Esta é a situação. É o que é.
É o que temos.
Uma coisa é certa,
e essa é a porra da verdade: ninguém dá a mínima para nós.
A polícia não se importa conosco,
porque sabemos que eles foram comprados.
Porque aqueles filhos da puta os pagaram,
então não estão aqui quando precisamos deles.
O que dizer da imprensa?
E o que dizer dos políticos?
Eles vêm aqui...
e pedem com um belo sorriso para dar-lhes o nosso voto.
Eles fazem todas essas promessas, mas desaparecem quando precisamos deles.
Eles nos afundam ainda mais nesse buraco de merda em que estamos.
Essa é a nossa realidade de merda.
Eu convido vocês a olhar nos olhos dos demais.
Porque essa é a única coisa que temos.
Esta é a única coisa que temos.
Hoje...
Hoje nós faremos..
O que temos que fazer.
Porque todos esses filhos da puta...
não vão fazer isso por nós.
Então vamos fazê-lo.
Aqui na esquina,
começa o território dos traficantes.
Mas eu digo que o bairro é todo território nosso.
Eles não têm chefa agora.
Então vamos derrubar essa porra dessa barricada...
e então vamos pegá-los.
Vamos, merda.
- Vamos fazê-lo. - Vão ajudar?
- Vamos fazer isso. Sim. - Vamos fazer.
- Vamos. - Vamos fazê-lo.
- Quem tem armas, vai na frente. - Sim.
Vamos fazê-lo.
Vamos lá, pessoal.
E aí, princesa?
Voltou com seu pai agora?
Vá embora, vadia, ou vamos te matar.
Eles têm uma arma!
- Levanta, cara! - Filho da puta!
Galgo!
Vá embora, Galgo! Vá embora, Galgo!
O que você não entende? O mesmo que com a minha irmã, mas comigo.
Os negócios continuam normalmente.
Vamos, cara.
Chaco.
Consegui mais cinco.
Muito bem.
Ele trouxe cinco.
- Isso é tudo? - Restam poucos atiradores aqui.
Abra a caixa e entregue as armas a eles. Vamos logo. Vai!
Vamos logo.
Elas não mordem, rapazes.
- Vamos. - Chaco. Lustre.
- Quantos temos no total? - Uns trinta. Bem armados.
Noni, relaxa. Vamos detonar o bairro todo.
- Eu não vou falhar com você. - É melhor mesmo.
Saia com os de menor e fique pronto. Aguarde o chamado dela.
Obrigado.
- Chaco, cuide da minha família. - Claro.
- Vamos lá, pessoal! - Vamos, anda logo.
A noite está quase acabando.
O que o contador queria?
Dinheiro, o que mais? Se são uns miseráveis.
Se veem problemas, eles se aproveitam.
Cara, é o Tapia. Ele está irritado.
Aquele babaca do Lalo continua estragando tudo.
O que eu digo a ele?
Que eu vou ligar para ele quando eu tiver vontade.
- Delegado? - Chaco, me passe o Noni.
- Ele não pode falar. - O quê?
Ele disse que vai ligar
- quando ele tiver vontade. - O que estão fazendo, idiotas?
- Vou matar o Lalo. - Quer que eu vá buscá-lo?
Agora não.
Vamos cuidar dessa bagunça primeiro. Depos pegamos ele.
Ouça, fale com o piloto. Estamos ficando sem tempo.
Não deixe que Buffalo perca a cabeça.
Até que ela nos ligue, não quero nenhum morador morto.
- Você entendeu? - Claro.
- Ninguém mais entra aqui, entendeu? - Certo, pronto.
- Leve esses de fora para a esquina. - Certo.
- O que foi, Tapia? - Viu as notícias? Ilha Maciel em guerra.
- Não vi. - Está em toda imprensa. Você fez merda.
Não fiz merda. Aqui somos nós que ditamos as regras!
Você me disse que poderíamos entrar uma vez a casa estivesse pegando fogo.
Eu sei o que eu disse.
Eles estão me pressionando. Não posso te dar mais tempo.
Você me dará o tempo que preciso.
Não me ameace, porra.
Noni, eles mataram a velha senhora da cozinha comunitária, a Nilda.
- Há tumulto demais no bairro. - Preciso de uma hora para consertar isso.
Me dá uma hora.
Deixe-me entrar com a polícia e resolveremos tudo.
Me dê mais uma hora, pois se você enviar seus caras,
você os receberá de volta em um saco de cadáveres, seu filho da puta.
Em vez de me ligar para me dizer o que acontece no meu bairro,
que eu administro,
ligue para quem você precisar ligar para obter o que você precisa obter.
Uma hora a mais, seu filho da puta. Não há mais dinheiro.
Não mate os moradores.
Puta que pariu.
Lalo, você é um idiota?
Eles estão enchendo o meu saco por sua causa.
Como você pôde matar Nilda? Puta que pariu.
Amigo!
Não estou aqui para brigar. Vou deixar minha arma aqui.
Eu não matei a sua irmã.
Depois que você foi embora, Lalo me ofereceu um emprego.
Um tiroteio com uma metralhadora. Era um bom dinheiro, então aceitei.
Quando vi a Madrinha, não atirei.
Juro que não atirei. Você me conhece bem.
Você sabe que eu nunca atiraria contra vocês.
Lalo chegou, começou a atirar pela janela e exterminou todo mundo.
O filho da puta ficou louco e matou Nilda.
Ele acabou com a Nilda, cara.
Não estou aqui para brigar, eu juro...
O que você está fazendo, filho da puta?
Galguito.
Madrinha.
Calma, eu sei de tudo.
Relaxe.
Você fez muito bem. Relaxe, certo?
Calma. Eu sei de tudo.
Esse filho da puta queria nos ferrar.
Ele matou a Nilda.
Eu gostava daquela velha. Eu respeitava ela.
- Deixe-a ir! - Largue a arma ou eu mato ela!
- Largue isso, filho da puta! - Solte a arma.
Vamos conversar. Relaxe. Abaixe a arma e vamos conversar.
- Se eu baixar, eu morro! - Você vai morrer de qualquer jeito!
Então todos nós morreremos!
- Abaixa e cale a boca! Você fala comigo. - Escute ela, idiota.
Você fala comigo. Relaxa, Galgo.
- Estou relaxado! - Certo. O que você quer fazer?
- Eu quero um carro. - Dê a ele minhas chaves e ele irá embora.
- Depressa, seu idiota. - Aqui, filho da puta.
- Me dê. - Aqui. Pronto, está feito. Vai.
- Cai fora. - Vocês vêm comigo! Mexa-se!
- Vai, mexa-se. - Mova-se, droga! Vai.
- Fique aí. - Fica frio.
- Mova-se devagar. Deixe-me ver você. - Estou bem aqui!
Vamos.
- Não precisa fazer cagada. - Cala a boca!
Calma, está feito. Está feito. Você está indo embora. Está feito.
Vamos! Vamos!
- Vamos. - Está feito.
Pronto, pronto.
- Você pode ir embora. - Não, você vem comigo.
- Minha irmã, de jeito nenhum. - Cale a boca, porra!
Aqui está o carro. Por que você quer...
- Entre ou eu atiro! - Vai logo, porra!
- Entrem! - Pare!
- Certo, eu vou com você. - Acabou, você venceu! Galgo! Vai!
- Eu vou com você. - Você não pode ir com ele.
- Sim, eu vou com ele. - Você não pode...
Eu irei com ele. Ele precisa sair, e eu também preciso sair.
Avise a todos que terminamos mais cedo e ele está me levando lá.
Você me deixa em um lugar e vai embora.
- Você me deixa e vai embora. - Sim! Entra no porta-malas.
Faça isso, filho da puta. Estou morrendo de vontade de te matar.
Depressa, vamos.
Entre logo.
Para onde estamos indo?
Vá para os armazéns.
Para esse lado eu não vou.
Já fui paciente demais, Galgo. Faça o que eu digo se você quer viver.
- Certo. Que rua devo pegar? - Pela rua da cozinha comunitária pode ir.
Por que ir lá?
Apenas dirija. Estou salvando a sua vida, por favor.
Madrinha se não me disser porque estamos indo pra lá eu vou parar aqui.
Se você parar aqui, eles vão te matar.
Não vou perguntar de novo, Madrinha.
Porque de lá, eu vou para o Paraguai.
Dirija.
Você está indo embora?
Sim.
Está fingindo sua morte, não é?
O que você acha?
Você está fodendo tudo.
O que vai acontecer com as pessoas do bairro.
Quando eu estiver no avião, o Buffalo assumirá o controle.
Que avião?
Como acha que vou para o Paraguai? De bicicleta?
Já saímos?
- Já saímos? - Sim.
- O que eu faço agora? - Vire à direita.
O que o Delegado disse sobre a guerra que você vai começar no bairro?
Alguém tem que pagar por todos os corpos, então o Buffalo
e uns solados vão para a cadeia, mas eles são leais.
Nós não matamos mulheres ou crianças.
Bem, você tem o luxo de escolher, Galguito.
Mas eu tenho que fazer, o que eu tenho que fazer.
O bairro é meu e quem não entende isso, eu enterro.
Como você fez com Nilda?
Não.
Isso foi o Lalo, aquele idiota. Ele decidiu agir sozinho.
E então eu o perdi. Eu ia levá-lo para o Paraguai.
Talvez você possa vir.
Continue, estamos quase lá.
Atrás dos armazéns.
Se você se portar bem, pode vir comigo, certo?
- Não. - Não o quê?
Eu não vou.
O que você vai fazer aqui? Eles vão te colocar na cadeia.
Você não pode falar, porque não tem provas.
Diga ao seu irmão para trazer 200 mil dólares e uma 4X4 ou eu falo.
Você não tem provas, Galguito. Por favor.
Tenho uma casa queimada e um cadáver com meu nome nele.
Você não está em condições de negociar.
Está me chamando de "Galguito"? Estamos no meio do nada e estou armado.
Diga ao seu irmão para trazer o dinheiro ou você não chega naquele avião.
Oitenta.
- Quero 150 e um carro. - Me passe o telefone.
Coloque no viva-voz.
- Você está bem? - Onde você está?
- Avançando. - Que bom.
Escuta. Traga 100 mil dólares para Galgo.
E um carro limpo.
Para esse filho da puta não daremos nada.
Calma, Noni. Nós lhe damos a grana, eu faço a ligação e pronto.
- Vamos. - Pare aqui.
Pare.
Agora temos que esperar.
Fique aqui.
Alô?
- Mãe. - Filho.
O que aconteceu?
Você está aqui?
Não. Escute, coloque a Wanda, Eu quero falar com ela.
Ela está dormindo. São 6h da manhã
Você me assustou.
Certo, acorde ela, mãe.
Por que eu vou acordá-la?
Aconteceu alguma coisa? Quando você vem vê-la?
Não. Tenho que cuidar de umas coisas e eu passo aí mais tarde.
Compre um ursinho de pelúcia grande para ela.
Ela já tem 8 anos, já não gosta mais de ursinhos de pelúcia.
Certo, compre algo lindo para ela, algo legal que ela vá gostar muito.
Eu te darei o dinheiro depois.
Claro.
Está tudo realmente bem, filho?
Sim.
Sim, mãe, está tudo bem.
Certo.
Escute, diga à Wandita que liguei.
Eu aviso que você ligará mais tarde.
Tchau, mãe.
Tchau, Pablito.
Você não vai precisar disso, Galgo, relaxe um pouco.
Saia daí, vamos.
Não cague tudo. É a grana mais fácil da sua vida.
Saia, vamos.
Por que você trouxe tantas pessoas?
Você achou que Noni viria sozinho?
- Abaixem suas armas! - Abaixe você, seu filho da puta!
Eu vou acabar com ela aqui mesmo! Abaixem essas armas.
- Acalmem-se. - Você também, seu filho da puta!
Abaixe sua arma! Coloque no chão!
- Vai lá, seu filho da puta! - Abaixe a sua, droga!
Acalmem-se, porra!
Ninguém vai atirar em ninguém!
Eles são meus capangas. Não vão ouvi-lo se não parar de apontar sua arma para mim.
Abaixe sua arma também.
Coloquem as armas no chão.
Já escutaram.
Me dê as chaves do carro.
- Peça ao garoto para trazer o dinheiro. - Pegue a bolsa.
Coloque-a no chão e mostre a ele.
Me dê o telefone.
Por que?
Tenho que ligar para Buffalo, esse era o nosso acordo.
Primeiro, diga a eles para irem. Mande-os embora, Madrinha.
Foi o que nós combinamos.
Não é seu.
O bairro não é seu.
Vamos, vamos.
PARA OS AMIGOS QUE O BAIRRO, A RUA E A VIDA ME DERAM.
PARA AQUELES QUE SEGUEM AQUI E AQUELES QUE JÁ SE FORAM
GATILHEIRO
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.