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Original subtitles

Anteriormente em "Making History"...

Chicago em 1919.

Conheço o Al Capone!

Eu sou o Al Capone.

- Vamos despachar isto. Adeus! - Não!

A World Series está combinada. Os White Sox vão perder.

Vamos fazer uma grande aposta e podemos dar-lhe muito dinheiro.

Pode devolver-nos o saco?

Antes disso vamos ver como corre a nossa aposta, meus senhores.

Final da jogada com dois "outs".

Conseguirão os Reds fazer o impossível

e vencer a World Series contra os favoritos White Sox?

É tão claro. Parece que estamos lá.

A tecnologia é incrível.

Para tentar bater a bola Shoeless Joe Jackson.

É uma loucura.

Se acertarem na aposta vão ganhar bastante dinheiro.

E se não acertarem, mato-vos.

É uma loucura.

Lá vai a bola. Shoeless Joe acerta na bola.

A bola está no meio do campo.

A bola é atirada para a primeira base e ele está fora!

Acaba o jogo. Os Reds vencem a World Series!

Conseguimos, Danny! Estamos ricos!

Ainda bem que acabou. O basebol é aborrecido!

Alguém pode tirar uma foto aos vencedores?

Só tinha feito isto com leite fresco!

Se entornares, estrangulo o Dan!

Aos nossos maravilhosos novos amigos!

Daniel, Deborah, e Johnny Sem Diversão.

- É Chris. - Pronto. Chris Sem Diversão.

Que seja o início de uma longa relação.

- Salud! - Salud!

Deb, olha aqui.

Sou o Sr. Mãos de Pão.

Nunca vi um uso tão cómico para pão.

Diz isso ao microfone.

Odeio misturar negócios com prazer, Mr. Capone,

mas precisamos do dinheiro e do nosso saco.

Este tipo e o saco. O saco, o saco...

Já lhe disse que se gosta tanto dele por que não se casam?

- Como seria? - Não sei.

Haveria uma cerimónia onde diriam: "Aceita, Chris,

"este saco como seu saco-esposa?

"Para ter e guardar coisas porque é um saco."

O Chris diria: "Aceito."

E depois diriam: "Saco, aceita?"

Tens de parar, Danny! Não consigo respirar!

Nunca ouvi nada tão engraçado!

- Deborah, passas-me o pão? - Não.

Acabou-se o pão. Está a ficar gorda.

Al, tive o bebé há uma semana.

Sim? Então por que é que ainda pareces o Lusitania?

Ela é um barco enorme, não é? Estou enjoado só de olhar!

Obrigadinha, Al.

Com licença.

Parabéns pelo bebé.

- Cala-te. - Sim, senhor.

Mae? Não tens de tolerar aquilo.

- Os homens são todos iguais. - O Daniel não.

Mas tu arranjaste um homem que brinca com o pão para ti

e eu sou casada com o Al Capone, não posso fazer nada.

Mae, não te conheço muito bem,

mas gosto de ti.

Quero contar-te um segredo.

- És judia? - Não.

Os tempos estão a mudar para nós.

Vamos poder votar em breve.

E ouvi dizer que em Baltimore um homem fez o seu próprio jantar.

- O quê? - Mae, podes ter uma vida melhor.

Meu Deus! Temos de voltar para a mesa.

O Al vai pensar que estou a aliviar a tripa.

- Que belo bife! E os vossos? - Ótimo.

- Excelente. - Fantástico.

Está um pouco mal passado, mas está bom.

Só um momento, por favor.

Já te trazem outro.

- O que é que perdemos? - Coisas de homens. Somos manos.

Tenho de digerir um pouco. Vamos dar uma volta.

- Podia ir. - Está bem.

Tu não. Ficas aqui com as mulheres e com os zés-ninguém.

Vamos, Danny.

- Nunca vi um pequeno comer tanto. - Al...

Pequeno... Obrigado.

Sabes, Dan... Eu gosto de ti e não tenho muitos amigos.

E o grandalhão dos arrotos? Parece ser porreiro.

Não é como tu.

Tu és esperto, divertido, engraçado e simpático.

Sinto que não te vou voltar a ver depois de te pagar.

- Dou-te o meu e-mail. - O quê?

O quê? O que ouviste? Depois repito o que disse.

Acho que vais desaparecer da cidade.

Tens a tua equipa...

Aquele Chris...

- Consegue ser chato. - É tão pessimista!

Sei que ele me julgou quando matei o empregado.

É tão difícil ter confiança e ele acaba com ela com um olhar.

Exatamente!

Aqui tens a tua parte da massa.

Gosto de massa!

Gosto tanto de massa que ainda caso com uma piza.

Imagina como seria se casasses com uma piza?

Caraças!

Al...

Achas que posso receber o dinheiro e o meu saco?

O que está no cofre.

Sim, é este.

Não, o meu era maior.

Não, eu lembro-me que era pequenino.

Al, o meu saco era tão grande que cabiam lá dois ou três corpos.

- Aí também cabem. - Não quero discutir contigo, Al.

Sabes que mais? Então não discutas.

Vamos passar mais tempo juntos do que pensas.

Gostaria imenso que assim fosse.

Agora fala-me do casamento com a piza!

Devíamos estar na receção há duas horas.

Desculpa por não irmos ao teu pequeno-almoço

de estar preso no passado, Chris.

- Fomos sarcásticos até tarde. - Fomos mesmo?

- És tão engraçada. - Odeio interromper o romance,

mas temos de derrotar o Al Capone para recuperar a máquina do tempo.

Já tratei disso, Chris.

Como?

Vamos fazer como o Donnie Brasco ao Al Capone.

Ganhar a confiança para nos levar ao cofre.

- Não é seguro para a Deb. - Machista.

O que vais responder? Não há resposta.

Enquanto andaram a brincar à Máfia, eu também fiz um plano

que tem o benefício de ser o que derrubou o Al Capone.

- Qual é o plano? - Vou até ao Fisco

e informá-los das atividades contabilísticas suspeitas.

- Vais denunciá-lo. Que fixe. - Sarcasmo!

Isto não é um filme. É História.

- Os filmes são ficção. - O "Hoop Dreams"?

- Documentário. - É diferente?

Um documentário é baseado em eventos reais e um filme é inventado.

- Até ela percebe. - Isso é machista.

É por seres da época colonial, não por seres mulher.

Estás a cavar a tua cova, porco.

Fat Tony. Fat Jimmy.

Tony. Jimmy.

- Olá, Al. - Olá, amigos!

Pensámos numa coisa enquanto esperávamos.

E se em vez de irmos ao restaurante fizéssemos um piquenique?

Sim! No teu cofre.

E se fosse no teu cofre?

- Seria tão engraçado. - Não se costuma comer em cofres.

Mas podíamos comer sentados no cofre perto do saco.

Não acho muita piada a isso. Quero ir ao restaurante.

Vou despachar o trabalho.

Dá-me o meu dinheiro, sacana!

Vamos a que restaurante?

Facto. O Al Capone foi derrubado pelo IRS.

E é por isso que estou aqui no IRS!

Mal-educado.

Desculpe, qual é o próximo número? Sou o 26.

Quatro.

Já não demora muito.

Al, queres ser esperto, divertido, engraçado e simpático como eu?

- Eu não faria isto. - Está bem.

O que devo fazer a quem não me paga?

Talvez ser mais simpático e não matar a pessoa?

Isso é de doidos, mas vou experimentar.

Fala-se no diabo... Cá está ele!

Al, tens alguma coisa a dizer a este simpático florista?

Desculpe ter-lhe partido a cara.

Ficou muito mau?

O que esperas que diga?

Dan, estou tão confuso.

Ele deve-me dinheiro e continua vivo.

E se, em vez dele te dar os cinco dólares que te deve,

der 20 dólares em flores?

- O que vou fazer com as flores? - Talvez possa dar à Mae.

Se a Mae quiser flores pode ir apanhá-las à igreja.

Um pequeno gesto romântico tem imenso valor.

O Dan deu-me um globo de neve.

Era muito pesado e começou logo a verter,

mas adorei!

Pronto. Eu levo as parvas das flores à estúpida da minha mulher.

Vai levar as flores à burra da mulher!

Se continuares a ser simpático toda a cidade te vai fazer favores.

Serás conhecido como um padrinho.

É uma boa descrição.

Não somos família, mas preocupa-se com o meu bem-estar.

Ele foi irritante.

Não o mataste.

Não o matei.

Olá, Mae.

Não venhas com falinhas mansas. O que foi?

Esse pano da loiça realça os teus olhos.

Que piada, Al.

Come o guisado antes que arrefeça.

A nossa boleia para casa está do outro lado desta porta.

Já experimentaste o puxador?

Faria figura de parvo se desse.

Boa. Está trancado.

Talvez a porta esteja ligada aos livros como no "Scooby-Doo".

Vamos experimentar todos.

Os pombinhos parecem estar a divertir-se.

Deve ser bom.

Mae, tens a pele suave e consegues ver as horas rápido.

Comprei estas flores, mas assustei-me e sentei-me

em vez de as dar mas agora estou a dar-tas.

Al, tu nunca me destes flores!

Mae, não te tenho tratado muito bem

porque tinha medo que tivesses noção de quão boa és e me deixasses.

Al, jamais te deixaria.

Tenho medo demais.

Isso foi lindo.

Mae, és a minha parceira no amor, a minha parceira na vida

e a minha parceira no...

A vida cobre tudo. Devia ter dito vida primeiro.

Al, gosto que tenhas dito amor.

- O amor faz parte da vida. - Agora faz.

Desculpa que isto não seja romântico.

Estou a divertir-me imenso porque estou contigo.

Ele vem aí!

Que cadeiras confortáveis onde se sentar,

que é o que temos feito.

- Como correu, Al? - Ela adorou e deu-me beijinhos.

Estou ansioso por ficar com os louros de mais ideias vossas.

Gostariam de ser o meu braço direito

e o meu braço esquerdo que não é homem.

Como consiglieres.

Sim... Claro.

Assumo que esses conselheiros tenham acesso à sua vida e negócio

e, não sei, ao cofre? - Boa.

Sim. Estariam envolvidos em tudo.

Mas este tipo de confiança é importante para mim.

Por isso, têm de fazer algo por mim para mostrarem a vossa lealdade.

Claro. Qualquer coisa.

Têm de matar o Chris.

- Sim. - Com certeza.

- Não deve haver qualquer problema. - Há algum tempo que o quero fazer.

Está a ficar mais romântico.

Truz-truz!

- Comprámos relógios de bolso! - Relógios de bolso!

Eu tenho boas notícias reais.

O meu plano funcionou.

Entreguei a papelada inicial ao IRS

e depois disso é uma questão de semanas

até me enviarem os formulários para a auditoria.

O nosso plano também funcionou e vai ser agora.

O Capone adora-nos. Só temos de mostrar a nossa lealdade.

Nem é nada de importante.

É tipo o quê?

Ele só quer que te matemos à frente dele.

Meu Deus!

É só um relógio. Custa oito dólares.

Não estou a falar do relógio!

Estou a falar de ser assassinado!

Ele não vai mesmo matar-te, Chris.

Sim, totó. Quando me der a arma alvejo-o a ele na perna e não a ti.

E depois obrigamo-lo a abrir o cofre e recuperamos a máquina do tempo.

Nem pensar.

Porquê? Porque não te ocorreu?

Não. Porque o teu plano leva-me a ser executado.

O meu plano, apesar de aborrecido para os incultos,

é a coisa na História que derruba o Capone.

Está bem. Está à vontade para esperares anos pelo esquema do IRS.

Ou podes confiar no teu amigo agora.

Eu prefiro esperar.

E quando tivermos a máquina do tempo volto para a data em que partimos.

Não funciona assim. O tempo passa no passado e no presente.

- Agora é que me dizes isto? - Sim.

Perdi uma semana de aulas. Não vou chegar a efetivo.

Posso nem ter trabalho.

Temos de ir até ao Capone e tens de me matar agora.

- E faz um bom trabalho. - Eu mato-o bem, patrão.

Preferiste confiar no teu amigo?

Boa.

Mae!

Se não for incómodo, podes fazer café para os convidados?

Ainda não está pronto.

Não faz mal.

O mais importante...

... são os teus sentimentos.

Meu Deus!

Quem era aquele homem? Nem o reconheci.

Era o teu marido, o Al!

- Eu sei. Era uma piada. - Claro.

Não percebi porque não teve piada.

Danny, esta é aquela nova arma que te queria mostrar.

Al, aquela que eu queria ver com os pormenores em madeira?

Desculpa, Chris.

Vão descer as tuas cortinas.

Dan...

... como me pudeste trair? - Algumas últimas palavras?

Sim.

- Xeque-mate! - Seu totó!

Achas mesmo que matava o Chris? É o meu melhor amigo.

Tu és o meu terceiro melhor amigo.

Desculpa, Al.

Força.

Al, acho que a tua arma nova está avariada.

- Xeque-mate! - Bolas!

Das cinco primeiras vezes que fiz o teste de lealdade levei um tiro.

Depois percebi que não tinha de carregar a arma.

Se puxarem o gatilho, são leais.

Agora tenho a minha resposta.

Vai para o cofre. Depois trato de ti.

Ainda bem que confiei no meu amigo.

Esquece isso... Não?

Traíste-me.

Al... Allie.

Esta é a porta do cofre de Al Capone

que foi encontrado completamente vazio.

Olá.

Adeus.

Eu sou interessante!

E o clarinete é espetacular!

E a História importa!

Como saíste do cofre?

Sou o Batman.

Não sei quem é esse.

Alguém gritou: "A História importa"?

- Não ouvi nada. - Ouvi alguma coisa. Vou ver.

- Mae, espera. - Tira as patas de cima de mim!

Olha para nós a lutar como homens!

Melhor do que homens!

Estamos a dar boas pancadas!

Já foste!

Larga arma! Ninguém magoa o meu bebé.

Mae, o que estás a fazer?

Al, a semana passada queria que morresses,

mas esta semana não somos apenas parceiros na vida,

somos parceiros no crime!

A vida inclui o crime. Aponta para eles.

Com licença!

Ninguém se mete com o meu parceiro na vida!

Ou seja, o Dan!

Olá, Dan. Desculpa, Chris.

- Larga a arma! - Larga tu.

- Não, larga tu! - Larga tu!

- Larga! - Larga.

- Larga, por favor. - Vá, Deb. Larga.

- Larga, por favor. - Ela não tem coragem para disparar.

Faz aquilo. Faz aquilo que te ensinei.

Digam olá à minha pequena amiga!

É por isto que viajamos no tempo.

Por momentos como este.

Foi incrível.

Pronto. Apanharam-nos.

Abre o cofre.

Se é para ser roubado, ao menos que seja por ti, Dan.

Al, se te lembrares das coisas de "O Padrinho" que falámos

a Máfia será enorme!

Nem vais precisar do dinheiro que levo.

Ensinaste o Al Capone a erguer a Máfia?

Adeus, Mae. Adeus.

Al, tudo na boa na lagoa.

Sim, sim, sim!

Estamos de volta e ainda temos o dinheiro.

Podemos comprar a geladaria.

E ainda salvámos o casamento do Al e da Mae Capone!

- Claro. Era a prioridade. - Isso não interessa.

Que nojo. Tenho uma sandes com 100 anos no bolso.

Tradução e Legendagem André Bernardes / MOVIOLA

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