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"Regresso a Bangkok"
4.� EPIS�DIO
- Como est�? - Esteve a beber!
- N�o muito. - Olhe para voc�. Voc� est� um desastre.
Vi todos os lugares depois disso.
Eu n�o bebi. Ca� l� fora, isso � tudo.
Provavelmente a partir da bebida.
Voc� aperta as m�os, suando como um porco.
Voc� � um alco�lico, n�o �?
A verdade � que eu n�o bebi nada durante dias.
A raz�o pela qual eles s�o t�o � devido ao facto de que eu estou aqui.
�ptimo. Pobre e sai em paz.
S� porque voc� vem aqui, e ap�s uma hora e meia pode sair daqui!
- Desculpe, eu sei como �. - N�o faz ideia.
Voc� vive trancado numa cela apertada, que � t�o quente que mal pode simplesmente respirar.
As baratas est�o por toda a parte e nunca est� sozinho.
Eu n�o posso ir � casa-de-banho sem ser vista.
Ent�o me diga que voc� sabe como �, porque n�o sabe!
Todas as manh�s eu levava mortos das celas.
Eu acredito em voc�, n�o �?
Eu estive preso 3 anos da minha vida, Kat, eu sei exatamente como �.
- Onde? - Singapura, durante a guerra.
Eu estava na casa dos milhares. A maioria dos que morreram.
Sinto muito. Eu nunca percebi.
Eu jurei n�o voltar a uma pris�o. � por isso que tremo.
Tenho medo de j� n�o sair daqui!
Eu n�o me sinto suficientemente forte.
Sim! N�o desista!
Trabalho para voc�, mas voc� precisa ser forte.
Pequei na marmelada.
Sim, tenha mais cuidado da pr�xima vez.
Eu preciso de 100 d�lares americanos.
E eu preciso de mais vitaminas. N�o quero ficar doente aqui.
- Que mais? - Ventilin� e comprimidos para dor de cabe�a.
- Tanto quanto poss�vel. - Certo.
Com licen�a.
- Aonde vai? - A um lugar onde possa pensar.
Eu quero ir para algum lugar para podermos falar a s�s.
- Na cozinha? - Sim, isso � bom.
Carlisle est� a trabalhar e a tentar encontrar qualquer sa�da para poder escapar.
Vai tentar provar que n�o estava sob a jurisdi��o da Tail�ndia.
Utilizamos todos os truques jur�dicos poss�veis.
Ent�o voc� tenta juntar pe�as ao caso.
- Est� muito confiante? - Francamente, n�o muito.
Ser� muito dif�cil convencer algu�m que acredita na sua hist�ria.
Eu n�o sou muito de colocar aos tribunais a pr�pria verdade, teria atingido a cabe�a.
- Mas como vamos fazer? - � necess�rio encontr�-lo.
Temos que mostrar-lhes que � real.
Ent�o voc� deve convenc�-los de que ele � um traficante de drogas.
- E onde � que vamos come�ar? - Eu pensei que voc� sabia.
Diga-me voc� que � o meu advogado.
- Sou? - Sim, �.
Voc� e Richard s�o meus advogados.
Vou deixar que Richard lide com a parte jur�dica.
Voc� d�- me algumas indica��es, e eu vou segui-las.
Voc� disse que sabia que o Arkie estava em Londres. O que estava l� a fazer?
Eu estava a procurar o meu pai.
Quando eu era pequena foi-me dito que ele morreu,
e depois da minha m�e morrer, eu descobri que n�o era verdade.
- Quando morreu? - H� alguns meses atr�s.
Desculpe... Deve ter sido duro para voc�.
De alguma forma. Mas nunca fomos muito chegadas.
Quando meu pai a deixou, ficou emocionalmente arrasada. Nunca mais voltou a ser a mesma.
Acho que na sua mente, ele simplesmente morreu.
Na sua mente, ele morreu por ela?
Eu n�o sei. Eu queria perguntar-lhe isso.
Mas eu s� quero saber.
� hora de fechar.
Mas � rid�culo, eu paguei 200 Bahri!
- Fa�a o que ela diz. - Vamos!
- Ent�o voc� estava em Londres. - Eu nunca conheci meu pai.
Em vez disso conheci Arkie Regan.
Na verdade, ele � que a conheceu.
Acho que eu estava apenas a tentar conhecer a pessoa que procurava.
Eu quero lembrar-me de tudo. Recapitular na minha mente.
Cada momento gasto com ele. Tudo. Pode fazer isso?
Sim.
Vou tentar trazer uma pessoa aqui para tentar identific�-lo
Est� bem.
- Adeus. - Adeus.
- Lembrei-me de uma coisa. - O qu�?
Uma fotografia!
- Estava na sua bagagem. - Tir�mos em Goa.
O filme acabou. Est� ainda no quarto.
Ah! N�o pare!
- Adeus. - Adeus.
Foi divertido.
- O que trouxe? - Muitas coisas.
- Comida e dinheiro. - Sim.
N�o te enfure�as. Contudo, tiveste contato com algu�m.
Eu preciso das coisas que comprei.
- D�-me um. - N�o.
- Est� bem, eu vou dividir. - Sim, claro.
- D�-me, pelo menos uma. - N�o, esquece!
Deixa-me, est� bem!?
Deus n�o existe, sabes?
Se existisse, n�o seriam todas budistas.
Mas somos cat�licos...
- D�-me isso. - Por qu�?
N�s vamos ser revistadas e ele vai aproveitar-se de voc�.
Como � que sabes?
Porque fariam isso?
Vem c�.
Ouve podes abrir uma mas n�o te vale de nada se n�o tiveres um abre-latas.
- Sra. Tail�ndia j� ouviu falar alguma coisa. - Onde?
Jesus! Como saber, � uma pris�o, n�o �?
Algu�m tem de planear algo. N�s vamos sair mais cedo.
Ent�o me d� essa merda ou vais continuar sem ele.
- O que vais fazer com ele? - Eu tenho esconder.
Se algu�m tentar lixar-me, ter� uma surpresa.
- Esconder um abre-latas? - Eu n�o sei o que est� a dizer.
Onde est�?
- Ser uma boa menina. - Cabra...
Sem abre-latas vai morrer de fome. Ser� um infort�nio, n�o �.
Grande plano, temos agora latas e mais nada.
Nada mal. N�s ganhamos dinheiro com ele.
- Que merda � essa? - D�-me isso.
- Cinco d�lares. - Nem pensar.
- Cinco d�lares. - N�o podes pegar no que n�o � teu.
Sim, eu concordo. Tudo s�o cinco d�lares.
� meu. Podes esquecer que n�o �, mas eu n�o.
- Cinco d�lares. - Eu s� tenho 20.
Temos troco. Pr�ximo!
Este � o homem que procuramos, Arkie Ragan.
- Onde conseguiu isso? - Ela tirou-lhe em Goa.
O filme ainda estava na c�mara de filmar.
Ent�o, como � que foi na pris�o?
Foi bom. Eu ca� na rua, foi s�. Como s�o descuidados.
- Nada do que voc� quer esquecer? - Mem�rias, voc� sabe...
Mas n�o, nada realmente.
- Isso foi h� anos atr�s. - Certo.
Disse-lhe quem era?
N�o. Ela e Bill Worthington entendem-se melhor.
Temos que lhe dizer alguma vez.
Seu pai j� a deixou uma vez. Eu n�o quero acreditar que vai deix�-la mais uma vez.
- Seria devastador para ela. - Quem pode julgar isso?
- Eu pensei que tinha desistido. - Oh, eu desisti!
S� que eu e o Johnny estivemos juntos por muito tempo.
Eu n�o poderia sair sem uma �ltima desculpa, n�o �?
Ele merece um abra�o apaixonado.
Ah! Sr. Walker, gostaria de dizer que vou voltar,
mas receio que n�o pode ser.
Que momento emocionante, lamento ter de interromp�-lo.
Estava a pensar quais seriam os seus planos, supondo que sobreviveram.
J� fa�o isso.
Sabemos que estava a ir para a Austr�lia, provavelmente ainda estaria l�.
Outro? Bem, por que n�o?
Obrigado. � efervescente, sabe?
Como eu esperava, n�o foi dif�cil saber a data de chegada.
A imigra��o mostrou um certo Achmed Vincent Ragan,
com o n�mero de passaporte brit�nico CC16665C veio para a Austr�lia, em Sydney,
voo de Bangkok.
E a partida?
N�o h� registo para a partida.
- E se ele ainda estiver na Austr�lia. - N�o necessariamente.
O adjunto do Secret�rio diz que se os dados estavam corretos,
provavelmente j� deixou pa�s com um passaporte falso.
Muito provavelmente um passaporte australiano.
Existe uma maneira de ser verificado?
No formul�rio de imigra��o colocou um endere�o.
- E que endere�o era? - Prison Farm, em Sydney.
Tem sentido de humor.
Claro, livrando-se do passaporte brit�nico pode ir para a Austr�lia,
mas n�o significa que o passaporte era verdadeiro.
Devo ir aos ingleses, � isso?
Isto sugere. Vamos verificar o controle de passaporte n.� CC16665C.
N�o sei, talvez seja alguma coisa.
Obrigado por ter vindo. Sabe que eu odeio pedir favores.
Espero poder ajudar.
- Eu n�o entendo o que faz. - Alguns trabalhos para o Carlisle.
N�o, � que sabe... s� quero manter a forma.
- Bebida? - N�o, obrigado.
- Sente-se bem, rapaz? - Sim, estou bem.
N�o se importa se eu beber, pois n�o?
- N�o, v� em frente. - Black Label com gelo.
Entretanto... o que quer que seja, consegui alguma coisa.
Esta � sua.
Como voc� disse, existe um passaporte no nome de Achmen Vincent Ragan.
N�mero CC16665C. Emitido em Londres.
- Aqui est�o os detalhes. - Conseguiu um endere�o!
- Obrigado, Bob. - Esqueceram-se no escrit�rio.
N�o � incomum envolvendo drogas.
Arkie Ragan e mortes por ano.
� mau se quer um passaporte falso e aplica em nome de um morto.
Estou a ver.
Voc� pode imaginar que a Scotland Yard foi envolvida e agora me pergunte detalhes.
Quem � este Achmed Vincent Ragan?
- Voc� j� leu Day and "Acala"? - N�o.
Ele era um homem... Todas as vezes que eu achava que ele l� estava,
abria a m�o e ele n�o estava l�.
Eu tenho medo, Bob, que Arkie Ragan possa ser esse homem.
- Tem a certeza que n�o quer beber? - N�o, n�o obrigado.
E agrade�o por isto.
Com licen�a.
Acorda.
Anda, levanta-te.
- N�o tens dinheiro? - N�o. N�o pago 20.
Eu compro.
Tudo bem.
- Certo? - Certo.
- Duas horas. - Tr�s.
- Duas. - Duas.
- Qual � a chave? - � a primeira.
� apenas uma pequena queda, ok?
- Que horas s�o? - Onde est� o meu rel�gio?
Est� aqui. S�o 2:15.
S� � Segunda, Quarta ou Sexta-feira, que a porta est� aberta
Anda.
Obrigado.
- Mandy, para onde estamos a ir? - Acalma-te.
N�s vamos � sec��o dos homens. Anda.
Nesta eu dei-lhe de algo real
Aprendi isso de algu�m.
Demorou um pouco, mas at� depois de sair bem.
Temos que tomar cuidado...
Aqui � o hospital.
Por qu�?
Antes de vir aqui eu estava internada. Fizeram-me um exame de sangue.
Este � o meu irm�o Billy.
Billy, esta � a Kat. Diga ol� � Kat.
- Pode falar? - N�o, � atrasado.
N�s n�o sabemos o que est�s a pensar, n�o � assim, Billy?
Vais ser bom, certo? Lembras-te do que te disse?
- Eu vou cuidar de voc�. - O qu�? O que est�s a dizer?
- Vou dizer-lhe mais tarde. - Est�s a s�rio?
Digo-lhe mais tarde, ok?
Segura. P�e o dinheiro no bolso.
- Tenho a certeza de que vai ficar bem. - O dinheiro das latas foi para ele?
Sim. �s vezes, nem mesmo dinheiro � suficiente.
Hey, garoto, est� acordado? Vamos, acorde.
- Mam�e est� aqui. - Mandy!
Tens cuidado de Billy como eu pedi, n�o?
- O qu�? - Assim como na �ltima vez.
Bem. N�o importa.
Olha se quiseres, Kat. Quem sabe, aprendes alguma coisa.
O Phil vai sentir-se muito bem.
Ol�, Billy.
- Eu queria fazer batota. - Sim, querias. Eu n�o sou est�pida, Mandy.
Est� bem assim.
Mais 2 semanas e vou encontrar o culpado. Em seguida, eles...
Para! Nunca se sabe o que o Tribunal vai decidir.
N�o me digas merdas.
Eu sei uma coisa. Eu sei o suficiente de tribunais, eu poderia ser uma advogada.
- Isso eu vou fazer. - N�o deixe que isso te afete.
Ouve est�pida, s�o realistas.
Eu transportava 7 kg.
Provavelmente, todos na sala ir�o mant�-los. Ela veio.
- O que diz o advogado? - O que � que pode dizer?
Que nasci com sorte. Minha m�e era uma vagabunda.
Que ela afetou o Billy e porque � t�o parecido.
Jesus n�o liga a m�nima a pessoas como eu.
Eu disse ao advogado.
- O mesmo ser� apontado ao Billy. - N�o vejo como? � inocente!
Sim, o que � inocente?
E sabia o que estava acontecendo. Viste que mal compreende.
Eu tinha um carrinho de compras. Est�pidas compras e ele sempre a tentar ajudar.
Ele transportava-o.
Mesmo que escapes da acusa��o vais morrer l� dentro.
Mas se n�o houver um a cuidar dele.
- Mandy, n�o pode fazer isso. - De jeito nenhum, � f�cil ver o que �.
O dinheiro n�o � um problema, s�o ricos, n�o �?
N�o compreendes que era a mesma carga que transportava.
Tens uma equipe de advogados e sem antecedentes criminais.
Com manteiga e leite na boca. Ser� not�cia nos jornais.
O Governo saltar� para salv�-la. N�o te v�o acusar, Kat.
Vai mudar a posi��o, n�o haver� tr�fego.
Depois de todas as merdas no dia em que o Rei faz anos, provavelmente voc� vai escapar facilmente.
- �ptimo. - Sim, aquela chupadela.
Mandy, n�o posso.
N�o te pe�o para fazer por mim, mas por ele.
- � a sua �nica hip�tese. - Eu fazia se pudesse.
Mas eu n�o posso fazer promessas que n�o posso cumprir.
Porque n�o? Eu fa�o sempre promessas que n�o posso cumprir.
Diz apenas sim e prometes mais tarde.
Tubo bem, eu vou tentar.
- S� mais uma coisa. - N�o sabes quando parar, n�o �?
Quando sa�res envia-me "um postal de Natal"...
Tudo o que eu queria era andar num navio.
- Como vai? - Eu estou bem.
- Como est� tudo? - Bem.
- Voc� j� tem a fotografia? - Sim.
- O que � isso? - � bom. � a fotografia...
Receio que n�o seja muito �til. N�o na Austr�lia.
Passaporte falso e eu n�o sei o verdadeiro nome, nem onde est�.
Acho que todos esper�vamos que fosse um amador.
J� tirei isso da cabe�a. Estamos a lidar com um profissional.
At� agora, as evid�ncias n�o nos s�o favor�veis.
O que fazemos?
Bill sugere que v� a Londres.
Por qu�?
Temos de come�ar por algum lado. Podemos come�ar a partir da�.
Eu n�o consigo pensar em algo melhor.
Tudo depende de voc� e da sua mem�ria.
Eu tentei escrever tudo o que aconteceu.
Bom.
Conhece algu�m em Londres que possa ajudar?
N�o realmente. Foi h� muito tempo.
Se precisar de algum contato...
Richard sabe, � meu tio, James Stanton. Eu dou-lhe o endere�o.
Bom, obrigado.
- 17,20. - Desculpe?
- 17,20. - 17?
Bom Senhor! Transporte de colonos por tanto dinheiro.
E quem foi eleito? Australiano!
Muito obrigado.
- Bom dia, senhor. - Bom dia.
- Resid�ncia Stanton. - Mr. James Stanton, por favor.
Quem devo dizer que est� a telefonar?
Quem?
Quem est� a�, senhor?
O que quer, Senhor Worthington?
A 23 de Mar�o deste ano, o Sr. Achmen Ragan tinha bilhete para o voo QF2,
de Londres a Sydney.
Ele cancelou-o e deu o seu lugar a Miss Katrina Stanton.
- Gostaria do endere�o de Sr. Ragan. - N�o posso.
Se n�o for reservado um bilhete, no livro da ag�ncia de viagens n�o temos registos.
- Mas se ele tem reserva pessoal. - Diga ent�o o que fazer.
Vai levar bastante tempo, algumas semanas atr�s.
Tenho apenas alguns dias.
Bem, o nome n�o � suficiente especialmente se ela foi cancelada.
Mas o bilhete? Pode usar esse n�mero?
Depende de como o fez o agente.
Se cancelou o bilhete e entregou a outro, e depois desapareceu...
Mas se eles lhe deram o bilhete, ent�o � diferente.
O nome do meio � Vincent?
39 Foster Street.
- Que n�mero � que disse? - 39.
- Pare. - � apenas um lote vazio.
- Tem a certeza que tem o endere�o correto? - Oh, sim!
Agora sei que isto � exatamente onde ele vive.
Conduza.
Eu j� vi a fotografia, obrigado.
A Embaixada da Tail�ndia j� enviou uma c�pia.
- Pode ajudar! - Claro.
Eu vou mostrar-lhe tudo o que temos sobre a pessoa conhecida como Arkie Ragan.
Obrigado.
� tudo.
N�s somos a maior ag�ncia de imprensa internacional
e de uma forma ou de outra eu acho que vi todas as fotos do Afeganist�o.
Amador ou profissional... Vou dizer uma coisa.
Este homem n�o estava l�. Pelo menos n�o como fot�grafo.
Tal como acontece com um rep�rter, talvez?
Duas coisas que levam as pessoas a um tal inferno, Senhor Worthington.
Not�cias e drogas. Eles fazem mais dinheiro em drogas.
- Devia tentar a pol�cia. - Obrigado. Eu j� tentei.
Nada, nada. Eu n�o sei o que fazer.
Mas a pol�cia? Voc� n�o pode tentar novamente?
Qual � o ponto? Como est� ela? Viu-a?
Ainda n�o. Amanh�.
Tente a imprensa. Tudo do que se lembre, tudo o que foi dito...
N�o conte com isso, Hal.
O que se passa?
Eu fui citado pela acusa��o Anan.
Vamos decidir amanh� se � Sec��o 65, a pena de morte.
- Qualquer ind�cio? - Nada.
- Qualquer um diferente? - Depende do que falou.
� melhor n�o ouvir ningu�m.
- Telefona? - Sim, logo que souber.
- Adeus. - Adeus, Hal.
Sec��o 65, Tr�fico...
� inocente.
Vamos fazer o que quiser, Sr. Anan, mas n�s vamos ganhar.
Claro, que vai ganhar.
- Eles tomaram uma decis�o. - Com rela��o � carga?
Sim. Tr�fico.
Desculpe.
- Bill sabe? - N�o, eu vim diretamente aqui.
- Como � que est� a ir? - N�o muita sorte, at� agora.
Agora, existe mais alguma coisa que se lembre?
� diab�tico, lembro-me disso. Ele mostrou-me o bra�o, tinha vest�gios de agulhas.
- J� tinha visto? - Ele mostrou-me. N�o estudei.
Est� segura de que eram diabetes? Pessoas com diabetes t�m marcas de agulha.
Como me conhece? Porque � que ele havia de mentir acerca disso?
N�o se preocupe, eu direi a Bill. Pode ajudar.
Quer conversar?
Se voc� quiser falar voc� deve pagar.
Se tiver outras informa��es, Bill est� � espera.
Billy...
Por qu�?
Ocupa-se da pens�o, n�o? Porque o trouxe aqui.
- O que � que est� a acontecer? - Tome conta das minhas coisas.
D�-me 50, queres?
Obrigado.
- Eu devolvo. - N�o te preocupes.
N�s vamos a tribunal amanh�. Provavelmente pressa.
Sabes aquela coisa de madeira? � uma caixa.
Certifica-te que est� tudo bem, sim?
Mas, aconte�a o que acontecer, vais voltar aqui, n�o?
Suponho que sim.
Se o sistema permitir, se existir. Faz o que prometeste!
Sim.
- Boa sorte! - Sabes como somos.
Tivemos sorte toda a vida!
- Ol�? - Hal, � o Richard.
- � Artigo 65. - O qu�?
Hal, ouviu? � Artigo 65. Pena de morte.
D�-me um momento, Richard?
- Est� a�? - Sim.
Ent�o cabe a n�s, certo?
Que mais est� a acontecer?
Eu acho que ele era diab�tico. Quem sabe como muitos s�o assim, em Londres. Eu n�o sei se isso ajuda.
N�o. Quem sabe, talvez...
Eu n�o sei.
- Tem not�cias? - Nada.
Viu o seu irm�o?
Apesar do que disse Katrina, Eu n�o acho que v� ser �til.
Nem eu pensei que seria, depois de tantos anos que passaram.
Honestamente, eu n�o pensei nisso.
Se tiver tempo posso ir, mas agora...
- Eu quero dormir. - Claro. Desculpe. Boa noite.
Boa noite.
Quem �? � voc�, senhor Simpson?
- Ol�, Gordon. - Sr. Hal...
- D�-me a sua m�o. - O que � que fez, companheiro?
Glaucoma.
H� quanto tempo?
H� anos atr�s...
Eu conhe�o a casa como a palma da m�o.
- Sir Hal, eu pensei... - Que nunca mais me via?
Eu n�o posso, senhor. Mas o Sr. James pode fazer isso.
Esta n�o � a minha casa... sabe...
Tudo bem, Gordon. Eu compreendo.
Ol�, James.
Eu passei por Londres e...
Bem-vindo.
Bem vindo a casa, Hal.
Traduzido por M.I.F.M.P.H., com o apoio de subt�tulos em Romeno
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