All language subtitles for Next.Gen.Chef.S01E07.1080p.WEB.h264-EDITH

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian Download
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Ainda bem que é um novo dia. O de ontem foi intenso.

Semifinais, vamos lá continuar.

- Vamos ganhar outro alfinete neste. - Sim.

Sim, vamos a isso.

Como estás?

- Estou bem. Ontem foi difícil. - Sim.

É mau ter perdido um alfinete.

- Fui o único que perdeu um alfinete. - Sim.

Mas preferia perder um alfinete do que ir para casa.

Sim, claro. O próximo teste deve ser divertido.

Sim, está em linha com o que fazemos.

Vai ser bom.

O melhor desta competição são as amizades que foram feitas.

Acho que devo ter criado um elo maior com o Andrew.

Merci.

Salut.

Mas acho que o meu maior concorrente vai ser ele.

- Restamos seis? - Sim.

- E éramos quantos? - Vinte e um. Sim.

Isso é bom, mas o trabalho não está terminado.

O CULINARY INSTITUTE OF AMERICA

Como estás?

Entusiasmada, sabes? Semifinais.

Chegar ao teste da semifinal é de loucos.

Os jurados disseram-nos que o próximo teste é de alta-cozinha,

o que é stressante

porque não tenho experiência nisso.

E há muito dinheiro

em risco que pode mudar a minha vida toda.

Bom dia, chefes.

Só restam seis e estamos quase no fim da competição.

Este é o vosso último teste antes da final.

Estão um passo mais perto de ganhar meio milhão de dólares.

Prontos para saber mais sobre o teste?

- Oui. - Sim.

Trouxemos-vos aqui ao American Bounty,

um dos restaurantes de alta-cozinha do Culinary Institute of America.

Para este teste, vão planear,

criar e executar uma entrada de alta-cozinha.

Vão às memórias culinárias.

Tragam-nos uma memória que têm sobre comida.

Quer seja algo da vossa família, um restaurante,

o que seja, levem-nos lá.

Mas queremos que façam outro teste.

Vão todos fazer um soufflé.

FAZER UM SOUFFLÉ

Pode ser doce ou salgado, mas, por favor, não uma combinação de ambos.

Algum de vocês faz soufflés regularmente?

Está bem. Há alguém neste grupo que nunca fez um soufflé?

O quê, Andrew?

Andrew, nunca fizeste um soufflé?

Tentei fazer soufflés uma vez.

Não consegui fazer nenhum.

Fazer soufflé é algo que a maioria dos alunos de culinária aprende a fazer.

Não andei na escola de culinária,

logo, não quero ir para casa devido a um soufflé.

Têm a oportunidade de mostrar talento.

É um teste de alta-cozinha,

procuramos uma extrema atenção ao pormenor.

Queremos comida bonita, supercomplexa de 2 ou 3 estrelas Michelin.

Adoramos comida caseira.

Esta não é a plataforma para isto.

Se querem ganhar o programa,

temos de ver a vossa visão da alta-cozinha moderna.

Têm seis horas hoje para preparar e duas horas amanhã para servir.

Seis horas? Devem deixar-nos extremamente impressionados.

É muito tempo para fazer dois pratos.

E, no fim, metade de vocês irá para casa.

Saber que só três chefes vão avançar é do tipo… Caramba!

Tens 50 por cento de hipóteses.

Tornou as coisas um pouco mais reais.

Vão preparar-se. Boa sorte.

TESTE DE ALTA-COZINHA

SEIS HORAS ATÉ AO FIM DA PREPARAÇÃO

Hoje é o dia que separa

quem se vai safar de quem não vai.

Os meus adversários elevaram a fasquia.

Os perfis de sabor e o entendimento que o London tem da comida

é muito bom.

Ele é, sem dúvida, um dos melhores.

A Nikki é como uma assassina silenciosa que aparece do nada,

sobretudo na pastelaria.

Ela é alguém que pode fazer um soufflé perfeito.

Vamos buscar natas.

A Courtney percebe mesmo de sabor. Percebe de técnica.

Sabe o que é boa comida.

Ela tem arrasado a competição toda.

Todos sabemos que o Andrew sabe cozinhar.

Tem a maior experiência de alta-cozinha mais refinada do que todos nós aqui.

A Ilke é muito simplista, mas muito requintada.

E, às vezes, a simplicidade é o melhor.

Quando soube que metade fica e metade vai para casa,

sobretudo após o teste de pastelaria…

Agora é a altura de dar tudo o que tenho.

Estou de volta à minha praia no que toca a alta-cozinha.

Trabalhei em muitos restaurantes de alta-cozinha.

Estou a fazer um Pithivier, que é uma espécie de bife Wellington.

No liceu, fiz o meu primeiro Pithivier, e é um dos primeiros pratos

de alta-cozinha que já fiz.

Era novo na cozinha.

Não percebia como algo podia estar tão bem cozinhado no interior

e também estar dourado no exterior.

É preciso perícia para tal.

Não sei como é que este Pithivier vai ficar até o cortar.

Tem de estar tudo absolutamente perfeito

porque não terei tempo para fazer mais.

Portanto, estou mesmo a arriscar.

Estou mesmo a dar este salto para tentar conseguir uma grande recompensa.

Só quero voltar a apresentar-me.

O meu apelido é LiPuma. Sou o chefe do American Bounty.

Sou a chefe Genevieve Meli,

e faço a pastelaria aqui no Culinary.

Sejam ambiciosos. Arrisquem.

Obrigado, chefe.

A alta-cozinha é sobre execução, mas a preparação é a chave do sucesso.

Portanto, hoje, vou procurar os pormenores.

É um prato de oito horas,

ou só demorou 45 minutos e saíram-se bem?

A alta-cozinha custa muito, e as pessoas querem ser impressionadas.

Tal como todos os meus pratos, começo sempre em casa,

coisas, memórias de comida que conheço.

Pensei em origens humildes.

Aproveitávamos tudo,

logo, é isso que planeio usar com este prato.

Vou fazer uma terrina de frango.

Vou usar o frango todo, vou misturar com fígado,

e usar a pele para envolver a terrina e fazer uma galantina de pele de frango.

E também vou fazer uma espuma de leite de arroz torrado.

Frango e arroz sempre foram alimentos-base para mim,

mas poder agora elevá-lo de forma diferente,

é divertido, é bom.

A alta-cozinha significa muitas coisas diferentes.

Temos as tradicionais toalhas de mesa brancas.

Mas deve ser acessível.

Eu não vim da alta-cozinha. Não comecei por aí.

Sim, podes comer ouriço-do-mar, caviar, todas essas coisas loucas,

mas poder fazer comida de alta-cozinha excelente

com um ingrediente humilde, acho que é o mais impressionante nisto.

- Como vai isso, Courtney? - Está a correr bem.

Olá a todos. Cheira tão bem aqui.

Temos algo importante para vos dizer.

Amanhã, vão ser avaliados por convidados muito especiais.

O primeiro convidado é o convidado perfeito para o teste de hoje.

Este chefe é um ex-aluno aqui do CIA.

Trabalhou nalguns dos restaurantes com estrelas Michelin mais famosos

e, depois, deixou isso tudo para contar a sua história gastronómica

no seu famoso restaurante, Tatiana.

Chefe Kwame Onwuachi.

Não pode ser!

Não pode ser!

Entusiasmados para cozinhar para ele?

Sim, candidatei-me ao restaurante dele.

Foi?

Candidataste-te?

Sim, Dōgon em D.C.

Esta é a tua entrevista.

- Isto acabou de ficar muito sério. - É, não é?

E o segundo convidado de amanhã…

De certeza que todos o conhecem muito bem.

Trouxe a comida francesa para Nova Iorque e, depois, para o mundo.

Ele é, sem dúvida, o mestre de alta-cozinha e uma lenda.

Trabalhei no restaurante dele, tal como outra pessoa daqui.

Raios.

Daniel Boulud.

Oui.

A fasquia acabou de aumentar.

- Oui. - Boa sorte.

Obrigado.

Isto torna as coisas muito mais interessante.

O teu ex-patrão vai voltar.

Já não vejo este chefe há algum tempo.

Quero cozinhar para ele.

Antes do Per Se,

trabalhei para o Daniel Boulud no Restaurant Daniel.

Deixa o pai orgulhoso, Andrew.

Tendo trabalhado na alta-cozinha de Nova Iorque nos últimos seis anos,

tenho um misto de emoções em relação a este teste porque o prato salgado

é confortável para mim.

O soufflé não é algo com o qual me sinta à vontade,

logo, vai ser um desafio.

Vou fazer um peito de pato coberto com mel e um croquete de foie gras.

Vou fazer soufflé de chocolate. Quero mantê-lo muito simples.

Disse-te que o Daniel é alérgico a acelga, certo?

A sério? Que treta. Não pode provar o meu Pithivier.

E a carne de vaca.

- E a carne de vaca? - Sim.

- E a manteiga. Odeia. - É, não é?

Não a incluas no teu prato.

Estou animada com o teste,

mas sei que os outros trabalham nesta área.

Levaste o cebolinho todo?

Não, há mais. E tenho mais aqui que podes levar.

A alta-cozinha não é o meu forte.

Tenho mais experiência no mundo privado,

mas acho que tenho mais experiência em soufflés

do que os outros concorrentes,

logo, isso dá-me uma vantagem.

- Nikki. Em que trabalhas? - Olá.

Vou fazer puré de couve-flor caramelizada com uma mistura de cogumelos.

E depois vou fazer pó de avelã tostadas,

vieiras salteadas com raspas de trufa,

e azeite de cebolinho e ervas.

Aceito trufas extra.

Que sabor de soufflé vais fazer?

Vou fazer um chocolate quente mexicano picante.

- Gosto. - Com um creme inglês clássico.

Inteligente. Qual a tua inspiração para este prato?

A parte do cogumelo e a parte cremosa…

Em miúdos, quando íamos a restaurantes de alta-cozinha com o meu pai,

eu e o meu irmão comíamos sempre creme de cogumelos.

É aí que essa parte entra.

E pensei: "Como posso elevar isso?"

A minha mãe adora vieiras.

Estou a brincar com coisas que adorava ao crescer.

- Estou animada com estes sabores. - Sim, obrigada.

Não.

Ignorem isto.

Quente.

Está bom.

Chefe Ilke.

- Olá, Ilke. - Olá, que tal?

Como estão?

- Mais importante, como estás tu? - Bem.

- Como te sentes? - Bem.

Qual foi a tua primeira inspiração ou orientação para este prato?

No verão passado, viajei de mochila às costas pela Europa com o meu namorado.

Muitas das minhas memórias de alta-cozinha giram em torno da comida nessa viagem.

Por isso, estou a usar sabores espanhóis que me inspiram.

Vou fazer bacalhau escalfado em azeite

com molho verde e guarnição de milho, tomate e mexilhão.

Mas quero acrescentar um grande cappelletti ao lado.

- Porquê? - Porquê?

Comecei esta tradição na minha família.

Todos os Natais, fazemos uma refeição sofisticada juntos,

e dobramos cappellettis.

E o soufflé?

É o que faço. Estou a testar a receita dos soufflés.

Quero fazer um soufflé de cheddar, gruyère e cebolinho.

É algo que quero mesmo comer. Parece-me bem.

Uma boa razão para cozinhar quase tudo.

No último sítio onde trabalhei, fazia soufflés numa frigideira.

Estou muito confortável.

Esta é uma das primeiras vezes na competição

em que sinto que tenho vantagem sobre o Andrew.

E não lhe quero desejar mal, mas que ganhe o melhor soufflé.

Ilke, quando bates claras em castelo para fazer merengues,

queres que estejam bem frias, certo?

- Quanto mais frias, mais volume? - Sim.

É uma boa oportunidade para jogar sujo. Respeito-te por não o fazeres.

- Claro. - "Não, chefe.

Quanto mais quentes, melhor."

Devias cozê-las primeiro.

Devias fazer uma omeleta de clara de ovo e, depois, um soufflé.

Fazer soufflé é incrivelmente difícil.

Requer tempos, temperaturas e humidade muito específicos

e todas essas coisas que contribuem para crescer e aguentar bem.

Não importa quão bem entendas conceptualmente como fazê-los,

se não é algo que praticas,

vai ser difícil conseguir.

Olá, Court. Que fazes para o soufflé?

Reinvento um Creamsicle de laranja.

Lindo.

E vou pôr fatias de laranja brûléed por cima.

- Boa sorte. - Obrigada, chefes.

Muito bem. Vamos a isto, chefe.

O que fazem é muito difícil.

Veremos o que podemos fazer.

Estou só a investigar umas coisas. A juntá-las e a ver o que acontece.

Mas, por agora, concentramo-nos no prato de salmão.

Talvez um pouco de molho picante tailandês.

Talvez um molho de amêijoas. Ainda não sabemos.

Sou o tipo de pessoa de que se não gostar do que fiz hoje,

vou preparar algo extra só para o caso de querer mudar o prato.

Preparei um bife, foie gras.

É quem eu sou, vou fazer três, quatro preparações

antes de solidificar o que quero fazer.

É tudo ou nada, certo?

Não é o ideal, de certa forma,

quando se trabalha nestes ambientes acelerados,

mas é a minha abordagem.

Olá, London.

- Olá. - Que estás a cozinhar?

Originalmente, queria quatro molhos, e depois…

- Quatro? - Vou fazer quatro molhos.

E vou, basicamente, criar o prato à minha frente,

e vou provar, e o que combinar melhor, é o que vou escolher.

- É uma abordagem muito interessante. - Sim.

Que sabor vais escolher para o soufflé?

Estou a pensar em goiaba e, talvez, num caldo de ruibarbo.

A estratégia é cozinhar o que sei.

Cozinhar coisas importantes para mim e sabores de que gosto.

Certo.

Muito bem. Vou-me embora. Parem de falar comigo.

- London. - Sim, senhor?

- Adoro-te. - Também te adoro, papi.

O London é o meu animal espiritual.

Estou só a ver se consigo cozinhar os meus soufflés assim.

Já o fiz antes, mas não com estes utensílios.

Gosto de os fazer usando uma frigideira antiaderente

e cozinhando os soufflés a vapor num molde circular.

Não.

Raios.

Estou tão irritada.

Mas estão demasiado altos.

Têm muita massa.

Sinto que vão queimar antes de estarem prontos.

Isto não está a resultar.

É um desastre absoluto.

Este método não vai resultar,

portanto, estou a sentir-me stressada

e totalmente desiludida.

Meu Deus, cheira bem.

Sim, também tem bom aspeto.

- Posso? - Sim.

- Adiciona talvez mais algumas coisas. - Sim.

Vimos um pouco de caos nestas cozinhas nesta competição.

O London nem sabe o que vai apresentar amanhã.

Estou espantado por ele não ter um prato.

Como vais gastar essas seis horas sem direção?

Ele é uma espécie de cientista louco

e, às vezes, acaba por nos impressionar.

Sim. Muitas vezes, consegue safar-se no final.

Nikki, estás a contar?

- Sim, chefe. - Fantástico.

Quantas linhas vais fazer?

São sempre as mesmas?

- Estou a tentar. Estão próximas. - Estou a ver.

Adoro o que a Nikki está a fazer com as vieiras.

Olha.

Adoro quando fazem trabalhos detalhados como este.

- Entusiasma-me. - São os pormenores.

Isto é uma treta.

Não há espaço para erros.

Estamos nas semifinais.

Não há espaço para erros.

Na alta-cozinha, os pratos têm de estar perfeitos.

Tenho uma quantidade limitada de pele.

Tenho de dominar esta técnica.

Não posso fazer este prato para estes chefes e não ser perfeito.

O empolgante na Courtney é

que ela tem de remover a pele da ave

sem fazer buracos.

Numa galantina clássica, separamos as partes,

trituramos e enrolamos ou pressionamos numa terrina.

É uma preparação complicada.

Ela está a exibir técnicas muito difíceis e avançadas.

Se ela conseguir,

acho que tem boas hipóteses de estar no top três.

Posso provar?

- Meu, está delicioso. - Obrigada.

Achas que és melhor do que eu?

- Achas que és melhor do que eu? - Não disse isso.

- Muito bem, chefe. - Obrigada.

Têm uma hora. Uma hora.

Atenção ao relógio.

Seis horas passam depressa.

Ilke, vejo que está a testar uma receita de soufflé aqui.

Sim. Originalmente, planeava fazer a vapor numa frigideira,

mas não funcionou, logo, tive de ajustar um pouco a minha receita.

Estou a pensar fazer um soufflé tradicional no forno.

Está bem feito.

Preciso só de praticar para deixar a manteiga de dentro

bem para crescer direita.

É o teu soufflé? O teste?

Sim, chefes.

O meu outro prato vai ser um soufflé de milho.

Sabemos como sou com pastelaria,

mas já fiz soufflés antes.

Parece que estão todos a testar os seus soufflés,

mas quero mesmo usar as seis horas para a preparação,

focando-me em fazer estes Pithiviers perfeitos.

Adoro o que o Joaquin faz com o garfo.

Está a cravá-lo, é mais chamativo.

Não estou muito preocupado em investigar ou testar o soufflé

porque sei que consigo fazê-lo.

Acho interessante que o Joaquin esteja a fazer um Pithivier francês clássico,

que é muito semelhante ao bife Wellington.

Ele não mostrou um grande talento na pastelaria,

e este prato envolve uma técnica semelhante à da pastelaria.

Muita coisa pode correr mal com este prato.

Tem de ser muito preciso antes de ir ao forno.

Se quer servir um Pithivier ao Daniel Boulud, deve ser extraordinário.

Muito bem, chefes, têm 15 minutos para acabar tudo.

- Sim, chefe. - Passou depressa.

- Joaquin, como te sentes? - Sinto-me bem.

- Focado? - Focado.

- Nikki? - Bem, como estão?

Sinto-me bem.

Fizeram tudo?

- Sim. - Sim.

Azeites, guarnições.

London, o que decidiste?

Ainda não sei. Só tenho componentes.

Tens tudo. Só tens de juntar tudo aqui.

Guardem tudo e limpem.

Sim, chefe.

Sim, usa esse bom Ecolab.

Podes deixar a correr.

Manter a cozinha limpa é muito importante, não só no CIA,

mas também em restaurantes ou para chefes privados.

E durante estes testes,

temos usado a Ecolab, o que torna o trabalho muito mais fácil.

Acabou o tempo! Vamos lá!

- Acabou o tempo. - Sim, chefe.

- Até amanhã. - Sim?

Vamos. De que estamos à espera? Do autocarro? Já chegou.

Queres dizer o comboio. É para lá que vais.

Não é para lá que vou. Sai daqui com isso.

DIA DO SERVIÇO

Hoje é o dia que separa

quem vai avançar nesta competição e quem não vai.

Esta tem de ser a melhor comida que cozinhei até agora.

Não há espaço para erros.

Boa.

A minha maior preocupação é, quanto tempo vai demorar?

Repousar, fatiar, vai derramar na mesa?

Começa a derreter em cima.

- Não furou o suficiente. - Sim.

- Não usou uma faca afiada. - Sim.

Inteligente. Ela tem o arroz ao lume. Pode repousar enquanto faz o patê.

Queria garantir que o meu leite de arroz estava bom com o iSi.

E o iSi não funciona.

Não posso dizer que tenho um prato de frango e arroz

sem qualquer componente de arroz.

Em vez de fazer o creme no iSi, vou fazer uma espécie de pudim de arroz.

Tenho tempo suficiente para conseguir, logo, estou confortável.

Vamos lá. Muita antecipação, sem dúvida.

Não sei se lhe chamaria nervos,

mas estou animado e pronto para ir ao que interessa.

Ontem, a minha preparação correu como planeado.

Fiz de modo a não falhar. Agora, é só executar.

O meu foco principal é pôr a minha entrada onde tem de estar

em termos de guarnições picantes e proteínas assadas.

E em breve, mudarei o meu foco para o meu soufflé.

Bela cor, chefe.

Se te preparares bem e tiveres os dotes necessários,

isso não te deve abalar, e é assim que me sinto.

Mas estou muito preocupado com o meu soufflé.

Que bonito.

- Ena. - Está lindo.

- Não vinha cá há algum tempo. - Eu sei.

Mas sabe bem estar deste lado.

Não bastava o teste ser stressante, trouxemos gente importante.

Temos dois dos chefes mais famosos do mundo.

O Kwame Onwuachi e o Daniel Boulud.

O Kwame é licenciado pelo CIA

e Daniel Boulud é Doutor Honoris Causa desta escola.

Obrigado por me receberem.

O CIA é o melhor instituto do mundo.

Vão ser os jurados perfeitos para um teste de alta-cozinha.

Têm muita experiência em alta-cozinha?

Alguns sim. Sim.

Tínhamos um chefe que trabalhou no Café Boulud.

- Ainda está em jogo? - Sim.

Está bem.

Um candidatou-se a um emprego no teu novo restaurante em D.C.

Ena. A entrevista será a comida.

É, não é?

Sim, exatamente.

O teste de hoje é bastante simples.

Melhor refeição da vossa vida, alta-cozinha.

Pedimos que criassem um prato que contasse a sua história.

Concordo. Acho que quando um prato conta uma história, tem uma alma.

Cozinhar é mais do que o tempero perfeito.

Cozinhas para partilhar algo com alguém.

Quero conhecer estes chefes através do prato.

Mesmo atrás de ti. A ir. Com licença.

- Como estás? - Muito bem.

- É bom ver-te. - Animado por vê-lo, chefe.

Agora em francês.

Oui.

Estamos a brincar.

Salteámos pato de Hudson Valley

com coxa confitada e croquete de foie gras.

Muito obrigado a todos. É um prazer.

- Muito bem. - Obrigado, chefe.

A carne está perfeita.

Bem temperada.

É difícil encontrar algum erro nisto.

A pele do peito do pato podia ser crocante,

mas é um prato lindo.

Acho que o equilíbrio aqui é muito bom.

Temos a gordura, temos umami, temos doce, amargo.

E a técnica aqui… Para mim, acho que é perfeita.

Sim.

Sei que só tenho uns 13 minutos para empratar estes Pithiviers.

Vamos buscar pratos.

Cortei os Pithiviers.

O primeiro não estava no ponto que eu queria.

Então, peguei noutro.

Cortei-o, também não estava no ponto que queria.

Cozeram um pouco mais que o necessário.

Ainda estão rosa no meio. Não estão completamente cozidos demais.

Mas sabendo que só três de nós chegam à final,

fico nervoso para apresentar este prato.

- Vamos, Joaquin. - Por aqui, por favor.

Vamos, amigo.

O Pithivier vai do lado esquerdo.

Boa.

Obrigado.

À vossa frente, temos um filete Pithivier

envolvido em acelga com sementes de mostarda em conserva,

puré de couve-flor e frisée

coberto com vinagrete de uvas-passas

e algumas uvas-passas que foram embebidas em verjus.

Interessante.

O que nos diz esta ementa sobre ti e quem és como chefe?

Nasci nas Filipinas,

e imigrei para os EUA aos dois anos.

Gostava muito de cozinhar comida filipina em tenra idade.

Depois encontrei um restaurante de alta-cozinha,

e uma das primeiras coisas na ementa era um filete Pithivier.

- Obrigado. - Desfrutem.

Obrigada.

O puré de couve-flor está muito aveludado.

Está perfeitamente temperado e é, claro, a estrela do prato.

Infelizmente, o meu bife estava demasiado bem passado.

E não senti que estivesse composto.

Quando se faz Pithivier,

tem tudo que ver com jogar com a temperatura exterior, interior.

Acho que ele não teve conhecimento suficiente.

Se fosse num restaurante de alta-cozinha, não podias servir isto assim.

E vais cobrar, quem sabe, 75 dólares pelo Pithivier?

- Sim. - É um grande erro.

Comecei a trabalhar na minha galantina,

e esta é a parte que eu sabia que ia demorar mais tempo no meu processo

porque queria tostar todos os lados.

Empratei mais tarde do que queria, pois estava a lidar com o arroz,

mas estou muito feliz com o resultado.

A sua cor, a pele muito crocante.

Estou entusiasmada por contar a minha história.

- Olá. - Chefe Courtney.

Olá, Courtney.

Hoje, preparei-vos galantina de pele de frango com frango demi,

arroz torrado e um molho verde.

Falei com a minha mãe mesmo antes de fazer este prato,

e perguntei-lhe o que ela ia comer, e ela respondeu: "Frango e arroz."

E fiquei do tipo…

- Isso é fantástico. - Quero comer.

Sim.

Porque toda esta experiência é importante para ti?

Cresci sem ver pessoas como eu a fazer coisas destas.

Devo isso à minha família. Devo-o às pessoas em casa.

E podes fazê-lo, fazendo algo que amas e tendo esta grande paixão.

- Continua a fazer o que amas. - Obrigada.

Adoro a crocância e o tempero do frango.

É muito saboroso.

Pareceu que ela quase pôs os miúdos lá dentro.

- Sim, usou muito fígado. - Saboroso.

Isto é molho sulista, e é bom, e isso é…

Tem um aveludado, amanteigado… É muito intenso no sabor a frango.

O molho verde é subtil, mas acrescenta frescura ao prato.

Não adoro o arroz no prato da Courtney.

Mas é um prato bonito e criativo pelo qual pagaria com gosto.

- Sim. - É um prato cheio de amor e alma.

Estou a todo o gás.

Na minha opinião, tens de chegar a uma cozinha e juntar as coisas.

É assim que construo os meus sabores. Este é o meu processo.

Por fim, tomo a decisão de fazer um caril tailandês,

um belo salmão glaceado com um monte de guarnições.

Pus muitos sabores nisto, muita técnica, muito estilo,

logo, é isso que quero mostrar.

A maioria de nós tem formação clássica francesa.

Então, eu só queria mostrar que tenho níveis diferentes

de como criar sabores, por isso escolhi comida tailandesa.

Sinto-me confiante com alta-cozinha.

É a minha formação.

Posso entregar um prato bonito,

mas também vais ficar saciado quando saíres do meu restaurante.

Dezoito ingredientes.

Dezoito combinações de sabores. Para mim, estava tudo impecável.

Depois de mim.

Para mim, isto é tudo ou nada.

Temos uma polpa de abóbora

com alguns tomates desidratados,

um salmão salteado também com um belo molho de vieiras.

Sobretudo tailandês,

mas o meu pai também é nigeriano, temos isso em comum.

Muito bem, meu irmão.

Sim, enviei-lhe um currículo, por isso, está tudo bem.

- Enviaste-nos o teu currículo? - Claro que sim.

Mas agora estás ocupado a tentar ganhar meio milhão de dólares, logo…

Vou pedir-te emprego a ti.

Ele talvez precise dum investimento.

Fale comigo, amigo.

Muito obrigada.

- Obrigado, chefe. - Obrigada.

No geral, gosto do prato,

mas acho que esperava um tempero memorável.

Se rotulas algo de molho tailandês, penso que vai ser picante.

- Sim. - E…

- Quero suar. - Sim.

Foi muito suavizado pela adição não só de leite de coco, mas também de natas.

- Também acho. - É um pouco antitailandês.

Se London tivesse um chefe para orientá-lo numa nova posição,

acho que pode melhorar isto.

Eu levava-o comigo.

Estou genuinamente animada com os pratos que estou a fazer.

Adoraria sentar-me num restaurante de alta-cozinha

e comer estas coisas.

- Dois minutos. - Entendido.

Espero que os jurados apreciem a ideia de ser eu mesma

tanto no caráter como na comida, e que gostem.

Último minuto.

- Olá, chefe Ilke. - Olá.

Tenho para vocês bacalhau escalfado em azeite

num molho verde com puré de milho,

guarnição de milho e tomate e cappelletti de restos de peixe.

Disseste cappelletti de restos de peixe,

o que soa muito inteligente.

O que fizeste?

Tirei os restos do bacalhau,

emulsifiquei com puré de milho e gema de ovo.

Parte da razão pela qual vos dei cappelletti hoje

foi por ser uma tradição que comecei na minha família,

onde todos os Natais dobramos a massa juntos,

e esta é a nossa forma preferida.

Para mim, é adequado ao American Bounty, pois mesmo sendo uma família namibiana

no centro da Geórgia, dobramos cappelletti.

Não faz sentido, mas é isso que a América é para mim.

Isso é fantástico. Obrigado, chefe.

- Obrigada, Ilke. - Obrigada. Muito prazer.

Igualmente.

O uso do bacalhau é fantástico.

Quer dizer, do lombo aos restos, à pele.

O bacalhau escalfado pode ficar seco, borrachudo e desinteressante rapidamente,

e isto está crocante e muito suave.

Sim, bem executado.

Adoro as diferentes texturas no prato,

da pele crocante do peixe ao bacalhau amanteigado.

Mostra que ela realmente se esforçou.

Estava a lutar por 500 mil dólares.

É o que este prato e toda esta ementa me mostra.

Sim, completamente.

Este é o meu puré que devia ser bom e cremoso.

Vou voltar a pô-lo lá dentro e aquecê-lo.

Sinto-me bem no serviço.

Com a temperatura tão alta, vão ganhar cor muito depressa.

Não tires os olhos deles.

Acho que vou poder mostrar aos jurados que tenho olho

para o aspeto e o sabor de um prato de alta-cozinha.

Estão prontos.

O que tens para nós, Nikki?

Hoje trago-vos vieiras salteadas

com duxelles, puré de couve-flor caramelizada,

trufas e cogumelos-do-cardo.

E azeite de cebolinho e avelãs.

Como é estar aqui nesta competição no CIA?

Sou chefe privada, logo, às vezes, sinto-me presa

ao não ser capaz de cozinhar certos ingredientes com que trabalho aqui.

É muito divertido e empolgante,

ser capaz de brincar com coisas que normalmente não brincaria.

A minha mãe é chefe privada, logo, respeito-vos.

- Muito obrigada, Nikki. - Obrigada. Desfrutem.

É um prato muito saboroso e explosivo no que toca ao sabor dos cogumelos.

Ela não se conteve nos temperos, e eu gosto.

Adoro o puré de couve-flor caramelizada.

O prato é delicado, um pouco temperado demais nas duxelles,

mas as vieiras estão doces e temperadas de forma simples, penso que resultou.

Mas quando dei uma dentada na vieira e no cogumelo salteado,

foi uma alegria.

Acho que todos concordámos que este prato está muito bom.

No entanto, isto pode demorar 30 a 45 minutos

num jantar de terça em casa, sem contar com as trufas.

- Como estás? - Sinto-me muito bem com o prato salgado.

E agora estou a ter um ataque de ansiedade por causa do soufflé.

Os soufflés podem ser difíceis se as claras não ficarem bem batidas,

se não preparares os ramequins, e muita gente deixa-os crus.

Espero que cresçam.

Veem só um pouco de altura

e pensam que está tudo bem, quando devia ser da altura dos ramequins.

É aí que muitos erram, o que espero que não aconteça hoje.

Estão nervosos? Porque eu estou.

Ele não testou. Sei que disse que já tinha feito isto,

mas os produtos e os fornos são diferentes.

Não sei. Sinto que foi um erro.

Quem disse que não consigo fazer soufflé?

Por favor, estejam cozidos.

Bem, vamos ver.

O soufflé não cresceu.

Mas o tempo acabou,

oxalá o pato estivesse bom o suficiente para compensar um soufflé horrível.

Chefe. Chefes.

Muito bem, na mesa temos soufflé de chocolate.

Para acompanhar, temos um creme inglês de brioche tostado.

Obrigado, chefe.

O meu estava cru.

Ena, o teu está…

- Ena! - Veja isto, chefe.

Sim. Parece sopa.

Está líquido. Posso voltar a levar o meu ao forno.

Espera-se que haja ar no soufflé.

É como comer ar com sabor.

Deve ser leve e suave, e deve ser assim.

- Mal subiu. - Não é soufflé.

Meu Deus!

Tenho um soufflé de laranja.

Tenho uma laranja brûléed por cima e depois o molho de laranja Creamsicle.

Imediatamente, a textura do soufflé da Courtney está um pouco mais próxima

do que gosto num soufflé.

Para mim, lembra-me a carrinha dos gelados.

A acenar e a comprar um gelado.

Faz lembrar a infância.

- É difícil não gostar. - Concordo.

Estão prontos?

Vamos.

- Lá vem ele. Olá, London. - Olá.

Temos um soufflé de ruibarbo com molho de morango no meio.

Adoro o sabor. Acho que é refrescante.

É uma combinação clássica de ruibarbo e morango.

- Chefe Ilke! - Olá!

Fiz-vos um soufflé de cheddar, gruyère e cebolinho

com manteiga Old Bay.

É o mais próximo que vimos de um soufflé

em termos de textura, e o sabor é maravilhoso.

- Acho incrível. - Concordo contigo.

A Ilke está noutro nível comparado com os outros soufflés que vimos hoje.

- Concordo. - Não há comparação.

Pronto, vamos lá.

Os seis minutos mais longos.

Estão a chegar lá.

Faltam dois minutos para sair do forno.

Vai ser por pouco.

Para de olhar para ele.

- É como água a ferver. - Quanto mais olhas, menos ferve.

Graças a Deus.

Aos dois minutos, vi que já tinham crescido.

Muito quente.

Quente!

Empratei-os, pus raspas de lima, e faltavam 30 segundos.

Estava mesmo com o tempo contado.

Vamos.

Mas não tenho tempo para pensar. Está na hora de ir.

Prontos?

- Chefes. - Joaquin.

Temos soufflé de milho.

O molho é um Mornay com pimenta e lima.

Desfrutem.

O sabor do soufflé em si é muito bom.

Acho que o meu estava um pouco cru. Estava um pouco líquido.

Também me sabe a doce e a açúcar.

- Sim. - Mas a milho, nem por isso.

Acho que já estão. Tenho medo de os tirar.

Estou animada com o soufflé.

Testei-os ontem e estavam perfeitos.

Estou confiante que os meus soufflés poderão impressionar os jurados.

- Olá a todos. - Chefe Nikki.

- Estás entusiasmada com o teu soufflé? - Sim.

Hoje, fiz-vos um soufflé de chocolate quente mexicano

e um creme inglês de baunilha.

Meu Deus.

Não cozeu como eu queria, como vejo agora.

- Está um pouco líquido, sim. - Sim.

Estou muito chateada. Testei-o antes e estava perfeito.

Mas não cozeu como eu queria desta vez, por isso peço desculpa.

Não me orgulho.

- Obrigada. - Sim, claro. Adeus a todos.

A pastelaria é o forte da Nikki,

logo, o facto de ela não ter acertado é muito triste.

Tenho pena dela.

- O fundo do meu ainda estava frio. - Sim.

É uma desilusão.

Tinha a certeza absoluta de que este seria um soufflé perfeito.

Estou mesmo desiludida pelo soufflé não estar totalmente cozido.

Há uma grande probabilidade de não ficar.

Bom trabalho.

O meu soufflé não estava cozido.

Está líquido por dentro?

Respira, sim?

Desculpem.

- Mas o soufflé cresceu bem. - Sim.

Sim, mas não estava cozido.

Testei-o antes e achei que ia resultar,

mas não considerei

que não seria um soufflé no forno, mas sim seis.

Logo, demora um pouco mais a cozer.

Espero que o sabor do meu soufflé e do prato principal sejam suficientes.

Chefes, no final de cada teste,

oferecemos um alfinete de excelência aos chefes que se destacam.

Queríamos que escolhessem um destes chefes

para ganhar mais um alfinete.

Não sei. O que achas?

Quero dizer que todos estes chefes são incrivelmente jovens.

Sim.

- Mas contrataria qualquer um deles. - Com certeza.

E acho que estamos a olhar para o futuro da América.

A próxima geração de grandes chefes que um dia se sentará deste lado da mesa.

Sem dúvida.

Os chefes da próxima geração estão aqui.

Muito obrigada por se juntarem a nós hoje.

Foi tão divertido estar com duas lendas vivas.

É uma honra estar aqui.

- É ótimo estar cá. - Obrigado.

- Olá. -Chefes.

- Olá. - Olá.

- Bem-vindos. - Olá.

A teste de hoje centrou-se em alta-cozinha.

Temos de reduzir este grupo de seis chefes incrivelmente talentosos a três.

Quem achamos que é digno de chegar à final?

Comecemos pelo London. Como acham que se saiu?

Como o avaliam?

Era o único que não fazia ideia do que ia cozinhar.

E notou-se no prato.

Estava saboroso, mas não tinha identidade.

Tinha tantas guarnições.

Pensei: "Que proteína vais usar?"

Ele é meio cientista louco. Às vezes, eles são génios.

E, às vezes, não são.

O que acharam do seu soufflé de ruibarbo?

Sinceramente, o do London não era dos piores.

- E o do Andrew? - Não atingiu o objetivo.

Mas a entrada estava impecável.

Acho que ele é um chefe muito técnico.

Mas o que quero ver na comida dele é mais alma.

É isso que o vai motivar e dar-lhe a sua própria personalidade.

O soufflé da Ilke foi, sem dúvida, o nosso favorito do dia

em termos de sabor, e foi o mais cozido.

A Ilke estava extremamente concentrada e a energia dela estava muito calma.

O prato estava delicioso, mas podia estar um pouco mais limpo

segundo o que procuramos em alta-cozinha? Claro.

Como esteve o Joaquin?

Fiquei desiludida com ele. Ele não testou o soufflé ontem.

- Meu Deus. - Sim.

Ele não percebe de pastelaria. Não tem experiência.

E teve muita dificuldade com isso.

E hoje, escolheu uma entrada com muitas técnicas de pastelaria.

Correu um grande risco.

- Sim. - Era um prato difícil.

E quando corremos riscos, se conseguires, fantástico.

Mas se não, pagas o preço.

A Nikki jogou pelo seguro.

Era muito simples. Foi bem executado.

Ela cortou aquelas vieiras na perfeição, e elas abriram. Lindo.

Mas isso é alta-cozinha? Até diria que não.

Mesmo que a entrada dela fosse incrível, o soufflé estava completamente cru.

Como esteve a Courtney na cozinha?

- Concentrada. - Extremamente.

Ela pegou num frango e fez tudo o que era possível fazer com ele.

E é isso que é bom na magia da alta-cozinha.

Não tem de ser só trufas e foie gras, nada disso.

Acho que o arroz foi a única parte do prato

que não achei excelente.

Pensou demasiado.

Esta é, sem dúvida, a decisão mais difícil de toda a competição até agora.

Não só é a ronda final,

como vamos eliminar metade dos chefes.

Estivemos com estes seis chefes durante esta jornada toda,

agora é um pouco mais pessoal.

Todos nos mostraram muito talento.

Mas penso que todos concordamos que só há três neste grupo

que têm o que procuramos para um chefe da próxima geração.

Tivemos muita sorte em ver como será o futuro da alta-cozinha

e em vos conhecer melhor a todos através da comida.

É claro para nós que todos vocês têm um talento incrível.

Mas só três de vocês

vão avançar para a final.

O primeiro chefe que vai avançar para o teste final é…

A Courtney.

Courtney!

Este não é um alfinete qualquer.

É o alfinete que te leva à final.

Liga à tua mãe, diz que a inspiração resultou.

Espera até ela descobrir que ganhaste com frango e arroz.

- Bolas. - Vai ser fantástico.

Estes chefes reconheceram-me e deram-me um selo de aprovação no prato.

A minha história, eu, a minha técnica.

Parabéns.

Céus.

O próximo chefe que avança para a final é…

O Andrew.

Adoro cozinhar, adoro a vida de restaurante

e servir pessoas, e…

Mas tudo isso é um secundário face a esta viagem de crescimento pessoal

que a cozinha me ajudou a fazer nos últimos dez anos.

E continuar a perseguir isso

é uma oportunidade enorme que não vou desperdiçar, logo, obrigado.

Vem buscar o teu alfinete.

Boa!

- Número três. - Obrigado, chefe.

Chefes, muito obrigado. Obrigado.

- Parabéns. - Obrigado, chefes. Obrigado.

Vamos!

Muito bem, Andrew.

Muito bem.

Só há um alfinete

e restam quatro chefes.

Quem ganhará este alfinete de excelência

e o último lugar na final?

O último chefe que vai competir nas finais é…

A Ilke.

Estás bem?

- Muito bem! - Bom trabalho!

Estou um pouco chocada.

- Parabéns, chefe. - Obrigada.

- Está bem! - Adeus.

Estou extremamente confiante

e muito orgulhosa de mim mesma por ter passado à final.

É muito triste para todos nós,

pois passámos a conhecer-vos muito bem.

Mas London, Nikki e Joaquin,

isto significa que o vosso tempo aqui no CIA acabou oficialmente.

Estou grato por esta experiência, por ter cozinhado com…

Com toda a gente nesta sala.

Voltar a estar na presença dos chefes do CIA

foi também uma grande honra.

Somos todos muito abençoados por estarmos neste setor.

Vai ser um setor mais entusiasmante convosco na cozinha.

Arrumem os vossos dormitórios e despeçam-se.

Devia dizer adeus.

Orgulho-me de cada prato que apresentei.

Por mais caótica que tenha sido a minha passagem na cozinha,

orgulho-me de tudo.

- Vem cá. - O mundo precisa de chefes como tu.

Ilke, acredita em ti.

É agridoce não avançar.

Gostaria de ter feito as coisas de forma diferente em certos testes.

Mas não posso mudar o passado e cresci muito aqui.

E estou muito feliz por ter arriscado.

Restam três chefes.

Andrew, Courtney e Ilke, parabéns.

Chegaram à final.

Estão muito mais perto de ganhar meio milhão de dólares

e o título de vencedor da competição.

Devem ter reparado que todos têm três alfinetes de excelência.

Mas isso está prestes a mudar.

O chefe Daniel e o chefe Kwame adoraram os vossos pratos de alta-cozinha

e quiseram dar um alfinete de excelência extra.

Este último alfinete é da parte deles.

Quiseram dar um pouco mais de notoriedade àquele que consideraram o melhor prato.

Courtney.

Ora.

- Parabéns, Courtney. - Caramba.

- No fim, vais parecer o Mr. T. - Cheia de adereços.

Sim!

Courtney, os alfinetes importam.

Este alfinete vai dar-te uma vantagem na final de amanhã.

Não sei qual será a minha vantagem tendo os alfinetes.

Se é mais tempo, se são ingredientes ou o que quer que seja.

Com meio milhão em jogo,

estou pronta para enfrentar tudo e mais alguma coisa.

Chefes, amanhã vão enfrentar o vosso teste final

e, claro, o mais importante.

E um de vocês será nomeado vencedor desta competição,

receberá a placa de campeão,

e ganhará 500 mil dólares.

É agora. É bom que estejam prontos.

Não esperava menos do que chegar à final, sinceramente.

Mas agora a fasquia está mais elevada do que nunca.

Sei que sou o que cozinhei com mais consistência.

Fui o melhor líder.

Quando chegar a altura de ganhar os 500 mil,

sou capaz de vencer qualquer um.

Muito bem.

Legendas: Rita Mendes do Carmo

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.