All language subtitles for Next.Gen.Chef.S01E02.1080p.WEB.h264-EDITH

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Original subtitles

O CULINARY INSTITUTE OF AMERICA

Onze de vocês já receberam as jalecas

e permanecem na competição.

Resta uma jaleca.

O último chefe a passar à próxima fase é…

A Karla.

Consigo ver o alívio na tua cara.

- Céus! - Como te sentes?

Acho que estive muito perto de vomitar demasiadas vezes hoje.

Aterrorizada, mas entusiasmada.

Para quem vai para casa,

houve problemas de conceção em áreas táticas

que não conseguimos ultrapassar.

Dito isto, despeçam-se.

O comboio parte em breve.

Obrigado, líder.

Bom trabalho, miúdo.

Ser considerado num grupo de chefes

que têm todos experiências impressionantes na indústria,

aos meus olhos, vale mais do que os 500 mil.

Por isso, saio feliz.

Embora tivesse gostado de encher os bolsos, então…

Parabéns, chefes.

Conseguiram.

Agora, celebrem.

Amanhã será um grande dia.

Celebrem! Vamos!

Este campus é lindo à noite.

Sim, é.

Os riscos estão maiores do que inicialmente poderíamos imaginar.

Quinhentos mil dólares.

Podia realmente fazer com que alguns dos nossos sonhos se realizassem.

Todos aqui sabem que frequentei esta escola,

mas espero provar que não sou um robô do CIA.

Tenho um monte de truques que ainda não viram.

Quero competir contra os melhores dos melhores,

e se fores tu, ótimo. Vamos lá.

A nossa nova casa?

Espero ter um quarto com vista para o lago.

Sim, isto serve.

- Estás pronto? - Vamos.

Trabalho com as pessoas mais talentosas do mundo.

Sou muito bom, mas não chega ser muito bom no mais alto nível.

Quero ser o melhor.

Sou muito abençoado por estar aqui agora.

Acho que será uma boa altura para nos tentarmos conhecer melhor

e também ver como poderias derrotar o teu inimigo.

Sim. Vamos ficar bem aconchegados aqui.

Já agora, eu ressono.

Meu Deus.

- Estão prontos? - Entusiasmada. Estou pronta.

- Olá, chefes! - Olá.

Olá.

Passaram no exame de admissão.

Vamos passar ao próximo teste.

Este é o Culinary Institute of America,

mas é importante reconhecer que esta escola ensina

como dominar cozinhas de todo o mundo.

Vão para o Global Food Hall.

Há três cozinhas,

cada uma contém ferramentas e equipamento culinários

específicos de três regiões diferentes.

Ásia.

ÁSIA

As Américas.

AS AMÉRICAS

E o Mediterrâneo.

Vão ter três horas para criar um prato familiar

usando métodos de cozinha tradicionais daquela parte do mundo.

Apesar de partilharem a cozinha, este é um teste individual.

Acho que uma das coisas mais importantes ser um excelente chefe

é saber ser versátil.

É o nosso trabalho enquanto chefes

preservar a cultura através da comida que cozinhamos.

É disso que isto se trata.

Muito bem, vamos dividir-vos em três grupos.

Cada grupo escolherá uma chave.

A porta que ela destranca leva à vossa cozinha regional.

Joaquín.

Andrew.

Ilke.

E Khan.

Vocês são um grupo.

Venham escolher uma chave.

- Fico com a primeira. - A primeira?

Procurem a porta misteriosa.

Javauneeka, Nikki, Karla e Peter.

São o próximo grupo.

Tens a certeza de és tu a escolher?

Disseram para escolher uma.

Sentem-se à vontade com a escolha do Peter?

- É a chave do grupo. - Não significa que ele manda.

- Obrigada. - Boa sorte, equipa.

- Boa sorte! - Obrigada.

E isso deixa a Abby, o London, a Courtney e a Sidney.

- Muito bem! - São o último grupo.

Qual?

Quero a Ásia.

- Boa sorte. - Obrigado.

TESTE DE COZINHA GLOBAL

- Aonde vamos? - Vamos.

Se ficar com a cozinha das Américas, isto está no papo para mim

porque é o que eu faço.

Adoro e cozinho comida mexicana.

Trabalho no Frontera Grill há cerca de oito anos,

logo, faço figas e espero que seja o que me calhe.

Sim.

Olá, chefes.

Bem-vindos ao Mediterrâneo.

- Fantástico. - Lindo. Adoro.

Chamo-me Xavier Mayonove.

Sou o chefe professor do restaurante Bocuse.

Procuro excelência,

disciplina e profissionalismo.

Se não estiverem dispostos a fazer isso,

acho que sou o mau da fita.

Todos são pescadores nestes países do Mediterrâneo.

As pessoas dependem do mar.

Temos Espanha, França, Itália.

Mas também temos Marrocos, Tunísia,

Grécia, Turquia.

Todos estes países têm uma semelhança,

os ingredientes com que trabalham.

Sou o chefe executivo de um restaurante italiano

que faz pratos mediterrâneos muito clássicos.

Se não for o mais impressionante nesta cozinha, há um problema.

- Não. - Meu Deus.

Ele sabe para onde vai.

Chegámos à última porta e eu disse: "Por favor, que seja a Ásia."

O que nos calhou?

Chefes, como estão hoje? Bem-vindos à cozinha asiática.

- Ásia, vamos lá! - Sim!

Sinto que sou mais criativo na Ásia.

Conheço as minhas especiarias.

Diferentes tipos de caril do sudeste asiático

e diferentes paladares de sabores.

É onde me sinto confortável, é como que a minha casa.

Lembrem-se, a Ásia é uma área enorme, portanto, não se limitem.

Sou o Chefe Thomas Rutherford. Fui para o exército após o liceu.

Ainda carrego comigo aquela formação militante,

disciplinada e profissional.

Usem tudo o que houver na cozinha.

Este forno tandoori alcança temperaturas de cerca de 480 graus.

Têm de controlar o lume. Não querem queimar ou chamuscar nada.

Estou feliz.

- Vamos. Vamos encontrar. - Vamos tentar esta.

Boa!

Olá. Hola, bienvenido.

- Olá, chefe. - Tudo bem?

Chamo-me Chefe Velázquez.

E bem-vindos à cozinha das Américas. Venham cá.

Sou professor no Culinary Institute of America.

Toda a minha família cozinha.

Eu cozinhava com a minha avó em casa todos os dias,

e foi esse amor e paixão

que despertaram a minha carreira.

Esta comida une as pessoas.

Sabem que será um prato familiar,

isto anda de mãos dadas, sim?

Sou de Porto Rico. O mais tradicional é banana-da-terra.

No México, falamos de mole, milho.

Fiquei logo intimidada.

As Américas têm tantas regiões diferentes.

Eu só não sou educada no assunto.

- Perguntas? Vamos começar. - Chefe.

Como chefes, é nossa responsabilidade

aprender a cultura dos povos através da comida.

Acho que um ótimo chefe deve ser capaz de utilizar

os seus dotes e técnicas para preparar pratos com que,

em muitos casos, podem não estar familiarizados.

Mas têm de usar os sabores, ingredientes e equipamentos tradicionais.

Testaremos a sua capacidade de aprender coisas e executá-las em cima da hora.

- Já trabalhaste com bananas-da-terra? - Não.

- Primeira vez? - Sim.

Garantam que provam. Hoje é importante. Provem.

Ouçam bem.

Procuramos excelência, sim? Lembrem-se.

O grelhador e o forno de piza

têm de fazer parte dos vossos pratos.

Sim, chefe.

Boa. Estamos a ir bem, chefes.

Acredito que tudo no meu prato ressoa com o Mediterrâneo.

Tenho um robalo assado inteiro.

Chamusco bem a pele no forno

e, depois, finalizamos com um pouco de molho de tomate

e focaccia caseira.

Então, chefe, conheces a cozinha mediterrânica?

Muito bem, chefe.

Sim?

Sim. Faço focaccia todos os dias.

Cinco dias por semana, com sorte.

Está bem.

Lembra-te, vais precisar de até duas horas para a fermentação.

Sim?

E temos bolhas. Vamos lá.

- Olá. Como vão? - Olá, chefe.

- Bem. Como está? - Ótima.

Estou animada com o tema mediterrâneo.

Estou a fazer uma costeleta de borrego com crosta de ervas e pesto.

Sou italiana, primeira geração. O meu pai é de Itália.

Cresci na cozinha da minha avó quando ele estava a trabalhar.

- Cozinho esta comida em geral. - Viveste isso.

- Sim. - Como vais reaquecer isto?

Estava a pensar acabar nos fornos de piza.

- Boa sorte, Nikki. - Obrigada.

Muito bem.

E tu, chefe?

Vou para a Grécia.

Eu e o meu marido passámos muito tempo no Mediterrâneo.

Fomos à Grécia e lembro-me de ter comido um prato que era…

Comi um pão pita com uma pasta por cima.

Pensei: "Como posso fazer a minha versão deste prato?"

Vou fazer um pão achatado mediterrâneo com húmus,

depois, vou marinar este camarão.

Cuidado com o sumo de limão, ácido a mais vais cozer o teu camarão.

Sim, chefe.

Estou triste por não estar nas Américas.

Não cozinho muita comida mediterrânea, mas como chefe, temos de ser versáteis,

sair da zona de conforto.

À medida que cozinhas, garante que provas, temperas, ajustas.

Está bem?

Sim, chefe.

Tenho alergia ao marisco, mas estamos no Mediterrâneo.

É muito marisco.

Por isso, quero abraçar isso e mostrar que sei cozinhar marisco,

e posso mostrar o meu talento, mas não provar.

Estou a correr um grande risco.

Cheira isto.

Cheira bem.

Quando penso num prato familiar mediterrâneo,

penso sempre logo numa grande festa de paelha.

Na Venezuela, temos muita influência portuguesa e espanhola,

e estou a tentar representar parte da minha cultura.

Estou a fazer uma paelha de arroz negro com tinta de choco

e, por cima, polvo.

É um prato arriscado.

É muito fácil o polvo cozer demais e ficar muito duro,

e é difícil porque estou a fazer paelha

com arroz que não é de paelha.

Vais usar o risoto como o arroz da paelha?

Sim. Não temos grãos curtos.

Não temos o arroz bomba?

- Não. - Está bem.

Tem cuidado com isso.

Está a deixar-me nervosa.

O arroz para risoto absorve quase quatro vezes mais água do que o de para paelha.

Por isso, sabia que ia ficar pastoso.

O que fizeste com o arroz?

Não fiz nada.

Só abriste a embalagem e puseste aí dentro?

Não te esqueças, estás a usar arroz de risoto.

Descrever-me-iam na cozinha como sendo, às vezes, um pouco teimosa.

Fui repreendida quando estudei aqui.

Diziam-me que não fazia as coisas da forma certa

e, agora, volto e penso: "Não, vou fazer as coisas à minha maneira."

Portanto, tenho corrido riscos, e este prato

ou me manda para casa,

ou vai ser a estrela,

mas estou muito determinada a fazê-lo.

Tens de trabalhar nisto. O tempo está a passar.

ÁSIA

Lembrem-se, este prato representa-vos a vocês e à cozinha asiática.

FALTAM TRÊS HORAS

- Lembrem-se disso, por favor. - Sim, chefe.

No que toca a cozinha ou ingredientes asiáticos,

eles têm diferentes níveis de experiência, e tens de ter muitas capacidades.

Tens de conhecer o teu perfil de sabor,

desenvolvimento de sabor dos ingredientes que usas.

A alta temperatura, o usar um wok ou um forno tandoori,

muito pode correr mal,

e isso pode destruir o prato que cozinhas.

Alguém tem alho fresco?

Tenho aqui.

Por favor, guarda um pouco para mim.

A minha mente estava meio confusa quando comecei

porque a Ásia é tão grande e vasta…

Há tantas formas de fazer isto.

Por isso, penso em conforto, em caris. Cresci com caris.

A minha mãe fazia caris a toda a hora.

Faço um caril de frango verde tailandês.

Depois, vou fazer um arroz tailandês com manga e manjericão.

Parece que vou cozinhar lagosta. Olá, pequeninas.

Ficámos com a Ásia.

Aprecio a comida deles. Adoro a cozinha deles.

Gosto de dizer que sou filho do mundo.

Já vivi em muitos sítios porque era filho de um militar.

Gosto de estar perto de diferentes culturas e grupos étnicos.

Nasci na Guiana Francesa,

e temos uma população enorme de pessoas indianas

que surgiu por volta de 1800.

Deixaram uma pegada enorme no meu país e, sabem,

quero mostrar isso.

Vou fazer um caril de tamarindo com lentilhas e lagosta glaceada.

Agora, a parte divertida.

Um pouco de ação, flambê.

Vou usar o forno tandoori.

Chega quase aos 500 graus.

Na hora de cozinhar, tens de saber a altura certa para o tirar.

Nunca usei um forno tandoori, mas não é desculpa.

Ou vai ou racha.

Gosto do cheiro, meu.

- Abby, como estamos? - Sinto-me ótima.

Adoro os sabores japoneses.

Vou focar-me nas técnicas japonesas.

Estou a fazer um prato de sashimi.

Não limpo peixe desde a escola de culinária.

Não costumo trabalhar com proteínas, vou desafiar-me a fazê-lo.

- Aproveita o tempo. - Com certeza.

Sei que o resto da minha cozinha está a utilizar o tandoori e o wok

para fazer pratos de carne.

Alguém planeia usar o forno tandoori?

Sim, eu.

A minha família era vegetariana. Eu não estava perto de carne.

Vamos ver como isto corre.

É uma desvantagem enorme porque é, obviamente, uma parte essencial

do mundo da culinária.

Peço desculpa aos peixeiros que estão a ver isto.

- Olá a todos. - Tudo bem?

- Sidney. - Sim, chefe.

- Como estás? - Estou descontraído.

Tenho de ser sincera, estás sob pressão.

- Disseste: "Quero a Ásia" e conseguiste. - Foi a última coisa que disseste.

Já escolheste um país como inspiração?

- Escolho a China. - Está bem.

Quando era miúdo, a minha mãe trabalhava numa escola militar.

E tivemos dois estudantes de intercâmbio chineses

a viver comigo a vida toda.

Mostraram-me como fazer este prato de carne desde cedo.

Isto fez-me apaixonar pela culinária.

Vou fazer algo como carne com arroz ao estilo de Sichuan.

Vou tentar trazer ao arroz muitas raízes havaianas,

só porque é o que eu sei, e vou tentar incorporar isso no prato.

Vou apostar tudo quando faltarem cerca de 30 minutos.

Quando disseram três horas, pensei: "Tenho de esperar tanto para usar isto?"

- Cheira muito bem. - Boa sorte a todos!

AS AMÉRICAS

Garantam que provam. Hoje é importante. Provem.

Sim, chefe.

Tens os cajus? Posso usar depois de ti?

- Claro, Ilke. Tudo por ti. - Obrigada.

Os meus pais emigraram da Namíbia.

E também nasci lá, mas mudei-me para os Estados Unidos aos três anos.

Cresci na Geórgia, que culturalmente é muito diferente.

Mas ainda fui criada numa casa africânder

e cresci a comer a comida dos meus pais, que é essa comida.

Não tenho muita experiência com cozinha sul-americana.

Estou a fazer entranha grelhada

e empanadas de banana-da-terra

com manteiga de abacate, coentros e caju.

Muito bem.

- Viram chocolate em algum lado? - Viste no armazém?

Obrigado.

Vou fazer um mole vermelho, que tem 24 ingredientes.

Um dos meus grandes amigos de infância,

a avó dele fazia isto para mim, e apaixonei-me.

Costumo demorar umas seis a oito horas.

Vou tentar incluir o máximo de sabor que conseguir no tempo que tenho.

Vou ser o próximo na máquina.

Andrew, que fazes?

Vou fazer uma travessa de marisco costeiro

servido com tortilhas caseiras,

camarão, massa frita em tempura, queijo fresco caseiro.

- Cresci no Texas. - Boa.

A 1.ª cozinha pela qual me apaixonei foi a mexicana.

No espírito desta cozinha,

quero mantê-la familiar.

Esta é a parte com a qual me conecto,

logo, quero apostar nisso e cozinhar com o coração.

Sempre foi muito importante para mim estar no auge

de tudo o que decidi fazer.

Perdi o meu pai aos 13 anos. Teve um grande impacto, obviamente.

Ele dizia que ia fazer algo, fazia-o,

e ensinou-nos a importância de levar as coisas avante,

e isso trouxe-me aqui.

Se vou participar em algo, quero ser o melhor.

Agora estamos a dar-lhe gás.

Ter estes componentes todos para que possas fazer como achares melhor,

isso, para mim, é um prato familiar, e quero representar isso.

Mas nunca fiz queijo fresco, por isso, vai ser um desafio.

Tens muito acontecer. Vais conseguir organizar-te?

Vou organizar-me.

- Olá, chefes. - Chefes.

Certo, Joaquín, que fazes hoje?

Vou fazer um churrasco brasileiro.

Vamos fazer uma grelhada mista.

Ao crescer, eu e a minha família íamos sempre a uma churrascaria brasileira

para aniversários.

A ideia de um churrasco

e de uma travessa de carne mista parece-me caseira.

Sim.

Também vou juntar tostones.

- O que te levou a escolhê-los? - É a minha coisa favorita.

Sem pressão, mas espero um ótimo tostone.

- Entendido. Obrigado. - Boa sorte. Parece ótimo.

Falta uma hora e 45 minutos, sim?

Uma hora e 45 minutos.

Achas que estão escuros demais?

Sim, isso já era.

Os cajus não têm solução,

por isso, tenho de os deitar fora e sinto-me tão frustrada.

Está a partir-se.

Tudo o que planeei está a correr mal.

Não, cortei-me.

E estou rodeada por cozinheiros extremamente talentosos.

O histórico profissional deles é, sem dúvida, impressionante,

logo, é bastante intimidante.

Deixa-me perguntar-te isto. Tens de fazer empanadas?

Não, acho que não.

Era o que tinha em mente e tudo mudou.

Certo, e então?

Tem razão.

Esta carreira implica ajustes rápidos.

Tens de sair da tua cabeça e só tens de cozinhar com amor.

- Sei que consegues. Sim? - Sim. Obrigada, chefe.

Esta é a pior situação em que me encontrei.

Logo, tenho de pensar no que fazer.

MEDITERRÂNEO

Temos 41 minutos.

Entendido, chefe. Obrigada.

Só quero lembrar a todos, à medida que nos aproximamos do fim…

Sim, chefe?

Se decidirem usar o forno todos ao mesmo tempo,

não vai haver espaço suficiente para todos.

Alguém vai pôr suas as proteínas no forno?

Vou pôr agora para depois só reaquecer no fim.

Lindo. Preciso do forno para piza por uns 15 minutos nos últimos 25 minutos.

Está bem. Eu vou… Tu vais ser o último.

Não, temos de acabar todos. O meu só será o último.

Está bem. Vou só aquecer o meu.

- Está bem. - Talvez cinco minutos?

Boa. Podemos fazer os últimos cinco? Posso pôr o meu…

Onde queres o teu no forno?

Tenho nove destes.

Amigo!

Apesar de ter dito a todos que estou a acabar a minha costeleta de borrego…

Tenho de pôr outro recipiente.

Entendido. Depois disso, não há mais espaço.

O Peter tem uns dez peixes.

A Karla também vai acabar a paelha no forno de piza.

Peter, há espaço para pôr a costeleta lá atrás?

De momento, não, chefe.

O Peter não manda. Acho isso muito indelicado e injusto.

Dá-me pelo menos dez minutos.

Não tento sabotar ninguém de forma alguma,

mas também não quero que o meu peixe fique empapado.

É um desafio individual

e queria a pele do meu robalo crocante.

Estão a olhar para um tubarão.

Tenho de pôr tudo o que é meu.

Céus.

O arroz está molhado.

A paelha costuma ser muito crocante no fundo.

Meu Deus.

Estou a ficar sem tempo

e não posso fazer nada.

Mas entrar em pânico só piora as coisas.

Faltam oito minutos.

O meu camarão foi mexido. Pode provar uma última vez?

O que acha tu?

Não posso provar. Tenho uma grave alergia ao marisco.

Tens alergia ao marisco?

Sim.

Devias pedir a um dos colegas.

Chefe Peter, podes provar isto?

- Salgado? - Falta acidez.

Um pouco de mel não faria mal, mas é a minha opinião.

Estamos numa competição por meio milhão de dólares,

posso confiar nos conselhos dos outros chefes?

Não sei o que fazer.

Terrível.

Temos três minutos e 55 segundos.

Sim, chefe.

Passando atrás.

Agora, a pressão está no ar.

- Isto está bom, certo? - Sim.

Este está bom? Não?

Procuramos excelência.

Lembrem-se, tem tudo de estar perfeito.

Partimos todos ao mesmo tempo.

Acabou! Já está!

Aqui vamos.

PROVA MEDITERRÂNEA

Olá, chefes.

Espero que tenham fome.

Sim.

Uma pequena reviravolta, pois sabemos que amam surpresas.

Será uma refeição familiar.

Vão sentar-se todos connosco, desfrutar das vossas refeições

e julgá-las antes de nós.

- Bem-vindos à família. - Bem-vindos!

- Ótimo. - Companhia perfeita.

Espero que tenham fome.

Espero que este prato vos leve a Atenas, Grécia.

Temos pão achatado mediterrâneo crocante feito em forno de piza,

cebolas salteadas com húmus

e um camarão escalfado com os sabores de limão, azeite

e menta fresca e orégãos.

E só queria partilhar que tenho uma grave alergia ao marisco,

logo, têm de me dizer como está.

- Pediste-lhes para provarem o camarão? - Sim.

- Também é um pouco arriscado. - Muito.

É uma jogada ousada.

Acho que está muito equilibrado em termos de sabor.

Também está muito suave.

Quero dar outra dentada. Não é pesado.

Gostaria de um pouco mais de sal.

Acho que um pouco de limão por cima teria feito justiça.

- Só precisa de um pouco de acidez. - Tens o brilho do camarão.

Estão mal temperados. Saem insossos.

Karla, e o teu prato?

Reinterpretei o arroz negro.

Uma paelha de arroz com tinta de choco com polvo grelhado.

Karla, serve o arroz.

Céus.

- Tu consegues. Está tudo bem. - Ela sabe o que procuro.

- Nós sabemos. - Estou à escuta.

Parte de uma ótima paelha é o socarrat, a camada crocante no fundo.

Servi paelha no meu casamento.

Se não houvesse socarrat, não pagaria.

- Não é paelha sem isso. - Sim.

Sem dúvida de que não é.

Acho que o teu polvo está cozinhado na perfeição.

Só preciso de uma pitada de sal. Só isso.

O arroz está, sem dúvida…

Está um pouco rijo, mas um pouco mole.

- Sim. - O que achamos, Karla?

Em termos de textura, não sou fã.

Eu sabia que ia acontecer por causa do tipo de arroz que usei,

e ainda dá para sentir o sabor do amido.

- Que tipo de arroz usaste? - Arroz para risoto.

Pois.

Quando viste que não havia o arroz apropriado para o prato,

pensaste, por um segundo: "Não devia fazer este prato

se não tiver o arroz certo"?

Nem por isso. Ainda estava focada nisso. Queria fazê-lo. Senti-me ligada a ele.

Queremos um arroz suave, macio.

Isto está muito pastoso.

Certo, Nikki, que tens para nós?

Tenho uma costeleta de borrego grelhada

com crosta de ervas de pistácio, terminada no forno de piza.

O chamuscado no exterior é um pouco demais para mim, mas…

O borrego está bom. Acho que precisa de um pouco mais de sal,

mas também é difícil quando fazemos a costeleta toda.

Nikki, acho que o teu conhecimento da cozinha brilha aqui.

É um belo prato. Bom trabalho.

Obrigada.

Peter, podes falar-nos do teu prato?

Aqui temos um robalo assado inteiro.

Feito no forno de piza para obter a pele crocante.

Têm o chamado molho puttanesca.

Depois, fiz focaccia para vocês no fim.

Quando acabarem o peixe, podem embeber o molho com pão.

O sabor do molho está mesmo delicioso.

E acho que o peixe está muito bem cozinhado.

- Obrigado. - Estava preocupada com a tua focaccia.

Acho que conseguiste. Está linda.

Tens uma massa boa. Mastiga-se bem.

E o molho está maravilhoso.

- Obrigado. - É um ótimo equilíbrio de especiarias.

Acho que, no geral, é um prato muito bem-sucedido.

- Muito obrigada. - Obrigada.

A seguir, temos a cozinha asiática.

- Estou ansioso. - Eu também.

Tenho comida na cara?

Sim, uma enorme…

Tiveste sempre manchas de tinta de choco. Nunca te disse.

Muito bem, pessoal, temos 15 minutos.

- Entendido. - Sim, chefe.

Pensem no desenvolvimento e no perfil do sabor, no empratamento final.

Olhando para os pratos dos outros, vejo esta bela cauda de lagosta

e este leque de arroz e, obviamente, influência japonesa.

Estão todos a arrasar. E eu estou a fazer um caril.

Fazer um prato humilde como este

e pôr o que sou num prato deixa-me nervosa.

Só espero que chegue.

- Quanto tempo? - Faltam dez minutos!

Vou por aqui.

A lagosta é um tipo de carne delicada.

Não podem cozinhá-la e deixá-la repousar. Parece borracha.

No que toca ao forno tandoori,

a gestão do tempo pode ser decisiva.

Cinco minutos!

Vejam este chamuscado.

Queria pôr a lagosta no prato mesmo no último momento.

Vão provando, por favor. Provem à medida que fazem.

Falta um minuto. Sessenta segundos.

FALTA UM MINUTO

É agora.

London, precisas de ajuda?

- Sim. - De que precisas?

- De pôr isto aqui. - Tirar isso, certo.

É isso mesmo.

Cuidado.

Acabou, malta. Mãos para cima. Acabou.

Venham cá.

Aquilo tem bom aspeto. Tem tudo bom aspeto.

PROVA DA ÁSIA

Sinto que estou quase a chorar.

- Olá, chefes. - Olá.

Estamos muito entusiasmados para provar a vossa comida asiática.

Começamos pelo da Abby.

Comam todos e digam-nos o que pensam.

Abby, fala-nos do teu prato.

Preparei salmão curado com citrinos,

folhas de peixe seco e um molho de cebolinho, gengibre e alho.

Achei ótimo. Tudo sabia muito bem.

- Courtney, que achaste? - Adoro salmão.

Com a quantidade de arroz que tinha quereria mais peixe.

Sem dúvida.

A tua apresentação

acho que escondeu algumas das imperfeições do corte,

por isso, parabéns pelo empratamento.

Obrigada.

Avançamos para o London.

No início, comecei com uma bela cama de lentilhas com caril de tamarindo.

Logo, vai ter aquela acidez.

Escolhi o tandoori,

e consegui uma cor bem bonita naquela lagosta,

e reguei-o com um bom molho.

Espero que gostem.

A lagosta está linda com o tandoori.

Regaste-a, espetaste-a e dispuseste-a, parabéns.

Obrigado, chefe.

London, que prato bonito.

- Muito obrigado. - A sério.

Tem aquele sabor fumado que fica cá do tandoori, e isso é difícil.

Queima. Tiveste de cozinhar depressa.

Mas ainda está tenro. Que trabalho fenomenal.

Obrigado.

Courtney, é a tua vez. És tu.

Adoro comida tailandesa e adoro caril tailandês verde, mal posso esperar.

Fiz um caril verde tailandês com frango,

e temos um arroz de manga e coco torrado.

Achei que estava top.

Sim! Tão bom! Boa!

- Estava o quê? - Estava top.

- O que quer dizer? - É gíria de jovens para "bom".

Boa, estou mesmo velha.

É muito difícil fazer caril do zero. A maioria compra algo pré-fabricado.

Mostra que levaste mesmo a sério.

Não ias escolher o caminho fácil.

Está muito bom, sim?

- Arrepiei-me. - Meu Deus!

Sou a minha pior crítica.

Por isso, todos dizerem:

"Isto está… O quê?"

Sinto-me bem.

Estou bem. Faço o que… Estou no caminho certo.

Sem dúvida.

Cada caril é diferente, e é a tua personalidade.

Acho que estava delicioso.

Obrigada.

Sidney, o teu prato?

Trouxe uma carne de vaca ao estilo Szechuan, chalotas, cogumelos,

e temos ervas frescas

e o nosso arroz ao lado.

- Nota máxima, meu. - Sim.

Não tenho queixas. Nota máxima.

O teu prato é aveludado. Tem muitas camadas.

E acho que foste muito ponderado.

Apesar dessa patetice toda, pensas muito nas coisas.

A minha única crítica é o arroz estar cozido demais.

Se eu fosse a ti, teria feito o arroz de novo.

Entendido.

A vocês quatro,

se esta for a próxima geração, é isto que queremos ver.

Ótimo trabalho. Estou ansiosa por ver mais.

Muito obrigada pela vossa comida e por comerem connosco.

Gostámos. Vão dificultar-nos o trabalho.

Caramba…

- Devias estar orgulhosa. - Vamos chorar algures.

Estou prontíssima para a comida das Américas.

Ouçam todos. Falta exatamente uma hora, sim?

Sim, chefe. Uma hora.

Ilke, como estás?

- Não muito bem, mas… - Que aconteceu?

Não sei como cozinhar este tipo de comida.

Tu consegues. Sim?

- Sim, obrigada. - Vamos lá.

Acredita em ti.

As empanadas não estavam a resultar, por isso decidi fazer tostadas.

- Sentes-te confiante? - Não, nem por isso, sinceramente.

Mas melhor do que as empanadas.

Tu consegues.

Ainda uso as mesmas tortilhas.

Estou só a fritá-las, a reaproveitar o meu recheio para agora ser estufado.

Então, corto as bananas-da-terra

e junto-as ao bife para poderem cozinhar juntos.

Estou a tentar terminar o meu prato

e fazer algo de que me orgulhe.

Quanto tempo precisas na fritadeira?

Está quase, faltam uns três minutos.

O meu prato tem muitos elementos e todos começam a juntar-se de uma vez.

Tenho de acabar as tortilhas,

fritar o meu camarão, tirar o milho da casca e cortá-lo,

embalar o meu puré de abacate, conservar a minha cebola e couve,

tirar o meu queijo fresco do saco

e garantir que está temperado e sabe bem.

É muita coisa, não é?

- Estás satisfeito com isso? - Sim.

Também estás satisfeito com a consistência?

Sim. Vou aguá-lo um pouco,

mas estou muito satisfeito com o sabor.

A passar por trás! Está muito quente!

O meu prato é muito rico em proteínas.

Cheira bem. Os aromas estão a sair.

Tenho de tirar isto do caminho e focar-me nos tostones.

Já fizeste tostones numa máquina de tortilha?

Só fiz dessa forma.

- A sério? - Sim.

Interessante.

Obrigado.

- Vais fritar, Andrew? - Sim.

- Queres fazer a meias? - Chefe, obrigado.

Faltam cinco minutos, pessoal!

Avança, chefe. Está muito quente.

Está na hora de pôr no prato.

- Força, vamos. Força. Vamos lá. - Sim, chefe.

Estou frustrada e pronta para este teste acabar.

Têm um minuto. Vamos.

- Estás bem? Satisfeito? - Estou feliz, chefe.

- Precisas de ajuda? - Sim.

Imita-me com os tomates e as flores.

Se não for eliminada hoje, vou ter de retribuir o favor.

Obrigada.

Dez, nove, oito, sete,

seis, cinco, quatro,

três, dois, um.

- Conseguimos. - Obrigada.

Vamos lá. Bom trabalho. Bom esforço. É assim mesmo.

A PROVA DAS AMÉRICAS

Estamos muito entusiasmados para a comida das Américas.

Joaquín, o que fizeste?

Fiz um churrasco brasileiro.

Este prato é-me muito querido.

Temos três tipos de carne.

Frango grelhado, maminha, o borrego que assei no forno.

Depois temos um molho de tomate e manga para dar alguma frescura.

E o meu favorito, tostones.

Estou obcecada com os teus tostones.

- Estão tão bons. - Obrigado.

Pôr um pedaço de cada carne,

pôr o molho, isso liga tudo.

- Acho brilhante. - Obrigado.

Estas proteínas são cozinhadas de forma diferente, mas cozinharam muito bem.

A minha única crítica é a simplicidade do prato,

os sabores são complexos,

gostava de ter visto provavelmente mais cortes de faca magistrais.

A cor é espetacular. Grita cozinha americana.

O molho envolve tudo de tal forma que se pensa: "Quero continuar a comer".

É uma boa dose de acidez que realça mesmo todos os sabores destas carnes.

Bom trabalho. Provavelmente, podias ter-nos dado só estes.

- São ótimos. - Precisamos de falar mais sobre isso?

- Estão mesmo deliciosos. - Tão bom!

É por isto que vais ser conhecido. O rei dos tostones do CIA.

Estás na berlinda, Khan.

Fiz um mole vermelho lindo, do centro do México.

Usei o comal para alourar bem todos os vegetais.

Por baixo está um arroz espanhol. E também confitei um frango.

A profundidade de sabor que conseguiste alcançar em três horas

é muito impressionante.

É saboroso e picante,

mas tem noz-moscada e pimenta da Jamaica e todas estas pequenas pitadas

de exatamente o que queremos pôr num mole.

Mas teria feito mais justiça se não tivesses desfiado o frango.

Certo, vamos provar o próximo prato. Temos o do Andrew.

Hoje temos massa tempura de camarão frito,

algum elote e taro, e molho macha de avelã.

Ao lado, temos tortilhas frescas caseiras.

- Só isso? Não fizeste mais nada? - É tudo, chefe.

Fiquei com pouco tempo.

Acho a crocância do camarão muito boa.

Parabéns por fazeres queijo fresco caseiro

no tempo que te foi dado.

Fizeste queijo fresco?

- Não mencionaste isso. - Excelente.

Mas que raio?

Nunca tinha feito queijo fresco. Queria fazer.

Também cultivaste coentros lá dentro?

Só por curiosidade.

Adorei o brilho da acidez da couve, a cremosidade do queijo fresco.

A textura estava fantástica.

Amei que hoje tivéssemos visto a tua personalidade.

És do Texas. Isto é muito Tex-Mex.

E, no geral, bom trabalho.

Muito obrigado.

Ilke, és a seguir.

Muito difícil de superar.

Não, está tudo bem. O simples também é bom.

Certo, fiz-vos tortilhas fritas com molho de queijo fresco e natas azedas,

entrada e banana-da-terra frita.

Bem, era um recheio. Isto iam ser empanadas.

Porquê a mudança?

Só porque estava a falhar.

Nunca tinha feito este tipo de comida, por isso, sim.

Acho que, para um prato em geral, isto é muito saboroso.

Mas estando naquela cozinha

e saber como te sentias a meio da confeção,

e ver-te aguentar, focada e a continuar.

Muito impressionante.

Dizes que não sabes nada sobre a cozinha sul-americana,

mas as especiarias estão cá.

Tens várias especiarias quentes

e a crocância e a textura disto são deliciosas.

Sim.

As coisas correm mal na cozinha diariamente,

sobretudo com o tempo que tinham.

Acho que este esforço… Sei que não representa o melhor que podes fazer.

Antes de mais, as lágrimas nem sempre são emoção, são também paixão.

Está tudo bem. E vejo paixão na tua cara.

Não devemos ser chefes perfeitos, mas saber o que fazer quando não resulta.

Sabemos que és capaz de mais, mas adoro que tenhas mantido o tema.

Está bem. Obrigada.

Muito obrigada. Podem voltar para a cozinha.

Obrigado.

Desculpa, mas sabia que ia acontecer.

- Sim. - Sinceramente, foi tão difícil.

Foi tão difícil.

Tenho dificuldade em ter conversas com as pessoas quando elas choram.

É difícil para mim, então, deixo-vos tratar disso.

- Tudo bem. - Muito bem, senhoras.

Nunca tinha ido às Américas, à Ásia e ao Mediterrâneo

de uma só vez.

Diria que, em geral, fizeram um bom trabalho.

- Olá a todos. - Olá.

Estamos ansiosos por saber que aconteceu nas cozinhas.

Olá a todos.

Comecemos pela cozinha asiática. Diga-nos o que achou.

No geral, bom grupo. O London fez um ótimo trabalho.

Ele chegou a saber o que queria fazer.

Os temperos e os molhos dele até agora têm sido ótimos.

- O caril estava… - Sim, era tão complexo.

Quem acha que foi o cozinheiro mais forte da equipa?

Diria a Courtney.

Acho que tem as capacidades, tem o palato, sem dúvida.

Mas falta-lhe confiança, ela duvida.

Mas acho que o mais importante para ela… Ela parece ter alguma direção.

Avançando, a cozinha das Américas.

O Joaquín estava a testar limites, e a puxar por si.

Tanto talento no seu prato, com muitos elementos.

Ele foi muito ambicioso, acho.

Que achou do prato da Ilke?

Ela foi, sem dúvida, quem teve a maior dificuldade.

Ela disse: "Perdi toda a minha confiança."

- Disse isso? - Sim.

Ela conseguiu descobrir como fazer a tostada.

Mas já estava tudo numa correria.

Assim que as emoções vão abaixo, a comida também vai.

Acho que o Andrew é quem mais me impressionou.

Ele era o mais confiante.

Usou o comal, a máquina das tortilhas.

- Usou tudo. - Deu três horas de comida.

A seguir, temos a cozinha mediterrânea.

Foi interessante.

O que achou da Javauneeka?

O prato dela era muito simples.

E teve muito tempo em três horas

para fazer um pão achatado com camarão por cima.

E sabia que era alérgica a marisco?

Descobri porque ela só me pedia para eu provar.

Tens tempo e todos os ingredientes.

Porque escolherias a única coisa a que és alérgica e não podes provar?

Chefe, provou o arroz da Karla?

Sim.

- O que achou? - Talvez 20 vezes.

Mas como ela não tinha o arroz bomba…

Acho que devia ter lavado o arroz para risoto.

Mesmo que seja algo que não fariam se fizessem um risoto.

O meu problema com a Karla é que ela fez exatamente o que queria fazer,

mas ela sabia desde o início que tinha risoto, o que vai ser cremoso.

O arroz demora 17 minutos. Eu teria feito um arroz novo.

Chefes, jurados, acham que temos alguns chefes que chumbaram no teste?

- Sim. Sem dúvida. - Sim.

Acho que se tivesse feito algumas destas coisas na escola,

não teria passado. Teria ido a caminho de Alabama.

Há decisões difíceis a tomar.

Sim.

Olá e muito obrigada por partilharem os vossos pratos internacionais.

Os jurados tomaram algumas decisões, vamos começar com as vitórias.

Em cada teste, os jurados entregarão um alfinete de excelência aos chefes

que foram notáveis.

Ganhar um é um reflexo do vosso desempenho

em todos os aspetos do teste.

Hoje, os jurados vão atribuir quatro alfinetes de excelência.

Kelsey?

O primeiro vai para…

Courtney.

Sou a primeira a receber um alfinete.

Foi bom. Foi uma sensação de validação.

A minha comida estava ao nível da de alguns chefes muito bons.

- Parabéns. - Obrigada.

Excelência. Entendido. Eu trato disso.

Andrew.

- Parabéns. - Obrigado.

Joaquín.

- Acertaram em cheio. - Obrigado.

Resta um alfinete de excelência.

London.

Vamos lá!

- Vamos lá! - Vamos lá!

Muito bem!

Estou a tremer.

Porque não te sentes bem?

Às vezes, sou o meu maior…

Sou o meu maior…

Estou só…

Estou só extremamente feliz.

Chefes fantásticos.

O facto de me abençoarem desta forma

significou muito para mim.

Está a dizer-me, espiritualmente, que estou no caminho certo.

Respira fundo.

- Estou a tentar. - Eu sei. É muita coisa.

Sinto-me feliz, sabem? São lágrimas de felicidade.

Agora, a parte difícil.

Jurados, quem não passou no teste?

Infelizmente, três de vós ficaram aquém hoje.

Ilke,

Javauneeka,

e Karla.

Avancem, por favor.

A chefe que vai para casa hoje é…

Javauneeka.

Javauneeka, o teu prato era muito simples.

Embora entendamos que tens alergia ao marisco,

a melhor decisão seria não cozinhar marisco nesta competição.

Fiquei aquém em algumas coisas.

E devia ter confiado na minha verdadeira técnica,

pôr isso no prato, e isso teria mostrado melhor o que sou.

- Sabemos que consegues melhor. - Já vimos melhor.

És muito talentosa. A sério.

- Obrigada. - Obrigada, Javauneeka.

Adeus.

Neste momento, estou desapontada.

Devia ter feito outro prato.

- Boa sorte a todos. - Adeus.

Quem me dera ter outra oportunidade.

Mas não tenho, logo, estou feliz por ter aprendido o que pude neste sítio incrível.

Eu sei que é muito difícil dizer adeus e aceitar este feedback,

mas para os restantes, quero que se recomponham.

Preparem-se para o próximo teste.

Saberemos mais amanhã.

Tenho orgulho em ti.

Bom trabalho.

Acho que o que me deixa mais nervoso é a incerteza do que vai ser este teste.

A fasquia está a subir. A pressão é muito maior.

Éramos 21 estranhos.

Agora, somos 11.

Bom trabalho, malta.

Agora não há margem para erros.

Legendas: Rita Mendes do Carmo

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