Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Suspeitam que o Bernal esteve envolvido no homic�dio?
N�o, mas o Nico passou dos limites
e come�ou a liderar uma investiga��o paralela n�o autorizada.
V�o ver por onde o telem�vel andou e vais tornar-te suspeito.
Como novo diretor da Pol�cia Estatal,
tens de seguir o protocolo correspondente.
Queres?
Vemos o Chapman.
Rende-te!
O Chapman est� morto.
Para alguns de n�s, demor�mos anos a perceber que fomos abusados.
Todo este esfor�o tem de come�ar a dar resultados.
Nico, algu�m entrou na casa.
Estas coisas s�o de gente m�.
Bom dia.
- Demoraste. - Finalmente, mano.
Como est�s, Archi?
Bem, estou a recuperar.
Deverias descansar.
Sim, deverias.
Bem, recebemos dois casos.
O primeiro caso �
o John Fitzgerald Kennedy.
Ele foi morto h� s�culos, certo, chefe?
Oswald.
Ele chama-se JFK,
mas n�o tem nada que ver com o ex-presidente gringo assassinado.
Era uma piada.
Age como um rapper g�ngster e faz espet�culos, por vezes.
� procurado por homic�dio qualificado de um membro de um gangue rival.
Est� armado e � perigoso.
Publicou tretas numa conta falsa nas redes sociais.
Fiquem atentos a pistas sobre a localiza��o dele.
- Sim, chefe. - Vamos ao segundo caso.
Tay e Tony Walton.
Drogados.
Viciados em hero�na e, agora, tamb�m em fentanil.
S�o culpados de v�rios delitos menores,
cometidos para obterem guito para o v�cio.
S�o procurados por rapto dos pr�prios filhos, de oito e cinco anos.
O que quer isso dizer?
Levaram-nos de um lar de acolhimento.
� um caso priorit�rio porque h� crian�as em risco.
A Camila e tu, Archi, v�o come�ar a investiga��o.
Sim, chefe.
Bom dia.
- Bom dia. - Bom dia, comandante Collado.
Parem tudo o que est�o a fazer. Temos outra prioridade.
Hoje todos voc�s v�o realizar um teste de confian�a.
A minha prioridade como novo chefe da pol�cia
� a confian�a na minha equipa.
Hoje v�o fazer uma s�rie de testes para ver se est�o aptos fisicamente,
psicologicamente,
e moralmente para serem da minha equipa.
Da mesma maneira, ser�o investigados
para garantir que nenhum de voc�s est� ligado ao crime organizado.
Como pode pensar que temos liga��es ao crime organizado, chefe?
Olhe l�, o meu �nico dever � informar-vos
de que os resultados destes testes
podem levar a admoesta��es administrativas,
como suspens�es e demiss�es permanentes dos vossos cargos.
E, caso isso venha a surgir, acusa��es criminais.
N�o sei se sabe, mas j� fizemos esses testes h� algum tempo
e somos competentes.
Por isso, cheg�mos aqui.
N�o fui claro, certo?
Estou a avisar-vos,
n�o pe�o a vossa opini�o.
N�o ter� de fazer o teste.
Liam, pode ajud�-la com a investiga��o ap�s os testes f�sicos.
CA�ADORES DE GRINGOS
Bom dia.
Est�o aqui para eu fazer uma pequena verifica��o superficial.
Abra.
Urinem aqui.
� para o teste de drogas.
AMOSTRA TOXICOL�GICA
Tem de o fazer � minha frente.
Tenho algo para vos dizer.
Ficaram lixados e queimaram os c�es da Mar�a e da Silvia.
O qu�?
N�o pode ser.
Como est�o elas?
Muito assustadas.
Podemos vigi�-las � vez.
Agora est�o num lugar seguro.
V�o para casa dos pais do Temo.
Mas, por enquanto, temos de interromper a investiga��o.
- O qu�? - N�o as podemos p�r em risco.
Mas n�o podemos parar a investiga��o.
Sabemos que o Murphy mente.
Temos de descobrir sobre o abuso.
Apesar de n�o fazermos ideia daquilo em que nos metemos.
N�s sabemos, meu. Estamos perto de saber quem matou o Temo.
Porque achas que nos obrigam a fazer estes testes?
O Ortega quer lixar-nos e est� tudo a ficar demasiado perigoso.
Temos de parar.
Como fez esta cicatriz?
Com licen�a.
� da minha cesariana, agente.
Parece que fui cortada por um bandido?
Um presente do hospital p�blico.
Parece haver mais carniceiros do que m�dicos l�, certo?
E o que significa essa tatuagem?
Nada, coisas est�pidas de mi�dos.
Que comece o interrogat�rio.
N�o � um interrogat�rio.
- N�o �? - S� queremos validar a tua sa�de mental.
Fala-me da tua inf�ncia.
A minha inf�ncia...
Bem, vi o meu pai a ser morto.
Ser� que se lhe pode chamar inf�ncia, depois disso?
A minha m�e teve-me era muito nova. Tinha 15 anos.
Criou-me sozinha,
num bairro de Mexicali chamado Valle del Pedregal.
N�o sei se conhece.
Os mi�dos jogam � apanhada, mas o apanhador tem um picador de gelo.
E o teu irm�o?
O que tem?
Fez o necess�rio para vos sustentar, certo?
Mesmo que fosse algo ilegal.
N�o sei, psic�loga.
Mas dizem que j� n�o faz isso h� muito tempo.
E o teu pai?
Conheceste-o?
N�o.
Tornaste-te pol�cia para procurares um pai?
� verdade, n�o �?
E encontraste-o?
Sim.
O Temo.
Encontraste-o e perdeste-o.
Como te sentes com isso?
Tiveste um desempenho excecional na For�a A�rea.
Porque sa�ste?
Porque percebi que n�o era para mim.
Como entraste na pol�cia?
Devido ao Cuauht�moc Lozano.
Est�s em grupos de redes sociais de direita dos EUA.
Acho que � um grande pa�s.
- �s contra o governo? - N�o.
Num caso recente, um dos fugitivos morreu depois de o alvejares.
Pode dizer que o matei, est� bem? Tenho no��o disso.
N�o tens outro incidente semelhante no registo. Como te fez sentir isso?
A n�vel pessoal, como � a tua rela��o com o teu marido?
Ex-marido. Tem o processo, certo?
Seguimos caminhos diferentes, como pode ver.
Ele fez as suas escolhas e eu trabalho aqui.
O que fizeste quando descobriste que o teu marido se envolveu em crimes?
Eu tinha 16 anos, por isso, nada. N�o fiz nada.
Descobri quando o prenderam.
Vives numa casa enorme em Playas.
Deve ser cara. Vives acima das tuas possibilidades?
Vivo como quero viver.
Sentes que foi injustificado?
N�o.
Era um fugitivo perigoso.
Estava treinado e armado. N�o era f�cil.
Esta necessidade de te exibires...
N�o ser� porque escondes alguma coisa?
N�o sei.
Diga-me. A especialista � voc�, certo?
Ao ver como vives,
algu�m poderia pensar que est�s metido em atividades corruptas.
Est� a acusar-me de algo?
Tens pesadelos recorrentes ou pensamentos obsessivos?
Mais ou menos.
Parece que um N e um M est�o entrela�ados nesta tatuagem.
N de Nicol�s e M de...
Mara Salvatrucha.
Qu�o s�rio levas o teu trabalho?
Muito a s�rio.
Parece que n�o.
M de...
Mar�a.
A filha do ex-comandante Cuauht�moc Lozano?
Se sabe, porque me pergunta?
Se o Temo era como um pai para ti,
a Mar�a n�o era como uma irm�?
Mar�a, ele vai acordar.
O que quer saber?
O que achava o Temo da vossa rela��o?
No in�cio, n�o gostou.
E depois?
Depois tamb�m n�o.
Foi por isso que acab�mos.
E agora?
Gosto muito de ti, Nico.
Mas n�o me caso com o meu pai.
Agora somos amigos.
Preocupa-te a necessidade de teres de voltar a matar?
Sim.
Terei de reportar isto aos teus superiores.
Cresceste sem pai.
Agora, o teu filho cresce sem pai.
Sim.
Como te faz sentir isso?
Culpada?
Raios! Devo sentir-me culpada pelo que ele fez?
- Escolheste-o. - Tinha 16 anos, j� te disse.
E, agora que j� n�o tens 16 anos,
n�o te preocupa que o teu filho repita o mesmo padr�o criminoso
de todos os homens na tua vida?
Olhe, psic�loga.
Sou uma boa m�e
e tamb�m sou uma boa pol�cia.
Leia o meu processo.
Temos de nos apressar antes que o Collado me chame para a entrevista.
Diz aqui que devem viver e viajar numa carrinha velha.
As �ltimas tr�s vezes que os viram foi em Playas.
Conhe�o um tipo chamado Cuija.
� o traficante da zona.
Se aqueles gajos andam a snifar, ele sabe onde est�o.
Bernal.
Preciso de si no escrit�rio o dia todo.
Raios! Porqu�?
Vai fazer testes mais rigorosos.
H� algum problema com isso?
For�a, ent�o.
Ent�o, Mar�a?
Nico, algu�m invadiu e esteve na casa dos meus av�s.
- O qu�? - Algu�m vivia l�. N�o sei.
Os vizinhos dizem que, h� um m�s, v�rios homens mascarados invadiram.
Havia vidros partidos e portas arrombadas.
- E havia uns desenhos esquisitos. - E onde est�o?
Estamos no Swap Meet Siglo XXI, Nico.
Cum cara�as! N�o posso sair daqui agora. Vou ver quem posso mandar para a�.
Olha, vou mandar o Cri. Mantenham-se calmas.
- Agente. - O que foi?
Preciso que v�s buscar rapidamente a Mar�a e a Silvia.
Ao Swap Meet, em D�az Ordaz.
- Conheces? - Sim.
Ent�o, toca a andar e leva-as para um local seguro.
Est� bem.
Sei para onde as levar. Eu aviso-te.
Obrigado.
- Vou investigar o JFK, chefe. - Muito bem.
MOTEL LA PUERTA
Aqui estar�o seguras.
Este local pertence a uns familiares, por isso, se precisarem de algo, pe�am.
J� sabem, qualquer coisa, a qualquer hora, est� bem?
- Obrigada, Cri. - Liguem-me se precisarem de algo.
Eu levo a vossa bagagem. For�a.
- Obrigada. - V�o buscar a chave.
Tudo bem, Alonso?
Procuro algu�m que tenha tido um problema, uma m� experi�ncia,
ou tenha sofrido abusos na Sonhos Sem Fronteiras.
Conheces quem queira falar sobre isso?
Sim. Oficiosamente. J� sabes.
N�o, Sa�l. S� preciso de um nome...
N�o tens de te envolver, est� bem?
SA�DA
N�o. Estou a investigar isto sozinha.
Est� bem. Assim faremos, Abril. Assim faremos.
Se souberes de algu�m, estarei aqui alerta.
N�o. Obrigada, mi�da. Obrigada. Muito bem.
Agora, tudo vai melhorar.
J� viste como o novo local vai ser fixe.
SONHOS SEM FRONTEIRAS
Cri?
Como est� a Mar�a?
Muito obrigado, Cri.
Ainda estou aqui � espera.
Continuem a analisar as redes do JFK. O Beto que te ajude.
E ent�o? O que se passa, Camila?
Pronto, mas com muito cuidado, sim?
Quando encontrarem os drogados, ficam encarregados dos filhos deles, sim?
Muito bem.
Mantenham-me informado, est� bem?
Tudo bem, Gloria? O Cri j� levou a Mar�a e a Silvia para um local seguro.
Olha,
liga-me, pode ser?
Tenham cuidado, est� bem?
Ent�o, Bernal?
V�o deixar-me sair ou qu�?
Era o que eu mais queria.
Mas adivinhe. N�o ser� poss�vel.
Houve algumas inconsist�ncias nos teus testes.
Sim?
Segundo o protocolo, ter� de fazer um teste de pol�grafo.
Avisaremos quando estivermos prontos. Continue � espera.
Olha l�.
� sobre os testes.
Pensei em faz�-los voluntariamente, mas assustei-me.
Porqu�?
Quando entrei no Dep. de Intelig�ncia,
fiz os testes e tentei esconder o meu autismo.
E foi p�ssimo.
Porque o tentaste esconder?
Sempre que as pessoas descobrem, tratam-me de forma diferente.
Ouve, Cami.
N�o tem nada que ver,
mas sei como � ser tratado assim.
Quando era mi�do, usei muitas subst�ncias e...
As pessoas tratam-nos de forma diferente quando sabem que somos viciados.
Estou nervoso com o teste de drogas porque...
Sa� com a Ema, h� umas semanas, e ela ofereceu-me MDMA e eu aceitei.
O pior � que estava limpo h� v�rios anos.
Se s� consumiste um pouco h� umas semanas, pode n�o aparecer no teste.
Sim, mas se aparecer, v�o suspender-me ou despedir-me
e serei lixado.
Est� bem, mas ainda n�o sabes isso.
� aqui.
Chano, o que tens para mim?
Encontrei algu�m que talvez saiba algo sobre os abusos.
Cruzei-me com um amigo que anda com a Patrulha Espiritual.
Os tipos que andam por a� a apanhar drogados e a lev�-los?
Sim, s�o esses. � um drogado que j� foi apanhado v�rias vezes.
Chama-se Yahir.
Diz que foi adotado pela Sonhos Sem Fronteiras.
Era �rf�o e, aos 13 anos, levaram-no para os EUA para ado��o,
mas ele fugiu e voltou.
- Mas j� estava traumatizado e viciou-se. - Yahir.
Sabes onde posso encontrar este tipo?
Ele n�o tem casa.
Vagueia pelo antro de chuto de S�nchez Taboada.
- S�nchez Taboada. - Tem cuidado l�. � perigoso.
Ent�o, maldito Cuija?
Maldito Archi.
Como est�s, meu?
Ou�am!
Este tipo era como meu filho. Conhe�o-o desde que era mi�do.
Pedia-me ajuda quando se metiam com ele.
Olha. Desapareceste.
O que te traz de volta?
Procuramos uns gringos.
Olha.
Viste-os?
Apareces depois destes anos todos e queres que os denuncie?
Agora sou pol�cia.
Esta � a minha colega.
Seu cabr�o.
Raios!
Vejam isto, idiotas!
Devolve-ma, Cuija. N�o brinques, meu!
Glock. Nove mil�metros.
- Saiam, imbecis. - Cuija!
- Isto vai ficar feio. - Chega, meu!
Est� carregada, meu. Para!
Devolve a arma!
Cuija, por favor!
Acalmem-se os dois!
� uma arma da pol�cia. Devolve-a.
Acalma-te. Acalma-te, Camila!
Acalma-te, mi�da.
N�o fa�as nada est�pido. Estamos s� a brincar.
Devolve-a!
Para, meu! Para, Camila! Acalma-te.
Baixa a arma, por favor. Baixa-a!
Acalma-te, relaxa.
Ouve, Cami.
Acalma-te. Ele � sempre assim.
Baixa a arma.
Baixa-a, por favor.
Guarda-a.
Foda-se, cabr�o!
Era s� uma piada.
Conhece-los ou n�o?
Esses gringos vivem numa carrinha.
Estacionam sempre na pra�a abandonada.
� tudo o que sei.
Obrigado, meu.
Devo-te uma, meu.
Deves-me v�rias.
- Adeus, mi�da. - Obrigada.
Est�s bem?
Sim.
- Ol�! - O que se passa, bonit�o?
� s� uma chamada r�pida. Queria ouvir a tua voz, sinceramente.
E pedir desculpa por ter desaparecido assim.
Imagino que lides com um caso dif�cil.
Vou a um s�tio e queria que me fizesses companhia.
Obrigada por atenderes. Sei que est�s a trabalhar.
Quero ver-te.
At� penso num menu para cozinhar para ti.
Tamb�m quero voltar a ver-te.
� �timo ouvir a tua voz. Ent�o, at� breve.
Est� decidido. Entendido.
Beijos!
Beijos!
Vamos ver quando libertam o Nico.
Como �, pessoal? Diretamente de Baixa Calif�rnia.
Convido-vos para a La Par�bola esta noite.
- Olha. - O meu mano JFK vai l� estar.
JFK? N�o parece nada presidencial.
V� l�.
N�o � maneira de as crian�as viverem.
N�o podem estar longe.
Sou o comandante Cabello.
Vou fazer-lhe o teste do pol�grafo.
Vou fazer-lhe algumas perguntas e s� tem de responder "sim" ou "n�o".
Vamos come�ar.
Chama-se Nicol�s Bernal?
Sim.
Tem 37 anos?
Sim.
Querida!
Aonde vais?
Loira?
Loirinha!
Traz umas malditas bebidas para a mesa!
Sim, aqui.
Olha. Ali est� ele.
Foda-se! H� imensa gente.
Sim, meu.
Mas n�o te preocupes. O tipo vai dar tudo e apanhar a borracheira.
Depois apanhamo-lo.
Beto.
�s vezes, este trabalho � uma treta, n�o �?
Estar aqui a beber cerveja sem �lcool.
Sim. Tem de ser, n�o �?
�s vezes, sim.
Partilhou informa��o confidencial com a Marshal Anne
sobre o funcionamento da Unidade de Coordena��o Internacional?
N�o.
Traiu o seu pa�s
ao partilhar informa��es confidenciais ou sens�veis com outra pessoa?
N�o.
Tijuana, como �, caralho?
Sim, quero ver essas m�os no ar, Tijuana.
N�o nos querem ouvir
S� quero dinheiro
Nunca � demasiado
Caminho sobre cobras nas ruas onde cresci
Com um machete ou uma arma N�o importa, n�o podes tocar, olha
A consumir marijuana Diretamente de LA at� Tijuana
Aqui est� calor, mas amanh� vai nevar
N�o h� amor pela oposi��o Sou s� eu contra o mundo
N�o h� competi��o
Garante que �s capaz Antes de fazeres uma proposta
Pois do lugar ningu�m me vai tirar
Com a minha vida n�o v�o brincar
O meu gangue!
Mando lixar a pol�cia!
Continuem!
Sem amor pelos porcos
Sem amor pelos porcos
E sempre que pensarem em falar Calem-lhes a boca
N�o direi nada
Porque as pessoas falam Quando est�o preocupadas
N�o vou fazer nada Se n�o estiveste na luta connosco
Tijuana, como �, caralho?
Sim.
- Yo. - Yo.
O meu gangue.
Vais pedir um desejo? Talvez.
�s mesmo querida.
- Ol�. - Ol�.
Quem � que faz anos?
A nossa pequena Micky.
Ela faz seis anos.
Parab�ns.
Sentem-se e comam uma fatia de bolo. Quantos mais, melhor.
Deem-nos um segundo. J� voltamos.
O que est�s a fazer?
O que se passa?
- O que vais desejar? - Sim.
Que estranho!
N�o achas que � um erro separ�-los assim?
S�o dois desejos.
Merecem uma segunda oportunidade.
Parecem felizes.
Quero dizer, precisam de um banho, mas � �bvio que se amam.
N�o somos n�s que decidimos isso.
Apenas cumprimos ordens.
Ouve, Cami.
Quando tinha 11 anos, percebi que os meus pais me tinham raptado
e a minha m�e era drogada.
Mas juro-te que preferia ter ficado com ela.
Apesar das drogas e tudo.
- O que vais desejar? - Lembra-te de pedir um desejo.
Archi, a tua hist�ria n�o � igual � deles.
E agora �s pol�cia.
Tens uma obriga��o.
- Acho que est� na hora. - Acho que deverias.
For�a! Est� na hora.
Tay e Tony Walton.
Unidade de Coordena��o Internacional.
- N�o. - S�o procurados por rapto parental.
Estamos aqui para vos deportar e colocar os mi�dos no lar de acolhimento.
Estamos limpos h� quase uma semana.
S� queremos uma hip�tese de voltarmos a ser uma fam�lia, por favor.
Lamentamos, mas temos de vos levar. Por favor.
Vai ficar tudo bom.
- Muito bem, malta. Est� na hora de ir. - S� um minuto.
Vamos.
Est� a andar.
John Fitzgerald Kennedy,
� procurado por homic�dio na Calif�rnia.
Est�s preso.
Maldito Eminem de merda. Tenho a tua arma.
Tu � que disseste, pendejo. Sou procurado na Calif�rnia, n�o aqui.
- N�o me digas! A� vem o JFK! - Agora n�o!
A� vem ele!
Pol�cia!
Pol�cia! Afastem-se.
PARQUE P�BLICO
Foda-se!
Foda-se!
Raios!
- Vai-te lixar! - Beto, contorna-o.
Dou-lhe um tiro no raio da cabe�a.
- Quieto! - Para tr�s.
Para tr�s, caralho!
Para tr�s!
Afasta-te, foda-se!
- Para tr�s. Eu mato-a. - Quieto.
Eu mato-a, caralho!
Para tr�s!
- Eu mato-a. Para tr�s. - N�o te mexas!
Afasta-te, caralho!
- Calma. - Afasta-te, raios!
Deixa-a ir!
Afasta-te, caralho! Afasta-te.
Deixa-a ir!
Mas que merda! Eu mato-te, raios!
Foda-se!
Tira as m�os de cima de mim!
N�o eras um bandido, cabr�o?
- Seu fracote. - Larga-me!
- Sim, pois. - N�o me toques!
O Temo ajudou-o a entrar na Unidade de Coordena��o Internacional?
N�o � assim t�o simples.
Eu disse-lhe que s� podia responder "sim" ou "n�o".
Sim.
Acho que sim.
Testemunhou algum ato de corrup��o sob o comando do Temo?
N�o.
Participou em algum ato de corrup��o sob o comando do Temo?
N�o.
Sabia que o Temo tinha uma conta banc�ria secreta?
Essa conta � uma treta.
Sim ou n�o?
N�o.
N�MERO DESCONHECIDO: PERGUNTA SOBRE A MORTE DO TEMO
TEMOS DE O APANHAR.
Avisa-me quando acabarem os testes para levarmos os mi�dos para a fronteira.
Liam Taylor!
Colega.
J� n�o precisar� de fazer o teste. O teste toxicol�gico deu positivo.
Deixe-me ver os resultados.
Positivo. Anfetaminas. Soa-lhe familiar?
V� para casa, senhor.
Filho da puta!
O que disse?
Nada.
Bem me pareceu.
O que aconteceu, Beto?
Tinhas o maldito rapper na tua mira, meu.
Eu tinha-o distra�do.
Ele podia ter-me matado. Ou � mi�da.
Porque n�o disparaste?
N�o sei.
Matar o tipo da Patrulha Fronteiri�a afetou-te mesmo.
Meu, aquele tipo ia matar-nos.
Fizeste o que tinhas de fazer.
A psic�loga disse que preciso de terapia.
Tenho de a fazer, sen�o, v�o suspender-me.
Ou podem despedir-me.
Temos de resolver isso.
Porque, como o Temo dizia:
"Nesta unidade, as vidas dos outros est�o nas nossas m�os."
Sabe as consequ�ncias de alterar um local do crime?
Sim.
Combinou encontrar-se com o Temo no local onde ele foi morto?
Sim.
Combinou encontrar-se com ele l� porque escondiam alguma coisa?
N�o.
Est� a esconder alguma coisa sobre o homic�dio do Temo?
N�o.
Tirou-lhe o telem�vel quando viu o corpo do Temo?
N�o.
- N�o, m�e! - Largue, senhora.
- Cuida da tua irm�. - Senhora. Basta.
- M�e. - Est� tudo bem, querido. At� breve.
- Vemo-nos muito em breve. - N�o!
- Adoro-te. - N�o!
- Ol�, querida. - N�o.
M�e! Pai!
- At� breve. - Querida. Vem c�.
- M�e! Pai! - Querida.
Est� tudo bem.
Est� tudo bem.
O que foi, Mar�a?
Est� tudo bem?
Sim, estamos bem.
Falei com a minha m�e, Nico.
E queremos mesmo descobrir o que aconteceu.
T�m a certeza?
Podemos continuar a investigar,
mas isto vai tornar-se mais perigoso.
Queremos saber quem o matou e porqu�.
Mas tens de tratar disso, Nico. N�o confio em mais ningu�m.
Muito bem.
Por enquanto, fiquem a� e n�o atendam chamadas desconhecidas.
Est� bem.
Yahir!
Yahir!
O que queres, mi�da?
Ouve.
O Yahir est� a�?
N�o h� aqui Yahir nenhum. Pira-te daqui!
Mi�da! O que perdeste?
O que perdeste?
O que procuras, mi�da?
Vem c�!
- Gloria? - Nico.
- O que foi? - Fiz uma estupidez.
- O qu�? - Sou idiota.
- Entrei em S�nchez Taboada. - Foda-se, Gloria!
V� a localiza��o!
- Enviei-ta. Por favor! - Mi�da.
- Vou j�. - Depressa, Nico. Est�o a encurralar-me.
- Depressa. - Olha!
- Aguenta. - Depressa!
Falo contigo!
INSPIRADO NO ARTIGO DO THE WASHINGTON POST "CA�ADORES DE GRINGOS" DE KEVIN SIEFF
Legendas: Ricardo Duarte
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.