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Original subtitles

Se Marianna e eu ficassemos juntas

depois de todas nossas tentativas,

finalmente, o mundo faria sentido.

Sr. Rawson, roubando meu carvão quando eu não estiver aqui para ver.

Você pode me fazer um empréstimo?

Que garantia você oferece?

A escritura de Shibden.

Eu ainda te amo,

mais do que a sua Srta. Walker poderia amar.

Então venha viver comigo em Shibden.

Isso foi o que nós sempre dissemos.

"Quando Charles morrer!"

Então o que eu devo fazer, só esperar, denovo,

por esse evento que talvez aconteça?

Meu primo e a mãe dele

estam vindo para jantar conosco na próxima Quarta-feira.

Uma grande gentileza se você se juntasse a nós.

Eu não me casarei com ele.

Eu quero ir pra casa.

Não tem ninguém lá para cuidar de você, Ann.

O que você fez?

Eu não sei.

- Minha querida tia.

A prudência novamente

delicadamente dobrou-se em meu caminho.

Quando visitei Madame de Bourke

na Rue Faubourg Saint Honoré

e lhe disse sobre minha indecisão

de ir para norte ou sul,

ela não perdeu tempo em me implorar

em acompanhar sua sobrinha, Srta. Sophie Ferrall,

para Copenhagen.

A jovem dama em questão é uma garota sensível de 24 anos

que recentemente recusou um Russo

com renda de 2,000 por ano,

e como resultado.

Madame de Bourke mal sabia

o que fazer com ela,

então ela a mandou de volta para sua irmã,

a Condessa Blucher, em Copenhagen.

- Ele era 20 anos mais velho do que eu.

O Russo.

Ela não te disse isso... Minha tia?

- Mm-mm.

- Eu só me casaria por amor,

e eu disse isso pra ela,

e ela disse, "Sophie, você é ingênua."

Você me acha bonita, Srta. Lister?

- Eu acho que você se veste belamente.

- Sim, mas eu?

Eu percebi você olhando pra mim.

- Eu percebi você olhando pra mim.

- Bom, você é muito incomum para se observar.

Do que você está fugindo?

- Por que você acha que eu estou fugindo de alguma coisa?

- Uma mulher...

do seu nível, viajando sozinha.

É uma coisa curiosa.

Alguém quebrou seu coração?

Que imagição vívida.

- Eu acho que acertei.

Então?

Quem é ele?

- Ela?

- E então nosso caminho foi traçado.

Deixamos Paris e viajamos pelo Meaux em direção à Epernay.

Então na Quinta-feira, passamos por Luxembourg,

e então para Moselle em território Prussiano.

De Wittlich, fomos obrigadas a alugar quatro cavalos

para atravessar as montanhas então chegamos em Kloblenz

no Domingo às 4:10.

Então para Marburg, Eu dormi no meu sobretudo,

já que a cama estava úmida.

Em Kassel, Srta. Ferrall e eu

pegamos uma carruagem e visitamos

o Palacio d'Hercule, que era lindo,

no entanto, umm, a cachoeira foi desapontante.

Antes de sair de Paris,

Eu recebi uma carta que você me enviou

da Sra. Sutherland em Inverness.

Aparentemente, Srta. Walker não está melhor.

Na verdade ela parece estar pior.

Sra. Sutherland me falou sobre um colapso,

mas não me deu detalhes,

da natureza do mesmo,

e de fato eu entendi que

tinha mais coisas do que ela dizia,

só Deus sabe o que.

Eu escrevi de volta 3 páginas cheias de conselhos...

e espero ouvir dela denovo

quando eu chegar em Copenhagen.

- Srta. Lister.

Oh.

Oh, droga.

- Nosso John pode ir pra feira em Otley

amanhã de manhã e comprar outra,

mas mandamos os garotos pra casa.

Não tem mais como cavar esse poço

até termos dinheiro novamente.

- Você sabe o que eu vou te dizer,

não sabe? Eh?

- Dinheiro.

Comprar carruagens de cavalos quebradas

é muito mais barato que contratar

um par de crianças de 8 anos

até algo dar errado,

e então não ser mais.

- Eles disseram que cavariam o poço

por 23 shillings a jarda.

- Eles se arriscaram e tiveram má sorte,

então eles vão quebrar

qualquer contingência do orçamento,

e eles só estam nisso há seis semanas.

- Certo. Bem, o que?

Você quer que eu escre e diga pra ela?

- Bem, acho que ela precisa saber

que realmente ela vai precisar de mais dinheiro.

Sim, eu sei,

mas tudo está reduzido ao mínimo desse jeito,

e esse negócio é perigoso

para cortar mais gastos.

- Eu não acho que tenha mais dinheiro.

É isso.

- Ah. - Deve ser ela.

- Thomas, nossa carruagem. - Srta. Lister!

- Srta. Lister, Srta. Lister! - Ah, aí está você.

- Lady Harriet. - Olá.

- Sr. De Hagemann.

- Bem vinda a Copenhagen, Sra. Lister.

- Podemos deixar a Srta. Ferrall

- na casa da Condessan... - Uh, Blancogarde.

- Claro. - Sim, sim.

- Como foi a passagem? - Terrível!

- Nós arrumamos quartos para você no Hotel Royale

- em Roskilde Road. - Excelente.

- Nossa carruagem está a caminho. - Venha.

- Eugénie, diga a Thomas que é no Hotel Royale.

- Sim. - Sim, sim.

- Maravilhoso.

- É por aqui.

- Obrigada por vir nos pegar.

- Está bom? - Ah!

Está perfeito.

Thank you.

Você foi muito gentil

- Oh, Srta. Lister, é uma ameaça te ter aqui.

E Vere disse que você pretende ficar aqui até o inverno acabar?

- Até a primavera.

Então viajarei para São Petersburgo

e então Moscou,

a não ser que algo me leve para casa.

Você não tem nenhuma carta

para mim do you?

- Sim, nós sim, de verdade.

- Ah, Eu tomei a liberdade de dar seu endereço para meus conhecidos

Vere disse que você não se importaria.

- Ah, não, nem um pouco. - Nem por um momento.

- Aqui estamos.

- É só isso?

- Sim. - Você estava esperando alguma coisa

em particular?

- Eu tenho uma amiga

que esteve mal.

A irmã dela me escreveu da Escócia

para dar conselhos

enquanto eu estava em Paris...

Antes de eu sair de lá, na verdade, quatro semanas atrás,

e eu escrevi de volta, mas...

Eu achei que teria alguma coisa

pra me deixar saber como ela estava.

- Oh, querida. - Eu... Eu sinto muito.

- Ela ainda está lá.

Ela não se mexeu por...

quase meia hora.

- Bom, ela não está machucando ninguém

e está tomando ar fresco, então...

- A carta apareceu? - Hmm?

- A carta da Srta. Lister de Paris

com o endereço dela em Copenhagen.

- Oh. - Não.

- Não, Eu não a vi. - Você procurou?

- Sim.

Eu te disse.

- Bom, é um mistério então.

As coisas são jogadas fora

de vez em quando por acidente.

- Bom, eu não posso mandar minha carta pra ela, então,

para agradecê-la por seus gentis conselhos.

Eu tenho certeza que ela está em Copenhagen agora.

- Bom, eu dúvido que isso importe.

Eu não estou convencido de que tenha sido a coisa certa a fazer,

tentar envolver ela denovo.

A Ann sabe que você escreveu pra ela?

- Não. - Eu ia dizer pra ela

quando a Srta. Lister respondeu,

mas porque você não queria que siguissemos o seu conselho,

Eu estava preocupada em causar

mais mal que bem.

- Eu não me importo se você quiser seguir o conselho dela

de ver um médico,

mas porque ela insiste em levá-la para

York para ver o Dr. Belcombe

quando temos médicos bons aqui,

Eu não consigo entender.

- Bom, acho que é porque ela o conhece,

e gosta dele.

- Fico feliz que você não tenha mostrado para ela.

Eu me preocupo que seja doentia,

essa... obsessão

que ela tem com a Srta. Lister.

- Obsessão? - Bom, não é?

Você disse que ela sempre fala sobre ela,

e ela desenhou ela.

Tem um desenho

- na parte de trás do caderno dela. - Tem?

- Como você sabe disso? - Eu olhei.

- Não é uma obsessão.

Elas são amigas.

Desde que...

Quando minha mãe morreu tão rápidamente depois do meu pai,

ela foi uma das primeiras pessoas a nos visitar.

Ela sempre foi alegre e gentil.

Sim, ela sempre causou uma boa impressão na Ann.

- Eu vou convidar Alexander denovo,

e sua mãe.

Eu acho que foi muito bom na outra semana.

Eu penso que eu deveria persuadí-lo

para tomar coragem e propor pra ela denovo.

- Não.

Não, ele precisa aceitar a resposta

que ela deu pra ele da última vez que ela esteve aqui

- Eu acho que faria bem pra ela

se casar, sossegar,

e ter filhos.

Lhe daria algo para pensar

que não fosse ela.

- Dar a luz nem sempre livra uma pessoa

dos seus demonônios.

- Sério?

Ora, ora.

Deveria.

- Estamos tão agradecidos a você, Srta. Lister,

ter todo o trabalho de trazer minha irmã para cá.

- Ah. - Srta. Lister gosta de problema.

- E todo mundo está dizendo que você vai ficar

em Copenhagen no inverno,

- Srta. Lister. - Desculpa.

- Ah, bom, então você precisa

ser apresentada a corte.

- Um! - Sim!

Não é bom ficar aqui o inverno todo

sem ser apresentada para a corte.

- Sério?

- Não se você quer fazer amigos

ou ter qualquer tipo de vida social.

- Exatamente.

- Você pode arranjar isso, De Hagemann, certo?

- Bom, sim, se é o que a Srta. Lister gostaria.

- Bom, se isso...

- Eu posso falar com o nosso encarregado,

Sr. Brown,

e ver quão rápido isso pode ser feito.

- Eu nunca fui apresentada a corte em casa.

Certamente, isso não me excluíria de...

- Não necessariamente. - Não na Dinamarca.

- Não se você é amiga do De Hagemann.

- Sr. De Hagemann passa mais tempo

com o rei do que a rainha,

Srta. Lister.

Dificilmente.

Eu sou um dos ajudantes de campo do rei.

- Assistente pessoal.

- Ah, e se for feito rapidamente,

Srta. Lister, você estará bem em tempo de ser convidada

para o aniversário da rainha no dia 30th.

- É! - Ah.

- "Ninguém se cansa de fazer coisas pra mim.

"Você ficaria atônita e encantada

"em como eu me dou bem.

"Os De Hagemann são a gentileza em pessoa,

"a Condessa Blucher me adotou

"como filha dela,

"e eu realmente sinto meu humor melhorar.

"Meu dia começa regularmente com uma caminhada de duas horas

"subindo e descendo a Roskilde Road

"e minhas tardes são feitas de excursões,

"passeando ou comprando,

"frequentemente com Lady Harriet, ou com a Condessa Blucher,

ou as duas."

Ah, aqui vamos nós denovo.

"O Sr. De... 'Hayjiman'

"me ajudou a calcular minhas despesas,

"embora eu tenha aprendido rapidamente o krones Dinamarquês,

"e será muito mais barato

"quando eu encontrar meu próprio apartamento,

"dado que eu pretendo ficar aqui até a primavera.

"Meu amor para todos vocês.

Sua afeiçoadamente" e então ela assinou.

Toda essa energia que ela tem!

- Você está bem?

- Eu estou cansada só de ouvir o que ela está fazendo.

- Tia,

- você está bem? - Sim, sim,

cçaro que sim.

Lê pra mim denovo.

- "Minha querida tia,

"Eu espero que essa carta te encontre bem.

"Eu sinto não ter escrito antes,

mas estive mais ocupada do que poderia imaginar."

- "E estou ansiosa de saber no máximo de detalhes possível,

como está progredindo."

- Lê pra mim denovo.

- Ela disse...

Bom, primeiro ela disse que...

Ah, você sabe sobre o, uh...

escavamento do poço em Conery?

- Sim, ela me falou sobre isso,

cinco minutos antes de sair.

Sim.

- É.

Então eu escrevi pra ela umas três semanas atrás

explicando que, nós... que eles

Tiveram umas difi... Bom, não dificuldades.

Eles tiveram um imprev...

Bom, não foi imprevisto, de fato,

foi algo que eles deve ter previsto,

eles estão tentando manter os preços baixos.

Mas deu errado, e eles cuidaram do assunto.

O problema agora

é que tem muito pouco dinheiro

se algo der errado

e se algo der errado,

precisa ser arrumado com vivacidade

para que o trabalho não seja

parado totalmente denovo.

Então ela disse, um

"Ppr favor, peça ao meu pai,

"se tiver necessidade,

"se pudermos contar

"com uma parte ou todo

"o empréstimo de

"450 libras que ele me ofereceu.

"Por favor emfatize que

"é apenas uma contingência,

e que talvez não precisemos disso."

- Sim, e quão provável é isso?

E aonde ela conseguiu o dinheir em primeiro lugar?

- Bom, eu não sei Capitão Lister.

Você sabe como ela ama

manter as coisas pra si mesma.

- Mas ela pegou emprestado com alguém,

e não da Srta. Walker.

- Srta. Walker?

Eu acho que não, senhor.

- Ela me disse

que custaria pelo menos 2,000 libras

para cavar o poço,

e não dava pra fazer, e então,

2 minutos antes de sair,

está tudo acontecendo.

Então da onde ela pegou todo esse dinheiro?

- Eu só estou passango a mensagem. Capitão Lister.

- Srta. Lister, Madame.

- Como foi?

- Ridículo!

Eu fiz reverência para a pessoa errada.

Ah, não!

- Senhorita Lister de Shibden Hall

de Halifax em West Riding, Yorkshire.

- Vossa Majestade.

Ah, eu acho que eles superaram já.

- Ah, essa é a rainha.

- Vossa Majestade.

- Ora, ora, Srta. Lister,

de Shibden Hall em... Halifax.

- Mil desculpas, Vossa Majestade.

- O que te trás para Copenhagen?

- Ah, bom, onde começar?

- Do começo.

Me conte sobre Halifax.

- Halifax?

- É no Norte,

que eu compreendo que esteja em tormentos

com todas os novos, uh, maqui... maquinários.

- Bom, sim, algumas pessoas estam só fazendo coisas ruins.

- É o futuro,

no entanto, não é,

esse novo maquinário?

- Bom, esse é um jeito de ver as coisas...

- E nós sempre devemos abraçar o futuro.

Não é?

- Eu...

nem sempre acredito que seja necessá...

- Você sempre veste preto?

- Bom, não. - Eu...

Sim, sempre.

- Porque?

- Combina comigo.

- Mas eu posso ver um grande número de cores

que combinariam com você.

- Eu estava noiva de uma pessoa,

e essa pessoa da qual eu estava noiva

- casou com outra pessoa... - Ah.

- E desde então, Vossa Majestade,

Eu estive de luto pela minha perda,

e é por isso que eu raramente...

Muito raramente... uso qualquer outra cor que não o preto.

- Quando aconteceu essa... - catastrofe?

- 1816.

- Isso foi há 16 anos atrás.

- 17.

- Que romântico.

E ainda não teve tempo para, superar isso talvez?

Denovo, Srta. Lister,

não devemos sempre olhar para o futuro?

- Mas isso continua acontecendo.

- Ah.

É por isso que você está em Copenhagen.

Você está fugindo de um coração partido.

Quando você vier no baile do meu aniversário,

Srta. Lister,

que espero que você venha,

todo mundo irá vestir branco.

- Ah.

- Olá. - Ah.

- Eu acabei de falar com a Princesa Caroline

por mais de dez minutos.

- Eu queria te perguntar, Srta. Lister,

você teve alguma notícia da sua amiga na Escócia?

- Não.

Não, não tive.

Eu só posso concluir que a irmã dela não gostou do meu conselho.

- Ah, querida.

Ah, Eu sinto muito.

- Você quer dançar?

- Com quem?

- Comigo.

- Você está bem?

- Você gosta de ser mãe?

Sim, é claro.

- Não, eu quero saber, de verdade.

- É um trabalho duro,

e você sente que seu cérebro

foi sugado para fora do seu... útero de vez em quando,

mas...

ah, eu não viveria sem eles.

- Eu fico pensando...

se eu não deveria aceitar o Sir Alexander Mackenzie.

- Por que você está dizendo isso?

- Bom, porque não é isso que

todo mundo quer?

- Sim, mas o que você quer?

- Eu não posso ter o que eu quero, então...

- O que você quer?

- Quero me encaixar, deixar de ser um peso.

- Não, não, isso não é o que você quis dizer.

O que você quer?

Ann?

Bom, eu não acho que você deveria casar com ele.

- Por que?

- Por que ele não é tudo o que ele parece.

- O que?

- Ele é pobretão.

Ele foi expulso do exército

por insubordinação porque ele tem um temperamento,

apesar das aparências,

e do seu título...

Ele coprou o título. Não significa nada.

George...

Capitão Sutherland o ajuda

só porque ele é responsabilidade dele.

- Mas você fez como ele.

- Só porque eu achei que você nunca iria concordar com isso.

Ah, eu não quero que você case com ele.

Fiquei feliz de você ter feito aquilo,

os jantares e tudo mais, pelo meu bem,

mas não case com ele, Ann.

Ele é um desesperado, inútil,

e não vou deixar te usarem para pagar dívidas de alguém.

Você é melhor do que isso.

- Eu sou, tem certeza?

Isso não daria algum motivo,

alguma razão, para minha ridícula existência?

Talvez eu tenha filhos,

e se ele é tão ruim, também,

não encontraríamos algum...

tipo de boa vida juntos?

E pelo menos eu ficaria perto de você.

Se eu for pra casa, não tem... nada.

- Srta. Lister.

Ela escreveu.

- Quando? - O que?

- De Paris, seis semanas atrás.

- Seis... porque você não me contou?

- Porque era... Era impossível.

Eu tinha escrito pra ela.

Eu enviei para sua tia Ann em Cliffhill,

e ela pediu para a tia da Srta. Lister em Shibden

enviar para ela em Paris.

Eu não contei pra ela o que aconteceu.

Eu só disse que você não estava melhor

e você continou dizendo que não tinha ninguém no mundo

que você gostaria que te influenciasse que não fosse ela,

então eu escrevim e pedi conselho dela,

e ela escreveu de volta,

direto, em poucos dias, lá de Paris.

Foram 3 páginas e 1/2

cheias de conselhos e tanta afeição.

- Ah, por que você não me disse?

- Porque foi tudo sobre

ver o Dr. Belcombe denovo em York,

e o Capitão Sutherland não queria que ela

te levasse para lá,

e eu não podia por causa das crianças,

e eu estava preocupada, Ann.

Eu estava preocupada que isso te fizesse sentir ainda mais saudades de casa,

e que causaria mais problemas ainda.

- Bom, o que mais ela disse?

Posso ver? Aonde está?

- Eu acho que você deveria ir pra casa.

Você precisa sair daqui.

Eu não quero que você seja intimidada e bajulada

para pensar que você deveria casar com alguém

- que não é certo pra você. - Aonde está?

Você pelo menos escreveu de volta, para agradecê-la...

- Não. - Por que?

Eu não pude.

Ela me deu o seu endereço em Copenhagen,

e eu escrevi uma resposta agradecendo,

mas quando eu fui pegar a carta

para pegar o endereço, ela tinha sumido.

- Sumido? - Como?

- Ele vai te manter aqui até você se casar com o Alexander.

- Você está dizendo que ele destruiu a carta?

- Ah, eu nunca pensei que você concordaria em casar com ele.

Eu achei que você fosse se posicionar, como sempre.

- Srta. Lister cai pensar que você a ignorou.

- Você precisa ir para casa

e você precisa pegar o endereço dela

em Copenhagen com a sua tia.

Eu sei que você sempre gostou dela,

e ela obviamente gosta de você.

Eu nunca vi uma carta tão afetuosa.

As vezes,

frequentemente, uma boa amizade é melhor do que um casamento.

- Ah, como eu vou pra casa?

Eu não tenho carruagem.

- "Está claro para mim

"que o Capitão Sutherland não ficará satisfeito

"até que toda a propriedade do meu pai, esteja com a sua família,

"mesmo que isso signifique

"que eu case com um parente

que ele sabe que é um rebelde pobretão."

- Ela foi mandada para lá para melhorar sua saúde!

- Se não é uma pessoa tomando vantagem dela,

é outra.

Você pode subir lá, William?

- Teria que ser planejado cuidadosamente

e controlado.

Eu imagino que o Capitão Sutherland tenha um temperamento,

e como a Ann disse,

Elizabeth não pode ser implicada pelo seu próprio bem.

- Bom, quão breve você pode ir?

- Bom, não nessa semana.

- Nem na próxima.

- Mas talvez, na outra semana, depois dessa,

nós poderíamos, se ninguém pode ir antes.

Talvez nós dois devessemos ir,

pegar o mordomo da Srta. Miss Walker.

Eu acho, que idealmente,

se pudessemos maquinar um jeito

de chegar lá enquanto o Sutherland... estiver fora.

- Mas mesmo se... - O que?

- Se trouxessemos ela de volta, o que faríamos com ela?

Ela ainda estaria no mesmo bote.

- Teríamos que ter certeza

que ela teria a assistência médica que ela precisa.

- Um,

eu acho que uma certa pessoa

que é melhor não nomear

está em Copenhagen, aparentemente,

então não precisamos nos preocupar com ela.

- "Durante o curso da tarde,

"todas as princesas falaram comigo,

"e eu também conheci Lord Hillsborough,

"que estava retornando da Noroega com despachos,

"e que se ofereceu em me dar

qualquer contato em São Petersburgo e Moscou."

Ah, esta vendo? Ela ainda planeja ir.

E porque não?

"No meio tempo,

"os De Hagemanns me encontraram um apartamento pequeno

"ma Amaliagarde, 158

"que é certamente

"a parte mais bonita da cidade,

"e me recomendaram um cozinheiro que eu quero contratar.

"Eu vou ficar bem confortável lá

com Thomas e Eugénie até a primavera."

- Bom, sim, mas...

Você não sente saudade dela?

- Bom, claro,

mas eu não a chamaria por nada nesse mundo,

não quando ela está fazendo o que ela gosta mais,

viajar e conhecer pessoas realeza.

Certamente não está tão ruim.

- Ah...

É gangrena.

- Ah. - Pode acontecer qualquer coisa,

mas eu acho

que se sua irmã quer

ver sua tia com vida denovo,

você deveria chamá-la de volta.

Eu sinto muito, eu...

- Pode ajudar se você escrever a carta

explicando a condição médica, você sabe.

Você sabe que ela adora pensar que ela é médica.

- As duas pernas tem edemas

por algumas semanada, uma pequena úlcera,

que depois se formou em uma delas,

cresceu rapidamente nos últimos dias,

com gangrena na membrana adjacente.

No momento, tem uma margem definida,

mas dado o frágil estado de saúde da sua tia,

não é impossível que a gangrena

se extenda rapidamente

além dos limites e acabe com a sua vida

muito antes que você pudesse voltar

para casa.

Eugénie!

- Thomas.

- Mãe! - Você cresceu, rapaz.

Olhe para esse lugar, eh?

- Mãe!

- Seu pai está?

- Uh, não.

Não, não, ele, uh...

- O que?

Ele não... ele não morreu?

- Não.

Não que a gente saiba.

Ele, uh... nós...

Nós achamos que ele foi para a America.

- America?

- Uh, o tio Ben está aqui.

- Como vai, Ben?

- Mary.

Então Sam foi para a America?

- Sim. - É... nós não sabemos.

Isso é o que a gente acha que aconteceu,

porque era isso que ele dizia que ia fazer.

Ele só partiu.

Um dia... Ele só desapareceu...

- Aconteceu algo ruim?

- Sim.

- Eu tive, um...

Eu tive má sorte.

Eu perdi meu trabalho e então

Eu perdi a casa quando não pude pagar o aluguel,

e então a Alice me deixou.

Eu estava esperando que Sam

deixaria eu ficar alguns dias.

- Você pode ficar aqui, tio Ben,

mas você terá que trabalhar.

- Sim. - Tem muito que se fazer.

- Sim, eu adoraria trabalhar.

- E não bebemos mais.

Nem temos bebida em casa.

Foi causa de muitas misérias.

- Sim. - E se você ficar conosco,

você deve obedecer essas regras.

E ir para igreja.

- Quando você espera voltar para Halifax?

- Sexta-feira.

- Quinta, na hora do chá, se tivermos sorte.

- Nós chegaremos em Edinburgo hoje à noite.

- E então Durham amanhã à noite.

- Depois Leeds na noite depois dessa,

depois em casa.

- Ele não vai nos seguir, vai?

Senhor, senhora.

O Capitão Sutherland foi visto montado

no seu cavalo, a caminho de casa.

- ah, Eu cuido disso.

- Eu cuido disso.

- Eu cuido disso.

- Eu cuido disso.

- O que está acontecendo? - Ah, olá.

Eu estouindo embora.

- Desculpa? - Eu escrevi para minha tia

e pedi para meus primos virem me pegar.

Obrigada por me acolher.

- Olá, Sutherland. - Como está?

- Eu estou surpreso, obviamente.

Sra. Priestley.

- Tchau.

Desculpa.

Eu sinto muito não ter te contado

que tinha escrito para tia Ann.

Eu não queria incomodar, isso é tudo.

- Isso é correto? - Ela...

Ela não está melhor.

- Não, e ainda assim você falhou em procurar ajuda

médica apropriada para ela,

como você se prôpos em buscar quando a pegou

- em Halifax. - Eliza.

- Diga alguma coisa.

- É minha decisão!

Tudo que eu fizer, de agora em diante, que se tratar de mim,

é minha decisão.

- Bom, você não tem que ir embora assim.

Certamente, somos todos amigos. Sr. Priestley.

Sr. Priestley!

- Vamos!

- Insolente.

- Eu quero ver o Dr. Belcombe em York.

- Eu quero melhorar. - Absolutamente.

Isso pode ser feito.

Existem outros médicos... - Eu quero ele.

- Certo.

- Alguém teve notícias da Srta. Lister?

- Srta. Lister está em Copenhagen

pelo inverno todo, aparentemente,

e então, ouvi dizer que ela pretende ir para

São Petersburgo e Moscou, e eu acho

que o exterior é o melhor lugar pra ela.

- Mm.

Eu tenho que dizer, Ann,

estou feliz que

aquele negócio bobo com a Srta. Lister

acabou.

- O que aconteceu?

- O que?

- Nada.

Foi um acidente. Eu cai.

Não é o que você pensa.

Senhora.

Senhora.

Senhora!

Desculpa.

Estamos chegando nas docas de Gravesend.

Excelente.

A carruagem não será tirada daqui

até pelo menos 10:00 da manhã,

e mesmo assim, a estrada para o norte estaram extremamente lentas.

Você está ouvindo?

- Oui, madame. - Sim, senhora.

- Mas com um pouco de sorte,

umm,

podemos chegar em Shibden na Quinta-feira, na hora do chá.

- Carrugem. - Você disse isso.

- Cabra. - e isso.

- bom, estou com dificuldade. - Cenouras.

- Onde?

- Casa.

- Bom, você esta esquentando.

- Colina.

Não.

- Eu vou desistir.

Estou quase desistindo...

- Acho que vou desistir. - Ann?

- Não vou brincar. - Eu já disse.

- Desistindo?

Cúmulo-nimbo.

Bom, aí está, meia hora atrás

quando saímos de Edinburgo.

- Saia.

- Desculpa, senhora.

- Vocês são ridículos, vocês dois.

- Senhora. - Joseph,

ajude o Thomas com a bagagem.

Bem vinda, senhora.

- Cordingley. - Ah.

- Hemingway.

- Quem é?

- É a Anne.

- Anne? - Ah!

Ah!

Anne!

Anne? Anne? É você? Oh. Oh.

- Ela está... - Ela está...

bem melhor.

- Ah! - Tia!

Como você está?

Oh, eu não sei porque tanta confusão sobre isso.

- Ela melhorou significativamente

desde que eu escrevi para você.

- Você escreveu? - Eu disse pra não escrever!

- sim, mas Dr. Kenny estava preocupado.

- Ele é um idiota. - Sim, sim, sim, bom, olha.

- Olha, eu estou aqui agora, então... - Você quer um chá?

- Sim, chá. - Perfeito.

Tia, quer um chá fresco?

Eu tenho que tirar essas roupas,

eu estou desesperada para ir ao banheiro.

- Ah! - Pode me dar

- uns minutinhos? - Claro!

Eu te vejo lá embaixo... agora!

- Oh.

- Não tem nada de errado com ela.

Ela está melhor que nunca.

- Quando nós escrevemos para você,

acredite em mim, poderia ter acontecido qualquer coisa...

- Eu arrisquei a minha vida

e a dos meus dois empregados para chegar aqui.

Eu não tiro esse casaco há 15 dias!

Você tem ideia de como é

cruzar o Mar do Norte nessa época do ano?

- Eu escrevi de boa fé.

Srta. Lister?

- Eu não acredito que você tenha notícias

da Srta. Walker?

- Nada. - Ela ainda está em Inverness,

pelo que eu saiba.

Você não teve notícias dela?

- Eu estou pensando se a Mariana está certa sobre mim

sempre estar fugindo.

- Do que?

- Decepções.

- O pai pediu se você pode ir falar com ele

na sala de jantar

quando você tiver cinco minutos.

- Ora, ora.

- Marian disse que você queria me ver.

- Aonde está a escrituda de Shibden?

- Ah.

Bom, agora, é isso...

Eu precisava de dinheiro emprestado.

- Dando Shibden?

- Para cavar o poço.

- Você viu o Washington?

- Não, eu acabei de chegar aqui.

- Teve um colapso parcial

no trabalho alguns dias atrás.

Eles encontraram um velho túnel.

Inundou.

Acabou, a não ser que eu queira

enterrar o pouco de dinheiro que eu tenho nisso,

bom dinheiro atrás de ruim...

Eles já pegaram minhas 450 libras...

- Não é dinheiro ruim, pai. - Não é.

Se eu pudesse cavar esse poço...

- Mas se você não puder!

Se não puder no tempo estipulado,

nós vamos perder Shibden.

Todos vamos perder Shibden, e ficaremos na rua.

- Isso é um jeito muito melodramático.

Alguém se machucou?

- Não.

John Mann abriu a testa,

mas tirando isso...

Você é uma idiota.

O que você está fazendo?

- Joseph! - Senhora.

- Eu quero que você leve uma carta para o Sr. Washington

quando eu tiver escrito,

quando você terminar o que quer que seja que você está comendo.

- Obrigada, James. - Senhora.

- Eu entendo

por que você não pode se comprometer a mim.

O que eu sou?

Mas você chegou tão perto.

- Joseph.

Joseph!

Oh, okay, bom, então.

Ugh.

Oh! Senhora.

- Um... - Srta. Walker, de Crow Nest.

Tem alguém em casa? Um, Srta. Lister tia,

ou Srta. Marian, ou o pai dela... qualquer um?

- Sim, senhora. - Entre.

Srta. Walker,

senhora, senhor,

de Crow Nest.

- Srta. Walker!

Achamos que você estava na Escócia.

- Eu estava.

- Ora, ora, ora.

- Como você está?

- Eu sinto muito a intromissão.

- Não, não, de jeito nenhum. - Por favor, sente-se.

- Bom, eu não vou tomar seu tempo.

Eu só...

eu preciso do endereço da Srta. Lister,

se vocês tiverem,

em Copenhagen.

- El... ela não está em Copenhagen.

Ela está aqui.

- Aqui?

- Oh, um, quero dizer, ela estava. - Ela saiu.

Ahm, aonde ela disse que estava indo?

- Dá pra recuperar.

Só precisa de mais dinheiro.

Joseph Mann disse que se você estiver

disposta em dividir os lucros com ele,

ele e seus irmãos terminariam o trabalho.

Ele disse que ficaria mais que feliz de chegar a um acordo.

- Eu preciso avaliar minha opções.

- Claro.

É bom ter você de volta, senhora,

inteira.

Anne?

- Senhor.

- Eu achei que você estava em Copenhagen.

- Eu estou... Eu estava.

Você não estava na Escócia?

- Eu não sabia que você tinha escrito de Paris.

Eles não me disseram.

Quero dizer, minha irmã dissem eventualmente,

mas ela não pode escrever de volta pra você

porque sua carta desapareceu

com o seu endereço nela.

Ah, eu fique tão brava quando eu descobri,

mas veja, é o seguinte,

Eu não acho que ela esteja feliz casada...

Elizabeth.

Eu acho que ela tem medo dele.

Eu naõ acho que ele seja bom.

Eu acho que ele destruiu a carta,

e eu não achava isso, não naquela época,

mas eu acho que ele só casou com ela pelo dinheiro,

e eu acho que ela esteja miserável.

- Bom,

Eu acho que esse é o problema com pessoas muito ricas.

Você nunca pode ter certeza sobre os motivos dos outros.

- Nós falamos sobre você...

Eu e a Elizabeth.

Ela disse...

Ela acha que as vezes,

frequentemente,

uma boa amizade seja melhor que um casamento.

Você está bem?

- Mm.

O posso desabou.

Inundou. Dá pra arrumar.

Mas precisa de mais dinheiro, e eu...

Eu fiz uma aposta. Eu não deveria ter feito,

mas não estamos vivos, estamos,

se não estivermos nos arriscando de vez em quando?

- Não.

Não estamos.

- Eu deveria ter escrito denovo,

mas quando eu não recebi resposta, eu...

Deus, senti sua falta.

- Sentiu?

Teve uma manhã.

Eu achei que não podia mais aguentar.

Deve ter sido depois disso

que Elizabeth escreveu para você.

- Sim, mas ela não disse isso pra você...

Oh, Deus. Ann.

Eu teria ido direto pra lá se eu soubesse disso.

Eu...

Você sabe

eu acho que não passou uma hora

em que eu não pensasse em você?

Eu tentei não pensar,

mas toda vez que eu fechava os olhos,

eu via você.

Eu conheci a rainha da Dinamarca.

Eu reverenciei a pessoa errada.

Foi constrangedor, mas hey-ho.

Ela... ela me convidou para seu baile de aniversário.

Foi bastante interessante... A comida era muito ruim...

Mas a noite toda, eu fiquei pensando se você tivesse me visto,

você riria.

Eu tive que usar cetim branco.

Head to toe in white satin.

Eu tinha duas penas de pássaro no meu cabelo.

Uma delas caiu na carruagem,

mas eu consegui colar de volta.

Eu não acho que ninguém percebeu,

mas eu fui um pouco impactante,

de um jeito ou de outro.

Pessoas amigáveis, os Danes.

Eu acho que deveria voltar lá um dia.

- Talvez eu possa ir com você.

Você sabe,

se você me pedisse pra casar com você denovo,

Eu não diria não.

- Umm.

Mas você diria sim?

- Sim.

- Diria?

E manteria a palavra com intenção?

- Sim.

- Tomaria o sacramento comigo

na igreja também pra valer.

- Eu te amo, Anne.

Eu estou apaixonada por você.

Eu sempre estive.

- Não me magoe.

Eu não sou tão forte quanto você pensa.

Bom, eu sou, obviamente, mas...

As vezes, eu não sou.

- Nós vamos ou o que?

- Entre.

Como vai?

Como vai? Como vai?

Como vai?

- Aonde está o anel?

- Oi.

Uh, aonde está o anel?

- Aonde está anel? - Eu não peguei.

- Está bem aqui.

- Tudo bem, dê pra ele. - Ele é o padrinho.

Certo, vá sentar comigo e com minha mãe.

- Sowden.

- Srta. Lister não está aquim senhor? - Ela pede desculpas.

Mas ela teve de ir para York com a Srta. Walker.

- Thomas, vamos.

- É melhor...

- Sim, sim, claro, garoto.

Boa sorte.

- Tente sorrir.

- Ooh.

- Deus todo poderoso...

Para quem todos os corações estão abertos,

todos os desejos conhecidos,

e de quem nenhum segredo é escondido,

limpe os pensamentos dos nossos corações

pela inspiração do Espírito Santo...

- Você, Thomas, aceita Suzannah

para ser sua esposa legitima,

para tê-la e cuidá-la deste dia em diante,

nos tempos bons e nos ruins, na riqueza e na pobreza,

na saúde e na doença,

para a mar e respeitar

até a morte os separar,

de acordo com a lei sagrada de Deus?

- Eu aceito.

- Vocês realmente e sinceramente se arrependem dos seus pecados

têm amor e caridade pelos seus próximo

e têm intenção de ter uma nova vida

seguindo os comandos de Deus

e andando conforme seus caminhos sagrados,

aproximar-se com fé e tomar

este sacramento para seu conforto

e fazer sua humilde confissão para Deus todo poderoso,

humildemente ajoelhado de joelhos.

Tomar e comer em recordação

de que Cristo morreu por vós

e alimentou-os consigo nos seus corações pela fé...

Tome é coma em recordação de que Cristo morreu por vós,

e alimento-a consigo no seu coração

pela fé com sua graça.

O corpo de Cristo, que é dado a vós.

- Amém.

- Preserve seu corpo e alma para vida eterna.

- Tome e coma em recordação de que Cristo morreu por vós,

e alimento-os consigo nos seus corações pela fé e graça.

- É uma pena que seu Sam não esteja aqui

para ver o casamento do garoto, né?

- Sim. - Bom, America.

Eu poderia cair com o vento

quando me disseram onde ele tinha ido.

- Mas você sabia.

Você que escreveu e disse pra eles não foi?

- Eu?

Quem te disse isso?

Eu não. Não sei escrever.

- Então...

Eu acho que o que deveríamos fazer em seguida

é voltar para Halifax

e então ir até Cliffhill e explicar para sua tia

que você vai se mudar comigo em Shibden.

- Hoje não. - Então deveríamos

fazer isso com toda a tribo:

os Priestleys, os Edwards, os Rawsons.

- Sim, mas não hoje.

- Eu sempre acho que é melhor fazer logo essas coisas,

e então todo mundo já sabe... - Sim, eu sei que você acha,

mas acho que devemos esperar alguns dias.

- Bom, sim, mas... - Por que eu não me mudo primeiro?

Eu vou levar todas as minhas coisas para Shibden.

Bom, não todas elas, porque não caberíam,

mas as coisas importantes, então depois dizemos pra ela.

- Sim, na verdade, essa é uma...

é bom. Uma ideia muito melhor.

Excelente. Bom pensamento.

Não só um rosto bonito.

- Você está sendo condescendente?

- Claro que não.

- Eu percebo quando você esta sendo con...

Guarda esse relógio.

- Eu não estava sendo condescendente.

Sério, você tem que parar

de ter uma opinião tão ruim sobre você mesma.

- Eu não tenho, quando estou com você, eu te disse.

Mas eu ainda percebo quando você está sendo condescendente.

- Eu não estava sendo condescendente. - Umm.

- Você é muito bonita.

- Numa certa luz. - Numa certa luz?

Você sabe que você acabou de dizer isso?

Saiu da sua boca. Você não só pensou.

- Desculpa, você ainda está falando?

Traduzido por Jessica // Assim minha vó pode ir no casamento mais cedo.

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