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Primeiro eu fui diagnosticada com L�pus
e h� uns quatro anos, tamb�m fui diagnosticada com fibromialgia.
Fui diagnosticada com Doen�a de Lyme
h� 16 anos e com esclerose m�ltipla, h� 15 anos.
Eu tinha v�rios problemas na cabe�a, dores de cabe�a,
enxaquecas, tonturas e, depois, problemas de est�mago
que se seguiram por um ano e n�o sab�amos qual era a causa.
Hoje eu s� pe�o que voc�s confiem, acreditem e se rendam.
Isso n�o � medicina tradicional.
Essa � a medicina oriental e a medicina de energia.
O que a medicina oriental e a medicina de energia dizem � que
como humanos, aprendemos a controlar todas as nossas energias.
E fazendo isso, criamos uma densidade em nosso corpo.
Coisas que a medicina tradicional classificam como
c�ncer, fibromialgia, Doen�a de Crohn,
enxaqueca, dor de cabe�a, depress�o, ansiedade, tudo isso.
Sou fascinada por curandeiros e pelo fato de nossos pensamentos e emo��es
afetarem nossa sa�de.
Curandeiros e medicina de corpo e mente podem n�o ser considerados normais.
Mas o que � anormal, para mim, � que tantas pessoas adoe�am hoje em dia.
As pessoas nessa sala s�o alguns de meus amigos e familiares mais pr�ximos.
Eu passei de uma m�e feliz e saud�vel,
nos melhores dias de minha vida,
at� ficar completamente impossibilitada de cuidar do meu filho.
Vivo com dor cr�nica h� muito tempo.
E ainda n�o aprendi direito como me sentir bem.
N�o parece que muitos dos seus conhecidos est�o vivendo com alguma doen�a?
Sinto que passamos dos seis graus de separa��o com Kevin Bacon
para um grau com c�ncer.
Ser� que nosso mundo e nossa alimenta��o tornaram-se t�o t�xicos
que a doen�a � inevit�vel?
E eu sinto que cada comercial de tev� divulga rem�dios
nos enchendo de medo de que nossos corpos falhem.
Um campo brilhante.
Quando eu era crian�a, al�m de ser p�ssima na gin�stica
eu tamb�m me lembro de pensar que era m�gico. Voc� se cortava
limpava a ferida e se esquecia do assunto,
pois ela se curava sozinha.
Acho que nos esquecemos de como nosso corpo � inteligente.
Tendo passado por in�meros m�dicos e curandeiros nos �ltimos 20 anos,
eu vi em primeira m�o como nossos pensamentos,
cren�as e emo��es afetam minha sa�de.
Estou convencida que temos mais poder de cura do que acreditamos.
Mas n�o confie na minha palavra.
Vou cair na estrada e falar com alguns dos principais cientistas,
m�dicos e professores no campo da medicina do corpo e da mente,
para dividir com voc� o que � poss�vel em se tratando de cura.
N�o � s� a doen�a que come�a na mente.
Tudo come�a na mente.
O corpo tem uma capacidade de cura que ningu�m nunca me contou
como estudante ou residente.
As emo�oes corpo-mente, relacionamentos, experi�ncias sensorias, som, toque, vis�o,
todos esses sentidos s�o janelas para nossa farm�cia interna.
Precisa chegar � raiz de sua doen�a,
se quiser chegar � liberdade.
Se eu mudar minha percep��o,
minha mente, minha cren�a sobre a vida,
eu mudo os sinais que entram e ajustam a fun��o da c�lula.
Pensamentos saud�veis produzem qu�mica saud�vel.
Pensamentos t�xicos produzem qu�mica t�xica.
Mas qu�o profundamente influenciamos nossos corpos ou os corpos
de quem amamos, quando se trata de cura? Ou o mundo para al�m
de nossos corpos? Qual � a nossa real influ�ncia?
CURA
Para que algumas pessoas acordem, � preciso que soe o alarme.
No meu caso, foi em 1986.
Eu estava em um tri�tlon em Palm Springs, Calif�rnia.
Era a parte da corrida com bicicletas.
Eu estava chegando no cruzamento,
ent�o enquanto eu fazia a volta,
um caminh�o Bronco a quase 90km/h
bateu em mim por tr�s
e me catapultou para fora da bicicleta.
A for�a de compress�o comprimiu seis v�rtebras.
O progn�stico � que eu nunca mais caminharia.
E que eu precisaria de uma cirurgia chamada hastes de Harrington.
Se fosse com outra pessoa,
eu recomendaria que fizessem a cirurgia.
Mas foi comigo.
Eu decidi me dar alta do hospital.
E tinha somente um pensamento. O pensamento era
o poder que cria o corpo, cura o corpo.
E eu n�o podia parar de pensar naquilo pois eu sabia que
h� uma intelig�ncia que nos d� a vida,
que mant�m nosso cora��o batendo e que digere nossa comida.
Ent�o decidi que entraria em contato com essa intelig�ncia.
Eu criaria um plano, um modelo, um desenho.
E quando estivesse satisfeito com o resultado, eu entregaria
essa cria��o a uma mente superior, pois ela sabe como curar
muito melhor do que eu.
A segunda coisa que falei foi:
"N�o vou deixar passar nenhum pensamento
que eu n�o queria viver."
Eu come�aria
com minha mente, reconstruindo a coluna v�rtebra por v�rtebra.
E ent�o eu comecei a pensar em viver em cadeira de rodas.
Por seis semanas, passei por esse aspecto sombrio da alma.
Pois n�o conseguia fazer minha mente obedecer meus desejos.
E eu gastava cerca de tr�s horas
fechando meus olhos e reconstruindo cada v�rtebra.
E recomen�ando a cada vez que me desconcentrasse.
Ao fim de seis semanas, eu passei pelo processo completo
sem perder a aten��o.
Foi como acertar em cheio.
Algo fez sentido naquele momento. Fez sentido.
Passei a notar mudan�as significativas em meu corpo.
Minhas fun��es motoras come�aram a voltar, meu corpo mudou dramaticamente,
e eu estava de p� novamente em 10 semanas
e de volta ao treinamento depois de 12 semanas.
Eu fiz um trato comigo. O trato era
que se eu pudesse caminhar novamente, passaria o resto da vida
estudando a conex�o entre corpo e mente, o poder da mente,
e isso � o que tenho feito desde 1986.
A melhor ci�ncia de nosso tempo agora demonstra que cada �rg�o
no corpo humano tem a habilidade de se curar sozinho no ambiente correto.
Mesmo os �rg�os que pens�vamos n�o poder.
Medula espinhal, tecido cerebral, tecido card�aco, pancre�tico,
tecido da pr�stata. Todos foram desenhados
para se recuperarem sozinhos sob as condi��es corretas,
no ambiente correto.
Quais s�o estas condi��es? Essa � a pergunta.
Algumas s�o ambientais. Coisas como �gua e ar.
A qualidade de nossa comida.
Algumas podem ser qu�micas. Os suplementos que tomamos.
E alguns dos produtos herbais que nossos ancestrais comprendiam e utilizavam
com sucesso na cura dos corpos antes da medicina moderna.
Acho que s�o interessantes.
O que me fascina � o ambiente interno.
E esse � o ambiente que
Buda falava sobre com tanta eloqu�ncia.
E Buda disse: "Cada homem e cada mulher s�o os arquitetos
de sua pr�pria cura e de seu pr�prio destino."
H� uma intelig�ncia natural que leva estas c�lulas
do embri�o ao beb�. H� uma intelig�ncia natural
que leva a semente � �rvore.
Ha uma intelig�ncia natural que mant�m o planeta girando em torno do sol.
N�o poder�amos evoluir sem um mecanismo
que nos permita sofrer baques.
A doen�a � isso. O machucado � isso. Um baque.
E o sistema imunol�gico � como o corpo faz as corre��es.
E aquela intelig�ncia que nos d� a vida,
que mant�m as batidas do cora��o e digere nossa comida,
que corre pelo sistema nervoso aut�nomo,
� a grande curandeira do mundo. S� precisamos sair de seu caminho.
Eu sempre fui super saud�vel.
Minha vida foi uma jornada de cura e sa�de.
Eu estava estudando acupuntura e ioga. Eu me alimentava bem.
Principalmente vegetariano, uns 40% de coisas cruas.
Mas passei por muito estresse.
Eu estava em um casamento muito negativo.
Minha m�e morrera. Foi provavelmente a pior parte. Ela morreu de c�ncer.
Minhas bases foram abaladas.
Mas eu sempre tive essa positividade,
segui praticando ioga, andando de bicicleta, pensei que estava tudo bem.
Sabia que havia algo de errado comigo, fisicamente,
pois tinha dores de cabe�a e me sentia um pouco enjoada.
Fui ao m�dico tr�s vezes em um ano
e a cada vez ele fez um teste diferente. E disse: "Est� tudo bem."
Na terceira vez eu falei a ele que sentia muita dor.
Como se fossem facadas nessa regi�o.
Era na parte inferir do c�lon, na jun��o com o reto.
Ele fez uma sigmoidoscopia e l� estava.
Eles pensavam que estava no est�gio 2 ou 3 e, claro,
a primeira coisa que fazem � solicitar uma tomografia.
E ent�o a tomografia mostrou que estava em alguns pontos.
E tamb�m no meu f�gado.
Ent�o era est�gio quatro. Foi um choque.
Nunca ouvi falar de algu�m que sobreviveu ao est�gio quatro.
A hist�ria de Elizabeth me chocou, pois somos parecidas.
Ela era saud�vel, se exercitava, fazia ioga, parecia fazer tudo certo.
Mas um dia ela acorda e tem c�ncer em est�gio quatro.
Isso me fez questionar. Estamos a merc� de um destino aleat�rio?
Ou h� algo al�m, que ainda n�o saibamos?
Eu trabalho h� 35 anos.
E vi muitos pacientes, vi muitas coisas malucas.
E a cada semana que passa estou mais convencido
de que a principal causa das doen�as � o estresse.
90% do que leva as pessoas ao m�dico s�o doen�as ligadas ao estresse.
Eles v�o embora com antidepressivos. V�o embora com todo tipo de rem�dio.
O estresse pode ser dividido em tr�s. H� o estresse f�sico,
acidentes, machucados, quedas, choques f�sicos.
Temos o estresse qu�mico, como de bact�rias, v�rus, horm�nios em alimentos,
metais pesados, ressacas, n�veis de a��car no sangue.
E ent�o temos o estresse emocional, como trag�dias familiares, perdas,
como de emprego, ou financeiras.
Todas essas coisas tiram o equil�brio do corpo.
Quando percebemos uma amea�a, nos tempos de escola cham�vamos de
ativa��o do sistema adrenal. Lutar ou fugir.
Se est� sendo perseguido por um tigre de dentes afiados, quanta energia
quer tornar dispon�vel para correr daquele tigre?
Espero que tenha a resposta. E que a resposta seja 100%
de energia para correr do tigre.
H� s�culos, milhares de anos atr�s, isso era o correto,
pois havia, mesmo, uma situa��o de vida ou morte
com, por exemplo, um animal selvagem.
Mas agora � seu marido.
Ou seu chefe. Ou o aluguel que vence em duas semanas.
Ainda assim, o sistema reage do mesmo modo
como se fosse uma situa��o de vida ou morte.
Ent�o voc� ainda libera o cortisol.
Ainda libera a adrenalina, noradrenalina, no sistema.
E se age em modo Lutar ou Fugir o tempo todo,
por defini��o, estar� mobilizando recursos de seu instinto
de seu sistema eliminat�rio, de seu sistema imunol�gico,
dos centros cerebrais superiores,
e colocando aquela energia nos m�sculos para lutar por sua vida.
Significa que sua mem�ria n�o � t�o boa,
sua concentra��o � baixa.
N�o pode digerir a comida corretamente. N�o elimina toxinas corretamente.
E seu sistema imunol�gico � comprometido.
Cronicamente, o tempo todo.
Os horm�nios do estresse inibem o sistema imunol�gico. Quanto exatamente?
Quando m�dicos querem transplantar um �rg�o de uma pessoa para outra,
querem transplantar um f�gado ou pulm�o,
os m�dicos d�o horm�nios do estresse ao paciente e depois disso
transplantam o org�o. Por qu�?
Assim que o �rg�o estranho � transplantado,
o sistema imunol�gico est� desligado pelos horm�nios do estresse,
ent�o eu n�o rejeito o �rg�o estranho.
Infelizmente, no mundo atual, o estresse acontece 24 horas por dia, todos os dias.
Nunca termina.
Boa noite. Com a temporada de f�rias chegando,
temos uma aualiza��o s�ria sobre o Zika.
Obrigado, cidade de Nova York!
O resultado final � a doen�a. � a �nica consequ�ncia
que vir� da qu�mica do medo. Veja o mundo de hoje.
O califato de ISIS est� sob ataque.
A bolsa despencou mais 260 pontos.
Aumentam as perdas na aposentadoria para os norte-americanos.
No come�o, pensei que fosse somente
um tipo de rea��o, uma urtic�ria, algo dermatol�gico.
Ent�o ficou cada vez pior e eu comecei a ter
casos que se tornaram mais graves e que se espalhavam
pouco a pouco, minhas orelhas, minha cabe�a,
ent�o passei a me preocupar mais e a pensar
que provavelmente era mais s�rio
do que eu imaginava enquanto tratava
com cremes de uso t�pico.
Acho que o que deu in�cio, foi, talvez h� um ano atr�s
quando acordei, no meio da noite e n�o conseguia me mexer.
O lado direito de meu corpo estava paralizado.
Ent�o fiquei muito assustada.
Pensei que fosse um derrame, que algo estivesse acontecendo.
Por fim, comecei a sentir formigamentos
e pude sair da cama.
A partir daquele momento, h� um ano e meio, que comecei a ir
� dermatologista, neurologista,
especialistas em alergias.
Eles diziam: "Isso � auto-imune,
as bi�psias mostram desordens nos tecidos conectivos,
ent�o sabemos que � algo auto-imune."
Eles explicavam muitas coisas, davam diferentes rem�dios,
mas eles pareciam assustadores. N�o queria us�-los.
Eles causam cegueira, problemas card�acos,
e in�meros efeitos colaterais.
� frustrante que ningu�m saiba como ajudar, sabe?
�s vezes fico grata por n�o ser nada pior.
Mas ao mesmo tempo, no dia a dia, preciso trabalhar,
tenho filhos, tenho outras responsabilidades,
ent�o preciso ir ao m�dico cinco vezes por semana
e torna-se muito assustador. � cansativo.
-Sim. -Estou t�o cansada.
�gua benta
Jesus, cuide da mam�e.
Espero que as manchinhas desapare�am.
Sempre coloco �gua benta. Am�m.
Minha pequena, ela vai � escola e sempre reza.
Ela diz: "Mam�e, eu rezei para as manchinhas sumirem."
E ent�o eu disse a ela:
"Uma colega da mam�e... Voc� se lembra de Kelly?"
"Ela vai ajudar a mam�e."
Ela diz: "Deus vai ajudar a mam�e."
T�o fofa, eu comecei a chorar.
Meu Deus!
E eu disse: "Isso mesmo."
Algumas vezes, as coisas est�o determinadas.
Coisas que acontecem em sua vida por algum motivo.
-Quem teria pensado nisso? -�.
� maluco que o universo funcione assim.
Eva trouxe alguns contratos para assinar no escrit�rio.
E se desculpou pela alergia em sua m�o.
S� ent�o eu descobri que por tr�s anos
ela vinha lutando contra esta doen�a misteriosa.
Vou conect�-la com alguns especialistas hol�sticos
com quem trabalhei. Ver se eles encontram uma resposta
que a ajude, ver o que funciona ou n�o,
e descobriremos a causa.
Estamos h� tr�s s�culos com este pensamento de que a medicina,
como abordado nos trabalhos de Descartes, Newton
e at� Darwin, com a ideia de que os sintomas s�o sem sentido.
De que nosso corpo � uma m�quina.
Cheio de �rg�os, bot�es e manivelas que necessitam ajuste.
Que n�o estamos aqui por uma exist�ncia com prop�sito.
Estamos aqui para viver e sobreviver at� chegar a morte.
A medicina, tendo derivado da f�sica Newtoniana,
v� o corpo como um dispositivo f�sico
e se h� algo errado com ele, � a consequ�ncia de um problema
na mec�nica de uma m�quina f�sica.
Isso era muito legal at� 1925.
Em 1925, ganhamos uma nova f�sica. A f�sica qu�ntica.
Qual a relev�ncia da f�sica qu�ntica?
Ela afirma que a energia f�sica que est� por a�,
que n�o avaliamos e nem mesmo discutimos na medicina,
pois o corpo � s� f�sico ... No fim,
nossa percep��o do que � f�sico � s� uma ilus�o.
N�o h� nada f�sico. Tudo � energia.
Se observar cada parte do corpo com um miscrosc�pio,
por exemplo a sua m�o. Se observar sua m�o, vai ver c�lulas.
Dentro das c�lulas, no centro delas, est� o seu DNA.
Olhe dentro do DNA e encontrar� �tomos.
Olhe dentro dos �tomos e n�o encontrar� nada.
Bem, tem os pr�tons, n�utrons, el�ctrons. O mais incr�vel � que dentro de um �tomo
h� 99.9999999999999% de espa�o vazio.
Se o pr�ton fosse do tamanho de uma ma��,
o el�ctron mais pr�ximo teria o tamanho de um gr�o de sal.
E estaria a cerca de dois quil�metros de dist�ncia.
Esse � o espa�o que voc� teria, Pi r ao quadrado.
As pr�prias part�culas, elas emergem
daquilo que � chamado de quantum field.
Voc� pode pensar nisso como part�culas,
como ondas de energia. Vibra��es laterais de energia.
Eu acho que muda seu pensamento ao pensar
que algo parece s�lido e permanente,
ent�o talvez algo possa ser mudado e curado.
H� muito tempo atr�s, o que era a palavra "esp�rito"?
For�as invis�veis que influenciavam o mundo f�sico.
A f�sica qu�ntica est� nos levando de volta a um per�odo
no qual as for�as invis�veis que n�o levamos em conta na medicina,
se transformam nas for�as prim�rias que controlam tudo.
Mas o que est� inclu�do a�?
Mente, consci�ncia, e � por isso
A retomada do controle supremo sobre nossa biologia
est� no pensamento. A energia invis�vel em nossa mente
que n�o molda apenas nosso corpo, mas nossa rela��o com o mundo
em que vivemos.
Dia 2 de fevereiro de 2006 deveria ter sido meu �ltimo dia de vida.
Tive linfoma, que come�ou quatro anos antes
com um caro�o no pesco�o.
Tive tumores, alguns do tamanho de lim�es,
na base de meu cr�nio, em volta de meu pesco�o.
em volta dos bra�os, no peito e at� em meu abd�men.
Estava t�o fraca que meus �rg�os pararam de funcionar, um a um.
Entrei em coma,
os m�dicos disseram � minha fam�lia que era minhas �ltimas horas.
Ent�o fui a outro mundo,
onde fiquei ciente de meu pai falecido.
Durante minha inf�ncia, meu pai e eu tivemos uma rela��o turbulenta.
Sempre tive esse sentimento de que o abandonara.
E que nunca havia sido a filha que ele queria que eu fosse.
E agora estava com ele neste outro mundo.
E o que senti por ele foi um amor puro e incondicional.
Ele n�o me julgava por nada do que eu havia feito.
Foi como chegar a um estado de completa clareza.
Naquele estado de clareza, compreendi por que eu tinha c�ncer.
Percebi que cada decis�o,
cada escolha da minha vida, fora criada pelo medo.
Agora que sabia dessa verdade, percebi que se voltasse a meu corpo,
poderia me curar.
Foi naquele momento que me vi saindo do coma.
Em uma semana, os m�dicos viam que os tumores
se dissolviam mais r�pido do que eles jamais haviam visto.
Ao fim de cinco semanas, eu estava mais forte fisicamente
e eles n�o encontravam tra�os de c�ncer em meu corpo.
Ent�o me deixaram ir para casa e viver minha vida livre de c�ncer.
A hist�ria de Anita � o exemplo mais poderoso das possibilidades
do corpo humano.
Ela � prova de que n�o importa qu�o distante, ainda � poss�vel
que o corpo seja restaurado e regenerado at� que volte a funcionar.
Ela teve uma mudan�a dram�tica no modo de ver a vida.
Do medo para o amor. S� isso.
E o corpo respondeu e se curou.
Mas ela � s� um milagre aleat�rio ou podemos estudar o que aconteceu
para que mais pessoas mudem?
Tenho estudado remiss�o radical h� dez anos.
Come�ou com uma viagem ao redor do mundo para entrevistar
sobreviventes de remiss�o radical de diferentes pa�ses.
Desde ent�o, analisei mais de 1.500 destes casos.
E conduzi mais de 250 entrevistas em profundidade.
E estas s�o pessoas dos mais diferentes tipos.
Tivemos remiss�es radicais
verificadas e reportadas para cada tipo de c�ncer.
Pessoas com c�ncer pancre�tico, c�ncer de pulm�o est�gio quatro,
com um grande tumor cerebral considerado imposs�vel de operar.
Existem exemplos de pessoas que se curaram.
E eu descobri cerca de 75 coisas
que estas pessoas fizeram para melhorar.
Mas nem todos usam os 75 fatores.
Por�m, ao avaliar os n�meros, todos eles usavam nove fatores.
Apenas dois deles s�o f�sicos.
MUDANDO RADICALMENTE SUA DIETA USANDO ERVAS E SUPLEMENTOS
Os demais s�o emocionais, mentais e espirituais.
E aquilo foi um choque para mim.
Existe um modo de ativar o sistema imune,
com um trabalho mental, emocional.
E � claro, h� ci�ncia por tr�s disso.
Significa que vamos nos curar amanh�?
N�o, mas significa que vale a pesquisar,
pois h� algo incr�vel para aprendermos.
Eu acreditava que estava separada da sa�de perfeita por uma receita m�dica.
Cerca de nove meses ap�s o parto,
recebi meu primeiro diagn�stico.
Fui diagnosticada com Tiroidite de Hashimoto.
Tinha sintomas como fatiga intensa, esquecimento, confus�o mental.
Como se n�o fosse eu mesma. Mas, claro, eu era m�e de primeira viagem.
Ent�o � f�cil descartar os sintomas.
E tive o mesmo sentimento, novamente,
de n�o querer tomar rem�dios pelo resto da minha vida.
Tem que ter uma sa�da, certo? Tem que ter outra op��o.
Fui a um terapeuta natural, o que era algo que eu faria normalmente.
Fui treinada para considerar a medicina alternativa
como um inc�modo, uma perturba��o para
a medicina de verdade.
Eu fui at� l� pois sabia que a medicina convencional
n�o tinha nada a me oferecer. Eu sabia que n�o me livraria
de uma doen�a cr�nica se continuasse com meu m�dico convencional.
E, em seis meses, eu coloco em remiss�o algo que deveria ser
uma doen�a cr�nica, para toda a vida.
E percebi v�rios sinais de alerta
no qual eu dizia: "Nunca aprendi que
a nutri��o tem tudo a ver com a sa�de."
REM�DIOS
Agora abra a boquinha.
Temos um sistema de sa�de doentio, no qual m�dicos e seguradoras
tratam sintomas, mas n�o tratam as causas,
e, em muitos casos, n�o tratam a pessoa como um todo.
Est�o lidando com o sintoma, e o tratam com um rem�dio
que ter� um efeito colateral, e o ciclo continua.
Mais toxicidade, mais doen�as, mais falta de sa�de.
a medicina convencional, presa � cren�as antigas,
est� presa na causa da doen�a,
est� preso � gen�tica e � nossa bioqu�mica.
Logo, a ind�stria farmac�utica � a grande salvadora. Por qu�?
Pois ela n�o cria a qu�mica que nos trar� a sa�de de volta.
Bem, no fim, isso � totalmente falso.
Existem poucas doen�as que s�o org�nicas.
Na verdade, 100% da diabetes tipo 2 n�o tem nada a ver com gen�tica
e tem tudo a ver com estilo de vida.
90% das doen�as cardiovasculares n�o t�m a ver com a org�nica
do indiv�duo, trata-se das consequ�ncias de lidar com o estresse.
O que vou fazer?
Al�! Al�!
Significa que toda medicina � negativa? N�o, de modo algum!
A medicina pode fazer milagres com choques f�sicos.
Se eu me machuco, sofro um acidente de carro,
e meu intestino estiver pendurado para fora, n�o mande um quiropraxista.
Nem um massoterapeuta. E a homeopatia realmente n�o vai ajudar.
Quero um cirurgi�o.
A medicina � �til. Medicina farmac�utica, a interven��o terap�utica,
a cirurgia, s�o todas �teis.
Eu diria que talvez 10% sejam doen�as agudas.
Do contr�rio, se tem uma doen�a cr�nica, n�o importa qual for,
c�ncer, doen�a card�aca ou terminal,
use uma abordagem hol�stica, tudo que venha da mente, do corpo, das emo��es,
energia de cura, mesmo energia distante, qualquer coisa que influencie
sua experi�ncia com o corpo, a mente e as emo��es.
Com emerg�ncias e doen�as agudas, como infec��es e machucados,
precisamos de algo r�pido. Gra�as a Deus temos tecnologias que salvem vidas.
Mas com outras doen�as cr�nicas, desenvolvidas ao longo do tempo,
fazer uso de algo r�pido n�o vai funcionar.
Precisamos chegar � causa se quisermos uma mudan�a.
Vou falar com um homem que est� ajudando centenas de pessoas na causa do problema.
Ele usa um m�todo diferente de tecnologia de diagn�stico.
Por aqui. Fa�a desse jeito. Espere um pouco.
Pensei que houvesse um murm�rio no cora��o, mas parece bem.
Come�ou aos quatro anos de idade. Acordei ouvindo uma voz que chamo de Esp�rito.
E essa voz falou comigo, assim como quando ouve algu�m falando
com voc�. Algu�m falando com algu�m.
Acontece em tempo real. � noite, jantando com minha fam�lia,
todos sentados, o Esp�rito aparece, me pede para levantar da cadeira.
Eu caminho at� minha av�. O Esp�rito pega minha m�o,
coloca no peito da minha av� e diz: "Diga c�ncer de pulm�o."
Diz que minha av� tem c�ncer de pulm�o. Vov� tem c�ncer de pulm�o.
Algumas semanas mais tarde, eles a levaram ao m�dico por curiosidade,
n�o consegu�amos nos esquecer daquilo.
E ela tinha c�ncer de pulm�o. Foi assim que come�ou.
Parte inferior das costas ... N�o sei se vai a um quiropraxista.
Semanalmente.
-Semanalmente? Certo. -Sim.
Est� trabalhando nisso.
Sinto um espasmo bem aqui.
-Sim, isso vem da L3, L4. -Sim.
Mas tudo bem. Gosto disso. � divertido, pois voc� � saud�vel.
Meu cora��o se parte quando h� algo muito errado com as pessoas.
Como voc� leva os c�ticos a acreditarem em voc�?
N�o � um problema, n�o encontro muitos c�ticos.
Mas com certeza existem muitos por a�.
Quando est� nessa, voc� quer ajudar as pessoas,
quer das a elas as respostas. E as pessoas est�o sofrendo.
Elas t�m doen�as cr�nicas e as respostas n�o est�o por a�.
Isso � mais importa que o ceticismo.
Trata-se de uma pessoa se curar, sentir-se melhor.
Trata-se de suas necessidades, este � o foco.
Ent�o meu foco n�o est� nos c�ticos.
Fale, por exemplo, das misteriosas doen�as cr�nicas
os m�dicos as classificaram como desordem auto-imune.
Chamamos de auto-imune pois n�o sabemos qual a causa
dos sintomas, ou das doen�as que est�o ocorrendo.
Por exemplo, psor�ase e eczema. Causas desconhecidas.
Esclerose m�ltipla, causa desconhecida. Fibromialgia, causa desconhecida.
Artrite reumat�ide, causa desconhecida. O que est� acontecendo �
que h� um pat�geno envolvido, algo que causa o problema.
Uma toxina ou pat�geno. Est� causando os sintomas.
O corpo est� tentando se proteger. A chave para se livrar disso
� saber como usar algumas coisas, como ervas e alimentos.
Os alimentos s�o os mais importantes. Saber o que o enfraquece.
Tratar toxinas e pat�genos com dieta e ervas
e algo com o qual me identifico.
Usar natureza e alimentos como medicina � o que as civiliza��es antigas
vem fazendo com sucesso h� milhares de anos.
Sei que ao mudar minha dieta, tive efeitos positivos n�o somente
em minha sa�de f�sica, mas em minha sa�de mental.
Ent�o pensei que seria bom come�ar levando Eva a um nutricionista.
Eva tem in�meros sintomas.
Algo em particular, que vi em seu exame de sangue,
ela tem inflama��o. Inflama��o cr�nica.
Temos literalmente trilh�es de bact�rias e micr�bios em nossos corpos.
Na verdade, temos mais bact�rias do que c�lulas em nosso corpo.
E a maioria delas vive no intestino.
O micr�bio � como um pequeno universo dentro do instestino.
Ele constantemente realiza limpezas, estimula a imunidade, cria vitaminas,
e mant�m os pat�genos fora do nosso sistema.
Se o micr�bio de algu�m � morto, por in�meros motivos,
principalmente uma dieta ruim, estresse, medicamentos, talvez
voc� possa matar micr�bios o bastante de modo a machucar
o pr�prio est�mago.
Se voc� come�a a ter buracos nas paredes do intestino,
o lixo vaza na corrente sangu�nea e se espalha por seu corpo.
A chave � que precisamos remover isso. Precisamos remover os �tens de ataque.
Corrigir a dieta. Come�ar a cura.
Ela vai come�ar uma dieta nessa semana.
Uma dieta baseada em alimentos integrais, com produtos n�o proecssados,
baseada em plantas. O que isso significa? Vegetais e frutas,
cereais integrais e legumes. Alimentos que s�o
ricos em nutrientes.
Se pudermos estimular o sistema imunol�gico, remover os ataques
que causa a si mesmo diariamente, ent�o vai se curar muito mais r�pido
do que o tempo que levou para a doen�a ser processada. Essa � a beleza da cura.
Na �ltima d�cada, ou at� mais, a quantidade de pesquisas
surgidas em revistas cient�ficas demonstrando, sem sombra de d�vida,
que existe uma liga��o entre o corpo e a mente.
Pensar, acreditar, ter emo��es, tudo isso causa, realmente,
mudan�as qu�micas, psicol�gicas e biol�gicas por todo o corpo.
E � �timo que tenhamos passado por essa transi��o
nas �ltimas duas d�cadas. De id�ias sobre a conex�o mente-corpo
at� a evid�ncia cient�fica.
Tenho um PhD em qu�mica org�nica.
N�o tem nada a ver com comidas org�nicas.
Em resumo, um qu�mico org�nico brinca de Lego como uma crian�a,
mas o nosso � de �tomos.
Pessoas como eu terminam na ind�stria farmac�utica.
Eu trabalho para uma das maiores farmac�uticas do mundo,
desenvolvendo rem�dios para doen�as cardiovasculares e c�ncer.
E por mais que goste disso, goste da ci�ncia que h� por tr�s,
o que mais me fascinava era o que acontecia
ao testar os rem�dios.
Digamos, em um teste t�pico, pode dar o rem�dio a 100 pessoas
para mostrar que funciona.
Tamb�m precisa dar a 100 pessoas um placebo para poder comparar.
E podemos ter umas 75 pessoas apresentando melhoras com o rem�dio.
Mas n�o � raro ter 40, 50, 60, 70, 74, 75
tamb�m melhorando com o placebo,
pois elas pensam que � rem�dio. Eu penso: "Uau, que incr�vel."
O que vemos aqui � que a cren�a modifica a biologia.
E isso n�o � ensinado o bastante na escola de medicina.
Como podemos oferecer um comprimido de a��car, inje��o salina,
realizar uma falsa cirurgia ou tratamento
e ter uma porcentagem das pessoas que aceitam, acreditam e se rendem
ao pensamento do que est�o melhorando com o tratamento?
E come�am a programar seu sistema nervoso para criar a pr�pria
farm�cia que combina exatamente a mesma qu�mica
que eles pensam estar tomando.
A pergunta �: a subst�ncia inerte est� levando � cura?
Ou � a capacidade inata de o corpo se recuperar?
Enquanto todos parecem cientes do efeito placebo,
o resultado de pensar positivo, a quest�o que importa � essa:
Qual a consequ�ncia do pensamento negativo?
Adivinhe s�. � igualmente poderoso
para influenciar sua vida, mas funciona de modo oposto.
Enquanto o placebo do pensamento positivo pode cur�-lo de qualquer coisa,
o nocebo, cren�a negativa, pode causar qualquer doen�a
e pode causar a morte, s� por que voc� acredita.
Devemos dar muita autoridade a algu�m de jaleco?
Eu me lembro de quando uma pessoa chegou
chorando muito, pois havia recebido um tremendo
diagn�stico e progn�stico e... "O m�dico falou" , "O m�dico falou"
"O m�dico falou". Ent�o eu disse: "J� volto".
Eu sa� e coloquei um casaco branco.
Peguei minha identifica��o, dizia Dr. Michael Beckwith.
Voltei e falei: Sou o Dr. Michael Beckwith.
Quero que saiba que sua vida vai melhorar.
Voc� teve um alerta inc�vel sobre h�bitos tremendos
que voc� manteve por muitos anos.
Est� a ponto de quebrar o ciclo desses h�bitose vai observar
seu corpo mudar. Vai observar que ter� um grande senso
de realiza��o.
Ent�o peguei um bloco de receitas e falei:
"Diga isso diariamente:
"� isso que quero comer. Isso � o que n�o quero comer."
Quero que coma isso.
Venha me ver em 30 dias e diga como se sente.
Ela parou de chorar e come�ou a rir, pois percebeu
que havia oferecido seu poder.
N�o significa que n�o deva ir ao m�dico.
N�o significa que n�o deva seguir bons conselhos m�dicos.
Mas ao se entregar para uma autoridade externa,
voc� se torna v�tima duas vezes.
Uma v�tima das condi��es de diagn�stico
e uma v�tima da figura de autoridade que est� dizendo a voc�
o que vai acontecer em sua vida.
Acredite no diagn�stico. Agora, pode fazer algo a respeito.
Mas n�o acredite no progn�stico.
Progn�stico � quando algu�m diz: "Tem tr�s meses de vida" ou
"60% das pessoas morrem em seis meses."
� como adivinhar a temperatura atual
com base na temperatura m�dia do ano.
Se voc� � de Nova York, e a temperatura m�dia
� 23 graus, isso n�o representa a temperatura de agora.
Estat�sticas s�o impessoais. Voc� � uma pessoa e ningu�m sabe
do que voc� � capaz ou de para onde voc� vai.
Se algu�m diz: "Bem, h� menos de 1% de chances
de recupera��o deste c�ncer, voc� tem...
Algu�m precisa ser aquele 1%. Por que n�o pode ser voc�?
� importante que as pessoas percebam que ao receber um diagn�stico,
se elas forem v�timas deste diagn�stico
sem considerar que existem outras op��es,
sem perceber que podem fazer algo diferente,
que talvez tenham de fazer novas escolhas,
que ter�o de ultrapassar certas emo��es
e superar seu pensamento limitado,
se puderem entender que podem fazer isso,
mais possibilidades se abrem como resultado de suas mudan�as pessoais.
� quando voc� come�a a ver
v�rios tipos de m�gica acontecendo na vida de uma pessoa.
Quando os m�dicos d�o a voc� o diagn�stico e o progn�stico,
eles estavam tentando apress�-la para fazer quimioterapia e radioterapia?
Sim, e eu n�o ia fazer,
pois eu sempre jurei, com meu hist�rico em acunpuntura,
que eu confiaria na medicina natural. Na cura natural.
Eu n�o faria aquilo. Eu iria a lugares que
prop�em cura natural, com sucos e coisas do tipo.
Mas tenho um irm�o que � cientista
e confio na opini�o dele. Ele disse:
"Lizzie, n�o vai conseguir. Fez tratamentos com suco a vida toda.
"Mais suco n�o vai salv�-la.
"� est�gio 4. Precisa fazer algo." Ent�o...
Mas ainda demoreu um m�s e meio pois n�o queria fazer aquilo.
Eu n�o ia fazer a qu�mioterapia at� que ...
V�rios conhecidos me convenceram e eu fiz.
Ent�o comecei a fazer cura espiritual.
Meus amigos fizeram um evento beneficente que foi intenso, por que
as pessoas diziam: "Nossa, se a Elizabeth Craig tem c�ncer,
"vamos todos morrer."
Eles juntaram dinheiro para mim e eu comecei a fazer ...
A visitar todos os curandeiros que fosse poss�vel, pois pensava:
"Em �ltimo caso, posso catalogar isso tudo e compartilhar com as pessoas.
E algumas pessoas aprender�o com isso."
Dianne Porschia foi uma das pessoas para quem liguei
ela � uma psic�loga espiritual.
Cura. Changa.
Inicialmente eu a liguei para ela com o prop�sito
de morrer sem sentir medo.
Eu tinha medo de morrer.
E eles disseram que eu n�o ia muito bem.
...medo disfar�ado, p�nico, ansiedade, mas...
Atrav�s do processo, em vez de morrer
eu comecei a perceber milagres.
Nossa primeira sess�o juntas, aconteceu no dia em que ela passou a usar
o dispositivo de acesso venoso.
Eu n�o sabia que ela chegaria com aquilo.
Foi um primeiro passo tremendo que ela precisou tomar
em seu tratamento contra o c�ncer.
Eles me receitaram um coquetel, que chamam de n�vel um.
Mitomycin. Ela como uma pequena embalagem que passava pelo dispositivo
e ent�o eles colocaram mais esse.
� estressante pensar que algo est� invadindo seu cora��o.
E tomar os rem�dios, que sabemos que s�o assustadores.
Ela teve que fazer as pazes com aquilo.
Alguns colocam o dispositivo no bra�o.
Dianne seguia trabalhando comigo, dizendo que era s� um medicamento.
"Vai cur�-la, � bom para voc�.""
E acho que isso fez toda a diferen�a do mundo.
Temos que pensar nisso como medicina com alvo.
Como pequenos pacmans, pequenos soldados que est�o a�,
atacando as c�lulas de c�ncer, deixando todo o resto intacto,
sem ser atingido.
O corpo quer se mover em equil�brio.
Eu comecei a cham�-lo, pois era meu pacote de quimioterapia,
eu o chamava de Qu�mio-sabi.
Qu�mio-sabi, oi.
Dianne me ajudou a mudar de atitude, a ver que era rem�dio e n�o veneno.
O poder da cren�a � quase tudo.
De verdade.
O que voc� pensa e acredita, neste momento,
diz a seu sistema imunol�gico: "Pare, n�o trabalhe
"pois temos que fugir de um estressor". Ou: "Est� tudo bem,
"Por que n�o relaxamos, e se houver algo a ser trabalhado, n�s o faremos?"
� isso. Voc� est� entre "lute e fuja" ou "descanse e se recupere."
E s�o suas cren�as que v�o fazer a mudan�a. As cren�as s�o tudo.
Em 1968, eu estava aprendendo a clonar c�lulas-tronco. E naquela �poca,
poucas pessoas no mundo sabiam o que eram as c�lulas-tronco.
Eu estava na hora certa, no lugar certo
para fazer algumas descobertas interessantes.
Deixei uma c�lula-tronco sozinha. Ela se dividia a cada 10 a 12 horas.
No come�o, � uma. Depois, 2, 4, 6, 8, 16, 32, vai dobrando.
Tenho 50.000 c�lulas geneticamente id�nticas. Mas isso n�o � a experi�ncia.
A experi�ncia foi dividir estas c�lulas em tr�s tubos de coleta
e modificar a composi��o qu�mica do meio em que se encontram.
Isso � equivalente ao sangue.
Se s�o c�lulas de rato, eu observo sangue de rato
vejo do que � feito e tento criar uma vers�o sint�tica,
que chamo de meio.
O objetivo � o seguinte. C�lulas geneticamente id�nticas
em tr�s tubos, mas com meios diferentes por conta da qu�mica.
Em um tudo, as c�lulas formam m�sculo.
Em outro, formam o osso.
No terceiro, formam c�lulas de gordura.
Qual o significado? O que controla o destino das c�lulas?
Qual o ponto? Elas eram todas id�nticas geneticamente.
O meio foi o que selecionou a atividade gen�tica das c�lulas.
Pessoas com DNAs semelhantes, que tem a mesma chance de adoecerem...
Uma pode ficar doente e a outra, seguir saud�vel.
Uma pode se curar e a outra, n�o.
Tudo pois elas otimizam os fatores ambientais
que controlam a atividade gen�tica. A epigen�tica trata disso.
A natureza de nossa biologia � simples.
Organismos biol�gicos adaptam sua biologia para se adequar ao ambiente.
Digamos que estou observando a atividade das c�lulas do meu f�gado.
Digamos que as c�lulas do meu f�gado devam estar
se ajustando ao que acontece no ambiente.
Mas como uma c�lula do f�gado sabe o que est� acontecendo no ambiente?
A resposta � a seguinte: a c�lula do f�gado n�o toca o ambiente.
Ela depende do sistema nervoso enviar informa��es
sobre o ambiente para dentro do corpo,
para que as c�lulas ajustem a biologia e combinem com o que est� acontecendo.
S� temos um problema com isso.
A consci�ncia � uma interpreta��o. Minha mente interpreta o ambiente.
Se eu mudar minha percep��o, minha mente, minha cren�a sobre a vida,
mudo os sinais que entram e ajustam as fun��es da c�lula.
Isso � muito significativo. Minha habilidade de mudar o ambiente,
minha habilidade de mudar minha percep��o do ambiente,
tem a habilidade de controlar minha atividade gen�tica.
N�o sou v�tima de minha hereditariedade. Sou um mestre da atividade gen�tica.
Compreender como lidamos com o ambiente,
e lidamos com a percep��o, h� uma mente entre o ambiente e as minhas c�lulas.
Quando falam na mente, pensam nisso como uma entidade �nica, a mente.
A mente � feita de dois
elementos interdependentes que trabalham juntos.
A mente consciente e a mente subconsciente.
A mente consciente, �ltima evolu��o do c�rebro, � a mente criativa.
Quando a mente consciente est� engajada pensando,
a subconsciente � o programa padr�o, o piloto autom�tico.
A mente consciente pode estar engajada, mas minha mente subconsciente continua
a tarefa que estou realizando. Caminhando, dirigindo o caro.
Falando com outra pessoa. N�o preciso da mente consciente para isso.
J� tenho programado como fazer essas coisas.
Quando olhamos para o mundo, operamos atrav�s do subconsciente.
Os programas da mente subconsciente vem principalmente de downloads
do comportamento de outros. Sua m�e, seu pai, seus irm�os,
sua comunidade nos sete primeiros anos de vida.
Voc� � uma esponja aberta para o mundo,
absorvendo padr�es de todos a quem � exposto
que est�o por perto.
Se temos cuidadores que s�o realmente conscientes,
e aprendemos a gerenciar as emo��es e nos curar de modo saud�vel,
isso � algo �timo.
Conhe�o muito poucas pessoas que foram aben�oadas com fam�lias assim.
Digamos que voc� cresceu em um ambiente
no qual haviam traumas dentro de casa.
Alcoolismo, conflito familiar, rela��es violentas.
Quando n�o tem ferramentas para processar as emo��es em certo momento,
aquilo vira uma mem�ria n�o completamente formada.
Terminamos nos vendo no mundo ao redor
como se ainda tiv�ssemos quatro anos de idade, em um ambiente
de conflito, trauma e drama.
N�s filtramos e sentimos aquilo muitas outras vezes
sempre que cores, sons, cheios, gostos e sentimentos s�o ativados.
Reagimos como se aquilo estivesse acontecendo.
Pode tentar escapar da mente subconsciente
assim como tenta escapar da sombra.
N�o consegue. Precisa encar�-la.
Precisa ver o problema como um portal.
E reconhecer que os sintomas e os estressores s�o relevantes
e incrivelmente inteligentes para nos acordar.
Eu ia ao tratamento duas vezes por semana e meu irm�o me levava de carro
para fazer as sess�es.
O mais engra�ado � que a cada vez, depois das primeiras,
na verdade, em cada uma das vezes, eu pensava:
"N�o tenho id�ia do que dizer. N�o sinto que haja algo de errado.
"Certo, vamos s� conversar."
E ent�o ela fazia um exerc�cio ou algo parecido
e algo surgia, extra�do de um lugar no passado
que eu nunca imaginei que a terapia da conversa alcan�asse
seu pr�prio pensamento.
Perd�o tudo que est� no passado e escolho preencher meu mundo com alegria
amor e um eu melhorado.
Trabalhar com Dianne ... Come�amos a trabalhar nestes sentimentos,
no luto, na tristeza, no medo do c�ncer,
e ent�o as coisas ficaram mais profundas e eu n�o tinha ideia
de que estavam l�. Coisas antigas que eu nem me lembrava.
Por que � voc�?
Aceita tudo o que d�o a ela.
N�o pede muito. E ela vai melhorar.
Elizabeth identificou um tempo em sua vida quando se sentiu pat�tica.
Foi um incidente que aconteceu quando as crian�as deveriam levar
algo para a escola e ela levou bolachas �gua e sal.
Ela s� tinha isso e eles riram dela.
Ent�o ela adotou essa cren�a de que era pat�tica.
De como aquilo fora vergonhoso.
E carregou aquilo consigo por muitos anos.
At� na ida adulta, sem nem mesmo entender ou perceber como aquela
imagem "pat�tica" seguiria em frente na vida adulta e nas rela��es.
Pe�a ajuda aos esp�ritos.
As ferramentas de cura podem envolver a crian�a interior, a raiva sagrada...
Agora mesmo, nesse momento.
A raiva sagrada, quando se apresenta,
ent�o h� raiva, uma necessidade, e ela est� pronta para ser movida.
Vamos at� o campo e jogamos pedras.
Jogar essas pedras o mais r�pido poss�vel e mover aquela energia parada...
Eu n�o sabia que tinha uma mentalidade t�o prejudicial.
Pensei que era boa, mas a personalidade do c�ncer,
o "Eu n�o quero ser um peso." � mais f�cil dar amor
do que pedir por ele.
Foi muito importante que eu aprendesse a pedir ajuda
e a me conectar.
H� uma tend�ncia de as pessoas sentirem que fizeram algo errado
pois ficaram doentes.
Se n�o estamos cientes das cren�as subconscientes negativas e limitantes,
comandando nossas vidas,
ent�o n�o podemos nos culpar por adoecer.
Se sentimos medo, se resistimos,
n�o apenas desperdi�amos energia valiosa, que poderia ser usada para curar,
mas tamb�m nos fechamos para informa��es e possibilidades.
Se, do contr�rio, nos perguntarmos,
o que esta dor ou condi��o est� tentando me mostrar?
isso cria um espa�o,
passamos a ficar cientes das respostas.
Eu sempre, desde que era jovem, ficava fascinado
com sa�de, bem-estar, ser o melhor que se pode ser,
sempre foi uma parte, mesmo ao passar pelo ensino m�dio e faculdade.
Eu entrei em contato com Ayurveda provavelmente h� 16 ou 17 anos.
Eu estava l� parado e pensei:
"Finalmente, algu�m que sabe o que est� dizendo."
A constitui��o � Pitta-Vata.
Acho que uma das minhas partes preferidas �
que temos algo chamado Samprapti,
que � um nome s�nscrito,
que descreve o processo de como uma doen�a passa a existir,
e existem seis est�gios.
E quando ouvi isso pela primeira vez, foi t�o simples e belo.
E o primeiro est�gio � a acumula��o.
Voc� acumula muito daquilo que chamamos dosha.
Dosha � a qualidade da energia.
Voc� tem muito fogo, voc� tem muito ar,
tem muita terra e �gua em seus sistema.
O fogo, por exemplo.
Se acumular muito fogo em seu sistema,
pode ter como sintoma um arroto eventual.
N�o � grande coisa, mas � sinal de que h� muito calor no sistema.
O pr�ximo est�gio � a piora.
Acaba piorando o sistema.
O que era um arroto vira uma queima��o.
N�o deixe que a comida que come de dia o persiga durante a noite.
Nos dias de hoje, n�o h� problema. Temos a solu��o, n�o �?
Tomamos Prilosec, Nexium, o que for.
Voc� n�o pergunta: "Por que tenho esse desequil�brio?"
Pois ter queima��o � considerado normal.
O est�gio seguinte � a propaga��o.
Agora, o excesso de calor que est� no sistema e n�o foi considerado,
pois o indiv�duo ainda est� comendo muita comida apimentada,
ainda bebe �lcool, coloca muito calor no sistema,
o calor se espalha.
O quarto est�gio � a localiza��o.
Agora o excesso de calor que est� no sistema e come�ou com ac�mulo,
agora encontra um ponto fraco no sistema, onde se perdeu alguma integridade.
Digamos que a pessoa em quest�o era um jogador de futebol de ensino m�dio,
ou que talvez tenha sido atingido algumas vezes e agora ele sente a canela.
Seria o local ideal para o calor em excesso encontrar uma casa.
Com o tempo, isso pode progredir para artrite, talvez.
Ent�o se manifesta como uma doen�a,
e no sexto est�gio, torna-se diversificado.
Isso altera o pr�prio tecido,
talvez causando artrite reumat�ide.
A beleza desse sistema � compreender os seis est�gios.
Se quiser prevenir as doen�as, o que deve prevenir?
Ac�mulo em excesso.
Prevenir que cres�a.
Isso, para mim, � o mais importante.
Voc� v� o processo completo da doen�a,
aplica � fisiologia e � psicologia.
Est�vamos trocando emails
antes de nossa reuni�o,
a respeito das coisas que queremos discutir.
Certo.
Por que acha que � o momento de trabalhar nisso?
Acho que � o especto f�sico
que est� me for�ando a perceber que
talvez haja mais do que simplesmente estar doente fisicamente.
Talvez as emo��es do passado estejam me afetando.
Como quando vamos ao avi�o e sentimos medo.
-Sim. -�?
Temos nossa resposta f�sica a algo emocional.
As palmas das m�os est�o suadas, temos palpita��es.
� a resposta f�sica a algo emocional.
Certo, sim.
Agora imagine se estivesse negando algo
diariamente, e
isso n�o tivesse para onde ir. Iria crescer.
Certo.
E cresce, e cresce, e cresce.
Uma imagem de doan�a.
A ideia de que bloqueios emocionais podem levar a bloqueios f�sicos.
Ent�o a ideia � liber�-los.
Pode fazer isso como quiser.
Para algumas pessoas
� se libertar na aula de Zumba.
Para outras, � ver um xam� e fazer regress�o.
� amplo. Algumas pessoas fazem psicoterapia,
outras queimam as cartas do ex-marido.
O que der certo.
O que permita que voc� se liberte daquela raiva,
que abandone o ressentimento, o luto ou o trauma.
Principalmente o trauma,
que pode ser trancado dentro de seu c�rebro
na parte subconsciente.
Ent�o faremos a t�cnica de libera��o emocional,
falamos sobre isso no outro dia
e demorou um pouco para chegar �s emo��es
pois � muito boa ao neg�-las.
E fingir que est� tudo bem!
Mas n�s fizemos v�rias anota��es.
A liberdade emocional �
poder acess�-la.
Poder acessar essa coisa que suprimimos,
e permitir que ela saia.
-Tenho medo do desconhecido. -Tenho medo do desconhecido.
-Tenho medo do que conhe�o. -Tenho medo do que conhe�o.
-E do que n�o conhe�o. -E do que n�o conhe�o.
-Tenho medo do que conhe�o. -Tenho medo do que conhe�o.
-E do que n�o conhe�o. -E do que n�o conhe�o.
-Tenho medo do que conhe�o. -Tenho medo do que conhe�o.
-E do que n�o conhe�o. -E do que n�o conhe�o.
-Tenho medo do que vir� em breve. -Tenho medo do que vir� em breve.
Quando temos uma emo��o em nossos cora��es,
aquela emo��o manda um sinal ao nosso c�rebro
e a qualidade daquele sinal determina o que o c�rebro
far� em resposta � emo��o.
Se pode imaginar um sinal do cora��o ao c�rebro.
� uma s�rie de ondas suaves,
gentis, coerente � o termo usado.
Ondas do cora��o para o c�rebro,
o c�rebro vai combinar aquela qu�mica suave
e vai lan�ar a qu�mica que apoia vida em nosso corpo.
� aqui que o sistema imunol�gico torna-se muito forte,
com uma resposta super-imune.
Por outro lado, a qu�mica do estresse,
quando sentimos momentos de frustra��o, raiva, �dio, ci�mes, ira, medo,
o sinal parece diferente.
Parece um dia ruim na bolsa de valores.
S�o muitas ondas ca�ticas, desorganizadas, agudas,
indo do cora��o ao c�rebro
e o c�rebro recebe estas ondas
e diz: "Preciso combinar esta qu�mica."
Essa � o estresse qu�mico.
Quando estamos em estado de estresse,
nosso campo de energia passa a um estado de resist�ncia.
Por isso que o pol�grafo funciona.
N�s podemos ler o que est� nele.
Naquela energia,
nosso sangue � afetado.
N�o flui de modo t�o eficiente.
Aquece, esfria. Quando estressados, resistimos.
Isso afeta nosso pH,
nos tornamos mais �cidos quando estamos estressados.
Em um sistema localizado, ou um sistema corporal cheio de acidez,
acontece a inflama��o.
E � s� um modo de bombear mais sangue
em uma tentativa de cura,
por�m, estamos indo por um caminho escorregadio
pois a inflama��o � um fogo.
E aquele fogo
come�a a queimar a casa toda.
Ent�o temos coisas crescendo...
Sim, talvez.
E elas crescem cada vez mais
e aparecem abaixo da minha pele.
-Sim. -Sim.
Coisas que voc� finge que n�o te incomodam.
-Certo. -E sua m�e?
Voc� falou se sua m�e no e-mail.
N�o posso falar disso.
Voc� pode. Este � o momento.
N�s nos afastamos, n�o conversamos.
Sim.
Tem sido assim pelos �ltimos dez anos.
Talvez mais.
Ela est� doente?
-Mentalmente? �, eu diria que sim. -�.
Ela toma Valium, e tomava muitas outras coisas antes,
foi diminuindo ao longo dos anos, eu acho, mas
tenho certeza de que a afetou bastante.
Sabe, tudo bem, precisa pagar o aluguel,
precisa fazer isso enquanto ainda � muito jovem.
Sabe, da terceira � quarta s�rie.
Ent�o muita responsabilidade, desde jovem.
Dirigindo muito jovem, a levando para o trabalho.
Sim.
Arrumando o uniforme de trabalho, coisas que...
Como se fosse a m�e da sua m�e.
Acho que sim, �.
Onde est� seu pai?
Ele tamb�m n�o conseguia lidar com a loucura dela,
ent�o foi embora quando eu tinha uns 11 anos.
Foi embora e nunca voltou.
-Nunca mais o viu? -N�o.
Pronta?
Respire fundo.
-Mesmo que -Mesmo que
-tenha sido muito para processar, -tenha sido muito para processar,
-eu consegui. -eu consegui.
-De modo -De modo
-profundo -profundo
-mando amor �quela garotinha. -mando amor �quela garotinha.
-Mesmo que -Mesmo que
-tenha sido muita coisa, -tenha sido muita coisa,
-eu consegui. -eu consegui.
-De modo -De modo
-profundo -profundo
-mando amor �quela garotinha. -mando amor �quela garotinha.
-Mesmo que -Mesmo que
-tenha sido muito para processar, -tenha sido muito para processar,
-eu consegui. -eu consegui.
-De modo -De modo
-profundo -profundo
-mando amor. -mando amor.
-Foi muito para ela lidar. -Foi muito para ela lidar.
-Foi muito para ela lidar. -Foi muito para ela lidar.
-Foi um grande peso. -Foi um grande peso.
-Foi um grande peso. -Foi um grande peso.
-O que ela poderia fazer? -O que ela poderia fazer?
-Quem mais faria aquilo? -Quem mais faria aquilo?
-Ele foi embora. -Ele foi embora.
-Foi embora. -Foi embora.
-Foi embora. -Foi embora.
-Sobrou para mim. -Sobrou para mim.
-Sobrou para mim. -Sobrou para mim.
-Pois eu a amava. -Pois eu a amava.
-Eu a amava. -Eu a amava.
-N�o iria abandon�-la. -N�o iria abandon�-la.
-N�o iria abandon�-la. -N�o iria abandon�-la.
Respire fundo.
-Como se sente? -Bem.
O que sente sobre ela?
Cada caminho aut�ntico, espiritual
aborda ou ensina o perd�o.
Sempre digo que qualquer perd�o � um perd�o para si mesmo,
pois o ressentimento que posso ter contra outro,
ou a falta de perd�o,
ou o rancor, ou o ressentimento,
tudo isso acontece dentro de mim.
Mesmo se algu�m foi injusto comigo,
os pensamentos s�o meus.
Os pensamentos afetam a mim.
Afetam meu corpo, afetam a qu�mica do meu corpo.
Afetam tudo.
Quando eu perd�o outra pessoa,
estou liberando minha raiva, ressentimento e animosidade.
Estou liberando aquilo tudo para que possa perdoar a mim mesmo.
Isso n�o significa absolver a outra pessoa
pelo que ela fez ou deixou de fazer,
ou deveria ter feito, ou n�o deveria ter feito.
N�o tem nada a ver com o outro.
Tem tudo a ver comigo.
Perd�o, quando se trata de emo��es,
� o melhor modo de abrir m�o.
O �dio que sente por um familiar,
o julgamento que faz de um colega,
os erros que comete com seu c�njuge.
Abra m�o daquela culpa interna,
daquela mentalidade de v�tima.
Se puder fazer isso,
e reconhecer que a vida trabalha para voc�
e n�o contra voc�,
ent�o voc� vai gerar a cura.
Agora tenho uma no��o
de como o trauma, as emo��es negativas e as cren�as subconscientes
podem levar � doen�a,
e pode ser algo que tenhamos de observar para obter a cura.
Mas e as crian�as que chegam doentes a esse mundo?
Ou crian�as que adoecem enquanto s�o muito jovens?
Certamente sua condi��o n�o est� ligada ao ac�mulo de estresse,
traumas n�o processados ou cren�as enfraquecedoras.
Por que adoecem?
As pessoas me perguntam: "E as crian�as?"
Sabe, crian�as pequenas que chegam a esse mundo
com alguma doen�a...
Como isso pode vir do subconsciente?
A resposta � que simplesmente n�o sabemos.
Preciso ser honesto e dizer que cada humano
que chega a este mundo...
O que aconteceu antes de chegarmos aqui
� diferente para todos n�s.
N�o h� como saber,
e � a� que come�amos a cruzar as fronteiras
da ci�ncia e da espiritualidade.
Palavras como karma,
ou destino, ou sina,
n�o sabemos o que s�o essas coisas. O que eu sei
� que, sem sombra de d�vida,
uma vez que uma crian�a chega a este mundo,
o corpo, as c�lulas,
o DNA vai responder
ao ambiente e as condi��es dadas a ela.
Nosso trabalho � aprender
a otimizar estes ambientes e estas condi��es.
Indiv�duos chegam ao planeta
e muitos deles chegam ao planeta
pois sabem que v�o passar por alguma coisa.
Eles est�o chegando para nivelar
a consci�ncia da esp�cie.
N�o vemos isso como:
"Essa pessoa nasceu com uma doen�a,
"e aquela crian�a nasceu com outra doen�a. O que h� de errado?"
Muitas delas v�m com necessidades especiais.
Em outro n�vel,
um beb� que nasce hoje est� sendo infectado
com mais toxinas do que nunca.
Ao observar tipos de c�ncer, por exemplo,
n�s temos certeza. N�o � um mist�rio.
Sabemos de onde muitos vieram.
Eles est�o ligados � qu�mica nos alimentos e no ar,
est�o ligados � qu�mica da Terra.
A consci�ncia humana criou isso? Com certeza.
Mas n�o necessariamente a consci�ncia da pessoa que contraiu a doen�a.
Se voc� trata a Terra com rever�ncia,
voc� vai permitir os n�veis de polui��o e contamina��o que n�s permitimos?
Se pensa nas crian�as com rever�ncia,
se tem responsabilidade pela gera��o futura,
vai permitir algumas das coisas que permitimos?
Se a sociedade inteira
permite que as for�as econ�micas prevale�am,
ao contr�rio de princ�pios humanit�rios
e de amor pela Terra e por uns aos outros,
e amor pelas crian�as,
ent�o temos o que estamos recebendo.
FOCO FARMAC�UTICO
Imagine tomar um comprimido, logo antes de ir dormir,
que custa cerca de $13.50.
Imagine acordar na manh� seguinte,
e descobrir que o pre�o do mesmo rem�dio passou a custar $750 da noite para o dia.
Foi o que aconteceu com este rem�dio. Meg tem mais detalhes sobre a hist�ria
e sobre o homem que est� por tr�s do aumento. Meg.
Obrigada, Brian. Martin Shkreli conversa conosco direto.
Ele � o CEO da Turin Pharmaceuticals. Martin, obrigada por participar.
Obrigado pelo convite.
Voc�s falaram que o motivo para aumentar tanto o pre�o
ap�s adquirir o rem�dio seria para pesquisa e desenvolvimento,
para desenvolver uma vers�o melhorada do Deriquim.
Acabo de ligar para um m�dico especializado em HIV que disse
que n�o precisam de melhorias para o rem�dio.
Temos a maior aplica��o de dinheiro indo para assist�ncia m�dica,
maior que qualquer pa�s do mundo,
e temos algumas das piores estat�sticas em sa�de.
O problema � esse.
A ind�stria farmac�utica � uma corpora��o.
Corpora��es? O que s�o corpora��es?
S�o sistemas no qual pessoas investem dinheiro
para que possam obter lucro.
Entrei na ind�stria farmac�utica como um jovem cientista.
S� queria curar o c�ncer.
Mas no fim, a maioria de meus amigos e colegas
na ind�stria farmac�utica, tamb�m cientistas, tamb�m queriam
curar o c�ncer. Queriam salvar vidas.
Somente quando se est� no topo da empresa,
� que os objetivos come�am a mudar.
Agradecemos sua presen�a. Tenho somente uma pergunta.
Em resposta a toda essa aten��o,
m�dicos e pacientes est�o dizendo que n�o t�m acesso ao rem�dio.
Vai mudar o pre�o?
N�o.
Ao examinar os produtos farmac�uticos,
comecei a notar um padr�o.
O padr�o � esse.
Dizem a n�s que existe um problema.
O problema pode n�o existir,
talvez n�o do modo como est�o dizendo a n�s.
Ent�o nos oferecem um produto
baseado na revolu��o do medo, inspirados pela consci�ncia do problema.
Dormir. Voc� se lembra de quando era mais amig�vel?
E ent�o ficou mais complicado.
Por qu�?
Quando voc� tem ins�nia, ela pode afetar os neurotransmissores
em seu c�rebro.
Estragando suas mensagens de sono e despertar.
Se voc� se dedicar a estudar isso,
perceber� que o mesmo produto
oferecido para resolver o problema,
acaba criando e dando continuidade ao problema
que se prop�e a resolver.
A habilidade tempor�ria de se mexer
enquanto adormece, ou ao acordar,
e tonturas tempor�rias tamb�m foram reportadas.
Em pacientes com depress�o,
piora da depress�o, incluindo risco de suic�dio,
podem ocorrer.
O �lcool pode aumentar estes riscos.
Efeitos colaterais podem incluir letargia.
A ind�stria farmac�utica observa o destino que quer consertar,
e ignora o fato de que ao ter um rem�dio,
voc� tem m�ltiplas intera��es de medicamentos,
que n�o s�o efeitos colaterais, mas efeitos diretos.
Ent�o precisamos observar as taxas de efic�cia.
Esses medicamentos funcionam? Os riscos s�o justific�veis?
E esta ecid�ncia � cada vez mais preocupante.
Temos evid�ncias que sugerem
que estes rem�dios s�o similares a um placebo.
A placebos, � claro, que n�o trazem os mesmos riscos.
E h� uma quest�o maior. De qu� estamos abrindo m�o
quando escolhemos gerenciar os sintomas deste modo?
H� uma hist�ria que eu adoro que fala sobre
uma lagarta
que est� no casulo, tentando sair.
H� um pequeno furo no casulo e h� um homem por perto,
que sente pena da lagarta.
Est� tentando sair, sim?
Ent�o ele pega uma tesoura e corta o casulo.
A lagarta se transforma em uma borboleta que morre,
que nunca pode voar, pois foi preciso passar
pelo processo de emerg�ncia,
e dificuldades, literalmente.
� fisicamente necess�rio fazer aquilo para que possa se manifestar.
Eu estou adotando os protocolos do Dr. Emerson.
Est� ajudando bastante.
Ele � bom em se manter em contato,
mesmo estando no Hava�.
Seus n�meros s�o impressionantes.
� inacredit�vel. Em apenas oito semanas.
Isso � fenomenal.
Os �ltimos dois ... Eu n�o tive mais dor nas juntas desde que comecei.
� a nutri��o.
Isso � o mais importante.
Eu n�o conseguia nem subir as escadas e ir a meu quarto
eu tinha que ficar sempre no andar de baixo.
Chegamos.
Vamos fazer a cura sonora do Dr. Jefrrey Thompson.
Estou colocando sensores nos pulsos dela.
Isso � s� para mant�-los no lugar.
Estes sensores est�o conectados ao laptop.
Tem um pequeno sensor
que coleta a informa��o el�trica
de seu cora��o.
A passagem do som, nos n�veis corretos para o corpo dela,
veremos seu sistema nervoso come�ando a responder.
Quando chegar ao local certo,
vou fazer uma anota��o em meu programa.
Assim posso identificar a frequ�ncia que deve ser usada.
Usamos frequ�ncias sonoras precisas e afinadas
para a cura.
Minha inova��o � expor o corpo a estas ondas sonoras afinadas
at� encontrar uma onda sonora que fa�a o sistema nervoso simp�tico
ser estimulado.
A� vamos n�s. Quase l�.
Est� bem perto.
Bem aqui.
Estamos procurando por isso, � um zero.
Zero estresse no sistema nervoso aut�nomo.
Ou homeostase.
Geralmente, eu esperaria que estivesse assim,
quando vem para baixo,
toca este ponto, e vira parasimp�tico, o verde.
Mas o dela n�o fez isso.
Chegou ao ponto,
mas ela voltou � resposta de estresse novamente.
Significa que tem estresse cr�nico h� muito tempo.
E quando come�ou a responder �s ondas sonoras,
o estresse para ativar
levou mais tempo para chegar at� l�.
Mas quando chegou,
n�o foi poss�vel mudar completamente para a fase de relaxamento
onde se encontra o sistema nervoso parasimp�tico.
A resposta de relaxamento.
O sistema nervoso dela tamb�m est� preocupado demais
para relaxar completamente.
As pessoas me perguntam quais doen�as posso curar com isso.
Posso curar qualquer coisa que tenha o estresse como causa.
E, pelo que sei, isso � quase tudo.
-Bem-vinda de volta. -Uau!
� a primeira coisa que todos dizem.
-Sim. -Uau.
A� vamos n�s.
O que o Dr. Thompson me mostrou � que Eva est� em um constante estado de estresse.
Mesmo quando est� relaxando, � dif�cil para ela
se desligar completamente no sistema nervoso parasimp�tico,
que � onde voc� quer estar se quiser se curar.
Isso s� prova que a cura
precisa acontecer em m�ltiplos n�veis.
Quando se trata de estresse,
a ferramenta que mudou minha vida, e sei que a de mih�es de pessoas,
foi a medita��o.
A medita��o existe h� milhares de anos.
A mente fica tagarelando o tempo todo
e geralmente fala de coisas assustadoras e que nos limitam.
A mente � maravilhosa quando a usa como ferramenta.
N�o � t�o boa quando est� no comando.
O primeiro estudo feito sobre medita��o,
foi feito por um de meus mentores, Dr. Herbert Benson.
Ele disse: "Bem, a medita��o desliga a resposta de Fugir ou Lutar."
A resposta do medo.
E estimula o parasimp�tico, ou o sistema de relaxamento do corpo.
E � isso que cura.
Em um n�vel muito b�sico,
a medita��o alivia o estresse.
Voc� se acorda e toma banho,
pois n�o quer que a sujeira de ontem prossiga com voc� no dia de hoje.
Mas se acordo pela manh�
e imediatamente ligo a tev�, r�dio, computador, ou abro o jornal,
estou recebendo todo o estresse do mundo.
Posso limpar meu corpo,
mas minha mente est� carregando muito estresse.
Por isso meditar pela manh� � t�o importante quanto tomar banho,
purifique sua mente, purifique sua consci�ncia.
Existem muitos tipos de medita��o.
Existem medita��es que envolvem auto-reflex�o.
Voc� se senta em sil�ncio
e pergunta a si mesmo: "Quem sou eu?"
Existem formas de medita��o
de auto-questionamento.
Voc� questiona suas cren�as.
O terceiro tipo � o que se chama Aten��o Plena,
o que � uma terr�vel defini��o pois voc� n�o est� usando sua mente
quando exercita sua consci�ncia.
A consci�ncia de um pensamento n�o � um pensamento.
E h� o que se chama transcend�ncia,
geralmente usando uma t�cnica como um mantra.
O mantra � como um som
que compete com seus pensamentos e, por fim,
leva voc� a um lugar onde n�o h� pensamentos ou mantras,
e voc� � deixado somente com a consci�ncia.
Quando praticamos estas t�cnicas,
entramos em contato
com as bases de quem somos, as bases de nossa consci�ncia,
o que as tradi��es espirituais geralmente chamam de alma.
Sua gl�ndula pituit�ria faz coisas incr�veis
quando voc� est� meditando.
Ela libera oxitocina, dopamina, relaxantes, serotonina, endorfinas,
tudo que h� de bom e que voc� pode ativar
quando faz uma conex�o espiritual.
A realidade � que
este processo interno...
N�s podemos lig�-lo como um interruptor.
Podemos ligar estes elementos de vida
se tirarmos um momento para nos conectar.
N�o precisa ser reza ou medita��o. Pode ser uma caminhada pela natureza.
Mas sua mente tem que estar quieta, sua respira��o deve ser lenta,
voc� quer sentir uma paz permanente.
Fizemos uma pesquisa incr�vel h� um tempo atr�s
em um de nossos workshops avan�ados.
Separamos 120 pessoas e quisemos medir
os n�veis de cortisol que circulam
e tamb�m uma subst�ncia chamada Imunoglobulina A, ou IGA.
Eles ficaram juntos por quatro dias e meio de treinamento,
e no final dos quatro dias e meio
n�s medimos para ver se havia alguma mudan�a epigen�tica
ou mudan�as qu�micas que aconteceram com seu trabalho interno.
Descobrirmos que na maioria das pessoas os n�veis de cortisol diminu�ram,
eles n�o estavam mais estressados, em modo de sobreviv�ncia.
O mais relevante � que os n�veis de seu IGA passaram de
cerca de 51.5 para 83, l� para o alto,
isso j� � considerado alto. Algumas pessoas passaram de 100.
O IGA � a principal defesa contra as bact�rias e v�rus.
� melhor que qualquer vacina para gripe.
A melhor parte da medita��o � que n�o custa nada.
Voc� pode fazer a qualquer hora, em qualquer lugar,
deixe sua mente quieta e livre-se do excesso de bagagem mental.
A mente n�o � de todo mal.
Pode usar sua imagina��o, atrav�s da visualiza��o,
para ativar uma poderosa resposta de cura.
E se eu disser a voc�
para fazer um exerc�cio simples de imagina��o?
V� a sua geladeira, abra a geladeira, encontre um lim�o,
peque o lim�o, coloque-o em uma t�bua de cortar, corte-o ao meio,
olhe para ele,
est� saindo suco,
coloque sua l�ngua para fora e passe no lim�o.
Suas g�ndulas salivares ficam malucas
e isso tudo � s� em sua imagina��o.
N�o h� d�vidas
de que o que imaginamos afeta nossa fisiologia.
Por muitos anos, venho coletando casos, testemunhos,
entrevistando centenas de pessoas
que usaram a visualiza��o como parte da jornada de cura.
E, incrivelmente,
o que 99% delas faz
� tirar uma foto interna da doen�a
e a converter em uma foto interna de bem-estar.
E � isso. Da doen�a ao bem-estar.
S� isso. E voc� repete sem parar.
Alguns exemplos da estrat�gia doen�a a bem-estar,
pessoas que est�o fazendo quimioterapia
imaginam os rem�dios como pequenas piranhas
que mordem o tumor.
Em seu olho mental,
o que eles est�o vendo � a diminui��o do tumor,
at� que ele desapare�a.
As pessoas em radioterapia imaginam raios de luz
que queimam partes do tumor.
De novo, o tumor vai diminuindo at� que desapare�a.
Ao fim do tratamento, eu estava muito fraca.
Deanne ligou e falou: "Quer marcar sua consulta?"
Eu disse: "N�o sei se consigo ir."
N�o conseguia me levantar. Passava bastante tempo deitada.
N�o conseguia me levantar.
E ela veio me visitar
e realizar a consulta. Quando ela chegou,
eu estava tremendo.
Ela falou: "Acho que voc� est� com febre."
Ela me deu um term�metro e eu estava com 39 graus. Ela falou:
"Precisamos lev�-la ao hospital."
Ela me levou at� o hospital e a febre aumentava enquanto ela dirigia.
Cheguei ao pronto socorro
e eles me deram does de antibi�tico, uma depois da outra.
Nada funcionava.
Lembro que podia ouvir meu cora��o batendo.
Eu podia ouvir a �gua e o ar.
Muito alto.
A febre aumentava e eu pensava: "Ser� que � o fim?"
Quando acordei, meu irm�o estava do lado de fora da sala,
com o laptop, e ele me dizia:
"Est�o rezando por voc�."
Criaram um grupo de ora��es no Facebook com mais de 100 pessoas.
Logo depois disso, eu tive alta.
Como � que minha ora��o, como � que minha medita��o,
como � que meus pensamentos amorosos
de gratid�o e apre�o podem impactar a cura
da outra pessoa que est� a meu lado
ou do outro lado do mundo?
A resposta � que estamos profundamente conectados
atrav�s de um fen�meno chamado entrela�amento.
O entrela�amento � um termo da f�sica,
que nos diz que assim que algo est� unificado,
assim que algo come�a como um todo,
mesmo estando separado fisicamente,
por muitos quil�metros ou anos-luz... � o que est�o encontrando no Cosmos,
energ�ticamente. Est� tudo conectado.
Por que isso � importante?
Por que se voltarmos no tempo o suficiente
havia um ponto quando eu, voc�, e a Terra que nos conecta,
antes do Big Bang, da grande libera��o de energia...
Quando isso aconteceu, as part�culas f�sicas come�aram a se separar,
energ�ticamente, as part�culas continuaram conectadas.
Somos parte desta Terra,
somos parte uns dos outros.
E isso d� for�as a voc� e a mim para participarmos
da cura de nossos corpos e daqueles que amamos
de maneiras que a ci�ncia est� come�ando a compreender.
O entrela�amento explica, cientificamente, que nossas rezas podem funcionar.
Mas existem aspectos da f� e da reza
que n�o s�o explicados pela ci�ncia.
Pessoas viajam o mundo at� lugares sagrados
para receber energia ou cura pela f�.
Trata-se de sua f� no poder de Deus,
que por consequ�ncia leva ao efeito placebo respons�vel pela cura?
Ou � a verdadeira energia divina que causa esta transforma��o?
De qualquer modo, fico fascinada com o m�stico.
Se a cura pela f� traz resultados �s pessoas
por que n�o respeitar a possibilidade e ter a mente aberta?
Deixe-me falar um pouco sobre mim.
Caso voc� tenha curiosidade.
Nasci em uma fam�lia muito religiosa.
Fomos ensinados a rezar, certo? Fomos ensinados a pedir ajuda para Deus.
O que aprendi quando crian�a foi que
se pedir para Deus, e se acreditar nisso,
e se deixar isso para Deus,
ent�o tudo � poss�vel.
Tenho um tumor cerebral chamado Meningioma.
N�o h� cura para isso, ent�o fico sempre me perguntanto
o que est� acontecendo, se o tumor est� crescendo,
coisas desse tipo
e um pouco de medo, pois eu n�o sei
se essa coisa vai explodir, crescer r�pido ou...
Por favor, entendam que n�o estou fazendo nada.
Por favor, entendam que tudo o que testemunharem
est� vindo do divino.
N�o h� guias espirituais ou entidades.
S� estou grato que, seja l� por qual motivo,
o divino me escolheu para trabalhar por voc�,
Solte isso tudo. Cada parte.
Balance suas m�os. Balance suas m�os.
Novo penteado. Legal.
Est� bem, irm�o?
Voc� veio aqui querendo se livrar disso.
Entendo que isso seja...
Estou formigando. Estou vibrando.
-Ele parece diferente? -Uau.
Bom trabalho.
Meu rosto estava quente
era uma corrente el�trica pulsante,
mas passou por todo meu corpo.
E quando me levantei, estava tremendo.
Mas era bom, era diferente.
Nunca senti nada igual em minha vida.
Minha nossa!
Nossa.
� por isso que saio da cama todos os dias.
Bem aqui.
Por todos voc�s. Este � o local perfeito para ver o que � poss�vel.
Voc� n�o viu seu corpo?
Pensei que seria muito dif�cil esquecer
por que n�o sei quem sou sem ficar doente.
Sinto que tentei... Eu estou tentando...
Est� indo bem, menina.
N�o est� tentando, est� conseguindo. Grande diferen�a.
Boa menina.
O que ela disse � o resumo.
Existem tantas pessoas.
N�o sabem como �...
Como � sentir-se bem?
E isso � assustador.
Ent�o eles n�o tentam.
As pessoas dizem: "Eu n�o tenho f�."
Mas, na verdade, todos t�m f� de algum tipo.
Tem f� na possibilidade ou tem f�
que a possibilidade n�o exista.
De certo modo, temos mais f� no poder do c�ncer de nos matar,
do que temos f� no poder de Deus, no poder dos milagres.
E no poder da possibilidade infinita.
O poder de qualquer for�a, al�m do que nos olhos podem ver,
que nossas m�os podem tocar,
para interromper o poder e a trajet�ria da doen�a,
N�o tinha ideia do que viria pela frente.
Eu estava preparada para qualquer resposta que recebesse.
Deanne me levou � consulta
e o oncologista falou:
"Seus resultados voltaram perfeitos."
Sem c�ncer!
Eu ria e chorava ao mesmo tempo.
E ele falou: "Acho que a diagnosticamos errado."
O qu�?
�.
Acho que ele pensou que n�o poderia ter sido resolvido t�o r�pido.
� um milagre.
Um milagre.
O regime seria o mesmo com todos.
Ele falou que seria algo de dois anos.
Seria quimioterapia primeiro, depois radia��o,
depois cirurgia e mais quimioterapia. Seriam dois anos para fazer isso.
E o meu sumiu em uma rodada.
Ent�o meu oncologista, que pensei ser o melhor que existisse,
falou: "Incr�vel, seu cabelo n�o caiu.
"O que est� fazendo? Tem boa apar�ncia.
"Seus n�meros tamb�m est�o bons."
Falei: "Estou fazendo grama de trigo."
E ele falou: "Certo, que seja."
"Voc� n�o acredita na grama de trigo?"
E ele falou: "N�o, mas se a faz sentir melhor..."
Eles me deram dois tipos diferentes.
Com um, meu cabelo teria sumido.
Com outro, eu morreria.
E isso nunca aconteceu.
Eu ainda tinha uns dois ter�os do cabelo.
Um brinde � sa�de. Aproveitem.
Para mim, a melhor parte foi ter o apoio de amigos e da fam�lia.
Tive terapeutas espirituais
que me ajudaram a trabalhar tudo isso
e me livrar do medo, das dores antigas,
das feridas e, ent�o,
me permitiram retornar a um estado de cura.
Se voc� percebe que pessoas est�o vindo para ajud�-la,
ajud�-la durante este processo, voc� sente tanto amor
e eles acabam ajudando a curar seu corpo.
Assim que voc� percebe que
as pessoas est�o mandando amor a voc�,
voc� tem uma resposta de ocitocina,
e a libera��o de ocitocina foi ligada a erradica��o de c�lulas danosas,
aumento de c�lulas brancas,
e aumento exponencial da resposta imunol�gica.
� importante trabalhar com m�dicos que tratam voc� como um todo
e � importante estar ao lado de amigos
que inspiram a for�a e a esperan�a dentro de voc�,
ao contr�rio de ampliarem seu medo.
Mas � dif�cil,
por que, quando estou doente ou com dor, me sinto vulner�vel,
e s� quero me afastar e estar sozinha.
Como nos libertamos desta espiral de medo?
Como transcendemos a dor e mudamos para uma mentalidade positiva?
Quando uma pessoa chega a um consult�rio m�dico,
e recebe o diagn�stico de artrite reumat�ide,
esclerose m�ltipla, c�ncer ou diabetes...
Assim que ouvem o diagn�stico,
a emo��o mais comum � o medo ou a tristeza.
Podem pensar positivo o quanto quiserem,
podem falar: "Posso superar essa doen�a."
Mas se est�o sentindo medo,
aquele pensamento nunca sai do tronco cerebral,
pois n�o est� alinhado com o estado emocional do corpo.
Voc� faz a pessoa mudar seu estado emocional
e ent�o a coloca em um est�dio de gratid�o.
Por que gratid�o? Geralmente agradecemos ao ganhar algo.
Mas quando agradece em um estado de gratid�o,
seu corpo acredita que est� recebendo algo
pois a assinatura emocional da gratid�o significa que j� est� acontecendo.
Quanto mais sentimos gratid�o,
como se a cura j� tivesse acontecido,
agradecendo pela cura j� estar presente,
isso � o gatilho para nosso corpo gerar c�lulas nervosas,
para fazer a conex�o que ativa a qu�mica cerebral
para refletir a cura.
Temos um sistema nervoso avan�ado
que regulamos pelas escolhas que fazemos
em nossas vidas.
O que pensamos, o que sentimos, no que acreditamos,
e, especificamente, as emo��es que escolhemos responder
ao que a vida nos traz.
Eu tentei
n�o usar ester�ides, passei por uma quebra no m�s passado,
que pensei ser positivo,
e depois ficou adormecido, nunca foi embora de verdade.
Mas a� explodiu durante o final de semana.
Tenho bolas enormes
e est�o em meu peito.
Meu Deus!
Ent�o � como...
Isso � quase o �pice.
Se tem algo que reside dentro de voc�,
digamos que tenha o v�rus Epstein-Barr,
digamos que tenha um destes v�rus. O estresse pode ativ�-lo.
Fungos podem ativ�-lo.
Perder a confian�a de algu�m pode ativ�-lo.
O trabalho pode ativ�-lo.
Ser demitido pode ativ�-lo, tudo pode ativ�-lo.
Mas deve haver algo para ativ�-lo.
A chave � saber qual o real motivo,
para que voc� possa viver normalmente,
e aceitar quando as coisas v�o mal
sem se deixar abalar por isso.
Minhas florzinhas est�o se transformando em grandes d�lias.
Est�o come�ando a se misturar e a ficar muito grandes,
� muito dolorido e quente.
Elas queimam constantemente e depois fico arrepiada.
Hoje segui em frente...
algumas horas depois...
M�dicos foram chamados e eles me isolaram,
pois n�o sabiam se era contagioso,
viral, infeccioso, ou o que estava acontecendo...
Tive fortes dores abdominais,
e isso est� ficando muito intenso e dolorido.
Eles chamaram especialistas e realizaram v�rios testes,
e tudo voltou sem problemas.
Quando fui embora, eles me deram uma grande dose de ester�ides,
pois n�o estava melhorando ao natural.
Minha dermatologista estava preocupada com meu uso de ester�ides
depois de us�-los para evitar
que se espalhasse. Ent�o ela me deu uma receita de Dapzone,
que � um antibi�tico, e eu n�o percebi
a for�a do antibi�tico at� ir ao farmac�utico.
Ele me parou no balc�o e disse:
"Sabe que � uma dose muito forte de antibi�ticos que est� tomando?"
Ent�o esse � meu estado.
Preciso escolher meu veneno. Paliativo com ester�ides,
ou antibi�ticos fortes por tempo indeterminado.
Efeitos Secund�rios a Longo Prazo
Estar em LA e visitar alguns dos melhores m�dicos da �rea...
Provavelmente me consultei com quase meia d�zia de m�dicos
e ningu�m consegue entender.
Eles receitam diferentes rem�dios para tudo que imaginam possa ser,
mas esse � o processo deles.
A medicina � complicada, pois eles tentam de tudo
para achar o que funcione.
Se a medicina alternativa fosse aceita pelos planos de sa�de,
voc� acha que a usaria mais?
Podem parecer mais confi�veis?
Com certeza. Com ester�ides, � f�cil.
Cinco d�lares, eu tomo, eu melhoro.
Se eu tivesse acesso a vitaminas, � medicina alternativa,
com pre�os semelhantes,
eu provavelmente consultaria mais com eles.
Acredito em terapeutas naturais,
em fazer tudo que seja alternativo,
mas n�o consigo me dedicar. N�o sei o motivo.
Talvez eu esteja emocionalmente despreparada
para me abrir para isso,
ou pode ser outra coisa que me bloqueie,
pois parece poss�vel,
e em minha condi��o eu deveria poder faz�-lo, mas n�o posso.
Eva me fez perceber quanta coragem, e muitas vezes custos,
s�o necess�rios para se comprometer ao caminho de cura hol�stica.
Como sociedade, fomos levados a acreditar
que m�dicos convencionais sabem tudo e que a conveni�ncia � a chave.
Mas, para mim, trata-se de pagar agora ou mais tarde.
Tenho medo dos efeitos de longo prazo que os ester�ides ter�o no corpo da Eva.
Mas eu entendo a dificuldade dela.
Tudo o que posso fazer � apoi�-la como for poss�vel,
e rezar para que encontre uma resposta em breve.
Estamos perto do seu terceiro anivers�rio livre do c�ncer.
H� um pouco de medo nessa �poca?
-Pois se ouvem hist�rias. -Sim, muitas.
Quando voltei ao trabalho,
todos diziam: "Que bom t�-la de volta."
E diziam: "Meu conhecido teve c�ncer."
"Estava �timo, fez quimioterapia,
e n�o teve c�ncer por dois anos,"
"Mas dois anos e meio mais tarde estavam cobertos pelo c�ncer,
"morreram meses mais tarde."
Muitas hist�rias desse tipo.
Ent�o tenho medo do PET Scan.
Tamb�m n�o gosto da radia��o, mas � preciso fazer.
CUIDADO - �REA DE RADIA��O
Eu estava manifestando muita dor em meu corpo.
N�o d� para saber se vem dos danos da radia��o,
ou o que pode ser, mas...
Chegou a um ponto no qual eu estava certa de que havia voltado.
O que parece claro para mim
� que meu corpo quer ser saud�vel,
nossos corpos querem ser saud�veis,
est� na mente. Isso � s� o medo
e seja l� o que quiser...
� como um ataque contra si mesmo.
Como se livra disso?
Os resultados da TEP de Elizabeth foram negativos
Ap�s 3 anos ela permanece livre de c�ncer
Qual � a mensagem que voc� gostaria de compartilhar com todos?
Eu diria que o momento mais poderoso,
quando tive a maior epifania,
foi ao final da radio e da quimioterapia.
Eu estava muito fraca
e falei a meu irm�o: "S� queria ir � praia,
"e ficar no sol." Ent�o
ele me carregou e me colocou na grama.
E depois fomos � praia.
Eu estava l� deitada, observando aos demais.
Observando as pessoas andando de patins, bicicleta,
caminhando juntas e sorrindo.
Eu queria ter tido a cada uma das pessoas:
"Voc� tem tanta sorte."
Percebi que esta vida � t�o bela ou terr�vel quanto voc� permite que seja.
Temos tanta beleza e oportunidades ao nosso redor.
Queria que todos soubessem o incr�vel dom que �
estar vivo.
Foque na vida.
Foque no que te traz alegria.
Foque no amor.
Foque nas pessoas que ama.
E gaste cada dia fazendo coisas que o levem a se sentir bem.
Eu costumo dizer algo �s pessoas quando chegam � fase de remiss�o.
Eu digo: "Pense na palavra remiss�o e em seu significado,
"relembre minha miss�o.
"Agora � hora de voc� relembrar sua miss�o."
A doen�a pode ser complicada, dolorida e assustadora.
N�o digo que tenho todas as respostas.
Mas nesta jornada, aprendi que o corpo humano
� capaz de coisas milagrosas.
� um sistema inteligente,
profundamente conectado com nossas mentes e com o mundo a nossa volta,
e incrivelmente desenhado para se auto regular e curar.
Ao nos desintoxicar do ambiente,
do ar que respiramos, da comida que comemos,
da �gua que bebemos, dos produtos que usamos,
n�s damos apoio ao processo de cura.
Quando vamos para al�m do f�sico,
e melhoramos nosso ambiente interno, nossos pensamentos, cren�as e emo��es,
podemos mudar nossas vidas de modos poderosos.
Trata-se da f�.
Seja f� em Deus, f� na medicina,
f� na habilidade de nosso corpo se curar,
ou uma combina��o dos tr�s.
Se acreditarmos, podemos alcan�ar.
Vivemos em um mundo de infinitas possibilidades.
Escolha e foque na possibilidade que voc� deseja.
N�o seja atra�do pelo medo daquilo que voc� n�o quer.
Temos o poder da cura.
Se eu puder fazer as pessoas perceberem o quanto s�o preciosas...
Elas s�o uma express�o da vida.
N�o h� outro como voc�.
� um em oito bilh�es, isso � muito especial.
Mas eu garanto a voc�,
a maioria das pessoas n�o oferece a si suficiente amor e cuidado.
Isso seria um �timo ponto para a cure.
Quanto melhor nos conhecemos, mais bem equipados estamos
para curar nossos corpos,
para curar nossas emo��es.
Para curar a experi�ncia interna que nos permite
amar no n�vel mais alto o mundo externo.
Estude as conex�es entre seu corpo e sua mente,
pois sua mente exerce um efeito extraordin�rio e poderoso
que impacta em seu corpo.
24 horas por dia, 365 dias por ano.
A cada dia conhe�o algu�m que vai contra as previs�es
e supera um c�ncer em est�gio quatro.
A cura pode acontecer a qualquer momento.
Mesmo quando est� � beira da morte.
Em resumo, supere seu medo da morte,
a morte acontece para uma experi�ncia, n�o para voc�.
Eu espero que isso v� se tornar cada vez mais atrativo
e que mais e mais pessoas v�o fomentar juntas
um tipo diferente de medicina.
Em vez de ser algo que voc� l� em um livro,
ou v� em um document�rio,
coloque em a��o.
Caia, levante, caia, levante.
Ou�a outras pessoas. Pergunte sobre as hist�rias delas.
Nunca desista.
Seu corpo te ama. Um amor incondicional
que n�o vai abandon�-lo.
Tenha paci�ncia e compaix�o. Viva um dia de cada vez.
Voc� vai chegar l�. N�o importa h� quanto tempo esteja doente.
Voc� pode se curar. Lembre-se disso. Nunca se esque�a.
Eu falo a palavra,
sabendo que a partir deste momento tudo est� trabalhando junto
pelo bem individual e coletivo.
N�s pedimos bem-estar.
N�s pedimos sa�de.
N�s pedimos vitalidade e vigor
e o poder de rejuvenescer e regenerar.
Algo incr�vel est� acontecendo.
E n�s? N�s deixamos que aconte�a.
Agora e sempre. Que assim seja.
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