All language subtitles for Star.Trek.Strange.New.Worlds.S03E10.1080p.WEB.h264-ETHEL

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Original subtitles

Anteriormente, em Star Trek: Strange New Worlds.

Vi minha pr�pria morte, Spock.

Sei exatamente como e quando minha vida acaba.

Os Gorns v�o eclodir do corpo dela em menos de um dia.

A incuba��o alterou a bioqu�mica dela gravemente.

O c�rebro do Spock, a pesquisa do M'Benga

e o conhecimento gen�tico da Chapel.

- Eu vi alguma coisa. - Sim.

Pareceu uma parte de voc� e n�o.

A enfermeira Chapel e o Dr. Korby est�o prestes a fazer hist�ria.

O grupo de descida vai se reunir logo.

- Em Vadia Nove? - Voc� merece.

Vamos escavar o passado.

H� de fato alguma forma de tecnologia avan�ada

se escondendo embaixo de n�s.

Nossa!

O mal existe nesse universo.

Gamble!

Ele n�o estava pronto pras miss�es.

Voc� sabe bem que n�o podemos proteger todo mundo.

O Spock achou formas de vida presas em orbes.

Convidados indesejados.

"Aqui est� o Observador, sentinela de pontes eternas."

Essa coisa tem uma leitura de sinal de vida.

E n�o for um pal�cio ou um laborat�rio,

mas uma pris�o?

Capit�?

N�o sei o que ocorreu ali.

Eu tinha um desejo avassalador de matar.

O que quer que seja, n�s vamos descobrir.

Voc� n�o poderia matar seu alferes favorito agora. Poderia?

N�o.

Se alguma daquelas coisas escapar, Deus nos ajude.

Di�rio pessoal do capit�o, data estelar, 3165.2.

Depois de uma avalia��o exaustiva, a capit� Batel foi liberada

para voltar ao servi�o como a nova diretora do gabinete

da corregedoria da Frota Estelar.

Embora sab�amos que ela n�o ficaria na Enterprise pra sempre,

isso n�o torna a despedida mais f�cil.

Bem-vinda de volta. Como � que foi?

Incr�vel, mas cansativo.

Estou exausta de toda essa conversa burocr�tica.

- Est�o te fazendo passar o diabo, �? - As reuni�es eram intermin�veis.

Me diga, quando a Frota come�ou a clonar oficiais?

O que posso fazer para ajudar?

Me leve para sua cabine onde podemos desaparecer, s� voc� e eu,

pelas pr�ximas 72 horas.

O qu�?

O que voc� fez?

N�o ser� mais o mesmo aqui sem voc�, Marie.

S� ficou fora uma semana e o Chris mal sabia o que fazer sozinho.

Ele at� voltou aos exerc�cios de piloto de teste. Voluntariamente.

Eu o ouvi resmungar alguma coisa sobre yoga outro dia?

Est� bem. Riam o quanto quiserem.

Mas yoga pode derrubar o melhor dos homens.

Mas, de verdade, voc� parece bem.

Eu estou. Gra�as a todos voc�s.

Nossa.

- Ent�o, sua primeira Mesa de Capit�o? - Como � que...?

Est� muito elegante, Sr. Scott.

Pensei que disse que era uma ocasi�o formal.

E �.

Para voc�.

Fico contente que a Enterprise foi minha carona pra Terra.

Fico contente que podemos ir � sua cerim�nia de promo��o.

Sa�de.

Al�m disso, poderemos fazer um diagn�stico da nave.

A Enterprise teve alguns meses desafiadores.

Isso � dizer pouco.

Desafiador que nada.

Me lembre de contar para voc�s da vez que passei um tempo...

com um doutor que viajava no tempo que eu conheci.

Capit�, � maravilhoso ver a senhora de novo.

Mas tenho uma comunica��o que deve chegar a qualquer momento, ent�o...

E como est� o Dr. Korby esses dias?

Longe.

Ele est� em uma expedi��o ao sistema Ba-Dates.

Cali-Katchna.

Me desculpe, o que voc� disse?

A frase que o Vezda te falou. Cali-Katchna.

Sim. Acontece que � foneticamente quase id�ntica ao nome da cidade

em Skygowan onde o Roger est�.

Ele seguiu uma pista para l�.

Ele vem se insinuando com um alto cl�rigo local.

Acha que � uma coincid�ncia?

N�o me lembro de ouvir isso mesmo.

Em todo caso, espero que Roger ache logo o que procura.

Sei como rela��es � dist�ncia podem ser dif�ceis.

Sim, sim. Mas podem dar certo.

Queria que pudesse ver esse lugar, Christine.

Uma linda cidade. Cheia de vida.

E toda uma cultura constru�da com base na cren�a

que os Vezdas eram deuses.

Se eles soubessem...

Suas altas c�maras espirituais flutuam acima da cidade.

Desde a entrada vigiada,

voc� se transporta ao n�vel mais alto.

Me levou semanas para conquistar a confian�a deles, mas hoje,

o Alto Cl�rigo local, Zeperez, concordou em me levar para cima.

Com sorte, eles pode nos ajudar a entender

o que encontramos em Vadia Nove.

Talvez at� pistas sobre a assim chamada imortalidade dos Vezdas.

Vamos ter que desligar o transporte m�dico

antes de uma varredura diagn�stica.

Acumulador e tudo.

Fizemos uma limpeza h� alguns meses depois disso.

Como a Pelia diria,

"n�s mandamos o dem�nio Vezda de volta para o inferno".

Est� dizendo que Pelia fala como um vampiro?

Bom, ela fala. �s vezes.

Estranho.

O qu�?

Geometrias de padr�o residual. Pequenininhos.

Dificilmente presentes, mas eles est�o l�.

Confira os registros.

Zeperez nos foi prometido.

Ele veio para nos entregar aos deuses.

Algu�m pode ter usado o transporte m�dico sem sua ci�ncia?

O acesso � travado por DNA.

RESULTADOS DE EXAMES DE DIAGN�STICO

Gente, tem um padr�o aqui. � humano.

- Ele foi partido em peda�os. - Sim.

Parece que foi reconstru�do a partir de backups de emerg�ncia.

Vamos ver se conseguimos que as pe�as se juntem.

Nossa.

Scotty, que padr�o foi reconstru�do?

BIOASSINATURA

O padr�o do alferes Gamble. Mas ele deixou a nave.

Para onde ele foi?

Se n�o � o Dr. Korby. O homem que quer viver para sempre.

Bem, voc� veio ao lugar certo.

O espa�o.

A fronteira final.

Essas s�o as viagens da nave estelar Enterprise,

em sua miss�o de cinco anos

para explorar novos mundos,

pesquisar novas vidas,

e novas civiliza��es.

Audaciosamente indo aonde ningu�m jamais esteve.

ADAPTA��O | REVIS�O | SINCRONIA: QUER SE JUNTAR A N�S? | loschulosteam@gmail.com

Tudo aponta para o Vezda ter reconstru�do o corpo do Gamble

e habilitado o transporte por dentro.

E isso � poss�vel?

Eu teria dito que n�o. At� agora.

Para onde ele foi?

O transp�nder de emerg�ncia do Roger ativou h� 12 horas.

Ele n�o respondeu a nenhuma das minhas mensagens.

S�o coincid�ncias demais.

Mesmo em dobra m�xima, vai nos levar 11 horas.

Skygowan n�o � uma sociedade capaz de dobra,

mas realizam com�rcio interestelar com os Orions.

� uma mistura de locais e viajantes. A maioria � hostil com a Federa��o.

Est� bem. Entendido.

Vamos notificar a Frota.

E voc� e La'An lideram um grupo disfar�ado t�tico.

Cheguem, encontrem o Korby e avaliem a situa��o dos Vezda.

N�o atuem at� que tenhamos um backup, um plano. Ou queira Deus, os dois.

Joseph.

Eu vou tamb�m.

Eu ia dizer que n�o precisa estar nessa miss�o.

N�o, eu tenho que ir.

Spock, quero que a ci�ncia e a engenharia

mergulhem fundo em cada informa��o que temos da expedi��o de Vadia Nove.

Se uma dessas coisas est� � solta, precisamos dar um jeito de cont�-la.

Muito bem. Vamos ao trabalho.

O Tai Chi n�o est� resolvendo para voc� hoje?

Sabe, voc� n�o precisava vir nessa miss�o.

Voc� tem um novo emprego para se apresentar, ent�o...

Vamos voltar a tempo.

N�o faz sentido, mas acho que preciso estar aqui.

O jeito como reagiu ao Vezda.

Como se eu tivesse que impedi-lo.

N�s precisamos, Chris.

Por qu�? O que voc� sabe sobre isso, Marie?

- O que seu instinto lhe diz? - Eu n�o sei.

Eu s� sei que n�o podemos deix�-lo escapar.

N�o vamos.

Eu fico sentindo que tem uma corda em volta da minha cintura,

me puxando na dire��o de algo que eu n�o entendo.

O destino, talvez.

Acha mesmo que nossos futuros est�o entalhados em pedra?

Esses �ltimos anos t�m sido...

Bom, eles mudaram o que eu achava o que a vida pode ser.

Sei l�. Talvez haja mais possibilidades do que eu pensei.

Quem te disse isso?

Uma mulher s�bia.

Logo antes dela me dizer para raspar minha barba.

Ela co�ava muito.

Eles s�o muito parecidos com Vadia Nove aqui.

Eu entendo porque o Roger ficou atra�do.

O comunicador do Roger n�o est� respondendo.

Mas foi ali que ele saiu do ar.

Isso � igual ao portal em Vadia Nove.

Ele deve agir como um transporte para a c�mara superior.

Dois guardas, levemente armados.

Eu s� preciso de uma distra��o.

- Joseph, que tal... - Como em Rigel.

Fala s�rio!

Eu te disse, eles nunca v�o nos deixar...

Com licen�a, senhor.

- O toque Vulcano. - Sim.

Meu Deus!

- � isso o que voc�s fazem? - Est� com inveja, n�o �?

- N�o conseguiu aprender? - Mas eu tentei.

- Me mostra a coloca��o do polegar? - Senhoras.

Se vamos achar o Korby, temos que passar por esse portal.

S� quero assinalar,

da �ltima vez que entramos em algo parecido,

quase ficamos presos pela eternidade.

Pelo menos esse n�o tem uma trava de sangue como em Vadia Nove.

Est� bem, ent�o o Vezda escapou do armazenador de transporte,

mas como � que chegou do outro lado do quadrante?

Nossas experi�ncias em Vadia Nove revelou tecnologias

que exploram o espa�o interdimensional.

Tamb�m podem viajar por m�todos semelhantes.

Estou entendendo o que est� dizendo, Spockinho.

Essa era a nossa localiza��o

quando o padr�o do Gamble foi reconstru�do.

Mas sabemos que o espa�o interdimensional

- se dobra ao longo... Como se chamam? - Linhas Ley.

Elas existem mesmo.

H� cinco dias, quando Vezda escapou,

parece que a Enterprise estava em uma dessas Linhas Ley.

Uma que leva diretamente pra Skygowan.

Sim. E se essas Linhas s�o uma esp�cie de rota de �nibus

para viagens interdimensionais, sabe, s� que sem �nibus, � claro.

Todas as grandes civiliza��es mant�m uma rota de com�rcio,

uma maneira de se conectar aos confins do imp�rio.

Olha, aqui tem uma que conecta Vadia Nove a Skygowan.

Deus!

Se essa coisa no corpo do Gamble pode viajar

na sua rota de �nibus sem �nibus

e acessar aquela pris�o Vezda

do outro lado do espa�o profundo, ent�o ele...

Ent�o ele pode possivelmente libertar todos os seus irm�os encarcerados

e solt�-los em Skygowan.

Dem�nios v�o chover do c�u,

dem�nios que podem matar e possuir cada homem,

mulher e crian�a no planeta.

N�o. N�o, n�o. Voc�s n�o deviam ter vindo.

O Gamble foi tomado pelo Vezda.

- N�s sabemos. - Voc� n�o entende.

Algumas das pessoas nesse planeta, elas o adoram como um Deus!

Se ele mandar, eles ir�o fazer.

Qualquer coisa.

Amigos.

Estamos nos dias finais.

Preparem-se para a liberta��o.

- Demittis tenebris. - Demittis tenebris.

- Interitus vide clara. - Interitus vide clara.

- Demittis tenebris. - Demittis tenebris.

- Interitus vide clara. - Interitus vide clara.

Capit�o Pike, soube que pode ter um planeta que precisa de ajuda.

� bom te ver, James. Se n�o contermos isso,

temo que se torne uma amea�a gal�ctica.

Bom, a Farragut est� totalmente consertada

e estamos a caminho agora.

As ordens da Frota s�o de observar e n�o interferir.

Pode n�o ser t�o simples.

Vou precisar saber a posi��o da sua capit� sobre isso.

A posi��o da minha capit� � que a Enterprise salvou a vida dela

e ela te deve uma.

N�o � muito Vulcano da parte dela, mas ela est� aprendendo.

Sem ofender, Spock.

N�o me ofendi.

Obrigado, James. Pike desliga.

Eu s� quero saber, senhor, para poder ajudar melhor,

qualquer que seja o plano ser�.

Resgatar o povo.

Deter o Vezda. Mat�-lo. Qualquer um desses servir�.

Eu s� preciso de op��es.

Est� bem, o Gamble est� dominando a cidade l� embaixo.

Como vamos det�-lo?

Se pudermos botar as m�os em um desses orbes...

Do tipo em que Gamble ficou preso?

Atualmente, s�o a �nica coisa a efetivamente deter o Vezda.

Roger?

Algo para nos dizer?

Acho que esse s�mbolo est� associado com os orbes de conten��o.

Acho que esse s�mbolo est� associado com os orbes de conten��o.

Bom, estava no po�o em Vadia Nove.

A entidade dentro do Gamble tentou passar por aqui.

Os glifos mudaram, mas ent�o nada mais ocorreu.

Onde quer que ele estivesse tentando ir, falhou.

A ideia de que o bem e o mal existem, sempre existiram,

� a cren�a mais comumente partilhada em toda a gal�xia.

Nossa!

Esse verso � em Swahili.

Seu primeiro idioma?

Tamb�m era o meu.

"O menino ainda n�o era um homem,

mas sua hora tinha chegado para matar ou ser morto.

Uma faca em suas m�os".

Outro mito? Um poema �pico?

N�o.

� sobre mim.

Fui atacado em nossa col�nia quando eu tinha 12 anos,

eu tive que me defender.

A primeira vez que eu...

tirei uma vida.

Joseph, como � que a hist�ria da sua vida est� escrita aqui

a anos-luz de onde voc� nasceu?

Voc� acredita no destino?

Eu entreguei o rapaz para a criatura que tomou o seu corpo.

Talvez eu deveria estar aqui.

N�o gosto de nada disso.

Precisamos dar um jeito de voltar � Enterprise.

Joseph!

N�s n�o precisamos arriscar todos n�s.

Eu posso achar um dos orbes.

N�o.

Isso � uma ordem, doutor.

Voc� chegou perto.

Sobre a entrada, n�o se trata s� de voc�.

� sobre n�s.

Tem a ver com dualidade.

Tudo aqui �.

Os observadores constru�ram esse portal

para que n�o pudesse ser atravessado sozinho.

Dois precisam passar.

Voc� queria que a Enterprise viesse.

Voc� precisava de mim

para que pudesse voltar para Vadia Nove e essa pris�o

a d�zias de anos-luz de dist�ncia.

Eu tenho as lembran�as de Gamble, doutor.

Voc� se tornou parte dele assim, parte de mim.

E foi assim que abrimos esse portal

e libertamos meu povo para Skygowan,

onde seus corpos futuros nos aguardam.

Ent�o...

Obrigado.

Esse guardi�o tem estado nos vigiando pela eternidade.

Agora, o Observador morre

e o que nos impede de escapar termina.

- N�o p�de ir atr�s deles? - N�o havia como passar pela porta.

Depois que o Vezda puxou o M'Benga pela porta, ela fechou.

Nossa �nica op��o era voltar pra Enterprise

e achar outro jeito de entrar. Qualquer outro jeito.

Acho que Gamble precisava passar com M'Benga,

do contr�rio Vezda teria aproveitado pra nos matar.

M'Benga n�o responde �s comunica��es

e Uhura n�o consegue localizar o transp�nder dele.

� como se eles desapareceram. Eles precisam estar em algum lugar.

� s� uma quest�o de rastre�-los.

Capit�o Pike, � melhor o senhor ir pra enfermaria.

� a capit� Batel.

Isso � incr�vel. Os olhos dela.

- Eles mudaram? - Sim.

E eu acho que vi isso antes em um pictograma em um altar.

- Tem certeza que se sente bem? - Sinceramente, eu me sinto bem.

Mais do que bem. Eu me sinto �tima.

Tudo parece normal para mim se � que isso ajuda.

Na verdade, n�o.

Acho que eles talvez estejam desaparecendo.

Espera.

- O qu�? - N�o brinca.

- N�o, isso � imposs�vel. - O qu�?

Vamos.

- Enfermeira Chapel. - Desculpe. Desculpe.

Olha.

Esse � o resultado da sondagem da est�tua

do Observador em Vadia Nove.

N�s n�o pensamos em comparar ela, porque para que fazer isso?

- Christine, agora n�o � hora. - Olha s� para isso.

Esses s�o os sinais vitais da capit� Batel agora.

A Marie est� de alguma maneira ligada � est�tua do Observador

em Vadia Nove?

N�o.

De acordo com isso,

ela � a est�tua.

A est�tua � ela.

O Observador.

As coisas n�o morrem facilmente, mas quando morrem,

elas morrem gritando.

Ainda estou vivo.

Voc� ainda n�o me matou.

Voc� n�o precisava de mim s� para entrar.

Voc� precisa de mim para sair tamb�m, n�o �?

Se eu morrer,

voc� ficaria preso aqui?

Bom, voc� vai morrer, mas n�o at� eu permitir isso.

N�o tenha tanta certeza.

Isso n�o faz sentido.

Talvez fa�a.

Talvez finalmente fa�a todo o sentido do mundo.

Os Gorns. O sangue Iliriano da Una.

A Flor de Quimera.

Voc�s todos me salvaram, mas tamb�m me mudaram.

Est� bem.

Os Vezdas. E se eles s�o o mal?

Muitas ra�as s�o capazes de...

Quer dizer, e se eles s�o o mal que precede fazer o mal.

E se eles s�o o mal em si?

N�o tenho certeza que entendi.

Quase toda ra�a alega tido encontros, batalhas com o mal.

Com certeza. Eu vi isso em toda a gal�xia.

E quando combatemos coisas,

quando recha�amos as for�as nos amea�ando,

temos uma resposta epigen�tica.

A forma como humanos sentem predadores

e Vulcanos preveem um terremoto.

Nossa biologia muda em resposta �s amea�as que encontramos.

E se ao me hibridizar,

eu tenho de algum modo assumido todas as caracter�sticas adaptativas

das ra�as que enfrentaram o mal.

Os Gorns, humanos, Ilirianos.

Se os Vezdas s�o um mal que antecede as ra�as conhecidas,

� poss�vel que as ra�as que surgiram depois

possam ter uma mem�ria gen�tica de como combat�-los.

E se eu tiver todas elas?

Todas as partes de cada ra�a

que sabe como combater os Vezda est�o em mim?

E talvez com eles todos se reunindo em um corpo, est�...

Est� me transformando.

- No qu�? - Em algum tipo de protetor.

Os Vezdas s�o muito antigos e muito poderosos,

mas alguma coisa os trancou naquele po�o em Vadia Nove

e jogou fora a chave,

algo igualmente poderoso, talvez mais,

e ent�o, ficou de guarda por mil�nios,

esperando por um dia quando poderiam escapar.

Um guardi�o de algum tipo. E se for eu?

Voc� n�o, eles. H� eras.

N�o voc� agora. Como � que isso pode ser poss�vel?

Capit�o, quando lidamos com o espa�o interdimensional,

causa e efeito podem ser invertidos.

E o tempo n�o � o que parece ser para n�s.

Chris, por que n�o consegui sossegar?

N�s dois sabemos os sentimentos que venho tendo.

Como alguma pe�a de um quebra-cabe�as que n�o quer encaixar.

Que n�o posso encontrar um prop�sito. Que isso est� me escapando.

Uma capit� de nave estelar, conselheira, general,

nada disso se encaixa mais.

Mas isso sim.

N�o. Isso �...

Marie.

A bioassinatura do Observador � minha porque eu sou a guardi�.

Eu sempre fui.

Efeito antes da causa, lembra?

Tudo o que ocorreu comigo foi para que eu pudesse fazer isso.

Assim eu poderia ser isso.

Assim eu poderia ficar de p� onde sempre fiquei.

� o meu destino.

Voc� de todas as pessoas pode entender isso.

Marie, se...

Se o que est� dizendo � verdade...

Eu fico.

Eu vigio.

Eu nunca saio.

A senhora ter� que derrot�-lo primeiro.

A forma como reagiu a ele da primeira vez,

isso acionou suas capacidades.

A proximidade pode fazer com que aconte�a de novo.

S� tem um jeito de descobrir.

Ent�o eu vou com voc�.

Parece que as coisas se acalmaram na superf�cie.

At� o Gamble aparecer de novo.

Esse portal deve estar programado para s� abrir

para o Joseph e o Gamble juntos.

Sem eles, ele n�o est� funcionando.

Joseph est� l�. O que precisa para abri-lo?

Para for��-lo, mais for�a do que n�s dois temos.

A energia de um Vezda? N�o tenho certeza.

Est� bem. � uma ci�ncia t�o avan�ada que pode at� ser m�gica.

Ent�o o que temos que pode abrir isso?

Temos que levar for�a para os capit�es Batel e Pike.

Eles est�o no segundo n�vel do templo.

Precisam disso para abrir o portal.

Podemos transportar uma bateria nuclear para baixo.

A for�a necess�ria sugere que uma bateria n�o seja o bastante.

Duas baterias?

Nas val�ncias necess�rias, a t�rmica, a qu�mica, a radiante,

a gravitacional, a el�trica ou a nuclear

podem ser muito destrutivas.

Exatamente, de quanta for�a voc� precisa?

Com base nos dados da forma de vida Vezda,

aproximadamente 3,22 x 10 elevado aos 26 watts.

Isso � o poder do Sol da Terra.

Bom, menos, tecnicamente. O Sol �...

perto o bastante.

Um disparo de phaser focado de uma nave estelar

poderia te conseguir metade disso.

Sim, mas teria que dirigi-lo precisamente ao sistema

ou vai desintegrar todo o templo.

Disse que uma nave pode gerar metade do que precisamos?

- Sim. - Que tal duas naves estelares?

Phasers n�o s�o aditivos.

Bom, n�o, n�o s�o. Mas eles s�o complementares.

Fascinante.

O Scotty est� certo.

Fogo simult�neo de duas naves deve ser o bastante.

- Est� bem, parece um plano. - N�o, n�o est�o entendendo.

As salvaguardas da nave n�o nos permitir�o ligar

os sistemas de armas pro da Farragut.

Precisar�amos que ambas disparem em perfeita sincronicidade.

Um erro de um milissegundo

e todo aquele templo l� embaixo explode.

E precisamos dispar�-los manualmente.

Eu tenho uma ideia.

Duas naves disparando energia ao mesmo tempo, ao mesmo alvo?

Feixes de phaser de antipr�tons, para ser preciso.

Eles s�o muito poderosos.

Talvez a �nica coisa poderosa o bastante para ajudar

a capit� Batel e o capit�o Pike a abrir a porta.

Mas duas naves?

Sim. E elas precisam operar em sincronia.

A Enterprise e a Farragut parecem est�ticas, mas se movem.

Ondas de radia��o, g�s c�smico, erup��es solares.

Tem muita coisa passando por aqui.

E estou te dizendo, como piloto, eles tremem?

Os feixes separam e � adeus Skygowan.

Ent�o como vamos fazer isso e n�o destruir o planeta?

Dois pilotos precisam operar juntos.

Est� bem.

O que o senhor sabe do elo mental Vulcano?

Quer dizer, francamente tanto quanto eu quero.

Eu n�o sou muito f� de intimidade

sem algu�m sabendo cada um dos meus pensamentos.

Espera. Isso n�o foi s� curiosidade intelectual, foi?

N�o, n�o foi.

Espera. Voc� tem uma �tima piloto aqui.

N�s n�o precisamos de pilotagem sofisticada.

N�o. O processo de disparo � rudimentar.

� a coordena��o que � necess�ria.

Duas pessoas confort�veis em partilhar uma consci�ncia.

Eu aprendi, apesar da sua retic�ncia,

que o senhor est� disposto a fazer coisas que os outros n�o est�o.

Voc� parece me entender, Spock.

Est� disposto a tentar isso?

Se os Vezdas n�o puderem ser detidos, mais do que um s� mundo pode cair.

Bom, eu entendo porque me trouxe para um bar.

Esse � um encontro e tanto.

De fato.

Certo, Sr. Spock.

Mas seja gentil.

Espera, espera.

Aquela vez na segunda lua de Orion.

Tente n�o me julgar, t�?

Eu farei o poss�vel, comandante.

Pode me chamar de Jim.

Sim. Jim.

Minha mente para a sua mente.

Meus pensamentos para seus pensamentos.

- Armas prontas? - Sim.

- Engenharia? - T�o prontos quanto poss�vel.

Tenente Spock?

- N�s dois estamos prontos. - N�s dois estamos prontos.

Isso � estranho.

Se conectam mais r�pido que liga��o de comunica��o.

Se acostume, alferes.

Como a tenente Ortegas gosta de dizer,

vamos acender essa vela.

- 25% de for�a de impulso. - 25% de for�a de impulso.

Eles se movem em sincronicidade perfeita.

� quase po�tico.

Calma, Pelia.

Estou calma.

Rota��o de 43� - Rota��o de 43�

- em dire��o � superf�cie. - Em dire��o � superf�cie.

Como est� sua mira?

- No alvo. - Segurar naves.

- Rota��o travada. - Rota��o travada.

Fogo.

Est� pronto?

Estamos em Vadia Nove.

Estamos.

- Joseph. - Sem tempo.

R�pido. Ele est� tentando fugir.

Irritante.

Voc�.

E um pet.

Por eras, meu povo sofreu sob seus olhos miser�veis.

As indignidades que imaginei cometer contra voc�.

O sofrimento.

Carne humana.

- T�o fr�gil. - Pare.

Voc�.

Uma mosca.

Chris, n�o fa�a isso.

- N�o pode feri-lo, mas ele... - Ele pode me ferir.

Sim. Eu entendo isso agora.

Essa � uma coisa que s� eu posso fazer.

- O que a est� impedindo? - Eu n�o sei.

Tem que revidar, Marie.

Feliz anivers�rio.

- Conseguimos. - Conseguimos.

O bacon est� queimando. Espera.

- Pensei que dissemos "sem presentes". - � tradi��o.

Ano passado foi papel, o segundo ano � algod�o.

MB e MP?

Eu n�o tinha certeza se ia assumir o nome

e planejar o casamento foi t�o r�pido,

nunca conversamos sobre isso, da� comprei os dois.

Entendo.

Ent�o podem ter dois capit�es Pike

ou duas capit�s Batel?

"Cristopher Batel", isso soa muito bem.

� legal.

- Espera. - N�o, volte para mim.

O que voc� vai...?

- Achei que dissemos "sem presentes". - � tradi��o.

Cobra.

Voc� quer exibir ser casada com o melhor chef na Frota.

Eu adorei.

Essa � a vida pela qual vale arriscar tudo.

Quem �?

Acho que eu sei.

O Bob? Cedo assim?

Ele ainda est� tentando me convencer a treinar cadetes na Academia.

N�o pode dizer n�o para ele?

Voc� sabe que n�o posso.

Preciso fazer as coisas que eu deveria fazer.

E depois do nosso encontro com o Vezda, eu s�...

Eu lembro.

Fizemos uma promessa para aproveitar todo o tempo que ter�amos juntos.

Sim.

Oi. O que est� fazendo?

Espere a�.

Deita. Fica.

A Lucas?

� uma nave de treinamento classe-J.

Quanto tempo?

� um exerc�cio de observa��o de tr�s meses.

Mas voc� volta um m�s mais cedo?

Volto.

E quando eu voltar, eles v�o...

- Sab�amos que esse dia chegaria. - Sim.

Eu nunca percebi o quanto pelo que realmente teria que viver.

E voc� vai continuar a viver por isso.

Essa vida ter� que mudar,

mas n�o vai embora.

Isso � o que sab�amos que viria.

Voc� enfrentou o Vezda. Posso enfrentar isso.

N�o tenho medo do acidente.

Tenho medo do que far� com essa fam�lia.

Voc� sempre tendo de cuidar de mim e...

Oi!

Temos uma vida linda, por sua causa.

Por nossa causa.

Acho que � minha carona.

A essa hora? N�o. � cedo demais.

Chris?

Como?

Eu n�o sei o que ocorreu.

Eu fiz tudo exatamente como deveria,

mas a placa defletora nunca se rompeu.

N�o houve um vazamento de radia��o, nenhuma explos�o, nenhum acidente.

Voc� diz isso como se fosse uma coisa ruim.

Eu n�o deveria evitar isso.

Pode haver grandes consequ�ncias.

- Esse era o meu destino. - Talvez n�o seja.

E como isso pode ser poss�vel?

Skygowan.

Quando voc� lutou contra aquela coisa dentro do Gamble,

eu estava l�, mas nunca entendi o que ocorreu.

Foi dif�cil de explicar.

A ideia de perder voc�,

de perder a n�s, isso me deu a for�a que eu precisava

para abrir o tecido do espa�o-tempo.

Talvez, de algum modo, isso reiniciou tudo.

Eu n�o sei se � isso. Mas eu sei que est� aqui agora.

Eu n�o sei mais o que acontece agora.

Essa n�o � a d�diva?

Dev�amos estar preocupados?

Porque a Juliet est� vindo para o jantar?

N�o, j� estou acostumado com isso agora.

Com um convidado?

Um m�s depois de come�ar o novo emprego?

Escuta.

O Instituto Daystrom tem sorte em t�-la.

S� estou preocupada, Chris. E se algo deu errado?

Ent�o enfrentaremos isso como sempre fazemos.

- Chegamos! - Oi! Entra aqui.

- Oi, pai. - Garota.

- Oi! - O qu�, s�rio?

- Obrigado. - Pare�a surpreso, t�?

- Sobre o qu�? - N�o contou pra ela?

- Voc� me disse pra n�o contar. - Me contar o qu�?

Meu Deus! Mas, pai, voc� nunca me escuta.

Elijah?

O que est� fazendo aqui?

Oi, amigo. Bem-vindo.

Eli, como vai o seu pai ultimamente?

Ele est� bem, senhora.

O almirante April manda lembran�as.

Almirante April? Diga que ele n�o te faz cham�-lo assim.

N�o. Ele n�o faz.

�timo!

Eli, somos n�s.

Voc� j� esteve aqui um milh�o de vezes. Est� tudo bem?

Tem alguma coisa acontecendo com seu emprego? Ou o dele?

Ou o emprego de algu�m?

N�o, beleza? O trabalho de todos est� bem.

Meu trabalho est� �timo.

Os conselhos do tio Sock valeram a pena.

Voc� sabe como dizer "Spock" desde que tinha quatro anos.

Sim, e ele adora o apelido.

Por que correr para casa?

O que essa surpresa deveria ser?

Bem, n�s contamos para o papai na Academia ontem.

Mas a gente queria lhe pedir tamb�m.

Almirante...

Estamos noivos.

Mas s� com sua b�n��o, senhora.

Eu sei que � antiquado.

Voc�s t�m mais do que minha b�n��o.

J� contou para o seu pai?

Ainda n�o.

Vamos contar para ele juntos.

Eu nunca pensei que a gente veria isso.

E ainda assim, ocorreu.

- Eu deveria atender isso? - Atender o qu�?

Voc� n�o ouviu isso?

Chris, volte para mim.

Chris.

O qu�?

Champanhe. V� botar um pouco no gelo e uma cidra para voc�.

Sim, cidra para mim. Est� bem.

Tanta coisa para comemorar essa noite.

Conseguimos.

Conseguimos.

Eu n�o pensei que era poss�vel.

Quando eu morrer...

- Marie. - Eu tenho que dizer.

Eu n�o vou morrer de verdade.

Vou sempre estar com voc�.

Tudo o que precisa fazer � olhar para as estrelas

e saber que estou esperando por voc� l� em cima.

Isso foi um pouco cedo.

Tem algu�m na porta, Chris.

N�o.

N�o vou deixar o seu lado.

Chris, essa vida foi uma d�diva,

mas n�s dois sabemos que � hora.

Uma d�diva?

Vivendo nossas vidas assim, n�s tivemos sorte.

Voc� me deu tudo o que eu precisava

e mais do que eu poderia ter esperado.

Eu precisava ter isso primeiro.

Para que eu possa dizer adeus e ainda lembrar de voc�.

Ainda lembrar de n�s.

Marie, do que est� falando?

Afinal, n�o � por isso que estamos lutando?

Pelo que n�s sempre lutamos?

Atenda a porta, Chris.

Logo, todos eles estar�o livres.

E suas lembran�as v�o sumir h� muito tempo.

Voc� vai ficar.

� muito tarde para me deter.

Estou cheia de luz que n�o pode derrotar.

Eu sou a Observadora.

Mas tamb�m sou Marie Batel.

O amor que sinto � mais brilhante que a sua escurid�o.

Seu julgamento est� aqui.

Di�rio pessoal do capit�o, suplemento.

Agora que os Vezdas se foram,

o povo de Skygowan est� se recuperando,

como que acordando de um sonho terr�vel.

N�s nos lembramos, mas acabou.

� a hora perfeita para partir. E talvez ter algum tempo juntos.

Na verdade, � o momento perfeito para ficar.

Certo.

Os Vezdas est�o presos.

Toda a sua hist�ria, todo aquele conhecimento do passado?

Ele est� aqui para estudarmos agora. Em seguran�a.

Eu n�o posso me afastar disso.

O que � isso?

Uma sondagem de algo que achei.

Mapas das estrelas. �reas em que nunca estivemos.

Se eu vou ficar no planeta, algu�m precisa examinar isso.

Nunca ser� f�cil entre a gente, vai?

F�cil n�o � interessante.

Xeque-mate.

Curioso. N�s unimos nossas mentes e ainda assim,

vejo que ainda � muito melhor nesse jogo do que eu.

E vejo que voc� tem novos relacionamentos interessantes.

Eu preciso ir. Te vejo depois.

O senhor e eu vamos permanecer amigos.

Eu acho que sim, Spock.

� poss�vel que algum dia vamos trabalhar na mesma nave.

At� ent�o, pode ser �til para n�s continuarmos nosso jogo.

Apesar do seu comportamento na lua de Orion.

Mas confesso que � uma sorte extraordin�ria

que ningu�m tenha sofrido...

Do que voc�s est�o falando?

- Nada. Nada mesmo. - Nada.

James, � bom te ver.

Spock, voc� est� pronto?

Ensaio de dan�a.

Deus! O elo mental.

Guardei tudo.

Oi, voc� quer conversar?

Ainda n�o.

Um dia. Talvez logo, mas ainda n�o.

Mesmo quando menino, eu sempre odiei despedidas.

Como podemos amar as pessoas em nossas vidas t�o profundamente

e ent�o, um dia, nunca v�-las de novo?

Talvez esses momentos que partilhamos s�o tudo menos passageiros.

Mas, talvez...

Talvez eles nunca sumam de verdade.

Talvez o Spock tenha raz�o e o tempo n�o � o que pensamos.

Talvez a lembran�a seja t�o real quanto o presente.

E ningu�m que j� amamos morre de verdade.

Capit�o na ponte.

A pesquisa do Dr. Korby em Skygowan

revelou um grande n�mero de planetas n�o mapeados.

Quantos?

O bastante para uma miss�o de cinco anos.

Acontece que eu tracei um curso para um planeta classe-M promissor.

Se isso parece legal para o senhor...

Frequ�ncias de sauda��o abertas, capit�o.

Sim.

Essa � uma situa��o de "pisa fundo"?

� um novo futuro.

Ser� qualquer tipo de aventura que quisermos que seja.

Sabe, eu ainda gosto de "pisa fundo".

Por que n�o partimos, Erica?

T�o r�pido quanto quiser.

Est� bem. O senhor pediu.

TEMA ORIGINAL DE STAR TREK POR ALEXANDER COURAGE

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