All language subtitles for The Pirates of Blood River (1962) Port.720p.BluRay.x264-SADPANDA

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian Download
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French Download
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian Download
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese Download
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

OS PIRATAS DO RIO SANGRENTO Tradu��o de Cjamango NO FINAL DO S�CULO XVII HOMENS, MULHERES E CRIAN�AS

VIAJARAM DESDE DAS SUAS LONG�NQUAS TERRAS NATAIS

� PROCURA DE REF�GIO CONTRA A PERSEGUI��O.

ELES ERAM CONHECIDOS COMO HUGUENOTES. ENCONTRARAM REF�GIO

NUMA ILHA A QUE CHAMARAM DEVON E AGRADECERAM A DEUS PELA SUA SALVA��O.

MAS NOS ANOS SEGUINTES, AS LEIS JUSTAS DA COL�NIA GERARAM A GAN�NCIA E A TIRANIA.

A FELICIDADE TORNOU-SE UM ECO DO PASSADO E A LIBERDADE UMA MERA RECORDA��O.

Sarilhos.

Maggie.

Maggie. Maggie.

Maggie?

- Jonathon... - Ainda est�s com medo?

Estou com medo. Estou com medo de todos eles.

Eles s�o duros e cru�is. E um dia seremos descobertos, e isto...

Simplesmente esperaremos por esse dia.

Amo-te, Maggie.

Vou levar-te daqui.

Deve haver algum lugar fora desta ilha onde possamos encontrar a felicidade.

J� acreditas em mim, Standing? O teu filho e a minha mulher.

Nunca acreditaria se n�o visse com os meus pr�prios olhos.

- Posso explicar, pai, vamos conversar. - Pecaram aos olhos de Deus.

- Ser�o castigados. - Por Deus?

Sou o representante de Deus aqui.

- O meu castigo � o Dele. - �men.

Prendam-nos.

V�o atr�s dela!

Volta, rapariga!

Piranhas.

Maggie, n�o! Maggie, volta!

Maggie, volta!

N�o.

Um julgamento.

Ser� feita a Vossa vontade.

N�o cometer�s o adult�rio.

� um mandamento do Senhor.

Esta mulher infeliz n�o levou isto em considera��o

e foi castigada por Deus.

Mas este homem n�o foi castigado.

Por isso, � nosso dever julg�-lo aqui.

Negas a acusa��o apresentada contra ti?

Sim. E reivindico o direito de defender a virtude de uma mulher

que n�o se pode defender.

Sim.

Godfrey Mason, nego-lhe o direito de estar sentado a�.

Sou um eleito desta comunidade.

� tamb�m o meu acusador.

Que esp�cie de lei permite o queixoso julgar o acusado?

Pois!

Jeov�, olho por olho.

- O julgamento j� terminou? - N�o, ainda n�o, Henry.

- Est�o l� h� muito tempo. - E tu?

� trabalho do diabo e eu e o Tom n�o queremos testemunhar.

Com aquele bando a julgar, tenho pena do pobre Jonathon.

- Deus o salve. - E a todos n�s.

Ele n�o est� a ser julgado por ser imoral.

N�o, � porque ele representa tudo aquilo que eles contrariam.

Os anci�os t�m medo dele.

V�o aproveitar esta oportunidade para usarem o pai para condenar o pr�prio filho.

Ent�o ter�o tudo � sua maneira.

Estamos � espera do veredicto, Henry.

Receio que seja uma conclus�o inevit�vel.

O teu pai n�o ter� alternativa.

Custa-me acreditar que o meu pai seja t�o cruel

ao ponto de condenar algu�m do seu pr�prio sangue.

Jason Standing � um homem doente, Bess.

Mas ele n�o est� acima de todos os sentimentos humanos.

Estamos � tua espera, Jason.

Jonathon Standing...

�s acusado de quebrar uma das leis mais sagradas de Deus.

Devido a esse pecado, causaste a morte

de uma mulher infeliz que foi tua c�mplice.

Foste considerado culpado.

E como representante de Deus, nesta comunidade,

� meu dever decretar a a tua senten�a.

Antes de eu o fazer, tens algo a dizer?

Sim.

Estou inocente.

A causa da morte da Maggie foi o medo.

Medo do seu marido brutal.

Sim, o medo � a vossa arma e � uma arma perigosa.

Porque um dia isto virar-se-� contra voc�s.

Apoiado!

- J� ouvimos o suficiente. - Prossegue.

Os Dez Mandamentos...

s�o as principais leis que governam a nossa col�nia.

E a pena por quebrar os mais importantes pode,

como sabes, a morte.

Mas porque o nosso Deus � piedoso, ent�o seremos piedosos.

Apoiado.

Assim, decidimos que ser�s levado daqui,

e amanh�, transportado para a col�nia penal,

onde permanecer�s durante 15 anos.

N�o!

- N�o! - Nem pensar!

Impiedosos. N�o.

Encarreguem-se do vosso prisioneiro.

- Vergonha. - Vergonha.

Tem coragem.

Sabe o que fez, Pai?

Mandou-lhe para a morte. Ningu�m sobrevive naquele lugar.

Enviou o Jonathon para a morte. O seu pr�prio filho.

N�o percebe que estes homens est�o a us�-lo?

N�o, Bess. N�o vale a pena. S� est�s a magoar-te.

O seu av� ficaria muito orgulhoso de si, Jason Standing.

V� l�, Bess, n�o chores. N�o te quero recordar assim.

Lamento que isto tivesse que acontecer, Jonathon.

Avisaste-me.

Era diferente desta vez. Eu amava a Maggie.

Tu n�o compreendes.

Tamb�m estou apaixonado, Jonathon.

Sim, eu sei.

Cuida dela, Henry.

Verifica se n�o acontece nada de mal ao meu pai.

N�o importa o que ele fez ou o que se tornou, ele n�o estava em si.

Farei o que puder quando chegar a hora.

Tem de haver alguma mudan�a neste lugar dominado pela persegui��o e pela tirania.

Chegar� a hora.

Talvez n�o da tua maneira, Jonathon, mas chegar�.

Vamos.

Anda!

Sr. Jonathon Standing.

Estamos honrados com t�o ilustre companhia, Sr. Standing.

E que bela figura temos aqui.

N�o admira que as senhoras gostem de si.

Providenciaremos que n�o engorde muito.

Vamos come�ar consigo muito devagar.

N�o te esque�as de agradecer �s tuas estrelas da sorte antes de comeres.

Agradece �s tuas.

- Levem-no! - Para tr�s! Para tr�s!

Vamos l�, mexam-se!

Subam e v�o atr�s deles!

V�o atr�s deles!

Cuidado!

Corre. Corre!

- V�o direitos ao p�ntano. - Sim.

- Ajuda-me. - J� te apanhei.

- � menos um para enterrarmos. - Sim.

Levanta-te.

Levanta-te!

Levanta-te.

Ol�, marujo. O que temos aqui?

- De que navio �s tu? - N�o venho de um navio.

- Talvez uma �guia te tenha largado. - Quem disparou contra ti?

- Vamos. - Quem te colocou as correntes?

- Quem te colocou as correntes? - Responde �s minhas perguntas.

- V� l�. - A col�nia.

No interior. Estava preso. Fugi.

� melhor vires falar com o nosso capit�o.

Ele � especialista em castigos.

Obrigado, Sr. Hench.

O meu nome � LaRoche.

Soube que vive nesta ilha.

Que tem estado numa col�nia penal,

onde tem sido sujeito a castigos.

Onde fica a col�nia principal?

No interior a cerca de 80 km para norte.

N�o sab�amos se a ilha era habitada.

Quando foi fundada esta col�nia?

- H� 100 anos. - Por quem?

Pelo meu bisav�.

- Um refugiado? - Sim.

- Um Huguenote? - Sim.

O rei deve estar descontente por ver esta riqueza escapar-lhe por entre os dedos.

N�o falei em riqueza.

N�o, claro que n�o falou, n�o.

Esta ilha parece um para�so, n�o parece?

Exactamente o tipo de lugar com que sempre sonhamos, capit�o.

Deve ter sido dif�cil para si deixar a col�nia.

- Vou voltar. - Vai voltar?

- Para se vingar? - N�o. Para ajudar os meus amigos.

Como eles o ajudariam, parece-me.

Faz aos outros aquilo que gostarias que te fizessem a ti. O nosso lema.

O nosso lema, sem d�vida.

Iremos consigo.

Comigo? Porqu�? N�o h� nada l� para si.

Pelo contr�rio, acho que h� muita coisa para n�s os dois l�.

Estou pronto para o ajudar, digamos,

o livrar de alguns elementos indesej�veis na sua col�nia?

Estou a falar com um pirata. Qual ser� o seu objectivo em querer ajudar-me?

Subestima-nos, Sr. Standing.

Os piratas, �s vezes, t�m outros interesses al�m do dinheiro.

Vou admitir que h� outro motivo

para eu querer estabelecer rela��es amistosas com o seu povo.

Aparentemente existem nesta ilha h� muitos anos

sem serem detectados.

Para mim, nesta profiss�o,

h� uma enorme vantagem em ter um lugar que � seguro e protegido.

Onde podemos descansar entre viagens e repor as provis�es.

A nossa vida � muito dura, Sr. Standing,

e consegue perceber perfeitamente quantas vezes ansiamos

por um abrigo tranquilo como este para descansar.

Em troca disto,

ajudar-me-ia a estabelecer um governo justo na col�nia?

Tem a minha palavra.

Precisamos um do outro.

Tire as algemas ao cavalheiro.

D�-lhe comida e roupas limpas.

Partiremos ao nascer do sol.

Vamos, marujo. Vamos cuidar de si.

N�o explicaste nem metade, marujo.

- Sr. Hench. - Sim, capit�o?

Pretendo chegar � col�nia amanh� ao anoitecer.

Diga aos homens que t�m de andar mais depressa.

Capit�o, os homens n�o descansam h� seis horas.

Isto n�o � um piquenique de domingo � tarde, Sr. Hench.

Toca a mexer, seus labregos!

O capit�o quer que andem mais depressa.

Podes dizer ao capit�o para ir...

Dizer o qu� ao capit�o, Brocaire?

Muito bem, rapazes.. Mexam-se!

Vamos! Vamos!

Para o capit�o � indiferente, ele n�o precisa de dormir.

Temos de dormir.

O capit�o n�o precisa de comer, beber, de dormir ou de nada.

Se te ouve a resmungar, ele n�o vai precisar de ti.

N�o preciso que mo digas.

Diamantes, rubis, safiras.

Est�s a sonhar, homem.

Desta vez pode ser verdade.

Que vai fazer com a sua parte, Sr. Hench?

N�o conto as minhas galinhas antes de as ver.

E depois espero at� os ovos chocarem.

Se o capit�o tiver raz�o sobre este ovo, terei o meu pr�prio navio.

- Brocaire? - Para mim, acabou-se o mar.

S� uma ilha como esta, algures. Muito pac�fica.

Para amar. Cheia de mulheres douradas... e sem homens.

Pac�fica? �, marujo!

Tens uma ideia muito distorcida do que � uma coisa pac�fica.

Sr. Standing, j� imaginou o que faria se encontrasse uma fortuna?

Nunca estive perto de uma. Nunca tive oportunidade de pensar nisto.

- Tem a certeza disso? - Sim, bastante.

N�o � o que o capit�o pensa.

Parece saber muito bem o que o capit�o pensa.

Sou muito pr�ximo do capit�o, Sr. Standing.

Entendo a mente dele, consigo l�-lo como a um livro.

O capit�o � um grande homem.

� forte como um le�o, astuto como uma fuinha.

E cruel como uma cobra.

Um grande homem, sem d�vida, Sr. Standing.

E conhece todos os truques do of�cio.

N�o � como os outros homens, nem sequer transpira.

O que est� ele a pensar, Mack?

�s t�o pr�ximo dele, deves saber o que ele pensa.

Estava a sonhar acordado, Sr. Standing.

Estavas a falar de uma fortuna.

N�o devia fazer caso do que um homem diz a dormir.

Bons sonhos, Sr. Standing.

- Capit�o LaRoche. - Sim?

Fizemos um acordo de come�armos a viagem.

Est� perfeitamente correcto. O acordo mant�m-se.

Espero que n�o partilhe da mesma ilus�o que os seus homens.

E qual �?

Para al�m das vantagens naturais que a col�nia tem para lhe oferecer,

n�o h� mais nada.

N�o h� fortuna, n�o h� dinheiro e n�o h� tesouro.

Acho que j� chamou a aten��o a isto.

Quanto mais insiste nisto, mais convencido fico.

Sabe, os meus homens est�o sempre a sonhar com tesouros.

Eu fomento isto.

Homens que enfrentam a morte quase todos os dias das suas vidas

t�m de ter um incentivo.

Sugiro que descanse um pouco, Sr. Standing.

Boa noite.

Boa noite.

- Adeus, pap�. - Adeus, filho.

Mulheres. Estamos � espera de qu�?

Anda, anda.

Anda, anda.

V� l�. Vem c�.

N�o!

N�o, n�o.

O Sr. Hench n�o est� propriamente a divertir-se, marujo.

Marujo!

Outra vez a fazer das suas, Sr. Hench.

Ele atacou-me quando eu n�o estava a olhar, capit�o.

Uma manobra muito estrat�gica, se me � permitido diz�-lo.

Mas parece que n�o lhe beneficiou muito.

- Essas pessoas s�o suas amigas? - Sim, s�o minhas amigas.

Esta miss�o ia ser pac�fica.

Ia, sem d�vida. Infelizmente, a natureza humana � capaz de determinar

onde acaba a paz e come�a o conflito.

Sr. Hench, considere-se severamente repreendido.

Repreendido, h�?

Exactamente como na espl�ndida Marinha Real, n�o �, capit�o?

Estamos prontos para partir, Sr. Standing.

- N�o vou. - Muito bem.

Acho que conseguimos encontrar o caminho para a col�nia daqui.

- Que pretende de l�? - Fizemos um acordo.

Fizemos uma acordo quando n�o o conhecia, agora conhe�o.

Como observou anteriormente, Sr. Standing, somos piratas.

E �s vezes, temos propens�o para a dureza.

Contudo, nunca tolerarei um motim. Amarrem-no.

Marujo.

Com a sua permiss�o, Sr. Standing, partiremos agora.

Pap�.

Pap�. Pap�.

N�o, Timothy, n�o.

N�o podes ajud�-lo.

O pap�, mataram-no?

Encontra o tio Henry e conta-lhe o que aconteceu.

Vai, depressa. Vai.

Tio Henry!

- Tio Henry! - Que se passa, Timothy?

Uns homens mataram o meu pai.

- Mataram-no. Uns homens... - Espera. Quais homens?

N�o sei, nunca os vi.

- O Jonathon estava com eles. - O Jonathon?

- Tens a certeza que era ele? - Sim..

- Onde est�o agora? - Dirigiram-se para a col�nia.

- A tua m�e e a tua irm� est�o bem? - Sim.

Leva o meu cavalo e vai para a col�nia.

Avisa-os que podem ser atacados. Vou ter com a tua m�e.

Vai-te embora daqui.

Deus considerou oportuno avisar-nos de uma cat�strofe.

Vamos, como No�, prestar aten��o.

- A nossa ilha foi invadida. - O que aconteceu, Pai?

O Blackthorne foi assassinado. Levem as crian�as para a grande muralha.

V�o para a pali�ada, levem as armas. Armem-se!

Os port�es! Fechem os port�es!

Venham buscar as armas!

Calma, n�o empurrem!

Vamos, tenham calma.

Tomem as vossas posi��es. Mosquetes, posicionem-se nos meus flancos.

Levem a p�lvora.

Podem ir.

Carreguem os mosquetes!

N�o atirem at� eu ordenar.

Se est� a tentar avaliar as hip�teses que eles t�m a combater-nos,

deveria tamb�m olhar para os homens � sua volta.

Quantas armas de fogos acha que os seus amigos t�m?

Sr. Standing?

Se os quer salvar da destrui��o, v� falar com eles.

Diga-lhes que se resistirem, n�o esperem miseric�rdia.

Diga-lhes para nos deixarem entrar.

Assim podem roub�-los e mat�-los a todos?

Se mato, � para alcan�ar um prop�sito, n�o pelo interesse de matar.

- Tem a minha palavra. - A sua palavra?

Ent�o, Sr. Standing?

Como diz, se eles resistirem, o resultado ser� o mesmo.

Uma dedu��o s�bia. Desejo-lhe todo o sucesso.

Toca a mexer.

Devem ser 30, pelo menos.

Todos armados, imagino.

Entre n�s todos, temos cerca de 15 mosquetes.

Deus est� do nosso lado.

Eles v�m em paz.

Deus respondeu �s nossas preces.

Ora, � o Jonathon.

Pai, tenho uma mensagem para v�s da parte do l�der destes homens.

- Quem s�o eles? - S�o piratas. Sou prisioneiro deles.

Fui obrigado a fazer-vos um ultimato.

Continua.

Est�o � procura de um saque.

Eles acreditam que existem riquezas nesta col�nia.

Est�o obcecados com a ideia de que h� um tesouro a�.

- Disseste-lhes que isto � verdade? - N�o. Como podia se n�o h� nenhum.

S� ficar�o convencidos se permitir que eles procurem.

- E se eu recusar? - Atacar�o.

Pai, imploro-lhe, renda-se.

� a �nica hip�tese de salvar as vidas do nosso povo.

� um truque. Ele est� em conluio com eles.

Seja o que for que eu fiz, n�o sou traidor. O meu pai sabe disto.

Permitam que ele pense e fale por si mesmo.

- Qual � a sua resposta? - Esta � a nossa resposta.

N�o disparem.

Apontem.

Abram fogo.

O capit�o quer falar contigo.

- Mack. - Certo, companheiro.

Sr. Hench, leve seis homens e contorne a pali�ada por tr�s.

Re�nam as mulheres e as crian�as.

Tom.

Os cavalos.

Jonathon.

Os port�es.

Vamos!

Voc�s a� atr�s, venham ocupar estas posi��es.

Mason! Mason!

Jason, cessar fogo!

Cessar fogo! Parem!

Parem! Cessar fogo!

- Cessar fogo! - Esperem.

N�o disparem! N�o disparem!

- Parem! - Parem!

- Cessar fogo. Vamos. - Parem.

Forby, cuida dos cavalos. Brocaire, trata dos colonos.

Os restantes ficam comigo.

Levem-nos para dentro.

- Jonathon, Jonathon! - Para tr�s.

Levem-nos todos para tr�s.

Felizmente para si, tenho um motivo para o manter vivo.

Qual destes homens � o seu pai?

Sou eu, Jason Standing. L�der eleito desta col�nia.

Se o motivo da sua vinda aqui � encontrar um saque ou um tesouro,

procurar� em v�o.

Tenho uma opini�o diferente.

Refugiados ricos raramente deixam os seus tesouros para tr�s.

Diga-nos onde est� e partiremos.

Que edif�cio � este?

� o nosso tribunal e local de culto.

Cuidem do nosso amigo e levem os outros l� para dentro.

As nossas condi��es para n�o vos molestar s�o muito simples.

N�o h� nenhum tesouro.

Permaneceremos aqui at� um de v�s falar.

E usaremos todos os meios necess�rios.

A cada dia que permane�am calados, dois de v�s ser�o enforcados.

Oh, n�o. Oh, n�o.

A come�ar agora.

Os nossos amigos ir�o a sorteio pela honra de serem os primeiros a morrer.

Vamos l�, meus amigos.

Juntem-se ao jogo da sorte do velho Mack. V� l�, senhor, tire um.

E voc�, meu amigo, n�o seja t�mido. S� dois de voc�s v�o morrer.

Voc�, av�, teve uma boa vida. N�o se importa de morrer, creio.

Levantem.

Jason, eu...

Capit�o?

Levem-nos l� para fora.

N�o!

- Esvaziem este s�tio. - N�o!

- N�o! - Oh, n�o!

N�o!

� um homem de sorte, Sr. Standing. Da pr�xima vez, pode ser a sua vez.

A resposta ser� a mesma.

N�o nos rendemos ao diabo.

Um sentimento muito nobre e louv�vel.

Pode mudar de ideia quando descobrir o qu�o persuasivo o diabo pode ser.

Ele causa arrepios, n�o �, capit�o?

Acho que ele n�o gosta de n�s.

Bem, talvez ele goste mais de si do que de mim.

Ol�, meu velho companheiro.

Ol�. Est�s divertir-te? Toma uma bebida.

Esperem a�, marujos. Esperem pelo tio Mack.

Vamos, meus amigos!

Caramba, � uma bestinha bem quente.

Um trotar suave como eu gosto.

� bom para o f�gado. Vamos l�.

Bolas, ela mudou de aspecto desde a primeira vez que a vimos. Em frente.

Capit�o.

Eu mesmo o teria feito, mas depois n�o tinha hip�tese de a comer.

A primeira fatia � para o capit�o.

Para onde vais, minha linda?

- Deixa-a em paz. - Eu vi-a primeiro, Hench.

Sr. Hench, e mandei-te larg�-la.

Agora n�o estamos a bordo, Sr. Hench, por isso, esta mulher fica comigo.

Est� bem, Brocaire.

Se � assim que tu queres. Sou o imediato desta tripula��o.

E quando eu mando fazer alguma coisa, tu fazes.

Portanto, agora vou cortar-te o nariz

e depois veremos como fascinas as mulheres.

Sr. Hench?

Uma disputa?

N�o � nenhuma disputa, capit�o.

Apenas uma discuss�o amistosa.

� verdade, capit�o.

Apenas amistosa.

Tu, rapariga...

... vem c�.

C� acima.

�s a causa disto tudo?

Fiz-te uma pergunta.

Este dois homens est�o a discutir por tua causa?

N�o me importa. S�o ambos porcos.

- Responde-me, por favor. - Sim.

Bem, Sr. Hench,

temos formas de resolver estas quest�es.

Muito bem, capit�o.

Mack.

Sr. Hench.

Marujos, d�em-lhes espa�o, afastem as mesas.

Jonathon?

Sil�ncio. H� guardas l� atr�s.

- Est�s bem? - Sim.

- Onde t�m a nossa gente? - A maioria est� no fortim.

Vamos.

Cinco. Que querem estes assassinos?

- Um tesouro que n�o existe. - Um tesouro?

- Enganas-te, Jonathon. Existe. - Como assim?

O meu pai falou-me do tesouro antes de morrer.

Quando o nosso povo chegou � ilha, eram muito ricos,

e trouxeram os seus bens com eles, principalmente ouro.

H� um homem que sabe onde est� escondido, o teu pai.

Vou l� dentro buscar um pouco de �gua.

Sr. Hench.

Comecem.

Tem de os impedir. � uma barbaridade.

Est�o a lutar por tua causa, devias sentir-te honrada.

Marujo, mata-o.

- Restam tr�s. - Aguarda.

- Quantos cavalos h� no curral? - Cerca de 12.

Ent�o libertaremos dez dos nossos rapazes.

Contando connosco, dar� um homem por cavalo.

Vou ficar aqui.

- Vais o qu�? - Se vamos salvar o nosso povo,

algu�m tem de convencer o meu pai a entregar o tesouro.

- Achas que consegues isso? - S� me resta tentar.

Se libertarmos os homens, ataca os piratas s� quando estiverem em campo aberto.

Mais cedo ou mais tarde ser�o obrigados a partir com ou sem tesouro.

Oh, Mam�.

Conseguiste!

Muito bem, Sr. Hench. Muito bem.

Pronto, rapariga.

Anda l�. Est�s � espera de qu�?

Anda l�.

Queres brincar?

Bess.

Vai abrir o port�o principal o mais r�pido que puderes.

Sil�ncio!

- Sil�ncio! - Cala-te!

Vai deixar-nos, capit�o?

Levem o cad�ver para o navio e coloquem-no no meu camarote.

E se ele reclamar, d�-lhe 100 chicotadas.

Sr. Brocaire, levante-se e fa�a contin�ncia ao capit�o.

O que � isto? Insubordina��o?

Capit�o, h� um motim a bordo do navio.

- Que castigo determina? - J� chega.

Mas � um motim, senhor. Um motim tem que ser punido.

Disse que j� chegava.

Sr. Hench,

d� 250 chicotadas naquele homem.

Ele n�o est� nada bem.

Vem c�.

Sim, senhor. Capit�o LaRoche.

� um motim, senhor. Um motim tem que ser punido.

Correcto.

Vai aprender que ningu�m � indispens�vel.

Vamos, despachem-se! Recolham armas e v�o buscar os cavalos.

Cessar fogo.

Cuidem dos outros prisioneiros.

Sem d�vida que � respons�vel por isto.

Por que n�o se juntou aos seus amigos?

Espero servir melhor o meu povo ficando para tr�s.

Hench?

- Sr. Hench? - Ele est� aqui, capit�o.

Onde est�o os homens que deviam estar de sentinela?

Vai encontrar dois deles ali com os pesco�os partidos.

Use aqueles que t�m os pesco�os intactos.

Duplique a vigil�ncia em redor da pali�ada. Agora v�.

Sim, capit�o.

H� uma maneira de poder ajudar o seu povo

e salvar as suas vidas.

Encontre o tesouro.

Ent�o, deixe-me falar com o meu pai.

O seu pai sabe onde est� o tesouro?

- Deixe-me falar com ele. - Muito bem.

Tem a noite inteira para falar.

Aproveite-a ao m�ximo.

- Desejas falar comigo? - Sim, Pai.

LaRoche disse-me para lhe fazer um ultimato.

Ele diz que se n�o lhe disser onde est� o tesouro at� de manh�,

matar� todos os homens, mulheres e crian�as da col�nia.

Oh, Pai, n�o tem consci�ncia?

Consci�ncia?

Atreves-te a falar-me de consci�ncia?

Tu que j� vendeste a tua alma ao diabo?

Que valor tem a vida na terra � custa da tua alma?

As pessoas t�m o direito de examinar as suas consci�ncias.

T�m o direito de viver.

Pai, imploro-lhe que tenha miseric�rdia deles.

Fala com o teu amigo, o diabo.

Pede-lhe para ele ter miseric�rdia.

Mesmo que me implorares de agora at� ao fim dos tempos, a resposta ser� a mesma.

O senhor tamb�m morrer�, Pai.

Temo a morte quando posso encarar o meu criador com as m�os limpas

e pensamentos puros?

Qual seria a resposta dele?

A resposta de um homem temente a Deus.

Tu, Jonathon Standing, �s uma vergonha para o teu nome.

Disc�pulo do diabo.

N�o entenderias nada disto.

Amaldi�oo o dia em que nasceste.

O segredo do meu av� morrer� comigo.

L� do alto, ele regozijar-se-� da minha decis�o.

O esp�rito dele j� entrou no meu para me dar for�a.

Ontem, ordenei a execu��o de dois dos vossos eleitos.

Todos sabem porqu�.

Desde ent�o, no entanto, fiz uma descoberta.

Se tiver raz�o, partiremos imediatamente

sem magoar ningu�m.

Se estiver errado...

Retirem a est�tua.

N�o! N�o!

N�o devem! N�o podem!

Vamos, ponham m�os � obra.

Chegamos ao fundo, capit�o.

N�o h� nada para al�m de rocha.

Parece que o tesouro n�o quer ser encontrado, pois n�o, capit�o?

Sr. Hench...

Vai assegurar-se que ningu�m permanece vivo.

Levantem-se! Vigiem as portas!

Ningu�m escapa!

Despachem-se! Despachem-se!

Pela �ltima vez, diga-lhes onde est� antes que seja tarde de mais.

- N�o. N�o lhe toques! - LaRoche! LaRoche!

Capit�o.

Alto!

- Aqui est� o seu ouro. - Ouro.

Ouro maci�o.

Afastem-se.

Agora deixe-nos em paz.

Paz?

Os seus amigos que fugiram querem paz?

Coloquem isto na carro�a mais forte e preparem-se para partir.

Sim, vamos levar dois ref�ns connosco.

E quem ser�o?

Pai e filho.

Muito bem, Sr. Hench, liberte essa gente e comecem a sair.

Vamos, libertem-nos!

Levem-nos l� para fora, r�pido.

Peguem na corda. Puxem.

Puxem.

Eles deixaram a col�nia, Henry.

Levaram o Jonathon e o pai.

- Que direc��o tomaram? - Para Leste.

V�o para a foz do rio, de volta para o navio deles.

- E o tesouro? - Eles t�m algo numa carro�a.

Parecia a est�tua do velho Simeon Standing, o fundador.

Pode ser o tesouro.

Se �, � muito pesado.

V�o contornar o p�ntano e tomar o trilho principal atrav�s do mato.

Estar�o em Pine Valley a cerca de uma hora depois do nascer do sol.

� onde faremos o nosso primeiro ataque.

Vamos l�, rapazes, v�o dormir um pouco.

O que ir� acontecer ao Jonathon e ao meu pai?

Vamos libert�-los, Bess.

Receio estar a deixar-me iludir pela ocasi�o, Bess.

N�o sou um homem de ac��o.

Se calhar penso demasiado para ser corajoso.

Enfim, � a minha desculpa.

Mas n�o gosto de lutar e matar. E n�o gosto daquilo que tenho de fazer.

Mas agora os piratas encontraram o tesouro,

porque n�o deixas que fiquem com ele?

N�o � assim t�o simples, Bess.

O tesouro significa mais do que apenas ouro.

Para n�s, quero dizer.

� uma...

Uma esp�cie de s�mbolo da liberdade.

Foi o que o bisav� do Jonathon defendeu

quando organizou a luta contra a persegui��o.

E algu�m pensou homenage�-lo com uma est�tua.

Algu�m, ao longo do caminho,

homens gananciosos e ambiciosos, tra�ram o velho Simeon.

Mas acho que ele continua a olhar por n�s.

E os piratas n�o v�o lev�-lo desta ilha,

n�o se eu o puder evitar.

� melhor ires dormir um pouco.

Sr. Hench?

Mande os homens avan�ar.

Vamos, toca a mexer.

Vamos embora j�.

Levanta-te. E tu.

Tu tamb�m.

N�o puxe demasiado por n�s hoje, Sr. Hench,

se sabe o que � bom para si.

O capit�o sabe o que � bom para ele, pois sabe.

Sim.

N�o faz trabalho nenhum, s� d� ordens.

"Vem c�. Faz isto. Vai para ali."

Depois fica com 10 vezes mais do que n�s quando divide o ouro.

Pois.

Abriguem-se!

- Vamos a isto. - Atacar.

Todos eles.

Jonathon, salta para tr�s. Anda.

- Pai, vem. - Deixa-o.

Jonathon, deixa-o.

Afasta-te.

- Afasta-te de mim. - Jonathon!

Acho que est� a perder um dos seus ref�ns, capit�o.

Parem! Sr. Hench, mande-os voltar para aqui!

Voltem para aqui!

O capit�o quer-vos todos de volta!

Anda, para a carro�a.

Tu tamb�m.

Vamos.

Um, dois, tr�s, quatro, cinco, seis.

Restam sete ou oito deles, capit�o.

Eles conhecem esta ilha melhor do que n�s.

- Quantos perdemos? - Seis.

Seis. Sobram 15. 15 contra 8.

Eu j� disse que eles conhecem esta ilha melhor do que n�s.

Segundo os meus c�lculos, alcan�aremos o rio amanh� ao anoitecer.

- E depois? - N�o sou profeta.

Muito bem. Mexam-se.

- Onde est� o pai? - Cuida do Henry.

Traz �gua e arranja umas ligaduras para os rapazes.

N�o leves isto t�o a peito, Jonathon.

Devia ter ficado para o proteger.

Eles v�o mat�-lo, Henry.

Se calhar ficou por causa disto. Se a est�tua for levada,

acho que o teu pai n�o desejaria viver.

Porque n�o?

Na mente dele, est� a proteger a est�tua, n�o porque � ouro.

Ele v� a religi�o e os ideais do teu bisav�

em vias de serem destru�dos.

Sim, mas...

Talvez tudo isto lhe tenha aberto os olhos para a verdade.

Na col�nia, ele foi demasiado fraco para combater os homens

que h� muito tempo esqueceram porque viemos para c�.

Jonathon, h� alguns meses disseste-me:

"Verifica se n�o acontece nada de mal ao meu pai.

N�o importa o que ele fez ou o que se tornou, ele n�o estava em si."

Tinhas raz�o.

Sim, entendo.

S� espero que n�o seja tarde demais.

Est�o a seguir o mesmo trilho, Henry.

Estamos prontos para a primeira armadilha.

�ptimo.

� tarde demais, marujo.

Haver�o mais armadilhas como esta.

Soltem a est�tua. Vamos carreg�-la o resto do caminho.

Teremos de a carregar.

N�o � altura de usar o nosso ref�m?

Sim, ele pode mostrar o caminho.

Standing.

Vamos, vou precisar de seis. Os restantes peguem nas armas.

Cuidado, a �rvore!

Sr. Hench.

Sr. Hench?

Est� � espera de qu�?

Os homens v�o causar problemas, capit�o.

Pelo menos, alguns causar�o.

Problemas? A quem?

Est�o assustados. N�o querem continuar.

O �nico outro caminho a seguir � para tr�s.

Talvez eles preferissem isso?

Quais s�o os seus planos quando chegarmos ao rio?

Diga-lhes, capit�o.

Estamos apenas a alguns quil�metros do rio.

Quando chegarmos l�, vamos construir uma jangada

e boiar a est�tua rio abaixo at� alcan�armos o navio.

E quem vai com a est�tua, capit�o?

Quem desejar ir.

Ter� de ser uma jangada enorme para levar a est�tua e todos n�s.

N�o ser�o tantos como s�o agora.

Os ilh�us certificar-se-�o disso, capit�o.

O que v�o eles fazer enquanto estivermos a construir a jangada?

Duvido que eles nos negligenciem, mas ainda somos mais do que eles.

�ramos mais do que eles quando as �rvores tombaram.

Sim, capit�o, �ramos mais do que eles

quando o Baily e o Shaw espetaram as tripas nas estacas de bambu.

- Sim. - Sim.

Vamos prosseguir, Sr. Hench.

Para ele est� tudo bem, ele fica com a parte de le�o.

- Sou a favor de voltar para o navio. - Sim, eu tamb�m.

Que hip�tese temos numa jangada?

Com sorte, alcan�aremos o navio numa hora. Comecem a construir a jangada.

Capit�o, � o mais longe que n�s vamos.

� verdade, o mais longe que vamos.

Vamos deixar a est�tua aqui.

Deixem-na onde est�.

Deixem-na onde est�. Voltemos para o navio.

E quem ser� o pr�ximo?

Eu n�o, capit�o.

Estou consigo.

Largue a pistola...

capit�o.

Vamos construir a jangada e correr os riscos,

como sempre fazemos.

Mas n�o ir� connosco.

Tire-lhe a pistola, Sr. Hench.

Gosto do vinho na minha barriga, capit�o, n�o afogar-me nele.

Muito bem, comecem a cortar as �rvores para construir a jangada.

Vamos l�, despachem-se.

Se ele causar problemas, mate-o.

Se eu tiver ju�zo, talvez fa�a isso.

Vamos.

Peguem nas armas. Abriguem-se.

Boa menina.

Carrega isto.

Ainda tenho uma bala para si, capit�o.

- P�lvora! - Acabou!

V�o para a jangada.

Bess, olha.

FIM

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.