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Original subtitles

Anteriormente, em Elementary...

Hannah Gregson encontrou a colega estrangulada em casa.

Safar-se de assassinato � uma sensa��o incr�vel.

- Agente Especial Mallick. - Est� cobrindo o caso de Rowan?

Acha que matei Michael. Por qu�?

Em uma palavra, obsess�o.

Passei boa parte do dia achando que o assassino do Michael

era a Agente Especial Mallick.

N�o. � Hannah, sua filha.

Voc� tem que contar ao FBI.

Voc� � a porta por onde esse lun�tico passou.

Se n�o fosse por voc�,

Maddie Williams ainda estaria viva,

e minha garotinha n�o seria uma assassina.

Nunca quis que nada reca�sse sobre a Joan.

E se n�o fizermos nada? Vamos arriscar,

ver o que acontece?

Seu parceiro confessou o assassinato.

Est� errado. Sherlock n�o matou ningu�m.

Sou o �nico que podia confessar sem ser preso.

Os brit�nicos n�o o extraditar�o, deixaram claro.

Ele n�o poder� pisar nos EUA novamente.

Sherlock Holmes n�o � mais problema da Am�rica.

Bernardo "Beppo" Pugliesi. Bem-vindo � Baker Street.

Ambos sabemos por que est� aqui, v� em frente.

A P�rola Negra dos Borgias.

Pe�a central do colar favorito de Lucr�cia Borgia.

Roubou-o de um colecionador em Roma h� um ano.

Uma bela jogada.

Se ao menos n�o tivesse cometido um crime um dia depois.

Esfaqueou um homem em uma briga de bar.

E quando a pol�cia te rastreou at� a f�brica do seu irm�o,

escondeu a P�rola em um dos 1.000 bustos

que ele planejava vender no casamento real.

Eles eram t�o feios, que s� conseguiu vender seis.

Como sabe tanto sobre mim?

Voc� � um ladr�o de certo renome.

H� muito se suspeitou que voc� roubou a P�rola,

mas ningu�m pode provar. At� que semanas atr�s,

algu�m come�ou a invadir casas e n�o roubar nada,

mas deixar um rastro de cer�mica destru�da,

Tudo ficou mais claro. Seu irm�o vendeu seis bustos.

Depois de libertado, voc� destruiu cinco deles.

N�o tinha como ter certeza que a P�rola estava neste.

Voc� podia t�-lo recuperado em sua �ltima parada.

Mas comprei todos mesmo assim.

Fiz um belo alarde sobre isso.

Presumi que vigiou a mulher que o possu�a.

Quem � voc�?

Sou o homem que te levar� � justi�a.

Normalmente, n�o considero seu crime digno do meu tempo.

Mas quando o dono do 5� busto te viu

na casa dele, voc� o estrangulou.

Isso n�o se faz, Beppo.

Realmente acha que pode me impedir de sair?

Eu sei que posso. Quero dizer,

preferiria que se entregasse pacificamente, claro.

Eu sofro de s�ndrome de p�s-concuss�o.

Um golpe na cabe�a causaria grande dano ao meu c�rebro.

Acontece que...

N�o acho que conseguir� acertar.

Aposto que o dono ficar� feliz em ter isso de volta.

Esta � �nica parte do caso que n�o gosto.

Jacopo Cremonesi chefiou a M�fia da Cal�bria

por um per�odo nos anos 80.

Essa p�rola foi paga com sangue.

Watson.

Gentileza se juntar a n�s, doutora.

Estava trabalhando em Whitehall, lembra?

O homic�dio do Lucas?

Melhor assim.

Seu parceiro n�o precisou de ajuda hoje.

Note a aus�ncia de buracos de balas.

Quando n�o se atira no suspeito, d� para mand�-lo para pris�o.

Novamente, s� porque sou americana

n�o significa que amo armas.

Certo. Suponho que tamb�m n�o chame futebol de "soccer".

S� um pouco de vidro colorido.

- Uma c�pia? - N�o, n�o exatamente.

A P�rola Negra dos Borgias sempre foi feita de vidro.

De que forma Lucr�cia Borgia poderia esconder isso nele?

Historiadores h� tempos suspeitavam dela

pelo envenenamento de muitos inimigos da fam�lia.

Quando ela caiu em desgra�a

com membros do Vaticano, h� rumores

que foi estimulada a se desfazer da arma favorita dela,

um anel oco

onde costumava colocar veneno na bebida das v�timas dela.

Parece que ela deu um jeito de mant�-lo.

Meu Deus, Holmes.

N�o conseguiu desvendar um, mas dois assassinatos hoje.

- Idiota. Se ele te acerta... - Ele n�o acertou.

- Mas e se tivesse... - N�o conseguiu.

Whitehall. O assassino de Eduardo Lucas.

Voc� n�o me disse o que aconteceu.

Acabou. Conclu�mos.

Seu palpite estava certo?

A assassina n�o era Lady Hilda. Era a esposa de Eduardo.

Ela pensou que estava sendo tra�da.

Achamos vest�gios de sangue no carpete.

Fant�stico.

Tenho certeza que Detetive Jones ficar� impressionada.

Watson, j� falamos disso muitas vezes.

Athelney Jones n�o � sua inimiga.

Ouviu como ela me chama de "Dra."? � uma piada.

Ela � um pouco americano-f�bica? Sim.

- Um pouco? - Ela respeita seu trabalho.

Pense no ano que tivemos at� agora.

Tivemos o mist�rio do Vale Boscombe,

aquela aventura na Abadia Grange.

Estamos t�o produtivos, quanto em Nova York, at� mais.

Assim poderei ser condecorado.

Voc� poder� ser uma Dama.

Verdade seja dita, ainda machuca.

N�o tanto quanto antes, mas ainda d�i, sabe?

Hoje � noite? N�o posso. Vou a uma festa de anivers�rio.

A filha da minha amiga far� seis anos.

Comprei para ela uma boneca muito chique.

- Senhorita? - Faz xixi e tudo.

- Com licen�a, senhorita? - Falou comigo?

The Marines apresenta:

7� Temporada | Epis�dio 01 "The Further Adventures"

Watsons: Lisia | pedroassis MBrasil | bebelzinha | soma

Holmes: MissG & John

Quer legendar conosco? the.marinesbr@gmail.com

Eles a encheram de hidro morfina,

agora ela est� dormindo. N�o devo incomod�-la.

Mas n�o acho que ela viu o homem.

Ela falou isso?

N�o. Ela estava em choque quando a trouxeram,

n�o estava falando nem nada, mas...

Certo. Dif�cil imaginar que ela tenha visto muito.

Ela era uma bela garota. Uma pena.

Mal poderia reconhec�-la.

Voc� conhece a v�tima?

Provavelmente voc� tamb�m, se n�o acompanhar s� jornais.

Ela � Lola Quinn.

Ela � uma subcelebridade por aqui,

uma das �ltimas modelos de tabloide.

Metro Flash ainda as exibe na p�gina tr�s.

Lola tem sido a favorita nos �ltimos anos.

Desculpe. Preciso atender.

Com licen�a, podemos conversar?

- Sim. - Athelney Jones.

Estes s�o Sherlock Holmes e Joan Watson.

- � o m�dico da srta. Quinn? - Um deles.

Garret Halsey. Diretor de cirurgia pl�stica.

Como ela est�? Est�vel agora, mas...

Ela tem queimaduras de 1� e 2� graus em todo rosto.

Ela pode perder o olho esquerdo e h� risco de infec��o.

Por favor, digam-me que tem uma pista de quem fez isso.

Infelizmente n�o.

Tudo foi gravado,

mas nada que ajude a identificar o culpado.

Por isso viemos. Ver se ela o descreveria.

Fa�a-nos um favor.

Quando ela acordar, nos ligue. Queremos conversar.

Voc�s precisam fazer algo sobre isso.

Essa praga. J� fui chamado para ajudar

em outros incidentes com �cido. Isso � loucura.

Vamos encontrar o respons�vel.

Prometo.

Ele est� certo. A cidade n�o aguenta mais isso.

J� houve mais de 200 ataques este ano em Londres.

Primeiro foram fan�ticos. Depois as gangues.

Agora assaltantes de celulares e bolsas.

O clamor aumentar�

agora que uma famosa foi atacada.

Precisamos ser r�pidos.

Posso contar com voc�, Holmes? Doutora.

Detetive Bell, meu policial favorito.

Tony.

- Por que me chamou agora? - Sigo voc� nas redes sociais.

Vi que vai casar. Quis dar os parab�ns.

N�o foi f�cil, sabe?

Um relacionamento depois do que Yancy fez.

Ela n�o te deixou, Tony. Ela foi assassinada.

Achou o corpo dela e n�o me contou, Detetive?

Se n�o foi isso, ela me deixou h� um ano.

Quero falar sobre as aulas de controle de raiva.

De novo? S�rio?

Um cara assistir essas aulas n�o faz dele um assassino.

Voc� foi obrigado a ir.

Yancy foi para a casa da irm� para fugir de voc�.

- Voc� arrombou a porta. - Nunca encostei nelas.

Como posso te convencer?

N�o matei minha esposa.

Acredito em voc�.

O sobrenome da sua noiva, "Tugnutt",

n�o � comum.

Quando vi, lembrei de um duplo homic�dio

na Papelaria Tugnutt ano passado.

O detetive respons�vel indiciou um cara, Ray Tugnutt.

As v�timas eram os pais dele.

Uns meses antes, eles iam se aposentar

e dar a loja ao filho, mas mudaram de ideia.

Ele ficou t�o bravo que destruiu o lugar.

Foi preso e condenado, espere s�,

� aulas de controle de raiva.

� onde o conheceu, certo?

Uma hora, ele te apresentou a prima.

Agora voc� vai casar com ela.

N�o sei qual dos idiotas viu Pacto Sinistro,

eu acreditava em, "Jogue a Mam�e do Trem",

mas obviamente voc�s trocaram os assassinatos.

Voc� matou os pais dele, ele matou Yancy.

Falarei com ele em seguida.

Se surgir um acordo com o promotor,

qual de voc�s falar� primeiro?

Eu o peguei com 5 dias de sobra.

Lembro quando o congelamento das contrata��es

atrasou tudo para voc� e os Marshals...

Minhas malas estavam prontas. Pode me culpar?

Eu disse, "Marcus, pense no tempo extra

que ter� para prender esse idiota.

Pense em como ser� bom."

Voc� estava certo. � �timo.

Tem certeza que quer ir? Olhe o que est� perdendo.

O cheiro, o caf� estragado, as l�mpadas piscando.

"Porque todo bom Marshal precisa de um."

- De quem �? - Sherlock e Joan.

Eu devia saber. Parab�ns.

Sinto falta do Capit�o Gregson.

Ele sempre foi respeitoso, mesmo antes de eu ser detetive.

Mas essa mulher, juro por Deus,

se ela me chamar de "Dra." mais uma vez...

Acho que nunca te dei cr�dito suficiente

por ter ido para Nova York.

Trabalhar com policiais que n�o conhecia.

� mais dif�cil do que pensei.

O que posso dizer? Eu sou �tima.

Archie.

Esse n�o � de brincar.

N�o preciso de um �libi, certo?

�cido no rosto. � o meu padr�o.

Tenho certeza que Lola Quinn n�o � uma assassina em s�rie.

Pobrezinha.

Quer trabalhar nisto conosco? Eu gostaria da companhia.

Sinto muito. Tenho muito trabalho.

Garotas n�o param de sumir.

E todo meu tempo livre vai para esse rapaz.

- Quando vai dizer a Sherlock? - Dizer o qu�?

- Que n�o est� feliz aqui. - Eu n�o disse isso.

S� disse que h� problema no trabalho.

- Ent�o explique o cabelo. - Qu�?

N�o me leve a mal, eu amei.

Mas sei quando uma mulher quer agitar as coisas.

Sei que sabe. Sempre que se olha no espelho.

Fiz isso por uma aposta, voc� sabe.

Voc� amava aqui no come�o.

Quem n�o amaria? Mas acho

que voc� n�o tem estado feliz h� um tempo.

Eu estou bem.

Talvez n�o seja de Nova York que sinta falta,

mas da ideia de ter uma fam�lia.

Voc� se dedicou muito a isso, e ent�o abandonou tudo.

Eu n�o abandonei. Decidi muito antes

de vir para Londres que n�o iria adotar um beb�.

Nosso trabalho � muito perigoso. Michael Rowan provou isso.

Oi.

O ve�culo de fuga usado no ataque com �cido, foi achado.

Watson.

Tem certeza que � a mesma motocicleta?

Sem d�vida. Est� aqui.

Achei que ningu�m tivesse anotado a placa.

Verdade. Mas � o mesmo modelo e cor.

E tamb�m, os guid�es. Ou a falta deles.

Foram dissolvidos com �cido sulf�rico.

� uma maneira de sumir com digitais.

Eu chamaria de abund�ncia de cuidado.

Isso s�o marcas de um carro m�dio.

N�s fizemos isso?

Ent�o deve ter sido ele. Choveu ontem.

Acho que ele deixou essas marcas antes.

Deve ter planejado desde o come�o esconder a moto aqui.

� um plano bem complicado para um assalto.

O que � esse cheiro? Est� sentindo?

- Cheira como uma floresta. - N�o. Al�m disso.

Estou sentindo cheiro de terra.

Com nuances de outro tipo.

Ele jogou �cido em tudo que estava na bolsa dela?

Incluindo o telefone.

Ele estava determinado a destruir todas as evid�ncias?

Achei que o celular e a carteira eram o motivo do crime.

Holmes, o que conseguiu?

Progredimos. Achamos alguns pertences de Lola Quinn.

N�o foi um roubo mesmo.

Temos que analisar de um �ngulo diferente.

- N�o me parece um avan�o. - Acredite, inspetora.

Um motivo bem mais pessoal do que gan�ncia

estreitaria bem o nosso foco.

Temos que falar com Lola Quinn assim que ela acordar.

Ela pode ter uma ideia de quem queria machuc�-la.

Esse � o problema.

Nunca falaremos com a srta. Quinn.

Ela est� morta.

O m�dico disse que estava est�vel.

Ela n�o morreu por causa dos ferimentos.

Ela pulou no po�o de um elevador em reparo no hospital.

Suponho que a ideia de perder a beleza e o sustento dela

foi muito para ela.

Ent�o, se voc� estiver correto, se algu�m queria machuc�-la,

fizeram um trabalho melhor do que esperavam.

� oficial. Lola Quinn passou da p�gina tr�s para a um.

Recebo liga��es a cada 5 min de chefes que eu nem conhecia.

A imprensa est� no nosso pesco�o agora.

Vimos o bando de rep�rteres l� fora esta manh�.

� um frenesi total. Ati�aram o p�blico tamb�m.

Mais um dia sem uma pris�o, Elton John vai reescrever

a letra de: "Candle in the Wind".

N�o precisamos mais motiva��o.

Sra. Quinn tem nossa total aten��o.

N�o est� nos ajudando em nada isso.

Os jornais dizem a verdade. N�o temos nada.

Apenas um dia se passou. N�o vimos nada na cena do crime,

e as imagens das c�meras n�o deram pistas.

Temos o ve�culo da fuga, os pertences da srta. Quinn,

e uma digital que pode muito bem ser do criminoso.

Uma digital parcial, incompleta.

E que n�o est� no sistema, � in�til para n�s agora.

Mesmo assim, o fato de ter sido achada na bolsa da sra. Quinn,

que ainda continha dinheiro e cart�es de cr�dito, diz muito.

Esse ataque n�o � como os outros.

Ele n�o agiu por ideologia ou gan�ncia.

Lola Quinn foi atacada de modo a disfar�ar um motivo pessoal.

Interrogaremos amigos e familiares dela.

Algu�m sabe quem queria machuc�-la.

O laborat�rio pode estar um passo na frente nisso.

Alguma amea�a a ela na internet?

Os t�cnicos conseguiram acessar o e-mail dela.

No m�s passado, ela teve uma briga

com um paparazzo chamado Derek Casey.

Lola enviou um recado a ele.

Chamou-o de trapaceiro por segui-la com a c�mera dele.

Ele n�o gostou muito.

"Beleza � fugaz, querida. Antes que perceba,

as pessoas a ver�o como realmente �."

Soa como algu�m que dever�amos chamar para um papo.

Concordo. Pelo menos reduziria

o n�mero de agitadores l� fora em um.

Alguma pista, inspetora?

Inspetora Chefe Jones. Aqui. Aqui. Voc�s t�m um suspeito?

O que dizem aos f�s de Lola, inspetora?

- Quanto tempo ir�o que esperar? - Vai dar respostas hoje, m�e?

N�o, filho. Voc� vai.

Espere.

- O que � isso? - Vamos!

Aonde est�o o levando?

- Voc� leu meus e-mails? - Voc� parece irritado

por terem invadido sua privacidade.

Entendi. N�o faz sentido j� que sou um paparazzo, certo?

� diferente um jornalista observar pessoas em p�blico

e o governo metendo o nariz em suas mensagens pessoais.

Ningu�m invadiu suas contas, g�nio.

Mas lemos as mensagens de Lola Quinn.

- A v�tima, que voc� amea�ou. - Eu n�o a ameacei.

Do que chamaria ent�o?

M�s passado, ela te enviou uma mensagem.

"Sei que tem uma foto minha de depois da estreia.

Quanto quer por ela?"

E voc� respondeu, "Nada, n�o pode pagar o pre�o."

As mensagens esquentaram depois disso.

Em um momento, voc� amea�ou arruinar Lola.

- Algu�m fez isso. - N�o fui eu.

N�o � muito convincente, Derek.

Veja, eu me arrependi de ter dito aquilo.

Com certeza. N�o estaria aqui se n�o tivesse.

Voc� pode acreditar ou n�o que estou arrependido,

mas eu estava com minha namorada e o pai dela no dia do ocorrido.

Assistimos ao Arsenal perder em um bar.

King Road em Islington. Pode verificar.

Iremos, mas isso n�o prova que n�o estava envolvido.

Pode ter contratado algu�m para cumprir suas amea�as.

N�o eram amea�as reais.

Eu s� queria que ela desistisse.

N�o venderia aquelas fotos a ela de jeito nenhum.

- O que estava nas fotos? - Lola, b�bada,

entrando em uma limusine depois da estreia de um filme.

Com a saia fora do lugar, se me entende. Uma bagun�a.

Por que n�o a deixou comprar as fotos?

- N�o conseguia pagar seu pre�o? - Nada disso.

Ela nem era uma celebridade.

O motivo de valerem tanto era pela pessoa que estava com ela.

Ruby Carville.

Eu a vi puxando Lola para o banco de tr�s com ela.

A Ruby Carville? Dona do "The Metro Flash"?

Sim. E quase metade dos outros jornais que trabalho. Perfeito.

Rainha do tabloide trepando com vadia de terceira p�gina.

- N�o acredito em voc�. - N�o precisa.

Voc� mesma pode ver, se me entregar a c�mera.

Eu as vendi para a srta. Carville.

Pensou ter comprado todas, mas guardei algumas c�pias.

S� por precau��o.

A coisa mais esperta que eu fiz, n�o �?

H� muito tempo correm boatos

de que ela trai o marido com meninas bonitas.

Ningu�m tinha conseguido provar isso.

Tudo isso s� prova que deixou Lola entrar no carro.

Se me perguntar, ela � sua pr�xima parada.

� por isso que a chamam de maior bruxa da Inglaterra.

Quem sabe como trata os brinquedos quando acaba?

J� vou avisando, n�o se anime demais

com Ruby Carville como suspeita.

Tarde demais. Ela � quase uma vil� do Bond.

Ela � mais do que capaz. E se n�o fez isso,

- tem inimigos que fariam. - Talvez,

mas ela tem mais advogados que a Yard tem escrit�rios.

Se vamos mirar o urso, n�o podemos errar.

Normalmente n�o erramos.

Seria discreto na abordagem. Ela...

Voc� n�o est� me ouvindo.

Prometa que n�o far� isso at� provarmos o envolvimento.

- Holmes. - Watson e eu

n�o abordaremos Ruby Carville, sem sua autoriza��o.

Dou minha palavra.

Sorvete? S�rio?

Sou o padrinho dele. �s vezes posso mim�-lo.

- S�o 10 horas. - Como foi l�?

Fiz tudo que voc� pediu. Disse � recepcionista

que era empregada no Pal�cio de Buckingham

e isto era o lixo da rainha.

E disse que s� abriria para a Ruby.

Deu trabalho, mas me levaram ao escrit�rio.

E quando ela tentou negociar o pre�o,

perguntei sobre Lola Quinn

e disse que ouvi boatos sobre elas.

- E? - Ela s� me olhou...

Por um momento. Que droga.

E disse para eu dar o fora e levar meu lixo comigo.

- Suspeito. - Mas n�o � incriminador.

Vamos entrar. Cuidado com a cabecinha.

Aqui vamos n�s.

Tem conversado com Watson?

� minha parceira. Sempre conversamos.

N�o. Quero dizer, conversar com ela.

Ontem eu disse para ela que n�o se adaptou a Londres.

Reparou nos �ltimos 12 meses? Ela est� arrasando.

N�o estou falando de trabalho. Estou falando de todo o resto.

N�o me diga que n�o percebeu.

Ela sente falta de Nova York? Claro que sim.

Isso � esperado, ap�s uma grande mudan�a.

Sei disso, pois minha mudan�a para Nova York foi desafiadora.

Mas com o passar do tempo, passei a amar meu novo lar.

N�o � a mesma coisa.

O que voc� fez, o que ela fez.

Voc� fugia de alguma coisa. Ela correu para alguma coisa.

Watson n�o corre para nada, muito menos eu.

Ela veio para c� para sermos parceiros de novo.

S� estou dizendo que � diferente.

Obrigado de novo por ter me ajudado hoje.

Sei que voc� a quer aqui. Eu tamb�m a quero aqui.

N�o significa que perten�a a este lugar.

- Voc� tem um minuto? - Claro.

O que houve? Voc� est� bem?

Quero falar com voc� h� algum tempo.

Fico adiando, mas agora s� tenho alguns dias aqui e...

Eu...

O que �? Fale.

Tudo que aconteceu entre voc�, Sherlock e Joan.

Voc� tem que superar.

Mais do que isso. Tem que consertar.

- Marcus. - N�o, eles sempre nos apoiaram.

Agora, sempre que algu�m fala deles,

voc� parece ficar com �dio.

Deveria ficar feliz por Sherlock ter confessado

que matou Michael Rowan? Que jogou fora o que tinha aqui?

Ele tentou salvar a parceira.

O caso dos federais contra Joan era uma piada.

Voc� e eu sab�amos disso, mas ele ouviu? N�o.

Tinha que fazer o que sempre faz.

- Tinha que bancar o mocinho. - Eu sei.

Eu sei.

Sabe?

Sabe o qu�?

Sei quem realmente matou Michael Rowan.

- N�o sei do que est� falando. - N�o sou burro.

Estava com voc� quando soubemos

que Sherlock confessou ter matado Rowan.

Voc� ficou com raiva.

Mas n�o estava surpreso.

N�o vamos falar sobre isso.

Imaginei que tudo bem,

talvez n�o devesse ficar surpreso tamb�m.

Sherlock estava apoiando Joan.

N�o gostei, mas entendi. Eu aceitei, mas voc�?

Agiu como se eles nunca tivessem existido.

Como se n�o fizessem parte da nossa fam�lia.

Levei um tempo, mas finalmente entendi.

O que voc� sentia n�o era raiva.

Era culpa.

Tamb�m estava protegendo algu�m.

N�o gosto de nada que aconteceu no caso Rowan.

De droga nenhuma.

Odeio saber o que sei,

mas entendo.

E, para deixar claro, acho que ningu�m precisa saber.

S� que Sherlock e Joan, eram seus amigos.

Voc� podia contar com eles.

Eu tamb�m podia contar, sempre.

� hora de acertar as coisas com eles.

Como?

Como farei isso?

N�o sei.

Mas aposto que se desculpar seria um bom come�o.

Oi, estava indo � loja. Precisa de alguma coisa?

N�o estou com fome, mas obrigado.

Est� tudo bem?

Oi, voc�s s�o Holmes e Watson?

O que voc� quer?

Isto � para voc�s.

- N�o vai pegar? - Pode deixar a�.

- Aqui na rua? - Isso.

Pode ir embora.

� da Ruby Carville. Ela quer conversar.

Desculpem a bagun�a.

Este lugar n�o foi cuidado desde que meu pai morreu.

Ele fazia orgias aqui para os amigos decr�pitos dele.

Pense "De olhos bem fechados", mas com mais cabelos na orelha.

Isso explicaria alguns dos cheiros.

A que devemos o prazer, srta. Carville?

Hoje uma mulher estranha, mas intrigante

tentou me vender uma bolsa com o lixo da rainha.

Ao ficar claro que era um pretexto

para me fazer perguntas bastante pessoais.

Mandei que ela fosse embora.

Ent�o mandei meus rep�rteres do The Metro Flash a acharem.

Pode ser um jornaleco, mas � investigativo.

O nome dela levou ao de voc�s.

Estamos ajudando na investiga��o sobre a Lola Quinn.

Por isso quis encontr�-los em particular.

Sua ajudante falou sobre eu e a Lola.

Assumo que eu seja suspeita por causa disso.

Voc� nega que eram amantes?

Na verdade, eu amava a Lola muito,

mas n�o da maneira que pensam.

Ela n�o era minha amante.

Era minha filha.

N�o contei a ningu�m sobre a Lola durante 25 anos.

Voc� a deu para ado��o?

Foi no meu terceiro ano em Oxford.

Fui convencida de que um beb� iria arruinar minha vida.

N�o passa um dia em que n�o penso nisso.

- N�o acreditam em mim. - Seria uma mentira horr�vel.

N�o t�o horr�vel quanto do que vieram me acusar.

Provas, ent�o. A certid�o de nascimento dela.

Voc� tinha 18 anos no seu terceiro ano em Oxford?

Eu era precoce,

mas meu pai disse que eu era uma crian�a,

que n�o podia cri�-la.

Foi uma verdade dura, mas foi assim

que nossa fam�lia enriqueceu.

Verdades duras s�o nossa marca.

Crian�as fora do casamento n�o s�o.

Ningu�m nunca soube?

Fui estudar fora por um per�odo.

Eles a levaram da maternidade. Nunca nem a vi.

- At�? - Quatro anos atr�s.

Ela me mandou uma carta. Bastante educada.

Sem ressentimentos. Ela nem queria meu dinheiro.

S� queria me conhecer.

Eu queria ajud�-la, por isso mantive os artigos,

- para coloc�-la no meu jornal. - Como modelo de glamour?

N�o cabia a mim ensin�-la a valorizar uma imagem pura.

Mas ela era um segredo que voc� se esfor�ou para manter.

E isso n�o mudou.

Ela nunca teria nos exposto. E eu n�o machucaria minha filha.

Voc� fez muitos inimigos. Consegue pensar em algu�m

que machucaria a Lola para se vingar de voc�?

Ningu�m sabia que ela existia. Tenho certeza.

N�o � sobre meus relacionamentos.

Pode ser sobre os dela.

Namorado ruim?

Ela tinha um gosto horr�vel em homens.

Todos que ela arranjava eram invariavelmente horr�veis.

- Violentos? - Apenas entediantes.

Mas teve um:

Farid Khan. Dono de algumas boates.

Lola estava encantada por ele

at� o come�o desse ano, quando ele come�ou a bater nela.

Tem o contorno de um hematoma embaixo dos �culos.

"Com meu homem no cinema".

Olhem as revistas de fofoca. Eles estavam juntos na �poca.

- Vamos investig�-lo. - �timo.

Se acharem que ele fez isso e n�o puderem provar, me avisem.

Nunca mandei matar ningu�m, mas n�o estou acima disso.

A Ruby Carville estava certa.

Farid Kahn � um ser humano abomin�vel.

Mas n�o teve nada a ver com o ataque.

�libi?

Dentre outros fatores,

ele estava em uma reuni�o na hora do ataque.

Assinando um acordo para investir

em um cigarro eletr�nico com sabor de alca�uz.

Acho que tenho algo.

- S�o das redes sociais da Lola? - S�o.

Assistir � Ruby passar por tantas fotos

para achar a que ela nos mostrou,

chamou minha aten��o como a Lola era ativa no site.

Ela postava todo dia pelo menos 5 vezes.

Ela era modelo.

Autopromo��o s� perde para a aus�ncia de carboidratos.

Pareceu uma oportunidade.

Achei que poderia achar mais suspeitos na p�gina dela.

N�o parece que ela dividiu as lentes com mais ningu�m.

Alguma coisa nos coment�rios?

S� v�rios caras sedentos e emojis de berinjela.

Mas se olhar o suficiente, vai achar algo.

Ela anda transmitindo reprises para os seguidores.

A foto mais recente foi postada em abril.

Pois �. N�o � a �nica.

Ela n�o posta uma foto nova h� duas sextas-feiras.

- Acho que foi quando come�ou. - Por algum motivo,

ela n�o se sentiu bem para c�meras nessas 2 semanas.

Gostaria de saber o porqu�.

Voc� deveria saber que falarei com a Inspetora Jones.

Isso de "Dra." tem que parar.

Ela at� pode odiar os americanos,

mas nossa rela��o tem que ser mais profissional.

- Obrigada. - E o neg�cio

do aquecedor de �gua no 221A ser� resolvido hoje.

Ent�o seus banhos n�o v�o ser mais uma aventura.

Por que est� sendo t�o gentil?

N�o sou sempre gentil com voc�?

Kitty falou com voc� sobre mim?

Pode ser que conversamos sobre voc�

e as preocupa��es que ela tem sobre seu bem-estar.

Ent�o ela est� certa?

Est� se arrependendo de estar aqui em Londres?

- N�o � s� sobre a Jones. - � sobre o qu�?

S�o muitas coisas. Minha fam�lia est� em Nova York.

Todos meus amigos. Sabe o que quero dizer.

Voc� sabe que nunca posso voltar para Nova York.

Vou ser preso pelo assassinato do Michael Rowan,

do qual n�o cometi.

Ningu�m te pediu para confessar.

Voc� n�o me deu escolha.

- Como? - O FBI s� tinha olhos para voc�

e voc� me proibiu de avis�-los que Hannah Gregson era culpada.

Voc� ia parar na pris�o federal.

Se n�o gosta do apelido "Dra.",

imagine os nomes que iriam criar para voc� l�.

Ent�o � por isso que confessou? Para sempre jogar na minha cara?

- Claro que n�o. - Ent�o o que � isso?

S� estou decepcionado.

Londres � meu lar. Significa algo para mim.

N�o � que eu n�o posso voltar � Nova York.

� que estou feliz aqui.

� onde quero estar.

Pelo menos um de n�s.

As coisas est�o ruins entre n�s?

Est� limpando sua mesa alguns dias antes.

Estou na 11� h� muito tempo.

Farei v�rias viagens. Essa � s� a primeira.

Ligarei para eles amanh�. Para me desculpar.

Ver o que acontece.

Isso � bom.

Desde a coisa com o Rowan...

N�o precisamos falar disso, nunca.

Obrigado.

Pelo que disse ontem.

Eu precisava daquilo.

� engra�ado, pensei que sabia exatamente

o quanto eu sentiria sua falta quando fosse embora.

Eu estava errado.

Virgem?

Como �?

Ele quis dizer a bebida, Watson.

Esse � o Chip. Ele � o barman do hotel Saticoy.

- Acho que tem gengibre demais. - Voc� acha?

Enfim, obrigado por vir. E obrigado pelos coquet�is.

Sa�de, docinho.

Foi por isso que me chamou? Coquet�is?

Chip � bem mais que um mixologista.

Ele tamb�m � uma testemunha da nossa investiga��o.

Estava quase certa

quando disse que todos os posts recentes da Lola eram velhos.

Menos um.

Esse � da semana passada.

Seja l� o que estava escondendo, n�o era da cintura para baixo.

Quando reconheci que � a piscina da cobertura do Saticoy,

liguei para o bar de l�. Conectaram-me com Chip.

Ele quem fez a bebida dela.

Bem no meio do apag�o midi�tico.

Quando perguntei dela,

ele disse que ela tinha curativos no rosto.

Entre o nariz e os olhos.

Muitos curativos.

- Ela fez uma cirurgia pl�stica. - Ela n�o devia ter feito.

Por isso ela foi morta.

Disseram que seria uma conversa informal.

Devo chamar meu advogado?

N�o � necess�rio, Dr. Halsey. � uma conversa informal.

Vamos expor o caso que montamos contra voc�.

N�o precisa falar se n�o quiser.

N�o entendo. Que caso?

Foi voc� quem espirrou �cido na Lola Quinn.

Temos certeza disso.

Duas semanas atr�s, na sexta, no dia 11, Lola deu entrada

no centro Dunsmuir de cirurgia ambulatorial.

Foi autorizada a dar entrada com nome falso para seguran�a,

mas ela usou o pr�prio plano.

Voc� est� listado aqui como o cirurgi�o dela.

Quando nos conhecemos, n�o mencionou

que fez um procedimento eletivo nela.

N�o vi como isso seria relevante.

- E ainda n�o vejo. - Podemos te ajudar com isso.

O formul�rio mostra que estava l� para uma blefaroplastia.

Ela queria remover as rugas nos olhos.

Estou certo?

N�o lembro.

"N�o lembro" � bastante usado, mas n�o � verdade.

N�o fez a blefaroplastia nela.

Fez um processo totalmente diferente.

Fez uma rinoplastia, para remodelar o nariz dela.

Fez a cirurgia errada.

Achamos que ela come�ou a suspeitar,

e expressou o desejo dela de ter uma segunda opini�o.

Desculpem.

Acham mesmo que algo assim n�o viria � tona?

Digo, sei que n�o s�o m�dicos, mas...

Na verdade, eu era.

Ent�o eu sei que quando a Lola acordasse da anestesia,

ela n�o teria ideia do que aconteceu com ela.

Ambas as opera��es a deixariam com uma dor tremenda no rosto,

e pontos perto do septo do nariz.

Estaria inchado, com hematomas e curativos,

encobrindo o que fez.

Quando notou seu erro, considerou suas op��es.

A neglig�ncia foi um fato.

Seu bolso e sua reputa��o seriam prejudicados.

Olha, isso � rid�culo. Voc�s n�o...

N�o t�m como provar nada disso.

A� que o �cido entra. N�o estava com raiva da Lola,

n�o foi ideologicamente motivado e n�o queria roub�-la.

Queria destruir a evid�ncia da sua neglig�ncia.

Acho que desviamos muito de uma conversa informal.

Isso tudo � inven��o.

Se vazar isso para imprensa, vou te processar.

N�o deveria ter apontado o dedo para inspetora.

Agora � a pol�cia de boas maneiras?

N�o estou te acusando de ser rude.

Acabamos de dar uma boa olhada na queimadura no seu dedo.

Espirrou �cido em voc�.

Essa � a impress�o digital que tiramos da bolsa da Lola.

Achamos que era apenas uma parcial.

Acontece que, era ela toda.

Entre.

Queria me ver?

S�o para voc�.

- Est� me dando flores? - N�o, eu n�o.

O Chip.

- O barman. - Ele gostou de voc�.

Ele disse que foi na sua casa, mas voc� n�o estava.

Obrigada.

Nunca esperei que viesse para Londres.

Quando confessei que matei o Michael,

sabia o que estava fazendo.

Sabia o que estava sacrificando e...

Estava pronto para encarar isso sozinho.

Agora...

N�o disse que vou embora. Disse que est� sendo dif�cil.

S� preciso de um tempo, certo?

O qu�?

O que foi?

N�o vai atender?

Capit�o.

Na verdade, sou eu, o Marcus.

Desculpe ligar assim do nada.

Estou apenas ligando para os contatos do celular.

N�o tenho todos os n�meros.

O capit�o,

foi baleado.

- � grave. - Qu�o grave?

Encontraram ele ontem a noite em uma rua da Flushing.

Ningu�m viu o que aconteceu.

Os m�dicos...

n�o t�m certeza se ele vai sobreviver.

Achei que deveriam saber.

The Marines: Semper Fi a voc�s!

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