Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Em 1925, dois jovens exploradores viajaram atrav�s do reino de Si�o
(Atual Tail�ndia)
para filmar as pessoas e animais selvagens da grande selva asi�tica.
Merian C. Cooper e Ernerst B. Schoedsack viajaram de canoa e a p�
durante longos meses a procura
o lugar certo para rodar um filme de aventura espetacular.
Ao Norte da prov�ncia de Laos, encontraram umas pessoas que,
diariamente, enfrentam os perigos da selva.
Esses moradores vivem em casas constru�das sobre palafitas
para se proteger dos animais selvagens que rondam por al�.
Cooper e Schoedsack passaram mais de tr�s anos na selva
para filmar, em condi��es dif�ceis e perigosas,
a hist�ria destes bravos homens e mulheres.
CHANG
Elenco:
O povo da selva que nunca viram um filme.
As Bestas selvagens que nunca viram uma arma.
A Selva.
Antes do advento da primeira civiliza��o,
antes da constru��o da primeira cidade,
antes mesmo do homem por os p�s na terra,
um enorme vegeta��o, verde e amea�adora,
cobria vastos espa�os no cora��o da �sia...
a selva.
O homem, esse intruso, penetra na selva.
Combate-a.
Mas nunca poder� super�-la. Uma vez que a selva � forte.
Uma vez e outra, campos, cidades, grandes imp�rios
foram cortados na selva. Hoje eles foram esquecidos.
Sempre a selva se levantou para engoli-los na sua ira.
Mas o homem deve viver. E o homem segue lutando.
Hoje ainda ressoam em claro os golpes de seu machado rudimentar.
O mesmo acontece com Kru, um homem da tribo Lao.
Mais imprudente do que seus semelhantes, um verdadeiro pioneiro,
que se aventurou na selva para construir a sua casa l�.
Chantiu, a esposa de Kru.
Terminou de descascar o arroz, pequena!
Nah, filho de Kru e herdeiro da casa.
D� uma mordida a Bimbo, Filho mais velho!
Toda a riqueza da fam�lia � reduzida a alguns animais de estima��o,
que � necess�rio para se proteger da ferocidade dos animais selvagens.
os pr�prios homens n�o est�o seguros dos predadores da floresta.
Esta � a raz�o da casa da fam�lia de Kru se levantar sobre palafitas.
� o mundo de cabe�a para baixo!
Leite de coco � feito em sua pr�pria garrafa.
Chantui, hoje, na clareira da floresta, viu pegadas de leopardo.
Uma pantera! Ser� necess�rio proteger o bezerro.
Para capturar o assassino, Kru levanta a parede do cercado das cabras
para que a pantera n�o possa saltar por cima, e...
transformando o cercado em uma armadilha, arrisca sua �ltima cabra como isca.
Se a pantera por a pata neste pedal, a porta vai cair.
Cultiva uma pequena parcela arrancado da selva...
com a ajuda de seu valente b�falo.
Isto � o que eu chamo servidor!
O arroz � a �nica cultura.
Se a colheita falha, a fam�lia pequena fica exposta � fome.
Oh Buda, protege a nossa colheita!
O p�r do sol...
As �ltimas tarefas do dia.
Tudo � colocado para a defesa dos perigos da noite.
Os Tigres apreciam carne de cachorro, e eles gostam fresca e macia.
Pelo menos uma mordida os Tigres n�o ter�o.
Enquanto o homem dorme, a selva acorda.
Querida mam�e, me conte uma hist�ria de ursos!
Ela conta a ele uma a sua maneira.
Voc� � a m�e mais bruta que eu jamais tive!
O tigre... o tirano da selva... Cruel... sangrento...
Esta � a lei da selva:
a morte para os mais fracos alimentos para o mais forte.
Ai!
A pantera assassina retorna � cena do crime.
Na antiga vila de Kru.
Ontem � noite, o Tigre capturou meu b�falo.
V�rias panteras atacaram meu rebanho.
Eu matei uma, mas existem outras pegadas.
Chefe, deixe alguns homens para me ajudar!
Amanh�, Kru, Vou enviar trinta corajosos.
No dia seguinte, homens competem com ast�cia
contra os animais da selva.
Onde quer que encontrem uma pista, instalam...
fossos...
la�os...
redes...
e outras armadilhas terr�veis.
Ao menor contato com o fio, tende a fazer cair as afiadas estacas de bambu.
Outros artefatos surpreendentes.
Quando tudo estiver pronto.
Fa�a-os sair, irm�os!
Cace-os, bravos homens, homens fortes!
Um la�o.
Preso!
Ele pode cortar a corda com seus dentes?
Um tigre!
Era meu �ltimo cartucho, Tahn... Vamos para casa.
N�s somos uns grandes ca�adores, Kru!
Claro, Tahn! Os tigres da selva tremem ao ouvir o nosso nome!
Socorro! Socorro!
Atire! Atire!
Olhe do que eu escapei!
Sim... e faltou pouco!
Durante a invas�o pequenos animais foram liberados...
O mangusto, comedor de cobra.
O pangolim.
Uma jovem pantera.
Um pangolim beb�.
Meses de sol tropical t�rrido... Meses de chuva quente...
Meses encurvados para o trabalho nos campos...
O Arroz de Kru est� quase maduro para a colheita.
Um estranho talism� deve proteger a cultura
contra os maus esp�ritos da selva.
O talism� foi ineficaz! Na v�spera da colheita...
Cat�strofe! A pequena safra de Kru � destru�da!
Pisoteada... completamente pisada! Um Chang (Elefante)! Um gigante Chang!
Para pegar saqueadores da noite
que t�m despojado sua fam�lia de seu sustento...
constr�i uma armadilha grande o suficiente para pegar
o maior elefante de toda a selva.
No dia seguinte... uma nova oportunidade para os ca�adores.
Os ca�adores da aldeia partem para ca�ar algo para o caf� da manh�.
Um lagarto monitor com a cauda afiada.
Venha depressa! Um Chang!
Pegue-o, rapazes!
Para comemorar! **
Leve-o... Eu n�o gosto de seu nariz!
Aguarde at� que a minha m�e saiba sobre isso!
Enquanto isso, a paz e a felicidade
de voltou para a pequena casa � beira da selva.
Este � o fim de nossos problemas, Chantui.
N�s matamos os tigres...
e as panteras...
e quando a pequena Chang for grande, vamos faz�-la trabalhar.
Sim... Tudo est� bem quando acaba bem. Gra�as a Buda!
R�pido, fora! A m�e de Chang!
N�o esque�a a pequena Bimbo!
Socorro! Ajude a pequena Bimbo!
N�o h� ningu�m para ajudar a pequena Bimbo?
N�o h� ningu�m que possa parar esta pantera?
� uma pista falsa!
Eh! Aguarde Bimbo!
Uma armadilha!
Aten��o! A� vem o seu companheiro!
Na parte da manh�, na aldeia.
Quem os encontra, os guarda. **
E agora, vejam para que pode servir um macaco,
al�m da procura de pulgas.
A pequena fam�lia finalmente chega a vila... Um lugar seguro.
Na casa do chefe, os anci�es ouvem a hist�ria de Kru.
Atrav�s da selva, oh s�bio, Tenho visto in�meros vest�gios de Chang.
A grande manada est� definitivamente de volta.
Os destruidores temidos est�o novamente no caminho da guerra!
N�o ousamos voltar para a selva! A grande manada vai nos esmagar!
A grande manada est� aqui perto? Que idiotice est� dizendo, neto de macaco?
Essas s�o hist�rias para assustar mulheres e crian�as!
Todo mundo sabe que n�o se viu a Grande manada
desde os tempos de nossos av�s!
Voc� est� louco! A Grande manada? Agora eu entendo tudo!
Ela s� existe na sua imagina��o!
Para enfrentar o desafio da selva...
Eles constroem um enorme "Krall", uma armadilha para os elefantes.
As paredes de madeira. De madeira da selva,
t�o forte como a�o, t�o resistente como o cobre.
Da madeira capaz de resistir a qualquer ataque de elefantes.
A cerca � apoiado por fortes troncos.
Um dia e uma noite, e depois outro dia e outra noite,
Eles est�o trabalhando obstinadamente para construir um enorme funil.
Uma grande porta � deixada aberta.
A armadilha.
Enquanto outros constroem a "Krall", Kru e os ca�adores da selva
seguem os passos da Grande manada at� que...
Os elefantes n�o t�m medo nem dos homens nem dos animais,
Mas quem s�o estas �rvores estranhas que andam?
O fogo. Amigo do homem e inimigo jurado dos animais da selva...
Noite ap�s noite, chamuscam l�nguas de fogo de fogueiras
exibem uma parede de chamas em torno da Grande manada.
Assim, por muitos dias, guiam a Grande manada,
sem ousar relaxar a vigil�ncia por um instante.
Batedores de tr�s, batedores dos lados...
H� apenas uma poss�vel passagem em frente ao lago, para o "Krall".
Os vinte escolhidos... Os mais bravos dos bravos...
Os guardi�es da "Krall".
Eles est�o chegando! R�pido, a "Krall"!
Tirem suas espadas, Traga as suas lan�as!
Vinde, homens bravos! Ajude-nos, oh Buda!
Com suas lan�as, os vinte selecionados repelem os elefantes raivosos.
Bloquei o port�o!
Assim foi capturada parte da Grande Manada.
Os outros se dispersaram, sem l�der... doravante inofensivos.
O elefante � forte, mas mais forte � o esp�rito do homem.
Agora, como sempre, o m�sculo se curva para a intelig�ncia.
Como afirmou G.P. Sanderson, um especialista brit�nicos sobre elefantes:
"N�o h� elefante que n�o possa ser domado, independentemente da sua idade e tamanho.
Os maiores s�o, muitas vezes, os mais f�ceis de domar,
uma vez que s�o menos cautelosos do que os jovens".
Dois meses de cativeiro quebram o esp�rito dos elefantes.
Ent�o, bondade vence seu afeto e lealdade.
Nunca completamente vitorioso, nunca totalmente derrotado...
Este � o destino do homem na selva. Aqui est� o porqu� que continua a lutar.
Ent�o, Kru, o pioneiro, retorna � selva
para construir uma nova casa para sua fam�lia.
O novo escravo de Kru... sua contribui��o para o esfor�o coletivo.
� assim como o homem usa a selva contra si mesmo.
D�-me um peda�o de cana-de-a��car, pequeno!
A contribui��o de Bimbo...
um grande macaco amarelo meio selvagem.
Mam�e! Mam�e!
A paz voltou novamente. Por um dia... Talvez por um m�s...
Talvez por um ano? Mas nunca por muito tempo.
Porque no in�cio era a selva. e ela permanecer� sempre.
At� o fim dos tempos a selva vai estar l�, Invicta...! Inconquist�vel!
FIm
bosco60
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.