All language subtitles for Chang A Drama of the Wilderness (Merian C. Cooper . Ernest B. Schoedsack, 1927).pt.br

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Original subtitles

Em 1925, dois jovens exploradores viajaram atrav�s do reino de Si�o

(Atual Tail�ndia)

para filmar as pessoas e animais selvagens da grande selva asi�tica.

Merian C. Cooper e Ernerst B. Schoedsack viajaram de canoa e a p�

durante longos meses a procura

o lugar certo para rodar um filme de aventura espetacular.

Ao Norte da prov�ncia de Laos, encontraram umas pessoas que,

diariamente, enfrentam os perigos da selva.

Esses moradores vivem em casas constru�das sobre palafitas

para se proteger dos animais selvagens que rondam por al�.

Cooper e Schoedsack passaram mais de tr�s anos na selva

para filmar, em condi��es dif�ceis e perigosas,

a hist�ria destes bravos homens e mulheres.

CHANG

Elenco:

O povo da selva que nunca viram um filme.

As Bestas selvagens que nunca viram uma arma.

A Selva.

Antes do advento da primeira civiliza��o,

antes da constru��o da primeira cidade,

antes mesmo do homem por os p�s na terra,

um enorme vegeta��o, verde e amea�adora,

cobria vastos espa�os no cora��o da �sia...

a selva.

O homem, esse intruso, penetra na selva.

Combate-a.

Mas nunca poder� super�-la. Uma vez que a selva � forte.

Uma vez e outra, campos, cidades, grandes imp�rios

foram cortados na selva. Hoje eles foram esquecidos.

Sempre a selva se levantou para engoli-los na sua ira.

Mas o homem deve viver. E o homem segue lutando.

Hoje ainda ressoam em claro os golpes de seu machado rudimentar.

O mesmo acontece com Kru, um homem da tribo Lao.

Mais imprudente do que seus semelhantes, um verdadeiro pioneiro,

que se aventurou na selva para construir a sua casa l�.

Chantiu, a esposa de Kru.

Terminou de descascar o arroz, pequena!

Nah, filho de Kru e herdeiro da casa.

D� uma mordida a Bimbo, Filho mais velho!

Toda a riqueza da fam�lia � reduzida a alguns animais de estima��o,

que � necess�rio para se proteger da ferocidade dos animais selvagens.

os pr�prios homens n�o est�o seguros dos predadores da floresta.

Esta � a raz�o da casa da fam�lia de Kru se levantar sobre palafitas.

� o mundo de cabe�a para baixo!

Leite de coco � feito em sua pr�pria garrafa.

Chantui, hoje, na clareira da floresta, viu pegadas de leopardo.

Uma pantera! Ser� necess�rio proteger o bezerro.

Para capturar o assassino, Kru levanta a parede do cercado das cabras

para que a pantera n�o possa saltar por cima, e...

transformando o cercado em uma armadilha, arrisca sua �ltima cabra como isca.

Se a pantera por a pata neste pedal, a porta vai cair.

Cultiva uma pequena parcela arrancado da selva...

com a ajuda de seu valente b�falo.

Isto � o que eu chamo servidor!

O arroz � a �nica cultura.

Se a colheita falha, a fam�lia pequena fica exposta � fome.

Oh Buda, protege a nossa colheita!

O p�r do sol...

As �ltimas tarefas do dia.

Tudo � colocado para a defesa dos perigos da noite.

Os Tigres apreciam carne de cachorro, e eles gostam fresca e macia.

Pelo menos uma mordida os Tigres n�o ter�o.

Enquanto o homem dorme, a selva acorda.

Querida mam�e, me conte uma hist�ria de ursos!

Ela conta a ele uma a sua maneira.

Voc� � a m�e mais bruta que eu jamais tive!

O tigre... o tirano da selva... Cruel... sangrento...

Esta � a lei da selva:

a morte para os mais fracos alimentos para o mais forte.

Ai!

A pantera assassina retorna � cena do crime.

Na antiga vila de Kru.

Ontem � noite, o Tigre capturou meu b�falo.

V�rias panteras atacaram meu rebanho.

Eu matei uma, mas existem outras pegadas.

Chefe, deixe alguns homens para me ajudar!

Amanh�, Kru, Vou enviar trinta corajosos.

No dia seguinte, homens competem com ast�cia

contra os animais da selva.

Onde quer que encontrem uma pista, instalam...

fossos...

la�os...

redes...

e outras armadilhas terr�veis.

Ao menor contato com o fio, tende a fazer cair as afiadas estacas de bambu.

Outros artefatos surpreendentes.

Quando tudo estiver pronto.

Fa�a-os sair, irm�os!

Cace-os, bravos homens, homens fortes!

Um la�o.

Preso!

Ele pode cortar a corda com seus dentes?

Um tigre!

Era meu �ltimo cartucho, Tahn... Vamos para casa.

N�s somos uns grandes ca�adores, Kru!

Claro, Tahn! Os tigres da selva tremem ao ouvir o nosso nome!

Socorro! Socorro!

Atire! Atire!

Olhe do que eu escapei!

Sim... e faltou pouco!

Durante a invas�o pequenos animais foram liberados...

O mangusto, comedor de cobra.

O pangolim.

Uma jovem pantera.

Um pangolim beb�.

Meses de sol tropical t�rrido... Meses de chuva quente...

Meses encurvados para o trabalho nos campos...

O Arroz de Kru est� quase maduro para a colheita.

Um estranho talism� deve proteger a cultura

contra os maus esp�ritos da selva.

O talism� foi ineficaz! Na v�spera da colheita...

Cat�strofe! A pequena safra de Kru � destru�da!

Pisoteada... completamente pisada! Um Chang (Elefante)! Um gigante Chang!

Para pegar saqueadores da noite

que t�m despojado sua fam�lia de seu sustento...

constr�i uma armadilha grande o suficiente para pegar

o maior elefante de toda a selva.

No dia seguinte... uma nova oportunidade para os ca�adores.

Os ca�adores da aldeia partem para ca�ar algo para o caf� da manh�.

Um lagarto monitor com a cauda afiada.

Venha depressa! Um Chang!

Pegue-o, rapazes!

Para comemorar! **

Leve-o... Eu n�o gosto de seu nariz!

Aguarde at� que a minha m�e saiba sobre isso!

Enquanto isso, a paz e a felicidade

de voltou para a pequena casa � beira da selva.

Este � o fim de nossos problemas, Chantui.

N�s matamos os tigres...

e as panteras...

e quando a pequena Chang for grande, vamos faz�-la trabalhar.

Sim... Tudo est� bem quando acaba bem. Gra�as a Buda!

R�pido, fora! A m�e de Chang!

N�o esque�a a pequena Bimbo!

Socorro! Ajude a pequena Bimbo!

N�o h� ningu�m para ajudar a pequena Bimbo?

N�o h� ningu�m que possa parar esta pantera?

� uma pista falsa!

Eh! Aguarde Bimbo!

Uma armadilha!

Aten��o! A� vem o seu companheiro!

Na parte da manh�, na aldeia.

Quem os encontra, os guarda. **

E agora, vejam para que pode servir um macaco,

al�m da procura de pulgas.

A pequena fam�lia finalmente chega a vila... Um lugar seguro.

Na casa do chefe, os anci�es ouvem a hist�ria de Kru.

Atrav�s da selva, oh s�bio, Tenho visto in�meros vest�gios de Chang.

A grande manada est� definitivamente de volta.

Os destruidores temidos est�o novamente no caminho da guerra!

N�o ousamos voltar para a selva! A grande manada vai nos esmagar!

A grande manada est� aqui perto? Que idiotice est� dizendo, neto de macaco?

Essas s�o hist�rias para assustar mulheres e crian�as!

Todo mundo sabe que n�o se viu a Grande manada

desde os tempos de nossos av�s!

Voc� est� louco! A Grande manada? Agora eu entendo tudo!

Ela s� existe na sua imagina��o!

Para enfrentar o desafio da selva...

Eles constroem um enorme "Krall", uma armadilha para os elefantes.

As paredes de madeira. De madeira da selva,

t�o forte como a�o, t�o resistente como o cobre.

Da madeira capaz de resistir a qualquer ataque de elefantes.

A cerca � apoiado por fortes troncos.

Um dia e uma noite, e depois outro dia e outra noite,

Eles est�o trabalhando obstinadamente para construir um enorme funil.

Uma grande porta � deixada aberta.

A armadilha.

Enquanto outros constroem a "Krall", Kru e os ca�adores da selva

seguem os passos da Grande manada at� que...

Os elefantes n�o t�m medo nem dos homens nem dos animais,

Mas quem s�o estas �rvores estranhas que andam?

O fogo. Amigo do homem e inimigo jurado dos animais da selva...

Noite ap�s noite, chamuscam l�nguas de fogo de fogueiras

exibem uma parede de chamas em torno da Grande manada.

Assim, por muitos dias, guiam a Grande manada,

sem ousar relaxar a vigil�ncia por um instante.

Batedores de tr�s, batedores dos lados...

H� apenas uma poss�vel passagem em frente ao lago, para o "Krall".

Os vinte escolhidos... Os mais bravos dos bravos...

Os guardi�es da "Krall".

Eles est�o chegando! R�pido, a "Krall"!

Tirem suas espadas, Traga as suas lan�as!

Vinde, homens bravos! Ajude-nos, oh Buda!

Com suas lan�as, os vinte selecionados repelem os elefantes raivosos.

Bloquei o port�o!

Assim foi capturada parte da Grande Manada.

Os outros se dispersaram, sem l�der... doravante inofensivos.

O elefante � forte, mas mais forte � o esp�rito do homem.

Agora, como sempre, o m�sculo se curva para a intelig�ncia.

Como afirmou G.P. Sanderson, um especialista brit�nicos sobre elefantes:

"N�o h� elefante que n�o possa ser domado, independentemente da sua idade e tamanho.

Os maiores s�o, muitas vezes, os mais f�ceis de domar,

uma vez que s�o menos cautelosos do que os jovens".

Dois meses de cativeiro quebram o esp�rito dos elefantes.

Ent�o, bondade vence seu afeto e lealdade.

Nunca completamente vitorioso, nunca totalmente derrotado...

Este � o destino do homem na selva. Aqui est� o porqu� que continua a lutar.

Ent�o, Kru, o pioneiro, retorna � selva

para construir uma nova casa para sua fam�lia.

O novo escravo de Kru... sua contribui��o para o esfor�o coletivo.

� assim como o homem usa a selva contra si mesmo.

D�-me um peda�o de cana-de-a��car, pequeno!

A contribui��o de Bimbo...

um grande macaco amarelo meio selvagem.

Mam�e! Mam�e!

A paz voltou novamente. Por um dia... Talvez por um m�s...

Talvez por um ano? Mas nunca por muito tempo.

Porque no in�cio era a selva. e ela permanecer� sempre.

At� o fim dos tempos a selva vai estar l�, Invicta...! Inconquist�vel!

FIm

bosco60

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