Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Anteriormente em White Collar...
O "C�dex Mosconi".
Este n�o � um livro normal.
Acho que o Hagen te est� a usar.
A �nica hip�tese de virmos a ter vantagem sobre ele,
� decifrando o C�dex primeiro.
- O Neal fugiu, n�o foi? - Parece que sim.
Descobre onde ele foi.
As c�maras de vigil�ncia a um quarteir�o do bar levaram-nos a um taxista.
H� algum motivo para ele se ter escapulido para c� vir?
O Neal tem sempre um motivo.
Est�s bem?
N�o consigo respirar at� te ouvir entrar em casa.
A morte do Agente Siegel foi um acto aleat�rio de viol�ncia.
Mas n�o vai acontecer comigo... prometo.
Mas o C�dex esteve escondido toda a sua exist�ncia.
Como conseguiram uma c�pia?
A nossa c�pia do C�dex est� incompleta.
Quanto t�m?
Um �nico cap�tulo.
O cap�tulo 13.
Em todos os livro que produziu...
nunca escreveu um cap�tulo 13.
Corte de cabelo, novo fato...
- Qual � a ocasi�o? - Neste mesmo dia,
entrei numa galeria de arte na baixa
e vi pela primeira vez a minha futura esposa.
De uma normal investiga��o de um crime de arte ao dia mais feliz da tua vida.
Concordo.
E para festejar vamos ao mesmo restaurante que fomos no nosso primeiro encontro.
O Papaya King?
La Cucina de Tua Nonna.
Molho de tomate, vinho em garrafa com palhinha.
O guardanapo enfiado no teu colarinho?
Penso que seja importante recordar todos os anivers�rios,
os anivers�rios, casamentos, o dia em que trouxemos para casa o Satchmo...
- Imaginei uma cegonha a fazer a entrega. - O 7 de Dezembro...
- O dia de Pearl Harbour? - Outro dia marcado pela inf�mia...
a primeira vez que te prendi.
E quatro anos depois fizemos tudo de novo.
- Sim. - Mas desta vez deste-me uma j�ia.
Motivo para o qual pedi para nos encontrarmos aqui. Removi a tua pulseira...
para as nossas opera��es � paisana no bar de vodka.
Pouco tempo depois...
encontrei isto.
N�o temos centenas dessas no escrit�rio?
Tenho um pressentimento que isto tem um significado especial.
Pr�dio comercial no 56� andar.
Quiropr�tico Gravich.
- � o nosso pr�ximo caso? - Talvez o meu.
Estou aqui para ajudar.
Agora podes ir para casa.
Este ano deixa o vinho em garrafa com palhinha. Toma um Sangiovese.
Pe�o o que sempre pe�o.
Descarreguei para o meu telem�vel, para ter sempre comigo.
EU
Ainda amo italianos.
E eu ainda te amo.
Ent�o... sou o primeiro para o qual fizeste um cartaz?
Era o primeiro cartaz que n�o dizia "Vai-te embora".
N�o me teria desencorajado.
Alguma vez pensaste...
onde estarias se naquele dia n�o tivesses entrado na minha galeria?
N�o, nunca.
Demasiado assustador para pensar.
Como vai o trabalho? Um pouco melhor?
Sim... adicion�mos a foto do Siegel ao Mural de Honra.
Foi algo, pelo menos.
Que g�nero de celebra��o � esta?
Os copos est�o quase vazios.
- Obrigado. - Scusi.
N�o pedimos isto.
O que se passa?
Conhece-la?
Acho que sim.
� a Jill.
Jill?
De Qu�ntico.
Aquela � a Jill?
Sim.
A minha ex...
namorada.
- Peter. - Sim.
H� quanto tempo...
H� vinte anos.
Nunca pensei encontrar-te... aqui.
- Esta noite. - Persegui-te.
Esta � a minha esposa, a Elizabeth.
Que bom conhec�-la.
Esperem...
interrompi alguma coisa.
N�o, � uma normal noite de ter�a-feira para n�s, certo?
V�, sente-se. Junte-se a n�s.
- Est� bem. - Est� bem, pronto.
Ent�o...
o que fazes em Nova Iorque?
Estou com um caso.
Pensei em procurar-te.
Como me encontraste?
Isso � o meu trabalho, Peter.
- Continuas no GEV? - Desde a �ltima vez que verifiquei.
O que � o GEV?
GEV: Grupo Especial de Vigil�ncia.
Localizamos os maus da fita, seguimo-los, e gravamo-los se conseguirmos.
- Parece fascinante. - Ainda bebes Bourbon?
De vez em quando.
Bem, este � especial. E a Senhora?
Claro, porque n�o?
Recordas-te do nosso brinde?
A verdade, a justi�a...
E saiam da frente.
White Collar S05E07 "Quantico Closure"
Traduzido por: * Maston * nunotr * * PaulaCoelho *
Revisto por: * Maston * Sincronia por: * ItalianSubs *
* Team LegendasProject * Vem saborear as nossas pipocas
Eis.
Sempre que passei por esta casa fiquei tentada a bater � porta
e perguntar se podia v�-la por dentro. - Devia t�-lo feito.
A minha senhoria t�-la-ia convidado a entrar e a tomar um caf�.
C�us, parece um bom livro que vou finalmente ler.
N�o posso acreditar que vive aqui.
Bem, apenas aluguei o ep�logo.
Posso oferecer-lhe um copo de vinho?
� permitido aos agentes do FBI beber em servi�o?
Bem, estamos sempre de servi�o, que escolha temos?
E agora que se vai juntar a n�s...
vou corromp�-la tamb�m.
Obrigada.
Ent�o onde est� esse seu cap�tulo 13 fantasma?
Aqui est�.
- N�o pode ser. - Porqu�? O que se passa?
O errado � que � verdadeiro.
� um...
� um Mosconi, mas � imposs�vel.
Seria o �nico cap�tulo 13 que alguma vez fez.
Bem, foi copiado directamente do C�dex que estava no Gershon Museum.
� a caligrafia dele.
Isto � de loucos.
E isto...
Veja.
� um estudo para uma pintura.
Que s� pintou um ano depois disto ter sido publicado.
Por isso estas p�ginas n�o podem ter sido feitas por outra pessoa.
E isto deve ser do seu per�odo em Nova Iorque.
Em 1886, esteve c� menos de um ano.
Base de dados do crimes de arte do FBI.
Talvez tenha escrito o seu �nico cap�tulo 13 em Nova Iorque.
Bem, o Mosconi voltou apressadamente para It�lia. O porqu� � um mist�rio.
O livro que nos deixou � mais um "qu�" do que um "porqu�".
Era um homem intrigante que gostava de puzzles.
O Mosconi acreditava que se algu�m queria saber a verdade, teria de a procurar.
O que... est� a fazer
Se este livro � um puzzle...
talvez estas sejam as suas pe�as.
Repare.
Venha c�.
Meu Deus.
Aqui est� um.
Onde est� o centro?
Tem de estar aqui algures.
- � incr�vel. - Parece pintado no vidro de uma janela.
Mas se escreveu o cap�tulo 13 aqui em Nova Iorque,
este vitral pode situar-se aqui em Manhattan.
Apercebeu-te do que acabou de fazer?
Baralhei o C�dex?
N�o, acho que fez uma das mais importantes descobertas
sobre o Mosconi em d�cadas.
A trabalhar at� tarde?
Impressionante.
Devia ficar a saber que o FBI n�o v� as horas extras com bons olhos.
Fizemos...
um progresso incr�vel, senhor. Eu.. - Sim.
- Vou deixar ser o agente Caffrey a contar. - Claro.
Vou...
fazer uma pesquisa sobre esta janela. Para ver se...
descubro onde se situa.
Sim, vou colocar os meus recursos do FBI neste assunto tamb�m.
Para ver quem a encontra primeiro.
Est� bem.
O que foi?
Tu, neg�cios, e mulheres.
Uma trindade profana.
Com a Rebecca trata-se de neg�cios relacionados com o C�dex.
Como se j� n�o tivesse visto isto antes.
A Kate,
a Alex, a Sarah.
Agora a Rebecca.
H� mais por detr�s disto do que o C�dex.
Portanto, agora �s perito em romances?
Algu�m que amou n�o sabiamente...
mas bem demais.
O Otelo.
Pois, e ambos sabemos como isso acabou.
Est�s bem?
Estiveste muito calada no caminho para casa.
Bem, n�o queria quebrar o feiti�o.
Escuta, querida...
A Jill punha-me � prova.
Sabes que quando entrei em Quantico n�o estava muito seguro de mim.
Mas ela tentou tanto superar-me,
que tive de me aplicar ao m�ximo para lhe ganhar. E...
Olha para ti agora.
N�o, n�o foi isso que quis dizer.
S� que nunca pensei que podia terminar com t�o altas notas.
Sabes isso.
Mas tu �s a raz�o...
do homem que sou hoje.
Continua.
N�o teria conseguido aguentar este �ltimo ano sem ti.
Ou...
qualquer outro ano.
Sabes, ainda � o nosso anivers�rio.
Tinha esperan�a que dissesses isso.
Obrigado, detective.
Certo. Bem, esperemos que sim.
Adeus. N�s tomamos conta do caso a partir de agora.
Era da Pol�cia de Nova Iorque.
H� dois dias atr�s em Brooklyn algu�m fez-se passar por agente do FBI
para requisitar um carro. Ontem voltou a faz�-lo.
Mostrou um distintivo?
A Pol�cia de Nova Iorque n�o sabe se � verdadeiro ou n�o.
Ou pode ser o do Siegel.
As hip�teses s�o remotas, mas temos de verificar.
Pode ser a nossa pista mais s�lida em duas semanas. Quero que trates disto com o Jones.
Duas pessoas em quem confio. Bem, uma e meia.
O que � aquilo?
Ningu�m importante.
Inventa alguma coisa para apanhar este tipo. Agora vai.
- Pareces nervoso. - Sai, podes sair.
Ol�.
Neal Caffrey.
- Conhecemo-nos? - Chamo-me Jill Stone.
Passei a noite inteira a ler os ficheiros dos vossos casos. N�o consegui parar.
Os bons n�o deixam dormir � noite.
Os maus s�o ainda piores.
Ele estava de sa�da.
N�o estava � tua espera.
Somos pessoas discretas.
Diz-me que estamos a ver a mesma coisa.
O Peter Burke desconfort�vel.
N�o � o seu estado natural.
Sei que ela � do FBI.
Bem, n�o � a t�pica agente engravatada.
N�o que alguma vez use um. Olha como se p�e.
Aberta.
Toda exposta.
Segura de si. E muito.
N�o � a primeira vez que lhe tocou assim.
- T�m um passado. - Olha para os seus olhos. Est� na cara.
Sim, quer perceber se ele ainda sente algo.
- Wow. - "Wow" o qu�?
Dormiram juntos.
- Peter? - N�o recentemente.
Soube que ele tinha uma rela��o s�ria com uma agente em Quantico.
Ela entrou no GEV.
- A CIA do FBI? - S�o agentes do cara�as.
Isso explica a seguran�a.
� a ex do Peter.
S� pode ser.
N�o podia falar do caso em frente da tua mulher.
� relacionado aos Crimes Financeiros?
Procuro o Mason Sadowski, g�nio da tecnologia.
- N�o me parece assim t�o perigoso. - No mundo de hoje, os sarilhos s�o assim.
Faz parte de uma equipa que inventou um novo microchip, extremamente perigoso,
para uma das empresas que trabalham para a defesa.
Depois decidiu que n�o queria partilhar?
- Exactamente. - Deve ser um chip muito importante.
Tem algo a ver com descodificar passwords.
Um hacker de sucesso, com isso pode ultrapassar as nossas melhores defesas.
Muito convidativo para os nossos inimigos.
Sim, colocou no mercado negro.
Criou uma identidade falsa como intermedi�rio para o Ir�o.
J� preparaste a armadilha?
- Ele acreditou. - Ainda bem.
S� preciso de uma desculpa para o apanhar.
O meu problema � que a maior parte dos compradores estrangeiros trabalham em dois.
Para a armadilha funcionar, preciso de um parceiro.
Algu�m com experi�ncia em estar � paisana.
Algu�m em quem possas confiar.
Mais do que qualquer outro agente em Nova Iorque.
O chefe de sec��o Bruce Hawes emitiu a ordem pessoalmente.
O Bruce?
N�o s� o Bruce. O teu nome aparece muitas vezes em Washington.
Fico feliz.
Conheces Nova Iorque, e eu n�o tenho GPS.
Al�m disso, �s o melhor.
Depois de mim, obviamente.
Eram os tempos de Quantico, agora � diferente.
Vou organizar a venda.
Vai ser divertido.
- Sim, j� percebi. - Toma.
- Foi um prazer. - Cuide-se.
Adeus.
Ela deixou o Peter com muitas interroga��es.
Volta ao trabalho.
E ainda desconfort�vel.
Tens planos para mais tarde?
- Porqu�? - O agente chefe deu-nos uma tarefa.
A pol�cia disse ao Peter que algu�m est� a usar o distintivo do Siegel em Brooklyn.
Vou coordenar com a pol�cia.
Precisamos de uma descri��o e do seu modus operandi. Para sabermos o que procuramos.
Ou ajudamo-lo a encontrar-nos.
A Jill � s� uma agente do FBI que precisa de ajuda para um caso.
� tudo. Fim da hist�ria.
- Nunca olhas para o Jones dessa maneira. - P�ra.
Espera um momento.
A El sabe que a tua ex � a tua nova parceira?
Vou dizer-lhe esta noite, quando estiver menos tensa.
Pelo menos d� os detalhes. Como � que acabaram?
N�o sei... ela foi para oeste, eu para este. J� n�o interessa.
Interessa sempre.
N�o, o que interessa � que captures o criminoso a usar o distintivo.
O Jones e eu vamos para Brooklyn com pele de cordeiro, mas...
Mas o qu�?
Os lobos precisam de uma roupa da moda.
�ptimo.
D�-me boleia.
O jantar est� quase pronto.
A Jill veio ao meu escrit�rio hoje.
J� imaginava.
Porque n�o se serves um copo de vinho e...
me contas tudo?
Que vinho �?
� a garrafa que o Moz nos deu no �ltimo Natal, a que estavas com medo de abrir.
E continuo com medo.
- Esperas algu�m? - N�o.
Ol�, Elizabeth.
Cheira a It�lia aqui. Esqueci-me que as pessoas cozinham.
- Eu esqueci-me que aparecem sem aviso. - Desculpe estar sempre a incomodar.
Devia ter ligado antes, mas n�s estamos com pressa.
- "N�s"? - Peter.
Encontrei o esconderijo do suspeito, temos de fazer reconhecimento da... coisa,
imediatamente.
Est�o a trabalhar juntos num caso?
� por isso que a Jill est� em NI e como � um crime financeiro...
� sobre o qu�?
� confidencial.
Nada do que n�s discutimos sai desta casa.
Desculpa, querida. N�o podemos falar deste.
Est�s bem?
- Por que n�o estaria? - Ligo-te no regresso a casa.
- Vou tentar traz�-lo inteiro. - Pois.
Vives aqui?
Quando tem de ser.
S� te falta um frigor�fico e uma refei��o quente.
Estou a pensar colocar uma lareira e um jacuzzi.
Seria �ptimo.
Por que ainda est�s no terreno?
No passado tinhas grandes ambi��es. Pensei que j� serias vice-director.
Estou a caminho de Washington. De momento, tenho um duplo papel.
Agente Especial Chefe e encarregado do Neal.
- Estou muito feliz com os dois. - Peter.
N�o tens de te mostrar forte comigo.
Eras o supervisor de um agente que foi morto.
Sei que est�s a sofrer.
Todo o FBI est�.
Pois.
Tem sido dif�cil esquecer.
Eu perdi o meu parceiro h� 8 anos.
Ainda n�o esqueci.
Em busca do mau da fita numa boa m�quina, tal como o Crockett e o Tubbs.
Estou a viver o sonho.
Baseaste todo o teu futuro no "Miami Vice"?
"Balada de Hill Street" "Cagney e Lacey",
qualquer s�rie policial.
- Eu tinha uma vis�o diferente. - Vejamos, a favor dos maus da fita?
Somente quando eles eram bons, Cagney.
Andamos �s voltas h� de cerca de tr�s horas. Onde est� este gajo?
Est�vamos a perseguir um casal que tinha roubado um banco em Pomona.
Separaram-se. Eu segui o gajo, o Earl, a mi�da. Ela fingiu render-se
e disparou contra ele.
� por isso que trabalhas sozinha?
N�o foi minha culpa, mas ainda sinto como se fosse.
O Siegel costumava aparecer no meu escrit�rio
apenas para falar dos meus casos antigos.
Nunca se cansava.
Eu trouxe-o de Chicago.
O David era responsabilidade minha.
N�o podes proteger todos.
N�o.
E n�o podes substitu�-los.
Embora �s vezes desejasses poder faz�-lo.
Est�o perto de descobrir o assassino?
Ainda n�o.
Hoje temos uma potencial pista.
Vais encontr�-lo.
A justi�a nem sempre � t�o r�pida como gostar�amos.
N�o � o nosso homem?
Sim, saiu do seu quarto. � a nossa oportunidade.
- O que foi? - N�o sei.
Um mau pressentimento.
Espero n�o sermos assaltados antes do nosso suspeito aparecer.
Espera um minuto.
O que est�s a fazer?
Sabes que o Peter n�o gosta que toquem nos bot�es dele.
Estou a tentar obter uma vis�o melhor.
Parece que o teu desejo est� prestes a tornar-se realidade.
- � tua esquerda. - Sim.
Preciso do seu carro. Assuntos oficiais do FBI.
- Certo. - Saia j�! O criminoso est� a fugir.
- Acalme-se, homem! - Como vamos recuperar o carro?
Verdadeiro FBI.
M�os para cima.
O que tens a�?
Vencer-te-ia se estivesse sem saltos.
N�o me lembrava de que inventavas desculpas.
Pronto, desta vez venceste.
- Aproveita, porque � a �ltima. - Est� bem.
Obrigado por nos deixar entrar. Rec�m-casados, sempre a esquecer algo.
Si, senor.
Vamos descobrir onde esconder a arma caso nos revistem antes da venda.
Achas que ele levou o chip com ele?
Se pensasse isso, apanhava-o na rua.
Talvez o tenha deixado aqui.
D�-me a arma.
Podias ter escolhido qualquer tarefa quando sa�mos de Qu�ntico.
Por qu� Los Angeles?
Aquilo parece familiar.
S�o os mesmos tipos com quem nos cruz�mos pelo caminho.
Podem ser outros potenciais compradores de nosso chip.
Vamos descobrir quem s�o.
Tiramos uma fotografia como se f�ssemos um casal num encontro.
Vamos, mais perto. T�m de acreditar.
Neal, apanhaste-o?
Deixou-o a sangrar no passeio.
Uma bala no peito. Um agente do FBI.
Um de n�s.
N�o matei o bacano. Encontrei o distintivo e a arma no lixo, juro.
Sabe,
quando um assassino jura,
tenho tend�ncia a n�o acreditar nele.
Foi numa sexta-feira.
H� cerca de um m�s. Quando as pessoas descontam os cheques.
Ai sim?
A que horas do dia?
Tarde. Quase noite.
Onde estava antes disso? Entre as 15h00 e as 16h00?
N�o me lembro.
"N�o me lembro." Sabe que mais? N�o importa, tem o distintivo e a arma.
- E impress�es digitais por todo o lado. - Vai preso por isto.
Vamos.
- Estou a ficar arrepiado. - N�o, esperem, esperem.
Quando o vosso homem foi morto, eu estava no Dante Liquor.
Durante uma hora?
Esperei at� ficar vazio para o poder assaltar.
Estava cheio de pessoas e de dinheiro em dia de pagamento.
Verifiquem isso. A loja tem c�maras, elas n�o mentem.
Fica com ele.
Vai � loja de bebidas. Quero ver as imagens.
Certo.
Conseguiste faz�-lo falar.
Peter.
Fizeste tudo o que podias.
Est�s bem?
Est�s acordada?
- Espero sempre por ti. - Bem, �s vezes adormeces.
N�o desta vez.
Conta-me tudo.
� confidencial.
V� l�.
A Jill nunca vai saber.
N�o posso.
Discutimos sempre os teus casos.
Eu sei, mas...
Mal posso esperar para te contar, mas
s� depois de estar resolvido.
O que h� de t�o especial?
Desculpa, �...
Confidencial.
Compreendes, n�o �?
Claro que compreendo.
Sou esposa de um agente do FBI.
O programa de reconhecimento facial identificou-os como
Eric Healey e Robert Bly.
Ambos s�o ex-agentes secretos.
Trabalham por conta pr�pria para fabricantes de armas pouco conhecidos.
S�o mercen�rios de alto n�vel.
Parece que n�o somos os �nicos a dar ca�a ao nosso g�nio.
Os fabricantes de armas rivais fariam tudo por essa tecnologia.
Acho que estes tipos querem ser os novos vendedores. N�o v�o compr�-lo.
V�o roub�-lo.
Ol�, Elizabeth Burke.
A trazer presentes num saco de papel. Mal consigo imaginar.
� apenas o almo�o dele, esqueceu-se de o trazer hoje de manh�.
- Porque n�o est�s ali dentro? - Fui riscado da lista dos que devem saber.
Pois, tamb�m eu.
- Anda, vamos entrar. - N�o, Neal, n�o sou esse tipo de esposa.
- Bem, eu sou esse tipo de informador. - N�o, vou deix�-lo na secret�ria dele.
Tudo bem.
O que pensamos desta Jill?
H� necessidade de mais estudo.
Acho que se sente s�.
Bem, ela vive num Chevy de 1986. Duvido que d� muitas festas.
Ela nunca casou.
O Peter pode ter sido o �ltimo homem que amou.
Vinte anos � muito tempo sem amar mais ningu�m.
Quando te apaixonas pelo Peter... est�s apaixonada.
N�o consigo imaginar este sentimento a desaparecer.
N�o completamente.
A s�rio?
O Peter Burke, o homem que est� na sala de reuni�es?
N�o fazes ideia.
Isto � bom, vou pedir ao Jones para coordenar com a Pol�cia de Nova Iorque.
Teremos a localiza��o actual da SUV.
Seguimo-lo para ficarmos a saber sempre da sua localiza��o.
N�o. Peter, pensei que tivesse sido clara.
Mais ningu�m pode saber disto e estar envolvido.
O caso � meu, as regras s�o minhas.
O caso � nosso.
Trouxe-te para ele. N�o me obrigues a retirar-te dele.
Trouxeste-o aos Crimes Financeiros, e sou o Agente especial chefe.
Fazemo-lo � nossa maneira ou est�s fora.
N�o est�s a falar a s�rio.
Esta cara n�o te parece s�ria?
Muito bem...
Agente especial chefe.
O Jones faz a vigil�ncia, reporta a n�s mas n�o lhe dizemos porqu�.
De acordo.
Sim.
- Vou cumprimentar a El. - Est� bem.
Ligaste-lhe?
Liguei. A El n�o podia ter sio mais meiga.
- Isso � bom, certo? - � terr�vel.
Quando est� zangada comigo faz-se irresist�vel e indispon�vel.
- Boa t�cnica. - D� comigo em maluco.
Muito bem, vai a casa e fala com ela pessoalmente.
N�o posso.
A Jill est� a preparar uma coisa.
Se tiver de deixar a El a meio de uma desculpa para ir ter com a Jill...
Ent�o coloca outro agente a trabalhar com a Jill.
Este caso � demasiado importante.
Al�m disso, ela n�o confia em mais ningu�m.
Muito bem.
Isto � sobre o caso ou sobre a Jill?
Eu consigo falar com a Jill sobre a perda do David.
Ela j� passou por isso.
E n�o queres preocupar mais a El para al�m do que j� est�.
N�o quero.
Ela j� passou por muito este ano.
O suficiente para acreditar que outras coisas m�s podem acontecer.
A El sabe que a amo. Ela confia em mim.
Confian�a?
Agora v�-se, agora n�o.
Tenho de ir.
Aquela coisa que n�o posso contar?
Vai come�ar.
Tens de o seguir.
Escuta, n�o o vou seguir.
N�o o vou seguir, nunca me deu raz�o para n�o confiar nele.
- At� agora. - Mozzie.
Podes confiar nas trufas colhidas na regi�o de P�rigord,
linhos para colocar na cama feitos � m�o da Madeira, e na maioria das vezes...
num urso de peluche chamado Mozart, mas...
em pessoas? Quase nunca.
Confias no Neal.
O Neal foi a raz�o pelo qual...
o "nunca" foi precedido do "quase".
N�o vou seguir o Peter.
- Deves. - N�o vou.
- Deves. - N�o.
Ent�o segue a mulher.
Ou a tua firme f� no Engravatado se estende a ela tamb�m?
- O que tens para mim? - Sim, Peter.
Segui o SUV at� � Village. Acabaram de estacionar entraram num restaurante.
- Obrigado Jones, avisa-me quando sa�rem. - Est� bem.
Os mercen�rios acabaram de entrar num restaurante.
Essa refei��o deve mant�-los ocupados at� efectuarmos a compra.
Bem, est�o atr�s do chip, porque param para almo�ar.
Eles n�o sabem que a compra vai ser efectuada agora.
At� os maus da fita t�m de comer.
Tu e a senhora est�o bem? Ela deixou o escrit�rio � pressa.
Foi s� l� deixar uma sandes.
Que querido.
Eu dependo da bondade dos estafetas.
Nunca casaste?
Quem me aturaria?
- Sim? - Peter, tenho um mau pressentimento.
N�o conseguimos ver a traseira do carro.
Pe�o permiss�o para passar por l�.
Ele n�o pode ir passar por l�?
Isso n�o faz parte do acordo. Diz-lhe para n�o o fazer.
N�o v�s.
- Ela n�o quer que eu v�, mas tu queres. - Exacto.
Entendido.
Vou at� l�.
Entendido.
Era suposto o Mozzie ajudar-me, mas...
Foi tirar um joanete. J� ouvi dizer.
Muito bem.
� aqui que eu penso que ela est� hospedada.
- Quero que venhas comigo. - Ouvi dizer que ela vive num Caprice de 86.
Vi uma foto deles na frente deste hotel. Juntos, muito juntos.
E ela parece apaixonada, mas ele parece que quer ir para casa.
- Porque te ama. - Eu sei isso.
N�o sei quais s�o as inten��es dela em rela��o a ele.
Quero dizer, ele n�o � um homem vulgar, mas � um homem.
Se est�o l� � por causa do caso e isso pode ser perigoso.
� por isso que preciso de ti.
Se n�o fores comigo, vou sozinha.
Espera.
Eu conduzo, est�s demasiado zangada.
- Estou farta de estar sentada, vamos. - Ainda � cedo.
- Vamos apanh�-lo desprevenido. - Ou assust�-lo.
J� fiz isto antes, Peter.
Escuta, provavelmente nem c� est�o.
Pronto, est�o aqui.
Aquilo n�o � o que parece.
Espero bem que n�o.
Sabes...
Pensei mesmo que ia v�-los juntos a tocarem-se.
O Peter a beber uma cerveja e a Jill a beber
o quer que seja que as mulheres bebem quando na companhia dos maridos das outras.
- Calma, n�o te precipites. - Tarde demais, j� o fiz.
Espera no bar. Vou sacar o n�mero do quarto na recep��o.
Se... houver um quarto.
Os mercen�rios desapareceram.
Devem ter-nos visto e sa�ram pelas traseiras do restaurante. Alertem a equipa t�ctica.
Vou ligar ao Peter.
Procedimento GEV. Comunica��es desligadas.
Localizem o telem�vel do Peter j�.
Ele pode estar a ser atra�do a uma emboscada.
- Elizabeth. - Neal.
O homem do ficheiro do Peter est� no bar.
� por isso que aqui est�o, foi pelo caso.
Eu disse-te para n�o te precipitares.
Tenho a certeza que o Peter anda � procura dele.
Acho que o consigo empatar. Liga ao Peter, est� bem?
Elizabeth, n�o fa�as nada...
Ol�.
Ol�.
Est� hospedado no hotel?
Estou...
Sim, sim...
Estou hospedado. E a Senhora?
N�o, vim s� tomar uma bebida.
Est� com pressa?
O qu�?
Bem, fique comigo, tome uma bebida.
Talvez mais tarde.
Porque n�o agora?
Tenho uma reuni�o...
que tal dar-me o seu telefone e eu...
dou-lhe o meu n�mero e liga-me daqui a meia-hora?
Est� bem.
Senhora, a sua conta.
Obrigada.
Obrigada.
Pronto.
- Obrigada. - Promete ligar?
Prometo.
Neal, � ele.
- Falaste com o Peter? - N�o, deixei mensagem.
- Espera aqui, vou ver para onde v�o. - N�o, eu tamb�m vou.
Conta-me o que aconteceu.
Namorisquei com ele, ele tentou retribuir mas sem muito sucesso.
- Continua. - Parecia ansioso em ir embora.
Combinou encontrarmo-nos em 30 minutos e gravou o n�mero dele no meu telem�vel.
Gravou o n�mero dele no teu telem�vel? Deixa-me ver.
O que � isso?
Um novo g�nero de microchip.
O Peter disse-me apenas que o caso era sobre seguran�a.
Acho que encontr�mos o que ele e a Jill procuram.
Ele n�o devia estar � nossa espera?
Como disseste, cheg�mos cedo.
Ele est� nas calmas.
Querida, disse-te que era o quarto errado.
Eu vi-vos no outro dia.
A tirar fotografias...
de n�s.
Estamos em lua-de-mel.
Pens�mos que era o nosso, mas a chave n�o funciona, por isso, n�o �.
S� existe um quarto nesta ponta.
N�o queremos problemas.
Estamos de sa�da, est� bem?
O que est� no saco?
Nada.
Roupas.
Abra-o.
Abra-o
ou passa de rec�m-casada
a vi�va.
Compradores ou agentes federais.
O dinheiro diz que s�o uma das duas coisas.
Terceira op��o:
somos rec�m-casados que n�o acreditam em cart�es de cr�dito.
- Ele � um homem � moda antiga. - � verdade.
N�o... n�o sei
quem ele �, mas
ela � uma compradora.
A venda era para ter lugar hoje.
- Neste momento. - O chip!
Escondi-o numa mulher, no �trio!
- Que mulher? - Esperem.
Somos ambos compradores.
Em nome do Ir�o.
Bem,
pelo menos eu era at� esta manh�.
A Coreia do Norte fez uma chamada.
A nossa parceria n�o iria al�m do estacionamento.
Filho da m�e!
O pa�s deles
ficaria muito grato se voc�s dois se juntassem a n�s.
- Extremamente gratos. - Olhem,
matem os dois.
Podem ficar com o dinheiro, dividimos a minha parte do chip, mas soltem-me.
Tens de ir para o �trio.
Eu tenho o chip. Vou entrar.
D�-mo. Eu entro.
Vais ajudar-me a entrar ou tenho de bater?
- Vamos discutir isto. - N�o sei para quem trabalham
ou quanto vos pagam, mas os norte-coreanos pagar�o mais.
- Eles nem alimentam o pr�prio povo! - Cala-te.
O que procuras, rec�m-casado?
Muito bem.
- Nunca viste isto. - O que � isso?
Uma inven��o minha e do Mozzie. Agora, entra como se mandasses aqui.
Mostra-lhes o chip, mas mant�m-no longe deles.
Tenta dar-me 30 segundos.
Cuidado.
Fiz-te uma pergunta, rec�m-casado.
Eu tenho o que voc�s querem.
Querida,
sai daqui... agora.
�... � ela.
� a mulher em quem escondi o chip.
Ele tem raz�o. Est�...
Est� aqui.
Eu tenho-o. Est�...
Est�...
Est� aqui mesmo. Est� na capa do telem�vel.
Voc�!
FBI.
Foi incr�vel. Mas n�o voltes a repetir isto.
N�o sei se posso prometer isso.
Certo, dois homens abatidos.
Mais um dia t�pico na Unidade de Crimes Financeiros.
Bem, concretizei um dos meus maiores sonhos.
- Qual? - Trabalhar contigo.
Foi divertido.
Fal�mos muitas vezes sobre isso em Qu�ntico.
- Foi � altura das expectativas. - Na altura tinhas maiores sonhos.
Washington.
Em breve?
Assim que encerrar todas os assuntos pendentes aqui.
N�o posso escolher qualquer um para ser o encarregado do Neal.
- Tenho de saber que tem aptid�o. - Peter.
O que foi?
- Existir�o sempre assuntos pendentes. - Sim.
Existe um no qual talvez me possas ajudar.
� um caso sem solu��o,
que me incomoda h� 20 anos.
Por qu� a Calif�rnia?
Foste a melhor do curso. Podias ter o trabalho que quisesses.
Eu aceitei um trabalho.
A primeira agente mulher do GEV da costa oeste. Como podia recusar?
Eu n�o te teria impedido.
Tu querias Nova Iorque, Washington. Era o teu sonho.
Tu fugiste.
Tu n�o me perseguiste.
Terias corrido mais depressa.
Tens raz�o. T�-lo-ia feito.
Pelo menos desta forma podemos
recordar Qu�ntico pela coisa agrad�vel que foi.
Fa�amos isso.
Para onde vais?
Para Miami. Outro caso.
Bem, espero que outro caso te traga de volta a Nova Iorque.
Sim, talvez traga o meu El comigo.
- Vers�o masculina. - Boa sorte em encontrar um.
Ela � uma num milh�o.
N�o tenhas medo de falar com ela, Peter.
Sobre qualquer assunto.
Devia ter-te falado sobre isto h� muito tempo,
mas n�o consigo parar de pensar nele.
N�o consigo evitar pensar que se n�o fosse
o agente especial chefe, ele ainda estaria vivo.
Confie em mim, est� bem?
- Posso abrir os olhos? - N�o, n�o pode.
Des�a o degrau. Degrau.
Isso mesmo.
N�o era um grande degrau.
- Odeio surpresas. Nunca correm bem. - Pronto, estamos quase l�.
Devia saber que caminhar cega nas ruas de Nova Iorque � um dos meus pesadelos.
Pode abrir os olhos.
� a janela do C�dex.
Como a descobriu?
O agente Gruetzner usou um dos seus contactos clandestinos.
� linda.
N�o foi profissional.
N�o.
Nada profissional.
www.tvsubtitles.net
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.