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Se o Mickey Mantle tivesse assim tanta press�o da �gua,
chegaria aos 60 antes do Maris.
Depois disso, s� falas de baseball e do sistema hidr�ulico?
Vamos para uma parte extra.
- Consegues mandar para fora do campo? - Claro que consigo.
- Ai sim? - Sim.
- Est�s bem? - Sim, mas foi esquisito, tive um arrepio.
Tomaste a vacina da gripe? H� um v�rus por a�.
J� n�o estou doente desde 1996.
- Estou preparado e tu... - Est�s quente.
Pare�o estar quente.
O jogo terminou. Vou tirar-te a febre.
N�o, querida. N�o, por favor, v� l�. Podemos continuar o jogo.
Est� bem? V�, o batedor est� pronto.
Abre.
O colapso das col�nias, Neal. � com isso que estamos a lidar.
Os apis mellifera est�o a morrer em quantidades aterradoras.
O parque Timmy Nolan, o Comit� para
a consci�ncia dos Objectos Pr�ximos da Terra...
e agora o drama das abelhas.
A agricultura da nossa na��o depende destes drones.
Sem poliniza��o, n�o h� morangos,
nem am�ndoas...
Nem uvas?
Isto trata-se de vinho?
Talvez. Tens espa�o para tr�s colmeias.
S�o tr�s mais do que posso ter no meu terra�o.
Quer dizer, ao menos a apicultura � legal em Nova Iorque?
Em todos os cincos distritos. Quer dizer... onde est� o perigo?
Vem-me � cabe�a enxames.
No entanto...
uma colmeia seria um �ptimo esconderijo para o contrabando.
E uma excelente oportunidade de trabalho.
P�len, pr�polis e o mel s�o conhecidos
pelas propriedades curativas desde a Antiga Gr�cia.
E a Cle�patra tomava banho em leite e mel
e, acredita em mim, os efeitos positivos das minhas partes baixas...
Come�a com uma colmeia.
At� logo.
Provavelmente � s� alergia.
Todas aquelas �rvores a largarem p�len por todo o lado...
Adoro muito todo o verde que h� nesta vizinhan�a.
O que faz o Neal aqui?
- Controla os teus movimentos? - Disse-lhe que te acompanhava ao trabalho.
- Bom dia, Peter. - Bom dia.
- Elizabeth. - Bom dia.
- Queres que leve isso? - Interessa-te as suas obras de arte.
- Como? - Interessam-te as minhas obras de arte?
Por favor, voc�s dois inserem-se na categoria de amigos e familiares.
N�o sei o que significa.
A prop�sito de fam�lias...
Sim... � incr�vel.
Pensa que o teu filho est� morto...
E ent�o 15 anos depois, o Patrick aparece-te � porta de casa.
Como � poss�vel algu�m de 14 anos fugir a uma ca�a ao homem internacional?
- Quando o viste pela �ltima vez? - O Ver�o do �ltimo ano de universidade.
Apaixonei-me...
por Europa.
�amos a museus em todas as cidades e...
era um dos melhores trabalhos de tutor que j� tive.
Mas depois ele fugiu do Internato da Su��a e nunca mais soube nada dele.
Deve ser bom ter um pai que te d� as boas-vindas a casa com velhos mestres.
Ele queria muitas pe�as novas antes da festa de boas-vindas.
Bem, ser� um prazer rev�-lo e ao William e...
bem, a Bea ainda era uma beb�...
E claro, o Stanton.
- Quem � o Stanton? - O mordomo.
- Era ele que mantia a fam�lia unida. - S� um mordomo?
Muito modesto, para os ultramilion�rios.
Vou-me embora.
J� agora, vou colocar alarmes em todas as obras de arte.
N�o.
S� um.
Que se passa?
Est�s doente?
Anda. O esc�ndalo imobili�rio Mortensen n�o se resolve sozinho.
Quem me dera.
Sra. Burke.
- Entre. - Stanton, podes sempre chamar-me Elizabeth.
Infelizmente...
n�o posso.
Tenha um bom dia.
Pai, n�o o podes despedir.
� uma viola��o dos direitos laborais.
Bea, quando te licenciares em direito por Harvard
continuaremos esta conversa.
Mas n�o foi o Stanton.
Elizabeth.
William. Venho em boa hora?
Claro. Esta � a minha filha, a Bea.
- Conheci-te em beb�. - Ouvi as hist�rias.
E n�o vou para a faculdade de direito!
Elizabeth, as minhas desculpas.
A Bea passa tanto tempo com a cabe�a enfiada em romances
que a vida real � demasiado dura.
� verdade o que se passou com o Stanton? O que aconteceu?
Revelou � imprensa a verdade sobre o estado de sa�de.
Foi prejudicial para os meus neg�cios e uma trai��o pessoal.
Lamento imenso em ouvi-lo.
Como tem passado?
Os n�veis de a��car no sangue aumentam subitamente como os mercados,
a pulsa��o sempre acelerada, mas...
que se lixem os m�dicos. Agora que o Patrick voltou, sinto-me novamente com 40 anos.
E... como est� ele?
Bem...
� o Patrick.
Como sabes, a arte � a �nica coisa que temos em comum, e...
e ainda espero que seja por a� que nos vamos reencontrar.
Liz Mitchell...
Estou a chegar!
Patrick?
- Est�s mais alto. - E deixei de ter cabelo azul.
Gosto mais deste.
Est�s mais bonita que nunca.
Pois, isso fez com que f�ssemos expulsos da Academia de Belas Artes de Floren�a.
Ainda tens a tua cicatriz.
- Qual era o nome daquele cavalo? - "Cheval Chase".
Atirou-me por cima da veda��o em Stony Hill.
E essa foi a primeira vez que pensei ter-te perdido.
- Vou ver da Bea. - Est� bem.
Muito bem, mi�do...
tenho muitas perguntas.
Ap�s a morte da minha m�e, supliquei ao meu pai para
permitir que ficasse na cidade com ele e com a Bea.
Fiquei t�o triste por causa da tua m�e.
O meu pai queria que fosse para o Le Rosey.
Mas n�o me sentia preparado.
- Foi por isso que fugiste? - Estava farto de viver pelas suas regras.
Eras apenas um mi�do.
- Como o fizeste? - Poupei a minha mesada.
Num dia de ski, fui de Zermatt at� Cervinia.
Vendi o meu equipamento, apanhei um comboio, e nunca olhei para tr�s.
Fizeste a tua fam�lia passar um mau bocado.
- O que te fez voltar? - O meu pai.
Os rumores de que estava doente corriam nos jornais.
Voltei por causa dele, n�o por esta vida.
Ele est� a tentar.
- Comprando-me arte? - � a forma que ele tem de se ligar contigo.
Deixa-o.
Bem, lembro-me dos teus gostos.
Mestres holandeses...
barroco...
expressionistas abstractos.
Esse.
O Picasso.
O "Homme Au Cornet"?
Coloquei este como brincadeira.
Lembras-te de quando fomos ao museu Reina Sofia?
Intitulaste o "Guernica" um filho bastardo do movimento cubista-surrealista
e acusaste o Picasso de crimes contra a beleza.
Era um mi�do.
Os gostos alteram-se.
Tens a certeza?
Sim.
Adoro.
Bem, a galeria vai envi�-lo.
Elizabeth. Como vai a Downton Abbey?
Sei que vai parecer estranho,
mas acho que o Patrick Wolcott n�o � o Patrick Wolcott.
Os olhos dele. S�o da cor certa mas n�o me parece ele.
Achas que � um impostor?
- Portanto � poss�vel? - Sim, mi�dos ricos desaparecidos s�o
s�o um subgrupo. Tens o Patty Hearsts, o John Paul Getty...
"O talentoso Sr. Ripley".
O William Wolcott � o alvo perfeito.
Um alvo muito doente e emocionalmente fr�gil.
- Podes verificar? - Sim.
Tenho de falar com o Peter, mas...
Como se est� a aguentar?
Vou descobrir.
Como te sentes?
Em forma. Maravilhoso.
Mesmo um impostor, est�s a dizer-me que o William Wolcott n�o conhece o pr�prio filho?
A emo��o � o ponto fraco da vigarice.
E tenho uma boa raz�o para acreditar que esse n�o � o verdadeiro Patrick.
- Que seja boa. Muito boa. - E �.
A intui��o da tua mulher conta?
A El ligou-te?
Eu disse que voc�s faziam parte da categoria de amigos e familiares.
Isto � uma manha elaborada para evitares o caso Mortensen?
Isto magoa-me, porque podemos estar perante um potencial roubo de identidade, fraude.
Uma fortuna de fam�lia est� em jogo, j� n�o falar numa funda��o de caridade.
Baseado em qu�?
No Pablo Picasso.
O mi�do odiava o trabalho dele, e agora insiste com a Elizabeth para comprar um.
Queres que comece uma investiga��o baseado numa confus�o sobre Picasso?
Peter, isto � como se tu de repente te tornares um aficionado dos Red Sox.
Tinha de ser...
Desculpa, tinhas de ser o qu�?
Tinha de ser uma pessoa diferente.
Obrigado.
- Est� calor aqui. - Sim, n�o est�s com boa cara.
- Devias ir para casa. - N�o vou para casa.
N�o estou doente. Nunca dei parte doente.
Vais ter de me dar mais que o Picasso.
Tamb�m suspeito, o Sr. Wolcott despediu o mordomo ao fim de trinta anos.
- Pessoas competentes � dif�cil encontrar. - Ou foi tramado. Uma jogada inteligente
� libertar-se de quem conhecia o Patrick na intimidade.
Precisamos de um teste de ADN.
O seu pai n�o pediu nenhum.
Mas a Elizabeth pode recolher cabelo quando l� for.
N�o vou enviar a minha mulher como agente secreto.
- Ent�o manda-me a mim. - Como?
Os Wolcotts precisam de um novo mordomo. Eu sei "mordomar".
- "Mordomar"? - Sim, � um verbo.
Neal Caffrey.
Ao seu servi�o.
White Collar S05E05 "Master Plan"
Traduzido por: * Maston * nunotr * * PaulaCoelho *
Revisto por: * Maston * Sincronia por: * ItalianSubs *
* Team LegendasProject * Vem saborear as nossas pipocas
N�o tenho por h�bito falar da vida privada dos outros.
Asseguro-me que ningu�m o fa�a.
N�o falei com a imprensa.
Obrigado.
Sim. Quer?
Desculpe.
Deve servir-se a partir da direita.
Sempre pela direita. Posso?
- Sente-se quente, senhor? - Sim. Mas tenho o meu, obrigado.
Stanton, n�o est� sob investiga��o,
mas temos perguntas relacionadas com o Patrick.
Tem alguma raz�o para achar que n�o � ele?
Est� crescido, claro.
Mas os tiques...
Se n�o � ele, � um brilhante observador.
Se ele � uma fraude, o Sr. podia exp�-lo.
Ele pode t�-lo sabotado.
Precisamos de provas f�sicas.
Uma disparidade no ADN provaria...
que ele n�o � um Wolcott.
Gra�as � recomenda��o da Elizabeth, o William contratou-me para o substituir.
Desculpe.
- O Senhor? - Rhett Carlyle, artista dom�stico.
Ele "mordomou" num castelo em Hampshire.
- � um verbo. - Estou a par.
Quanto tempo trabalhou em Hampshire?
- At� ter sido apanhado com a princesa. - Alegadamente...
Nunca confirmado.
Mas as provas eram avassaladoras.
- Eu n�o roubei as pratas. - O servi�o dom�stico � mais do que
conviver com a aristocracia.
Al�m de organizar os deveres dos criados e do motorista,
� necess�rio desenvolver um apurado sentido de observa��o.
Engraxa os sapatos com lustre e n�o com brilho, de corda entrela�ada.
Tem t�nel c�rpico no pulso, talvez devido a anos a servir � direita.
E Peter...
Peter?
Sim.
Fadiga muscular, l�bios secos, olhos lacrimejantes, n�useas...
Sou um grande observador e este homem tem gripe. � melhor manter-se longe.
O trabalho da minha vida
tem sido proteger aquela fam�lia.
Quero que isso tenha import�ncia.
Ent�o diga-me tudo o que preciso de saber
sobre como cuidar dos Wolcott.
Carlyle.
- O Chauncey est� pronto para o passeio. - Obrigado, Mna. Bea.
H� uma leitura de "Franny e Zooey" na 92nd Street Y.
Comprei-lhe dois bilhetes.
Fic��o americana dos anos 50.
O meu ponto fraco.
- Vamos, Chauncey. - Ol�, Bea.
Ol�, Patrick.
Diz "Ol�", Chaunce.
Como correu o passeio?
Todos os dias me lembro de algo sobre esta cidade.
- D�-me o seu capacete, senhor? - N�o, vou ajustar as correias.
D�-me o seu casaco?
N�o, eu trato disso.
Deve ter sede.
O meu pai acha que as pessoas precisam de criados, eu n�o. Cuido de mim mesmo.
Certamente.
Sr. Wolcott,
o Times, o Herald e o Guardian, abertos na sec��o financeira
e a sua torrada com manteiga de am�ndoas na sala de jantar.
A glicemia e eu agradecemos, Carlyle.
- Elizabeth, bom dia. - Bom dia, William.
- Carlyle. - Ol�, Sra. Burke.
O Carlyle � maravilhoso.
- Onde o encontraste? - Trabalhava para uma fam�lia conhecida.
O Picasso chega esta manh� e tenho um De La Tour para lhe mostrar.
Vamos dar uma olhadela.
Lindo uniforme, brilhante.
A fam�lia contratou uma equipa de investigadores privados...
Trabalhou com a
Interpol...
Peter, j� experimentaste paracetamol?
Ibuprofeno?
Drogas para o dia, drogas para a noite?
E aqueles cor de rosa?
Certo...
- Peter Burke. - Fica a�.
Est�s a expulsar-me?
N�o, n�o, n�o, estou apenas
a tomar as precau��es m�dicas adequadas.
Est� bem.
V�s o mapa, certo?
Tudo bem?
O Patrick saiu da Alemanha.
numa barca�a. - A fam�lia pagou muito pelas pistas.
A maioria delas apareceu a seguir a ele ter fugido da escola.
Foi avistado pela primeira vez
na esta��o de comboios em...
Dusseldorf. - Peter,
vai para casa. N�s tratamos disto, est� bem?
O Caffrey est� a fazer a parte dele. Vai para casa.
Sujei a minha gravata.
Nada.
� o final da oitava jogada...
Neal? Ol�.
Est�s com uma voz horr�vel. Onde est�s?
Estou a trabalhar
a partir de casa.
O Sr. "nenhum dia por doen�a" foi para casa.
Tens as provas?
Vai ser mais dif�cil do que pens�vamos.
Verifiquei o copo do Patrick.
- Ele limpou-o. - Tens a certeza?
Sim. A escova est� limpa, a escova de dentes
e a l�mina de barbear est�o limpas. Cada superf�cie est� imaculada.
Ou este tipo � man�aco pela limpeza...
Ou tem uma raz�o para viver sem deixar...
rastos.
Ele � t�o cuidadoso por toda a casa?
Sim, nem sequer me entregou o capacete da bicicleta.
Ele � cuidadoso.
Acho que a Elizabeth est� certa.
Pois.
Costuma estar.
- Tenho de desligar. - Ele apanhou-te?
Parece �ptimo, pessoal.
Muito obrigada.
Desculpa, Liz.
- N�o queria assustar-te. - N�o faz mal, estava apenas
a admirar o Picasso.
Lembras-te dos guardas que amea�aram chamar a pol�cia quando
o meu manifesto contra o cubismo se tornou muito not�rio?
E eu usei todas as palavras que conhecia em espanhol para os acalmar.
Prometeste
que �amos a uma tourada se eu me calasse.
O que foi mentira.
Mas fomos
comer tapas � "Casa del Abuelo"
e deixaste-me beber uma cana, enviada pelo matador que gostava de ti.
Antonio.
Paco.
Veio-me tudo � cabe�a.
Eventualmente.
Senhor?
- Mna. Bea? - Importa-se de n�o contar a ningu�m?
Estou a trabalhar num projecto de genealogia.
Perd�o.
Pensei que estava a bisbilhotar.
Parece que � uma daquelas situa��es em que o roto diz ao nu.
Sem coment�rios.
Encontrou algo interessante?
Um di�rio de viagem.
Bastante informativo.
Sabe, cresci a ouvir
hist�rias sobre o meu irm�o
e agora que ele est� aqui, s� me disse coisas que eu j� sei.
Talvez lhe possa perguntar sobre as suas viagens.
N�o me parece que ele queira realmente falar comigo.
- Lamento, Mna. Bea. - E agora o Stanton foi despedido
e o pai est� muito doente.
Em breve, tamb�m ele se ir�.
E depois, serei apenas
eu e o Patrick.
E n�o quer ficar ao cuidado de algu�m que n�o conhece.
Aqui.
- Por que est�s aqui? - Pode usar isto ao jantar, senhor.
Diz ao meu pai que por mais casacos de marca ele me coloque no arm�rio,
n�o vou usar nenhum.
Posso perguntar...
Como � que um adolescente escapa a uma busca � escala internacional?
Falsifiquei os passaportes dos meus companheiros de quarto,
usei-os para passar a fronteira e depois
troquei-os quando precisei de bens.
Uma troca para conservar o dinheiro. Engenhoso.
Lentes coloridas, um bon� de basebol.
Alterou o sotaque e evitou Portofino em Julho?
Santorini era mais o meu estilo.
- � o seu di�rio? - Contos das minhas viagens.
Parece que se molhou.
Caiu... no Mar Egeu.
Tem sorte, senhor.
- Por qu�? - Depois de tudo isto,
o seu pai recebe-o de volta.
Por que n�o vestir um casaco,
fazer o seu velho feliz?
Carlyle, �s incr�vel.
Desfrute do seu jantar.
Porque eu tenho a sua impress�o.
Querido, ch� de ervas.
Muito bem.
E tenho gengibre e Oscillococcinum.
N�o como coisas que n�o consigo pronunciar.
Ao menos dizes-nos como retiraste o bot�o de punho
enquanto eu como coisas que n�o consigo pronunciar.
"PDA".
Demonstra��o p�blica de afecto?
- Elizabeth, posso usar o teu casaco? - Claro.
N�o tenho a certeza que vou gostar disto.
Prende isto � tua manga esquerda.
Isto n�o vai resultar.
Vai sim. Vou roubar algo do teu pulso.
- Observa. - Estou a observar.
Manipula��o por proximidade.
T�cnica de divers�o.
- Controlo da aten��o. - Proximidade, divers�o, aten��o.
PDA.
Ainda c� est�.
Do teu outro pulso.
At� te disse que ia roubar.
O rel�gio.
- Tens um toque suave. - J� chega.
Ol�, Jones.
Melhor.
Entendi. Obrigado.
Bem, tens um truque de magia para transformar m�s not�cias em boas?
- Porqu�, o que se passa? - As impress�es eram perfeitas,
excepto pertencerem a uma pessoa que nunca cometeu um crime.
E n�o se tirava impress�es digitais �s crian�as quando
o Patrick era novo, por isso, n�o se est� na base de dados.
Posso enviar para Qu�ntico para se efectuar um teste ADN mitocondrial.
Isso demora imenso. Posso obter o ADN, e podemos correr os teste c�.
Devolve o bot�o de punho,
e tenta a minha t�cnica.
R.U.G.
- R.U.G.? - Rouba um garfo.
Roubar literalmente a prata.
�s um clich�.
- Ultrapassa isso. - Ele fica rabugento quando est� doente.
Encosta-te para tr�s.
- Ol�, como est�s? - Ol�.
Como vai a vida no "abrigo dourado"?
E reparei que abriste o Brunello.
Pois, deixei-te...
Aprecia.
Obrigado.
Moz.
Por uma vez, n�o sou o �nico na sala a ouvir um zumbido.
- � muito barulho para uma s� colmeia. - Posso ter adquirido tr�s.
O Skinny Gianetta foi roubado, por isso a mulher expressou a vontade.
E assim, al�m de andar disfar�ado de mordomo e de tomar conta do Peter,
sou agora guardi�o de abelhas �rf�s.
O que aflige o Engravatado?
� aquela gripe que anda por a�.
Isso � perfeito.
Um homem com as convic��es dele encaixa como minha...
cobaia.
Dezoito amino�cidos
num antimicrobiano flavonoide, t�nico � base de mel
que vai libertar-te dos sintomas e cura verrugas,
eleva o teu bom humor...
e melhora o...
desempenho.
Agradece-me mais tarde.
- Ou n�o. - � melhor n�o.
- Devo beber isto? - Um j�,
o segundo dentro de duas horas,
e o terceiro quatro horas depois do primeiro.
Devo estar maluco s� em considerar isto.
Poder�s ficar pior?
� prov�vel que n�o.
Tenho de ir para a casa dos Wolcotts.
As melhoras, Peter.
Eu vou ficar a observar.
A observar o qu�? O que vai acontecer?
Bem, os primeiro quinze minutos...
Bem, vamos ver.
- Bem, vai acontecer. - Pai, n�o � o que eu quero.
� o que eu quero, considera isso. O meu advogado vai enviar.
Posso levantar a sua ch�vena?
N�o.
N�o.
Portanto esta conversa est� terminada.
Na minha cabe�a sim.
Falemos de outra coisa.
Sabia que o Picasso costumava arder o seu pr�prio trabalho para se aquecer?
Sim, ele fazia isso.
Senhor.
Isto vem enganado.
Era suposto ir para o gestor de neg�cios.
Aqui tem.
- Obrigado. - Boa tarde.
Est� na hora do segundo frasco.
- Onde foi o Mozzie? - Precisava de ir ver da sua rainha.
- Penso que � uma abelha, mas com ele... - Nunca se sabe.
- Isto chegou para ti. - N�o o posso abrir.
� para o William Wolcott.
Mas vem endere�ado a Peter Burke.
Sabes, acho que a tua mulher...
teve de o abrir por ti por estares extremamente doente.
Al�m disso...
ningu�m...
saber�.
Podemos voltar a sel�-la.
O Neal � uma p�ssima influ�ncia para ti.
Pois.
Perfeito.
O Neal descobrir o que o Patrick quer...
um fundo de cr�dito.
Era suposto herd�-lo quando fizesse 21 anos.
Est�o a refazer a papelada...
hoje.
- 40 milh�es de d�lares. - Sim.
Querido, se ele p�e as m�os nisso, vai desaparecer.
O cora��o do William n�o vai aguentar. Tenho de o alertar para o que est� a acontecer.
N�o. Traz o William...
ao FBI. Quero falar com ele.
N�o sei do que este Patrick � capaz. Pode ser perigoso.
Querido, escuta, isto � uma conversa dif�cil de se ter com um pai,
e precisa de vir de um amigo. Al�m disso tens de ir com calma.
N�o quero ir com calma. Sinto-me melhor.
Bem, melhor ainda.
Eu digo-te como correu com os Wolcotts, est� bem?
Al�m disso... precisas de descansar.
William, n�o estou a tentar aborrec�-lo.
Teres casado com um agente do FBI tornou-te c�nica.
Est� na hora da sua insulina, senhor.
Isto n�o tem nada a ver com o Peter. Eu tamb�m fui enganada.
Estou ofendido, Elizabeth!
- Conseguem todos ouvir-vos. - Isto � rid�culo.
O Patrick n�o deve ter problema algum em consentir uma an�lise de sangue.
N�o acreditas em mim?
Est� bem.
- Tira-se j� o sangue. - Eu n�o preciso disso, Patrick.
Ela precisa.
Quanto mais o acham o tolo?
N�o espetarei uma agulha no meu pr�prio filho.
Muito bem.
Fa�o eu.
Eis.
Mande testar.
A casa � equidistante das avenidas,
mas n�o queremos que ele chegue t�o longe.
Entradas e sa�das da resid�ncia Wolcott, e tamb�m janelas superiores.
Teremos tr�s agentes na carrinha de apoio, mais dois � paisana...
Mais tr�s.
Escuta, Peter, �s uma amea�a biol�gica.
Estou a melhorar.
Juro. E...
depois disto...
O que � isso?
N�o sei.
Foi o Mozzie que me deu.
Meu Deus.
Resulta.
Estou nesta deten��o. A minha mulher est� envolvida.
- Quando acontecer, detemo-lo. - Lindo menino.
Vem, Chauncey.
Parece que a mezinha do Mozzie est� a resultar.
Estou a sair da LI.
� Baseball. Lista de indispon�veis.
Verificaste o laborat�rio que costumam usar para as an�lises de sangue?
� de grande reputa��o.
Coloquei l� um agente para o caso de o Patrick tentar alguma coisa.
O William mandou vir levantar a amostra.
Selei-a e entreguei ao t�cnico em pessoa.
Portanto o Patrick n�o a adulterou.
N�o, mas de certeza que tem algo planeado para quando os resultados chegarem.
Quero saber o que �. �udio.
- Teste, um, dois. - Teste, um, dois.
Vou manter a Elizabeth debaixo de olho.
Vamos, Chaunce.
Vem.
Lindo menino.
Est� tudo bem, Mna. Bea?
Os resultados chegaram.
Estamos perante, Carlyle, a hora da verdade.
Pessoal.
Tenho not�cias, e preciso que todos as oi�am.
Todos v�s t�m trabalhado arduamente na organiza��o da festa de domingo,
mas houve uma mudan�a de planos.
A celebra��o...
acontecer� amanh�.
N�o quero esperar mais para celebrar o regresso a casa...
do meu filho.
Estou muito satisfeito de estar de volta.
N�o devia ter-te sujeitado a isto.
- O ADN coincide. - Tamb�m queria agradecer � Elizabeth...
por tudo o que fez.
Hoje � o seu �ltimo dia.
William, desculpe.
- Estava preocupada consigo e com a Bea. - Os dias com o meu filho est�o numerados.
For��-lo a fazer isto...
podia t�-lo levado a sair de casa...
e a culpa teria sido tua.
Eu envio-te o cheque.
O que fiz eu?
Bem...
fui despedida e tu n�o tens mais de ser mordomo.
N�o posso simplesmente ir-me embora.
Talvez v� comprovar o qu�o francesa � a criada.
Liz...
tentei conversar com o meu pai, mas sabes como ele � teimoso.
Bem, ele est� aborrecido comigo, eu compreendo.
J� levei o Chauncey a passear.
Bem, ouvi-o tossir, por isso vou lev�-lo ao veterin�rio.
- Se ele n�o se sente bem, n�o devia andar. - N�o � longe.
- � se n�o conseguir respirar. - N�o se preocupe.
Eu levo-o l�.
Vou buscar o carro. Tenha um bom dia, Sra. Burke.
Fica bem, Patrick.
Tu tamb�m, Liz.
Espere aqui, e n�o arranque.
Sim, senhor.
Ol�, Peter.
O Patrick odeia o c�o e agora leva-o ao veterin�rio.
Eu ouvi, tens um microfone.
Passaste de "Doidos Milion�rios" para "Ace Ventura".
Garanto-te que tem qualquer coisa em mente.
Neal...
apenas reconhecimento.
Se descobrires alguma coisa, avisas-me.
Entendido.
- Ol�. - Ol�.
Sinto-me bem,
muito bem.
�ptimo. Tu e o c�o dos Wolcotts. O Patrick foi ao veterin�rio para ele.
Vi o t�cnico a remover algo do bra�o dele, aqui.
- De pl�stico? - Sim.
Parecido a uma veia?
N�o sei.
Talvez com dois ter�os este tamanho.
� um dreno de Penrose. Houve um caso na Florida...
um tipo implantou um para falsificar um teste de ADN.
- Encheu-a com sangue de outro? - Sim.
Foi por isso que o Patrick o tirou ele pr�prio.
Este sangue era fresco.
O que significa que...
h� 48 horas o verdadeiro Patrick Wolcott estava vivo.
E em Nova Iorque.
Somos bons nisto.
O que foi?
O William vai assinar o fundo de cr�dito amanh�.
E quando o falso Patrick obtiver o que quer...
n�o ter� qualquer raz�o para manter o verdadeiro Patrick vivo.
N�o.
Pression�mos o veterin�rio. Obviamente recusa admitir ter implantado o dreno.
Vasculh�mos o local e n�o havia sinais de tubo.
Detemo-lo sob suspeita para n�o poder avisar o Patrick?
Podes crer que sim.
N�o conseguiremos um mandado para outro teste ADN sem autoriza��o da fam�lia.
Porque n�o o detemos e damos a conhecer que sabemos do dreno?
- Tentador, mas n�o temos como pression�-lo. - Ent�o vamos arranjar.
Como vamos fazer isso?
O Picasso.
Sim, sim, com o Picasso.
O nosso impostor aprendeu tudo o que p�de sobre a vida do Patrick.
Mas n�o sabia da hist�ria da Elizabeth sobre o Picasso, o que prova que n�o sabe tudo.
Sim, e n�o sabe o que n�o sabe.
Precisamos de lhe perguntar algo que ele pense
apenas o verdadeiro Patrick saiba.
E dar-lhe uma raz�o para obter a resposta.
A Elizabeth fez-lhe perguntas sobre o Picasso e na manh� seguinte...
ele sabe tudo.
Os passeios de bicicleta.
Faz todas as manh�s e sempre durante uma hora.
- Deve ser assim que mant�m o Patrick vivo. - E como obteve a hist�ria do Picasso.
E o sangue.
Jones, monta um raio de ac��o para a opera��o.
De carro, de bicicleta, a p�, tanto faz. Certifica-te
que n�o o perdemos de vista, onde quer que v�.
Entendido.
O Patrick esteve desaparecido 15 anos. Provavelmente n�o conheceu o impostor logo.
A primeira vez que foi visto depois de ter fugido do internato foi em Dusseldorf.
E � a� que entra o Leo Kovak.
Quem � o Leo Kovak?
Vai ser a raz�o pelo qual o falso Patrick ter� de obter a resposta.
Quem � o Leo Kovak?
- Eu sou o Leo Kovak? - Tu...
�s um croata muito zangado.
Trabalhas para os Von Kesslers e queres saber o que raios se passou em Dusseldorf.
O que aconteceu em Dusseldorf?
Tem de ser mais convincente que isso.
- O que aconteceu em Dusseldorf? - Nada.
Mas o Patrick n�o sabe.
Os croatas inventaram as gravatas e tenho a certeza que tens algo
que grite "balc� enraivecido". - N�o consigo um croata. Serei polaco.
Vamos buscar a gravata.
O Sr. Kovak est� aqui para si.
Sou amigo dos Von Kesslers.
Claro, os Von Kesslers.
J� passou algum tempo desde Dusseldorf.
Obrigado, Carlyle.
Com licen�a.
Segui-o...
e a sua hist�ria nos jornais, Patrick.
Foi assim que o encontr�mos.
- Lamento, eu... - E devia lamentar
o que fez.
- Senhor, n�o estou a compreender. - N�o...
se fa�a de est�pido.
N�o comece a chorar.
Os Von Kesslers pagam-me para resolver os problemas deles.
H� alguma forma...
de lhes pagar por este...
inconveniente? - Acha que pode colocar um pre�o no que fez?
Que o dinheiro pode fazer isto desaparecer? N�o.
Eles querem...
respostas.
Cumprimentos do Chef.
- Mais alguma coisa, senhor? - Uma caneta e algo onde se escreva.
Ligue-me.
Podemos fazer o que se passou em Dusseldorf desaparecer.
Mas se n�o ligar,
vemo-nos na sua festa esta noite.
Eu sei onde � a sa�da.
Se me permite, senhor...
aquela amea�a n�o me pareceu em v�o.
Vou dar um passeio de bicicleta.
Aprecie o ar fresco.
Est� a sair do parque entre a Morningside e a 116�.
J� o avistei.
N�o diria que eras um agente do FBI neste carro.
O per�metro est� montado.
Acompanharemos o Patrick at� ao local.
Enquanto esperamos, posso...
Obrigado, Leo.
A norte de Manhattan. Vou deix�-lo.
Escuta isto!
Curva apertada na 114�.
Agente no ch�o! Perdemos o suspeito!
- Neal, sai! - Sou um mordomo.
Estou treinado para isto.
Chamem uma ambul�ncia. Todos os agentes entre a 1� Avenida e a estrada 114.
Agente Burke e Caffrey a caminho.
A equipa dois tem-no. A oeste da 116�.
Esta � a 116�.
Neal.
- Neal. - N�o olhes.
Tenho de olhar. N�o consigo evitar.
Ei-lo.
Perdi o suspeito entre a esquina da Morningside com a 115�.
Bela universidade de mordomo que deves ter frequentado.
Onde manter� o Patrick?
Ainda agora estava aqui. Tem de ser aqui perto.
Muito bem, temos de bater porta a porta.
Quero uma equipa neste edif�cio, no outro...
e uma equipa do outro lado da rua.
Equipa dois, vamos.
- Peter. - Sim, o que encontraste?
Pode ser uma hip�tese remota, mas o Patrick disse que deixou cair o di�rio no Mar Egeu.
N�o � exactamente o Egeu, mas vamos dar uma olhada.
Pela �ltima vez, Dusseldorf.
- O que raios aconteceu? - Nada aconteceu em Dusseldorf!.
Os Von Kesslers est�o chateados, e este Kovak, anda atr�s de ti.
- N�o os conhe�o. - Est� bem, pronto.
Pronto, vamos fazer isto de outra forma.
De outra forma � que vai acontecer se n�o pousares esse taser.
Peter Burke, FBI.
Algemem-no.
- N�o sou mordomo. - Vamos.
Vai ficar tudo bem, est� bem?
- Patrick. - Pai.
Queria tanto que ele fosses tu...
que me iludi.
Desculpa.
Desculpa t�-lo deixado entrar nas nossas vidas.
Liz.
Ol�.
Bea?
Para que fiques a saber...
estou habituada a ser filha �nica.
O Patrick e o Keith, esse � o verdadeiro nome dele,
conheceram-se em Santorini.
As pessoas diziam que podiam passar por irm�os.
Quando o Patrick decidiu voltar para casa,
o Keith ofereceu-se a vir com ele.
Fez do Patrick ref�m,
leu os seus di�rios.
Aquele homem roubou-lhe a vida.
E agora tem-na de volta.
- Gra�as a ti. - Gra�as a n�s.
Est�s com disposi��o para...
um pouco de baseball?
- Um jogo nocturno? - Sim.
Pensei que pod�amos recome�ar onde foi interrompido.
Isso provavelmente...
N�o.
Bolas. Vou ligar ao Mozzie.
Espera, espera, espera, aguenta.
Se j� tiveste esta gripe, acho que estamos safos.
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