Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Anteriormente em White Collar...
Este � um bom gabinete. Mas o outro ao lado tem uma vista melhor.
Querem que dirija a Divis�o de Crimes Financeiros?
Considera isso um passo em direc��o a Washington.
- Para que � o ouro, Hagen? - Porque te interessa isso?
Porque reconhe�o uma armadilha.
Vais ajudar a libertar-me.
O meu novo encarregado... est� por aqui?
Agente especial David Siegel.
O Neal Caffrey � um homem confiante.
Ele baseia-se na confian�a, desejo e impressionabilidade.
- N�o sou d�cil, senhor. - Enganou-me bem.
Bem, espero tamb�m t�-lo enganado a ele.
- Estava a ludibri�-lo? - Estava a lidar com ele.
O Curtis Hagen voltou.
Suponho que um tribunal de apela��o lhe concedeu um novo julgamento.
- Achas que tem alguma hip�tese? - N�o.
Todas as provas da culpa dele est�o l� em cima.
Pagaste ao gaiteiro.
� o fim, n�o �?
� s� o in�cio.
- Aqui tem, Senhor. - Obrigado.
Desiludes-me, Caffrey.
N�o gosta de caf�?
Nunca te vais inserir nesta cidade.
Vi pela tua pulseira que estavas � frente da Midtown Mutual.
Perguntei-me se te ia ver a trabalhar.
Estou reformado, agente Siegel.
Apenas um homem que quer a sua dose antes de ir ao escrit�rio.
Vai desperdi�ar muito tempo a manter-me de olho assim t�o perto de mim.
N�o tenho inten��es disso. Estava � tua procura porque preciso da tua ajuda.
Porqu�? Qual � o caso?
Estou � procura de um apartamento.
Bem, a procura de apartamento n�o � exactamente a minha especialidade.
Mas Nova Iorque �.
Quem melhor do que tu para aconselhar-me uma zona para o qual mudar-me?
Donde vives na cidade reflecte quem �.
Ent�o, quem � o agente David Siegel?
Divorciado recentemente.
Imagino que j� saibas por um g�nero de tique que tenha...
O anel de fantasma.
Come�a a brincar e depois percebe que j� n�o est� l�.
- Sim, assim mesmo. - Pois, tens raz�o.
Ent�o, sou... um homem a recome�ar.
Que melhor lugar h� que Nova Iorque, certo?
Isso mesmo.
O que acha dos �culos sarc�sticos?
Uma tristeza para a humanidade.
Isso exclui Williamsburg e Greenpoint.
Zona descaracterizada mas com um pouco de perigo?
Prefiro que o perigo seja relacionado ao trabalho.
Nada de Bushwick, ent�o. Qual � a sua faixa de pre�o?
O pre�o n�o importa.
Em Nova Iorque sim.
A menos que seja secretamente rico.
� secretamente rico.
O Neal Caffrey surpreendido. Acho que estou a fazer algo certo aqui.
� f�cil, ent�o. Greenwich Village.
Muita cultura, localiza��o central.
E visto que � de Chicago, apreciar�s a melhor pizza de Nova Iorque.
Vou dar uma olhada.
Porque escolheste a zona onde vives?
- Est� dentro do meu raio. - Certo, certo.
Sim, o raio.
Est� a dizer rico como um Hilton?
Ou um Hearst?
- Tem o seu pr�prio iate? - N�o no escrit�rio, Caffrey.
N�o quero que ningu�m saiba. Est� percebido?
Quer confiar um segredo a um vigarista?
Vive uma vida perigosa, agente Siegel.
Meu Deus, outra vez o gesto com os dedos.
Vou trabalhar.
Acho que � comigo.
Chamava-se Stephanie.
A sua ex mulher?
O meu iate.
- Eu sabia! - Est� bem.
Eu sabia.
Tens abusado com o gesto dos dedos, sabias?
Por favor, diz-me que n�o o fazes � Elizabeth.
O Curtis Hagen foi hoje libertado da pris�o.
E como o seu hom�nimo, o Holand�s provavelmente desaparecer� noite dentro.
Porque foi libertado?
Foram encontradas no armaz�m umas provas em mau estado.
E o advogado dele aproveitou-se disso.
Faz-me recordar.
Repara at� onde cheg�mos desde esse caso.
Onde tu chegaste.
Desculpa?
Bem, tu est�s no gabinete do Hughes, com uma merecida promo��o.
Eu continuo a usar uma pulseira, apenas mudou quem me controla.
Eras um vigarista encarcerado
e tornaste-te numa pe�a valiosa desta equipa do FBI.
N�o h� nada nisso a lamentar.
O Hagen � um homem livre.
Eu n�o.
Tens raz�o, est� livre.
Por agora.
Com a usa carreira criminal, ir� cometer um erro.
E quando o fizer, n�s vamos apanh�-lo.
Ou...
pelo menos tu e o Siegel ir�o.
Vamos mant�-lo sob vigia.
Ainda bem.
DESCONHECIDO: "Vem ter comigo dentro de 30 minutos".
At� logo, Peter.
At� logo.
Uma escolha interessante para nos encontrarmos.
Est�s a decidir a tua pr�xima falsifica��o?
J� me deixei disso, Sr. Caffrey.
A pris�o mudou-me, como tenho a certeza que fez contigo.
Na verdade,
n�o mudou.
N�o, aparentemente n�o. Que pena.
Fiz o que me pediste, Hagen.
- Est�s livre. - Fizeste.
- Foi um belo come�o. - N�o.
Chega.
Para mim acabou.
Sou eu quem decide quando acaba, n�o tu.
Foi para isso que me ligaste?
- Para me amea�ar? - Nada disso.
H� algo aqui que quero roubar.
E pensava eu que a pris�o te tinha mudado.
E mudou.
N�o h� mais falsifica��es, nunca mais sujar as m�os.
Sabes...
vais roubar para mim.
White Collar S05E03 "One Last Stakeout"
Traduzido por: * Maston * nunotr * *Caesar4 *Arkon * PaulaCoelho *
Revisto por: * Maston * Sincronia por: * ItalianSubs *
* Team LegendasProject * Vem saborear as nossas pipocas
Achas-me engra�ado?
Bem, j� te apercebeste que deste um tiro no p�, certo?
Estou com uma pulseira,
o que significa que o FBI sabe que estive aqui.
Por isso se roubar este quadro, saber�o que fui eu.
E depois voltarei para a pris�o e n�o te serei mais �til.
Bem, suponho que vais ter de ser mais esperto, n�o �?
Ao que, at� agora, est�s a falhar.
N�o quero este quadro.
Esta � a pe�a mais valiosa da Karen Kates em exibi��o no museu.
Para alguns,
talvez.
O C�dex Mosconi.
Queres arriscar ir para a pris�o por causa de uma leitura ligeira?
Este n�o � um livro normal.
E bem merece esse risco.
Para ti, talvez.
Sim, para mim.
E o que agora � importante para mim, � importante para ti.
Tens 48 horas.
A capa deste livro est� ligada a uma placa de press�o A90.
Se a mover um pouco que seja,
a placa vai fazer disparar todos os alarmes.
N�o o mova ent�o.
S� preciso do cap�tulo treze.
Que bom.
Desculpe.
Gostava de requisitar um livro para estudar.
Posso arranjar-lhe um formul�rio. Qual deles queria?
O C�dex Mosconi.
Era o Sr. e eu...
- Ol�. - Ol�.
Ent�o, posso verificar o C�dex ou...
Bem...
Lamento, quem me dera puder, mas ningu�m pode, quer dizer...
n�o pode ser aberto. - Um livro que n�o pode ser aberto.
Que cruel.
Eu...
concordo.
E este, o C�dex Mosconi,
� uma adivinha, embrulhada num enigma,
embrulhado numa
caixa de vidro inquebr�vel. Quero dizer, dava o bra�o esquerdo...
por uma espreitadela.
Desculpe, estou a divagar.
� que o C�dex, � uma obsess�o minha.
Eu respeito uma boa obsess�o.
O que o faz t�o valioso?
Bem...
antes de morrer...
o Mosconi declarou que a grande riqueza do mundo estava nestas p�ginas.
Isso � f�cil declarar para um livro que ningu�m pode abrir.
� verdade, mas...
Quero dizer, pode ser a chave do esclarecimento ou...
uma lista das suas receitas favoritas.
Porque n�o espreitamos para ver?
O dono deu instru��es rigorosas quando emprestou que n�o podia ser aberto.
O dono...
Quem � o dono?
- � an�nimo. - Claro.
Ajuda � intriga, n�o �?
Portanto s� podemos julgar o livro pela sua capa.
N�o h� forma de descobrir o que cont�m?
Alguma.
Contudo o Mosconi adornou a primeira p�gina de cada cap�tulo,
por isso sabemos que s�o 25. - 25, sim.
A insultar-me com os segredos dele.
Pois.
O qu�, um carro normal? A limusina est� na oficina?
Como se est� a sair o agente Siegel?
Continua a verificar a minha pulseira algumas vezes por hora.
Isso � bom. � o trabalho dele, quer gostes ou n�o.
Comecei a frequentar carrinhas de caf� ao p� de bancos e museus.
Est�s a brincar comigo.
Como est�o as coisas contigo?
Dono de lugares para o jogo de amanh� no Yankee Stadium.
A Elizabeth, eu, e as minhas riscas favoritas.
E uma data de pol�ticos.
Eu deixo que seja a Elizabeth a lidar com eles.
Ela usa-os como quem toca violino. � quase t�o divertido como ver um jogo de baseball.
� bom ver que est�s a gozar os benef�cios do teu novo emprego.
Obrigado, mas isso n�o � nada. Tenho algo melhor.
O qu�, vais dar in�cio ao jogo?
Melhor.
Tens acesso a estrada subterr�nea secreta sem tr�nsito e com muito estacionamento.
Tens de parar de dar ouvidos ao Mozzie.
Ele jura que existe.
Melhor.
N�o consigo imaginar o que achas melhor que isso.
Isto.
Pelo servi�o incans�vel pela ag�ncia,
por se exceder em servi�o, venho por este meio promover...
o agente especial Clinton Jones...
a A.E.S. tempor�rio.
Peter, obrigado.
Tu mereces. Sou apenas o sortudo que tu dou.
- Estou orgulhoso de ti. - Obrigado.
Parab�ns, Agente Especial Supervisor Jones. Parece importante.
Sim, um pouco mais de autonomia. Muito mais trabalho.
- Ent�o est�s feliz. - Muito.
Mesmo assim acho que ele est� mais feliz que eu.
Escuta, vamos provavelmente celebrar. Queres vir?
Fica para a pr�xima. Sem autonomia, mesmo assim com muito trabalho.
- Est� bem, fica para a pr�xima. - Parab�ns.
Obrigado, meu.
Ajudo-te com uma condi��o.
Queres saber o que cont�m o C�dex.
Precisamente o oposto. Nem o quero ver.
Enquanto trabalhares com a sequela do engravatado, tenho de ser outra pessoa.
O que achas?
- Demasiado "Ringo"? - Demasiado "Bieber".
Se te queres redefinir, devias tornar-te abst�mio.
H� mentiras que nem mesmo eu consigo vender.
Compreendo a tua crise de identidade, mas tenho de me focar em roubar o C�dex.
Ilude o engravatado 2.0 a remover-te a pulseira.
O Siegel nunca me retirou a pulseira.
A primeira vez que o fizer, vai estar em alerta m�ximo. N�o posso arriscar.
Ela j� mostra que estive no museu. Preciso de uma raz�o para l� estar.
Podemos fazer a sobreposi��o.
Convencer outra pessoa a roubar o museu.
Dois ladr�es entram, um deles sai algemado.
E se estiveres a investigar um poss�vel roubo,
tens todo o motivo para l� estar.
Sim, mas quem escolhemos para isso?
Tem de ser algu�m bom o suficiente para o fazer,
mas algu�m que n�o nos importemos de tramar.
O Zev.
Quem � esse?
O Zev � a n�doa de todos os vigaristas.
Lembras-te do golpe do diamante De Beers?
Sim, passaste meses a plane�-lo e algu�m o fez uma hora antes de ti.
E executou o golpe exactamente como eu o planeei.
Foi o Zev. � o que ele faz. Ele � um ladr�o de ideias.
O ladr�o de ladr�es. E agora podemos usar isso contra ele.
E eu posso excluir um nome da minha lista de inimigos.
Para a maioria das pessoas isso � uma met�fora. N�o � uma lista real.
Melhor?
Ent�o...
O que podemos fazer o Zev roubar?
Uma pintura de Karen Kates. Estou a dizer-te, Barry,
est� ali, � espera que a roubem.
J� tratei de tudo. � o plano perfeito.
Vou soletrar todos os detalhes ao Zev.
Enquanto isso, eu conven�o o Siegel de que algu�m vai roubar o museu.
Ouvi rumores.
N�o sei quem � o ladr�o, mas dizem que acontecer� em breve.
As vigil�ncias s�o demoradas, Neal.
"Em breve" pode significar ficarmos l� durante semanas.
- Tens a certeza? - Sim, a informa��o � de confian�a.
Sabe que mais? N�o vou insistir, portanto...
N�o, n�o, n�o.
fazemos o seguinte, vou falar com os superiores.
Est� bem.
O que foi?
Acho que devia ser eu a falar disto ao Peter.
- Por qu�? - N�o quero que se prejudique.
A informa��o � minha. Devo ser respons�vel por ela caso seja falsa.
Eu falo com o Peter.
Est� bem.
O Siegel tem a paran�ia de que estou sempre a fazer vigarice,
portanto, usamos isso para fazer a vigarice atrav�s dele.
Quando o Peter souber, vai parecer que a ideia foi toda do Siegel.
- Achas que a informa��o � boa? - Sim.
A minha fonte parecia bastante confiante.
J� tens fontes de confian�a.
N�o perdeste tempo desde que chegaste � cidade.
Os bandidos n�o descansam. N�s tamb�m n�o devemos, certo?
Tenho de dizer que estou com ci�mes. Gosto de uma boa vigil�ncia.
Podes juntar-te a n�s.
N�o me importaria de ir.
Isso seria �ptimo, mas hoje tens o jogo dos Yankees.
Pois tenho. Pois tenho.
- Ent�o, talvez amanh�. - Claro.
Vigil�ncia aprovada.
Boa sorte para os dois.
N�o vai ser o mesmo sem ti.
Peter.
Tenho mais formul�rios para assinares.
E eu vou ter um s�ndrome do t�nel c�rpico antes do fim do m�s.
N�o sei como o Hughes geria toda esta papelada.
Ele tinha um carimbo com a assinatura dele.
Com o Caffrey por perto, arrisco o t�nel c�rpico.
� estranho?
Estou a falar de veres o Caffrey por a� a investigar com o Siegel,
enquanto est�s aqui sentado?
�.
�, mas existem muitas mudan�as a ocorrer por aqui.
A tua promo��o, o filho da Diana, o Siegel...
A mudan�a � algo bom.
Bilhetes para os Yankees � algo bom.
Sim, sim, bilhetes para os Yankees.
O que me lembra que
tenho de ir embora.
Tenho de apanhar a estrada subterr�nea para evitar o tr�nsito.
� uma longa hist�ria.
Quando foi a �ltima vez que verificaste a pulseira do Caffrey?
Peter?
H� dez minutos.
Est� em casa, provavelmente a pintar algo que n�o deveria.
Papel manteiga no forno.
Tal como a m�e fazia.
O livro est� ligado a uma placa de press�o A90,
por isso, n�o o poderei remover.
Felizmente, s� precisamos do cap�tulo 13.
Que frustrantemente intrigante da parte dele.
Pelo menos sabemos onde est� o cap�tulo.
13 p�ginas douradas significam 13 cap�tulos.
Esperemos que o Mosconi n�o tenha escrito um pref�cio.
Se o Hagen s� quer o cap�tulo, n�o tem a ver com o valor do livro.
N�o. Tem a ver com a informa��o nessas p�ginas.
Moz, podes deixar essas p�ginas em branco. Ningu�m as vai ver.
N�o em breve, n�o. Mas, eventualmente, h�o-de ver.
E quando esse diz chegar, o meu manifesto ter� a aten��o que merece.
Achas que o Zev mordeu o isco?
Segui-o esta manh�. J� se est� a preparar para isto.
O museu fecha �s 17h30.
Eu disse que ia desligar as c�maras de seguran�a �s 18h00.
E que iria entrar 15 minutos mais tarde, por precau��o.
O que significa que o Zev vai entrar �s 18h00.
Na realidade, vou faz�-lo �s 17h50.
� a� que tu entras.
Certo, tenho dez minutos at� o Zev chegar.
Roubo, saio e depois prendo-o com o Siegel.
Sabemos que o Zev vai encontrar uma forma de entrar.
Qual � a tua?
N�o me chegou a dizer o seu nome.
- Ol�. - Ol�.
N�o disse?
Desculpe.
- Rebecca. - Neal.
Tinha esperan�a de a encontrar.
- A s�rio? - Sim.
Tamb�m esperava chegar aqui antes do museu fechar, mas...
Um em cada dois n�o � mau.
N�o.
Definitivamente n�o �.
Esque�o-me sempre de tirar isto.
Juro que acho que at� o usei num jantar na semana passada.
Tenho aqui algo em que talvez me possa ajudar.
O que �?
Diga-me a Senhora.
Que idade tem isto?
- Parece da �poca da Renascen�a. - Sim.
Mas a din�mica da l�ngua �...
Se fosse ing�nua, diria que � o presidente num disco voador.
Pronto, quem fez isto ou � um g�nio ou um louco.
- Ol�. - Ol�.
Caramba, eu...
- Estou atrasada para uma coisa... - Claro.
que adoraria n�o ter de fazer.
- Eu entendo. - Mas tenho de ir.
� melhor...
- Rebecca? - Sim?
Preciso disso.
Pois. Desculpe!
- Adeus. - Adeus.
Ol�.
Entra. Vamos marcar terreno do outro lado da rua.
Chegaste cedo, gosto disso.
Quis dar uma olhada no museu.
Mas j� sabia isso pela verifica��o da minha pulseira.
N�o verifiquei.
Ainda.
Estava muito ocupado a procurar um apartamento em Village.
O que acha?
Podes ser um vigarista, mas estavas certo quanto � pizza.
O que lhe disse?
Trouxe-te uma coisa.
N�o era preciso... Obrigado.
N�o te comprei nada.
Apanha-me um criminoso e ficamos quites.
Est� bem.
Bem, tenho de admitir...
O camarote do dono mimou-me oficialmente demais.
� a �nica forma de ver um jogo de baseball daqui em diante.
Eu tamb�m concordo.
A s�rio?
Achei que nem estavas a ver o jogo a maior parte do tempo.
Bem, aquela recep��o calorosa pode ter-me distra�do um pouco.
N�o me estava a referir a isso.
Sim, o Peter Burke estava l� a ver, mas...
parecia que estavas a pensar noutra coisa.
Ser� que era na vigil�ncia?
Eu costumava viver para as vigil�ncias.
O r�dio,
o fiambre recheado da minha mulher,
conversa interessante...
E por fim prender o mau da fita.
E agora tens de te contentar com comer comida espectacular e
ver a tua equipa preferida, nos melhores lugares da casa.
Com a minha querida mulher.
Estava a ver se ias acrescentar essa parte.
Eles disseram que podia ir ter com eles,
n�o � assim t�o tarde...
De certeza que podias.
Ou podias tirar o penso-r�pido.
Bot�es de elevador?
A s�rio?
Bem, algu�m tem de os fazer.
O meu av� percebeu isso...
e criou um monop�lio.
Provavelmente porque mais ningu�m estava interessado.
A perda deles gerou os nossos milh�es.
Por qu� o FBI?
Vem de uma fam�lia abastada, podia ter feito muita coisa.
Cresci com banqueiros, accionistas, rapazes com fundos de investimento...
A certa altura percebi que estava rodeado de criminosos, s� que usavam fatos...
e tinham excelentes advogados.
Ent�o decidiu tomar uma atitude.
Bem, poderia dizer que o mi�do dos bot�es de elevador nunca se integrou.
- Isto n�o passa de uma vingan�a mesquinha. - Est� bem...
Fico entediado facilmente. Gosto de manter as coisas interessantes.
Sim.
Isto aqui � uma anima��o!
Estamos sentados � porta de um museu neste momento,
e estamos � espera que um tipo roube uma tela.
V� l�, diz l� que n�o gostas disto!
S� era mais entusiasmante quando era eu a roubar.
Bem, por isso � que gosto de ser o teu encarregado, Neal.
Ou vais lan�ar-me a carreira, ou vais arruin�-la.
N�o h� meio termo contigo.
E achas isso entusiasmante?
� melhor do que fazer bot�es.
Olhe.
�s 11 horas.
Estou a olhar para qu�, al�m de um p�ssimo penteado?
Aquele tipo j� deu a volta ao per�metro duas vezes.
Pode ser s� um tipo a passear.
V� l�, quantos tipos conhece que v�o passear com uma mala t�o grande?
Uma grande o suficiente para conter todas as ferramentas que precisa para o roubo?
Est� bem. Vou reportar � central.
N�o, n�o, se eu estiver enganado vamos assustar o verdadeiro ladr�o.
Est� bem.
Vamos abord�-lo.
Espere, um de n�s devia ficar aqui.
Caso seja falso alarme, podemos manter-nos vigilantes.
Sim, � uma boa ideia, Neal.
Fica aqui.
Oito minutos, Caffrey.
- O que � que est�s... - Perdi alguma coisa?
Neal, onde est�s? Era suposto j� estares no museu a esta hora.
N�o h� nada como uma vigil�ncia.
O que � que est�s...
Podias ter-me guardado uma fatia.
Pois, mas n�o sabia que vinhas.
A El foi sair com umas amigas e pensei em vir dar uma vista de olhos.
Onde est� o Siegel?
Ele viu movimento e foi investigar.
Bem, vou-lhe aquecer o banco at� voltar.
N�o devias estar aqui.
O Hughes acompanhava-me em algumas vigil�ncias na altura.
O problema n�o � o poderes estar aqui.
Pensava que ias gostar de uma �ltima vigil�ncia,
em nome dos velhos tempos. - Ai sim, e depois, Peter?
Um �ltimo caso como infiltrado? Um �ltimo caso?
Vai sempre haver uma �ltima coisa contigo, mas a verdade �...
que esta j� n�o � a tua vida.
- Neal... - J� n�o somos parceiros.
E se querias ir, devias simplesmente ir.
Tens raz�o.
- As c�maras est�o desligadas, Moz? - Est�o.
Senhor.
Ent�o.
Desculpe.
Qual � o seu problema?
Preciso de ver o conte�do da mala.
Continue.
- Passa-se alguma coisa, agente? - N�o. N�o.
N�o, est� tudo bem. Desculpe, pode prosseguir.
Barry, o engodo funcionou. O Siegel est� a voltar para o carro.
Come�aste um bocado tarde.
Deparei-me com um problema chamado Peter.
Bem, vais ter um problema com algemas se n�o voltares para o carro em breve.
Mant�m o Siegel ocupado mais um pouco.
N�o vai andar sempre atr�s de penteados.
O que foi isso?
O Zev chegou e o Siegel est� a encaminhar-se para ele.
N�o deixes que o Siegel o veja a entrar no museu, ou isto n�o vai funcionar.
E como � que fa�o isso?
Ele vai reconhecer-me da Little Star.
Se ele me vir a cara, vou para a choldra.
Ent�o n�o deixes que ele a veja.
O Zev entrou.
Felizmente ou infelizmente, o Siegel vem atr�s de mim.
Despista-o, Moz.
Preciso de mais alguns minutos.
N�o sei se os vais ter.
Tal como disse, o Zev � bom. Vai lidar rapidamente com a seguran�a.
Neal, o teu novo Engravatado n�o me pode reconhecer.
- Tens de fazer alguma coisa. - Eu sei, Moz. Espera.
N�o me referia a nada assim t�o dr�stico.
N�o fui eu.
Pensei que tinhas dito que ele era bom, Moz.
Talvez tenha permitido que a minha �nsia por vingan�a...
enaltecesse as aptid�es dele.
Anda l�, Caffrey, atende o telem�vel, raios. Preciso de refor�os.
- Viu-o? - O alarme disparou. Deve estar l� dentro.
Est� bem. Vamos.
O que temos?
Ele fugiu com a tela.
- Raios. - Muito bem, Baker, responde.
Sa�de.
- Sa�de. - Sa�de.
Querido! N�o estava a contar contigo.
Como est�s, Sarah? Rachel?
Eu tirei o penso-r�pido.
E como � que te sentes?
D�i.
Mas tens raz�o. Assim � melhor.
- Queres uma bebida? - Adorava.
Alerta - Tela roubada no museu Gershon.
Voc�s os dois sentaram-se � porta do Gershon
e deixaram um ladr�o roubar uma tela mesmo debaixo dos vossos narizes.
- N�o temos desculpa, senhor. - Vamos encontr�-la, Peter.
Ai sim? Como?
N�o t�m provas nem identifica��o.
A vossa sorte � que eu tenho algo. Falei com a seguran�a do museu,
e existe a possibilidade de o nosso ladr�o n�o ter agido sozinho.
Pode haver um c�mplice.
A seguran�a registou o uso da identifica��o de uma empregada mesmo antes do roubo.
Espero que depois de falar com ela cheguemos ao fundo da quest�o.
O meu primeiro serm�o do Peter Burke. Sinto-me cinco cent�metros mais baixo.
Eu costumava ter 1 metro e 20. V�-se habituando.
Espero n�o me habituar demais.
Vens?
Sim, claro.
Compreende que isto n�o augura nada de bom.
N�o, n�o compreendo nada. Eu...
Neal.
Ol�, Rebecca.
- Voc�s conhecem-se? - Lamento ter vindo at� aqui.
Sabias disto?
Absolutamente nada.
Sabendo que o museu podia ser um alvo, fiz um reconhecimento.
Atirou-se a mim. Fal�mos de...
Muitas coisas. Eu sei. E pe�o desculpa pelo engano,
mas precisava de saber se podia tratar-se de um trabalho interno.
Ou�a, n�o tive nada a ver com esta hist�ria.
Acredito em si, mas...
a situa��o est� bastante grave.
Ou�a,
juro que tinha o meu cart�o de acesso quando sa� do trabalho.
S� me apercebi que estava desaparecido
quando estes homens com distintivos apareceram no meu apartamento.
Encontrou algu�m que o possa ter roubado?
Um novo vizinho ou um desconhecido no metro?
N�o me ocorre ningu�m.
O agente Siegel continuar� a interrog�-la.
Neal, vem comigo.
Vamos arranjar uma solu��o.
- Vou tomar conta deste caso. - O qu�?
Fiz asneira.
Apareci e distra�-te quando devias estar a vigiar o Gershon.
- � culpa minha. - Peter...
E vai ser uma mancha no curr�culo do Siegel.
Posso assegurar-te que n�o � culpa minha.
Seja como for, vou remediar isto.
- Achas que ela est� envolvida? - N�o, acho que n�o.
Investiguei-a quando visitei o museu, n�o tem nenhuma motiva��o para o fazer.
S� a m� sorte de atrair a aten��o do ladr�o.
Sim, parece que sim.
Ent�o temos de descobrir quem est� por detr�s disto.
T�m de prender o Zev. Esta � a segunda vez que roubou de mim.
Tecnicamente, est�vamos a tentar encurral�-lo.
E fugiu. Que piora.
O FBI est� a interrogar uma mulher inocente por culpa minha, Moz.
Pois, tamb�m h� isso.
Por outro lado, roubaste o cap�tulo correcto.
E, surpreendentemente, �s vezes a realidade supera a imagina��o.
Fazes ideia do significado?
Ainda n�o, mas fiz uma c�pia.
Por isso vamos poder descobrir a raz�o do Hagen o querer assim tanto.
Ser� tudo in�til se n�o prendermos o Zev.
Quanto mais tempo permanecer livre, melhor v�o verificar o museu.
Podem aperceber-se que o quadro n�o � a �nica coisa desaparecida.
Ent�o resolve o caso.
Resolvi o caso. Criei-o.
Exactamente. Finge que n�o o criaste.
Faz o que tu e o Peter fazem sempre.
Resolve-o.
Ol�.
Ol�.
"Um �ltimo caso", �?
A prop�sito, disse certas coisas que n�o devia ter dito.
N�o, n�o, fizeste bem. Agrade�o-te por o teres feito.
Estou aqui porque estou em d�vida para com o agente Siegel.
Onde est� ele?
Achei que seria melhor sermos s� nos os dois no trabalho.
Um �ltimo caso.
Est� bem.
Que se passa aqui?
O propriet�rio da colec��o pediu que fosse restitu�do, depois do arrombamento...
Estamos a verificar antes de ser enviado.
Achas que o ladr�o roubou algo da colec��o?
N�o, mas mais vale prevenir que remediar.
N�o pode abrir isso! Pare!
O propriet�rio ordenou expressamente para n�o abrir.
Pe�o desculpa.
Achas que deixou algo para tr�s?
Disparou um alarme, at� os melhores podem cometer erros.
Est� bem.
Digamos...
que eras o ladr�o.
Tamb�m tens uma m�scara de esqui para mim?
O que farias se estivesses aqui?
Acabei de roubar uma obra de arte e o alarme disparou.
Est�s a suar.
Mesmo sendo um profissional...
sim, estou assustado.
O tempo de resposta da seguran�a n�o � o melhor, mas fico preso.
A porta de seguran�a principal desce mais ou menos...
- Aqui. - Peter, n�o risques o ch�o.
Eles t�m m�quinas para limpar isso.
Est�s preso. E agora?
Examinaria a porta para encontrar alguma falha.
� uma porta de seguran�a Mark x2.
Se eu tivesse pesquisado, saberia isso.
E tenho ferramentas comigo para o roubo do quadro.
Usava-as para abrir o painel de controlo.
E depois preciso alcan�ar o fio para cortar o circuito.
O que est�s a fazer?
Tirei as luvas.
O que significa que podem existir impress�es digitais.
A menos que tenhas sido esperto o suficiente para as limpar.
N�o, com a adrenalina no corpo e os guardas a caminho.
Trabalho descuidado.
- Ningu�m � perfeito. - Esperemos que n�o.
Enviem-me uma equipa de an�lise forense.
E algu�m do museu para descer as portas de seguran�a.
As portas?
Todas as portas de seguran�a?
Nem sequer eu vou �s compras quando o alarme toca.
Somente as da ala da exposi��o da Karen Kates.
- Vamos apanhar um ladr�o. - Vamos a isso.
Vamos, rapazes, um brinde!
FBI.
Zev Demetrius,
est� preso.
Pelo qu�?
Mantiveste a palavra, Caffrey.
E qual foi?
Entreguei-te uma pizza, tu entregaste-me um vil�o.
Podemos manter este acordo?
Transforme-o num jantar no "Masa" e temos acordo.
Tu e eu somos dois lados da mesma moeda, Caffrey.
- N�s? - Sim.
- Como assim? - Trilh�mos o nosso destino.
Apenas de maneiras diferentes.
- Vem de uma fam�lia rica. - � verdade. E depois fui deserdado.
Prender os amigos da fam�lia tem essa consequ�ncia.
Acho que isso explica
o anel fantasma.
N�o exactamente.
Ela perdeu a boa vida. N�o a censuro. Pensou que ia casar com um Siegel.
E, em vez disso, ganhou o Agente Siegel.
Desistiu de tudo isso por longas horas e poucas recompensas?
Sim, desisti.
Desististe dos lugares ex�ticos e das aventuras emocionantes pelo mesmo, Neal.
- Eu n�o tive escolha. - V� l�, Caffrey.
Ambos sabemos que te consegues livrar da pulseira quando quiseres,
se realmente o quiseres.
Tenho de te perguntar uma coisa, Caffrey.
O qu�?
- Bom trabalho, rapazes. - Peter, li o teu relat�rio.
O teu nome n�o aparecia l� e devia aparecer.
O caso era teu.
Eu intrometi-me e o correcto seria n�o o fazer.
De qualquer forma, obrigado.
Mal posso esperar para ver o que se segue.
O que me ia perguntar?
Queres tomar um copo?
Para comemorar?
Hoje n�o posso.
- Fica para a pr�xima. - Certo..
Para a pr�xima.
Bom trabalho o de hoje.
Cometi um erro.
Todos n�s cometemos erros.
Incluindo o Zev, felizmente.
Devias ter visto a express�o dele.
Provavelmente, era igual � minha.
Tirei as luvas, Moz.
Quando os Navajos criam uma obra, adicionam sempre um defeito.
Apenas o Grande Esp�rito � perfeito. O homem n�o deve tentar ser.
Isso � um pouco pomposo, n�o achas?
S� estou a dizer que somos meros mortais.
Todos cometemos erros de vez em quando.
Ultimamente cometo muitos e creio que entregar este cap�tulo � mais um.
O Hagen � um falsificador, se lhe dermos uma falsifica��o vai reparar.
Precisamos de um plano, Moz.
Para o plano funcionar,
o Hagen teve de dar-nos acesso ao cap�tulo.
Foi esse o erro dele, e vamos tirar partido disso.
Descobrimos o que est� escondido nas p�ginas e chegamos l� primeiro.
N�s os dois a descodificar um enigma...
Nunca apostes contra a casa.
A prop�sito, acho que cometeste o erro de usar essa peruca, MacGyver.
A s�rio? Est�s com ci�mes porque, pela primeira vez,
as pessoas est�o focadas nisto,
em vez de se focarem nisso.
Devem ficar mesmo focadas.
Se encontrar um clipe, uma bola e um el�stico de borracha,
fazes-me um leito de 8 faixas?
Consigo fazer um saca-rolhas.
Nisso j� acredito.
A imita��o do Engravatado j� me viu a cara.
O Hagen n�o precisa de ver.
Obrigado, Moz.
Armaste uma zaragata.
Tens o que querias. � isso que conta.
� o original?
Percebes de falsifica��es, diz-me tu.
E direi.
Esta rela��o funciona �s mil maravilhas.
E quando � que acaba, Hagen?
Sou um homem justo.
N�o te chatearei sempre com isto.
Quando tiver o que quero...
deixo-te em paz.
Mas n�o me dizes o que isso �.
V� l�, Sr. Caffrey. Sempre adoraste um mist�rio.
N�o estragues a surpresa.
N�o devia ser outra pessoa a fazer isto?
Agora �s o A.E.S..
E devolver uma pe�a de arte multimilion�ria � exactamente o trabalho de um A.E.S..
E sabe bem faz�-lo.
N�o percebo � porque est�s aqui.
� raro algu�m como eu devolver alguma coisa.
Achei que devia tentar uma vez.
Podias ter dito que era por causa de uma mi�da.
Porque n�o pode ser pelas duas raz�es.
Ol�!
Ol�...
� Neal, n�o �?
N�o menti em rela��o ao meu nome. Na verdade, nem em rela��o a nada.
Mas omitiu muita coisa.
Sim, omiti.
Ouvi dizer que foi exonerada.
Sim...
mesmo a tempo de ser despedida.
Porqu�? O quadro foi devolvido. N�o teve nada a ver com o roubo.
Os seus l�bios s�o os ouvidos do meu chefe.
Fui eu quem deixou o ladr�o entrar, por isso...
Porque roubaram-lhe o cart�o de acesso.
Por isso, vou � minha vida.
N�o importa.
Esperava que o dono nos deixasse ver e estudar o c�dex, mas agora n�o d�.
Lamento.
N�o tem culpa.
- At� logo. - Adeus.
� primeira vista, parece ser um roubo que n�o correu bem.
N�o tinha conhecidos por perto.
N�o se sabe porque raz�o aqui estava.
Achas que andava � procura de um apartamento?
Sim, mas n�o aqui.
* Team LegendasProject * Vem colaborar connosco!
www.tvsubtitles.net
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.