All language subtitles for Haunting.of.the.Innocent.2013.DVDRiP.XViD-FiRE

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Original subtitles

Exclusivo Horror Alternativo Legenda por MACKHA

- Tom! - Ol�

- � bom que nos acompanhe hoje. - Sim.

Estamos preocupados com um grande cliente.

Por isso estou aqui.

Est� tudo a�, s� precisa de ser fechado.

- Sempre atrasado, n�o �, Tomas? - N�o pensei que ficasse nervosa.

Se usasses o teu escrit�rio, n�o chegavas sempre tarde.

Mas assim n�o via a minha fam�lia. Est� tudo pronto?

Temos estruturas, scanners

os interiores aqui e a tipograf�a em geral est� no ecr�.

E sobre o or�amento?

Est� a ser corrigido, o Sr. Franklin aprovou.

- Subcontratados. - Com licen�as e aprovadas.

N�o andas atr�s do meu trabalho, pois n�o?

N�o me amaldi�oes.

- Podemos? - Executivas primeiro.

Senhoras e senhores, apresento-lhes o designer chefe,

no projecto arquitet�nico do museu de Hist�ria Natural.

Tom Polzan

Senhoras e senhores,

estamos a fazer hist�ria,

e se n�o aprendemos com os seus erros, podemos repeti-los.

A arquitectura n�o � diferente.

- Obrigado por vir. - Obrigado, esteve �ptimo.

Bom.

Tenho de ir para enviar um expediente para o escrit�rio de Nova York,

trate de ter esse plano feito para segunda de manh�.

Feito.

Bem feito isso, a ambos.

Aprendemos com o passado.

Molly, talvez devas tirar um pouco o nariz desse escrit�rio.

Impressionei-te, ent�o?

Quem sabe um pouco.

Tom.

Isso foi �ptimo!

Carisma fenomenal, baby.

Vejo porque o amas, � bom e talentoso. Vou andando.

Queres comemorar?

- N�o posso fazer isso. - Vou deixar-te ser forte,

sei o quanto gostaste da �ltima vez.

Estou?

� ele.

Onde estavas tu?

Onde estavas?

Vinha a caminho quando me ligaram.

Tudo bem.

Estou aqui agora, ok.

Est�s segura. Estou aqui.

Quero ir para casa.

S� quero ir para casa.

- Quero ir para casa, ok? - Ok.

Enquanto o doutor disser que n�o podes...

N�o, quero ir-me embora!

Por favor, promete!

Por favor, promete!

Merda!

N�o!

Isso n�o � uma desculpa aceit�vel, tu tinhas um trabalho, um!

Vender a maldita casa! N�o me ligues at� conseguires.

N�o � boa altura para vender.

Ficaremos bem, ok?

Ficaremos bem,

tenho um m�s e meio para alcan�ar os dois meses,

a ajuda do teu pai � imensa,

sem mencionar como tem sido compreensivo o senhor Franklin com toda esta situa��o.

Ainda quer que seja o l�der nesse projecto de San Francisco de que te falei

e esses gajos t�m mais dois projectos no final do ano, em Tampa e em Dallas.

ent�o ficaremos bem...ficaremos...

...bem.

Estamos perto, agora?

Perto, amor.

- Pai? - Ei!

O que � que a tua m�e te disse?

Isso parece-te familiar?

Obrigado.

- Av�. - Ei!

Aqui est� o meu pequeno!

- Cuidado pai, est� pesado. - Ei,

H� quanto tempo que n�o abra�o o meu neto? Muito!

E eu?

Estou t�o feliz por te ter em casa.

Eu tamb�m.

Eric, tu est�s �ptimo.

E voc� tamb�m, senhor.

- Obrigado por tudo. - Ei, fa�o qualquer coisa pela minha fam�lia.

Tenho de acomodar o Roger,

dormir tem sido dif�cil para todos n�s.

Vamos, macaquinho.

Mas m�e, quero ver a cabana com o av�.

Ei, anda c�.

E ver�s. Vou ensinar-te coisas que ningu�m viu,

coisas nunca imaginadas numa terra horr�vel como Los Angeles

Mas isso ser� amanh�, meu pequeno, esta noite

ser�s embalado pela noite e sonhar�s com vit�rias em Valhalla.

- Sou o Thor! - Nada de pesadelos, pai.

- Anda, vamos. - M�e!

Ei, amigo, ouve a tua m�e.

- Tens a certeza que podes com isso? - N�o estou t�o fraco ainda, Tomas.

Diz-me honestamente,

como est� ela?

T�m sido umas semanas dif�ceis

mas ela � forte. Isso � o que precisa agora.

Finalmente concordamos.

- Mas se isso n�o tivesse acontecido... - Jesus, l� vamos n�s!

- Pedi-te para fazeres uma coisa, Tomas... - Sim, mas n�o abandonar

o meu trabalho, a minha carreira, a minha vida, para que pudesse estar perto dela.

...era somente proteg�-la.

Algo que claramente n�o pudeste fazer.

Eu amo-a tanto como voc�!

Mesmo?

Algo me diz que isso n�o � verdade.

Tudo o que a sua filha me pediu, eu dei-lhe,

e agora pede-me para que eu a traga aqui, e ent�o?

Aqui estou!

Foi uma longa viagem,

queres ter uma boa discuss�o, mas podemos fazer isso depois.

Agora temos um menino de 10 anos que precisa de escovar os dentes.

N�o precisas de deixar toda a casa s� para n�s, pai.

Tu n�o precisas de um velho agora.

Nem sequer tens telefone na cabana.

Enfim dormiu.

Parece uma boa ideia.

Boa noite, pai.

Boa noite, querida.

Esse sentimento n�o se vai embora.

Vai levar um pouco de tempo.

Ei! Estamos em casa.

Estamos em casa, ok?

Aqui estamos.

Porque nunca a conheci?

Ela morreu quando tinha a tua idade.

Como?

Queres colocar as flores?

P�e-as nas pedras.

Assim.

V�o morrer?

Isso f�-las especiais,

se a tiv�ssemos para sempre, n�o a valorizariamos.

- Tenho fome. - Tom.

Tom?

Lamento, sim. Eu levo.

Precisas de tempo?

Sim, vou para a loja da m�e.

Encontramos-te depois.

Somos tu e eu, amigo,

tu e eu.

Ela era uma boa mulher.

- Conheceste a minha m�e? - Muito bem, Brenda.

Lamento, n�o sei quem voc� �.

Chamo-me Beyla.

Prazer, Beyla.

Para uma jornada segura.

Obrigado.

Espero que possamos conversar outra vez,

gostaria de compartilhar coisas da sua m�e.

- Deixe-me apontar o seu n�mero. - N�o o deixou no carro?

Sei que est� aqui nalgum lugar.

- Como est�o as patas de frango? - De chupar os dedos, pai.

Que tipo de trabalho fazias?

Pai?

Que tipo de trabalho fazias?

A tua av� era dona de uma floricultura.

A m�e vai trabalhar l�?

N�o sei, talvez.

- Voc�s est�o bem? - Sim, acho que sim. Obrigado.

Se precisarem de alguma coisa, estou por perto.

Posso trabalhar l�?

Tu s� tens 10 anos, o que...?

� s� uma loja.

Com licen�a,

- Lamento muito a espera. - N�o, tudo bem.

Podia dar-nos um pouco de frango para levar, por favor, e a conta?

- Claro, vai querer mais alguma coisa? - N�o, obrigado.

N�o? Est� bem.

Obrigado, pessoal.

Ela � gentil, todos aqui parecem fixes.

Acaba, anda.

Ok, um pouco para levar.

H� uma pastelaria ou uma loja de doces na cidade?

Desculpa...

...tem...

...tem de sair...

Fica na rua por onde veio, � direita,

alguns quarteir�es acima.

Muito obrigado.

Espero v�-los outra vez.

Pai. H� algo de errado com a m�e?

Anda c�.

Lembraste do m�s passado, quando a m�e teve aquele acidente?

Ok, isso deixou-a cansada,

ent�o agora vamos ter de ajud�-la, ok?

E ser pacientes.

Se vires que ela est� triste, d�-lhe um abra�o.

Sei que a amas. Vai ficar bem.

Ah, n�o!

Entre, entre, por favor.

N�o me lembro da �ltima vez que aqui estive.

Bem,

n�o te interessava muito quando crescia.

Tens a certeza que est�s bem aqui?

A casa � espa�osa e o Roger gostava de te ter por perto.

Ei,

tenho tudo o que preciso aqui, agora.

A minha filha voltou para casa.

Pai.

O que foi?

Conta-me.

Sinto-me envergonhada, como se a culpa fosse minha,

e n�o � s� isso, vejo coisas e n�o sei...

...n�o sei se s�o lembran�as,

ou se estou a inventar coisas na minha cabe�a.

Que tipo de coisas?

A m�e.

Quando morreu,

apenas...

...n�o sei...

Ouve,

fizeste bem em vir aqui.

O Tom decidiu bem, tamb�m.

Est�s a desenhar para a tua m�e?

Este sou eu, e tu e a m�e.

Parece mesmo ela.

Esta � a �rvore do cemit�rio,

fiz do modo como se deve ver.

O que queres dizer com "como se deve ver"?

- E este? - � a Beyla e a sua fam�lia.

- Quem � a Beyla? - Ela vive aqui.

- O que � isso sobre ela? - S�o runas.

- Runas? - Sim, magia do livro que o av� me deu.

- Magia, h�? - Disse que faz com que as coisas aconte�am.

Onde � isto?

Roger, fica aqui.

Tom?

Levante-se.

O que aconteceu?

Ouvi barulhos, vim...

- Voc� est� t�o frio! - Vamos lev�-lo para dentro.

Roger?

Vai, eu cuido dele.

Que ama boa tu me sa�ste, h�?

Primeiro estou sozinho com ele pela primeira vez,

e nem sequer pude ajud�-lo.

Em minha defesa, grita como uma menina.

Ainda n�o entendo porque o deixaste sozinho,

pode ter sido s�rio.

Eu disse-te.

Ouvi barulho, olhei e pareceu-me ver...

...n�o esteve sozinho mais de cinco minutos.

J� n�o importa, est� bem.

Vou s� dormir com ele esta noite.

Brenda?

Amo-te.

Como est� ele?

Bem.

- Posso dormir no sof� hoje, se quiseres. - Por favor.

Claro.

Pai? O que sabes sobre uma mulher chamada Beyla?

- Disse que conhecia a m�e. - Eram muito pr�ximas.

A m�e nunca falou dela.

Bom, a tua m�e tinha segredos, como toda a gente.

Quem � ela?

A sua fam�lia viveu na regi�o durante s�culos.

A tua m�e andava sempre a falar nisso,

a linhagem neutra.

Mas � t�o jovem.

Bom, aparentemente teve uma decentente,

como muitos por aqui, est� muito orgulhosa da sua heran�a viking.

Onde a viste?

No cemit�rio,

disse que esperava que pudessemos conversar.

� uma longa hist�ria.

Algum dia conto-te, mas n�o esta noite.

Vou preparar um ch�.

M�e?

- O que fazes acordado? - Tenho medo.

Querido, medo de qu�?

N�o h� nada para ter medo aqui.

� s� uma �rvore,

Viste? N�o h� nada que...

Est� bem, ok? � s� um p�ssaro.

Viste?

Est� tudo bem, ok? Prometo.

Olha para isto,

Lembraste disso no livro do av�?

- � uma algheia. - Algheia?

� um velho s�mbolo que protege as crian�as das coisas m�s,

- A s�rio? - Protegeu-me quando eu era pequena,

agora protege-te a ti.

- Algheia. - Sentes-te melhor?

Ent�o dorme, volta para a cama.

Fico aqui at� dormires. Vamos.

"Minha querida Brenda"

"li esta carta v�rias vezes"

"tentando encontrar as palavras certas para dizer."

"S� posso expressar o quanto te amo e"

"quanto cuidarei de ti neste mundo e no outro."

"Fiel e sincera ao teu cora��o,"

"estarei contigo na jornada."

"Fica em paz, minha filha,"

"espero que a encontres."

"A tua amada m�e,"

"Leisa"

Bom dia...

Merda!

- Assustaste-me. - Claro.

Estava a sonhar, n�o sabia onde estava.

- Sinto muito. - � s� uma fase.

Tens a certeza disso?

Do qu�?

Isso. Tudo isso.

Do que est�s a falar?

Algo...

...algo n�o est� bem.

Tens de ser pouco mais espec�fico, Tom.

Olha, vai s� fazer um pouco de caf�,

des�o num minuto.

- Bom dia. - Bom dia, m�e.

- Dormiste bem? - Bem.

E tu, pai? O sof� estava bom?

Dormir � para a gente da cidade,

Como est� o Tom?

- Est� bem, acho eu. - Sinto-me melhor,

um pouco cansado

e com fome...

...estou a morrer de fome.

Tenho de ir ao mercado hoje.

Que tal isso?

Voc�s v�o � cidade fazer compras,

e eu cuido do Roger, hoje.

Olha, Eric, n�o precisas de fazer isso.

N�o,

n�o nos mud�mos para c� para servirmos de amas.

Temos outras coisas para fazer,

N�o � mesmo, lobo?

Est� bem.

Vou arranjar-me.

Obrigado, pai,

e nada de cabana.

- P�ra, p�ra! - Porqu�?

Porqu�?

N�o sei, acho que j� estive aqui antes.

Espera.

Queres que eu te espere?

Vou ligar-te.

Ol�?

Est� aqui algu�m?

Ol�, Brenda, bem-vinda.

Sinto muito,

foi um choque e eu...

...n�o sei porque estou aqui. - O que interessa?

O que interessa � que est�s aqui, e por isso estou feliz.

Queres um pouco de ch�?

- Claro. - Ok.

Ent�o, conversamos e tomamos um pouco de ch�.

- A tua loja... - Tudo bem, agora vamos.

Sinto muito, eu...

...n�o te vi.

Devias prestar mais aten��o.

Sim, tens raz�o. Devia.

- Eu conhe�o-te. - A s�rio?

- Tu estavas no cemit�rio. - Estava.

Estavas a visitar algu�m chegado?

- N�o, a minha mulher sim. A sua m�e. - Lamento a sua perda,

mas estou feliz por estares aqui.

Por favor, senta-te. Acomoda-te.

Estou a assustar-te, n�o era minha inten��o,

s� quero que sejamos amigas, como a tua m�e e eu �ramos.

- Conheceu-a h� quanto tempo? - O suficiente para saber

que tu �s a filha da Leisa.

- �s muito jovem. - N�o t�o jovem como voc� pensa.

Plantar orqu�deas azuis foi o meu primeiro trabalho de ver�o.

Depois fic�mos amigas.

S� acho estranho que n�o tenham falado de si, quando morreu.

Claro.

Isto vai fazer-te bem.

O que �?

Angelica, Butch e Noz irlandesa, era o favorito da Leisa.

Nunca tinha provado nada assim.

Eu mesma o fa�o.

Est�s bem?

Desculpe...

s� tenho...

muitos sentimentos...

e lembran�as do passado deste lugar, desde que voltei.

- Eu n�o sei. - N�o h� necessidade de te sentires assim.

Sentes a sua falta,

eu sei.

Voc�s conversavam durante horas, quem sabe das mesmas coisas,

Do que falavam?

Av�? Quem faz as runas?

Essa � uma pergunta muito inteligente, pequenino.

Sabias que somos os �ltimos de uma fam�lia de lutadores?

Mesmo?

Os homens que descobriram esses bosques antes

dos ingleses e espanh�is, desenharam a linha.

Pese embora ferozes e determinados,

contudo n�o eram exploradores.

Nas colinas, estabeleceram-se em muitos locais, mas todos tombaram

tomados por doen�as.

E como descendemos n�s deles?

Alguns usavam o poder das runas para afastar o mal,

para proteger as suas fam�lias.

Ficavam juntos e encontravam uma forma de sobreviver.

A fam�lia

� tudo, Roger.

Lembra-te sempre disso.

Roger?

Roger?

O que est�s a fazer?

Vamos, meu,

vamos voltar para casa.

A tua m�e estar� em casa, logo.

Enquanto o tempo passou, algumas col�nias formaram-se, t�o longe como o Oklahoma,

outras muito mais al�m.

- Vikings em Oklahoma? - Muitos n�o acreditam nisso,

mas h� quem encontrasse aqui um bom lugar.

E Thornbee?

Como conta a hist�ria, uma col�nia cresceu como nenhuma outra.

Isso foi at� que construiram os vilarejos.

A col�nia deu as boas-vindas aos seus irm�os e irm�s,

incluindo uma bruxa.

Uma guerra come�ou, n�o muito depois,

irm�os lutaram com irm�os, pais mataram filhos

A col�nia estava em ru�nas e a bruxa e os seus disc�pulos andavam pelos bosques,

enquanto isso, eram seguidos pelo filho da bruxa,

um guerreiro de grande for�a e

esp�rito diferente.

O guerreiro seguiu a sua m�e pelas terras at�

que a alcan�ou onde hoje, supostamente, � a cidade.

Dizem que o guerreiro morreu onde caiu.

Deixaram-no, e nunca recebeu o funeral viking que merecia.

Ela quis que n�o fosse a Valhalla

ent�o amaldi�oou-o,

deixando-o aqui para sempre.

E a sua m�e, a bruxa?

Dizem que o seguiu at� � �rvore do cemit�rio

e l� em baixo, ela morreu.

O seu corpo foi enterrado sob as ra�zes da �rvore, para que n�o escapasse.

Assim que morreu, todos os que estavam sob a sua maldi��o, ficaram livres,

e acomodaram-se nas terras livres.

Isso parece t�o...

...� que nunca ouvi nada disso na escola.

Claro que n�o, � s� uma hist�ria.

Vejo porque a minha m�e adorava cont�-las,

sempre me contava hist�rias quando era pequena.

Dei-lhe um livrinho de hist�rias, e guardou-o religiosamente.

- Um velho, de couro? - Sim.

- Encontrei-o. - Excelente.

Esperava que to desse, e quando chegasse a altura

que tu o desses ao Roger.

- H� uma foto tua nele. - Bem, eu n�o.

Um ancestral, talvez.

- Do que se trata? - Tradi��es, cultura, rituais,

� sobre a fam�lia. Conheces as runas?

Algumas, o meu pai usava-as.

Cada uma tem um significado especial,

um certo poder. Alguns dizem que se fizermos uma runa invertida,

o seu significado torna-se negro, negativo.

Toma um Thurisaus, por exemplo.

Como viste, o Thurisaus representa vontade de instinto.

Mas invertida,

representa trai��o, viola��o.

Se quiseres, posso ensinar-te as runas como ensinei a tua m�e.

- Adorava. - Bom.

Bom, ent�o est� combinado.

- Mas agora j� � tarde. - Tarde?

Antes de ir, tenho mais uma coisa para ti.

- N�o posso aceitar. - Podes,

e vais.

Deixa-me colocar.

Dar-te-� for�a para o que vier.

� lindo.

Obrigada.

Obrigado por vires para casa.

- O que est�s a fazer? - A ver fotos.

Vai par� ali.

Sabes, fiz isto especialmente para ti.

- Deixa-me ensinar-te uma coisa. - O que foi?

Viste isto? Estas s�o as fotos da tua av�.

- Deixa-me ver. - E esta,

� do dia em que nos cas�mos. - Era bonita.

Sim, ela era muito bonita.

Como a tua m�e, como tu.

- N�o sou bonito, sou um menino. - �s?

Av�!

Essa,

essa � do dia em que nos mud�mos para Thornbee.

- Sabes quem � essa? - Quem?

- � a tua m�e. - Era um beb�?

Era.

Essa � a Beyla!

- Quem? - Ela!

Desenhei-a.

Beyla.

A Beyla era amiga da tua av�, ela...

acho que, enfim, os teus pais chegaram a casa.

- M�e? - Brenda?

Brenda?

- Tira as m�os de cima de mim! - D�-lhe tempo!

- Pai, o que aconteceu � m�e? - N�o, a m�e vai ficar bem, ok?

Ela subiu para dormir uma soneca, ficar� bem. Tudo vai ficar bem

porque estamos em casa, n�o �?

Dizer isso n�o quer dizer que v� acontecer.

Sim, pois nada mais parece estar a funcionar.

Roger! Vai para cima e faz a tua mala.

- Para dormir? - Claro que n�o,

n�o vais a lugar nenhum, fica aqui. - Tu pensas que eu sou o inimigo

Tens de resolver isso. Tens esta noite.

Roger, vai fazer a mala, ei! N�o te esque�as da escova de dentes.

Ok, ent�o! Qual � a ideia, o que sugeres?

- Vai com ela e fica. - Ficar? Ficar com o qu�?

N�o fa�o ideia do que se passa, nem sequer me contam.

Pensei que vir aqui �a melhorar as coisas, mas n�o, pioraram,

ela n�o se sente bem, nunca se sentiu bem aqui

E n�o se sentir� bem, at� que resolvam isso.

- Porque se importa? - Porque � a minha filha!

- E amo-a. - Eu tamb�m a amo, ok?

Isso n�o vai mudar, n�o importa quantas pedras atire.

Vou ignorar a sua ira,

vou levar o meu neto comigo, esta noite,

e tu vais parar de chorar como uma mulherzinha!

E vais resolver os problemas de matrim�nio com a minha filha,

porque se achas que te odeio,

imagina s� como eu me sentiria com o pensamento da minha filha a ser infeliz

por tua causa.

Amo-te, m�e.

- Onde est� o av�? - Est� � espera l� fora.

Pai?

Tu e a m�e v�o divorciar-se?

- Quem te ensinou essa palavra? - A Shelly, na escola.

Os seus pais divorciaram-se e agora ela est� triste.

Ouve, sinto a tua falta.

Farei o poss�vel para que a tua m�e e eu fiquemos juntos

por toda a vida, ok?

Bom.

Amo-te, amigo.

- S� bom para o av�. - Serei.

Brenda?

- Brenda? - Vai-te embora.

N�o.

- Fala. - N�o h� nada a dizer.

O que queres dizer com n�o h� nada a dizer?

- Vai-te embora! - Quero ajudar.

Eu sei, mas...

...n�o posso fazer isso. - amo-te,

e n�o me vou embora at� que fales!

P�ra!

P�ra! Ok?

P�ra! Deixa-me!

P�ra!

Sinto muito.

Sinto muito!

- Vai � merda! - Brenda.

Fui violada!

Um gajo veio por tr�s, agarrou-me, atirou-me ao ch�o e violou-me!

E sabes qual a parte mais doentia de toda a viola��o?

Quando me segurava as pernas, juro que me molhei.

N�o tive de aguent�-lo, eu gostei.

Disfrutei.

Vim-me duas vezes enquanto me violava,

nunca me senti t�o bem e t�o mal ao mesmo tempo.

Fazes ideia de como � sentir isso?

N�o, tu n�o sabes!

Mas agora sabes porque n�o posso abrir mais nada assim.

Porque n�o posso falar!

O meu interior est� retorcido,

a minha mente � um desastre e por mais que te ame, n�o podes ter-me!

Diz o que posso fazer para te ajudar, diz o que posso fazer!

S� preciso de sair daqui.

O que posso fazer para te ajudar?

- Onde? - N�o aqui.

Espera e diz-me onde estar�s e... p�ra!

Sinto muito, n�o sabia onde ir.

Por favor, entra, fico feliz por te ter aqui.

- Vejo que trouxeste o livro. - Sim.

Agora, conta-me o que aconteceu.

Acho que n�o posso. Desculpa, n�o quero ofender-te, s� que...

Tudo bem. Contas-me na altura certa.

Obrigado.

- N�o sei como te pagar. - N�o sejas parva.

N�o me deves nada,

s� o facto de teres voltado e trazido o livro � o suficiente para mim.

Sim, sabia que aqui era o �nico lugar que poderia vir,

s� apanhei o livro.

- Posso? - Claro.

� um livro t�o bonito.

Disseste que ensinaste a minha m�e a l�-lo?

Sim, era uma �ptima aluna. Ensinei-lhe muitas coisas,

estava sempre disposta a aprender.

E que mais?

Metodolog�a, hist�ria, valor,

amor.

- Porque estou aqui? - Onde mais queres estar?

- Na cama. - Sozinho?

- N�o. - Com quem, com o Tom?

- Com... - Quem, o Tom?

Tu.

Dormiste bem?

Sim.

N�o consegues vencer-me!

Sim? Olha para isto.

Av�, h� algo a queimar-se.

Isso � porque geralmente n�o cozinho...

...para outras pessoas.

Ah, n�o!

Roger! Onde est�s?

"Diz ao Roger que o amo,

voltarei."

Ol�, Eric, passou tanto tempo.

N�o o suficiente, Beyla.

Onde est� o Tom?

- Foi-se, por agora. - E o Roger?

Deixa-o em paz!

Onde est�?

Bem.

Senhor Franklin.

Por favor, sente-se.

Pe�o perd�o por nos encontrarmos aqui, mas,

h� assuntos no escrit�rio em Miami que precisam da minha aten��o,

e tenho de voar para l� hoje. - Bom, algumas coisas nunca mudam.

Esta � a nossa oferta para que voltes para a empresa em Los Angeles

a tempo integral.

Desculpe, pensei que isso era sobre um novo projecto em San Francisco.

N�o h� mais trabalhos independentes, Tom.

Tu ser�s o arquitecto l�der em Los Angeles,

todos os detalhes est�o a� dentro.

Senta-te, almo�a.

A Molly finalizar� todos os detalhes.

- Sim, Senhor. - Espero que voltes.

Tu �s um dos melhores, e sempre foste.

Obrigado, senhor.

N�o mudes isso.

Queres contar-me o que aconteceu?

- O que queres dizer? - Parece que est�s a ficar vazio.

N�o � nada, estou bem.

Sabes quem disse que estou bem?

As pessoas.

- N�o me psicoanalises, Molly. - N�o faria nada contigo, Tom.

Excepto fazer-te feliz.

Mas antes que fale, acho que deves saber que me ordenaram

n�o levar um "n�o" como uma resposta aceit�vel.

Merda!

- Que diabos aconteceu contigo, Tom? - N�o � nada.

N�o � nada? Que merda � essa?

N�o te atrevas, Tom, nem penses nisso.

- Estou? - Pai?

Roger!

- Recusa, Tom, ou toma uma decis�o clara! - Pai!

- Precisamos de ti! - Quem?

- A m�e? Roger! - Pai?

Maldi��o, n�o!

Se tu fores, se saires por essa porta, podes dizer adeus a mim e ao teu contrato.

- � o meu filho, Molly. - Vai ter de crescer, em algum momento.

A minha fam�lia precisa de mim!

E eu, Tom?

Eu?!

Brenda? Roger?

Eric?

Onde diabo est�o voc�s?

Onde?

- A Beyla. - Quem?

- A Beyla est� com eles. - Onde?

- No cemit�rio. - Que diabo fazem l�?

A Beyla vai fazer um sacrif�cio.

- Claro que n�o. - Espera!

Posso ajudar.

"Isso eu digo como a d�cima terceira, vinte reis sentaram-se em Sjolund durante quatro invernos

de quatro nomes, nascidos de quatro irm�os:

Filhos de Hr�ulfr

Filhos de Rugulfr

Filhos de H�rr

Que diabos se passa?

Filhos de Bjorn

Deixa-me ir, Eric, deixa-me ir!

Eric!

Deixa-me ir!

O que est�s a fazer?

Digo que o conto popular dos homens jovens

da linhagem de Ingold foi apagada

pelo sacrif�cio de uma mulher

Brenda?

Brenda, o que est�s a fazer?

Brenda, ouve-me, merda!

Digo que o conto popular dos homens jovens...

Este � V�linn.

Ele podia esmagar um gigante.

Este � V�linn.

N�o vou deixar que te toquem.

Ouves? N�o deixo que te toquem.

N�o lhe toques!

Apanhei as runas!

A gritar apanhei-as!

Brenda! Brenda!

Este � o nosso filho.

Digo que o conto popular dos homens jovens...

Sibbi de V� criou um filho.

Pai?

Rog.

E a partir dessa �rvore ca�.

Assim, enquanto cai o seu sangue

daixamo-la cair tamb�m.

Com o tempo ter� o esp�rito,

Ser� do livro para ti.

Como o tempo...

Legenda por MackHA Exclusiva do Horror Alternativo

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