Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
MANIFESTO GORDX
Manifesto Balofx.
Anarkorp�rexs. O punk nunca far� dieta.
Nosso korpo, o primeiro inimigo. � agora, no presente Gordx.
Porque n�o se nasce gordx: torna-se gordx.
Enunciamos: �algumas garotas s�o maiores que as outras�.
Somos xs anarKorp�rexs.
Proclamamos;
primeiro, reconstruiremos nossas vidas com o que somos, o que incomoda,
o transbordar dx porcx que deseja viver.
Somos gulosxs e tentadorxs,
puro Eros feito tes�o da boa mesa e do bacanal.
Gostamos do calor que d� a gordura nos dias frios de inverno
e frente � cultura do recato, de parecer e fazer tudo direitinho,
n�s somos as trincheiras do fascismo/ditadura da pele.
Somos vida transbordada de prazer oral,
porque gostamos de comer e n�o queremos reprimir tais desejos
s� pra agradar a fam�lia, x amante do momento ou o chefe que n�o quis me contratar pela m� apar�ncia.
Somos a den�ncia andante das inconsequ�ncias da democracia dos corpos.
Custe o que custar porque n�o negociamos os prazeres estomacais.
Somos xs que n�o resistem a desaparecer frente ao emagrecimento das diferen�as corporais.
Porque ser gordx n�o � algo aned�tico, � pol�tico, contra o estabelecido.
�O que n�o encaixa, o que excede, estala limites, costuras e z�peres..."
"...assentos no �nibus, fronteiras, fic��es, desejos.�
Aqui est�o minhas dobras, minhas sobras, aqui est� o corpo, esse que n�o corresponde,
que aparentemente ningu�m quer comer, esse corpo enfermo.
Falamos como gordxs, balofxs, desde as estrias, celulites, pneus gordurosos e sebosos
que recorrem nossos corpos transbordados, o eterno apelido de escola,
prolet�rixs da beleza e da sa�de, mais desejantes que desejadxs.
Falamos as baleias transfeministas, radicais,
porque n�o basta destruir o g�nero se n�o dinamitamos tamb�m as normas corporais.
Porque no fundo damos nojo ao teu sistema de vigor, fortaleza, fecunda��o e for�a (de trabalho e militar).
Falamos xs gordxs que n�o comemos carne,
que acreditamos que o racismo o sexismo o heterossexismo e o especismo
s�o cadeias que devem ser destru�das.
Xs que n�o queremos trabalhar, xs que desejamos deixar de ser,
abortar, xs que n�o queremos parir, fazer greve.
Tamb�m falamos xs gordxs peludxs, hediondxs, xs feixs, as bichas superfemininas,
n�s que n�o estamos no porn� a n�o ser por fetiche,
as caminhoneiras, as desalinhadas, as que arrotam na mesa,
nojentos, perturbadoras, excessos, nunca quietos nem impec�veis.
�ramos a gordinha simp�tica, a que ningu�m chamava para o baile, a que nunca conseguiu fazer dieta,
t�mida, a que se cobria, a gorda escrota, essa que sempre queriam que fechasse a boca,
a porca, a bola, baleia, saco de areia, Seu Barriga, Dona Redonda, Jaime Palilo.
Para o resto, nosso corpo � um grande globo deformado, gorduroso.
Porque todxs somos potenciais obesxs anor�xicxs.
N�o queremos nos modificar nem que nos aceitem pelo que somos �por dentro�,
nem nos autotorturar com dietas e exerc�cios extremos;
queremos que os desejos se desaprendam
e que nosso corpo se transforme em pot�ncia de desejo pelo simples fato de ser corpo.
Falamos para os/as gordas/os que ainda se encontram no espa�o do sil�ncio,
da vergonha, da piada�
N�o te convidamos a sair do arm�rio dos n�meros,
mas a destru�-lo!
O espelho n�o � um reflexo da realidade,
o que vemos nele n�o � mais que uma constru��o social a ser desconstru�da.
Mostramos as garras, uivamos como lobas e sa�mos do espa�o do sil�ncio
HOJE GORDX, ONTEM PUTA, AMANH� LOBO.
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.