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"Shelley Masterton. 26 anos de idade. Solteira."
"Herdou uma enorme fortuna."
"A maior acionista de um vasto complexo internacional de negócios."
"Sua fortuna pessoal é de 30 milhões e fica cada vez maior."
Realmente fez sua lição de casa.
Sei mais sobre ela do que seu melhor amigo.
O que sabe, onde vai, o que ela faz.
- Quanto acha que vai levar? - O céu é o limite.
Ela poderia pagar a dívida nacional e nem mesmo sentir.
Muito bem, fico com você. Quanto vai precisar?
- Digamos 10 mil? - Fechado.
E recebo meu investimento de volta mais 50% do que conseguir.
- 40. - 50. Se insistir, serão 60.
Aperto de mão de vigarista não vale nada.
Minha segurança é que sabe que ninguém escapou de mim por ter me enganado.
Certifique-se de obter cada centavo que ela tiver.
Tudo.
Episódio 23: "ATÉ À MORTE, AMIGO"
Buenas noches.
Soa como 10.720 dólares.
10727. Mas chegou perto. Muito bom.
Por que americanos adoram o pôquer?
Você passa três dias jogando para ganhar o que perde.
É o jogo. É o jogo. Blefar... Tentar a sorte...
E esta noite, fui soberbo.
- Três sílabas: so-ber-Bo. - Pena que não falará sobre isso.
- Você quer ouvir? - Não, não, não.
Gostei disso. Foi uma cena incrível.
Estou contra um jogador, um aristocrata espanhol,
como Conde ou Duque ou Rei ou algo assim.
De repente, perco sete. Então ganho cinco dele...
- Centenas? - O quê? Milhares!
El Pokerino, ele fica muito nervoso. Está acabando comigo.
A próxima cena, ele fica frio. Em seguida, quente, depois frio.
- Aí você começou a ganhar? - Certo.
De repente, comecei a dar as cartas...
e a próxima coisa que sei, sou o papai de 100 mil dólares.
- Como um cordeiro ao matadouro. - Isso.
Primeiro, ele ganhou 10 mil, certo? E então saiu.
Quando voltou, você começou a ganhar.
Bonito!
É o mais antigo truque do mundo.
Primeiro, ele levou o seu dinheiro real...
- Depois lhe deu dinheiro falso. - Certo. Falsificado.
- Você sabia? - Sim. Com certeza.
Pegou seu dinheiro de volta?
Claro. Depois do jogo, dei-lhe um curso intensivo de dor.
Adoro um perdedor de pôquer.
- Levante-se! - Por favor, John!
Shelley, eu avisei sobre ele. Não terminei com você, Foster!
Tem uma maneira melhor. Boa noite.
Obrigado pela ajuda.
Uma bebida seria melhor. Daniel.
- O que gostaria? - Uísque-soda.
- Daniel? - Dois uísques-soda.
Dois uísques-soda e outro um Brandy.
- Sua filha? - Não, Shelley Masterton.
Oh, a herdeira do sabão. Ela vale 30 milhões de dólares.
Isso dá bastante espuma. E o senhor?
John Hatton. Seu consultor financeiro desde que seus pais morreram.
- Nunca houve problemas... - Até agora. Carl Foster.
- Você o conhece? - Eu o conheço,
e cada hotel em Miami conhece.
Quando ele está por perto, tranque as esposas, filhas e viúvas.
Presumo que ele é um mecânico de senhora rica?
Certo. Uma mexida no coração e lá se foi o dinheiro.
- Shelley sabe disso. - Mas acha que isso é diferente.
- Ela acredita que é a coisa real. - Roubo Real.
- Muito bem colocado, Daniel. - Pobre moça.
Nada que eu possa fazer para impedi-los de se casarem.
Agora vai colocar uma maçã na cabeça?
Não.
Vou querer o vermelho, eu acho.
- Uma boa escolha. - Acha?
Veja isso.
Quis dizer azul. Não vermelho, era o azul.
Daltônico. Puxou o lado da mãe.
- Shelley Masterton. - Boa menina.
Muito fácil para um cara como Foster.
Amarelo. Trocadilho.
Não está sugerindo para darmos uma mãozinha?
Não, pensava em ampliar os horizontes dela, sabia?
Mostrar as limitações de Foster comparado com...
um honesto, bonito, talvez muito bonito...
Sim. Um pouco desordeiro, sofisticado, só este lado devastador...
Certo. Posso conseguir. Realmente consigo.
- Você? - Claro. Digo, tudo se encaixa.
- Não você! - Eu seria a escolha natural.
Há uma maneira de decidir uma escolha natural, sabia?
Sim... adicionar credibilidade à situação.
E bajular a menina.
É demais, você e eu, um contra o outro.
- Quer apostar? - Ponha o dinheiro no lugar da boca.
- Cinco. - Feito.
- Vencedor leva tudo? - Sem tabus.
- Sem tabus. - Até à morte, amigo!
Alguém vai acabar morto.
- Eu tenho uma sugestão. - Por que fazem isso?
Para mostrar a masculinidade e coragem.
- Provar sua virilidade. - Tem que ser estúpido.
Certo. Tenho outra sugestão.
Ele seria um dos maiores toureiros do nosso tempo.
Ele no ringue e sem espada mataria-o de tanto falar.
Oh, pelo amor de Deus, parem, vocês dois. Pare!
Se tenho uma qualidade magnífica,
E certamente tenho, é minha modéstia.
E como poderia uma garota resistir
Quando está sozinho num barco com o mar, o sol, champanhe
e o pensamento feliz de...
que um certo cavalheiro americano está há milhas de distância em terra.
É lógico, que um rapaz americano honesto
pode ser mais esperto que um decadente aristocrata Inglês.
Quer ficar sozinho com uma garota?
Encontre uma montanha solitária, tão íngreme que nem as cabras subiriam,
Você sobe até o topo, e o que vê?
Primeiro, iremos a esta praia privada e faremos um piquenique,
mais tarde, a levarei ao topo de uma montanha.
Conheço um lugar fabuloso. Luz de velas, vinho
e o melhor violonista de flamengo de Madrid.
- Por que, Danny? - Como assim?
Você e Brett tentando me fazer sentir importante.
- Ora, você é uma linda garota... - Não, não.
Sou nova neste tipo de jogo.
Sabe, Danny, fui levada de uma escola de garotas para outra...
Se vier com esse papo da pobre garota rica, esqueça.
- E lhe digo mais... - Não me importo se acredita em mim.
O fato é que tenho sofrido com esta superproteção.
Sabe, Danny, não só planejo crescer,
fui moldada no que alguém achou que eu deveria ser.
Entendo. Moldada, né?
Quem fez o molde não fez um mau trabalho.
- Acha que sou atraente? - Você é um estouro,
mas não preciso lhe dizer isso, não é?
John Hatton quis que dissesse isso.
Você é a mais duvidosa e legal garota que já conheci.
Acha que não sei por que você e Brett estão me flertando?
- Diga-me por quê. - Ele os colocou nisso, não foi?
- Quem é ele? - John Hatton.
- Entendo. John Hatton? - É ótimo, Danny, é ótimo.
Mas não espere que funcione.
Shelley, sou louco por você.
Briga de namorados?
Aí está ele. O lorde Inglês. O que está fazendo aqui?
- Esperando você sair. - Verdade?
Bem, vou indo. Já vou.
- Hasta la vista. - Hasta la nunca.
Diga-me, tem algum plano especial hoje?
Bom. Então podemos ir a um lugar isolado e tranquilo
onde possamos ficar sozinhos.
Depois, vamos de carro à praia.
Há uma bodega com um...
Melhor violonista de flamengo de Madrid.
Já esteve lá!
Sinto muito. Sou muito suspeita dos motivos de todos por aqui.
Bem, vamos sair do sol e lhe pagarei uma bebida de perdão.
Ora, ora, ora, se não é Buffalo Bill Coady.
Não enquanto como, Wilde.
Chegou cedo. Só vão tirar o lixo daqui a 2 horas.
Muito engraçado.
- Ainda no negócio bancário? - Tenho alguns investimentos. Queijo?
Não. Guarde para o rato que está aqui.
Aqui? Sr. Wilde, sou hóspede deste hotel.
Você também financia um pão-duro chamado Carl Foster. Ali.
Desculpe, não conheço o homem. A gente se vê, Sr. Wilde.
Pare, Coady, ou vou esfregá-lo com removedor de manchas.
Olá, querida. Estava procurando por você.
- Achei que estivesse ocupado. - Sinto não poder ficar.
Obrigado, Shelley e eu temos um compromisso. O advogado.
Ah, sim. O advogado. Desculpe, esqueci.
Temos apenas meia hora. Espero não se importar.
- Se é o que ela quer. - É. Não é, Shelley?
Sim. Sim, é claro. Desculpe, Brett. Talvez uma outra hora?
Hasta la vista!
Um advogado? Ela não disse nada a mim.
Ela poderia dar dinheiro a ele?
Não sem minha assinatura. Devo aprovar quantias significativas.
Bem, ele está colocando pressão.
Tenho que saber o que ele está planejando.
E agora?
Faça o que eu fizer.
Boa noite, señores.
Ele se foi.
Quieto!
Já vi isto ser feito um milhão de vezes no cinema.
Aqui... PVC.
Não é espesso o suficiente. Dê-me um grampo.
- O quê? - Grampo de cabelo.
Obrigado. Veja.
- O que aconteceu? - Caiu do outro lado.
- Garfo. - Vai comer agora?
Me dê o garfo!
Você e suas piadas.
Ouça. Tenho uma ideia.
Contratamos um jovem assaltante e lhe damos essa oportunidade?
O que está falando? Este lugar é fácil. Vou lhe mostrar.
Spencer Tracy uma vez usou um limpador de cachimbo,
Apenas um limpador de cachimbo...
e inserindo no buraco da fechadura,
e delicadamente movendo-o em posições complexas...
eu poderia me tornar um cavalheiro invasor. E abriu!
Bem, não parece...
Sua Senhoria?
Não precisa se ajoelhar, sou um lorde democrático.
Ora, como fez isso?
Passei por aquelas janelas...
até a varanda e então entrei.
- O que está fazendo lá fora? - Entrando.
- Tem certeza que está com Shelley? - Ele se foi há horas.
- Onde começamos? - O lugar mais óbvio.
- Sob a cama? - Não, não. Siga o mestre.
Vê aquela cômoda? É sempre na de cima,
à direita, por baixo das meias.
Sou tão inteligente que me dói a cabeça.
Sorte de principiante.
Pensando bem, acho melhor colocarmos isso de volta.
- Por quê? - Tem um cara na porta
com uma arma apontada para nós.
É uma das melhores razões que já ouvi. Coloque, Stanley.
Invasão de domicílio. Poderia atirar em vocês agora.
- Como autodefesa, é claro. - Ele não conseguiria.
- Por que eu deveria? - Sim. Ele conseguiu.
Especialmente com esse documento que Shelley assinou.
Ele se torna seu consultor jurídico...
no caso do John Hatton se aposentar,
demissão voluntária ou falecimento.
Certo, ele pode morrer de repente.
- Ele parou de mexer a cabeça. Vamos? - Vamos.
- O que vamos fazer esta noite? - Há uma discoteca...
Não havia necessidade de tudo isso.
- O que ia fazer? Contar-nos? - Como reportar fogo aos incendiários.
Sabem que não podem me parar agora.
- Ainda tem de se livrar de Hatton. - Assassinato? Não Foster.
Ele não tem coragem. É um gatinho.
Quer dizer que é do tipo covarde?
Este é um dos grandes, senhores. 30 milhões de dólares.
Esperei por toda minha vida.
Ninguém vai me parar agora, inclusive vocês.
Acho que não é tão covarde assim, afinal.
Estou avisando. Fiquem fora disso. Estou nessa até o pescoço.
Se não acham que eu mataria por 30 milhões, tentem!
Shelley, não está na hora de enfrentar? Sabe o que Foster quer de você.
- Não quero falar nisso. - Tudo bem.
Sei que me quer bem, mas por que não vê as coisas como realmente são?
Diz que ele só quer meu dinheiro, mas todos poderiam estar.
Como vou saber? Às vezes, terei que me arriscar.
Sim, mas não com ele.
Seu orgulho está nisso. Aceite uns conselhos.
Conselhos? Não preciso deles. Já sou adulta agora.
- Com uma grande fortuna. - Olha, minha vida toda...
aguentei conselheiros, orientadores.
Preciso cometer meus próprios erros. Tenho 26 anos. Está na hora.
Por que não aceitar que teve um mau começo?
Não é verdade. Desde que o conheci, Carl nunca pediu um centavo.
Ele sempre pagou tudo. Que tipo de truque é esse?
O tipo usual. Ele disse em voz alta,
que este é "o grande" para ele.
- Admita que a forçou a assinar... - Não forçou! Eu quis assinar.
Além disso, só diz que será meu administrador...
- se algo acontecer com John. - E poderia.
- Está sugerindo que ele mataria John? - Gostaria de arriscar?
Um cachorro-quente. Ou melhor.
Uma salsicha e... Com licença.
Não corra. Vou lhe mostrar uma coisa.
- Por quê? - Não faça cena.
- Vamos lá. - Solte-me!
Não finjo ver o que aconteceu...
mas não precisa ter nada a ver com Carl Foster.
Pode ser um assalto, algo assim.
Poderia pensar em 100 maneiras de não envolver Foster...
mas ainda engana a si mesma.
- Bem, o que podemos fazer? - Vamos.
Foster, é um operador terrível. Um bom vigarista não sua...
quando está preocupado.
- Por que eu deveria? - Está ficando sem tempo.
As coisas estão indo bem. Ela está pronta.
- Então, prepare o assassinato. - Alguns dias mais...
Agora. Agora, Foster.
- Qual é a pressa? - 24 horas...
ou mudo você.
- Certo, Coady. - Esteja certo, você.
E tente não suar, Foster. Isso trai você.
Ele não está no hotel, e seu carro ainda está aqui.
- Não sei onde ele está... - Aí vem seu amigo.
Desculpe, estou atrasado, querida. Surgiu algo.
- Está bem. - Estarei ocupado por umas horas.
- Íamos jantar. - Eu sei, eu sei.
Volto às 11. Tenho certeza que Sr. Wilde cuidará de você.
- A qualquer hora. - Sinto muito, querida...
mas é importante. Até mais.
- Serei o mais rápido possível. - Carl?
Não viu John Hatton, viu?
- Hatton? Não. Estava me procurando? - Não. Não importa.
Acho que é melhor irmos.
Acho que vi luzes na estrada lateral lá atrás.
Eu vou virar.
- Aquele era Carl. - Onde está Brett?
Tentei resistir mas ele me obrigou a assinar.
Não tive escolha.
Buenas tardes.
Espere aqui.
Você chega numa aldeia pobre e rouba nosso convidado.
Nossa lei nos permite cortar a mão do ladrão.
E nós não damos prêmios por sequestro também.
Agora levarei este homem daqui.
Não, senhor. Somos um povo de grande honra.
Ganhamos dinheiro para dar alojamento ao seu amigo.
Quanto quer para desalojá-lo?
Não me ofereça dinheiro, senhor. Você me insulta.
Se um homem quer algo, ele luta por ele.
Marquês de Queensbury ou pega-pega?
Se ganhar, vai embora com seu amigo.
Se perder, você não anda.
Afaste-se. É hora do cabaré.
- Quem ganha? - Você, senhor.
Elegante e devagar.
Sou um mau perdedor, senhor.
Não só mau perdedor, mas mentiroso e trapaceiro.
Ambos ficarão aqui.
A propósito, também sou mau perdedor.
Tudo bem. Vamos ouvir o pior.
Ele tinha o documento pronto. Minha renúncia oficial.
Não sou mais o consultor financeiro da Shelley. Eu assinei.
Isso envolve tudo. Ele agora está no controle.
Tenho que parabenizá-lo, bom trabalho. Caro, mas legal.
Mas ele não pode descontar cheques sem a assinatura de Shelley.
Ele não pode me forçar isso, o que mais ele pode fazer.
Para você.
Sem a assinatura dele, não há negociação, nem investimento.
Que poderia custar milhões.
É do Foster?
Sim.
Vai devolver os documentos sob alguma condição?
- 100 mil dólares. - Nunca. Não permitirei isso.
- Não temos escolha. - Temos a lei.
Documentos assinados sob coação e ameaças?
Os tribunais vão invalidá-los.
Sim, mas nos tribunais pode levar um bom tempo.
Acha que eu pagaria um caçador de fortuna,
e deixá-lo pensar que nos abateu? Oh, não.
- Quero que o pague, John. - O quê?
- Pague-lhe o dinheiro. - Por quê?
Não quero minha estupidez nos jornais. E meu orgulho?
Por favor, John. Pague.
Não, Shelley. Nunca concordarei em pagar a esse homem um único centavo.
Shelley, faça o que ele diz.
Haverá barulho por uns dois dias, depois será notícia de ontem.
- As pessoas não se lembrarão. - Eu vou lembrar.
Não, vou achar esse dinheiro de alguma forma.
Temos que pagar por nossos erros, não é?
Alô?
É Foster.
Sim. Recebi seu bilhete.
Vai concordar é um preço pequeno.
Sabe, houve momentos que a vi como uma mulher bonita
e não apenas um pote de ouro.
Mas não ficarei sentimental. Agora aos negócios.
Eu não posso. É impossível.
Claro que pode. E vai fazer.
Traga-o para mim e venha sozinha, entendeu?
Eu não posso. É impossível.
- O quê? - Não vai esperar.
Quer o dinheiro até amanhã ao meio-dia.
- Joga um bom jogo de pôquer. - Obrigado.
O jogo é uma tradição familiar.
Na verdade, meu tio-avô...
Visconde Exley, da família de minha mãe,
uma vez conseguiu o que se diz...
a maior aposta do mundo num jogo de cartas.
Sério?
Apostou toda as propriedades da família.
6 nobres casas, 10 milhões de hectares, 100 mil libras...
e tudo numa jogada.
- Fantástico. O que aconteceu? - Oh, ele perdeu.
Eu teria me matado.
Ele se matou! Quem começa?
Danny!
Não devia estar vestida. Ouça, venha aqui.
Sabe, sobre o dinheiro que precisa...
engraçado, mas eu tinha algum em minha bolsa.
Achei que talvez pudesse usá-lo.
- Danny... - Só um pouco que eu tinha.
- Use-o se precisar dele... - Não sei o que dizer...
Não há nada a dizer, só...
Bati. Uma trinca e um par.
Não se importaria para mais umas rodadas?
Obrigado, não.
Tem mais sorte do que seu ancestral.
Creio que é melhor ser um vencedor ruim do que um bom perdedor.
Senhores, acho que é isso.
Senhor, mesmo como perdedor, foi um privilégio ter jogado com você.
Obrigado. Uma outra coisa... Meu dinheiro original.
Se não se importa, vou pegá-lo pois, ao contrário deste, este é real.
Atrás dele! Atrás dele! Rápido!
- Boa noite. - Boa noite, Danny.
- Não sei como lhe agradecer. - Não foi nada.
Não conte ao Brett sobre o dinheiro. Até amanhã.
- Não esqueça do nosso encontro. - Não troque de roupa.
- Olha o que achei. - Brett!
Achei que poderia dar um uso para ele.
Ora, eu... não sei o que dizer.
- Não diga nada. - Importa se lhe beijar?
Ficaria magoado se não beijasse.
Como poderei agradecer?
Pensaremos numa maneira.
A propósito, não diga nada ao Danny.
Oh, não direi. Acredite, não direi!
- Aqui mesmo. - Continue. Por que não diz adeus?
Por que não compartilha seu carrinho e vai embora com ele?
Poupe o embaraço de ter que dizê-la que conheceu um homem de verdade.
- Senhores, eu posso ajudar. - O que foi?
A Srta. Masterton deixou o hotel uma hora atrás.
Obrigado. Sabe que...
- Deixou? - Ela e o Sr. Hatton.
Obrigado.
Então, você emprestou a Shelley o dinheiro, né?
Está brincando? Acha que aplicaria um truque desse?
- Isso lhe daria uma vantagem, certo? - Certo.
Foi uma coisa suja e sorrateira!
O que esperava de uma espreitada?
Ainda assim, não se esqueça da aposta. Até a morte!
Daniel, estou muito decepcionado com nós.
Nós? Espere aí, você não deu a ela...?
100 mil dos grandes!
Isso é o mais conivente e sujo...
Espere aí, ela só precisava dos 100 mil que lhe dei.
- E eu também. - Brett...
- Não diga. - Vamos brindar.
Aos três artistas mais puros no negócio.
200 mil dólares!
Duzentos? Você dobrou?
Sim, e nem estava pedindo. Cada um deles me deu.
E me fizeram jurar para não dizer ao outro.
- Claro que concordei. - Isso é impagável! Você é um gênio!
- Prefiro pensar que sou. - Isso pede uma celebração.
Isso vai lhe interessar. Sua xará se casou semana passada.
"Srta. Shelley Masterton e o Sr. Thomas Ried-Watson."
Bonitão. Não diria que ela tem minha classe, no entanto.
- Você fez o papel de forma brilhante. - Obrigado.
- Onde está Johnny? - Colocando as malas no carro.
Pena que temos pressa. Estava gostando daqui.
O clima logo vai ficar insalubre.
- Há algo que não mencionei. - O quê?
Onde arrumei dinheiro para nos financiar.
Enganou o banqueiro? Quando mostrou a propriedade Masterton...
agindo como se fosse minha, o que ofereceu a ele?
- 50% dos ganhos. - Boa jogada. Então?
Ele pensa que você é Shelley Masterton.
E daí?
O banqueiro é o tal de Coady, e não dá para enganar Coady.
Você perdeu a cabeça!
É por isso que temos que sumir daqui.
É o Johnny. Prepare-se.
De repente, fiquei ansiosa. Vou pegar minhas coisas.
Olhe na mala, Johnny. Seu coração vai cantar.
Vou fazer isso, Foster.
Olá. Agradável surpresa.
Surpresa? Devia estar esperando uma visita minha.
Claro. Na verdade, estava para ligar para você.
É claro que estava.
Mas pensei em vir aqui verificar meu investimento.
Tenho pessoas vigiando você. E não gostei do que ouvi.
- Vou lhe dizer a verdade... - Seria ótimo e incomum.
Sabe... bem sequestro, está fora do meu território.
- É tarde para admitir isso. - Talvez, mas fiz uma limpeza.
- Em dois playboys. - É o que ouvi.
Estava aplicando um golpe neles,
enquanto tinha Shelley Masterton e seus 30 milhões dólares...
na palma da mão.
Tudo bem. Tenho a garota, mas 200 mil não é ruim, Coady.
- E metade é seu. - Gentileza sua.
Não vai comprar sua saída com isso.
O sequestro continua. Quero Shelley Masterton.
- Então posso ajudá-lo. Ela está aqui. - Verifiquem.
Olha, pode lidar com a coisa de agora em diante.
Vou embora e pode ficar com tudo.
Sim, e certamente...
- Só pode estar brincando? - Foi a coisa sensata a fazer.
A próxima vez que tentar me convencer que é um traidor,
vou acreditar e perdoá-lo.
Daniel, aprecio isso. Não poderia dar dinheiro real...
então arrumei um pacote de dinheiro falso.
Eu também fiz isso. Onde conseguiu o seu?
Do falso Conde espanhol que joga cartas.
Sabe, para um nobre, você me parece um cavalheiro desonesto.
O que mais podemos fazer para manter a cabeça fora d'água?
Concordo com você... Não acredito no que vejo.
Imagino que não esperavam me ver novamente.
Gostaria de praticar nossa lição de karatê?
- Fico com tudo acima da cintura. - Façam o que quiser.
Mas é a garota que conhecem como Shelley.
Onde ela está agora? Istambul? América do Sul?
Está em apuros. Vocês são os únicos a quem posso pedir ajuda.
Não me importo com Foster. Tudo que importa é que tenho você.
Um bilhete foi enviado a sua casa, na Inglaterra.
Se alguém se importar com você, reagirão rapidamente.
- E se não? - De qualquer maneira, Srta. Masterton,
De qualquer forma, seu futuro é bastante limitado.
Agora, já sabe.
Eu não poderei deixá-la sair daqui...
viva!
Agora que sei que era dinheiro falso,
não me sinto tão mal em pedir ajuda.
Vai se sentir mal. Vamos encontrar novas maneiras de fazê-lo se sentir mal.
Vou beber a isso... se tivesse o que beber.
A única razão de estarmos aqui é o senso doentio de cavalaria de meu amigo
Além do fato de Shelley ser atraente...
demais para um malando.
Qual é o nome real dela?
Gladys Smith.
Gladys Smith.
- Não parece ruim. - Quantos homens Coady tem?
Bem, conheço três, mas pode haver mais.
- Quantos? - Ao todo? Seis no máximo.
- Seis. - Seis. Com armas.
- Claro. - Somos três...
Não vou ser de muita ajuda numa briga.
- Tenho problemas cardíacos. - Estou desenvolvendo um para mim.
- Podemos arranjar ajuda. - Daniel, como sempre,
expõe a situação com um eufemismo impecável.
Está pensando no que estou pensando?
A escolha perfeita.
- Traga-a aqui. - Srta. Masterton?
A que pensávamos ser a Srta. Masterton.
Termine de amarrá-lo. Daniel pode precisar de ajuda.
Meu grande prazer.
Vamos. Coma! É bom para você.
- Daniel, gostei desses socos curtos. - Tenho novidades para você...
- É bom. - Não tão curto. Com mais tensão.
- Quantos são? Três? - Com esse quatro.
Equilibra as chances. Ramon, não sei como lhe agradecer.
Obrigado. A forma mais agradável de ganhar dinheiro honesto.
Ei, Inglês, é muito bom com um bandido.
Bem, é preciso um para conhecer um.
Já disse. Não é minha culpa se não acreditou em mim.
- Você e Foster planejaram. - Você não quis me ouvir.
Não gosto de perder dinheiro nem bancar o bobo.
Fizeram as duas coisas!
Gladys, pode ficar mais feliz em nos ver.
- E quanto ao Coady? - Deixe-o ir.
Ray, pensei que tivesse ido embora.
Sou um bom pastor, senhor. Nunca perco uma ovelha desgarrada.
Você é meu tipo de pastor.
- Adeus. - Desculpe. Temos champanhe no gelo.
Isso é um monte de ovelhas!
Vocês não poderiam ficar um pouco mais?
- Bem, até que poderíamos, mas... - Londres está me chamando,
e o Bronx a ele.
- Bem, obrigado. - Adeus.
Ouça, Shelley ou Gladys, ou sei lá... cuidado.
Sim, Christian Dior perdeu os uniformes da prisão este ano.
- Bem, sou uma nova mulher agora. - Fico feliz em ouvir isso.
- Tchauzinho. - Tchau.
Já viu uma plataforma petrolífera? Não?
Oh, é do ramo de petróleo? Que interessante.
Uma coincidência e tanto, meu pai é do ramo de navios.
Se você é uma garota bonita, não pode desperdiçar nada.
- Um pensamento... - Nossa aposta?
Por que não...?
- Esquecemos? - Boa ideia, meu velho. Vamos.
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