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AEROPORTO DE HEATHROW LONDRES
ALFÂNDEGA
Este é o meu plano... se passarmos na alfândega.
Você vai para seu hotel...
à noite, vou levá-la ao restaurante Nemo aqui em Londres. Depois disso...
Só porque tivemos bons momentos no avião, não tem que fazer isso.
Está brincando? É um privilégio, uma criatura linda como você.
Desculpe, senhor, posso ver seu passaporte?
OK?
Bem...
tem sido tão encantador e hospitaleiro que não posso recusar.
E desde que achemos uma babá,
meu marido ia adorar que você nos mostrasse Londres.
A fila está andando, com licença.
Por favor, acompanhe-nos até a sala de entrevista, Sr. Lomax.
Tudo bem. Do que se trata?
Por aqui, senhor.
Querido, que maravilha!
É tão bom vê-lo novamente. O carro está esperando.
George leva as malas. Não vejo a hora de chegar em casa!
Querido, está tão magro!
- É seu amigo? - Sim...
- Desculpe, eu... - Entre aí...
Essa é sua irmã.
Eles parecem muito próximos.
Sim, eles... Ah, eles são.
Tudo certo. Pode relaxar agora.
Obrigado, George.
Foi apenas uma encenação no caso de estarmos sendo observados, Sr. Lomax.
Certo, George. Vamos.
Tem certeza que ele vai ao nosso encontro à noite?
Porque se minha irmã não for, não vou também.
Ele vai estar lá. Pode contar com isso.
Isto é seu, assim como combinado. 10 mil dólares.
É um monte de dinheiro por um beijo.
- Olhe, Senhorita... - O nome é Charlie.
Charlie. Este é meu dia de sorte. Charlie, né?
Sou Carl Harris. Bem-vindo à Inglaterra, Sr. Lomax.
O que diria se lhe dissesse que não sou Lomax?
Provavelmente teria que matá-lo.
Bem, sou Lomax, acredite em mim. Sou o Sr. Lomax.
Episódio 15: "ELEMENTO DE RISCO"
Mora aqui há muito tempo? Bom.
O que acontece agora, garoto?
- Vamos esperar. - Não quero esperar.
Só vai levar um minuto, Sr. Lomax.
Há algo em você que não me agrada.
- O sentimento é mútuo. - Acho que pegamos o cara errado.
Não seja estúpido. Tudo saiu como combinado.
Mitchell chegará em breve. Ele atestará o Sr. Lomax.
É melhor que sim.
Vou voltar para o hotel.
Quando Mitchell chegar, diga a ele que estou lá... garoto.
Não está esquecendo nada? Como os 10 mil que ainda nos deve.
Já chega!
Não leva muito tempo para fazer inimigos, Lomax. Mitchell.
- Como vai? Prazer. - Encantado.
Por que tudo isso afinal?
- Acho que ele é falso. - O encontro foi como planejado.
Bom, parece que sou juiz e júri.
Nada pessoal, mas acho que vai reclamar de nossa segurança...
- se não verificá-lo. - É claro.
Bem, apenas o passaporte.
Certo.
- Daniel Wilde? - Nunca uso Lomax.
É claro. Mas isso não prova nada.
A maleta, Charlie.
A etiqueta.
Combinação perfeita.
- Belo casaco. - Sim, não é?
Lomax!
- Mitchell. - Estou orgulhoso de trabalhar com você.
Maravilhoso.
Tudo bem, Sr. Lomax. Por que está visitando o país?
- Já lhe disse três vezes. - Conte-nos novamente.
- Sou turista. - Quem vai visitar?
- Ninguém. Não conheço ninguém. - Mas tem muitos números de telefone.
Sim, tenho um monte de números.
O FBI nos avisou que vinha...
deve estar aqui por uma razão. Qual?
Sou turista.
Bem, temos muito tempo.
Você vai nos dizer.
Aqui estamos.
Acho que esse é um momento propício para um brinde.
Ao indiscutível mentor do crime,
um planejador genial, Harvey Lomax.
Obrigado.
- Charlotte é sua grande fã. - Ah, é?
Posso chamá-lo Harvey?
Na verdade, preferiria Danny. Danny Wilde é meu codinome.
- Tudo bem. Danny. - Obrigado, Mitchell.
Já li seus relatórios sobre o golpe em Boston.
Sim, o grande golpe.
Estratégia soberba, sincronismo impecável, execução magistral.
Muito amável de sua parte. Não foi nada.
Nada? Chama 4 milhões de dólares nada?
Bom, vem fácil, vai fácil...
Charlotte, pode falar com Danny sobre os triunfos do passado depois.
- Uma palavra. - Sim, desculpe-nos, Charlie.
Você escreveu na sua carta que a segurança era absolutamente vital.
Na minha carta disse que a segurança era absolutamente vital, sim.
Sim, escreveu. Então segui a sua sugestão.
Seguiu? Que bom.
E ninguém deve sair deste lugar, exceto eu, até agirmos.
Bem pensado. Ninguém deve sair exceto você e eu, até a ação.
Como assim?
- Entendi. Está me testando. - Bem...
Não, lembro exatamente o que disse.
- Ah, é? - Cito...
"Um líder não pode ter o respeito de seus seguidores..."
"A menos que compartilhe os mesmos rigores que eles."
Certo. Quem bom que percebeu isso, Mitchell.
- Então você fica aqui. - Sim. Planejo ficar aqui.
Com seu planejamento, não podemos falhar!
- Acho que não. - É espantoso, não é?
Um pequeno pedaço de filme como este...
é a chave para o roubo de 9 milhões em barras de ouro.
- Não acho que ele virá. - Ele virá, prometo a você.
Daniel não perderia isso por nada.
Nunca levamos um fora em nossas vidas.
E não vai ser agora. Com licença.
Falando no diabo! Pode atender?
Como vai?
Bem, demorou para chegar aqui.
- Perdão? - Bem, não importa.
- Entre. - Obrigado.
Aqui está ele. Antes tarde que nunca.
- Olá, Daniel, é... - Olá, meu rapaz.
- Juiz. - Um juiz também. Ótimo.
Na verdade, ele não é Danny.
Não é Danny? Ah, você disse.
- Danny é mais jovem. - Não vamos nos preocupar com isso.
- Gostamos do tipo mais maduro. - Fico feliz.
O quarto de hóspedes está pronto para você.
- Tchauzinho. - Tchauzinho.
- Estamos esperando Danny. - Ele me traria uns jornais de Nova York.
- Ele deve chegar logo. - Pensei que o veria no aeroporto?
Eu o vi.
Sabe, marcamos este encontro duas semanas atrás.
Vamos a uma discoteca nova.
Conhece Danny, é provável que tenha arranjado outra coisa por aí.
Motorista. Motorista...
- Olá. - Motorista?
Carl disse que tentaria fugir, para quebrar sua própria regra.
Só queria sair um pouco e respirar um pouco de ar.
- Sei como é. Onde iremos? - Bem...
Bem, por que não vamos para... para o Trocadero.
- Onde é isso? - Motorista, para o Trocadero.
Não devemos impedi-lo?
Não. Veremos quem é seu contato, então pegaremos ele.
Não falei que este lugar tinha atmosfera?
É ótimo. O estúpido do Carl achou que ia contatar alguém.
Carl estúpido. Olá?
- Você a conhece? - Nunca a vi antes.
- Ela olhava para você. - Eu olhava para ela.
Vamos, mocinha. Vamos tomar uma bebida.
Vou pedir um champanhe enquanto retocam a maquiagem.
Bom, querida, o que vai querer?
- Soco do Coelho Buck. - Saindo um Soco do Coelho.
Obrigado.
Um champanhe, não planejo...
- Sinto muito, senhora. - Não sou senhora. Sou Danny.
- Danny? Danny Wilde? - Sim, certo.
- Fez cirurgia plástica? - Não, estou em apuros.
Está brincando? O encontro está prestes a acabar.
- Também estou sendo vigiado. - Por quem?
A cabine no canto, a loira?
- Muito bonita. - Aquela é Charlie.
Charlie?
- Daniel, agora sei porque se cobriu. - E dois outros caras.
Não me diga, Beryl e Maria?
Todos parecem pensar que sou um tal de Lomax.
Já sei. Sylvia Lomax!
Jean, Joan, finalmente, o momento que esperavam.
Quero que conheça meu amigo Danny...
Que tal um pouco de champanhe?
- Olá. - Oh, Olá.
- Que atmosfera maravilhosa! - Sim, maravilhosa.
Desculpe mas tem um lápis?
Sim, acho que sim.
É algum tipo de escritor?
Sim, escritor, como "Guerra e Paz", "Como era verde meu Vale"...
Coisas assim.
Tem um cara no bar com duas moças parecidas.
- Ele é um espião. - Um espião!
Guarde para si. Ele é um espião e sou um espião agora.
- Você é...? - Sim.
Por favor, dê a ele este bilhete. É uma questão de vida ou morte.
- Qual é seu nome? - Sophie.
Sophie. Vá lá, baby.
- Deixa comigo. - Sim.
Sophie, pegue este guardanapo...
Sophie, conheça os rapazes. Rapazes, esta é Sophie.
- Diga boa noite, Sophie. - Boa noite, Sophie.
Um doce de criança.
Rapazes, aos negócios! Voltemos para o esconderijo.
Garotas, tenho más notícias. Ele acabou de sair.
Não acreditam que estava aqui.
- O que gostariam de fazer agora? - Ir embora!
Embora?
O que fiz de errado?
- Aí está, Sr. Anderson. - Obrigado.
Ouça, esse negócio de ontem não foi teste de segurança.
- Foi fingimento! - Está errado, Carl.
Ele não conhece nenhum de nós...
e quer ter certeza que vai lidar com gente de alto nível.
- Eu teria feito o mesmo. - Não acredito...
Assim que ver seus planos para o trabalho, não terá mais dúvidas.
Tem a marca Harvey Lomax em cada detalhe.
Grant não devia estar aqui?
- Sim. Descubra o que aconteceu. - Olhe...
Vá descobrir o que houve com ele!
Charlotte, diga ao Sr. Lomax que estamos prontos.
Vamos, Kramer. Vamos começar.
Bom. Agora, deixe-me dizer que...
o custo elevado de contratar Lomax já foi amplamente recompensado.
Ele criou o que considero ser o crime perfeito.
Todos seus talentos de especialista foram utilizados.
Eu listei os requisitos específicos.
Transportes... Eletrônicos... E Charlotte para a coordenação.
Tudo é muito bom, mas não é hora de sabermos o trabalho?
Onde, quando e o mais importante: como.
Bem, Sr. Lomax poderá explicar os detalhes.
- Este é Sr. Anderson. - O que ele faz?
- Eletrônicos. - O que achou?
- Muito bom. - Sente-se, rapazes. Kramer.
Bom tê-los a bordo, Anderson.
- A meta de 9 milhões em ouro. - Certo.
Não sabemos como obtê-lo.
Boa pergunta, Anderson.
Bem, gostaria de dizer-nos?
Al Capone!
Pretty Boy Floyd. Edward G Robinson, Diamond Legs.
Sabe o que esses caras tinham em comum?
Intelecto. Cérebros. Gênios. Organização.
Operaram seus equipamentos como o exército.
Assim como um general, certo?
Ataques de flanco por desvio, frontal por ataque principal...
Os movimentos que confundem a retaguarda... Essencial.
Lembra-se do golpe em Boston? Vou lhes dizer.
O que foi mais importante? Sincronismo. Velocidade. Eficiência.
Carros velozes.
Cada homem exatamente em sua posição no momento exato.
O segundo exato. Agora, nós podemos conseguir isso...
Seremos bem sucedidos.
- Sr. Lomax? - Sim?
Poderia ser um pouco mais específico?
Não, não posso, Anderson.
Isso seria violar minha regras de segurança.
Sim, mas... podemos saber quando?
Quando?
Tudo bem, Anderson. Vou dizer quando. Diga a ele.
Bem, obrigado, Danny.
Começaremos em exatamente...
48 horas.
O homem com quem seu amigo foi confundido é Lomax.
Nosso departamento está com ele.
Nosso Danny se misturou com algo muito grande.
Como o quê?
Há rumores no submundo que um grande golpe está sendo planejado.
Pensamos que Lomax traria um projeto para o crime.
Por isso que o pegamos.
- Quanto tempo pode segurá-lo? - Não muito.
Melhor que podemos fazer é deportá-lo.
Você o deporta,
ele dá um telefonema e nosso Daniel será liquidado.
Me deixe em paz!
- O que aconteceu? - Perdi.
Ah, sim. Muito engraçado. Deveria estar numa reunião agora.
Então, estou um pouco atrasado.
Não consegue largar essa coisa?
Me contratou para pilotar um avião...
não para ouvir palestra sobre abstinência!
- Será que Lomax já chegou? - Ontem.
Ontem? Engraçado, ele ia me avisar.
- Você o conhece? - Claro.
Conheci ele voando nos EUA. Somos bons amigos.
Ora, ora! Perdeu muito ontem à noite, né?
Diga-me, onde consegue esse dinheiro?
Por que não cuida de sua vida?
Isso cheira mal.
- A polícia vem vindo. - E daí? Estou limpo.
Não está fazendo dinheiro extra sendo informante da polícia?
Oh, não seja estúpido!
O que está fazendo?
É melhor rezar para que não entrem por aquela porta.
Bem, vamos ter que adiar.
Não podemos. Se não for agora, a chance terá ido para sempre.
Temos de encontrar outro piloto.
- Vou tentar alguma coisa. - Obrigado, Carl.
- Não gosto disso. - Não há risco.
Não estará fora de nossas vistas e depois... é dispensável.
Sim, entendo. Obrigado.
Bem?
Um homem chamado Grant foi encontrado morto.
Bandido pequeno. Era piloto.
O que tem a ver com Danny?
Seu telefone estava com Lomax. Estamos checando todos os números.
- Quanto vai demorar? - Estamos fazendo o melhor.
Então não vai se importar se fizer algo por conta própria.
Onde você vai?
Juiz, para sua informação, vou me comprar alguma informação.
Boa tarde, Mi lorde.
Não diria tão boa assim. Como vai o plantio, Fazendeiro?
Tardio, senhor. Solo muito úmido, o arado não penetra bem...
Então que tal umas informações sobre um tal Grant?
Ele está morto. Posso dizer isso de graça.
A próxima resposta vai ser mais caro.
Não tenho tempo para negociar.
Bem, são apenas rumores,
mas dizem que há um grande trabalho chegando.
- Planejador americano. - Prossiga.
Aposto que Grant estava nisso. A menos de uma hora...
ouvi que certas partes queriam contratar um piloto.
Para substituir Grant.
Aceito o trabalho. Sou piloto qualificado.
- Não me meteria nisso. - Diga o seu preço.
- Telefonarei. - Achei que o convenceria.
Você acha, hein? Bem, não tenho tanta certeza...
Senhores, é hora de ir.
- Mitchell, deixe-me ajudá-lo. - Obrigado, Danny.
Aí está. Boa viagem, amigos.
- É hora de ir para a sede. - Claro. Venha.
Kramer, feche a porta.
- Sinclair. - Estão interessados.
Fique na esquina da Hall Street com Chester Road, às 5 horas...
eles o acharão.
Se gostarem do que veem, farão contato.
Obrigado, Fazendeiro.
- Senhores, sucesso! - O que foi?
- Uma entrevista de emprego. - Se conseguir, avise-nos imediatamente.
Isso pode ser desonestidade minha!
Está com o verdadeiro Lomax escondido, certo?
Está sendo transferido a um centro de detenção.
Senhores, em 14 horas e 31 minutos faremos o acerto.
Acho que podemos revelar detalhes do alvo. Danny?
- Mitchell, diga-lhes tudo. - Muito bem.
Amanhã de manhã às 10 horas um avião pousará para reabastecer.
Sua carga: barras de ouro.
Assumiremos o controle e voaremos ao Norte da África.
- Fácil assim? - Como doce de uma criança.
Que tipo de oposição podemos esperar?
Vá em frente, Mitchell. Diga. Não os poupe de nada.
Bem, a oposição...
é a Força Aérea dos Estados Unidos!
Kramer.
Achamos um piloto.
O nome é Roberts.
OK. Obrigado.
- Nada de Sinclair. - Lomax?
Nenhuma pista.
- O que está fazendo aqui? - Morrendo congelado!
- Por que demorou tanto? - Por que sempre é o primeiro?
- Fui uma criança prematura. - Vamos!
- Sem chaves. - Certo. Bem, vamos lá.
- Não teria um grampo, né? - Eu não me incomodaria.
Agora, me escute! Estou cansado de ser enrolado.
Quero uma explicação! Quem é ele?
Harvey Lomax.
Você é uma espécie de farsa.
Acho que é um agente secreto da polícia.
- Planejou o roubo do ouro? - Cada detalhe.
Por que não me conta?
Escute, espertinho, Você me diz!
- O avião vem de Genebra... - Certo.
Por sigilo, aterrissa em Manswell. Praticamente deserta.
Fica no chão por 35 minutos.
Certo. Ele conhece cada detalhe. Há vazamento de segurança aqui.
- Agora me diga uma coisa. - Qualquer coisa!
Qual o comprimento de onda usado no check-up de segurança?
Qual o sinal de chamada da aeronave? O nome do Comandante da Base?
Irving.
Sol?
Acha que me pegou com estas questões? Certo?
- Errado. - Errado.
- Boa tentativa, no entanto. - Obrigado.
Desculpe, Mitchell.
Cale a boca!
Você! Como entrou nisto?
- Soube que queria um piloto. - Quer dizer que é piloto?
Certamente. Mas não importa mais, não é?
- O ponto é, o que farão agora? - Achei que era óbvio.
Espere um momento, Carl.
Por enquanto, tranque-os na sala.
Naquela sala ali? Tchauzinho!
Sente-se, Mi lorde.
Alguém tem uma ideia?
Sem piloto, estamos mortos. E não há tempo para achar outro.
- Posso fazê-lo voar. - Duvido.
É apenas metade do problema. Precisamos de ambos.
- Qual é o problema? Posso assumir. - Não é assim tão fácil.
Carteira de Segurança. Toda a documentação.
Feitos para o homem errado.
Então, fazemos um conjunto com a foto correta.
Levaram 36 horas para preparar. Não pode ser feito.
Há um jeito. Precisamos dos dois homens, certo?
- Sim. - Então, é simples.
Cada um atuará como refém para a vida do outro.
Cada um fará o que pedimos, sabendo que se não fizer,
o outro é eliminado.
Poderia funcionar...
Pode funcionar!
Por favor. Obrigado.
- Bom dia. - Bom dia.
Quero bacon, ovos...
- Bom dia, senhores. - Bom dia.
Espero que tenham dormido bem. Tem um grande dia pela frente.
O chão era confortável, o serviço de quarto terrível.
Ontem pensei, "vou esquecer a coisa toda."
Mas hoje acho possível, se persuadi-los a nos ajudar.
Como planeja fazer isso?
Bem, durante a operação, vocês ficarão separados.
Cada um ficará com um guarda equipado com um pequeno transmissor,
Cortesia de Anderson Electronics.
- No que vai dar tudo isso? - É muito simples.
Se você tentar informar as autoridades,
recusar-se a ajudar-nos ou a cooperar,
se isso acontecer...
o outro guarda é informado e seu amigo eliminado.
Funcionará nos dois sentidos!
Cada um tem uma arma apontada para a cabeça do outro.
Aqui está seu traje, palhaço.
Smythe? Que nome é esse?
FORÇA AÉREA AMERICANA
Muito bom, Kramer.
O ataque está em curso!
FORÇA AÉREA AMERICANA - EUROPA ALA AERONÁUTICA TÁTICA
General Cooley para ver o comandante.
General Cooley? Sim, senhor. Agora mesmo, senhor.
Seja áspero e duro. Lembre-se que o chamam Bola de Fogo!
- Tenente? - Senhor.
Quero dizer, houve um problema nas comunicações. Eu...
O que você queria, um telegrama cantado?
Aí teria tempo para esconder as mesas de jogos e as garotas?
Identificação! Minha, Tenente, minha!
G-G-General Harry L. Cooley. Tudo bem, senhor.
Major, verifique a guarita.
Alguma dificuldade, Major? Tenente, venha aqui.
Quero tripla segurança,
ninguém entra ou sai da base sem meu conhecimento.
E nunca tire os olhos de mim!
Sim, General, entendi.
E esteja pronto! Quando eu lhe avisar...
- General, a agenda está apertada. - OK, Major.
- Temos que ver o Coronel. - Só vou verificar...
- Tenente! Abra a porta do carro. - Sim, senhor.
O que há com você?
Agora feche-a!
Vamos!
COMANDANTE DA BASE
O quê?
General quem?
Sabe que temos um alerta de segurança aqui?
Tudo bem, não é culpa sua.
Acho que chegaram. Certo.
General Cooley, senhor. Que prazer inesperado!
Não está neste exército para o prazer.
- Coronel Adler? - Senhor.
- Major Lomax. - Major.
- Deixe-me perguntar uma coisa. - Senhor?
- Este escritório é seu? - Sim, senhor.
- Já viu se não tem escutas? - Escutas?
Aparelhos de escuta eletrônica.
- Acho muito difícil... - Esse é seu problema, Coronel.
Não pensa. Você não usa o cérebro.
As instalações estão à sua disposição,
mas temos uma operação de segurança em andamento.
O general sabe sobre o carregamento de ouro.
Entendo. É por isso que está aqui.
Bem, pode dizer que sim.
Desculpe incomodá-lo, senhor. É o voo 104.
Sim, é claro.
Quando ele voltar, vamos nos livrar dele.
Este é o Comandante da Base, Coronel Adler.
Precisamos da referência de código, senhor, antes de pousarmos.
Eu tenho. A referência é AG Genebra.
Obrigado, coronel. Vamos iniciar a abordagem.
Devolvendo-os à torre, 104. Desligo.
Coronel, posso pedir-lhe que faça uma coisa?
Tem uma maleta no banco de trás da limusine.
- Poderia buscá-la? - Vou mandar alguém.
Não, quero que faça isso para mim, coronel.
É uma maleta com todos os papéis de segurança...
- Mas, senhor... - Não podem cair nas mãos erradas.
- Você não... - Muito obrigado. Prazer em vê-lo.
Ora, não exagere!
Aqui Major Lomax.
Certo, vou colocá-lo com o general Cooley.
Carro na entrada.
General Cooley. Deixe-o passar, sob meu comando.
OK, lá dentro.
- Tenente, sargento. - À vontade.
Só rotina de verificação de segurança.
OK. Mantenha o coronel ocupado.
Pronto. Um apagão de rádio completo dá um bom começo.
Carl nunca acreditou que Danny Wilde fosse Lomax.
Foi frustrante para ele. Ainda assim, terá sua diversão.
O que quer dizer?
Mitchell teve uma conversa com nosso amigo sádico.
- E o que disse? - Não imaginava que sairiam livres?
- Quer dizer que Carl vai matá-los? - O que mais?
- Você está bem? - Sim.
Ora, onde está a fonte principal?
Coronel, se eu quiser verificar a sopa do dia, vou verificar!
General Cooley! General Cooley, senhor!
Tenente, algo errado?
Segure isto.
Lomax!
- Um ou dois pontos insignificantes. - Venham comigo.
Você, ali. Mexa-se!
Tudo bem, fiquem calmos! Mexam-se!
O que acha que está fazendo?
Tudo bem, leve-o preso!
Preso? Acha que sou um índio? Pare de me cutucar com isso!
Libertem esse homem!
Daniel, explique.
Este é meu amigo Lorde Brett Sinclair, Coronel Adler.
Este é o culpado, Mitchell.
Sinclair? Não estivemos juntos na escola?
- Espero que não. - Era um garoto arrogante.
Coronel, não acreditaria no que está acontecendo.
- Desculpe, temos um compromisso. - Continuem o bom trabalho!
Quando eu piscar, você diz, "Engraçado, sou de Gêmeos, também."
"Sou de Gêmeos, também." Digo isso para Jean ou Joan?
- Para Joan. - Como vou distingui-las?
Jean tem uma marca de nascença em seu...
não vi, foi a Joan que me disse.
- Olá, garotas. - Olá!
Afinal posso apresentar-lhes Danny Wilde.
Não disse que existia? Esta é Joan, esta é Jean.
- Até que enfim o conhecemos. - Sim.
- Como vai sua irmã? - Charlie, do aeroporto.
- Ela vai ficar em Londres um tempo. - Sim, um longo tempo.
- Você é Jean ou Joan? - Joan.
- Por que não... - Quer dançar?
- Você é uma gracinha. - Obrigada.
- Ei, escritor. - Sophie, como vai, minha querida?
Ótima. li alguns livros seus, como "Guerra e paz".
Também escrevi "Ascensão e Queda do Império Romano."
- Quem é ela, seu irmão mais velho? - Engraçado.
Você disse que esta noite seria diferente.
- É, não é? - Vamos embora.
Bem, não é diferente.
Daniel, viu o que fez?
Esta é Sophie. Lorde Brett Sinclair, meu melhor amigo.
Como vai, Sophie?
- Diga adeus, Sophie. - Adeus, Sophie.
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