Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Vamos ver: 6 corridas, 6 apostas, 6 perdedores.
Não nos chamam de amigos dos agenciadores por nada.
Vamos tentar vencer a partir de agora.
Falando em vencedores! Veja aquela Pocahontas.
Opa! Pare o carro, pare!
Volte.
Não se mexa.
Querida, há alguma coisa em que posso ajudá-la?
Não.
Reconsideraria essa resposta?
- Não. - Não. Com licença.
Com licença, alguém está gritando.
PROPRIEDADE PARTICULAR
INVASORES SERÃO PROCESSADOS
Perdão, jovem senhora, gostaria de saber uma coisa.
O que disse ao meu amigo para se livrar dele tão depressa?
Brett!
Brett!
Com licença.
Depressa!
Venha. Quero que veja uma coisa.
Espere!
- Perdeu sua garota. - Venha, vou mostrar-lhe um homem.
- Um homem? - Um ruivo.
Com um bigode "Viva Zapata".
Não há identificação alguma.
Ele parece estar morto.
- Morto? - Morto.
Vamos.
Daniel, qual a pressa? Se está morto não irá a nenhum lugar.
Vamos lá.
Aqui. Olhe, atrás daquela árvore.
Está morto sim. Mas sem bigode de Viva Zapata.
"A HORA E O LUGAR"
- Danny. - Não estou louco nem bêbado.
A última vez que confundi um homem com coelho foi no Clube da Playboy.
E estava bêbado.
- Eu não disse nada. - Mas balançou sua cabeça estúpida.
Estou lhe dizendo que vi um cadáver, assim como estou lhe vendo.
Pode imaginar algo tão estúpido?
Talvez, Daniel. Assim como imagino ver uma homem atrás de você...
Ele está bem vivo. Dê uma olhada.
Fiquem parados, os dois. Não hesitarei em usar isto.
- Boa tarde. - Espere um pouco.
Tem licença para usar isso?
Estão invadindo. Vou levá-los ao lorde Croxley. Mexam-se!
Não venha com essa de...
Daniel, poupe o fôlego. Faça o que ele manda.
- Vamos. - Ora.
Puxa vida!
Brett Sinclair, John Croxley.
Seu capataz nos pegou invadindo... então nos trouxe até você.
Tudo bem. Thompson, cuidarei desses bandidos.
Sim, mi lorde.
Perdoe o Thompson. Temos tido problemas com invasores.
Meu caro Brett, é ótimo vê-lo novamente.
Desculpe, este é um amigo meu, Danny Wilde.
- São estes os homens? - Sim. Mas são velhos amigos.
- Eles têm sorte. - Isso é uma piada.
Absolutamente fascinante!
Não tivemos mais mortes no bosque...
desde que o querido vovô caiu morto depois de 3 garrafas de vinho.
- Acredita nisso? - Tem certeza que o cara estava morto?
Sim, estava, acredite.
Bem, se afirma isso, amigo. Pena que não podemos achar o corpo.
Talvez vocês não, mas acho que eu e você poderemos, certo?
Meu lorde, o Sr. Teed mandou avisar que está indo embora.
Indo embora? Ele está em condições de dirigir?
- Acho que sim, meu lorde. - Conhece o velho Richard Teed?
O jornalista político? Sim, conheço.
Passou a noite aqui. Ganhei umas 200 libras dele no gamão...
assim ele bebeu uma garrafa de licor para afogar suas mágoas.
É melhor despedir-me dele com afeto. Por que não arriscam uns tiros.
Muito obrigado.
- Ele tem a mesma posição social que a sua? - Quase.
Verdade? É simpático. Nem pisca...
quando lhe dizem que alguém pode ter morrido em suas terras.
- Discrição britânica, adoro isso. - É assim que chama isto?
Lance!
Muito bom, Daniel. Não sabia que era bom nisso.
Esse lorde Croxley, é esse o nome?
- John Croxley. - John Croxley.
Ele cuida dos interesses de seu país na Câmara dos Lordes?
Duvido que já tenha chegado perto desse lugar.
De fato, duvido que tenha algum interesse em política.
O que me faz imaginar o que estaria fazendo com Teed.
Se o faz imaginar, também me faz.
Obrigado.
Aquele é Lorde Sinclair. Acene adeus.
- Quem é esse tal Teed? - Eu mal o conheço.
É um jornalista político dedicado.
Perder 200 libras no gamão não soa como ele.
- Não, né? - A menos que tivesse um motivo.
Já que estamos aqui, deixamos que o Croxley nos dê uma bebida.
- Ele tem uma boa adega de vinhos. - Acho uma excelente ideia.
Vamos lá, Danny, esqueça isso.
Admita que se enganou.
Concordo que tenha visto um homem, desmaiado ou machucado.
- Mas não estava morto. - Estava morto e alguém tirou-o de lá.
Aquela garota. Ela tinha alguma coisa com isso.
- Ela não poderia tê-lo feito. - Talvez não. Mas partiu apressadamente.
Alguém com problemas.
Não é o carro que vimos na casa do seu amigo Croxley?
Do Teed. Sim, parece.
Espere.
Veja se ele tem alguma identificação.
Seu nome é Teed, Oficial.
Um jornalista de Londres.
- Esse é o Teed? - Sim, Daniel.
Deixe lhe perguntar, quantas vezes um cara pode morrer?
Que loucura é essa?
Esse é o cara que encontrei morto 3 horas atrás.
Teed era independente, Lorde Sinclair. E um solitário.
Quando tinha uma matéria, dedicava-se a ela plenamente.
- Tem ideia no que estava trabalhando? - Não. Mas devia ser coisa grande.
- Por que acha? - Trabalhava há meses.
Uma história que leva tanto tempo tem que ser grande.
- Matéria política, acredito. - Sem dúvida.
Política era sua especialidade...
e sempre coisa de alto nível.
Conhecia pessoalmente a maioria dos líderes políticos da Europa.
Era honesto e por isso acho que eles o respeitavam.
- E sobre sua vida particular? - Solitário. Casado com seu trabalho.
- Obrigado, Sir Robert. - Por nada.
- Deixe-me completar seu copo. - Para mim chega, obrigado.
Posso perguntar o motivo de seu interesse?
Claro. Se eu tiver algo a dizer, será o primeiro a saber.
Obrigado.
Ainda sobre o Teed, ele bebia muito?
Tá brincando. Úlceras. Nunca tocava numa gota.
Com licença, senhora. Poderia me conceder um minuto?
Só levará um segundo.
- O que diz aqui? - O Senhor ainda tem 15 minutos.
Obrigado. Então que droga é esta?
Não tenha nada com isso.
Desculpe perturbá-la.
William O Conquistador construiu a Torre de Londres.
Para proteger e controlar a cidade.
Houve um forte, um palácio e uma prisão.
Considerado o mais poderoso forte na época,
e desde que foi construído...
Surpresa, surpresa!
Creio que esta não é uma coincidência.
O postal era de você?
Sim. Desculpe por esse encontro de capa e espada.
- Não quero ser vista com você. - Todas dizem isso.
A propósito, nunca fomos apresentados.
- Pode me chamar de Marie. - Pode me chamar de Brett.
Não falarei meu sobrenome também.
Quero que ouça, Lorde Sinclair, não faça pergunta.
Posso pedir uma coisa? Se importa se caminharmos?
Estou com frio. E prometo ouvir.
- Pare de bisbilhotar. - Bisbilhotar o quê?
A visita a Fleet Street não foi só social, era?
Achei que devia somente ouvir.
Para seu próprio bem, não se meta em coisa que não lhe interessam.
- Isso soa como uma ameaça. - Não é.
Se lhe interessa, estou me arriscando muito em falar com você.
Estou lisonjeado, por quê?
- Porque sim. - Porque o quê?
Porque sim.
Porque também não aprova assassinatos?
Não houve assassinato. Foi um acidente.
Em qual ocasião? Na água ou no bosque?
Então seu amigo reconheceu Teed.
Fui muito idiota, não fui?
Se é isso que queria descobrir, conseguiu. Sim, ele o reconheceu.
Sei que parece inexplicável, mas fiquem fora disso, vocês dois.
Além de salvar nossa pele, me dê outra boa razão.
Provavelmente vai rir. Não é só pelo seu bem...
mas pelo bem deste país.
Está sugerindo que Teed era um traidor?
Não estou nem sugerindo, ou explicando nem respondendo.
Apenas aceite o que digo. Vai saber a resposta em breve.
Está certo.
Vai desistir?
Não vai se arrepender no futuro. Entenderá.
Não tente me seguir.
Não se prometer que nos veremos novamente.
No qual veremos o temível Portão dos Traidores.
Por este arco passaram muitos nomes famosos da história Britânica.
Thomas More, Rainha Anne, Lady Jane Grey, Duque de Monmouth,
algum para a prisão, outros para encontrar sua morte.
Taxi!
Posso lhe dar uma carona?
Explicação por favor.
Você e Sinclair.
- Estava alertando-o. - De quê?
Avisei para ficar fora disso.
- Ele esteve em Fleet Street. - Eu sei o que ele tem feito.
- Acho que entendeu a mensagem. - Isso é confortante.
O americano reconheceu Teed como o homem do bosque.
Nunca me ocorreu que ele fosse cego ou estúpido.
- Alguma outra revelação? - Não.
Mas há uma boa chance deles esquecerem isso.
Entenda isto, Marie,
Sou capaz de lidar com os dois e assim o farei.
- Mas eu... - Não estamos brincando!
Não há espaço para ações emocionais ou independentes.
No futuro, aja somente com ordens específicas.
Estou muito...
- Bom dia. - Bom dia, senhor.
Procuro o Sr. Teed, Apartamento do Sr. Richard Teed.
Sinto mas...
Eu sei. Inspetor Carruthers, da Scotland Yard.
Posso ver o apartamento, por favor?
Sim, senhor. Certamente. Venha por aqui, Inspetor.
Vamos pela escada. Fica no primeiro andar.
Claro. Uma caminha não fará mal.
- Ninguém no apartamento, suponho? - Não, senhor. Ninguém desde o acidente.
Bom. Esplêndido.
Um hóspede bem tranquilo, Sr. Teed. Um fato triste.
- Triste, muito triste. - Aqui está, senhor.
Obrigado.
Precisa mais alguma coisa, Inspetor?
Acho que não. Tenho um par desses também.
- Muito bonito. - Verdade? Onde...
conseguiu?
Cofre... Um cofre.
Lindo. Adorei.
Cofre.
Chave...
Chave.
Mais dois colegas seus, Inspetor.
- Colegas? - Do escritório, da rua de baixo.
O que tem eles?
Estão aqui. Inspetor Riley e Sargento Smart.
- Ok, Porter. Pode ir. - Pois não, senhor.
Ele falou seu nome, mas esqueci.
- Carruthers. - Ah, sim.
Claro, é esse.
Bom, com vocês aqui, voltarei para o escritório.
Oh, não. Por favor, prossiga.
Afinal, seis olhos são melhores que quatro.
Vejo que achou o cofre.
- Trancado. - Sempre estão.
Sargento.
Ora, você tem a chave.
Teed a tinha consigo quando foi morto.
- Bem pensado. - Como vai abri-lo?
Só fazia uma verificação de rotina.
Bom, conseguiu abrir. Obrigado.
Ótimo.
É a história de Teed? Vou levá-la ao escritório.
- Ficaremos com ela. - Só uma olhadinha.
- Não será necessário. - Se é assim, vou embora.
Não vai a lugar algum.
Quer apostar?
Pare, Wilde!
Revista-o!
Vigie-o.
Ei, Bogart... Quem o está pagando?
Cale a boca!
Ryder. Pegamos.
E o Wilde.
Sim. Sim, entendido.
A propósito, o carro dele está ao lado do edifício.
Cuida disso?
Ótimo, tchau.
Certo, pode levantar-se agora. Mas fique calmo.
- Me dê isso. - Acha que sou idiota?
Vamos tirá-lo daqui. Será vigiado de todo lado.
Não faça um movimento suspeito... Não queremos preocupar o Porter.
Imita muito bem a polícia, sabia?
Anos assistindo televisão.
Chaves do carro. Por favor.
Meu carro?
- Porter. - Sim, senhor?
Alguém virá buscar essas chaves. Pode entregar.
Se alguém me procurar, diga que tive que sair.
Certo, senhor.
Inspetor... não me disse o nome do colega...
- Porter. - Sim, senhor?
O cavalheiro de casaco azul, que saiu com os policiais...
estava sendo preso?
Preso? Não, era da Scotland Yard.
Os outros dois são do escritório.
Entendo. Obrigado.
Delegacia de Polícia. Diminua.
DELEGACIA DE POLÍCIA
Devagar. Devagar.
- Sim, senhorita. - Vim buscar as chaves do carro.
Com licença, o senhor viu um Corsário azul?
Não. Nada passou por aqui nos últimos 10 minutos.
Cheira bem. De que safra é?
Não tem. Baixa octanagem, mas queimará rápido.
Se não se importar, gostaria de dois vidros de soníferos.
Farei eu mesmo.
Não gostaríamos de deixar esse trabalho para você.
Vamos colocar as latas no carro.
- Problemas? - Nada.
- Suponho que isto seja necessário. - Não devemos questionar.
Não aprendeu isso ainda?
Trouxe o negócio?
Vire o carro dele e volte aqui para me ajudar.
Certo.
Ora, a dama desaparecida. Sente-se no feno.
- Você é tolo. - Por quê?
Avisei Sinclair.
Se tivesse ficado fora disso por mais 24 horas.
- Então o quê? - Não precisaria nada disso.
Se vai acabar daqui a pouco, só me deixe preso então.
Temos nossas ordens.
Vai logo com isso.
Não vai fazer nada disso.
Segure-o!
Certo, vamos começar. Marie, espere aqui.
Já basta. Me dê uma mão. Vamos tirá-lo.
Vamos dar o fora!
Danny! Danny!
Danny!
Cheira como se tivesse tomado todas.
Vamos. Vamos.
Devagar!
Parece que ela se foi.
Não deve ter ido longe sem transporte.
Acenda o lampião. Vamos dar uma olhada.
- Ai! - O que houve?
Ela estava aqui há poucos minutos. Ainda está quente.
Descobriu sozinho?
Se estiver aqui em cima, não pule. Olá?
A propósito, viu aquela coisa no cofre de Teed?
Não, não vi. Oh, espere um pouco!
Achei um pedaço de papel em sua mesa.
- E fiz um Fu Man Chu. - O que está falando?
- Passei meu dedo no carbono... - Já entendi.
- O que quer dizer, senhor? - "Reuniões."
- Reuniões? - LC... Clube.
- Clube. - Coal. clube?
Clube da Coalizão.
- Conhece esse lugar? - Só pela reputação.
- Clube mais exclusivo de Londres. - Como nunca me levou lá?
Não sou sócio. É só com convite.
- Entendo. - Fundado pelo seu amigo Croxley.
- Ele não é meu amigo. - Bebeu seu vinho.
Isso não quer dizer nada. O que é o LC...? Lorde Croxley.
Acho que devemos uma visita.
- Sem convites pela porta dos fundos. - OK. Siga-me.
Estabelecimento de Lorde Croxley.
- Lugar legal. - Tem uma história romântica.
Foi feito pelo Rei George III para a mulher que ele amava.
Era uma plebeia, mas ele queria casar com ela.
Casou?
- Não. - Ela não tinha sangue real.
No, não por isso. A Rainha, sua mulher, não aprovou.
- Vamos achar uma entrada pelos fundos. - Vou pegar minhas coisas.
- Isso deve servir. - Abre esse jornal no chão.
Um velho amigo meu, um ladrão, me ensinou isto.
- O que tem na lata? - Melado.
- Melaço. - Isso.
O que vamos fazer? Waffles?
Cale a boca e preste atenção.
Coloque o melaço no papel assim... Não toque nisso!
Não coma!
Não provava isso desde criança.
Vamos, espalhe no jornal.
Em todo o jornal assim.
- E sujar meus dedos? - Vamos lá.
Espalhe tudo. Devagar.
- Já chega. - Levante aqui.
Cubra o vidro. Muito bem.
- Isso. Perfeito. - Fascinante.
- Crow me ensinou isso. - Agora o que fará?
Agora quebramos o vidro e ele gruda...
- Como quebramos? - Com minha bota, seu bobinho.
- Não diga nada. - Fique assim, Daniel. Obrigado.
Isso. Tudo pronto.
Abafado aqui. Abrirei a janela.
Parece que vai chover.
- Posso perguntar algo importante? - Sim, Daniel.
O que estamos procurando?
Não tenho a menor ideia. Se descobrir, me avise.
- Ei, Brett. - O que é?
Frango. Quer um pouco?
Quer presunto? Que tal um drinque?
- Quer ir a um programa de TV? - Do que está falando?
Programa chamado "Homem a homem". É um "talk show"?
- Se der prêmios, quero ir. - Acho que iria.
Pegue algo para comer. Vamos sair daqui.
- Vamos. - Qual a pressa?
A última vez que entrei num lugar...
tentaram botar fogo em mim, lembra-se?
- Se quiser esperar aqui, senhor. - Obrigado.
Desculpe fazê-lo esperar, Marsden,
mas como pode imaginar houve outras coisas para eu cuidar.
- Isto é para você. - Obrigado.
- Alguma pergunta, algum problema? - Não, senhor. Acho que não.
Bom rapaz.
Estas são as entradas para o Estúdio de Televisão.
Encontro-o lá. Assegure-se de me encontrar.
Não queremos que cometa erros, certo?
- Não se depender de mim. - Certo. Melhor se apressar.
Uma coisa. Se por ventura você for preso depois da ação,
- será solto dentro de 48 horas. - Obrigado.
Você fará parte da história esta noite.
Do que se trata isso tudo?
Não faço ideia. Mas algo vai acontecer num estúdio de televisão.
Vamos. Quero ir ao programa de TV.
Há milhares vindo aí!
Aí não!
Não poderia concordar mais com você.
Capturei dezenas de aves semana passada.
Acho que não sobrou um pássaro na minha propriedade. Estação ruim.
Não entendo o que ganham com o abate de aves.
- Uma ótima refeição. - Adoro um faisão bem passado.
O que foi que Oscar Wilde disse?
"O inefável em busca do intragável".
- Sei o que estão fazendo. - O quê?
Estão provocando a Equipe Olímpica Britânica de Tédio.
Cavalheiros...
Cavalheiros, o fim para o qual todos tem trabalhado...
está há apenas algumas horas.
Já era tempo.
Nos últimos dias tivemos alguns problemas.
O jornalista Teed foi um dos problemas?
- Sim. - Você foi o responsável por isso?
Todos somos responsáveis. Eu fui o instrumento
Todos concordamos que não haveria sangue.
Convenhamos. Um homem morto, talvez mais alguns como ele.
Concordamos que poderia chegar a 100 mortes.
E para um golpe de Estado isso não é sangue.
- Croxley. - Sim.
Poderia mandar fechar aquela janela? Temos corrente de ar.
Fecharei.
Alguém tem alguma dúvida antes de tomarmos ação irrevogável?
Muito bem.
Todos seremos ministros no novo governo, amanhã ao meio-dia.
O estado de emergência e toque de recolher permanecerá em vigor durante três dias.
Durante esse tempo, ninguém fará qualquer declaração pública.
- Conhece algum deles? - Alguns.
Todos influentes mas não na minha lista de convidados.
Entre nós que representamos o mais alto nível da vida pública.
As forças armadas, a imprensa, os serviços públicos, etc.
9 homens com o poder de comandar e influenciar milhares de outros.
9 homens que podem derrubar Governo
e alterar o destino desta nação.
Este é o texto geral do meu discurso de improviso.
O tema será a anarquia, greves, manifestações, distúrbios civis,
mas a linha chave, a sugestão para a ação,
é quando digo que vivemos numa sociedade muito tempo que permite,
mesmo desculpa, violência,
e devemos, mais uma vez estabelecer o império da lei.
Estaremos prontos para fazer nosso papel.
Podemos decretar lei marcial em todo país em poucas horas.
Cavalheiros.
Não vamos ouvir mais nada. Vamos.
Seja o que for, será no estúdio de televisão.
O que está esperando, asas?
Vamos, Daniel.
Oh, Daniel.
Permita-me?
- Rasgou meu casado. Essa é boa! - Poderá ir ao alfaiate.
Ah é? Não vai a lugar algum.
Isso mesmo, não irão.
Foi um erro deixar seu carro tão perto do clube.
E disse para não segui-la. Encantadora. Encantadora.
Muito obrigado mesmo.
Boa noite e bem vindo mais uma vez ao "Homem a homem".
O Governo propôs projeto de lei e ordem que
é talvez o mais controverso diploma legislativo deste século.
Seus oponentes têm chamado de "morte da democracia".
Seus defensores afirmam que é um retorno à sanidade.
Hoje à noite, falando sobre isso, temos, se opondo à lei,
o Sr. William Denton.
E fazendo uma de suas raras mas ainda assim bem-vinda volta à política.
E exigindo medidas mais severas do que as propostas,
Lorde Croxley.
E na cadeira "quente",
estamos honrados em receber o Primeiro-Ministro de Sua Majestade,
o honorável Norman Russell.
Primeiro-Ministro, vou pedir-lhe para rolar a bola, se me permite,
delineando os objetivos principais de sua proposta.
Acho que ninguém vai negar que nos últimos 10 anos
houve um aumento no índice de violência.
Não entre os grandes poderes,
mas dentro de nossas próprias fronteiras nacionais.
Abaixe o som. Isso é um absurdo.
A opinião política é mostrada pelos atos de terrorismo e sabotagem.
É assim que vai começar, matando o Primeiro-Ministro?
Sim.
Vai acontecer na frente de 15 milhões de pessoas.
Haverá uma onda de indignação...
que quando Croxley exigir uma demanda pela ação,
o povo não só irá aprovar um novo governo, mas exigirão!
Pela manhã, o que descobriram não será mais um segredo...
e não precisarão serem mortos.
Isso é bom.
Como o pobre Primeiro-Ministro será eliminado...
podemos ouvir o que ele tem a dizer?
As urnas. Elas são mudadas pelo povo, em eleições honestas.
Muito bem.
É nossa intenção de garantir que o privilégio de um parecer
não é direito exclusivo das pessoas com as vozes mais altas.
Besteira! Tudo que quer é um estado policial!
- É o que estamos tentando evitar. - Estado policial!
Queremos liberdade para pensar por nós mesmos!
Senhoras e Senhores, por favor.
Está começando.
Poderão dar suas opiniões e perguntarem mais tarde.
Isso parece ser um pequeno triunfo da lei e da ordem. Primeiro-ministro?
Se permitimos que a violência continue,
jogamos nas mãos daqueles que querem impor um Estado policial. Jogamos nas mãos daqueles que tinha impor um Estado policial.
Algo está errado com o set, Stanley.
- Volte aqui. - Arrume.
- Daniel, abra-o, por favor? - Galinha no cesto.
Estado policial! Entendem o que digo? Estado policial!
Isso, talvez, foi um bom exemplo...
da paixão que esse projeto gera.
Muito bem.
- Quanto mais? - Uma milha e meia.
É melhor desacelerar ou vai ultrapassar o ponto.
Alô, posso falar com a polícia?
Bill Benton é um adversário contra o ato. Diga-nos por que.
Bem, sou a favor da lei e da ordem,
mas acho que esta lei vai longe demais,
e começa a mexer com o direito fundamental
de cada cidadão expressar suas opiniões.
Isto nós não aceitaremos.
Lorde Croxley?
Desculpe, mas não acho que o projeto de lei vai longe demais.
Quero ver uma ação muito mais firme...
antes que este país fique totalmente para os cães.
Não quero ver mil anos...
do melhor sistema democrático do mundo destruído...
por uma multidão indisciplinada.
- Ei, não pode deixar isso aí. - Preciso falar com os diretores!
Fazendo o que é certo para o país
ao custo de perder o apoio do povo.
O governo deve ter o poder
para fazer cumprir a vontade do seu povo e creio ser a vontade
das pessoas comuns deste país.
Esse grupo que tem sido chamado de "a maioria silenciosa"
que este poder deveria ser ilimitado.
Todo homem deve ter o direito de fazer suas escolhas.
O direito de trabalhar e ganhar um salário decente.
Isso mesmo!
Fim da anarquia!
Devemos procurar e destruir aqueles que nos veem destruídos.
Vivemos muito tempo...
numa sociedade que permite, e ainda tolera a violência.
E devemos, mais uma vez estabelecer o império da lei.
Brett!
O que vai fazer depois do programa?
Desculpe por isso, senhor. Mas deve render boas manchetes.
"Nobre britânico derruba Primeiro-Ministro."
Obrigado. Encantado. Prazer em conhecê-lo.
- Daniel, deveria ter sido mais diplomático. - Diplomático?
É raro ser convidado para ver o Primeiro-Ministro.
Sanduíches de pepino! Deve estar brincando?
- Ficou chamando-o de Sr. Presidente. - Foi um deslize de linguagem.
E quando você mencionou a Guerra de Independência?
Nós ganhamos, não foi, espertão?
Por que ficar falando sobre a Festa do Chá de Boston?
Eles não serviriam sanduíches de Pepino em Boston!
E tinha que pedir ketchup?
Aposto que não falta ketchup sobre a mesa na Casa Branca!
Verdade?
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.