All language subtitles for 9-1-1.S02E18.1080p.WEB.x264-TBS

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Ol�. Obrigado por passar suas manh�s conosco.

Moradores de L.A. acordaram preocupados hoje,

depois da segunda bomba explodir na cidade em dois dias.

Miranda Filson, primeira v�tima, advogada de defesa

no sul da Pasadena, sobreviveu � explos�o.

A segunda v�tima, um corretor de seguros aposentado,

est� entre a vida e a morte no momento.

As autoridades pedem que as pessoas fiquem atentas.

Se voc� vir algo, diga.

Se o caminh�o est� parado com o pisca-alerta,

deve estar s� fazendo uma entrega.

N�o, senhor, ter um sobrenome estrangeiro

n�o � raz�o para a pol�cia investigar seu vizinho.

Desculpe, senhora, n�o estou ouvindo direito.

Est� sendo atacada por um cachorro?

N�o! Esse � o meu cachorro.

N�s prendemos o homem-bomba.

- Mande a pol�cia! - Pare com isso!

- Bom garoto, Titus. - Deus, me ajude. Ela � louca!

Voc� disse que prendeu o homem-bomba?

Eu o vi colocando um pacote

- na caixa de correio. - Sou o carteiro!

- Disse que � o carteiro. - N�o � meu carteiro.

- Meu carteiro � o Larry. - Pare! Pare com isso!

Larry est� de licen�a por duas semanas!

- Acho que ele machucou o Larry! - Estou mandando a pol�cia.

Eu sugiro que prenda Titus em casa

- antes da pol�cia chegar. - Ajude-me!

- 911, qual � a emerg�ncia? - Tem uma mochila.

- Perto da escola Brookside. - Senhora?

- Mande a pol�cia! - Calma.

Diga-me de novo onde achou a mochila.

Continuem andando.

Fiquem o mais pr�ximo do caminh�o que conseguirem.

Fiquem escondidos.

Voc�s est�o indo bem! Obrigado.

A professora viu a mochila depois do recreio.

- Ningu�m reivindicou. - Mas n�o � um pacote.

Achei que mandava bombas por correio.

- Talvez ele tenha mudado. - Ou inspirado outros loucos.

Ar 32 no CAC 1. Tomando posi��o.

Temos vis�o. Repito, temos vis�o.

- Carlos, o que �? - Incerto.

Algum componente met�lico est� interferindo com a imagem.

Devo mover?

Repetindo, devo mover?

N�o vamos arriscar. Fa�a a detona��o controlada.

Entendido.

Todas as unidades, aten��o!

Vai explodir. Fiquem escondidos!

- Quando eu contar! - Fiquem abaixados!

Tr�s...

Dois...

Um.

Para tr�s, para tr�s.

A subst�ncia parece ser uma pasta cinzenta.

� atum.

- Emily. Aquele era seu almo�o? - Era, sim.

- Por que n�o disse nada? - Eu n�o gosto de atum.

Eu estou presa?

Esses alarmes falsos s�o quase mais tensos

- do que os reais. - Nem pense isso.

Talvez tudo seja alarme falso.

- Talvez j� tenha acabado. - Talvez.

Liberado. N�o h� nenhuma bomba.

Estudantes e professores podem voltar ao campus.

O caminh�o da 118 est� no local.

Central. 10-24. Estamos a caminho.

| ManiacS | Haters Gonna Hate!

9-1-1 - 2.18 (Season Finale) This Life We Choose

- Esses s�o nossos finalistas. - Certo.

Est�o escolhendo o bolo antes do local?

Escolheremos por conta do bolo.

Pareceu rid�culo andar pela cidade

olhando iates, sal�es e clubes.

Ent�o escolhemos tr�s restaurantes

- que fazem casamentos. - Compramos bolos deles.

- O melhor ganha! - E a lista de convidados?

Quase pronta! Sua m�e n�o quer o Chefe Alonzo na lista

at� acabar minha suspens�o.

E tem que ser at� o fim de semana.

N�o entendo por que t�m que fazer esse casamento idiota.

Achei que voc� era a favor de eu e o Bobby casarmos.

Se voc� precisar de mais tempo...

N�o, est� tudo bem. Voc�s podem casar.

� que...

Eu n�o quero usar um smoking e dan�ar com a May.

E quem disse que voc� tem que usar um?

M�e, � um casamento. � claro que ele tem que usar.

Smokings s�o um saco!

E eu sou muito velho para ser pajem.

Mas tem a idade certa para me acompanhar at� o altar.

Esse casamento n�o � s� sobre Bobby e eu.

� sobre n�s, n�s tr�s,

escolhendo Bobby como parte da fam�lia.

Vamos ao altar juntos ou n�o vamos.

Certo, juntos.

Mas pode ser sem o smoking?

Ele est� crescendo t�o r�pido.

E foi t�o forte no enterro.

- A crian�a mais forte de todas. - �, que nem o pai.

A m�e dele era forte tamb�m.

- Como? Abandonando ele? - Ramon.

Papi, n�o vamos falar disso.

Pe�o desculpas.

Olhe, querido...

Sabemos que Shannon amava Christopher.

- Claro, m�e. - Tudo bem.

Mas ela se foi...

E voc� � um pai solteiro de novo

e as horas que trabalha, Eddie...

Volte para casa.

- Para El Paso? - H� inc�ndios no Texas tamb�m.

- Pode ser bombeiro l�. - Pai...

N�o � t�o simples.

Ainda sou um bombeiro em treinamento.

Perto de receber o distintivo.

Quer que eu jogue fora o �ltimo ano da minha vida?

Certo.

Foi por isso que voc�s vieram at� aqui?

N�o pelo funeral,

mas nos levar de volta, era o plano?

Sim, o ajudar�amos, Christopher estaria em fam�lia

e voc� teria uma vida l�.

Temos uma vida aqui e fam�lia.

Obrigada, Eddie. Estamos bem aqui.

N�o vou desenraiz�-lo de novo.

Christopher ainda n�o criou ra�zes aqui,

ele viveu os 6 primeiros anos da vida dele em El Paso,

conosco.

Estar comigo � o melhor para Christopher.

Escolhi a vida dele por uma raz�o.

Pode escolher outra.

| ManiacS | crolzinha

| ManiacS | Colorada

| ManiacS | alineana

| ManiacS | LiuMacedo

| ManiacS | Vin�cius

| ManiacS | Frank

- Como est� o p�blico? - No m�ximo, 35, 50 pessoas.

E a maioria encostada na grade mexendo no celular.

Devem ter ficado em casa por causa da bomba.

Teve uma �poca, que teriam 30, 40 at� 50 mil pessoas aqui.

Nos apresentamos em est�dios pelo mundo.

�? Bem, eles t�m a internet agora.

Se querem ver burros fazendo idiotices,

conseguem de gra�a na internet.

Quem est� chamando de idiota?

Voc� � burro. O carro que � idiota.

Toda essa produ��o, na verdade.

Quer parar de reclamar?

Quer que eu me aposente? Tudo bem.

Mas primeiro...

Darei um show a eles.

Agora, estou vendo um monte de sucata enferrujada in�til...

e tamb�m tem um carro.

Este carro e eu temos quil�metros de hist�ria.

Querido. Isso � perigoso.

Pode ser minha quarta esposa,

mas Janis aqui, � meu primeiro amor.

Acho que s� quer sair em uma chama de gl�ria.

�? Se significar ter um �nico minuto

de paz e quietude... que seja.

Tente agora.

- Tente agora! - Est� bem!

Roy! Roy!

911, qual � a emerg�ncia?

Meu marido. O carro dele o est� comendo vivo.

Acho que esta vadia finalmente est� se vingando.

- Tenha cuidado, certo? - Eu sei.

- Sabe o que... Aonde vai? - Fique quieto. Quieto!

- Senhora, o que houve? - Ele ficou preso no motor,

apenas foi sugado para dentro dele.

"Ela", droga. O carro � ela!

Que seja uma li��o para voc�, Roy.

Trata mal uma mulher, ela retribui.

Eu tentei solt�-lo,

mas n�o consegui chegar at� l�.

Vamos ver o que podemos fazer.

Senhor, preciso que fique bem quieto.

Alguma chance de me soltar sem cortar meu cabelo?

- � minha marca registrada. - Esque�a o cabelo!

- Foi escalpelado! - O qu�?

� o que tentei te dizer.

- Ele j� se feriu pior que isso. - Senhora,

- nos d� espa�o, certo. - O qu�? Por qu�?

Vejo por que ela n�o conseguiu. O cabelo est� preso na correia.

N�o podemos solt�-lo sem piorar a les�o.

- Teremos que ir pelos lados. - Pelos lados? Como assim?

Vamos cortar a correia, tirar o alternador,

a polia do eixo da manivela, o que estiver no caminho.

Uma ova!

Precisamos achar o pist�o.

Esse cap� � �nico. Cuidado. Por favor.

Precisamos de chave de boca para o eixo.

Cara!

- N�o ponha isso a�. Deus. - Segure e aperte.

Um, dois...

Aguente firme.

Quase l�.

- Est� matando-a! - Relaxe, senhor.

- Falta pouco. - Relaxar?

Est� matando meu carro, cara.

- Cara. - Queria uma chama de gl�ria.

Tacar fogo em voc� seria uma chama gloriosa.

Por favor, senhor, n�o se mova! N�o se mova!

Droga. Arrebentou a veia occipital.

- Cap., ter� hemorragia. - R�pido.

- Hen, como est� a�? - Quase l�.

Deus, n�o o deixem morrer. Amo esse infeliz.

- Quase l�. - Maude, juro a voc�, querida,

se eu sair daqui vivo, n�o serei mais imprudente.

Chega dessa vida.

Certo, querido, vamos tir�-lo da�.

Est� saindo, saindo, saindo.

Estou aqui, querido.

Consegui. Vamos levant�-lo devagar.

Seu tolo idiota.

Tudo isso para impressionar algumas pessoas?

N�o a eles.

Voc�.

Tudo que precisa fazer para me impressionar � viver.

- Ele vai viver. - Eu vou?

Ouviu isso, Maude?

Eu vou viver.

Proteja tudo, querida. Ligue para o promotor.

Alguns pontos, uma peruca decente,

podemos fazer essa turn� de volta pr�xima semana.

Estou de volta!

Roy, seu filho da...

Tem uma cozinha completa com parede revestida,

banheiro principal espa�oso, quarto no mezanino.

E a vista.

- Isso n�o tem pre�o. - Mas voc� disse um.

- Podemos negociar. - Gostamos de negociar, n�o �?

Eu gostei. Planta livre. Um toque moderno.

Um pouco cru. Consigo ver potencial.

- Agora consegue? - Consigo.

Pod�amos faz�-lo viver como um adulto de verdade.

Este seria meu primeiro lugar para chamar de meu.

Pensei que morariam juntos.

- N�o. - N�o, isso �...

Ela � s� minha decoradora.

N�o. N�s s� n�o chegamos nesse ponto ainda.

�, ainda n�o.

Estamos no est�gio onde o lugar dele

precisa ter um pouco mais de sol.

- Viajo muito a trabalho e... - Eu sou melhor que um hotel.

Com certeza. Muito melhor.

Vamos conversar sobre o closet.

Oi, pessoal, aqui � a Becca. Cheguei de Belize,

e estou super empolgada para contar sobre a viagem

e sobre os incr�veis produtos que experimentei.

Gra�as a parceria com a Pouty Gal Lip Wear,

pudemos conhecer tudo.

Os belizenhos s�o �timos,

e mesmo que n�o tenham muito dinheiro,

eles ainda ficam muito felizes em te servir

e est�o sempre sorrindo, e eu simplesmente amei.

Quero dizer, estou muito cansada da viagem,

mas essa foi a vida que eu escolhi.

Indo conhecer o mundo � fora

para encontrar produtos de alto n�vel para voc�s

para faz�-los se sentir e parecer bonitas,

mesmo quando n�o me sinto.

Est�o vendo isso?

Nossa. Isso � nojento. �, mas acontece.

Sabem, essa � a vida real,

e eu sempre vou mostrar tudo para voc�s,

e � por isso que hoje mostrarei

o jeito certo de espremer uma espinha.

O que voc� vai fazer...

� come�ar longe do ponto

e pressionar de leve a �rea do entorno. Tipo...

S� esprema, tipo... Ai, nossa.

Pior espinha da vida.

O qu�?

Mam�e! Mam�e! Tira isso! Tira! Tira!

Siri! Ligue para o 911!

Socorro. Aqui. Meu bra�o.

- Pessoal? - Sim.

Sinto, mas n�o consigo mover.

Meu ombro est� doendo muito.

Parece que fraturou a clav�cula.

Vamos ajud�-la a sentar. Muito bem.

Disseram-nos algo sobre um animal?

�, saiu do meu rosto.

O que estamos procurando, exatamente?

Era um pequeno, pequeno verme. Ou uma lagarta.

- Uma larva? - N�o use essa palavra.

- Larva. - Esteve fora do pa�s?

Sim, viajo bastante a trabalho.

- O que voc� faz? - Influencer de moda e beleza.

Seu c�rculo de influ�ncia inclui Am�rica Central ou do Sul?

N�o. N�o. Quero dizer, acabei de voltar de Belize.

Belize � Am�rica Central.

- Tem certeza? - Absoluta.

Botfly.

Moscas parasitas da Am�rica Central e Sul, incluindo Belize.

Elas se reproduzem deixando seus ovos nos mosquitos.

Quando o mosquito pousa,

o ovo quebra e vai direto para a �rea de alimenta��o.

Por sorte, acho que tirou o peda�o todo.

V�o extrair o restante no hospital.

- O restante? - Imagine como novos seguidores.

- Que nojo! - Vamos levant�-la.

Meu Deus, espera. N�o, n�o, algu�m pega meu celular?

N�o, volte. Quero meu celular. Esperem, pessoal.

Oi, pessoal. At� mais.

Primeiro lugar. Nota 10, meu garoto.

� um projeto de ci�ncia, pai. N�o entrou na MIT.

� como um projeto de engenharia.

Puxou ao pai. O que posso dizer?

O que � isso?

Um pacote para a mam�e.

Harry! N�o se mexa!

FR�GIL UM PRESENTE PARA VOC�

Chame o esquadr�o antibomba.

- Voc�s est�o bem? - Estamos.

Gra�as a Deus que estava aqui.

Senti que algo estava errado, sabe?

- Sargento Grant. - Sim.

Shawn Boyd. Agente Federal.

Estou no comando dessa opera��o.

Ent�o est� confirmado?

- Estou na lista desse cara? - Achamos que sim.

A chapa de ouro coincide com as outras tr�s bombas.

- Tr�s? - Ela achou outra esta manh�.

Vernon Clemmons. Juiz de L.A. Voc� o conhece?

Estive no Tribunal dele mais de uma vez. Ele est� bem?

Declarado morto no local.

- Vai levar isso com voc�s? - Vamos tentar.

Pode ser uma boa evid�ncia naquela caixa.

Todos os pacotes explodiram assim que...

- Foram movidos. - Foi isso?

S� um segundo. Obrigada, Oficial.

Eu vim o mais r�pido que pude. N�o me deixaram entrar na rua.

T�m alguma ideia de quem est� fazendo isso?

Eu tenho pensado sobre isso.

Eu estava no primeiro local, mas n�o conhe�o a mulher.

Nem o nome, nem o rosto. Disseram que ela � advogada.

N�s devemos ter nos cruzado, mas eu...

Voc� j� est� nisso faz tempo. N�o vai lembrar de todo mundo.

Tamb�m me mostraram uma foto do corretor do seguro.

N�o pareceu familiar, mas eu s� tenho certeza

do juiz Clemmons.

- Clemmons? Por que � familiar? - Sargento Grant.

Lembra de um caso de inc�ndio criminoso h� 3 anos?

- Foi um restaurante. - Guillermo's.

Agente Boyd, este � o Capit�o Nash dos bombeiros.

Trabalhamos juntos no caso.

�nica vez que testemunhei desde que mudei para L.A.

O dono era Victor Costas.

Pegou seis anos. Ainda deve estar preso.

Foi liberado antes, por constar como morto.

Tr�s meses atr�s. C�ncer.

Ele tinha esposa e filho. Um adolescente.

O filho ficou muito irritado quando o pai foi preso.

O pai morto? Imagino o qu�o bravo ele est� agora.

N�o posso ajudar. N�o sei onde Freddie est�.

N�o o vejo desde o funeral do Victor.

Soube da morte de seu marido.

Sinto muito por sua perda.

Sente? Voc� o colocou l�.

Agora voc� quer levar o Freddie tamb�m.

Ele machucou muita gente, sr� Costas.

Matou um juiz.

- Eu n�o sei nada sobre isso. - Talvez. De in�cio.

Sr� Filson defende criminosos. Deve ter muitos inimigos.

Depois o corretor do seguro, que est� na UTI, a prop�sito,

e o que disse a si mesma?

Que foi coincid�ncia? N�o podia ser verdade?

N�s perdemos tudo.

O seguro n�o pagou.

Todos os credores nos processaram.

Vendemos tudo para pagar aquela advogada,

e o que ganhamos? Uma senten�a de morte.

A pris�o acabou com meu marido e depois o matou.

Ent�o, Freddie estava bravo. Com a advogada, com o juiz,

com a seguradora. De quem mais ele tinha raiva, sr� Costas?

Equipe antibomba olhou sua casa, Capit�o Nash. Nada l�.

Acho que isso � um al�vio.

Isso n�o faz sentido. Eu estava quando o pai dele foi preso.

Ele disse que voc� os arruinou.

Talvez esteja deixando por �ltimo.

N�o mandou a bomba ainda.

Ou talvez voc�s olharam a casa errada.

118, 118, aqui � o despacho.

Bobby Nash est� na linha. Ele diz que � importante.

O qu�? Despacho?

Despacho, por favor repita.

Voc� � novo.

Se voc� chegou agora,

testemunhas est�o relatando que este caminh�o do CBLA

pertencente � Esta��o 118,

foi atingido por um tipo de explosivo

quando estava indo para um chamado.

D� para ver um bombeiro preso embaixo do caminh�o.

Parece um esmagamento.

Isso pode ser complicado.

Choque hipovol�mico. Hipercalemia.

- Ele est� sozinho. - Ele n�o est�.

Ele est� cercado de pessoas para ajud�-lo.

Por que ningu�m est� indo l�?

Eles n�o podem. Voc� sabe disso.

Per�metro confirmado, mas sem o raio da explos�o.

N�o pode dar o telefone. N�o sabemos que sinal ele opera.

Despacho, � o Capit�o do 118. Qual a situa��o?

- H� pessoas morrendo na rua. - Mantenha a posi��o, 118.

Traga-me o Capit�o. Onde est� o Capit�o?

Eu disse para n�o se mexer.

- Capit�o! - Eu sou o capit�o, tudo bem?

Eu sou o capit�o. Por favor, deixe-me ajud�-los? Por favor.

N�o. N�o, n�o quero voc�.

Quero o Capit�o Nash.

Eu te amo.

Capit�o! N�o confronte-o!

- Ele quer a mim. - Ele lhe quer morto!

- Vamos dar o que ele quer. - Capit�o Nash!

Atire em mim se precisar.

Isso foi inesperado. Um cidad�o confrontando o jovem.

N�o temos detalhe sobre a identidade do cidad�o.

Freddie!

Pensei que estaria no caminh�o.

Estou aqui agora.

Qu�o distante est�?

O que acontece agora?

� o que voc� queria.

- Eu queria te ver morto. - Eu entendo.

Mas e eles? E ele?

Ele tem pais, uma irm�, uma namorada,

e ele nunca fez nada a voc�.

Ele nem era um bombeiro

quando seu pai botou fogo no restaurante.

Efeito colateral.

� assim que se enxerga?

- Uma v�tima nisso tudo? - Pare.

Mais um passo e todos explodem.

Voc� esteve em p�ssimas m�os e sinto muito por isso.

Mas o que faz com isso... Essa � a sua escolha.

Deixou de ser v�tima na hora que armou a primeira bomba.

- Aquela advogada! Ela... - Fez o trabalho dela.

Todos est�vamos fazendo nosso trabalho.

Destruindo minha fam�lia.

Minha m�e e eu perdemos tudo.

Ela estava com tanta dor.

Quer que piore? Quer que ela veja voc� morrer?

- Freddie. - M�e.

N�o, n�o, n�o!

Pare! Pare!

- N�o se mexa! - O gatilho!

Entendido. Entendido.

Ainda est� aqui, Buck?

Buck, como est�?

- Meio dormente. - Vou fazer duas linhas.

- Pele gelada e p�lida. - Certo.

Coloque bicarbonato de s�dio. Aguente a�, Buckaroo.

- Aguente firme, Buck. - Aqui � o Capit�o da 118.

H� um ferido da colis�o.

Quero ajuda para mover o caminh�o

e liberar o caminho para o hospital.

- Como ele est�? - Sem tempo, Cap.

Vamos tentar tirar isso de cima dele?

Tentem levantar!

Certo, temos que tentar tirar isso!

Aquele bombeiro

parece ter realmente recebido todo aquele peso.

Aquilo que veem � um caminh�o inteiro.

S� nos resta esperar para ver o que vai acontecer.

- Ajudem. - Venham! Venham! Venham!

Segurem aqui. Vamos levantar isso.

- Prontos? - Aguente firme, Buck.

- Pronto! - Levantem!

Vamos!

- Vamos, vamos! - Levantem mais!

- De novo. Prontos? - Aguente a�.

Um, dois, tr�s, levantem!

- Vamos! - Levantem mais alto!

Mais!

- Aguente a�, Buck. - Ela � muito pesada.

Temos algo para usar como alavanca?

N�o. Precisamos de mais gente.

Vou ligar de novo.

Despachante, aqui � o capit�o...

Agora, olhem para isso.

Espectadores entrando. Eles v�o ajudar.

Essa � realmente uma cena incr�vel.

Que incr�vel forma de mostrar suporte e gratid�o.

- N�s vamos conseguir! - Venham!

R�pido, r�pido, r�pido!

Ponham a m�o onde conseguirem!

No tr�s.

Um... dois... tr�s!

Certo, conseguimos.

Conseguimos! Conseguimos!

Ele est� quase saindo. Espere.

Continuem puxando! Certo, conseguimos tir�-lo!

Que grande momento para essa cidade.

- V�! - Um grande momento para todos.

Certo, vamos coloc�-lo na maca no tr�s.

Um, dois, tr�s!

De novo.

Um, dois, tr�s!

Tudo bem?

- Fique acordado, Buck. - Fique acordado, garoto.

O hospital fica a 4 minutos, certo? Vamos l�.

Aguente firme, amigo.

Isso me lembra o terremoto,

com o amor que a cidade mostra aos seus param�dicos.

L� vamos n�s de novo, ao vivo na TV.

Voc� � um idiota.

Mas eu tamb�m te amo.

Bem-vindo de volta.

Carla...

- Voc� est� aqui. - Claro que estou aqui.

Se vejo um amigo no notici�rio sendo esmagado

por um caminh�o, eu venho.

Certo, Buckaroo, est� tudo bem.

Vai ficar tudo bem...

Vai? Falou com o m�dico? Ele falou como foi a cirurgia?

S� que voc� conseguiu.

Agora � o propriet�rio orgulhoso de uma haste de tit�nio

e 4 lindos parafusos cromados com cobalto.

Estava esperando mais?

Antes de me colocarem na cadeira de rodas, ele...

ele disse que n�o sabia como seria.

- Voc� andar� de novo. - Sim, ele disse que...

Disse estar muito confiante quanto a isso.

Ele s� n�o sabia se eu um dia voltaria...

a trabalhar de novo.

Certo, eu n�o vou mentir para voc�

e dizer que vai ficar tudo bem.

Mas n�o precisa arrumar problema, n�o ainda.

Vamos aproveitar este momento e ficar feliz por estar vivo.

Ali parece legal.

Conheceu a Ali?

Gostamos de morenas agora?

Na verdade ela era loira quando eu a conheci.

Ent�o agora vamos esconder a paisagem?

Carla...

Ele acordou.

- Oi. - Oi!

Oi.

Oi...

Esteve em cirurgia por um tempo.

Muito tempo.

Obrigado por estar aqui.

Anote que ele n�o agradeceu por n�s estarmos aqui.

Acho que ele nem sabe que estamos aqui.

N�o �?

Caltech, meio expediente.

Ent�o seria metade do dinheiro, duas vezes mais tempo em casa.

Lembra quando trabalho remoto nem estava na moda?

Parece que foi ontem.

Acho que comparado a tudo, foi ontem.

Se voc� pudesse fazer isso...

Morda a l�ngua.

No dia que eu trabalhar em casa, nossa casa estar� em chamas.

Acho que ser� bom ter mais tempo com Denny...

E mais algu�m que possa aparecer.

Viu o que fez a�?

S� jogou a bomba, silenciosamente.

Bem, eu andei pensando.

Sou uma mulher de certa idade...

Se algu�m pode entrar em queda de bra�o com a M�e Natureza...

esse algu�m � voc�.

Est� falando s�rio?

N�o � como se nunca tiv�ssemos comentado.

- T�nhamos um plano e ent�o... - Denny.

Tamb�m n�o t�nhamos certeza se era a decis�o certa na �poca.

Mas nunca existiu um dia

em que eu me arrependi de escolher ser a m�e dele.

Voc� se arrepende?

Voc� e aquele homem

s�o as coisas que me levam para casa todo dia.

Mais algumas pegadas pela casa pode ser legal.

Esta sim � uma belezura.

- � um empr�stimo. - Empr�stimo?

- Chim, s�rio? - Brincadeira. � nossa.

Com a condi��o de n�o virarmos,

batermos ou explodirmos em breve.

- Mas eu n�o prometi nada. - Capit�o, voc� voltou!

Voltei.

� meio dif�cil demitir o her�i do jornal das 18h.

Imagine as cartas que receberiam.

Sem mencionar a chuva de tuites que receberiam,

come�ando por mim.

Bem-vindo de volta, Capit�o.

- J� era hora. - Obrigado.

- � �timo estar em casa. - Admitam,

sentem falta do Capit�o Han um pouco.

Nem um pouquinho.

As coisas est�o finalmente voltando ao jeito que eram.

Quase.

Calma, certo? N�o quero que caia e quebre a outra.

S� estou feliz por ter sa�do do hospital.

- Est�? - Sinto falta da minha cama...

que eu n�o verei pelos pr�ximos tr�s meses.

Acho que dormirei aqui embaixo.

Voc� � um colega de quarto perp�tuo.

At� na sua pr�pria casa.

Li��o: Nunca assine um contrato

se pretende ser esmagado por um equipamento municipal.

Ou talvez uma ideia melhor?

Que tal n�o ser esmagado por um equipamento municipal?

- Por que n�o pensei nisso? - N�o sei.

Ent�o...

Pensou no que vai fazer depois disso?

Quando tirar esta coisa?

Por qu�? O m�dico te falou algo?

N�o.

N�o sei...

Acho que muita fisioterapia e depois...

Voc� provavelmente vai querer voltar para as ruas.

Sim, � claro, digo...

O que mais eu faria?

O qu�? Diga, o que est� havendo?

Eu te vi quase morrer.

- Mas n�o morri. - Mas poderia.

- Mas n�o morri! - Eu sei, eu...

Eu sei... gra�as a Deus.

Veja... n�o � como se eu n�o soubesse

que voc� era de uma linha perigosa de trabalho...

Quando te conheci, l� no alto

- de um pr�dio caindo. - Exato.

Aquilo foi um dia... Um dia da minha vida, Evan.

� todo dia para voc�.

Estou come�ando a entender

- o que significa. - Ent�o quer

que eu me demita, � isso que quer?

N�o, nunca pediria para voc� fazer isso. Escute.

Sei que � quem voc� �.

- N�o tenho certeza... - Se � quem voc� �.

N�o sei ainda.

Oi.

Oi.

O que estou fazendo aqui?

Perguntei para voc� se as coisas seriam as mesmas

e voc� disse que n�o.

Tenho pensado muito sobre isso tamb�m.

E acho que eu estava errado.

Acho que voc� estava certo.

Mas est� bem porque...

N�o voltaremos ao que t�nhamos antes.

Mas talvez podemos ter algo diferente.

Voc� estava bem a� quando me chamou para sair, e,

n�o tenho certeza se j� estive mais feliz.

At� agora.

- Nossa, tenha cuidado. - Vai costurar isso de novo?

Acho que n�o.

N�o significa que tem que destro�ar tudo.

- Est� horr�vel. - Ficar� bom.

Colocaremos no come�o do gesso.

N�o sei por que te levarei. N�o deveria estar de p�,

- precisa se curar. - Isso � mais importante.

E se eu quebrar outra coisa, podem consertar junto com tudo.

Espere. Tem mais coisa?

Querem que eu fa�a outra cirurgia.

O m�dico n�o estava feliz com os raios-X,

ent�o quer trocar a pr�tese e fazer alguns enxertos �sseos.

Acham a cicatriza��o atrasada ou n�o est� acontecendo?

Se est� curando mais devagar do que o esperado,

- pode esperar umas semanas. - N�o esperarei.

Quanto mais r�pido a cirurgia, mais r�pido volto trabalhar.

Ent�o o m�dico quer que voc� espere.

Deveria escut�-lo.

Estamos falando da sua sa�de.

Da habilidade de andar. Do resto da sua vida.

N�o, ser bombeiro � a minha vida!

� a �nica coisa importante que fiz

e que importa, certo?

- Sem isso, eu n�o tenho... - Voc� ainda ser� o Buck

e todos te amaremos.

Tem muitas outras coisas importantes

que voc� pode fazer na vida.

N�o.

N�o, j� tomei minha decis�o.

Pessoas presumem que escolhemos esta vida.

N�o tenho tanta certeza.

�s vezes penso que a vida nos escolhe.

Para os que atendem a chamada,

n�o pode ter d�vida, nem equ�voco.

N�o � s� a vida dos que ajudamos que dependem de n�s,

mas a nossa vida tamb�m.

As vidas dos nossos amigos bombeiros e socorristas.

Hoje damos as boas vindas ao novo irm�o.

Depois de um ano de trabalho duro e dedica��o,

tenho orgulho de anunciar

que o seu per�odo probat�rio acabou.

Bem-vindo aos bombeiros de Los Angeles.

- Bombeiro Diaz. - Obrigado, senhor.

O que tem para mim, filho?

- O seu capacete. - Meu capacete?

Parab�ns, pai.

Muito obrigado, Christopher.

Uma emerg�ncia � a falta de escolha.

A aleatoriedade do mundo...

O caos louco da vida,

roubando nossa seguran�a...

Nossas ilus�es.

Mas nesses momentos de escurid�o...

E medo, n�s chamamos

para � luz a frente,

as pessoas que amamos.

Roubamos de volta essa escolha

e escolhemos uns aos outros.

Escolhemos amizade e fam�lia.

Escolhemos esperan�a.

Escolhemos alegria.

Escolhemos viver.

Athena!

Que surpresa.

Achei que ia dormir depois do turno.

N�o, queria te ver primeiro.

- Muito amor. - O que vai fazer hoje?

Vejamos, lavar roupa, compras, o normal.

E se casarmos ao inv�s disso?

Ir ao tribunal, pegar a licen�a, dizer os votos e casar.

"Voc�, eu e as crian�as." Isso que disse que precisava.

E temos isso agora, hoje.

E se sabemos de algo,

� que hoje � a �nica certeza.

Ent�o n�o vamos desperdi�ar nenhum momento.

Vou me trocar e pegar as crian�as.

- Sei que n�o tem vestido mas... - N�o,

eu tenho um vestido.

Quando o ch�o cai abaixo de n�s,

e as tempestades est�o � nossa volta,

s�o todas essas pessoas,

que d�o al�vio.

E oferecem abrigo.

� assim como nos salvamos,

salvando uns aos outros.

Porque ningu�m, nenhuma pessoa,

foi salva sozinha.

At� a pr�xima temporada!

Legende conosco! www.maniacssubs.ga

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.