All language subtitles for The.Bear.S04E01.Episode.1.1080p.DSNP.WEB-DL.DDP5.1.H.264-playWEB

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Original subtitles

Tem muito alho.

- Acha que � muito alho? - Diga voc�, Carm.

Tem muito alho.

O que eu disse?

Sabe, aquela coisa que�

N�o deu certo, ent�o�

Que coisa?

Aluguel de carros.

Essa coisa. Pois �.

Lamento.

- Posso perguntar algo? - Porra�

- O que foi? - O qu�?

- Esquece. - O que era?

"Todos acham idiotice. Voc� � assim."

- O que ia dizer? - N�o.

Ia perguntar se voc� liga.

Pra qu�, Carm? Pro que as pessoas dizem?

- N�o ligo, n�o. - N�o.

Se liga pro neg�cio de aluguel de carros.

Eu� N�o.

N�o ligo nem um pouco pra isso.

Precisa mexer isso a�. Por Deus, est� grudando tudo.

Beleza.

Como arranjou a grana?

- Segunda vez que pergunta. - E voc� n�o responde.

Precisa de grana?

E se eu quiser um restaurante?

- Como assim? - O qu�?

- Um restaurante? - Por que n�o?

Voc� j� tem um.

Seria algo diferente.

Conte mais.

Todas as nossas boas lembran�as aconteceram em restaurantes, n�o?

Como a Sorveteria do Homer depois do beisebol.

Omega, depois do anivers�rio estranho com a mam�e.

- N�o par�vamos de rir. - Foi legal.

V�rias coisas boas aconteceram com a gente em restaurantes

porque restaurantes s�o especiais, n�o?

S�o.

E as pessoas v�o a restaurantes para serem cuidadas.

Certo? V�o a restaurantes pra comemorar, pra relaxar

e n�o ter que pensar em mais nada.

V�o pra se sentirem menos sozinhas.

At� o papai.

Como assim, o papai?

N�o sei. S� me lembro de v�-lo feliz

quando falava do restaurante irland�s que ele adorava.

Voc� se lembra disso? Meu Deus�

O que foi?

Voc� se lembra desse lugar? Do nome?

- N�o me lembro. - Era uma pocilga.

Fedia a lixo. Parecia o Inferno.

- Ele amava. - �.

Voc� faz isso? Pensa no papai?

Como ele era?

Sei l�

Quando falou com ele pela �ltima vez?

- N�o sei. - Pois �.

Sentiu?

� basicamente isso.

Ele era assim, Carmy.

Um babaca.

Todo mundo ama restaurantes.

- At� babacas. - N�o sei.

Estou num restaurante todos os dias

e j� conheci muita gente que n�o ama restaurantes.

- Elas amariam o nosso. - Por qu�?

- Seria nosso. - Escute.

N�o � porque esteve na porra de Napa

que esse ramo n�o � uma merda.

- P�e folhinhas� - Eu sei!

- N�o � assim� - Sei que � dif�cil!

- T�? � dif�cil. - N�o faz ideia.

� por isso que � especial.

� dif�cil, complicado, intenso, espec�fico,

e nem todos d�o conta.

- Isso. - Eu dou conta, Mike.

Podemos fazer isso.

Beleza? Podemos cuidar das pessoas.

Pode ser calmo. Pode ser gostoso. Podemos colocar boas m�sicas.

As pessoas podem querer comemorar l�, t�?

Podem querer ir l� depois de um dia incr�vel.

Podem querer ir mais ainda depois de um dia ruim.

Podemos trazer felicidade, Mike.

Voc� e eu?

�, voc� e eu.

Voc�

j� pensou em tudo, n�o foi?

At� no cheiro.

Qual seria o nome?

Pode ser Mikey's.

Acho que pensei�

em um nome melhor.

ADAPTA��O | REVIS�O | SINCRONIA: QUER SE JUNTAR A N�S? | loschulosteam@gmail.com

E se n�o houver amanh�? N�o houve amanh� hoje.

Al�? Al�!

Algumas pessoas olhariam para este copo e diriam:

"Esse copo est� meio vazio."

Outras diriam: "Esse copo est� meio cheio."

Acho que voc� � do tipo que v� o copo meio vazio, n�o?

O que voc� faria se estivesse preso em um lugar,

todos os dias fossem iguais e nada que voc� fizesse importasse?

CR�TICA Falta o Essencial ao THE BEAR.

THE BEAR e a disson�ncia culin�ria.

KERIGAN MUDAN�AS

O restaurante se chamava.

O restaurante se chamava Kerrigan's N�o Enviada.

Saudade, mano N�o Enviada.

Achei as latas N�o Enviada.

Tem que ser mais espec�fico.

Eu�

N�o fui bom o bastante. Preciso ser melhor.

N�o sei se essa � a quest�o.

E qual �?

O Trib veio tr�s vezes e cada vez foi diferente.

E a comida estava boa.

�s vezes.

N�o gostaram da vibe.

N�o gostaram do caos. E, sendo sincera, n�o sei se eu gosto.

Acha que gosto do caos?

Eu�

acho que voc� pensa que precisa ter talento.

Voc� seria t�o bom quanto� Excelente.

Talvez at� melhor como cozinheiro

sem essa necessidade de caos.

Mandou bem. At� perdi o ar.

- Voc� n�o precisa. - De ar?

De disfun��o.

Voc� est� se fechando.

Sinto que est� se fechando.

D� pra sentir aqui dentro.

N�o sei onde voc� est�.

N�o gosto de disfun��o.

Do que voc� gosta?

Gosto disso aqui.

Acho que essa foi a declara��o mais triste

de algu�m que gosta de algo.

Falei que quero melhorar.

T�, primeiro pode tentar ser menos infeliz.

Essa doeu.

Que bom.

O que aconteceu l�?

A cr�tica foi como um chute no saco.

N�o, estou falando da loja e do urso.

O que ela contou?

Ela voltou achando que voc� est� bravo com ela.

N�o. Vou te contar�

Ela queria um urso de US$ 100, e eu neguei.

Ela ficou brava, e n�o voltei atr�s.

Tudo bem. S� precisa dizer isso.

Ela disse que merecia.

N�o aceitei "n�o" como resposta.

O Frank d� muita coisa pra ela?

Talvez voc�s estejam diferentes e eu esteja por fora.

Que papo � esse?

Eu tento estabelecer as regras incentivando a independ�ncia

pra ela ter autocontrole.

- T�. - Como � no meu neg�cio.

Ela tem 7 anos, Richard.

Quer saber, Tiff? Preciso desligar. Depois retorno.

Caralho!

Algu�m sabe onde�

Que tal ficar olhando por mais um minuto,

e depois jogamos fora?

Jogue fora agora. Estou bem.

Com prazer.

- Oi. - Oi.

Voc� est� bem?

J� se sentiu preso num mesmo dia que se repetia sem parar?

Tipo Feiti�o do Tempo?

�, sem conseguir viver o amanh�.

J� me senti assim.

O que voc� fez? Como saiu dessa?

Comecei a trabalhar aqui.

Tentei fazer isso.

UNIV. COMUNIT�RIA Inscri��o.

Excelente.

Senhora.

- Senhor. - O que est� fazendo aqui?

Criando oportunidades.

Entendi. Um novo sistema?

Pra mim, sim. E configurando um app de entrega.

Quero que a janela tenha muitos pedidos.

Que nada! A cr�tica gostou dos sandu�ches. Bom trabalho.

E de outras coisas.

�, talvez.

Shapiro Deslize para atender.

Shapiro Me ligue quando der,

estou animado pra falar do novo espa�o.

Preciso ser mais r�pida.

A cr�tica disse que a massa atrasou.

Nas tr�s visitas. Estou fazendo merda.

� um novo sistema.

S� deviam ter avaliado ap�s semanas.

Acho que a �nica forma de encarar � entender que preciso focar mais.

Preciso me concentrar e ser mais r�pida.

Pegar um pouco do lado bom e do ruim.

Abaixar a cabe�a e trabalhar bem. Esse � o meu sistema.

Belo sistema, senhor.

Sistema, querido.

� isso.

- Bom dia, f�s de esporte. - Oi.

- Sr. Kalinowski. Computador. - Oi.

- Oi, Syd. - Viemos mostrar algo.

- �timo. - Computador, tela.

- Tomada? - Tem ali.

Desculpa, � a Nat.

Oi. Acho que sei do que se trata. Estou com o tio e o Computador.

Vou te colocar no viva-voz, t�? S� um segundo.

- Oi, Sug. - Oi.

- Oi. - Oi, minha linda.

Acho que sei o que est� acontecendo.

N�o sei, n�o. O Computador veio

- botar um rel�gio na parede. - Por qu�?

- Pra que isso? - Objetos assim s�o eficazes.

Algu�m leu algo bom ultimamente?

S� por curiosidade.

Muito bem, continuando�

Este rel�gio est� marcando 1.440 horas.

- Quanto tempo d�? - Tr�s meses.

- Dois. - Dois.

- Porra� - � pior em matem�tica ou ligar de volta?

O rel�gio diz quanto dinheiro ainda temos.

Mas temos dez meses pra pagar, n�?

- Nove meses. - Nove.

- Nossa! - E qual � a diferen�a?

- Sete meses. - Sete meses.

Certo. E a�?

Computador, diga em outras palavras.

Tem uma op��o no acordo.

Se o neg�cio come�ar a dar muito preju�zo, podemos tomar uma atitude.

Uma atitude? O que isso significa?

� s� um torniquete. Quando chegar a zero,

o restaurante vai ter que fechar.

Sinto muito.

- Sydney. - T�.

Estou errada em pensar que esses dois meses

s�o uma �tima boia salva-vidas?

- Concordo. - N�o, est�o certas.

Ent�o qual � o problema?

Primeiro, podem achar que � �timo,

e devemos boa parte disso ao rapaz da janela do The Beef,

porque aquilo l� est� bombando.

Segundo, a boia salva-vidas n�o considera pagamento de empr�stimos,

produ��o, entregas e reservas canceladas.

E, pelo que vi, n�o h� evolu��o nem melhora,

ent�o parece n�o ter salva��o.

Terceiro, a boia n�o est� inteira.

E por que n�o est� inteira?

- �. - Tem buracos.

Como s�o os buracos?

Como tiros de bazuca, gra�as ao Trib.

Falaram coisa boa.

�, mas tamb�m falaram "confuso" e "prepotente".

- "Disson�ncia." - Isso.

Diga, Nicholas, o que acha dessa palavra?

- Harmonicamente fodida. - T�, Computador. O que quer dizer?

- Viu os gr�ficos? - N�o.

Organizei por cores.

Tentei, mas, sem ofensa, as cores eram estranhas,

- e era deprimente. - Eu vi os gr�ficos.

- E a�? - Ficaram deprimentes.

Ent�o precisamos de uma diferen�a gritante,

gigantesca mesmo, do tipo: "Porra, isso muda tudo!

� uma mudan�a do caralho!"

Se isso n�o acontecer, ser� o fim.

O tempo vai acabar, e o restaurante vai fechar.

- Tio, � s�rio isso? - Sinto muito, querida.

Preciso vender pra tentar recuperar a grana.

Gosto de fazer o inevit�vel logo.

- J� o meu s�cio� - Calado.

- �empurra com a barriga at� o limite. - Cale essa boca!

Merda� O que � isso aqui?

O que foi? Oi, Computador. Tio.

- Ol�, Neil. - Oi, meu amor.

- Nat! - Oi, Sugar.

- Podem atualizar eles? - Dois meses de boia salva-vidas.

- �timo. - N�o, errou.

- Por qu�? - Buracos.

- Como s�o? - Enormes.

Quando a boia afundar, eles sugerem que�

N�o, estamos afirmando.

Est�o afirmando que vamos ter que fechar o restaurante

porque, depois�

Seria como chutar cachorro morto.

�, como jogar coc� nele antes de jog�-lo de um penhasco.

E atropelar com um tanque.

Antes de atear fogo nele e jog�-lo no triturador de madeira.

E depois rasp�-lo e afog�-lo�

Acho que j� entendemos, mas obrigada.

Posso falar?

Por favor.

T�. Tio J, tio Computador.

Estou certo em presumir que esta reuni�ozinha tem algo a ver

com a mat�ria desagrad�vel do jornal?

- Est� certo, sim. - Beleza.

Ent�o agora vou falar. Isso�

Como treinamos.

T�, beleza.

Li a mat�ria com muito cuidado.

Admito que ignorei e descartei no in�cio,

como se fossem s� reflex�es de um millennial ot�rio.

Sem ofensa.

Mas depois de refletir, reler e fumar um cigarro,

percebi que havia muitas verdades naquela mat�ria.

Algumas bobagens, mas muitas verdades.

Tenho trabalhado muito em mim. Acho que isso n�o � segredo.

E a mat�ria me fez perceber que eu�

estou pisando na bola. Est� bem? N�o tem desculpa.

Ele veio tr�s vezes. Eu devia ter percebido.

N�o por ele ser cr�tico, e sim por vir v�rias vezes.

N�o tem desculpa, e eu sinto muito.

- Pare. - Desculpa.

- Valeu, Richie. - Pare.

- Eu acho que a culpa � toda minha. - Nem vem com o Carmen m�rtir.

- Falei que a culpa � minha. - N�o me ouve.

Voc� n�o me ouve.

- Tchau! - Vivo mudando o card�pio.

- T�? - Nem falei�

- Eu estou falando� - Contratei pessoas.

Pare de contratar pessoas!

Todos se demitiram. Preciso substituir, � �bvio.

- Quem se demitiu? - Eric, Debbie e David.

Quem s�o Eric, Debbie e David?

A Debbie foi legal comigo, o Eric � estranho.

- Mas o David � incr�vel. - Disson�ncia.

T� bom.

- E quando tivermos estrela? - "Se."

Se tivermos estrela.

N�o �?

�, por mais estranho que pare�a.

O som da risada dela vai ser ouvido nos seus sonhos?

Rodgers e Hammerstein, 1958.

De 58.

�, 58.

� s�rio.

Carmen, isso nunca foi t�o s�rio. Est� bem? Nunca.

Ganharemos a estrela.

Voc�s t�m esse tempo para conseguir.

- Oi, tio Computador. - Oi, Chuck.

Temos um rob�, ent�o n�o se assustem

- quando o virem. - Estamos ouvindo.

- O nome dele � Chuckie. - O que ele faz?

Entregas. Consegui de gra�a num app.

- De entregas? - Boa.

- Boa. - Continue.

Obrigado, chef.

S� para esclarecer, ningu�m pode gastar mais dinheiro, certo?

Falei com voc�, Richard.

- Ele comprou rob�. - Ganhei.

- Foi gr�tis. - N�o vou contratar mais ningu�m, t�?

Mais ningu�m? Quem voc� contratou?

Inegoci�veis.

Ent�o,

qual � o maior problema aqui?

Seja l� o que for isso.

Buracos.

Entendi. Vamos come�ar com os sinais.

Vamos nos comunicar sem falar.

Como faremos isso?

Se eu olhar pra voc� e fizer assim, venha.

- Como sei que � pra mim? - Porque ele vai te olhar.

- Valeu, Gary. - T�.

- Carmy e Sydney. - Chef.

Fariam uma reuni�o di�ria pra decidir o card�pio?

- Sim, chef. - Sim, chef.

E paupiette de linguado com alcachofra e trufa branca. Certo?

� melhor repetir. Mais devagar.

A seguir, a carta de vinhos.

Gary, harmoniza��o?

Sim, chef.

A idade est� pesando.

Como vai com a harmoniza��o?

Estou melhorando, mas a aula � muito t�cnica.

Muita coisa passa pela minha cabe�a.

Vou te apresentar algu�m.

- Tenho d�vida. - Sim, Sr. Kalinowski.

O que acontece se uma mesa para quatro cancela em cima da hora?

- Merda! - Porra!

- Tudo bem. Temos a mais. - N�o fazemos isso.

Eu sei. Eu fa�o.

O gr�fico permite duas aus�ncias por noite.

- Agendarei mais duas mesas. - E se todos vierem?

V�o ter um perrengue chique.

OL�, EU ME CHAMO CHUCKIE

Vai, Chuckie.

- O que �? - Verde: Pontual.

Vermelho: Atraso.

- Verde bom, vermelho ruim. - Isso.

Muito bem. Buongiorno, tutti.

Ainda tem a quest�o do tempo.

Um pra noite toda.

Um pro giro de mesa.

Um pro prato.

Cada etapa em menos de 3 minutos.

Voc� � o meu rel�gio.

O que diz, chef?

Sim, chef.

PRATO

Merda!

- Marcus, preparou tudo? - Quase.

O Marcus precisa de ajuda. Algu�m pode ajudar?

- Eu ajudo. - Obrigada, Tina.

Se algu�m se levantar, n�o dobrem o guardanapo.

T�? N�o somos passivo-agressivos.

Odeio quando mexem nas nossas coisas.

Exatamente.

N�o perca o ritmo. Quase l�.

l o s c h u l o s t e a m

Certo. Essa efici�ncia n�o parece barata.

- Ser� mais barato e melhor. - Em teoria.

Richie, seu filho da puta, o or�amento das flores � maluquice.

Eu sei e pe�o desculpas, beleza?

A culpa � da minha eleg�ncia. Vou reduzir.

T�, mas reduza mesmo, pra caralho.

Natalie, desculpe. N�o precisa levantar a voz.

N�o encomende tantas flores!

Desculpa, meu amor.

T�, n�o vou encomendar. Desculpa. Eu te amo.

Tamb�m te amo.

Espere, est� chateada comigo?

Algu�m quer falar algo?

Reconfortante. Eu vou ser a hostess.

Richie, Neil, Gary, Rene e Garrett, sal�o.

O restante, aqui.

Em sete horas aqui, em duas no Beef.

- Cada segundo importa. Vamos trabalhar. - Chef.

Tudo bem, chef?

Sim, chef. Obrigada.

- Porta! - Portas!

- Portas! - Portas!

- Duas com avel�, duas sem mariscos. - Chef.

- Tina, duas carnes. - Chef.

Quatro cavatellis, uma com couve-flor.

Doze panacotas para hoje.

Quase l�, chef. Um minuto.

- Este � um paupiette de linguado. - Seis canap�s.

Tem uma bela textura, macia e delicada.

- Refa�am o couve-flor. - Sim, chef.

Combinado ao soubise de alcachofra e pur� de tupinambo.

Tr�s de sardinha. Duas de sardinha. Seis � romanesca, uma sem ovo.

Seis � romanesca, duas sem ovo.

E os seis cordeiros? Est�o demorando. Quatro costeletas, dois vegetarianos.

- M�os. - Marcus, as mignardises da B3 e da B5.

Refa�a o caldo de tomate.

Refa�a o robalo.

Tina, dez cavatellis, seis, quatro e mais dois.

- Saindo, chef. - Obrigada, chefs.

Marcus, e agora?

Estou fazendo dois de p�ssego. Bolos de p�ssego.

Bancada cheia.

Quatro cavatellis, um sem gl�ten para a P3.

Oito cavatellis.

Syd, pode contar as massas?

- Chef. - Seis tarteletes de chocolate. Tempo?

- Um minuto. - Quatro trutas. Seis costeletas.

Temos mais seis depois e s�.

- Entendido. - Seis, uma sem mariscos.

Obrigado, chef.

- Conte comigo. - Quantas sardinhas?

Peguem seis canap�s.

- Tina, dois bifes. - M�os, por favor.

CADA SEGUNDO IMPORTA

O URSO

Legenda: Yulia Amaral

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