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Zulu
Cigarros, por favor.
Muito obrigado.
As gatinhas devem estar realmente muito lisonjeadas.
Estes clubes t�m difundido sua imagem em profus�o.
Eles fornecem uma casa longe de casa, onde os homens jovens podem...
estudar as formas.
E onde os homens mais velhos podem respeitavelmente
deixar o que sobrou do cabelo deles.
Mesmo os experientes como William Fenton,
do Servi�o Brit�nico de Intelig�ncia.
Barman?
- Outro igual, por favor. - Sim, senhor.
- Gostaria de uma mesa? - N�o, obrigado.
- Obrigado. - Por nada, senhor.
Est� confort�vel?
Ora, ora.
De todas as pessoas, a que menos pensei que me salvaria...
Simon Templar.
O SANTO
S05E23 - Os Amantes dos Artefatos
- Leve-o ao escrit�rio. - Sim.
Contate o Sr. Graz do seu Servi�o Especial
e diga-lhe que William Fenton da Intelig�ncia Brit�nica
- precisa dele agora mesmo. - � pra j�.
E agora...
N�o sou de jogar. Quem est� por tr�s disso e por qu�?
Usarei isso em seu ombro! N�o sou nem um pouco escrupuloso.
Por favor.
Um homem me ofereceu um trabalho... eu aceitei.
Que homem?
Um homem no bar.
Voc�s eliminaram 13 agentes da Intelig�ncia Russa nos �ltimos 4 meses.
S�o assassinos treinados, n�o casuais.
Voc� se importaria, por favor, Simon?
Equipamento russo.
Onde o conseguiu?
Com o homem.
Ele disse que quando terminasse o trabalho, informasse a ele.
Pois ent�o, informe. Diga que estou morto.
Prossiga!
Q5...
Q5 a Zero.
Responda, por favor.
Q5 a Zero, responda, por favor.
Jogue fora, r�pido!
Legenda por Susanawho
Que m� sorte.
Para n�o dizer nada dele.
Pelo menos, vi o que aconteceu de verdade.
N�o, estamos bem. Feche a porta.
Isso faz parte de uma campanha de morte.
Assassinato organizado da Intelig�ncia.
Por r�dio?
Por dispositivos explosivos em geral, todos de fabrica��o russa.
Sim, mas voc� disse que morreram 13 agentes russos.
Eles est�o matando seus pr�prios homens?
Esta coisa n�o explodiu por si mesma. Teve que ser ativada.
Um impulso, irradiado de fora.
A que dist�ncia?
Diria algo em torno de 1 Km.
Eu diria mais perto, por algu�m que sabia
que o amigo estava em nossas m�os.
O barman.
O barman. Onde ele est�?
- Saiu h� alguns instantes. - Qual � o nome dele?
Klaus... Hans Klaus.
Envie um boletim a todas as esta��es. Ele tem que ser encontrado.
E quando o Sr. Graz chegar, diga-lhe que estaremos
no laborat�rio do Professor Muller. Venha, Simon.
Ent�o, viram explodir de verdade?
Bem, nossas teorias se converteram em fatos.
Mas n�s tamb�m n�o estamos ociosos.
Pudemos reconstruir alguns dos dispositivos usados nos outros assassinatos.
Mostre-nos.
Um pequeno milagre.
Acende cigarros...
e tira fotografias.
Dez delas.
Mas na 10� fotografia...
e quem estiver usando isso explode.
Muito refinado.
Um micro-explosivo. Muito pequeno e muito potente.
J� viu um desses, Sr. Templar?
Sim e prefiro n�o toc�-lo.
Muito precavido.
Usando este anel, posso toc�-lo sem perigo.
Neutraliza o fus�vel de proximidade com a fechadura.
Sem o anel,
o calor das m�os ativa o fus�vel e explode.
Sim, mas... est� seguro disso?
Mas nossos assassinos introduziram uma modifica��o.
Vou demonstrar.
Gerda?
Por favor.
Ordinariamente, a proximidade do anel ao fus�vel o neutraliza.
Mas... com um pequeno transmissor,
em algum lugar perto, uma rua ou duas distantes...
eles podem direcionar um impulso que neutraliza os efeitos do anel.
Agora vamos ver se entendi.
Os agentes secretos russos est�o sendo v�timas de seus pr�prios artefatos.
Certo, mas est�o dizendo que n�s somos os respons�veis.
Tem certeza que n�o somos?
Meu caro amigo, n�s matamos seus agentes, eles matam os nossos.
Nunca aconteceu.
Herr Fenton, as miniaturas s�o boas demais para serem russas.
Ent�o quem est� fazendo os artefatos?
- N�o temos certeza. - Precisamos descobrir.
Moscou est� planejando uma campanha de vingan�a.
O Chefe de sua pol�cia secreta est� viajando para o sul agora.
N�o � o misterioso Coronel Smolenko?
Vai chegar em Berlim Ocidental hoje � noite
e pegar o trem da meia-noite para Paris.
Sabe o que isso me cheira? Chop Suey.
- Como? - Nada melhor para os olhos puxados.
do que ter n�s e os russos nos atacando uns aos outros.
Faz sentido, Sr. Templar
Sim.
- Herr Graz. - Obrigado.
Fenton.
Entendo.
Tudo bem, prossiga. Ele tem que ser encontrado.
Certo.
Seguiram Klaus, nosso amigo barman,
at� a esta��o ferrovi�ria e depois o perderam.
Esta��o? Smolenko?
E Klaus � um assassino profissional.
Chame a pol�cia, diga a eles para alertarem Smolenko.
Ningu�m nunca o viu. Ele nunca saiu da R�ssia
e estar� usando outro nome.
Isso complica as coisas.
E voc� � o �nico que viu Klaus.
Simon... tem 10 minutos para pegar o Expresso Berlim-Paris.
Com licen�a.
- Est� reservado. - N�o sabe ler?
Ler o qu�?
Lamento, cavalheiros,
mas a Se��o 4, Par�grafo 22 dos regulamentos ferrovi�rios
estipulam que um compartimento reservado deve ter uma etiqueta.
Sem etiqueta, sem reserva.
N�o importa. Ele pode ficar.
Nossas ordens s�o...
Ele pode ficar.
Ouviu o que a dama disse.
Se quer um cigarro, por que n�o pede?
Fuma?
Importa-se se fumo?
Pe�a ch�.
Que seja para 4.
Pagarei o meu.
O que � isso?
O qu�?
- Ch�. - Espere!
Deve dar gorjeta, acho.
Sim...
A recomenda��o oficial... um marco.
- Revistem-no! R�pido, revistem-no! - Por qu�?
Tudo bem, onde est� o resto disso?
Onde est� o resto disso?
Tudo bem, para quem est� trabalhando?
Eu disse: para quem est� trabalhando?
Os garotos podem trabalhar?
N�o! Um homem em Paris.
Que homem?
N�o sei, nunca o vi. Ele me deu as ordens por telefone.
Quais foram as ordens?
Pegar este trem e matar os ocupantes deste compartimento.
Por que tinham que se precipitar?
Ele poderia nos levar aos diretores deste compl�.
Que compl�?
Aqueles agentes seus que foram mortos.
Coronel Smolenko, cada minuto que passar em Paris,
sua vida correr� grande perigo.
Smolenko... como sabe disso? Voc� � um espi�o, tamb�m?
Tire o gorila ou vou quebrar suas costas.
Basta, Igor.
Tudo bem.
Comece do in�cio...
Sr. Templar.
Ent�o me reconheceu?
No momento que entrou neste compartimento.
Tenho mem�ria fotogr�fica.
E no Kremlin h� muitos arquivos.
Bem, � bom ser conhecido e amado em todo o mundo.
Conhecido, talvez.
Agora, me explique, por favor.
Ent�o, estas pessoas de uma forma ou outra...
conseguiram ganhar o controle da produ��o de seu equipamento miniaturizado.
Onde voc� consegue, a prop�sito?
Ele � comprado na Europa Ocidental por nossa
organiza��o em Paris, que � absolutamente confi�vel.
Est� mentindo.
Quisera saber porqu�.
S� tento ajudar.
Se voc� quer se converter em pedacinhos...
n�o me culpe.
N�s o culparemos.
Ningu�m em Paris conhece a Coronel Smolenko.
- Nem mesmo sabem como ela �. - Nem mesmo que � uma mulher.
Diz que a Coronel Smolenko ser� assassinada?
Foi o que disse.
Bem, vamos ver.
De manh�, quando chegarmos a Paris...
Sim?
Trocaremos de lugar.
Serei sua secret�ria.
E voc�...
ser� o Coronel Smolenko.
Por favor, Coronel.
N�o tenham pressa, rapazes.
De agora em diante, praticamente qualquer coisa
que toque causar� estrondo.
- Sua primeira vez em Paris? - Sim.
Ent�o vai querer comprar algumas roupas.
Por qu�?
Bem, toda mulher que vem a Paris...
Roupas eu considero cobertura necess�ria para manter a temperatura corporal.
Que � tudo o que se pode dizer sobre o casaco que usa.
Pedra!
N�o � um amante da natureza?
Ele � treinado para desconfiar de todas manifesta��es do sentimentalismo burgu�s.
E sentimentos n�o tem lugar em sua vida?
Obscurece o julgamento.
Bem, Igor?
- Tudo limpo, Coronel. - �timo.
Champanhe.
Champanhe?
Eu o pedi ao subir.
Por favor.
Aqui, senhor.
S� um momento.
- Abra. - Abra.
Prove.
- Eu, senhor? - Voc�, senhor.
Tudo.
- Pode ir. - Sim, senhor.
Isto �...
muita generosidade sua.
N�o, absolutamente.
- N�o vou pagar por isto. - Ent�o quem vai?
O Kremlin, � claro.
Estamos com uma conta de despesas.
Seu arquivo estava certo.
Voc� � nada mais que um aventureiro.
Enquanto se preocupa por uns quantos rublos,
alguns fatos desagrad�veis est�o se passando nesta cidade.
Klaus foi contratado aqui, por um homem que conhecia seu trem e compartimento.
Assim, sugiro que prepare uma lista das pessoas que sabiam isso.
E lembre-se que tentar�o de novo.
S� que desta vez, eu serei a v�tima.
Sucesso e uma vida longa.
Especialmente a minha.
Sa�de.
Outra conta para o Kremlin.
Que pena que n�o podem me acompanhar.
Sim?
- � o camarada Blagot. - Mande-o subir.
Mande-o subir.
E quem � o camarada Blagot?
Por favor, fique no quarto.
Algu�m que podem confiar?
Eu tomo as decis�es, Sr. Templar.
Coronel Smolenko para voc�.
Acho que n�o compreende sua posi��o.
Voc� n�o compreende a sua... camarada.
Como minha secret�ria, sup�e-se que me
informe sobre as pessoas que devo conhecer.
Agora, quem � Blagot?
Leve-o para o quarto dele.
N�o escutaram quando eu disse que Klaus
foi contratado por algu�m que conhecia sua programa��o?
Ele � o Chefe de nossa organiza��o em Paris.
- Ele a conhece de vista? - N�o.
Deixe que me encarregue disto.
Abra a porta.
Fa�am como ele diz.
Coronel Smolenko?
Em nome de todos n�s, sauda��es, camarada.
Minha secret�ria, camarada Malakhov. Igor, Ivan.
A situa��o piora com a hora.
Outros de nossos homens morreram ontem em Liverpool.
Coloque sua pasta no meu banheiro.
- No banheiro? - � junto ao meu quarto.
Agora.
Se isso � um truque...
Se isso te aliviar, pode ir ao banheiro com ele.
- Coronel, acho que � melhor... - Sil�ncio.
Camarada, me diga.
Quem, em nossa organiza��o,
sabia os detalhes da minha viagem a Paris?
Eu e, � claro, Claude Molliere.
Ah, sim. Li seu arquivo.
Ningu�m mais?
N�o. Suas ordens eram de seguran�a m�xima.
�timo. Vou precisar de equipamento de comunica��o.
- Eu o arranjarei. - Eu o pegarei.
Apenas me diga o nome do fornecedor.
Mas disse que est� familiarizado com seu arquivo.
Leio muitos arquivos.
Mas Claude Molliere � Assistente Controlador de toda a regi�o Sudoeste.
A regi�o sudoeste, camarada, � apenas um ponto no mapa.
Meu departamento cobre 1.700.000 Km2.
Sinto muito, Coronel.
Deveria.
Ent�o Molliere fornece nosso equipamento tamb�m.
- Sim. - Irei v�-lo.
- Vou dar o endere�o. - N�o, camarada.
Vai nos levar l�. Agora.
Peguem seus casacos.
E voc�, pegue sua pasta.
H� alguns documentos que deve ver, Coronel.
N�o, obrigado, camarada.
Eu me sentiria a salvo, bem seguro, se os documentos estiverem com voc�.
Ivan, espere aqui.
Coronel Smolenko, que honra.
- Por favor, desculpe a bagun�a... - Minha secret�ria, Camarada Malakhov.
- Igor. - Camarada.
Receio que n�o haja lugar para todos sentarem.
- O camarada Blagot est� saindo. - Mas...
Adeus, camarada. Eu o verei amanh�.
Talvez aceitem um refresco.
Um distinto licor que pode ser novo para voc�.
N�o, obrigado, camarada.
Temos neg�cios a tratar.
Claro.
Em Moscou, ficamos impressionados...
pode-se quase dizer assombrados
pela qualidade do seu equipamento miniaturizado.
- Voc� o faz? - N�o.
Quem faz?
Grossmeyer, Cardin e Fils de Genebra.
Grossmeyer, Cardin e Fils, Genebra.
Tanya...
qual era aquele pequeno artefato que gostamos?
O isqueiro que tira fotografias.
Sim, � claro. Um brinquedo encantador.
Aqui.
Por favor, aceite um como souvenir.
Obrigado, camarada. � muito gentil.
Tem filme?
Sim, 10 exposi��es.
Posso?
Por favor.
Sorria, camarada.
Tanya.
Coletarei alguma propaganda anticapitalista.
Igor.
V� por tr�s. N�o deixe Molliere escapar.
Tenho outros equipamentos que gostaria de ver.
Sim, camarada, assim que terminar este rolo.
Quatro.
Cinco.
Seis.
Sete.
Oito.
Quero que veja a qualidade das amplia��es.
Nove.
O que est� acontecendo?
N�o se preocupe, ele n�o vai fugir.
Igor est� vigiando a porta de tr�s.
- Igor? - Igor.
Igor est� lhe vigiando, camarada. Ele n�o nasceu ontem.
Seu idiota!
Ache Ivan, e n�o me importa se levar o resto de sua vida, encontre Molliere.
Poderia, por favor, dizer o que est� acontecendo?
Tirei 9 fotografias com isto.
Esta seria a 10�.
Fa�a o que ele disse. Encontre Molliere.
Como pensei.
N�o h� nenhuma companhia como Grossmeyer,
Cardin e Fils em Genebra ou em alguma parte.
Parece que tem raz�o, Sr. Templar.
For�as reacion�rias penetraram em nossa organiza��o.
Brilhante.
Eles podem estar no pagamento dos Brit�nicos ou Americanos.
Este � o resumo de seus pensamentos?
Essas pessoas s�o muito inteligentes para voc�s.
Est�o usando m�todos de amanh�
e voc�s ainda est�o pensando nas velharias de ontem.
E agora eles sabem que os procuramos.
O que acha que far�o?
Eu sei o que eu faria.
Matariam-nos antes que pud�ssemos passar o que sabemos.
Exatamente.
Tem uma sugest�o?
Sim, mas por que eu diria? Voc� s� iria desperdi��-la.
Sinto muito.
N�o, eu mereci.
Confio em voc�.
- Quem �? - Um pacote para o senhor.
Entre.
Eu fiz algumas compras.
Voc� � bem liberal com minha conta pessoal.
Este eu paguei pessoalmente.
� pra voc�.
Pra mim?
Aqui estamos.
Para que � isto?
Bem, voc� os coloca nos p�s.
Voc� zomba de mim.
Absolutamente.
Vamos tirar a noite de folga.
Vou lhe mostrar Paris.
Bem...
Est�... tudo certo?
Srta. Camarada...
est� lind�ssima.
O que fez no seu cabelo?
Lavei.
Tem boates em Moscou?
Sim, � claro, mas n�o frequento.
Eu n�o aprovo a frivolidade social sem objetivo construtivo em vista.
Est� bem.
O que faz para se divertir? � noite, quero dizer.
Melhoro meu c�rebro.
Eu estudo, palestras, m�sica.
E eu melhoro meu corpo pelo exerc�cio.
Qual � o endere�o do seu gin�sio?
� s� para mulheres.
Melhor ainda.
Vamos l�, Tanya, diga-me sinceramente.
Tudo isso n�o faz seu cora��o bater s� um pouquinho mais r�pido?
� claro que n�o.
Bem, voc� deve ter um cora��o...
em algum lugar.
Bom.
N�o est� dizendo a verdade.
Meu cora��o sempre bate assim.
Paris n�o tem nada a ver com isso.
� meu metabolismo b�sico.
Bem, voc� tem o mais bonito metabolismo no mundo.
Tive uma noite maravilhosa.
Eu tamb�m.
� pra voc�.
Pedirei champanhe.
Servi�o de quarto.
Simon!
Herm�tico e � prova de luz.
O papel era um explosivo pl�stico sens�vel
para explodir em exposi��o � luz e ao ar.
Olhe, o selo.
Su��a. Postado em Neuve Montaigne.
� melhor arrumar sua bagagem.
Vamos para a Su��a?
Onde mais?
Mas deve ter uma ind�stria de alguma esp�cie.
Sim, queijo.
Uma f�brica de queijo?
N�o, s� fazendeiros.
N�o temos f�brica em Neuve Montaigne.
Tenho um pequeno r�dio que n�o est� funcionando.
H� algu�m que poderia consert�-lo?
N�o, sinto muito.
Agora vou preparar o almo�o.
Voc� me arrastou para a Su��a numa ca�a ao ganso selvagem.
Persegui��o.
- O Mosteiro pelo qual passamos... - E da�?
Sou o Padre Anton.
Em que posso servi-los?
Padre, queremos alguma informa��o.
Sim?
H� uma f�brica perto daqui?
Uma f�brica?
Ou um laborat�rio.
O �nico lugar que poderia ser como descrevem � este aqui.
Como podem ouvir, a Irmandade est� fazendo seus of�cios,
ent�o vamos para a capela.
Mas o resto, vou mostrar com prazer.
Este � o edif�cio original.
Foi constru�do h� mais de 600 anos.
E � aqui que, aos irm�os, � permitido por um dia a cada ano
quebrar seus votos de sil�ncio perp�tuo.
Agora deixe-me mostrar-lhe a nossa f�brica.
Quando digo f�brica, estou, � claro, brincando.
� aqui que fazemos e engarrafamos nosso famoso licor,
que foi nomeado por nosso abade fundador, Abrouillac.
Sua receita � um grande segredo.
Sim, eu provei isso algum tempo atr�s.
Posso oferecer um copo?
Obrigado, Padre.
Ele descansa suavemente na l�ngua.
Nunca dura ou amarga.
H� uma mera sugest�o de gengibre.
N�o quebre o copo.
- � sua sa�de, Padre. - Obrigado.
� bom.
- Delicioso. - Obrigado.
Posso oferecer-lhe e � jovem uma garrafa?
Obrigado, Padre.
Mas permita-me pagar por ela.
Oh, n�o.
Uma pequena contribui��o.
Obrigado.
Voc� � muito generoso.
Vejo que voc� instalou algumas das comodidades modernas.
Ah, sim.
S�o os vapores, voc� sabe.
Sem isso... como nos velhos tempos...
voc� ficaria b�bado enquanto estivesse trabalhando.
Bem, deixe-me mostrar nossos quartos e o refeit�rio.
- Muito obrigado, Padre. - Foi muito gentil.
O prazer foi meu.
V�o em paz e que Deus esteja com voc�s.
Adeus, Padre.
Tanya, tem que haver uma conex�o com Molliere.
Ele nos ofereceu um copo disto em sua loja em Paris.
Acha que a fabrica��o do licor � uma farsa?
Apostaria.
Pode ter raz�o.
Se eles n�o fazem licor naquele cofre, o que eles fazem?
Vamos voltar ao Mosteiro.
- Eu irei. - Irei com voc�.
N�o h� sentido em n�s dois enfrentarmos dificuldades.
Deixe-me bisbilhotar por conta pr�pria.
S�o 22:00hs. Se eu n�o voltar at� meia-noite,
voc� aparece com a pol�cia su��a.
Simon?
N�o corra riscos desnecess�rios.
N�o me diga que realmente se importa?
Retornarei breve para ter mais do mesmo.
Al�?
Um momento.
� para a senhora.
Smolenko.
Sim?
- Onde voc�s est�o? - N�o muito longe.
Recebemos a mensagem que deixou no hotel.
E tamb�m um dos isqueiros de Molliere... antes de o matarmos.
N�s o levamos para a Embaixada.
Eles acham que cont�m um novo e poderoso micro-explosivo,
devemos ter a f�rmula.
Tamb�m soubemos que Templar est� trabalhando
para o Servi�o Secreto Brit�nico.
Ele tamb�m est� atr�s da f�rmula.
Segure-o at� chegarmos.
- Ele est� no Mosteiro. - Mosteiro?
Temos instru��es para mat�-lo.
Ouviu, Smolenko?
Ent�o � por isso que ele estava t�o ansioso para ajudar.
N�o se preocupem, camaradas.
Encontrarei o Sr. Templar.
Procure no pr�dio. Ligue as luzes dos holofotes!
Aqui!
Fa�am reconhecimento da �rea toda.
Coronel!
N�s vamos lidar com ele no nosso lazer.
Quem est� l�?
O que est� acontecendo l� fora? Informem!
Uma mulher aqui com espingarda.
Capture-a! Traga-a!
Abra.
Abra a porta.
Esta � uma arma de gatilho ajustado.
Se algum dos seus homens atirar...
voc� morre antes que eu.
Agora... me leve para baixo.
Ent�o...
� aqui que voc� conduz sua campanha contra n�s.
Sim ou n�o?
A resposta depende de quem voc� �.
Coronel Smolenko.
Voc� est� de parab�ns, Coronel,
tanto por sua chegada e sobreviv�ncia.
Responda minha pergunta!
Coronel, conduzimos nossa campanha contra voc�s de muitos lugares.
Pondo o Ocidente e a R�ssia pegando-se pelas gargantas?
Deixe os c�es destru�rem um ao outro.
Em �ltima an�lise, vamos construir o futuro.
Voc�, Coronel... n�o construir� nada.
Voc� vai passar o resto da sua vida na pris�o.
Agora, antes de lhe for�ar a destruir esse lugar,
me d� a f�rmula para o micro-explosivos.
S� isso?
Mas n�s temos muitos outros engenhosos dispositivos.
Pegue! Ou vou mat�-lo!
Voc� encontrou o caminho.
Deve ser o Sr. Templar.
Achou interessante a instala��o?
Loucamente.
Vou explicar pelo qu� sacrificou sua vida para achar.
Os fus�veis de proximidade utilizados nas pastas s�o guardados neste frigor�fico.
Caso contr�rio, o aquecimento central do sistema poderia deton�-los.
Os elementos qu�micos do micro explosivo.
A miniaturiza��o � feita por t�cnicos altamente qualificados.
Tudo mantido completamente secreto do povoado e do mundo exterior.
Leve-o.
Coronel, � sempre um prazer v�-la.
Grite bem forte.
Atr�s da porta!
Nunca pensei que ficaria t�o contente em v�-los.
Talvez isso o fa�a mudar de opini�o.
Ainda n�o. V� para o cofre, pegue a f�rmula.
Recolha os documentos e amostras.
N�o pode ser feito, Tanya.
Seria melhor seus gorilas acabarem com tudo j�.
Como assim?
N�o h� eletricidade.
As paredes m�veis est�o encravadas.
- Vamos consertar os cabos. - Receio que n�o.
Veja, sem eletricidade, os refrigeradores pararam. Os extratores tamb�m.
Mas n�o o aquecimento central, � alimentado por lenha.
Percebe a situa��o?
Isso nos levar� pelo menos um par de horas para consertar esses cabos.
O calor desencadear� os fus�veis de proximidade
e o resto dos explosivos l� embaixo.
Ent�o, a menos que voc� queira subir com isso, n�s vamos sair agora.
Voc� fez isso de prop�sito.
De modo que n�o poder�amos obter a f�rmula.
Assim ningu�m a teria.
Voc� � trai�oeiro... reacion�rio... porco!
Su�no!
Voc� mentiu, voc� enganou!
Vou mat�-lo.
- Faremos isso juntos. - N�o, ele � meu.
Por favor, n�o briguem por mim.
Com minhas pr�prias m�os, vou disparar esta arma.
Deixem-me, os dois.
Esta � uma ordem! V�o, esperem por mim no carro.
- Mas, Coronel... - V�o!
Vire o rosto para a parede.
Adeus, Sr. Templar.
Sabe de uma coisa, Tanya...
voc� � p�ssima atiradora.
Mas � uma mulher e tanto.
Queria poder ser.
� tarde demais agora.
�?
Adeus, camarada.
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