All language subtitles for CrimeBroker (Ian Barry, 1993).portuguese-brazil

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Original subtitles

"RELA��ES CRIMINOSAS"

Ande. Leve-o.

Vamos.

V�.

Depressa, vamos embora.

A taxa � muito alta.

N�o, Geoffrey, diga que n�o pagaremos.

Tom, n�o � bom.

N�o foi autorizado.

- J� que est� a�, cara madrasta. - Cara madrasta.

- Deixe a prostituta se virar. - Josh, n�o chame sua irm� assim.

- Se for Darren Murphy, j� sa�. - Quanta mentira.

- Se for Sheryl Murphy, estou aqui. - N�o vou mentir.

Casa dos McPhee, Holly Soames. Sr. Jenkins, vou chamar Frank.

Quebra da Bolsa, banco arruinado, banqueiro demitido.

Belinda McPhee ter� que trabalhar.

15 minutos, contagem regressiva.

J� vou. Boa sorte com a pesquisa.

Meu cliente n�o contesta as acusa��es, merit�ssima.

Ele saiu de uma reuni�o com clientes importantes...

e subestimou o quanto j� tinha bebido.

Como j� aconteceu com todos n�s.

Est� dizendo que dirijo b�bada?

Os ju�zes s�o exce��es a essa regra.

A loja foi reformada, meu cliente pagou tudo...

e mais um pagamento vai compensar o dono...

pela tens�o pessoal e perda de lucros.

Seu cliente � muito generoso.

Por isso pe�o clem�ncia quanto � sua carteira de motorista.

A suspens�o seria muito inconveniente para seus neg�cios.

- Sua vaca. - N�o tem raz�o, Julian.

- Vou apelar. - Seu n�vel de �lcool era alt�ssimo.

- Vamos almo�ar? - Desculpe, tenho um encontro.

- Quero falar sobre meu cliente. - Seu cliente.

SISTEMA DE SEGURAN�A

Entre.

12 meses de suspens�o. S� isso?

Se desse mais, ele apelaria.

- Subornou o dono da loja. - N�o existe isso na Austr�lia.

Que engra�ado.

N�o foi mais dura porque estudou com Julian Roberts.

N�o, paguei a faculdade trabalhando como gar�onete...

e ele andava no Porsche do papai. N�o devo nada a esse cara.

- Ent�o... uma cerveja? - Tenho muito o que fazer.

Agora mesmo.

- Srta. Jones? - Sr. Blair.

A folha de pagamento � de $123 mil em dinheiro.

- S� pela conversa fiada. - Estou medindo.

A perua faz uma das quatro rotas.

Esperto.

Quase, pela posi��o da f�brica, s� h� um caminho final para entrar.

- Entende? - Estou entendendo.

Saem do dep�sito �s 15:00 e levam 25 minutos.

A parte final, o caminho que n�o podem mudar...

leva 5 minutos e meio... e 15 segundos de varia��o.

Demorou mais quando choveu.

A previs�o de amanh� � de tempo bom.

- Tenha um bom dia, Srta. Jones. - Voc� tamb�m, Sr. Blair.

- Como v�o os neg�cios? - Bem.

J� descobri.

Est� cheirando cerveja. Andou bebendo com o sargento de novo?

N�o � crime ver o ex-namorado que me levou � �rea criminal.

- Cozinho para quantos? - Dois, est�o com a m�e.

Viva a guarda alternada. Adoro-os, mas...

Ningu�m adora adolescentes. Nem eles mesmos.

...quando a perua do pagamento chegava � f�brica.

Nosso rep�rter esteve no local.

Mais um assalto � m�o armada. Uma emboscada...

que levou $100 mil, mas ningu�m foi ferido.

A perfei��o nos minutos indica outra opera��o do Grupo.

Quero voc�.

- Quero voc�. - Uma daquelas noites.

Se soubesse o que a liga, eu venderia e ficaria milion�rio.

Se atender, eu te mato.

PAGAMENTO ROUBADO

ROUBO A BANCO O QUARTO DO GRUPO

O QUINTO DO GRUPO?

- Legal. - Evita datilografar.

Isso tamb�m.

Okazaki.

Doutor, inspetor Harrison do Comissariado de Pol�cia.

Temos seu itiner�rio, quando o veremos?

- Hoje, �s 10:30. - N�s o esperamos.

- Ele chega �s 10:30. - �timo.

Cuido dele...

- ou levo o caso adiante? - Ambos.

Dr. Okazaki?

Muito prazer.

N�o temos muito a ensinar.

Uma outra abordagem. Sempre h� novidades.

J� conhece o Grupo?

Tem um "modus operandi" interessante. � exato no tempo.

Acho que um planejador usa grupos diferentes, de 3 ou 5.

Havia um gordo em dois assaltos, mas n�o nos outros.

�s vezes, descem pelo telhado, outras, cortam o vidro...

mas a intelig�ncia, o planejamento...

sugerem um organizador.

Algum tipo... de revisor do crime.

- Problemas? - N�o.

Pegamos $123.510,00.

Seus $12.350,00.

10�/o d� $12.531,00. Voc� me deve um d�lar.

Exatid�o.

- O pr�ximo? - Est� a caminho.

Com licen�a.

Obrigada.

Holls, est� a�?

- Estou trocando as meias. - Um motivo para eu entrar.

Como explicarei ao meu marido?

Quanto tempo isso demora?

- A liga est� dura. - N�o s� ela.

- N�o sabia disso. - Sabia, sim.

Sorria.

Quer isso no filme?

N�o se preocupe.

Meu Deus.

Sabe sobre p�lulas?

N�o quer falar com sua m�e?

Seu pai?

Venha aqui.

- Lembra-me algo. - O qu�?

Estudo de tempo e movimento.

Nunca vi algo assim neste pa�s.

Achei que o organizador fosse de fora.

- Vi na Interpol. - Vi o arquivo em T�quio.

Algu�m sem ficha.

Fascinante.

Tanto planejamento por 5 coisas pequenas, menos de $1 milh�o.

Est� treinando para o grande.

Ou um hobby.

- Bem no tempo. - Na rua da delegacia e do f�rum.

Gosto da id�ia. A medida do tempo � tudo neste neg�cio.

Disquete da porta do cofre.

Com este n�mero �s 9:45, ter� 2 minutos.

A porta ficar� aberta, n�o adianta mexer nela.

O pessoal do banco estar� ligando para a pol�cia...

e seus homens ter�o no m�ximo dois minutos a partir da�.

Devolva, Greg!

Saia da�!

Abaixe! Deite no ch�o!

Abra!

Abra, ou seu amigo morre!

- Primeiro aperto. - Primeiro aperto.

Fique a�.

- Abra! - N�o fa�a isso.

- � s� um gatilho. - N�o atire, vou sair.

Vamos, depressa. Deite no ch�o.

Depressa! Vamos!

Depressa!

Para o carro, vamos. Depressa!

Carro 21 indo em dire��o ao local.

E o transplante de pulm�o?

Est� olhando para um ex-fumante h� 6 meses.

Quatro homens n�o-identificados. Por volta de 1.80 metros.

Idiota! Saia da�.

- Claro. - Tudo bem, ele est� conosco.

Est� conosco?

Dr. Jin Okazaki, de T�quio, detetive sargento Goodwin.

- Muito prazer. - Como vai?

Mais barulho, e sair�o do tribunal.

A pol�cia induziu meu cliente.

Uma confiss�o datilografada, escrita no jarg�o policial...

com palavras que ele nem conhece.

EMITINDO...

RECEBENDO...

TRANSFER�NCIA COMPLETA

Pela coopera��o do meu cliente com a pol�cia...

pe�o redu��o de senten�a.

� hora do intervalo. Voltamos �s 14:00.

Levantem-se.

Um criminologista visitante.

Dr. Jin Okazaki, Holly Soames.

- � uma honra. - Dr. Okazaki.

Pode falar sobre nosso trabalho durante o almo�o.

Tenho compromisso.

Depois do trabalho.

Saio �s 16:00.

Era um trabalho simples e virou um tiroteio.

Acharam que seria mais f�cil na rua.

Quem acha sou eu.

- Perderam o que estava no cofre. - Pegamos $263 mil.

$26.300,00.

H� mais uma coisa. Perderam uma das fotos.

- O qu�? Como � poss�vel? - Calma!

- Onde foi? - Fique calma!

Desculpe. N�o usaremos mais estes caras.

Nem mais ningu�m.

Acabou.

- Est� acabado. - Espere, n�o acabou.

N�o est� acabado!

Direi quando parar. Vai matar a galinha dos ovos de ouro!

Idiota!

Querida?

Pois n�o?

Posso ajudar?

Acho que sim.

Resumindo...

temos as digitais do r�u no vidro da janela quebrada...

onde houve o arrombamento.

Achamos em sua casa muitas mercadorias, como fitas virgens...

parecidas com as vendidas pela loja Easy Beat.

Temos uma confiss�o verbal.

Merit�ssima, se anda como um pato, fala como um pato...

� um pato. Pedimos que considere o r�u culpado.

Sempre quis ser ju�za?

Eu me formei com distin��o e iniciei a carreira como promotora.

Entre.

- Admiro muito seu trabalho. - S� viu 5 minutos.

Acho que mais do que isso.

- O que quer? - Fal�vamos de seu trabalho.

Saia da minha mesa.

SISTEMA DE SEGURAN�A

Se tivessem feito do seu jeito...

- teria sido bem mais f�cil. - Quem � voc�?

Seu amigo me apresentou.

Jin Okazaki.

Para voc�, Jin.

Doutor!

Estava indo para o bar.

Achei que viriam comigo.

Que pena, ela me convidou para jantar.

Achei que o Dr. Okazaki estaria cansado da comida do hotel.

- Entendo. - At� logo.

At� logo.

Vai me explicar?

- Droga! - Algu�m deixou cair.

- Eram incompetentes. - Concordo.

Vamos conversar. Seremos s�cios.

Sa� do neg�cio.

Acho que n�o.

O que vai fazer, me denunciar?

- N�o sou policial. - Criminologista.

Um especialista.

O convite era para jantar.

N�o foi autorizado.

Frank, querido. Trouxe um colega para o jantar.

Dr. Okazaki, da Funda��o de Pesquisas de T�quio.

- Frank McPhee. - Muito prazer.

- O prazer � meu. - Est� estudando leis australianas.

Crime e puni��o? Ultimamente, pouca puni��o.

- Quer uma bebida? - U�sque com �gua.

Seu casaco.

- Que beleza. - � colecionador?

N�o tenho tanto dinheiro.

Os pre�os de hoje est�o imposs�veis.

Obrigado.

Por que n�o mostra as pe�as do est�dio? Preciso telefonar.

Por aqui.

Ele � do Conselho da Galeria de Arte. Adora arte oriental.

Devem lhe parecer sem gra�a.

S�o sempre expostas.

Pa�ses diferentes, h�bitos diferentes.

Vou me arrepender do convite.

- Por que faz isso? - O qu�?

O qu�?

Os crimes.

N�o os confesso.

Sem preconceitos, � como...

viajar num raio.

A �nica explica��o que ouvir�.

Vou me trocar.

Holly � uma �tima cozinheira desperdi�ada.

Estou percebendo.

- Como se interessou pelo tema? - Pelo crime?

Uma quest�o de extremos, um drama.

- Drama? - Senhores.

Na maioria, somos domesticados.

Respeitamos o direito dos outros.

Para cometer um crime, � preciso romper esse acordo.

� preciso n�o ser um c�o dom�stico...

e sim uma raposa.

O criminoso � um selvagem. Est� romantizando, n�o �?

Gente ruim que quer algo sem dar nada em troca.

- Alguns trabalham muito. - Holly � meio socialista.

S� diretor de empresa ganha muito com o crime.

H� tamb�m liberais no Jap�o?

Sim, gente muito perigosa.

Desculpe, eu a provoquei.

N�o tem culpa da sua cria��o, n�o �?

Levantem-se.

Como entrou?

Vai perder este servi�o?

Tanto planejamento.

Poder�amos faz�-Io muito bem.

Fazer de novo? Com outra equipe?

Com duas pessoas: N�s.

- N�s? - Faremos de novo.

Mas, desta vez, do seu jeito.

Podemos fazer.

- � loucura. - N�o, � s� perigoso.

Leve a Browning.

O que faremos? S� pediremos o dinheiro?

Pegue.

Vou levar, mas n�o vou us�-la.

Dois minutos.

Droga! � Goodwin, droga!

- Vai usar o caixa? - Vou.

Anda logo.

S�o s� dois minutos l� dentro.

Vamos l�.

- Todos deitados. - De bru�os!

No ch�o! N�o banquem os her�is.

No ch�o!

No ch�o!

Suas armas!

Para aquele lado!

Depressa! No ch�o, n�o se movam.

Cara! N�o se mexa!

Quer ser um her�i?

Quer morrer?

J� peguei, vamos. N�o fa�a isso.

N�o brinque, ponha a arma no ch�o.

Vamos.

V� para l�, her�i.

Depressa!

O que foi? Deu algo errado?

Cuidado, idiota!

Saia daqui!

Canalha!

Disse que faria do meu jeito. Ele largou a arma, canalha!

Escute, ele tentou peg�-la de novo. La mat�-la.

- Est� errado. - Quis proteg�-la.

BANC�RIO ASSASSINADO Pe�o fian�a para o meu cliente.

Merit�ssima?

O pedido de fian�a?

Concedido, fian�a dentro daquelas condi��es.

Sabe o que fez? Liberou o vagabundo.

Deve estar roubando para pagar o advogado.

- Era um pedido de fian�a. - N�o devia dar t�o f�cil.

- H� um sistema, Perce! - O que h�?

Nada.

- Holls... - N�o me chame assim.

Est� tendo um caso com Okazaki, n�o �?

- Do que est� falando? - Sempre o v�.

- N�o se meta. - Sou seu amigo.

Voc� me largou quando entrou na faculdade.

- Fiquei t�o orgulhosa... - N�o quis atrapalhar.

Foi quando percebi como voc� era inteligente.

Perce... n�o quis uma esposa mais inteligente que voc�.

Talvez.

Posso ter uma marido mais burro que eu.

La me largar quando seus amigos a vissem saindo com um policial.

Talvez, sou um pouco canalha.

Talvez.

Sinto muito que tenha sido assim. Faz tanto tempo.

Quando enjoar do Frank, me procure.

� tarde demais. Faz muito tempo.

A oferta est� de p�.

Jin, eu e Perce est�vamos terminando a conversa.

Um assalto ousado, um caixa foi assassinado...

no banco no centro da cidade.

James Fletcher, 26 anos foi baleado ao tentar evitar o roubo.

Estava morto quando a ambul�ncia chegou.

Canalhas!

A investiga��o ser� feita por Jill Carver, do esquadr�o de assaltos.

Dois assaltos na mesma semana em frente � delegacia.

Droga, voc� s� fica sentado a�!

Desta vez, foi muito bem planejado e ousado.

A n�o ser a viol�ncia.

Jill Carver.

Todos deitados! De bru�os.

No ch�o!

N�o banquem os her�is! No ch�o!

Mais um e me mato.

Todos deitados! De bru�os!

No ch�o!

Todos deitados! De bru�os!

O que �?

As fitas do banco.

Foi t�o bem planejado, algu�m j� esteve ali observando.

- Entendo. - Preparou antes.

Deve ter visto uma entrega.

� voc�!

- Com licen�a. - Obrigada.

�, sou eu. Que engra�ado.

Chega, vou para casa. Estou cansada, trabalhei muito.

Ningu�m agradece a um her�i.

Vamos?

Cigarros. Pode ir, vejo-o amanh�.

Durma bem.

Todos deitados!

N�o banquem os her�is! No ch�o!

Holly Soames.

Preciso v�-la.

- Estou aqui. - Desligarei o alarme.

Quem era?

Parole Board precisa de uma coisa bem cedo.

- Fa�a isso amanh�. - Ser� tarde, durma.

N�o pode vir aqui assim.

Quer isso para o resto da vida?

- Venha comigo. - O qu�?

- Venha comigo. - Para onde?

Qualquer lugar.

Est� louco? N�s matamos um homem.

Isso tem que acabar, n�o posso mais v�-Io.

Sabe que precisa... precisamos ficar juntos.

Quero viajar com voc�.

Deixe-nos em paz.

Deixe-nos em paz!

Por favor.

Entre.

Luke Blair?

O que h� com ele?

Tentou pegar o caso quando tivemos que estourar um cassino.

Eu o multei? Acho que foi uma fian�a.

- � tarde para apelar. - N�o � isso, desapareceu.

N�o voltou de uma reuni�o.

Seus concorrentes s�o perigosos. Faz tempo que sumiu?

Tr�s noites.

Algo na �poca indicava perigo?

- N�o que me lembre. - "N�o que me lembre."

Fala como uma testemunha.

Procure os documentos do julgamento.

Certo.

SEIS ARQUIVOS APAGADOS

Belo vestido!

Feliz anivers�rio. N�o deixe cair.

- Vamos � galeria. - Papai j� disse.

- O telefone est� na agenda. - Somos grandinhos.

Acho que sim. Leve-me para longe deles.

Boa noite.

Tire os p�s da mesa.

Frank, que bom v�-Io. Holly, que roupa linda.

Quero que distraiam uma pessoa.

� um colecionador, n�o viver� muito. Sem esposa e sem filhos.

A National Gallery pode ficar com a cole��o que poderia ser nossa.

Ronald, acho que j� conhece McPhee.

Sua esposa, Holly Soames. Cuidado, pode prend�-Io.

Ronald Hughes.

- � policial? - Ju�za.

Que pena. Sempre gostei da pol�cia.

N�o se lembra de mim?

Desiste?

Dois anos � sua frente na escola.

Foi muito gentil, uns garotos mexiam comigo...

pelo meu corpo pequeno, mas em boa forma.

Richard mandou-o para conquistar minha cole��o?

Vai conseguir, mas n�o conte a ele. Gosto das aten��es.

N�o � o criminologista oriental logo ali?

- Acho que sim. - Parece ser muito interessante.

- Chame-o. - N�o o conhe�o muito bem.

Mas convidou-o para jantar.

Sr. McPhee, Sra. Soames.

Bom v�-Io, pensei que estivesse no Jap�o.

Vou ficar por um tempo.

Tantos crimes interessantes por aqui.

Com licen�a.

N�o posso.

Aonde vamos?

Mal o conhe�o, faz menos de uma semana.

N�o consigo mais pensar. O assalto, preciso ir mais devagar.

Precisa ir mais r�pido.

Nunca pude fazer s� o que queria. Nunca fui livre.

Chegou a hora.

Fazemos mais um servi�o. E vamos para a Europa.

O qu�?

Mais um servi�o, e vamos para a Europa.

A� est�o.

Estou lhe mostrando a cole��o.

O cristal de jade dos magos.

Veio de um t�mulo da Dinastia Shu.

- � o mais valioso da cole��o. - � muito bonito.

Temos que ir embora. Vou lev�-Io para jantar, � seu anivers�rio.

Parab�ns, Sr. McPhee.

� Frank.

Vamos.

Detetives.

Perce!

- Goodwin. - Aqui � Harrison.

Estou aqui na delegacia. Tenho um problema.

- Quem n�o tem? - � s�rio.

Policial desaparecida. Pode vir aqui?

J� vou.

Saiu daqui h� 2 dias, �s 22:00. N�o foi para casa.

Algum namorado novo?

Carver, n�o.

Soltaram algu�m que ela tenha prendido?

Estamos vendo. Deixe o resto de lado por um dia.

Como? Tenho 2 assaltos a banco para resolver...

um caixa foi assassinado, outro cara desaparecido.

- Est� bem, estou no caso. - �timo.

Seja diplom�tico na primeira entrevista, certo?

- Quem �? - Dr. Okazaki.

- Conhece-o? - Sim, conhe�o.

V� com cuidado, ele � quente.

Se eu for�ar a barra, me segure.

Fa�a as perguntas, fico quietinho.

Ela foi para o carro, eu peguei um t�xi.

- Voltou para c�? - N�o, fui visitar... uma amiga.

Quem?

Isso � esquisito.

Uma mulher casada.

Diga quem �, checaremos com discri��o, s� isso.

Ju�za Soames.

Vou ao banheiro.

Temos que confirmar seu trajeto, s� uma formalidade.

Entendo, � parte do servi�o.

Meu amigo � bom no seu trabalho.

Obrigado, n�o vamos mais incomod�-Io.

Linda vista.

S� checar as digitais com T�quio.

Perce, ele � importante. A minha cabe�a est� em jogo...

temos que agir com cuidado, dentro da lei.

Est� no servi�o h� muito tempo.

Nunca pedi um favor antes. Agora estou pedindo.

A pol�cia acaba de sair daqui.

Seu amigo, Goodwin, e um tal de Harrison.

Fizeram perguntas sobre a inspetora Carver...

que desapareceu.

- Por que voc�? - H� 2 dias, antes de procur�-la...

- sa�mos do escrit�rio juntos. - E disse que veio me ver?

- � r�pida. - Que horas disse?

- 22:30h. - Foi uma hora depois.

Passei no hotel antes. Ent�o...

comecei a pensar em voc�.

Em como eu queria voc�.

- Mas n�o posso provar. - Eu falo.

Atendam a porta.

Dois homens atraentes que dizem ser policiais.

Tentei me entregar, mas querem falar com voc�.

Pode se lembrar de duas noites atr�s?

Posso.

O que fez naquela noite, quem encontrou?

Vi TV, fui me deitar, e recebi um telefonema.

Passei um tempo com Jin, Dr. Okazaki.

- Frank confirmar�? - Ele estava dormindo.

O que h�?

Okazaki disse que estava com voc�.

Por qu�?

Foi visto com a inspetora Carver antes disso...

sa�ram da delegacia juntos, e ela n�o apareceu mais depois.

- E Luke Blair desapareceu. - N�o h� liga��o.

- H� liga��o? - Ainda n�o.

A que horas Okazaki esteve aqui?

22:30. Talvez um pouco antes, um pouco depois.

Inspetor Harrison, meu marido, Frank McPhee.

Mais mandados de busca?

Queriam informa��es sobre Dr. Okazaki.

Obrigado.

At� logo, Holly.

O que h� com Okazaki?

- Queriam saber se foi ao tribunal. - Se est�o juntos...

Est� distante.

Tenho trabalhado demais.

Nunca trouxe algu�m em casa assim.

Bobagem!

Meu marido acabou de fazer reservas.

Dr. Okazaki. Quero confirmar ala de n�o-fumantes.

Sim, uma reserva n�o-fumante para Paris.

H� mais uma pessoa que vai. Soames, primeiro nome com H.

- N�o fez reserva. - Desculpe, deve ser McPhee...

Soames era do ano passado. Veja se tem McPhee.

Foi s� uma reserva.

Aquele japon�s � meu chefe. Quero lhe dar um presente.

- O que comprou? - Presente? Cal?

Acho que n�o.

- Siga aquele t�xi. - Mandou seguir o t�xi?

- H� dez anos, espero ouvir isso. - Vamos.

N�o est� de folga?

- Estava passando por aqui. - Caf�?

- Quer falar? - Sobre o qu�?

Voc� � que sabe.

Est� com problemas.

Quer me contar para que possa ajud�-la?

Obrigada.

Sou eu.

Vou instalar o programa no computador da galeria hoje.

Pode fazer o servi�o amanh� � noite.

Fez as reservas?

- Em nome de Soames? - Claro.

H� uma coisa que n�o contei. S� vai uma pessoa.

- Duas pessoas vai dificultar. - Uma pessoa?

- Onde lhe passo as coisas? - Onde fazia isso antes?

Rua Randall, 110...

quinto andar, sala 6.

- Que horas? - 9:00.

�s 20:00, o sistema de seguran�a vai falhar.

As c�meras se desligam, e o alarme n�o funciona.

PROBLEMAS EM CASA, TIVE QUE VIR ANTES

VEJO-O �S 9:00 AMANH�

�s 8:01, os sensores da pol�cia detectam um intruso.

Da posi��o 1...

Li sobre como acabar com a desordem. Resolvi come�ar logo.

- Procurei-a em casa. - Por qu�?

Okazaki est� morto.

Dr. Jin Okazaki est� morto.

Como?

Pesco�o quebrado. O verdadeiro Okazaki nunca veio.

Encontraram seu corpo em T�quio.

� imposs�vel, esteve aqui...

Seu namorado era um dos objetos de estudo dele, e o estudava.

Peguei um copo do quarto do hotel de seu namorado.

Chequei as digitais com T�quio.

As digitais s�o as mesmas.

Quem � este?

Fugiu de uma pris�o psiqui�trica de seguran�a m�xima. Perp�tua.

Preciso de ajuda, � um assassino. Matou pelo menos 8 pessoas.

Conhece-o bem?

- Est� preso? - Saiu do hotel.

H� um padr�o, convencia pessoas a fazer coisas ilegais para ele.

Usava-as e se livrava delas. E ficava limpo.

Sem testemunhas, como sair da sala e apagar a luz.

Preciso saber...

voc� fez alguma coisa ilegal para ele, n�o �?

N�o queremos ningu�m na casa, sua esposa est� aqui.

Desde de que se conheceram, n�o se desgrudaram.

Jogou-o pra mim. Tinha perguntas sobre a lei...

- foi voc� que pediu. - O que est� acontecendo?

H� uma coisa que pode ajud�-Io.

Jin teve a id�ia de roubar uma pe�a de Jade...

da cole��o de Frank. Achei que fosse brincadeira.

As crian�as est�o com a m�e, e estamos sob prote��o...

por causa da sua rela��o com um man�aco homicida!

- Voc� dormiu com ele? - N�o quero falar nisso agora.

Tire-o daqui.

A Galeria de Arte. Quando ia roubar?

- A imagem se foi. - E a energia?

- Tudo bem. - Alarme ativado.

Parece que algu�m entrou.

Vou pedir apoio.

Houve um arrombamento.

Estou aqui, gorducho.

Solte a arma.

Ande!

Tem sido malvado.

- Pare! - Largue a arma.

Solte a arma!

N�o!

Imbecil!

Pare.

Bem-vinda. Um cliente meu foi pego dirigindo b�bado...

N�o estou ouvindo.

- Que bom que est� vivo. - Concordo.

Tem um minuto?

Okazaki mandou isso, muito interesante.

Sobre assaltos a bancos, detalhes da invas�o de ontem na galeria...

e uma fita com sua voz.

Em meu lugar, o que voc� faria?

Fa�a o que tem que fazer.

Desculpe, estou atrasada.

� acusada pelo que houve at� o dia 15 de agosto desse ano...

entrou numa conspira��o criminosa para cometer assaltos.

Mais ainda, em agosto deste ano, entrou em outra conspira��o...

para cometer outros 4 casos de assalto � m�o armada.

Como se declara?

Inocente.

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