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Original subtitles

Tradu��o e Legendagem; Metalsonic e lhalves

Tu est�s num grande e escuro outono, as nuvens est�o muito baixas no c�u...

...enquanto as sombras da noite continuam.

Outra hist�ria miser�vel que vai acontecer dentro da casa do Usher.

A CASA DO USHER

Victor Reynolds viajava sozinho pelo atractivo pa�s, direitinho para a casa do Usher.

...os esp�ritos dele estavam elevados, aqui estava um homem impaciente para visitar um velho amigo.

Usher.

Rick Usher, pareces mais alto desde a �ltima vez que te vi.

Pareces exactamente na mesma que me lembre, com o cabelo maior.

- Estou feliz por te voltar a ver. - Eu tamb�m. Preocupaste muito.

Eu compreendo. Eu preciso de ti.

Estavas muito preocupado.

Os meus olhos n�o dormem � noite. Ando para a frente e para tr�s.

Sei que n�o estavas b�bado, quando escreveste aquilo, conhe�o-te muito bem.

Provalmente tu �s a �nica pessoa que entendo.

Lembras-te da escola quando me defendeste enquanto as outros mi�dos divertiam-se...

- com os meus ataques terr�veis. - Sim, eu lembro-me.

- Epilepsia. - N�o era epilepsia, Victor.

- O que foi aquilo? - Esta casa, � muito velha.

- Usher, quando foi a �ltima vez que reparaste-a? - Ando sempre a repar�-la.

- Isto j� est� cheio de vermes. - J� � muito velha, o reparador j� veio e...

...disse que ela n�o ia ter muito sucesso.

Bem, digo-te uma coisa. Vamos por a conversa em dia. Eu tenho um bom conhaque para n�s.

Estive 9 meses na �ndia, depois estive na China 3 meses.

Depois em Amesterd�o, agora estou aqui.

Victor isso � incr�vel. Ent�o eu tinha medo de que talvez a minha carta nunca tivesse chegado.

- Dias terr�veis. - Vi muitas coisas, Usher.

Mesmo os pesadelos escuros ficavam de lado.

- Eu tenho claustrofobia. - Eu entendo, eu sei.

Embora eu h� muito tempo que goste desta casa eu tamb�m continuo a ter pesadelos.

Ent�o Usher, o que aconteceu neste lugar? Lembro-me h� uns anos atr�s...

- que ela era como uma ca�arola. - Os meus pais morreram h� um tempo atr�s.

Mais ningu�m se importou com ela depois deles.

Como est� a Madeleine? Era t�o bonita que eu gostava de voltar a ver.

Marcus?

Senhor?

Marcus, este � meu amigo de inf�ncia, Victor Reynold.

Victor vai ficar aqui alguns dias. Por isso trata-o bem.

Agora vai buscar outra garrafa de conhaque devald. Devald, senhor?

Sim Marcus, devald. A Medeleine est� no quintal, lembraste?

Sim, senhor.

J� a seguir, senhor.

N�o esperava que estava l� em cima. Sim, mais pela Madeleine do que por mim...

...desde que os nossos pais morreram. N�s precisava-mos de ajuda.

- Eu sinto muito. - Obrigado.

Sempre foste um bom jogador.

A fazer sempre um pouco mais. Ent�o, fala mais sobre ti.

Descreve melhor os pa�s onde estives-te.

Eu visitei quase todo o mundo, mas eu n�o quero voltar.

Fazes deste lugar um escurs�o, nem acredito no que �, � terr�vel.

Se um dia eu conseguir voar como uma mosca, Eu irei para muito, muito longe deste lugar.

O mundo � um lugar estranho. Fome, mis�ria, guerra.

�s vezes era tarde para perceber as diferentes culturas, mas o que significava essas diferen�as.

As brincadeiras na cabe�a, eram como neg�cios reais.

Eu vou para a cama, hoje tive um dia longo.

O que aconteceu?

Eu n�o posso fazer isto, Usher. Desculpa.

Podes dizer se tens mais algu�m. - N�o, n�o, ningu�m.

S� tu, Usher.

Eu dei-me uma.

Sinto muito, mas depois de teres ido...

partiste o meu cora��o.

Eu sei. Neste momento estou muito cansado.

Vive!

Madeleine. Sou o Victor. Amigo do Usher.

Brincavamos juntos quando �ramos crian�as.

- Victor? - O mesmo.

Ainda bem que vieste. Est�vamos � tua espera.

N�o podia esperar de suportar.

Agora n�o precisas de esperar mais.

- A s�rio Victor, fico realmente contente. - Eu tamb�m.

Embora eu n�o percebo o porqu� de tanta urg�ncia.

As coisas t�m mudado muito, Victor.

As circunt�ncias tem sido sorte.

Eu acredito. O Usher est� um pouco estranho. Est� como se estivesse muito cansado.

- H� uma raz�o para isso. - O que �?

Esta � uma bonita casa, ele convida os amigos para a virem ver.

- Mas n�o vejo o porqu� da urg�ncia. - Mas existe Victor, existe.

N�s precisamos de ti. N�s precisamos de ti.

� preciso que eu, em certas circunst�ncias possa confiar, mas ainda n�o sei.

Ent�o...

n�o tens uma vida?

N�o. Eu n�o tenho?

Eu tenho uma, mas j� est� passada.

E porqu�?

� esta casa.

� assustadora.

Deixe-me mostrar-te uma coisa? - Claro.

Aqui dentro.

Est� muito calmo. N�o fa�as barulho, para n�o acord�-lo.

Acordas-te-o.

O Usher est� com v�rios rapazes dentro daquela sala.

Se fosse a ti sa�a j� desta casa agora.

Passa-se alguma coisa.

Eu disse-te para n�o o acordares. Ningu�m o deve de acordar.

- Acordaar quem? - Acordar...

o fantasma.

- O nascituro. - O nascituro?

A vida n�o � s� pureza, tamb�m tem um fim.

Os esp�ritos agora andam por aqui � volta...

...e n�o v�o deixar nunca mais viver.

Por cada mulher que esteja � espera que uma crian�a venha � vida.

A crian�a cai numa armadilha, sem pistas.

Ficando preservada para sempre.

Como h� uma raiva que nos prega neste escuro lugar.

Eu tenho medo que o que venha a vida morra, Victor.

Nunca ningu�m pode nascer.

O frio apoderou-se de mim.

Deus! Desculpa por ter vivido ao ar livre.

Por favor, fala-me um pouco sobre o Usher.

- Porque � que est�s aqui? - Porque estou � espera que ele fique melhor.

- Como? - Fica mais uns dias.

Fica assim decidido.

Na manh� seguinte o sol impulsionou as suas luzes na casa do Usher.

esperando que seja um dia diferente e que os reflexos iluminei por entre as janelas negras.

Obrigado, Marcus.

- Bom dia Victor. - O que aconteceu?

- Todos estes livros s�o da fam�lia Usher. - Claro que s�o. S�o todos da famil�a Usher.

- Talvez devesses ler um livro. - N�o obrigado. Eu antes prefiro fotografia.

Tinha uma foto que conta como a verdade, de n�o explicar.

O importante � ver o interior e a verdade.

Pe�o desculpas por ontem � noite, Victor. Eu tenho respeito por ti.

- Usher? - Sim?

- Tr�s jornais na m�o, todos iguais? - Sim, �.

A administra��o postal agora est� cansada e n�o mete c� mais os p�s.

- Podias pedir para virem c�. - N�o d� para os chamar.

Bom dia rapaz. Como est�o?

O carteiro n�o me disse.

Foi por minha causa. Eu assustei-o.

Eu voltei porque desejava-te. Um caso de muitos anos atr�s...

foi muito especial e eu nunca mais me esqueci.

A luz afecta-me os olhos, percebes-te? Magoa-me, faz-me coisas muito m�s.

Todos os dias eu ando com eles tapados aqui.

- Por causa desta casa? - Sim.

Porque � que n�o vais embora?

N�o � assim t�o simples.

Fica aqui sentado a tirar toda essa dor.

Mas eu tenho as minhas dores. A dor por alguma coisa quando tens de lutar.

- Desculpa, mas hoje ando um pouco nervoso. N�o tem import�ncia, Senhor.

- Marcus, quem s�o estas pessoas? - S�o antigos donos.

- Quem � esta? - Deram-lhe o nome de Danny.

Era uma crian�a orf�.

Ent�o e esta?

Casper. Morreu de dores.

E este tamb�m tem direito provavelmente...

- ajudava o Usher a fazer alguma coisa? - Sim, sim senhor. O nome dele era...

Samuel, eu acredito.

O que aconteceu?

No Curso de Mestrado do Usher.

Ele n�o escapa.

- Senhor? - Desculpa por isto, desculpa.

Por lugares de balan�o koymuyosun unhas.

Esta casa � perigosa.

Este lugar � estranho.

N�o te esque�as de mim, Victor. Eu quero sentir-te dentro de mim.

N�o pode ser.

S� franco como os sentidos dos animais a desenvolverem-se.

Mesmo de longe eles conseguem cheirar.

O que aconteceu?

Eu ia para dentro, mas depois uma apreens�o aproximaram-se dela.

Depois de a ver ela parecia que estava a sonhar aqui.

Eu j�, mas n�o me lembro.

�s vezes acontece. Ela entra em coma.

Mas a situa��o vai de mal a pior...

- Eu quero �gua. - Cozinha.

Tens raz�o, eu n�o deveria de ter tentado.

N�o � como os outros, � como tu.

Tu consegues ver.

Rodrick.

Leva-o!

- Como est�? - Embora fosse uma coisa pequena.

� como um tipo paralisado.

- Como muitos viveram isso? - Sim.

Um m�dico � suficiente para ela viver.

O que �? O que � exactamente a doen�a dela?

Est� a perder o controlo de seu corpo. Fica autom�tica.

- Deve de haver algum tratamento, acho eu. - N�o, n�o h�

Tem de esperar para fazer uma �nica passagem.

- �s tu? -Sim, � como eu era quando era crian�a.

Como � considerado e t�o maravilhoso agora.

� verdade.

Trataram estes azulejos cuidadosamentes. Est�o velho e escorregadios.

- Como? - Est� quente e parece a relaxar.

- Atira-o para o ch�o. - O qu�?

Parte-o.

Est� bem molhado agora. O que � isto?

Esta casa est� viva, Victor.

Cada casa faz isto, com os seus pr�prios meios.

Esta casa � alimentada por ti. Tira como uma telha quente.

- Pensamos que esta casa tem algas vivas... - Esta � a casa do Usher. Morrerei aqui.

Esta n�o � a casa do Usher ao ar livre. Esta � a casa do Usher.

Eu acredito que provavelmente existe esp�ritos nesta casa.

Contra os esp�ritos?

N�o te vale de nada, nesta casa.

Tanto a pessoas boas como m�s.

Onde est�o.

- Mesmo aos teus p�s. - Mesmo aqui?

Gera��es de Usher foram enterradas nesta horta.

� aqui?

Est�s bem?

Desculpa Victor. Desculpa por te ter mantido aqui.

N�o tem import�ncia. Eu tinha uma necessidade.

- Estar feliz. - Talvez j� possas esticar o bra�o ao ar.

Eu estou aqui se precisares de ajuda.

Depois de todo o tempo que passou, nunca pensava vir encontrar-te aqui.

O que � que aconteceu, Usher?

Eu n�o posso ficar ao teu lado.

Eu vou ver o que se passa, Victor.

N�o devias de estar neste sala a estas horas.

Tenho estado na cozinha a noite toda , senhor.

Desculpa-me, mas eu n�o acredito em ti.

A casa est� sendo derramada agora, senhor. Estranhas vozes soam por toda parte.

- Est� a partir-se. - Est� c� o meu amigo. Deixa tudo como est�, ok?

- Bonita fotografia. - Se quiseres meter a� uma foto tua.

Mas � a tua irm�.

N�o te preocupes com isso.

Est�s a olhar para ela agora mesmo.

Vai!

Usher abre a porta!

Anda l�, abre-a.

Victor!

Este lugar, j� me anda a deixar mal do est�mago.

- O que aconteceu? - Um pesadelo durante a noite.

- Os esp�ritos podem andar por a�. - Eu sei?

Olha para a Madeleine. Ela precisa urgentemente de um m�dico. Ela � minha miga.

Tu j� resolves-te-os em uma noite.

- Ou n�o. - Se eu estiver errado quero que me digas j�.

- O que � que lhe andas a fazer. - Desculpa?

Desejo um dia ajudar aqueles que como eu, podem ajudar.

- N�o sei o que lhe andas a fazer. - O suficiente para terres vindo at� aqui, Victor.

Eu tenho medo de morrer nesta casa, eu realmente tenho medo.

Esta casa n�o me assustada nada, Usher. S� vi uns pesadelos.

- Vai para casa. - Passei duas noites em claro aqui.

�s vezes parece que � t�o real que andam os mortes por esta casa.

Num mundo imagin�rio, as pessoas fazem um mundo fict�cio, mas isso n�o passa da sua mente.

- Pessoas como tu? - Se percebermos que � a mente, nada acontece.

Pessoas a sangrar que vimos nos nossos sonhos? Eu n�o acredito nisso.

- Onde pode conhecer as suas sardas? - Depende do estado f�sico, Usher.

- Eu acho que eles s�o verdadeiros. - Isso � ci�ncia qu�ntica.

Arte, m�sica, vs. pessoas de todos os poderes.

Faz parte das nossas mentes.

Reac��es qu�micas, pulsos electricos, vs.

Se conhecessemos todas as cria��es da nossa mente, se soub�ssemos como se criavam?

As pessoas, na divulga��o dos seus sonhos tamb�m n�o sabem quem s�o.

Eu disse que entendi os meus sonhos e que estas pessoas existiram.

Vou ver umas coisa. Antes do almo�o, encontra-me.

Victor? Entra, anda ajuda-la.

N�o tenhas vergonha. Ele � amigo do Usher.

- Os m�dicos j� falaram com ela? - N�o � preciso. Eu trato dela o suficiente.

Infelizmente o ataque desta vez foi muito forte. Chega-te � frente.

V� como ela � um pouco t�mida, Victor. O que farias com convidados destes.

Ajuda-me.

N�o sejas t�mido.

- Limpa-a. - Eu tento fazer isto.

N�o importa. Aprecia-a bem...

e tamb�m sobre os factos.

- Desculpa sobre a tua irm�, Usher. - N�o h� problema Victor.

Esta casa est� uma merda.

Tu nunca vais estar mal...

Tenho tantas saudades tuas e quero ficar, mas tenho medo que algo d� errado.

Segue-me.

- Est�s a ver estas pessoas? - Sim e muitas mais.

Estes homens das fotos apareceram nos meus sonhos. Claro que n�o me disseram que era louco.

N�o �s o �nico. Eu tamb�m sonho com os homens destas fotas.

- Quem s�o eles? - Amigos dos meus pais, mas j� morreram todos.

- Vieram, tiraram fotos e foram embora. - Vieram muitos, mas s� 3 � que ficaram.

- Ficaram em 3 qu�, Usher? - Ficaram como 3 monstros.

Deixaram os seus pais e vieram ter comigo para serem meus amigos.

Para mim eram as pessoas certas para ficarem comigo.

- Sim, eu lembro-me. - Eram como irm�os e �ramos bastante animados.

Porque novas pessoas se conhecem na casa de Usher. Seriam uma boa companhia.

- O que significa isso? - Bem, todos os jovens em aberto.

Ganham experi�ncia. Est�vamos a brincar como irm�os...

- ...os resultados n�o tenham notado. - Tamb�m estas fotografias s�o art�sticas.

As pessoas gostam de um pouco genealogismo. - N�o � bem assim.

Tudo o que era nosso morreu.

Eu vou apanhar um bocado de ar fresco. Desculpa-me.

Victor. Espera!

Victor, por favor.

Vai-te enquanto h� uma oportunidade para escapar.

O que � que aconteceu nesta casa?

Porque n�o h� um m�dico ou alguma coisa assim para Madeleine?

O que � que h� com este lugar?

� volta dos teus olhos.

- Conta-me. - Nunca devias de ter vindo para c�.

Depois de ires, os seus pais morreram...

Tudo mudou.

O meu servi�o, o meu testamento.

- Eu protejo o c�rculo. - Qual c�rculo?

Porque fui convidado.

Olha para isto. Tudo cresce mais r�pido.

As �rvores, s�o enormes.

Ela � sempre muito belas flores.

N�o percebo, o que queres dizer?

Levar os nutrientes do solo da sepultura.

D�-lhe o resto dos mortos para viverem.

Est�s a ver este jardim? Pessoas morreram por esta casa.

Esta casa. Capturou o esp�rito do povo.

Armazenados na casa dos funcion�rios do mestre Usher.

A casa est� viva.

J� fal�mos muito. Vai.

Marcus tem mais. - At� agora era um bom funcion�rio.

Ficamos nessa casa por muito tempo.

Esta casa tem l� ele. Ser� outra capacidade.

Como os outros o esp�rito dele deve ser entregue.

Sim, claro. O que aconteceu da outra vez, com o Victor?

Podes ver o Rodrick.

Os outros podem o ver.

Porqu�?

- � como n�s? - N�o � um Usher.

Mas n�o se d� a esta casa n�o.

Quem mais pode trazer isto aqui.

Eu estou pouco Rodrick.

Esta casa, tamb�m.

- Quem precisa de n�s... - Eu sei. N�o me lembres.

O Victor � diferentes dos outros.

Porque eu amo-o.

Desde o in�cio eu sabia disso.

Mas se queremos esta casa temos de ter obriga��es.

- Magoar ou subreviver. - Eu nunca o magoarei.

- Ir� a v�s. - N�s compr�mos as nossas culpas.

- O que v�s por dentro. - Ent�o eu tenho que lhe dizer.

N�o fa�as isso Rodrick.

- Est�s gelado. - Muito frio. Est� muito gelo dentro de mim.

Por favor, conte-me. Eu sou s�rio.

Gera��es atr�s de gera��es.

Usher fez esta casa. Fizemos cada pilar sem parar.

Muitas pessoas perderam a sua vida durante a constru��o desta casa.

Apesar de dezenas de anos mais tarde esta casa ainda n�o estar acabada.

Muitas pessoas foram trazidas da vila para trabalhar.

10 desapareceram, 100 acabaram por morrer.

Muitos acidentes de trabalho. Na minha cabe�a estava um grande n�mero...

...para casa para terminar. A casa sangrenta foi iniciada.

Por favor, continua.

- Eu quero saber tudo. - Tens de acreditar.

Embora todos possamos ficar.

De acordo com a casa da mulher para alimentar a pr�pria for�a da nossa.

Mas eles morreram, depois houve problemas.

Ningu�m queria vir para esta casa.

Este � o fim da linha, Victor. Est�s completamente fraco para sonhar.

abriu e algu�m deve ajudar.

- A casa... - Essa pessoa �s tu, Victor. Somente tu.

A casa... � como tu.

Desculpa Victor, mas agora �s tu. Esta casa � para mim e para a minha irm�...

Tenho de te sacrificar.

Por isso, n�o poder�s sair.

Tu ser�s a �ltima imagem.

Victor acordar. Descrevi tudo desde ent�o.

Por favor, acorda. Vamos l�!

- Estou preso no teu ex�rcito? - N�o.

Tu ainda n�o �s como n�s.

- Permita-nos que te diga. - O medo de afectar a atrac��o.

Victor, mata-nos, mata-nos a todos.

Destroi esta casa e salva-te.

Esqueces-te de alguma coisa.

- Acabou Ush. - Madeleine?

Olha, desculpa. A minha irm�, esta bonita casa, n�s precisamos de ti...

...eu queria-te a ti.

Adeus, Usher. Sempre me lembrarei ti.

Como est�s hoje, Victor?

- O que � isto? - Uma terapia de arte, mas n�o o fez bem.

Presidente para a manuten��o de imagens. - Tecnicamente interessante.

Bem, pelo menos mantem-o ocupado.

- Alguma coisa importante? - N�o, na verdade nada.

Doutor, precisamos da sua ajuda no outro quarto.

Estou bem aqui.

Vais me dizer alguma coisa Hoje, Victor?

� para p�ra-lo.

Mas este n�o � o fim da casa dos Usher.

Aqui estava um homem preso numa terr�vel hist�ria doente na hist�ria da loucura.

Visita; http://homoqueer.blogspot.com

Tradu��o e Legendagem; Metalsonic e lhalves

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