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Bendito seja o Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo,
Pai das miseric�rdias
e Deus de toda consola��o,
que nos consola em todas as nossas tribula��es,
para que tamb�m sejamos capazes de consolar
os que passam por qualquer tribula��o,
por interm�dio da consola��o com que...
Est� tudo bem.
Est� tudo bem.
Aqui � um santu�rio.
N�o podem simplesmente invadir aqui.
Quero que as mulheres fiquem onde est�o...
Espera, este � um mandado administrativo.
E todos os homens, na frente.
- Precisam de um mandado judicial! - Homens, venham pra frente.
Isso � ilegal. N�o podem fazer isso.
Calem a boca e andem logo!
Sil�ncio!
Todos os homens, quero ver suas identidades...
documentos, identidades.
Mexa-se! Agora!
Este cara.
Documentos, identidade.
Cad� seus documentos?
Eu tenho um green card. Est� na minha casa.
Isso n�o � o bastante. Esses dois.
N�o, n�o, n�o.
Essas pessoas n�o fizeram nada de errado!
Quem tem um celular? Algu�m me d� um celular.
� isso. Vou chamar a pol�cia.
- N�o vai n�o. - Pare com isso!
- Pronto para ir? - Sim.
Vamos. Mexam-se!
- Anda, anda! - Para tr�s!
Vamos! Mexa-se!
Este deu negativo.
T�, soltem ele.
Se disser uma palavra a algu�m,
mato voc� e qualquer fam�lia que tenha aqui,
seja l� o pa�s nojento que tiver vindo.
- Entendeu, amigo? - Sim, entendi.
N�o! N�o! N�o!
- Adi�s! - N�o! N�o!
Agentes Especiais: Hall� | LeilaC� | Darrow
Agentes Especiais: Lu Colorada� | LikaPoetisa�
Agente Encarregado: Hall
GeekS investigativamente apresenta:
6.21 ALMAS NO GELO
Nina ficar� em Houston por quanto tempo?
Remy n�o disse.
Ela disse que estava ajudando a irm�.
Espero que a irm� dela esteja bem.
Barnes, no meu escrit�rio.
Claro.
Feche a porta.
Brent Carrington me ligou ontem, dizendo que voc� � finalista
na vaga de supervis�o da for�a-tarefa em Washington.
Remy, eu ia te contar.
Ele queria uma avalia��o de desempenho.
Ent�o eu contei a verdade, Sheryll.
Voc� � a melhor que existe.
E eles teriam muita sorte em ter voc�.
Estou muito animado por voc�.
Um trabalho administrativo na capital
permite que fique perto das crian�as,
e te tira da linha de fogo.
Eu ainda n�o decidi nada.
Nem me fizeram uma oferta oficial.
Eles far�o.
Est� certo.
Sabe, meu anivers�rio est� chegando,
e quanto mais velho fico,
mais n�o paro de pensar na vida fora do trabalho.
Como abrir o restaurante com a Abby?
� um bom exemplo.
Mas o que eu n�o entendo �: por que voc� n�o me contou?
Por que descobri dessa forma?
Porque te contar, de alguma forma, faria tudo parecer real.
Desculpem interromper, mas temos um caso.
Temos tr�s homens se passando por agentes federais.
Agentes da Imigra��o.
Invadiram uma igreja bil�ngue em Nova Jersey,
levaram tr�s dos fi�is e agrediram a reverenda.
A pol�cia local enviou as imagens da igreja esta manh�.
Not�cias da Imigra��o? Certeza que n�o s�o eles?
A Imigra��o confirmou n�o estar envolvida.
Seguran�a Interna tamb�m n�o.
Sim, n�o � uma van do governo.
Reconhecimento facial?
Polainas n�o permitem ter uma vis�o clara.
O que sabemos dos ref�ns? Eles foram alvos?
A igreja n�o quer divulgar os nomes.
Acham que foi a Imigra��o.
A reverenda, Sonya Sharp,
� uma defensora ferrenha dos migrantes.
A igreja tem uma grande popula��o sem documentos.
Vamos na igreja identificar esses idiotas e os ref�ns.
O que foi aquilo com o Remy?
Ele parecia estranho.
A Sede disse a ele sobre o cargo na capital.
- Voc� est� brincando. - E ele est� feliz
e decepcionado ao mesmo tempo.
- Essa � nova. - Nem me diga.
Reverenda Sharp?
Mais de voc�s?
Somos do FBI. Gostar�amos de conversar.
Deveriam investigar o Depto. de Seguran�a Interna
e seus comparsas na Imigra��o e Alf�ndega.
Reverenda, o documento � falso. N�o � da Imigra��o.
Os homens que invadiram estavam se passando por eles,
parece que atr�s de pessoas sem documentos.
Esta � uma comunidade amorosa, gentil e que paga impostos.
Por que precisam ser for�ados a viver com medo?
Pode nos dizer o que aconteceu?
N�s nos preparamos para isso.
Fazemos a cerim�nia em uma sala segura.
Sei que s� se deve abrir a porta com um mandado judicial.
Mas, eles simplesmente invadiram.
E quando me dei conta, estavam prendendo as pessoas,
especificamente os homens.
"Especificamente os homens." Sabe dizer quantos?
J� falei demais.
Como eu sei que voc�s n�o v�o prend�-los
e deport�-los se os encontrarem?
Porque somos do FBI, n�o da Imigra��o.
Viemos para ajudar.
Eles podem estar em perigo. Precisa nos dizer tudo o que sabe.
Por favor.
Eles levaram tr�s.
Alonzo Alvarez. Ele est� na casa dos 20 anos.
Ele tem green card.
O parceiro dele � daqui, talvez queira conversar.
Os outros dois, Eduardo e Miguel,
n�o sei o sobrenome nem a condi��o imigrat�ria deles.
Eles aparecem de vez em quando. N�o ficam por aqui depois do culto.
Obrigada, Reverenda.
Se voc� se lembrar de algo mais, por favor, ligue para n�s.
Isso � do Alonzo.
Se o encontrarem, ele vai querer de volta.
N�s o encontraremos.
� o que fazemos.
Se souber de algo, ligue para n�s.
Isso n�o est� funcionando.
Bom dia, senhores.
Andrea Allen, Centro de Servi�os Jur�dicos de Imigra��o.
Agentes do FBI Scott e Cannon.
FBI? Certo.
Conhece algum homem fingindo ser agente da Imigra��o?
Uma cliente minha foi abordada por um homem no trabalho.
Ele alegou ser da Imigra��o e exigiu dinheiro
em troca de deix�-la ficar no pa�s.
Aconteceu em 26 de abril, por volta das 23h15,
do lado de fora da Dos Pedros, na Raymond.
Podemos verificar as c�meras, tentar identificar o rosto dele.
Sabe por que levaram os homens?
Ainda n�o temos um motivo.
Voc�s sabem por que os impostores miraram
especificamente nesses homens?
Eles s�o um grupo vulner�vel,
com menos chances de chamar a pol�cia.
Porque n�o acreditam que a pol�cia v� sequer procur�-los.
Mal posso esperar pra provar que est�o errados.
Minha equipe e eu n�o fazemos as coisas pela metade.
Talvez sejam a exce��o,
mas n�o esperem que acreditem em voc�s.
Suas a��es dir�o mais do que suas palavras.
E n�o consegue pensar em ningu�m que iria atr�s
do Alonzo ou que quisesse machuc�-lo?
N�o, n�o. Al�m da intoler�ncia t�pica,
ningu�m iria atr�s do Al.
Ele segue as regras.
� de enlouquecer, mas ele s� dirige na velocidade certa.
Ele insiste em pegar Uber mesmo que nem v� beber.
Ele � di�cono na igreja, por Deus.
- N�o sei quem poderia... - John, podemos ir mais devagar.
O Alonzo perguntou se eu poderia ir � igreja com ele.
N�o sou muito religioso, e n�o sei por que ele �,
depois de tudo o que passou, mas se eu estivesse l�, eu...
John, respire.
Por que n�o se senta?
Consegue pensar em algo que pode ter seguido ele
do pa�s de origem dele at� aqui?
Ele n�o fala muito sobre isso,
mas ele tem um relacionamento dif�cil com a fam�lia.
Por causa do relacionamento com voc�?
Eles mudaram um pouco, mas tem sido dif�cil.
Ele veio para c� para ir � faculdade
no Johns Hopkins com um visto de estudante.
Trabalhou no hospital alguns anos e est� terminando Enfermagem.
Eu deveria estar l�.
Eu deveria...
Por favor... Por favor, encontrem ele.
Faremos todo o poss�vel para encontr�-lo.
Por enquanto, se apegue a isso.
Esses falsos agentes da Imigra��o nem sabem
que levaram um legalizado.
A reverenda disse que eram espec�ficos
sobre quem levaram.
Apenas homens. Mas por que s� homens?
Acho que tr�fico humano ainda � o maior motivo.
Talvez estejam sendo traficados para algum trabalho for�ado.
De qualquer forma, precisamos descobrir isso r�pido.
Com certeza.
Se Alonzo e os outros v�o ser levados
para uma rede de tr�fico ainda maior,
nossas chances de encontrar eles caem pra quase zero.
Vasculhamos a c�mera externa da Dos Pedros,
esse � o cara que abordou o cliente da Andrea.
O nome dele � Leonard Thompson.
Esse � o �ltimo endere�o conhecido.
Onde as pessoas compram as jaquetas falsas de agentes?
N�o fa�o ideia.
Leonard Thompson, FBI.
Abra a porta.
- Onde eles est�o? - Quem? Eu n�o sei.
As pessoas que sequestrou na igreja, para onde os levou?
O qu�? Que igreja?
N�o sequestrei ningu�m, juro.
Sequestrou um grupo de imigrantes.
E abordou uma mulher na Dos Pedros, fingindo ser da Imigra��o.
Sim, fingi ser da Imigra��o, mas n�o sequestrei ningu�m.
Onde esteve ontem � noite?
Jogando sinuca no Moxin's em Elizabeth.
Passei a noite toda l�. Eles v�o te contar.
- Vamos. - Espera. Est�o me prendendo?
Sim, por se passar por um agente de Imigra��o.
N�o posso voltar.
Eu n�o posso voltar. As gangues v�o me matar.
Preciso voltar para minha fam�lia.
N�o acho que sejam da Imigra��o.
Isso n�o � um centro de deten��o.
N�o est�o mandando voc� de volta.
Quem s�o eles, coiotes?
N�o sei.
Doutor, temos um prazo.
Precisamos disso no gelo at� amanh� de manh�.
Angel e eu cuidaremos disso.
� um procedimento padr�o.
Angel vem comigo. � bom com clientes.
O qu�?
Eu... N�o posso fazer isso sozinho.
Cole vai ficar aqui de olho. Ele pode ajudar se precisar.
Ele n�o sabe diferenciar um bisturi de uma faca de manteiga.
Ele � in�til.
- Foda-se, doutor. - Hammett.
Apenas fa�a o servi�o.
Parceiro, hora de come�ar.
Por favor, por favor. Eu tenho fam�lia, est� bem?
Eu tenho uma filha. Por favor.
- Vamos. - Por favor.
- Vamos! - Por favor, por favor!
- Por favor! Por favor! - Ele n�o fez nada!
N�o, n�o, n�o, n�o!
Alonzo, por favor!
N�o! N�o!
N�o! N�o!
O imitador da Imigra��o � Leonard Thompson.
O �libi dele foi confirmado, ent�o n�o est� envolvido.
Mas ainda � um golpista.
Est� sob cust�dia na cadeia em Essex.
Hana, alguma atualiza��o?
Tenho analisado as filmagens externas da igreja
tentando identificar algum deles.
Se movem coordenadamente.
Como se tivessem treinamento militar.
Espera, espera.
O que � isso no bra�o dele?
Talvez uma su�stica?
Como se n�o pudesse piorar.
Leve ao Terrorismo Dom�stico.
Veja se conseguem identificar a tatuagem.
Reverenda Sonya, est� tudo bem?
Um dos homens que eles pegaram, Miguel...
Estou no abrigo de Lakewood e ele acabou de aparecer.
Voc� j� falou com ele?
N�o, ainda n�o.
Ele foi espancado, est� assustado,
e est� tentando passar despercebido.
Diga a ele para ficar. Estamos indo.
Est� bem.
Vamos levar as duas Tahoe. Deixe a Delegacia de sobreaviso.
Espere, Remy. N�o precisamos ir todos.
Isso pode assustar ele.
O que voc� sugere?
Miguel provavelmente falar� se for apenas um de n�s.
Por que n�o me deixa ir?
Vou com ela, para estar por perto.
Certo. Mantenham contato e o dedo no gatilho.
Certo, ficaremos em contato.
Hammett, o que houve?
Eu avisei que n�o conseguia fazer sozinho.
Eu dei demais a ele por acidente.
Tentei fazer com...
"Demais" o qu�?
A anestesia, o propofol.
Parece que voc� tomou bastante tamb�m.
Pelo menos conseguiu o maldito rim?
Como deixou isso acontecer?
N�o sei. Ele n�o queria minha ajuda.
Eu nunca matei ningu�m antes.
Quem se importa com o maldito ilegal?
S�o 150 mil que nos fez perder, doutor.
J� fiz isso dezenas de vezes.
Me deixa tentar de novo.
Vamos usar ele.
N�o.
N�o, temos um novo cliente pagando por um f�gado.
Essa � a prioridade agora.
Um f�gado.
Eu n�o consigo extrair um f�gado aqui
sem que o doador morra.
Voc� tem 24h para entregar um f�gado inteiro.
N�o. N�o, n�o, n�o, n�o. N�o consigo.
O cliente est� oferecendo 1 milh�o de d�lares.
Em dinheiro.
- N�o posso. - N�o, voc� pode.
E voc� vai.
Agora, o novo cliente � uma mulher, precisamos de um novo doador.
Coloque este lugar para funcionar, doutor.
Trarei um novo doador em algumas horas.
E se voc� ferrar tudo novamente, vai pagar o pre�o.
Angel, Cole, venham comigo.
Hana, tudo certo por a�?
Estou trabalhando na comida.
Certo, vamos l�.
Ol�, Miguel.
Me chamo Sheryll.
Miguel.
� voc�? Onde est� o Eduardo?
Desculpe, n�o sei.
Maria?
Venha comigo, est� tudo bem.
Precisamos conversar � s�s.
Miguel, fala ingl�s?
Sim.
Vou me sentar.
Como est� o seu olho?
Quer alguma coisa?
N�o, tudo bem. Obrigado.
Miguel, est� tudo bem. Tudo bem.
Acabou. Acabou.
Eu prometo.
Miguel, olhe para mim. Olhe para mim.
Preciso te dizer uma coisa.
Sou uma agente do FBI.
S� estou vestida assim porque n�o queria assustar ningu�m, certo?
- Voc� est� com a pol�cia? - Sim, mas vim pra te ajudar.
Quero encontrar quem te machucou.
Disseram que se eu falar, eles me matam.
Voc� est� seguro agora.
N�o sou a �nica agente aqui.
Eu te prometo, ningu�m pode te machucar.
O que aconteceu com o seu dedo?
Era um tipo de teste sangu�neo.
Pra qu�?
Eu n�o sei.
Fizeram no Eduardo e em outros dois caras.
Fale sobre os homens que te levaram.
Algum deles chamou sua aten��o?
O chefe, era um cara grande,
e n�o era estadunidense.
Ele tinha um sotaque estranho.
Isso � muito �til.
E, quando o colocaram na van, pode falar algo...
Anda! Vai, vai, vai!
Beleza, isso � uma batida!
- S�o eles! - Est� bem.
- Abaixem-se! - Homens no ch�o!
As mulheres, contra a parede!
Todos os homens no ch�o!
FBI! Tire as m�os dela!
Largue a sua arma!
Abaixem-se!
Abaixem-se!
Est� todo mundo bem? Voc� est� bem?
Vadia. Atirou em mim.
Cala a boca! Mostra as m�os.
Tiros disparados!
Solicitando apoio no abrigo Lakewood.
Enviem param�dicos!
Dois homens fugindo para o norte na Demondreun
em uma van marrom, armados e perigosos.
Repito, armados e perigosos!
O Remy e o Ray foram ao hospital interrogar o suspeito.
O nome dele � Angel Diaz. Vou mandar o que encontrei.
Identificou os outros?
N�o, mas, olha s�.
O Terrorismo Dom�stico identificou a tatuagem do grand�o.
� um s�mbolo do LKB.
� um grupo africano neonazista.
Africano?
O chefe � sul-africano. Faz sentido.
O Miguel disse que o grand�o tinha um sotaque diferente.
Vou ver se acho uma liga��o
entre o LKB e outro grupo de �dio.
Certo.
Voc� est� bem?
Estou.
Precisa de cuidados m�dicos?
N�o � preciso.
Por que atacou a Imigra��o?
Eles n�o eram da Imigra��o. Eram criminosos disfar�ados.
Voc� os prendeu?
Um deles.
Sabe quem eles s�o?
Escuta, meu nome � Sheryll. Sou agente do FBI.
Meu trabalho � prender criminosos.
Se sabe de algo que ajude a encontr�-los,
me fale, e prometo que estar� seguro.
Eles fizeram isso com voc�?
Eu estava andando aqui,
depois do trabalho, h� dois dias.
Eles me pegaram.
E tiraram um peda�o de mim.
Um param�dico aqui.
- Policial! - N�o quero!
Sua ferida est� infectada. Precisa ir ao hospital.
Pedir�o documentos.
Juro que estar� sob minha prote��o.
Estar� seguro.
Esse homem � uma testemunha federal.
Ele precisa ir ao hospital.
Acho que removeram o rim dele.
- Certo? - Obrigado.
Voc� ficar� bem, eu prometo, certo?
Hana, isso n�o � tr�fico humano.
Est�o sequestrando essas pessoas pra roubar seus �rg�os.
Aquele homem � uma v�tima.
Por isso testaram o sangue do Miguel.
Querendo encontrar alguma combina��o.
Precisamos ligar para o Remy.
FBI. Precisamos do quarto.
Seu machucadinho t� doendo?
N�o deve ser t�o mau, Angel.
A bala atravessou.
Voc� teve sorte.
Com certeza, n�o me sinto sortudo.
O analg�sico deveria est� fazendo efeito.
Eles n�o te deram,
s� ap�s eu te interrogar.
N�o queria que parecesse que te droguei pra obter respostas.
- Isso mesmo. - Eu deveria sentir dor?
- � isso? - Isso a�.
S� precisamos dos nomes dos outros membros da gangue.
V� se foder. N�o vou falar nada.
� mesmo?
Sabemos que voc� � ex-militar.
Foi m�dico no Afeganist�o
antes de ser exonerado.
Foi onde conheceu os bandidos com quem se disfar�a de Imigra��o?
N�o sei do que est� falando.
Como entrou no ramo de roubo de �rg�os?
Foi pelo dinheiro ou s� pra fazer inocentes sofrerem?
Eles n�o s�o inocentes.
S�o criminosos invadindo nosso pa�s.
Vou te cobrir pra n�o sentir frio.
Eles n�o invadiram nosso pa�s.
A maioria est� fugindo da viol�ncia e opress�o.
Est�o buscando uma vida melhor,
igual � sua fam�lia.
Minha fam�lia veio de Cuba do jeito certo.
Esses parasitas est�o furando a fila
e pedindo tudo que n�s temos.
Ent�o voc� os sequestrou?
Roubou os �rg�os deles?
Pra eles pagarem a cota deles?
Eles n�o s�o estadunidenses de verdade,
e merecem tudo que acontece a eles.
Advogado.
Eu quero um advogado.
Eu quero um advogado.
Seu rabo vai precisar mais do que isso.
H� quanto tempo � um cirurgi�o?
H� quanto tempo � um cirurgi�o?
H� 30 anos.
� a primeira vez que perde um paciente?
O nome dele era Eduardo.
Bom, ningu�m poderia ajud�-lo.
Esse ambiente, com este equipamento...
Digo, s� porque sou um cirurgi�o treinado,
n�o significa que posso operar sozinho uma SO.
N�o � minha culpa.
Vejo que voc� n�o quer ferir ningu�m.
Olha, s� me deixe ir.
N�o. Voc� ir� direto � pol�cia.
N�o. N�o envolverei a pol�cia.
N�o posso confiar em voc�.
Eles est�o procurando por outra pessoa.
N�o precisam mais de mim.
Voc� n�o precisa mais de mim.
Apenas me deixe ir.
Me solte.
E...
Filho da puta!
O que aconteceu?
Nossa batida deu errado.
- O FBI estava nos esperando. - O FBI? Cad� o Angel?
- Ele foi baleado. - E preso.
Ele vai contar tudo, o que fazemos...
O Angel n�o � um dedo-duro.
Ele n�o vai abrir f�cil o bico.
Temos que ir agora, e destruir as evid�ncias.
N�o, n�o. Ainda temos trabalho.
- N�o com o FBI... - Um milh�o de d�lares!
Se fizermos o servi�o esta noite, ganhamos um milh�o de d�lares.
� o suficiente pra se esconder at� isso desaparecer.
N�o temos um doador.
E ele? Qual � o tipo sangu�neo dele?
Ele � O negativo.
E?
� um doador universal.
Bom, provid�ncia divina.
Achei que a paciente era mulher.
Transplantes s�o mais eficazes se o doador � similar ao receptor.
N�o temos tempo pra achar, doutor.
E todos os rins s�o iguais na caixa t�rmica.
Precisamos de mais propofol.
Usei tudo no �ltimo doador.
N�o posso operar um paciente que sinta tudo.
Est� tudo bem. Temos todos os analg�sicos aqui.
N�o, n�o. Este trabalho vale milh�es de d�lares.
N�o podemos nos descuidar agora.
- Vamos sair daqui, cara. - N�o, ele tem raz�o.
Vou ligar para o meu contato.
Recomponha-se e entre no jogo, Cole.
Voc� est� come�ando a me irritar.
Se estragar tudo, voc� e eu vamos nos desentender.
N�o quer isso, quer?
N�o.
Prepare-o e deixe-o pronto at� quando eu voltar.
Estive investigando a atividade on-line de Angel Diaz.
Ele gosta muito de teorias da conspira��o.
Muitos posts contra imigrantes. E depois tem isto.
Ele � membro do Orion Athletic Club.
Ele posta que os homens precisam se preparar
para a guerra que est� por vir.
Esses clubes t�m surgido por toda parte nos �ltimos anos.
Parecem academias normais,
mas s�o clubes de nacionalistas que t�m como alvo homens aflitos,
treinando-os para serem soldados do mundo ocidental.
- Quem � o dono desse clube? - O nome dele � Winston LaRay.
Que tipo de uniforme � esse?
For�as Especiais da �frica do Sul.
Esteve na unidade por oito anos
antes de imigrar para os EUA h� uma d�cada.
E ele tem a mesma tatuagem afric�ner neonazista
dos sequestros na igreja.
LaRay est� recrutando membros para essa rede de explora��o.
Precisamos identific�-los como poss�veis suspeitos.
- Estou cuidando disso. - Acho que descobri algo.
Vasculhei o registro de doadores
atr�s de algu�m aguardando um transplante
e que tenha sa�do da lista, mas que n�o morreu.
Como essa pessoa teriam acesso � lista de doadores?
Dinheiro. Encontrou algu�m?
Sim, Miriam Savig. Ela mora em Upper West Side.
Aguardava um transplante de f�gado e desistiu h� tr�s dias.
Ningu�m deixa de precisar de um f�gado assim.
Vou falar com ela.
Barnes e eu vamos para a academia. Vamos.
Voc� � Miriam Savig?
Sou a Naomi Savig. Miriam � a minha m�e.
Ela est� aguardando um transplante de f�gado, correto?
Correto.
Minha m�e est� � beira da morte e sente dores constantes.
Est� desesperada pelo transplante, mas n�o a consideram prioridade,
ent�o os m�dicos dizem que h� muita pouca chance
de que ela receba um a tempo.
Sinto muito. Tenho certeza de que foi dif�cil ouvir isso.
Ela � minha m�e.
Devo fazer tudo o que puder para salv�-la.
E o que esse "tudo" implica?
Felizmente, temos recursos.
Obrigada, Carla.
Ela est� em uma cl�nica particular, aguardando um transplante privado.
Foi por isso que a retirou do registro nacional de doadores?
N�o podia mais deix�-la definhar naquela lista in�til.
Sra. Savig,
voc� contratou Winston LaRay para achar um f�gado para sua m�e?
Usei uma entidade de aquisi��o, mas n�o conhe�o esse Winston LaRay.
Ele me disse que o nome dele era Arnold Stevenson.
Eu fiz algo errado? Quem � esse homem?
Como o encontrou?
Ele entrou em contato comigo. Prop�s uma solu��o particular.
Ele dirige uma rede ilegal de coleta de �rg�os.
Essa � a solu��o particular dele.
O qu�?
N�o. Ele disse que tem um neg�cio leg�timo
que trabalha com hospitais e ag�ncias m�dicas,
e como a taxa dele � muito alta,
podia burlar a burocracia da lista de doadores
e conseguir um �rg�o logo.
E qual � o valor exato da taxa dele?
- Um milh�o. - Meu Deus, voc�...
Estava disposta a pagar qualquer coisa.
A vida de um ente querido n�o tem pre�o.
Mas voc� colocou um pre�o.
O ente querido de algu�m vai morrer para ter o f�gado removido.
Sinto muito, eu n�o percebi.
- Posso impedir isso. - N�o, n�o fa�a isso.
Fa�a-o pensar que a transa��o vai acontecer.
N�o quero assust�-lo.
E a minha m�e?
Deixaremos policiais na cl�nica particular.
Ela estar� segura.
Falo do transplante dela.
Espero que consiga volt�-la � lista de doadores.
Deixaremos policiais em frente � sua casa tamb�m.
Se souber do LaRay, me liga.
Barnes.
Sim, claro.
Obrigada. Isso � maravilhoso.
Estou em campo agora.
Eu te ligo mais tarde para falarmos dos detalhes.
Certo. Obrigada.
E a�?
O trabalho na capital � meu, se eu quiser.
- Parab�ns. - Obrigada.
Sinto-me muito mais animada do que eu esperava.
� isso, ent�o.
Temos um caso para resolver. � isso que importa.
Discutiremos o resto quando acharmos Alonzo e Eduardo.
- Posso ajudar? - FBI.
Procuramos por um Winston LaRay.
Ele n�o est� aqui.
Chame-o, mande-o vir aqui.
A menos que tenha um mandado, n�o tenho que fazer nada.
FBI!
FBI! M�os pra cima!
Parado a�, valent�o!
Acho que n�o damos conta s� n�s dois,
de homem para homem.
Eu dou conta.
Me d� a sua arma, com calma e devagar.
- O que quer fazer com ele? - Leve-o.
A gente v� no caminho, mas r�pido.
Mata ele, � trabalho demais.
Voc� est� bem?
Viu? Falei que n�o sou bom sem voc�.
Droga.
Emiti um alerta pro carro do LaRay.
Est� bem mesmo? Levou uns socos fortes.
Estou bem. E a Savig?
- Ela conhece LaRay? - Conhece.
Ele deu um outro nome, mas ela ofereceu
um milh�o por um f�gado para a m�e.
Um milh�o de d�lares? Por isso estavam com pressa.
E dispostos a matar por isso, gananciosos.
Aquele cara disse que o m�dico veio recentemente,
falou com LaRay. Ele se chama Gary Hammett.
- Acha que � parte disso? - � um ex-cirurgi�o.
Perdeu a licen�a e foi expulso h� anos
por beber no servi�o e fazer cirurgias b�bado.
Deve estar desesperado por dinheiro.
Ele deve ser o cirurgi�o clandestino.
Mas onde ele faria as cirurgias? Precisa de uma sala de cirurgia.
N�o pode ser um lugar oficial.
Talvez esse cara saiba.
O que vendeu para o LaRay?
- Nada. - Olha, espertinho,
vi voc� pegar US$500 em dinheiro com meus pr�prios olhos.
Responda a minha pergunta.
- Foi propofol. - Propofol.
- Para anestesia? - N�o sei o que ele faz com isso.
- N�o sei o que est� acontecendo. - Vou explicar.
LaRay e equipe sequestraram tr�s pessoas.
Agrediram um agente federal.
Atiraram em mim e na minha equipe, tudo nas �ltimas 24 horas.
Se n�o o acharmos, vai matar pelo menos mais duas pessoas.
- E como traficante dele... - N�o sou traficante.
Como traficante deles, ser� considerado parte do grupo,
ou seja, pode ser indiciado como c�mplice,
- para cada um dos crimes deles. - N�o! N�o tenho nada com eles.
Ent�o nos ajude. Falarei bem de voc� � Promotoria.
LaRay te levou a algum lugar, algum lugar remoto?
Na verdade, levou.
Uma vez, me fez encontr�-lo
em um lugar decadente no meio do nada.
Notou algo espec�fico sobre o lugar?
Leste.
Tinha uma placa quebrada,
mas lembro que dizia Cl�nica alguma coisa Leste.
Encontrei.
Cl�nica Veterin�ria Leste. Fechou h� dois anos.
Tem que ser a�.
� onde Hammett faz as opera��es.
A 30 minutos de Newark.
Tirem-no daqui.
Tenho uma vigil�ncia ao vivo de uma c�mera de rua.
A van desaparecida e a caminhonete do LaRay est�o parados l� fora.
D� para ver as pessoas dentro?
N�o. � um �ngulo fixo e n�o d� para ver das janelas.
Ent�o vamos �s cegas.
E n�o sabemos se Alonzo ou Eduardo continuam vivos.
Muito bem.
A transfer�ncia ainda est� em andamento.
Hora de trabalhar, doutor.
Fique calmo, est� bem?
Voc� n�o vai sentir nada.
- Por favor. - Est� tudo bem.
Precisamos de mais. Segure ele.
- N�o se preocupe com ele. - Fique parado.
- N�o fa�a isso! - Fique parado.
- Segure-o com for�a! - Sim.
N�o fa�a isso!
N�o consigo injetar.
Cala a boca e fica parado.
WATCHUNG, NOVA JERSEY
Socorro! Socorro!
N�o se mexa.
Tire-o daqui, doutor.
Por favor...
Por favor, por favor.
Por favor.
Levanta! Anda, levanta.
Cole, recue!
Arma!
Limpo.
� um milh�o de d�lares fugindo. V� peg�-lo!
N�o posso. N�o posso morrer assim.
N�o posso morrer aqui.
Eu me rendo.
M�os para cima, LaRay!
Falei m�os para cima!
Largue sua arma!
Mandei largar a arma!
N�o atirem!
- Alonzo Alvarez? - Sim.
Sim. N�o atirem.
Gra�as a Deus.
Olhe para mim.
Meu Deus.
Voc� est� bem?
Estava com tanto medo.
Meu Deus, est� tudo bem.
Est� tudo bem, j� acabou.
- Tem meu n�mero. - Sim.
- Eu agrade�o, obrigada. - De nada.
Disse que encontraria o Al, e o encontrou.
E eu... obrigado.
- S� fiz meu trabalho. - N�o.
Vimos como s�o os policiais que s� fazem o trabalho.
Voc� fez mais do que isso. Voc� se importou mais do que isso.
- Obrigado. - De nada.
Voc�s se cuidem, est� bem?
Voc�, fique bem.
Obrigado.
Voc� � uma baita agente, Sheryll Barnes.
N�o disse isso o suficiente.
Ainda tem tempo.
� uma longa viagem de volta.
Vou fazer a lista.
- Oi. Est� trabalhando at� tarde. - N�s dois estamos.
Bom trabalho no seu �ltimo caso.
Estava conversando com Marissa Wills da Imigra��o.
Ela estava te elogiando muito.
N�o foi s� eu.
Ent�o, est� tudo bem?
Tive uma conversa com a Barnes outro dia
sobre o lance da capital.
Remy, antes que fique chateado, ela me contou em segredo.
Pediu para n�o te contar at� ela pesar as op��es.
Senti que precisava respeitar isso.
N�o � disso que quero falar.
Pode conversar pessoalmente?
- Sim, claro. - Estou indo.
GeekSubs Mais que legenders
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