All language subtitles for When Calls the Heart s03e02

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Original subtitles

Anteriormente em When Calls the Heart:

Pensei que iamos passear.

- Estavas acompanhada. - Disse-lhe que n�o, Jack.

- Sempre foste generoso para mim. - E s�-lo-ei sempre, Nora.

Acho que poderia ter em conta as tuas inten��es rom�nticas.

O Houston � que se porta mal, n�o eu.

Quase que morreste.

Nem sempre estive no lado certo da lei.

- Como te chamas? - Cody.

- Que fazem aqui? - Queremos ajudar.

Achas que o Cody pode ficar contigo?

Bem, como � que posso dizer que n�o?

- Bem, onde � que vamos? - � uma surpresa.

- Que tipo de surpresa? - Uma boa.

- Ent�o, o que achas? - Da casa da Abigail?

- Estou a pensar em alug�-la. - Mas o Joe Craddock vive a�, n�o?

Encontrou trabalho em Cape Fullerton.

E com a Clara aqui, a Abigail podia usar mais espa�o.

A verdadeira raz�o �...

est� na altura de criar ra�zes, Hope Valley � a minha terra.

E � o lugar que eu adoro.

E as pessoas que amas, certo?

Sim, podes dizer isso.

- Desculpa interromper. Preciso de ajuda. - Com certeza.

Verde? Ou azul?

- Quem est�s a tentar impressionar? - N�o, mas trabalho com a Abigail no caf�.

- Algu�m viu a minha luva de basebol? - J� viste no quarto?

- Estava aqui antes do jantar. - Ent�o? O que achas?

O verde. Real�a os teus olhos.

Bem, Cody, vamos dar espa�o � Elizabeth. Est� com muito trabalho.

- Viste a minha luva de basebol? - E o teu trabalho de casa?

Ele vai faz�-lo. Vamos ver l� em cima.

Ele quer treinar para melhorar.

Desde que estude para o teste de aritm�tica...

Ele vai.

Aqui est� ela, a nossa querida professora, a fazer noitadas.

Marco Polo? A excita��o da descoberta,

de terras novas sem mapa.

A �pica viagem de um explorador atrav�s do desconhecido.

- O mist�rio... - Rosemary.

Desculpa. Pensei que me pudesses ajudar.

Agora n�o � a melhor altura.

N�o demoro muito.

Pensei se me poderias dar cita��es acerca do amor e rejei��o,

para a minha coluna de jornal. Algo como Coleridge ou Wordsworth.

Estou enferrujada nos cl�ssicos e tu sabes tanto desses poetas poeirentos.

Desculpa, Rosie. A Elizabeth tem compromissos.

Ai sim?

Pois. Quase que me esqueci.

Desculpa. Talvez noutra altura.

Com certeza.

- Quais compromissos? - Privados.

POL�CIA MONTADA DO NOROESTE ESQUADRA REGIONAL

- Era mesmo o que precisava. - Uma noite na cadeia?

Uma noite contigo.

Bom, n�o � bem um jantar no Ritz.

A companhia � que � importante.

- Desculpa. Interrompi-te. - N�o faz mal.

- Posso usar um pouco da tua graxa? - Sim. Tens um encontro?

Quase. Uma reuni�o com os Pinkertons de manh�.

Pensei que ias tirar uma folga.

Penso que vale a pena ouvir o que eles t�m para dizer.

- Esses p�ezinhos parecem �timos. - Queres uns?

� muito simp�tico da tua parte, Elizabeth. Obrigado. Jack.

A uma noite rom�ntica.

Um destes dias.

Sra. Thatcher?

- Como � que a Laura teve um A e eu um C? - Qual � a primeira regra para escrever?

Tens de separar ideias em par�grafos. E tu escreveste um par�grafo s�.

Cody, est�s 20 minutos atrasado.

A Sra. Stanton disse que eu podia praticar lan�amentos antes.

Mas tens de estar aqui quando a campainha toca.

- Ela disse que estava tudo bem. - Acho que percebeste mal.

Bem, quem me pode falar das Viagens de Marco Polo?

- Eu posso. - Eu posso.

Que m�s not�cias do Silas. Fiquei mal disposta.

- Nem acredito que ele se foi. - O que aconteceu?

- Silas Ramsey foi morto durante um roubo. - N�o. Pobre Dottie.

- Ela volta do funeral hoje. - Apanharam quem fez isto?

N�o, ainda n�o, mas acredito que v�o conseguir.

Meninas.

Bom, espero que a Dottie saiba que a podemos ajudar.

Ningu�m deveria estar s�zinho durante este tempo.

Pus a �ltima caixa na despensa.

- Que mais posso fazer por v�s? - Penso que mais nada.

Sabe, o lava-loi�as est� a pingar. Posso dar uma vista de olhos mais tarde.

- Tem a certeza que tem tempo? - Vai ser s� alguns minutos.

- Esse vestido condiz com os seus olhos. - Obrigada.

- Esperava mais clientes. - Com licen�a.

A invas�o do pequeno almo�o acaba antes do primeiro turno na f�brica

- Posso ver a ementa? - N�o temos ementa.

Sem ementa, sem clientes.

- Que cheiro � este? - S�o os meus biscoitos de manteiga.

Se n�o gostar, servimos feij�o e caf�.

O Sr. Humphries n�o est� aqui para comer.

- Porqu� tantas perguntas, ent�o? - Bem, finalmente tem o que desejava.

Vou vender a minha cota neste caf�.

Ele vai ser o seu novo s�cio.

Se houver alguma coisa que possamos fazer...

� muito gentil.

- O que quer que seja. - Vou ficar bem.

Sra. Ramsey, as minhas condol�ncias.

- Posso ajudar com os seus sacos? - Gostava sim. Obrigada.

N�o conhecia bem o seu marido, mas acho que era um bom homem.

N�o � bom falar mal dos mortos, mas ambos sabemos que

o meu marido n�o era um santo.

Pois, mas n�o devia ter morrido assim.

Contatei a esquadra regional. Nomearam um inspetor,

mas vou dar uma vista de olhos tamb�m.

Obrigada, mas n�o est� de folga?

Estou, mas este n�o � um caso normal.

Santo ou n�o, o Silas merece justi�a.

E voc� tamb�m.

Bem, mas que grande projeto.

Constru� uma igreja, acho que posso fazer uma casa.

Mas n�o estamos a falar de qualquer casa.

Onde est� a pensar construir, exatamente?

Conhece o terreno do Clem Besser, a caminho de Jameson?

- Tem uma boa vista l� em cima. - � a melhor da regi�o.

Ent�o, quanto �?

- Pela madeira que vai precisar? - Sim.

Vou fazer um or�amento e digo-lhe.

- Lee. - Muito bom. Obrigado.

- N�o, n�o, tudo bem. - A� est�o. Jack!

- Ol�. - N�o quero interromper.

Tenho novidades. S� um instante.

- Ent�o. - Primeiro, disse ao pessoal para arranjar

espa�o para o invent�rio. Segundo, convenci os Hudsons a

a varrer debaixo de... de...

Aquela coisa com a serra.

- A desdobradora? - Sim, desdobradora. Nome idiota.

Terceiro, a Sra. Weiss acedeu a servir bebidas � tarde.

Diz sempre, "Pessoal feliz � pessoal produtivo."

- Queremos o pessoal feliz, n�o �? - Sim, sim. Queremos.

A Rosemary decidiu ajudar na f�brica. � �timo, n�o �?

- �timo. - Sim.

Pensava que estavas ocupada com o teu artigo.

Estou, mas o Lee tem tanto que fazer aqui, trabalha que nem um c�o.

- � o m�nimo que posso fazer. - Ela podia fazer menos.

Se precisarem de mim estarei na mercearia a fazer compras.

Vais adorar o que vou fazer ao teu escrit�rio.

Est� bem. Espera! O que vais fazer ao meu escrit�rio?

- O que ela vai fazer ao meu escrit�rio? - Boa sorte.

Obrigado, Lee.

- Vais ver a Dottie? - Pensei levar-lhe um bolo de lim�o.

- � o m�nimo que posso fazer. - Importas-te que v� contigo?

N�o, n�o me importo nada.

Pede ao Ned Yost para encomendar o tecido de que fal�mos, o veludo vermelho.

Ou castanho at�, se tiverem. Preciso de 20 metros.

Melhor ser 30. Sim, 30 vai chegar.

- O Sr. Coulter est� de acordo? - Claro que sim.

- Onde � que ele vai? - Est� a ajudar-me com a decora��o.

- Acho que j� est� bastante decorado. - N�o Lee. Isto � s� para come�ar.

Imagina. Uma secret�ria e cadeira em mogno num plinto.

Cortinas grossas dos dois lados.

Tr�s focos a iluminar-te de cima.

Um escrit�rio para um rei.

E porque preciso de uma nova secret�ria?

Bem, �s o patr�o, o encarregado, o l�der destemido.

Esta secret�ria � o teu palco.

Falas com autoridade se falas de cima.

Eu gosto do meu escrit�rio assim.

Estou s� a tentar dar vida a esta caverna, que bem precisa.

- Onde est� o meu mapa? - Qual mapa?

Que queres dizer? O meu mapa. Aquele que estava na parede.

- Aquele papel velho? Deitei-o fora. - O qu�?

N�o te preocupes. Encomendei um novo dos servi�os cartogr�ficos.

Vais adorar. � a cores.

Rosemary, esse mapa tinha toda a minha agenda escrita nele.

Bom, acho que estar� escrito nalgum lado. E antes que me esque�a...

Disse ao Glen Butterfield para ter uma folga.

Tu... Espera, espera.

O que queres dizer que lhe deste folga?

Calro que lhe disse que foi uma ideia tua. Tu �s o patr�o.

�s vezes pergunto-me se sou.

Teve uma grande discuss�o com a mulher. Ela contou-me numa carta para um artigo.

Contou-me tudo, coitadinha.

Precisam da tarde para fazer as pazes. Queres trabalhadores felizes, n�o queres?

Bem, sim, quero trabalhadores felizes,

mas se n�o est�o aqui, n�o s�o realmente trabalhadores, n�o �?

�s muito engra�ado. Tenho de ir agora. Tanto que fazer.

Mas volto logo com mais coisas. S� para dar aquele toque final.

O que � que aconteceu?

Est� quase na hora do almo�o no caf�. Tenho de voltar.

- Acho que devias tirar umas f�rias. - Tenho de trabalhar.

At� o Homem l� em cima descansou no s�timo dia.

- Ele mereceu. - Bem, tamb�m tu. Digo-te uma coisa.

Porque n�o vens por aqui depois do jantar, passear pelo lago?

Meia hora s�. Para p�r o assunto em dia.

N�o demora meia hora para dar a volta ao lago.

Vamos devagarinho.

Ent�o, amigo, como v�o as coisas com a Sra. Abigail?

- N�o tens nada a ver com isso. - Ela tem dinheiro?

O que queres, Jesse?

Bem, o grupo reuniu-se de novo. E um trabalho em vista. Precisamos de ti.

- �s o melhor com p�lvora. - N�o me interessa.

V� l�, Matt. Ias fazer muito dinheiro,

e n�o te precisavas de preocupar em manter esta farsa.

Podias ir e fazer o que quisesses.

Estou feliz aqui a fazer o que fa�o.

Boa. Quando acabarmos, volta, casa-te, tem nove filhos.

- N�o ouviste. Estou fora. - Nunca est�s fora.

- N�o queres desiludir o Jake. - Isso � uma amea�a?

As pessoas magoam-se �s vezes.

Pe�o desculpa pelo jantar na cadeia.

A inten��o � que conta.

Eu sei. Mas quero compensar-te.

- Como? - Um lanche nos est�bulos?

Jack.

Melhor ainda, sei de um s�tio onde podemos jantar quando quisermos.

Bem, sim. Na casa da Abigail.

N�o.

- Da Elizabeth. - A casa dos barcos?

Desde esta manh�, pertence-me.

Poupei dinheiro do meu ordenado de professora vivendo com a Abigail,

e a renda n�o � elevada, ent�o pensei, porque n�o?

Com o Cody e a Clara aqui, a Abigail podia usar o quarto.

E agora que tenho paz e sossego, posso come�ar a escrever outra vez.

O velho Joe Craddock n�o tomou conta disto como a Abigail fez,

mas vai ser uma casa decente, um dia.

- Uma ma�aneta solta. - Sim, mas � a minha ma�aneta solta.

Clara, os meus bolinhos de mirtilo est�o prontos?

Eu sei que � cedo, mas prometi servir ch� na f�brica.

Vou busc�-los.

Cave Junction.

Ouvi falar. Foi onde a dilig�ncia foi assaltada

e o marido da Dottie morreu. Que grande trag�dia.

- Est�s a investigar? - Talvez sim, talvez n�o.

Posso confiar em ti, Rosemary?

Tens a minha palavra. Nem um pio.

Aben�oada.

- Abigail. - Bill.

Sabes que o lava-loi�as est� a verter?

- Sim. - Tem de o consertar imediatamente.

Fiz uma lista de melhoramentos.

- Ter� de pagar metade dos custos. - O fog�o n�o tem nenhum problema.

� s� uma quest�o de tempo at� que aquela antiguidade pare.

E quando parar, compro um novo.

Compra um agora.

Antes de fechares o neg�cio, queria fazer uma contra-proposta.

J� me disseste que n�o tens fundos para comprar a minha cota.

N�o tenho, mas talvez pud�ssemos chegar a um acordo,

algo que fosse ben�fico para ti.

Estou a ouvir.

Podia fazer pagamentos mensais com juros at� pagar a cota.

- � mais do que justo. - Sou um negociante, Sra. Stanton.

Infelizmente, voc� � um risco inaceit�vel.

Posso trazer verniz da mercearia, se queres que trabalhe no soalho.

Obrigado, mas queria fazer as repara��es sozinha.

- Deixa-me ao menos trazer as coisas. - Estou de acordo com isso.

Obrigado.

- Elizabeth. - Ol�.

Falei com o Cody e ele disse-me que ficou contigo depois das aulas.

N�o queria, mas chegou tarde pela terceira vez esta semana.

Ele treina basebol antes da escola. S� se quer ajustar.

- Mas precisa de chegar a horas.. - Bem, rapazes, sabes como s�o.

- Ainda t�m de chegar a horas. - Bem, � um grande desafio para ele.

Abigail, n�o � s� o hor�rio.

N�o presta aten��o, n�o entrega os trabalhos de casa.

Ele est� com dificuldades para voltar � escola depois de tudo aquilo que passou.

Precisa de se esfor�ar mais.

Pensas que estou a facilitar.

Est�s ser muito protetora e percebo porqu�.

Mas acho que isso n�o o est� a ajudar.

Bem, obrigada pela tua opini�o.

Queremos o melhor para o Cody e tu fazes o melhor que podes.

- Estou s� a tentar ajudar. - Sei que est�s.

N�o me surpreende que ela se tenha mudado sozinha.

Nunca pensei que fosse t�o cedo.

N�o sabes o que sentes em rela��o a isso?

Olha, gosto disso, ela � uma mulher independente, mas...

Isto tem algo a ver com a casa que queres construir?

Talvez.

Olha, eu tomaria isso como um bom sinal.

Talvez ela queira criar ra�zes aqui em Hope Valley.

Afastar-se de Hamilton.

- � um bom sinal. - Com certeza que �.

As mulheres gostam de criar o seu espa�o. Chama-se aninhar.

- "Aninhar"? - Aninhar.

Sabes, hoje, sabes, a Elizabeth muda-se para a casa dela.

Mais tarde, talvez se mude para a tua.

Tem paci�ncia e compra-lhe um presente de boas vindas.

Est� bem.

Bem, o que pensas?

Aninhar.

Todas as minhas posses.

Aqueles que viajam felizes, viajam ligeiros.

Pelo menos tenho uma escrivaninha onde escrever.

Falta alguma coisa.

O que �?

Um presente de boas vindas.

� uma geleira? Podia usar uma geleira.

Abre, por favor.

Jack.

- � lindo. - Agora s� precisas de umas flores.

� perfeito como est�.

Assim como tu.

Pensei naquilo que disseste acerca de te mudares para aqui.

E?

Tenho de voltar a casa por uns tempos e resolver algumas coisas.

Est� bem, o tempo todo que precisares.

Se tudo correr bem, voltarei num m�s mais ou menos.

Bom, estarei por aqui.

Henry, n�o estou � vontade com uma coisa.

- Tem a ver com o Bill? - N�o.

J� assin�mos os pap�is do div�rcio. Acabou.

Se Hope Valley vai ser a minha casa, tenho de pedir desculpas � Abigail Stanton.

- Mas tu n�o tiveste culpa. - Ela tamb�m n�o.

Frank? Pensei que iamos dar um passeio.

H� uma mudan�a de plano.

- Amanh�, talvez? - N�o, amanh� tamb�m n�o.

- Domingo? - Domingo n�o vai dar.

Frank, n�o percebo. Disseste que querias falar.

- Vai ter de esperar. - Bem, eu...

Desculpa ter-te incomodado.

Para o nosso projeto de ci�ncias, vamos plantar feij�es em latas

e estudar a fotos�ntese.

Como este � um projeto de grupo, queria que escolhessem os vossos parceiros.

V� l�. Escolham.

Emily, por favor, distribuis os feij�es? Obrigada.

Sra. Thatcher, n�o tenho parceiros.

Bom, podes ficar com o Miles e o Robert.

Todos t�m amigos menos eu.

�s novo aqui. Demora tempo a fazer novos amigos na escola.

- N�o quero ser parceiro de ningu�m. - N�o tens escolha, Cody.

Todos v�o participar. Vamos.

- Encontraste algo em Cave Junction? - Nem por isso.

Marcas de ferraduras, cartuchos de bala.

O grupo do Jake s�o suspeitos neste roubo,

mas o Quartel General n�o tem ind�cios suficientes.

- Pensei que fosse o Garrison. - O qu�? Conhece-lo?

Andei atr�s dele antes.

Matou um meu amigo num assalto a um banco h� dez anos.

Carl Benson, deixou uma vi�va e uma filha de 8 anos.

- Nunca o prendeste? - N�o. N�o havia ind�cios.

Este tipo � um especialista a eliminar pistas.

Apanha um grupo quando precisa, e deixa-os a seguir.

Foram avistados perto de Albert Hills. Significa que v�o para oeste.

Eu ajudo-te a patrulhar. Todo o cuidado � pouco.

Vais deixar os Pinkertons?

O grupo do Garrison n�o vai chegar perto de Hope Valley.

- Ol�, Cody. - Odeio a escola. N�o vou voltar.

Diz-me o que aconteceu.

Ningu�m gosta de mim. N�o tenho amigos.

Cody, n�o est�s aqui h� muito. Tens que dar um tempo.

Ao menos quando est�vamos s�s, eu tinha a Becky.

Amorzinho, sei que tens saudades da tua irm�,

mas agora, ela precisa de estar com os m�dicos em Union City.

- Est�o a ajud�-la a curar-se. - Quando ela melhorar, posso visit�-la?

Claro que podes.

Mas at� l�, h� outras maneiras de mostrar que tu gostas dela.

- Como? - Podias escrever-lhe uma carta.

Dizer-lhe tudo o que querias dizer, se ela estivesse ao teu lado.

Vais-me ajudar?

Claro que vou.

- Ol�. - Dottie.

� bom ver-te. O presidente j� te p�s a trabalhar?

N�o. Disse-me para descansar at� ao fim da semana.

- Bem, foi muito simp�tico dele. - Ele n�o � mau de todo.

- N�o o conheces como eu. - Conhe�o-o bem demais.

Ele podia ter-me despedido quando ficou sem dinheiro. N�o o fez.

Acredita, h� outra faceta para o Henry Gowen.

Quem � o homem que est� com ele?

Alan Humphries. Est� a comprar a cota do Henry no caf�.

N�o sabia. Sabes alguma coisa dele?

N�o muito.

Mas acho que a Abigail vai sentir a falta de ter o Sr. Gowen como s�cio.

Tenho uma reda��o interessante para todos v�s.

Mem�rias.

Quero que pensem numa mem�ria. Algo do passado.

Pode ser feliz ou triste. Pode ser risonho ou assustador.

Pode ser uma mem�ria de que gostem.

- Sim, Emily? - Pode ser acerca da colheita do outono?

A minha m�e deixa-me apanhar a ab�bora maior. E fazer uma lanterna com ela.

� uma linda mem�ria.

Cody, tens uma mem�ria favorita?

- � est�pida. - N�o �, n�o.

Bem, o meu pai dizia que �ramos soldados na Brigada Ligeira.

Ele tem raz�o. � est�pido.

- Robert. - Pede desculpa.

Chega, rapazes.

Agora, pe�am desculpa um ao outro,

- Desculpa. - Desculpa.

Chega por hoje.

Recolho as vossas reda��es amanh�. A aula acabou.

Cody?

N�o tens um problema.

Conta-me o resto da hist�ria do teu pai e da Brigada Ligeira.

Costum�vamos andar a cavalo.

Estou a ouvir.

Ele dizia, "Em honra da carga que fizeram, em honra da Brigada Ligeira."

Estou a pensar, como n�o entregaste o trabalho acerca do Marco Polo,

talvez pudesses escrever acerca da "Carga da Brigada Ligeira"?

O que achas?

- Est� bem. - Est� bem.

- Para ti. - Jesse, s�o lindas.

Ainda bem que gostas pois queria pedir-te um favor.

- Que tipo de favor? - Estou a tentar saber os s�tios

e pensei que podias dizer-me onde fica a cocheira.

- N�o te vi na cocheira ontem? - Pois sim.

- E o ferrador? - � esquina da cocheira.

� um bom lugar para isso.

S�o bonitas. Qual � a raz�o?

Estava a perguntar � Clara se ele que ir passear comigo.

Tenho de ficar e ajudar a Abigail.

N�o me parece muito ocupada. Pode dispens�-la?

Vou s� por uma hora. Prometo.

Com licen�a.

E o mais importante, o palco.

Seis metros, espa�o suficiente nas alas, at� uma passarela com luzes el�tricas.

O qu�? S� seis metros? Quase que n�o h� espa�o para o Macbeth morrer.

Mas quanto mais pequeno o palco, mais brilhas.

� verdade.

Mudei de ideias. Este teatro � perfeito. Tem o tamanho exato.

Muito bem.

Mal posso esperar pela noite de estreia.

Vou dedicar a minha primeira atua��o para ti.

O que fiz eu para merecer tamanha honra?

Trazes cultura � nossa pequena aldeia.

A hist�ria vai-te recordar como patrono das artes.

"Patron." S� patrono?

Lee, est�s a realizar os meus sonhos.

Nunca ningu�m fez nada assim por mim.

Porque ningu�m nunca sentiu que sinto por ti.

N�o se v� campo como este de onde venho.

N�o me lembro de me teres dito de onde.

Uma cidade pequena no leste.

A fam�lia tem uma quinta l�, n�o h� muito a dizer.

Ent�o, vieste para o oeste em busca de fama e fortuna?

Ouve-se muito essa hist�ria.

Vou-te fazer uma pergunta atrevida antes que fa�a figura de parvo.

- Fico preocupada? - N�o, n�o, nada disso.

Pergunto-me se h� outros

cavalheiros elegantes e encantadores que te trazem flores?

Ficar�s feliz em saber que foste o primeiro.

Tens um bra�o forte, mas precisas de agarrar melhor.

V�s? Agora tenta tu.

V� l�.

Obrigado, senhor.

Continua a lan�ar assim e v�o-te notar num instante.

Ol�.

Est�s mesmo a condizer.

N�o sei como mas consegui que este soalho rangesse ainda mais.

Imposs�vel. Foi sempre assim.

Meu Deus, que saudades deste s�tio.

Tens boas mem�rias daqui.

Tenho. Parece diferente.

Bem, o Sr. Craddock nunca se preocupou com apar�ncias, pois n�o?

Acho que n�o. O que vem a seguir na lista?

Uma geleira, consertar a ma�aneta, limpar a chamin�, uma pintura nova..

Pois, quase a acabar.

Posso ajudar-te? Organizar uma festa de pintura.

- Era �timo. - Eu trago o Cody.

- Como � que ele est�? - Bem.

Disse-lhe para acabar a reda��o antes ir brincar.

- Ele vai dar a volta. - Quem me dera que outro desse a volta.

O Frank?

Pensei que estivesse a acontecer algo entre n�s, mas agora nada.

- Est�s mesmo a sentir por ele. - Talvez mais do que deva.

- Bolinho? - Se faz favor.

Quentinhos do forno. S�o t�o... t�o bons.

Mirtilo.

Honestamente, Lee, isto � mais do que estava � espera.

E tem um desconto especial porque somos amigos,

mas a casa de que falas n�o � exatamente uma cabana.

Acredita em mim, prometo, vai valer todo o trabalho.

Bem, ouvi dizer que o arquiteto acabou os desenhos para o teatro da Rosemary.

O Teatro de Hope Valley. N�o lhe digas ainda.

Bem. Parece-me um bonito projeto para ter em conta,

quando est�s a tentar dobrar as tuas atividades.

Pois, conheces-me bem, gosto de grandes projetos.

At� logo, Jack.

Luta. Luta. Luta.

O que se passa aqui? Levantem-se.

O que se passa?

- Ele come�ou. - Mentiroso. Foi ele.

V� l�. Robert, vai para casa.

E resto tamb�m. V�o agora.

- Diz-me o que aconteceu. - Chamou-me um �rf�o.

- E ent�o, bateste-lhe? - Vais dizer � Sra. Stanton?

Acho que devia.

Digo-te uma coisa. Volta para casa e acaba o teu trabalho.

- Ningu�m precisa de saber. - Prometes que n�o contas?

Sim, mi�do, prometo.

Cody, n�o quero mais lutas.

Bem, Elizabeth Thatcher, olha para ti. Pareces t�o eficiente.

Eficiente e sobrecarregada.

Nunca pensei que consertar uma casa desse tanto trabalho.

- O fog�o, o soalho, pintar. - Pensei que tivesses pedido ao Jack.

Ele ofereceu-se, mas estou a tentar fazer tudo sozinha.

Os homens s�o criaturas estranhas. Querem sentir-se precisos e importantes.

Recebo cartas acerca disto a toda a hora.

Est� bem, mas se deixo o Jack fazer tudo, o que � que aprendo?

A entregar-lhe ferramentas enquanto ele trabalha?

Elizabeth. Muito simples. D�-lhe outra coisa para fazer.

Digo �s minhas leitoras, "Tem o teu homem ocupado, para n�o ficar preocupado".

Frank, precisamos de falar.

- Agora n�o posso. - Pronto, ent�o escuta.

Sei que est�s a esconder alguma coisa.

E o que quer que seja, qu�o mau, passei por muito pior.

E sei uma coisa. Nunca conseguiria faz�-lo sozinha.

Ent�o, quando estiveres pronto, estarei aqui.

N�o precisas de estar sozinho. Tens algu�m que te pode amparar.

S� espero que te lembres quando chegar a altura.

Tens lenha que chegue para dois invernos.

� bom saber que ficarei quentinha.

Bom, h� outras maneiras de estar quente.

Um fog�o? Uma fogueira?

Ou mesmo um cobertor?

N�o era bem isso que estava a pensar.

Bem, continuo a adivinhar ou vais buscar mais lenha?

N�o, n�o, empilhei o resto nas traseiras.

Tens a certeza que n�o te posso ajudar em mais nada?

Bem agora que dizes, tenho um pequeno favor a pedir.

V� l�. Diz qual.

H� uma aranha enorme atr�s da cama l� em cima.

Achas que podias apanh�-la e p�-la na rua?

- Aranha? - Talvez at� uma fam�lia de aranhas.

Duas, mesmo tr�s.

E tu sabes quanto eu odeio aranhas.

Pois sei.

"Tem o homem ocupado para n�o ficar preocupado." Tamb�m li o artigo.

Est�s � procura disto?

Estou s�...

Estou s� a brincar contigo.

- O que queres, Sonny? - O Jake pediu-me para ver como est�s.

Quer saber se h� algum progresso com o Matt.

Diz ao Jake que fa�o o melhor que posso.

Porque n�o lhe dizes tu?

O comboio com o ouro vai passar por Albert Hills em breve.

Tic-tac.

- Eu encarrego-me disso. - Sim. � melhor.

Prometeste-me Matt Landry. N�o gosto quando algu�m quebra uma promessa.

- Bill, o que fazes aqui? - O pequeno almo�o.

- Com os meus ovos e frigideiras? - Bem, s�o os nossos ovos e frigideiras.

- Perd�o? - Sou o teu novo s�cio..

Comprei a cota do caf� ao Gowen.

- Fizeste o qu�? - Estou em busca de um bom investimento.

Ouvi que a metade dele estava � venda e agarrei-a.

Sem me perguntares primeiro?

N�o estou aqui para criar problemas, Abigail. Sou s� um investidor astuto.

N�o sei. � um pouco demais. Tenho de pensar nisto.

Bem, parece-me que eu sou a tua melhor op��o.

- A s�rio? - Bom, n�o estou aqui para te dar

uma lista de coisas para consertar, como o Humphries fez.

Demorei dez minutos para perceber como se acende este fog�o,

por isso, acredita, n�o tenho interesse

em vir aqui cheirar o teu dia-a-dia.

- Ent�o, vais ser um s�cio mudo? - Em todos os aspetos.

Sabes, acho que vou gostar de possuir este lugar,

tanto quanto gosto de comer aqui.

Por isso...

Ficamos bem... s�cia?

Est� bem, tenho algo para ti antes que te v�s.

O que � isto?

Henry, � maravilhoso.

Lembras-te do que me disseste na primeira vez que nos vimos?

Estavas a almo�ar com uns amigos teus

no restaurante, frente ao meu escrit�rio. Era o meu primeiro dia na companhia.

E tu passeaste-te no teu fato novo, e sapatos pretos, a brilhar

e perguntaste "Sabe que horas s�o?"

E tu apontaste para o rel�gio na torre atr�s de mim.

Fui um pouco m�.

Talvez, mas tu...

A partir de agora, onde quer que v�s, vais sempre saber que horas s�o.

- Obrigada, Henry. - Um prazer.

- Volta depressa. - Est� bem.

- Precisa de mais alguma coisa? - Isto chega por agora.

S� materiais para o escrit�rio de Sr. Coulter. Pode juntar na conta do Sr. Lee.

Bem que gostaria, mas n�o posso.

- N�o pode? Porqu�? - A conta do Sr. Coulter est� em atraso.

Em atraso? N�o, deve haver um engano.

Pe�o desculpa, mas o meu pai disse que n�o h� mais cr�dito.

Estranho. Pergunto-me porque o Lee nunca me disse.

- N�o faz mal. Eu pago em dinheiro. - Est� bem.

- Ol�? - Ol�.

- Trouxemos tinta nova para ti. - Mesmo a tempo.

- Cody, queres ajudar-nos? - N�o.

Cody, larga a bola e ajuda a Sra. Thatcher, se faz favor.

- Olha, Cody. Podes usar isto. - N�o, obrigado.

Assim que cal�a aquela luva, desaparece deste mundo

Homens e desporto. Nunca vou entender.

Est� bem, Cody.

Conta-nos acerca da tua reda��o sobre " A Carga da Brigada Ligeira."

Adoro esse poema.

Um dos meus favoritos.

Ainda n�o comecei.

Tens de entregar amanh�.

Cody, j� chega.

Ele vai fazer a reda��o quando chegar em casa, prometo.

- Olha, Jack, apanha. - N�o.

Cody, o que � que eu te disse?

Agora, por favor, pega naquela vassoura e limpa isto tudo.

N�o tenho de te ouvir.

- Sim, tens. - Tens de fazer aquilo que te digo.

- N�o �s o meu pai. - Cody.

Abigail, vou busc�-lo.

- Espera. - Larga-me.

- N�o. - Odeio-te. Odeio-vos a todos.

N�o, n�o odeias. Tu n�o me odeias. N�o odeias nenhum de n�s.

Est�s triste porque tens saudades do teu pai.

� por isso que n�o acabas a reda��o, porque entras em brigas.

Porque d�i muito pensar nele. D�i estar sozinho.

D�i n�o ter algu�m que amamos dizer-nos que est� tudo bem.

- Tu n�o sabes nada,. - Sim, sei, sei.

Porque perdi o meu pai tamb�m.

� como se algu�m tirou algo de dentro de n�s.

Como um buraco gigante dentro de ti.

Mas um dia, aquilo que sentes, aquilo que sentes agora...

isso vai desaparecer.

Prometo.

N�o � justo.

N�o, n�o � mesmo justo.

Porque se os teus pais n�o est�o aqui, n�o quer dizer que n�o est�o contigo.

Tem-los aqui mesmo...

em todos os momentos.

Est� bem?

N�o posso descrever como � ter a minha pr�pria casa.

Ensinar ser� sempre a primeira coisa no meu cora��o, mas agora que estou aqui,

posso finalmente ir atr�s da minha paix�o pela escrita.

Quero capturar o esp�rito deste lugar especial,

do amor e do carinho, para poder partilhar com todo o mundo.

N�o h� outro lugar na Terra como Hope Valley,

embora tenha saudades de ti e da M�e.

Com amor e ora��es da tua filha dedicada, Elizabeth.

"Honra a carga que fizeram.

- Honrem a Brigada Ligeira." - "Honrem a Brigada Ligeira."

� demasiado cedo para se ser otimista?

Sabes, vai haver bons dias e maus dias.

Tens raz�o, mas acho que este � um bom come�o.

O que est�s a fazer pelo Cody, Abigail...

lembra-me daquilo que mais admiro em ti.

- O que �? - Tu n�o desistes das pessoas.

Elizabeth, �s uma amiga t�o boa. Vou sentir a falta de n�o estares aqui.

Estou s� no fim da rua e vou ver-te todos os dias.

- Prometes? - Prometo.

O que � isso?

PROCURADO $500 RECOMPENSA PELA CAPTURA - MATT LANDRY

� o Frank.

PROCURADO $500 RECOMPENSA PELA CAPTURA - MATT LANDRY

Legendas: Paulo

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