All language subtitles for The Man From Atlantis - 12 - The Naked Montague

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Original subtitles

Um de sua fam�lia, sem d�vida, um Mont�quio nu.

Eu devo execut�-lo.

Se voc� quiser ir eu poderia ficar e entreter Sir Mark.

Teobaldo ela se casou com Romeu, a rixa terminou.

Eu n�o vou lutar com voc�, Teobaldo.

Voc� vai ou eu vou parti-lo onde voc� est�.

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O MONT�QUIO NU

Elizabeth.

- A sonda s�smica est� ativada. - Lendo os dados.

Computador recebendo. Pronto para varredura.

Computador pronto. Come�ando a leitura.

Aguardando para os ajustes necess�rios.

Espere um momento, eu acho que eu tenho um visitante.

Temos a primeira leitura.

Parece bom. O sism�grafo parece estar operacional.

- O que est� lendo? - Est�vel. Por qu�?

Talvez o dispositivo n�o seja t�o sens�vel como disseram.

Coloque o Cetacean em alerta. Eu estou chegando.

Alerta?

Alerta s�smico?

Estamos recebendo alguma indica��o?

N�o.

- Ativar. Ele est� chegando. - Ativando.

Todos os nossos instrumentos confirmam que esta...

�rea � t�o est�vel como eles v�m.

Os instrumentos n�o podem detect�-lo antes que ocorra.

Haver� uma reviravolta em instantes.

Que tipo de revolta? Como voc� sabe disso?

Jomo, reverta os motores velocidade m�xima.

Tudo pra tr�s.

- Aguardando. - Quanto mais longe, melhor.

N�o posso determinar a natureza de antem�o,

mas uma coisa eu sei...

Ele ser� grande e violento.

� melhor ter cobertura.

Aguardando destino.

Trave nestas coordenadas, por favor.

32 graus.

Estibordo.

Ainda nenhum sinal de nada.

Elizabeth, a vida marinha procurou abrigo.

O oceano � geralmente fervilhando com a vida marinha.

O que � isso?

N�s n�o estamos atr�s do recife. Todos segurem em algo.

- Estamos recebendo atividade. - Olha. As montanhas.

N�o poderia ser um vulc�o.

Estamos t�o longe do c�rculo fogo do pac�fico.

Elizabeth Voc� me falou das placas da terra.

A teoria tect�nica.

Eu n�o acho que uma movimenta��o de placas explica isso.

Teria havido meses de atividade preliminar.

Os n�meros finais da onde de choque, Caso voc� esteja interessada.

Sentiu-se t�o longe quanto Perth.

- Austr�lia? - Austr�lia.

N�o est�o interessados em seu ponto de vista.

O que causou uma explos�o como essa?

N�s n�o sabemos ainda CW. Mark foi olhar mais de perto.

Elizabeth.

Uma fenda foi aberta neste precip�cio.

Varredura.

E sensores tamb�m.

Infravermelho tamb�m.

Mark. n�s daremos o layout em um minuto.

Parece bastante est�vel. Eu estou entrando agora.

Espere um segundo.

Se houver magna residual l�, voc� pode ser cozido vivo.

Eu sinto nenhum aumento de temperatura.

A temperatura n�o ser� um problema.

- Estabilidade. - Ainda trabalhando.

Dra. Merrill, h� movimento.

Rochas ou algo.

Mark, voc� ouviu isso? Saia da�

Mark...

Ser� que ele passou?

Eu n�o o vi.

- Voc� viu? - N�o.

- Varredura de 360 graus. - Verificando.

- E? - At� agora, nada.

- Nada. - Ele est� preso l� dentro.

Ou embaixo.

P�o fresco.

Bom para voc� Merc�cio.

Quem dera que eu estivesse l� com voc�.

Romeu, voc� gasta muito tempo se consumindo.

O que voc� diz sobre isso?

Brigas de amantes?

Ladr�es, o meu palpite.

Eles o acertaram na cabe�a e roubaram suas roupas.

Amigo.

Amigo.

Voc� est� nu como um beb�.

- Quem � voc�? - Meu nome � Mark.

Devo ter sido trazido aqui pela �gua...

ou as rochas. Devo voltar para a �gua.

Para o oceano.

O oceano?

N�o achar� uma costa marinha em dois dias de caminhada.

� certo...

O caminho da sa�da.

Voc� levou uma pancada forte, amigo Mark.

Melhor vir com a gente.

Voc� precisa de cuidados.

Voc� n�o pode passear pelas ruas nu. Os guardas iriam lev�-lo.

Ou, talvez, uma mo�a sensual.

Eu n�o sei o que seria pior para voc�.

Obrigado. Mas eu devo encontrar a sa�da.

Concordo. Vou lev�-lo para frei Louren�o.

Ele � um homem muito culto, como um especialista em medicina.

Se algu�m puder ajudar � ele.

Ent�o, vamos indo.

Segure.

Ele est� preso dentro de uma montanha?

Em uma fenda de um s� lado, sim.

Ele est� preso em um desmoronamento de pedras, CW.

N�s temos uma an�lise estrutural da forma��o geol�gica.

Jane est� enviando uma transmiss�o acelerada.

Para o banco de dados dos computares da Funda��o.

- H� algo que voc� pode fazer? - Estamos pensando em ir l� fora.

Talvez usar a draga port�til.

Aquela draga n�o ir� funcionar nessa profundidade.

O que mais podemos fazer?

A cada minuto que ele est� fora, ele poderia ser esmagado ou pior.

Precisamos de motores de terra e do equipamento para mar profundo.

Quer dizer que a super traineira da Marinha?

N�o, ela est� no Atl�ntico.

Levaria muito tempo.

Quero dizer um submarino experimental, que os Sovi�ticos est�o usando.

Onde? No Mar C�spio?

N�o.

Minha �ltima informa��o � que est� a menos de 300 milhas de onde voc� est�.

Eu j� retorno para voc�.

N�o est� muito longe agora, Mark.

- � s� descer a rua. - Voc� j� est� parecendo melhor.

Nos encontramos.

Teobaldo. Nenhum amigo de qualquer Mont�quio.

Romeu, dando um passeio com o seu bobo da corte.

O que � isso?

Um da sua fam�lia, sem d�vida.

- Um Mont�quio nu. - Muito elegante.

Verdade Teobaldo. Mark carece de roupas como voc� carece de sagacidade.

Espere Merc�cio. Teobaldo est� � procura de problemas.

Voc� prefere evit�-los Romeu?

Exceto quando se trata de mulheres.

E o seu amigo estava com alguma mulher?

Eu n�o sou seu parente nem seu inimigo.

Eu sou um estranho procurando pelo meu caminho de casa.

� o incidente, Mark, n�o a causa.

E Teobaldo � corajoso contra um homem sem nenhuma espada.

N�o mais do que qualquer um pode ver.

Mulher.

N�s temos necessidade.

Sim senhor.

- P�es de p�o fresco... - N�o esses p�es mulher. Este.

- O que est� fazendo? - Fora daqui, mulher.

Cubra-se Mont�quio.

Bem...

N�o...

N�o.

Eu insisto.

N�s nunca nos encontramos, mas voc� deseja brigar comigo.

- O que voc� ganha em brigar? - Esta n�o � sua luta, Mark.

Voc� vai encontrar o Fei Louren�o na Igreja. V� agora.

Eu tenho uma pergunta para Teobaldo.

Se voc� se sente desonrado, Mont�quio?

Voc� sabe o que fazer.

Eu sei o que fazer sobre isso.

Merc�cio, n�o.

Agora...

E finalmente Mont�quio.

L�, l� est� ele, meu senhor.

Ele foi o instigador.

- Perd�o senhor. - N�o o concedo.

Nem a voc� Teobaldo. Merc�cio.

Nenhum dano foi feito.

N�o por falta de tentativas.

Capuletos, Mont�quios mantenham dist�ncia entre si.

Foi este homem que causou o problema.

Quem � voc�?

Como se atreve a aparecer desta forma nas ruas?

Ele foi v�tima de vis ladr�es, meu senhor.

- Est�vamos levando-o para ajuda m�dica. - � assim que foi? Muito bem.

Agoram ou�am, a pr�xima briga vai mand�-los para o calabou�o.

- Capit�o, venha comigo. - Obrigado, meu senhor.

Agrade�o-lhe se mantiver-se longe de minha prima, Romeu.

Eu falo para os Capuletos. Fique longe de Julieta.

Ou eu vou estripar voc�.

Sim... tudo bem.

Dmitri Alexivitch Ivanov.

Npnbet mon apyr. (Ol�, meu amigo)

Nem uma palavra sobre o meu sotaque americano.

Voc� n�o falaria bem em Ingl�s, camarada.

N�o � uma visita social Dmitri, de fato, Eu tenho um favor a pedir.

Um dos nossos...

Digamos recurso �nico... est� perdido.

No mar a cerca de 1.200 metros de profundidade.

Eu sei sobre o seu submarino experimental draga, Dmitri.

Eu tamb�m sei que est� localizado a menos de 300 milhas de dist�ncia.

Bom.

Minha roupa combina com voc�.

- Bem-vindo �s cores Mont�quio. - Sinto-me honrado.

Eu que estou honrado.

Pediram-me para lhe dizer.

Este � o meu amigo Mark.

Como vai, senhor?

- Ol�. - Louisa.

Enfermeira para a senhora que eu conhe�o.

A senhora Julieta Capuleto.

Que deseja se encontrar com voc�, Sir Romeu.

Discretamente.

Se voc� quiser ir eu poderia ficar e entreter Sir Mark.

Bem, o que podemos fazer por voc�?

Voc� espere l� fora Louisa. Estarei l� em breve.

Voc� n�o tem que cuidar de mim.

Aponte-me para o Frade que voc� mencionou...

e irei sozinho, e eu serei grato.

Estes s�o tempos maus Mark.

A vingan�a de sangue entre os Mont�quio e os Capuletos.

Eu percebi isso.

Para piorar a situa��o, eu sou um Mont�quio e Julieta � Capuleto.

N�s nos amamos.

- E a vingan�a de sangue? - Encontra-se entre n�s como um veneno.

Uma disputa entre homens mortos por anos.

Voc� viu Teobaldo?

Ele quer gl�ria por me matar.

Voc� n�o pode evit�-lo?

E n�o ver Julieta?

- Posso ajudar? - Voc� j� ouviu, isso ajuda.

Voc� parou uma luta hoje, que foi uma grande ajuda.

Conto com voc� como meu amigo, Mark.

A igreja do Frei � ao virar da esquina da pra�a.

A �ltima coisa que me lembro frade, foi estar no oceano.

- O que � um longo caminho daqui. - Ent�o, Romeu e Merc�cio me disseram.

Eu n�o fui assaltado.

Eu fui pego em um deslizamento de rochas sob o mar.

Eu entendo.

Meu filho, por que n�o damos uma voltinha?

Seu problema me interessa.

A fonte na pra�a novamente.

Se voc� sabe de algo que poderia me ajudar...

Algum tempo atr�s, uma coisa estranha aconteceu.

Um grande peixe estava de repente se debatendo.

Em uma piscina de �gua salgada.

A �gua do mar no meio da rua.

O mesmo que eu.

H� uma gruta n�o muito longe dali.

Nele, um homem pode ouvir o que soa como o mar.

Isso poderia ser o meu caminho de casa.

Chamam-lhe a gruta escura.

Um lugar muito antigo.

Existem hist�rias...

Se voc� tivesse sido trazido para fora da escurid�o da gruta...

�gua pode ter trazido voc� para onde voc� foi encontrado.

N�o � um lugar onde as pessoas gostam de ir.

Onde fica?

Por favor, eu tenho amigos que est�o preocupados comigo.

Encontra-se na parte oriental da cidade.

O lado Capuleto.

Eu posso ir. N�o estou envolvido em essa rixa.

� verdade, voc� n�o � um Mont�quio...

Muito bem, ent�o.

Atravesse a pra�a, indo para o leste...

Logo ao passar pela rua Weaver, h� um pequeno parque.

Ele n�o � um Mont�quio.

Mas ele � um Mont�quio.

O Mont�quio nu desta manh�.

Agora grandiosamente vestido.

E invasor.

Eu n�o sou um Mont�quio. Eu quero passar,

Para a gruta.

Ele foi visto com Romeu...

E Merc�cio.

- Isso � uma dupla senten�a de morte. - E agora...

Devo...

Executem-no.

Teobaldo!

O que � isso primo?

Este...

� um Mont�quio.

Isso � uma desculpa para atacar um homem desarmado?

S�o tr�s contra um.

Um desperd�cio.

- Eu n�o sou um Mont�quio. - E mesmo se voc� fosse.

E voc� Teobaldo.

Devo falar com o meu pai?

Seu pai sabe o que os Mont�quio s�o.

E voc� tamb�m, Julieta.

O que eu sei ou n�o, n�o � da sua conta.

Voc� est� violando a ordem de paz.

Agora v� ou o Pr�ncipe vai ouvir isso.

Tudo bem, eu irei.

Por enquanto.

Se eu encontr�-lo em terra Capuleto novamente...

Voc� vai responder a esta espada.

Vamos.

Agrade�o-lhe, Romeu me disse...

N�o, aqui n�o. Um lugar onde podemos conversar.

CW na linha para a Dra. Merrill.

Ol� CW, ent�o sobre a draga sovi�tica.

Dmitri Alexavitch vai precisar discutir com Moscou.

Cada minuto Mark est� l� fora, sob aquelas pedras...

Eu sei Elizabeth.

H� um navio de resgate da marinha por perto.

N�o t�o perto como os russos, mas ele est� chegando. A velocidade m�xima.

Vamos tentar identificar a localiza��o de Mark.

Voc� vai sair?

N�o, Jomo vai.

Isso � arriscado, eu n�o gosto disso.

- Eu quero falar com ele. - Tudo bem, aqui.

- Sim, senhor. - Jomo.

- Boa sorte. - Obrigado, senhor.

Agora Sir Mark, o que � t�o importante...

Quando um cavalheiro embainha sua espada.

Eu n�o vou precisar, obrigado.

Como desejar senhor.

Sirva-nos um pouco de vinho, Louisa.

Sim, minha senhora.

Mark, Romeu me falou de seus problemas.

Por que arriscar tanto em vir para as Terras Capuleto?

Frei Louren�o me contou de uma gruta aqui perto.

A Gruta das Trevas.

Parece que � a �nica chance de estar com os meus amigos.

Voc� pode me levar l�?

N�o.

Ela est� atr�s da propriedade de meus pais.

Mesmo se voc� n�o fosse vestido como um Mont�quio.

Romeu me contou da rixa de sangue.

E o �dio de seus familiares.

O amor entre n�s acrescenta combust�vel para o fogo.

Eu gostaria de poder ajudar.

Obrigado por isso.

Mas voc� tem seu pr�prio lugar imposs�vel para ir.

Mas n�o sou membro de nenhuma fam�lia.

Teobaldo acha que um Mont�quio, Samson, Gregory todos.

N�o, Mark.

Se eles te virem, v�o mat�-lo.

Sua �nica esperan�a...

� o meu sonho.

A paz entre nossas fam�lias.

N�o h� nada que eu possa fazer?

Talvez haja algo.

Leve uma mensagem para o Frei Louren�o.

- Claro. - Eu n�o posso ir para as terras Mont�quio.

Teobaldo teria uma desculpa para a guerra.

Mas eu amo Romeu.

Al�m do meu nome, al�m da minha fam�lia,

al�m da minha vida.

Talvez a paz pudesse ser feita por causa disso.

Se Romeu e eu estiv�ssemos casados.

Ir�amos unir as fam�lias.

Julieta, seu pai teria um ataque.

O que ele poderia fazer, uma vez que nos casarmos?

Eu estarei na Igreja do Frade pela manh�.

Se eu tiver que me arriscar a casar Romeu,

- Eu vou correr esse risco. - Vou levar a mensagem.

E Romeu estar� l�.

Agrade�o-lhe senhor.

E se a paz for encontrada...

Seu caminho estar� claro para a Gruta das Trevas.

Assim, podemos ajudar uns aos outros.

Eu posso ajudar tamb�m.

Gui�-lo para as terras Mont�quio.

Eu conhe�o todos os caminhos secretos, voc� vai estar seguro comigo.

Pode levar dias neste ritmo.

Sua �nica esperan�a de ficar livre.

Que luz � essa que atravessa a janela quebrada?

A janela � o leste.

Julieta � o sol.

Romeu, Romeu.

Onde est� meu amado Romeu?

Seja o jurado do meu amor.

Andem logo. O tempo n�o est� parado.

Um dos Novi�os me disse que Teobaldo est� procurando sua prima Julieta.

Vamos come�ar.

Como posso jurar meu amor?

Por sua m�o e seu cora��o.

Amados, estamos reunidos hoje, a vista de Deus e do homem...

Para unir esses dois jovens em os la�os sagrados do matrim�nio.

Voc� vai tomar outra bebida...

Eis... a Capela do Frei Louren�o...

contornos sagrados.

Frei Louren�o.

Pai... eu pequei...

E eu preciso... confiss�o.

Frei Louren�o... eu pequei...

� Teobaldo e seus amigos b�bados.

- Ele vai tentar parar com isso. - Eu vou atras�-lo.

Termine a cerim�nia.

N�o Mark, ele � um homem vil e perigoso.

Eu vou falar com ele, ele n�o vai causar problemas.

Vamos continuar.

Eu vou cortar qualquer homem ou...

qualquer coisa que estiver no meu caminho.

O Mont�quio nu novamente.

Ele geralmente se esconde atr�s das saias das minhas primas.

Onde ela est�?

- Eu preciso falar com voc� Teobaldo. - Falar?

Eu tenho uma l�ngua afiada.

Esta � propriedade da Igreja, n�o � um lugar para a viol�ncia.

Viol�ncia?

Ele est� me chamando de covarde.

Samson, d� ao nobre senhor sua espada.

- Eu n�o vou brigar com voc� Teobaldo. - Oh, voc� vai.

Ou eu vou fatiar voc� a� onde voc� est�.

N�o do seu jeito.

Voc� n�o acha que eu iria espetar um homem desarmado?

Um homem? N�o.

Um Mont�quio? Sim.

Eu os declaro marido e mulher...

Eu acho que eles est�o lutando. Eu ou�o o som de l�minas.

Amada.

Sim, fa�a o que voc� deve fazer... marido.

Venha...

Voc� � um covarde, Teobaldo...

Venha para mim.

De bom grado, Mont�quio.

Teobaldo.

O que � isso, uma dan�a?

Enfrente-me como um homem.

Teobaldo...

- Estou casada com Romeu. - Eu os declarei marido e mulher.

- A raz�o para terminar essa luta. - Voc� desonrou a minha casa.

Nem honra nem coragem.

Romeu.

- Mark. - Chega, segurem.

J� chega primo?

Eu n�o sou seu primo, biltre.

Teobaldo, ela se casou com Romeu, a rixa terminou.

� o sangue.

Pare com isso.

Pare, eu disse.

N�o mova Teobaldo. N�s vamos chamar um cirurgi�o.

- N�o h� necessidade. - Qu�o ruim � a ferida?

Ela n�o � t�o profunda como um po�o.

Nem larga como uma porta da igreja, mas � suficiente.

Ele servir�...

Servir�.

Este � um dia mau.

Eu tentei evitar a briga, meu senhor.

- assim como fez meu amigo Mark. - Dois homens feridos, Teobaldo morto.

Tudo em desafio da minha lei.

Prenda-os.

- N�o, por favor. - N�o discuta nesse caso, Julieta.

Reze por suas almas.

Leve-nos.

- Jomo est� sinalizando. - Ative seu microfone.

Jomo.

Acho que podemos arriscar uma carga.

Fazendo varredura.

N�o confirma.

O que n�o quer dizer n�o.

Quanto tempo tem estado Mark sob isso, doutora?

Dra. Merrill, favor.

Prossiga.

J� coloquei.

Pronto o detonador. Em tr�s todos.

Dedos cruzados.

N�o Jomo, n�o vai fazer nenhum bem.

Eu sou respons�vel.

Eu dei o ok, tudo bem?

Dra. Merrill.

Volte aqui, uma das dragas estar� aqui em breve.

Frei.

Calma Mark, eu vim para lev�-lo para fora.

E Romeu?

Romeu j� est� fora. Ele foi banido.

O pr�ncipe o proibiu de permanecer aqui.

E Julieta?

A pobre crian�a foi devolvida aos seus pais.

Ela � uma prisioneira l�, trancada em seu quarto.

Talvez se eu falasse com seu pai?

Voc� n�o teve culpa, Mark.

Mas eles culpam voc�, assim como Romeu...

como respons�veis pela morte de Teobaldo.

Voc� deve salvar a si mesmo, sair.

Voc� pode me tirar daqui?

Eu tenho uma chave universal.

Guarda.

Venha meu filho.

Ser� dia em uma hora.

Voc� vai precisar dela para encontrar o seu caminho.

A entrada para a Gruta das Trevas � de cerca de

uma meia milha passando a casa dos Capuleto.

Julieta me disse. Eu posso encontr�-la.

Mas tenha cuidado.

Terreno Capuleto � perigoso.

Eles buscam uma vida em troca da de Teobaldo.

A sa�da est� l�.

Vou por outro caminho para ver Julieta, pelo menos, para confort�-la.

Frei, espero que voc� possa ajud�-la como voc� me ajudou.

Rezemos para que eu possa.

Boa sorte, Mark.

Ei voc�.

Passe livremente, eu n�o tenho cora��o.

Lamento pela morte de Teobaldo.

Ele a trouxe para si mesmo.

Eu n�o estou triste por ele aqui.

Se n�o foi por Teobaldo?

Voc� n�o ouviu?

Julieta est� morta.

Agora lembre-se filho, � de extrema import�ncia chegar a Romeu rapidamente.

Ele deve saber que Julieta tomou apenas um medicamento que simula a morte.

Ela n�o est�, na verdade morta.

Quando ela for levada para a Tumba dos Capuleto.

Ele pode se juntar a ela e acord�-la.

E ningu�m vai saber

Os dois podem ir embora para sempre.

R�pido.

Mas por qu�?

Eles pretendiam anular seu casamento com Romeu.

Ela n�o podia negar o seu amor.

Era mais f�cil desistir de sua vida.

- Suic�dio? - � o que parece.

Vou rezar por sua alma.

Minha �nica ora��o � que sua fam�lia nunca vai saber...

O que ela fez.

Isto � o que ela usou?

Os Capuletos nunca v�o saber.

Obrigado, meu filho.

Estou captando um objeto que aproxima-se do Cetacean.

No monitor.

No monitor.

Eu lhe disse Elizabeth, estou bem.

Eu vou acreditar quando eu tiver fatos concretos.

- Eu lhe disse o que aconteceu. - Eu sei, eu sei, Romeu e Julieta.

Eu n�o sabia que voc� tinha lido.

Lido?

Mark, voc� sofreu uma concuss�o.

Sua mente estava sob estresse e voc� retirou-se para uma fantasia.

Romeu e Julieta. � uma trag�dia muito comovente.

Sim, foi tr�gico.

- Julieta morta. - N�o, � primeira vista.

Frei Louren�o deu a Julieta uma po��o para dormir.

Assim, ela poderia fingir morte.

Em seguida, enviou uma mensagem para Romeu para dizer-lhe a verdade.

O mensageiro n�o conseguiu achar Romeu a tempo.

Romeu pensou Julieta estava morta.

- Ele voltou e... - E o qu�?

Se matou quando ela estava acordando.

Uma hist�ria muito comovente Mark.

Eu preciso de voc� para analisar isso imediatamente.

Julieta morta.

Como posso te confortar, o que posso dizer?

Tenho que ir at� ela.

Onde ela est� Merc�cio?

A cripta na casa dos Capuleto.

Voc� n�o pode ir para a casa dos Capuleto,

voc� sabe o que eles v�o fazer com voc�.

Eu tenho que ir, Merc�cio.

Eu serei sua companhia ent�o, para explorar o lugar...

para fazer um desvio, se necess�rio.

Bem dito, meu amigo.

Sim?

Interessante.

Um analg�sico complexo.

E se algu�m viesse a beber?

N�o seria bom. Poderia coloc�-lo em coma como se estivesse morto.

Ela ainda poderia estar viva.

- Aonde voc� vai? - Devo voltar para Julieta.

Onde ele est� indo?

Ela n�o foi levada para a cripta ainda.

Romeu, me escute.

Pr�ncipe Escala ainda est� com raiva, Mark escapou.

E Julieta est� morta.

- Se voc� for visto... - Ent�o eu vou ser morto tamb�m.

Sim.

Eu j� estou morto, meu amigo.

Fora de todo o perigo mortal.

E voc� n�o est�.

- Ent�o, o deixo aqui. - N�o.

Uma jornada que um homem deve fazer sozinho.

Adeus.

Sim, padre.

Mark...

Os guardas est�o procurando por voc�.

Louisa confie em mim, me leve para Julieta.

Que bom seria que fazer?

Olhando para aquela pobre ovelha morta.

Louisa, pode ser feito?

Tudo bem eu vou lev�-lo.

L� est� ele. Peguem-no.

Atr�s dele.

D�-me a minha espada.

Que luz � essa que atravessa a janela quebrada?

N�o h� mais luz.

N�o h� mais Julieta.

N�o h� mais vida.

Ol�, minha amada.

Sigam-no.

- Merc�cio. - Mark.

- Romeu est� com Julieta? - Como voc� sabia?

Eu sou seu amigo. Deve impedi-lo antes que ele se mate.

Devo-lhe a minha vida.

- Deixe-me retribuir-lhe. - Ele est� na casa dos Capuleto.

V�, vou det�-los para voc�.

- Parem-no. - Quem?

Eu estarei com voc�.

Ela n�o est� morta, ela tomou uma po��o.

E terminou sua vida.

Mark, para tr�s.

Quero me matar Mark, n�o me fa�a lev�-lo comigo.

- Romeu me ou�a. - Para tr�s.

Ela est� morta.

Como voc� diz.

Julieta, Julieta,

Julieta, Julieta

Romeu...

Julieta...

Meu amor.

Rezei para despertar e ver voc� aqui.

Mark, isso � tolice.

Romeu e Julieta s�o personagens fict�cios.

- Voc� deve conhecer a pe�a. - Eu nunca li isso, CW.

Voc� n�o se lembra de l�-lo.

O choque de estar no desabamento o enviou para a fantasia.

Voc� buscou ref�gio em uma hist�ria.

E escolheu uma hist�ria com um final tr�gico.

N�o foi tr�gico.

Romeu e Julieta se casaram.

A disputa entre os Capuletos e os Mont�quios acabou.

O que voc� quiser acreditar.

Ent�o, CW...

Elizabeth examinou isto a meu pedido.

E o qu�?

� um artefato antigo...

Em surpreendente bom estado.

Do S�culo XIV, italiano.

Voc� o encontrou debaixo d'�gua, portanto n�o � estranho.

Mas do s�culo XIV e sem corros�o.

Talvez voc� esteja certo e talvez tenha sido uma fantasia.

Eu s� vou devolver isto para o mar.

Uma esp�cie de...

Presente de casamento.

Tradu��o: Kilo

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