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Original subtitles

Anteriormente em Gotham...

És tu. És mesmo tu.

Não. Alguém me ajude!

Pinguim. Ele matou a bibliotecária.

Não quero matá-lo. Quero destruí-lo.

Prometeste-lhes o Jerome. Eles querem ver a cara dele.

Contemplem o Profeta!

Nós somos Jerome!

Recebeste o recado? Não trabalhamos mais para ti.

Irei degolá-lo!

- Depois o Nygma morre. - Eles têm o Ed.

Quando eu estava vivo, eu ia matar o Bruce Wayne.

Bem, onde está a minha cara?

- O que foi? - Oswald.

- Onde é que estás? - Químicos Kane.

Oswald, apressa-te. Por favor.

Esta noite, Gotham, não há regras.

E ao amanhecer, vocês também devem renascer.

Ele está na hidroelétrica depois do rio.

Prendam essas aberrações!

Temos que encontrar o Jerome.

Ei! Fica de olho nele!

E tu? Onde está o Jerome? Sabe onde é que ele está?

- Onde é que ele está? - Onde é que ele está? Olha em volta.

Ele está em todo lado.

Cuidado! Levanta-te.

Esta noite,

Gotham despertou!

Gotham S03E14 "Mad City: The Gentle Art of Making Enemies"

Lembra-te, a segurança do Ed é o que importa.

Quem o apanhou vai ser punido, mas só quando o Ed for libertado.

Ed?

Edward?

Ed?

Estás bem? Diz-me que estás.

Eu estou bem, Oswald.

Claro que estás. Onde é que eles estão?

Quem se atreveu a fazer isto?

Estou sozinho.

Escapaste.

Não foi, seu malandro?

- Trouxeste mais alguém? - O quê? Porquê? Não...

Estava a pensar se teria que recarregar.

- Não compreendo. - Eu sei.

Essa é meia parte da diversão.

Desculpa, eu...

O que se passa? Não foste raptado?

Não é possível autossequestrar-se.

Reconhece-lo?

Porque deverias? Duvido que tenhas sido tu a fazê-lo.

Aquele era o carro da Isabella.

Ed, o que quer que tenhas ouvido...

Eu sei que foste tu, Oswald.

A Isabella era tudo para mim e tu tiraste-ma.

E agora tirei-te tudo.

Bem, quase tudo.

Ainda tens a tua vida.

Mas isso acaba esta noite!

Atenção, a todos os residentes, fiquem longe das ruas.

Há um recolher obrigatório em vigor até novas ordens.

Parece que o julgamento chegou mais cedo a Gotham.

Se a situação piorar, seremos forçados a intervir.

A cidade irá dobrar antes de se quebrar.

Dá uma oportunidade ao DPGC.

A tua fé nele é comovente.

E possivelmente perigosa.

Há relatos de desordens no lado oeste,

assim como saques no norte da cidade.

Vários cultistas tomaram o Anders Park,

a Catedral de Gotham. E o zoológico?

Certo, concentra as unidades no lado oeste.

Usem o equipamento anti-manifestação. Alguma coisa sobre o Jerome Valeska?

Nada ainda.

Avisa-me quando ele for avistado.

Certo. Entendido.

A energia não deve voltar hoje. Só amanhã. Se tivermos sorte.

A coisa continua a aumentar. Já não é mais um culto.

Cidadãos normais estão a seguir o Jerome.

E enquanto isso, o Cobblepot está desaparecido.

Não há ninguém no comando da Câmara.

Na verdade, isso pode ser bom.

Temos que encontrar o Jerome. Ele é o símbolo.

Se o tirarmos da jogada, podemos limitar isto a apenas uma noite má.

Como é que o iremos encontrar?

A cidade está num caos completo.

O Jerome queria a cidade na escuridão

assim todos fariam o que quisessem, certo?

Ele não perderia a diversão. Então, o que é que ele quer?

Um filhote? Sei lá? Não conversei com ele.

Não, mas a Lee sim.

Sim?

O meu pai apareceu-me.

Eu vi-o.

Não.

Tu viste um homem que conheci em Indian Hill

que faz imitações muito boas.

Olha, Oswald...

Como é que eu digo isto?

Os fantasmas não são reais!

Mas os restos do meu pai? Roubaste-os do túmulo dele?

Sim. Não te preocupes.

Ele está em paz agora.

Gentilmente, pus os restos dele numa lixeira atrás de um restaurante chinês.

Estavas com raiva. Eu entendo. Eu até te perdoo,

mas matar-me não é a solução.

Então admites ter matado a Isabella.

- Muito bem. É isso que queres? - Sim!

Confesso. Eu mandei matá-la.

Mas adivinha, devias agradecer-me

porque sabemos o que aconteceria se eu não mandasse!

Sim!

Eu poderia ter vivido uma vida com a mulher que amei.

Poderia ter sido feliz.

Não, Ed. Tê-la-ias matado.

Assim como fizeste com a outra! Não conseguirias evitar!

E, em seguida, odiar-te-ias.

Bem...

Nunca saberemos, não é?

Eu fi-lo por amor.

O quê?

Eu fi-lo porque te amo.

- Devias saber disso. - Cala-te!

Amor é sobre sacrifício.

É sobre pôr as necessidades e felicidade de alguém antes da tua.

- Ed, por favor. - A verdade, Oswald,

tu sacrificarias qualquer um para te salvares.

Até eu.

Se olhares para cima,

verás um caldeirão com ácido altamente corrosivo

que está a ser segurado por esta corrente.

Quando o gelo derreter, a corrente soltar-se-á,

o caldeirão de ácido virará.

Entendeste.

Ed, por favor. Eu posso mudar.

Tens razão.

O facto de te amar é prova de que posso mudar.

Dá-me uma oportunidade.

Sabes tão bem quanto eu que um homem diante da morte

dirá tudo para se salvar. E tu não vais mudar

porque não consegues.

Eu ia pedir-te para dares um "olá" para a Isabella...

Mas acho que vais para um lugar muito diferente.

Adeus, Oswald.

Ed!

Ed!

Acho que isto é tudo o que posso fazer.

Obrigado.

Como está a correr a triagem?

Muita gente do Gotham General. O que é que queres?

Quando o Jerome acordou, ele disse alguma coisa?

Apenas que queria a cara de volta.

Não, algo que indique para onde estava a ir,

- o que planeava. - Estávamos a conversar.

Sobre voltar à vida, o culto.

Perguntou se ainda estávamos juntos.

Mencionei que mataste o meu marido na nossa noite de núpcias.

E ele achou isso hilariante.

Então vocês podem falar disso quando o encontrares.

Ele não contou o plano dele.

Falou do Galavan, a noite que morreu,

e mencionou...

- O quê? - O Bruce.

Que a última coisa de que se lembra era que ia matar o Bruce Wayne.

Liga para o Alfred. Diz-lhe que estou a caminho.

- Vou acender as velas. - Bom rapaz.

Vou lá baixo ver se o gerador velho ainda funciona.

Quem é que está a ligar a esta hora?

Alfred?

Ora, ora.

Olha como cresceste.

Estás bem?

Vou ficar, Amo Bruce. Vou ficar bem.

Que bela casa que tu tens aqui. Está para alugar?

O que é que queres?

Atitude.

Adolescentes, não é?

Eu lembro-me desses tempos.

Tantas emoções novas e excitantes dentro de ti.

A querer matar todos os que vês.

Tu. Dá-me.

Sabes, nunca vou entender os gostos dos ricos.

Não vale nada. O meu pai encontrou-a num mercado de pulgas.

- Eu guardo-a por razões sentimentais. - Boa tentativa.

É bem pesada.

Deve ser cara, acho eu. Seria uma pena se eu...

Não.

Mais resistente do que eu imaginava. De qualquer forma...

Caramba!

- Eu perguntei o que é que querias! - Certo. Desculpa.

O tico e o teco ainda estão a acordar.

A razão de eu estar aqui é porque te vou matar.

- Porquê? - Bem...

É a última coisa de que me lembro querer fazer.

Tem-me incomodado desde que acordei.

A ideia de cortar essa tua linda e rosada garganta.

Acho que vai limpar a minha mente. O que é que achas?

- Não... - Lembro-me daquela noite.

Quando invadiste o baile. Foi um espetáculo e tanto.

Obrigado. É sempre bom ser reconhecido.

E vais-me matar aqui?

É um pouco dececionante.

Como assim?

Depois de tanto tempo. Voltas à vida.

Apagando as luzes de Gotham,

ao matares-me aqui, isso não mostra muito...

Talento? Estilo? Finesse?

Vai lá, rapaz. Desembucha. Eu aguento.

- Eu sou o Bruce Wayne. - Estou ciente.

Sou a elite dominante.

A minha empresa é a máquina que mantém as engrenagens de Gotham a rodar.

Matar-me deve significar algo!

E estás a dizer-me que ninguém vai ver?

Estás a dizer que preciso de uma audiência?

Olha, sei que estás a tentar ganhar tempo para poderes escapar.

Mas o teu ponto ainda assim é válido.

Vamos, rapazes! Vamos pôr o espetáculo na estrada!

E eu sei exatamente o local. Vamos.

Tu não, meu velho.

O príncipe de Gotham merece uma morte pública.

O teu mordomo, nem tanto. Mata-o.

- Não! - Bruce!

É para isto que tens treinado.

Vais ficar bem.

Ver-te-ei outra vez.

Aguenta firme, filho.

Intimidade estranha. Vamos!

Não sujes o sofá de sangue. Posso voltar para levá-lo.

Socorro!

Alguém me ajude! Socorro!

- Socorro! - Olá?

Estou aqui!

Graças a Deus.

Não tenho muito tempo. Solta-me! Rápido!

- O que é que esse carro faz aqui? - Não importa. Solta-me.

- Pareces-me familiar. - Sim.

Sou o Mayor de Gotham.

Liberta-me

e prometo-te que haverá uma bela recompensa.

És mesmo tu! O Mayor de Gotham em pessoa.

Sim! Agora mexe-te e tira-me daqui.

Não sei.

- O que é que fizeste? - O quê?

Vou morrer aqui a ouvir este idiota.

- Corta as cordas! - Está bem!

Credo.

- Depressa! - Sim.

Certo! Venham, então. Do que estão à espera?

Estás com pressa de morrer, velho?

Quem é que o vai matar? Quem o vai fazer?

- Eu fá-lo-ei. - O quê? O quê, vocês os três?

Vocês os três deixados para levar o lixo.

Tu, o Sr. Metralhadora, perto da armadura.

Não vais disparar na minha cabeça?

E tu, com o pé-de-cabra, perto do sofá?

Não vais arrebentar o meu crânio? E quanto a ti, Sr. Machete?

Não sejas tímido, bonequinha.

A tua mãe não era. Anda.

- Com quem estás a falar, velho? - Comigo!

- Onde está o Bruce? - Aquele lunático do Jerome levou-o.

Não, por favor! Não!

JOGA ATÉ GANHARES

Apanha-o! Esmaga-a!

Apanha a velha!

Não, o gordo! Porrada nele.

Bom, tivemos um bom começo.

O que é que me dizes, Bruce?

Queres divertir-te um pouco antes do evento principal?

O Bullock está a ver as mensagens da linha das denúncias.

Então o Bruce convenceu o Jerome a matá-lo em público?

Sim, ele queria ganhar mais tempo.

E eu estaria orgulhoso, se não estivesse aterrorizado.

Vejo que a cidade está cheia de lunáticos.

Baixa-te, entra e cala-te.

Os seguidores do Jerome ocuparam a cidade inteira.

Então, arranjar uma audiência não será difícil.

- A pergunta é onde. - Encontrámo-lo!

Estão no Parque Anders, na Catedral,

no jardim zoológico. Estão a controlar o Conservatório Hillside,

o tribunal e o Circo.

O Jerome foi criado num circo.

Chama uma equipa tática e todas as unidades para lá.

Farei a chamada no caminho. Vamos.

Preciso de ser honesto, Bruce...

Não és o palhaço mais alegre do mundo!

Mas...

Podemos consertar isso.

Cala-te, seu bebé gigante.

Vamos rodar esse olhar franzido de cabeça para baixo.

Gabe!

Precisamos de encontrar o Nygma e matá-lo.

Gabe, onde...

Os teus macacos fugiram.

E o que é que estavas a falar sobre o Nygma?

Parece que não somos os únicos a querer matá-lo.

Agora, onde é que ele está?

Perdão, o quê? Fala.

- O que é que estás a fazer em minha casa? - O que quisermos.

Estás acabado, Oswald. Agora, onde é que está o Nygma?

Não sei.

Pensa.

- O quê? - Eu disse, pensa!

Eu ouvi. Só não sabia que tu te sabias expressar.

Por falar em palavras, quais são as tuas últimas?

A Babs mandou não o matar até termos o Nygma.

Não trabalho para a Barbara Kean.

Para de fingir que és algo mais do que apenas músculos.

Sim, eras alguém em Gotham,

mas esses dias já eram!

Lembras-te quando esfaqueei a tua mãe pelas costas?

Aquilo foi horrível, não foi?

Ela a chorar, a sangrar. E tu a segurá-la enquanto ela morria.

Nunca fizeste nada sobre isso.

Ainda.

Tiveste a tua oportunidade de me matar.

Para de nos colocar uns contra os outros.

Vamos levá-lo connosco.

Se achas que vou contigo a algum lado...

Percebes que agora terás de o carregar?

Filho da mãe.

Falhei.

Há algum plano para toda esta loucura?

Estas pessoas não querem um plano, mas sim uma desculpa.

A mãe que sonha em estrangular o filho.

O marido que quer esfaquear a mulher.

Tudo o que eles querem é que alguém lhes diga...

"Faz isso".

Mata-os. Não importa.

Não importa.

Adoro este jogo! Um, por favor.

Tu, senhor.

Não! Por favor, não!

- Não sairás impune. - Já saí. Agora cala-te.

Preciso de me concentrar.

Tão poucos maníacos não podem manter a cidade refém para sempre.

Bem.

Então o que interessa?

O que interessa...

... é que todas estas pessoas a saquear, a roubar, a matar,

são as pessoas que lavam o teu carro, que te servem o café,

que arrumam o teu lixo.

E o que é que acontece no momento em que as luzes se apagam?

Eles mostram as suas verdadeiras caras.

Mostram quão rápido querem abrir

as veias do puto rico para se banharem no seu sangue azul.

Isso é o que importa.

Isso não é verdade.

Existem boas pessoas em Gotham.

Como quem?

As ovelhas que trancam as portas e rastejam para baixo das suas camas?

Encara, puto.

Gotham não tem heróis.

- Não! - Espera.

Falta!

Ele empurrou-me. Visto isto?

Queres matar alguém? Vamos lá, então.

És tão aborrecido, Bruce.

Não!

DEIXE UM PUNK

Desculpa.

Isso doeu?

Não muito.

Tenta tu.

Para.

- Para! - Está bem.

Chega de dor. Para o evento principal.

- Onde está o nosso reforço? - Daqui a dois minutos.

A maioria foi tratar de outro tumulto no lado oeste.

- Mas não podemos esperar. - Certo,

então, vamos entrar, encontramos o Bruce,

colocamo-lo em segurança e depois iremos atrás do Jerome. Preparado?

Nem por isso.

Todos nós sabemos porque estamos aqui!

Aí vem o Jerome, pessoal!

Reúnam-se.

O espetáculo está prestes a começar!

Deixa-me ouvir.

Vá lá.

Cala-te!

Assim é melhor.

Bem, acho que concordamos todos que esta noite foi um grande sucesso.

Colocámos esta cidade miserável de joelhos.

Como agradecer ao melhor culto de fanáticos

que um messias como eu poderia esperar?

Dou-vos...

Sinal!

Dou-vos o clímax das nossas festividades!

O bilionário príncipe de Gotham!

Bruce Wayne!

E então, Bruce?

Terminamos esta noite com um tiro? Ou melhor ainda, uma bomba?

Está bem.

Qual é o próximo?

Morte por milhares de cortes, muito poético.

Gostei.

Estive bem.

Certo, pessoal. Isto é muito importante.

Seja lá o que façam, por favor, tentem isto em casa.

De preferência, num membro da família.

Sim.

- Estás pronto, parceiro? - Meu Deus.

A força de ataque chegou. Estão a entrar.

Detetive Gordon,

chegou mesmo a tempo para o grande final.

Ninguém se mexe!

Encontra-o. Vou encontrar o Jerome.

Então,

aqui estamos nós.

Acho que te subestimei, Barbara.

- É a maldição da beleza. - Como é que correu?

Usaste o que se passou com a bibliotecária do Ed

- e viraste-o contra mim. - Honestamente, não foi muito difícil.

E então, juntos traçaram um plano para destruir tudo o que fiz

- e matarem-me? - Exatamente.

E irmão, nunca te apercebeste.

Bem, espero que estejas feliz à frente da mesa.

Sabes, a mesa está assim cheia de velhos,

mas, é um lugar para crescer.

E agora tens o que queres, não precisas mais do Ed.

Credo, não demorou muito para ficarem um contra o outro.

Sabes, penso nisto como uma sociedade limitada que precisa de ser dissolvida.

Se eu te ajudar a encontrar o Ed,

as coisas vão melhorar para mim. Se eu não te ajudar, tu matas-me.

Estou certo?

Estás.

Bruce? Onde estás, rapaz?

Aparece, miúdo. Não te vou magoar.

Bruce, querido.

Brucinho...

Estragaste o meu espetáculo, Bruce.

Esconderes-te só vai piorar as coisas.

Não vim aqui para me esconder. Eu quis que tu me seguisses.

Vais pagar pelo que fizeste.

Vais ligar ao Ed.

Diz-lhe que ainda estás vivo.

Não me importo. Mas descobre onde é que ele está.

- Porque é que não lhe ligas? - Porque ele não é estúpido.

Ele sabe que agora tu não és mais

o líder do submundo ou qualquer outra coisa.

Não precisamos mais dele. É a nossa vez de governar.

Entendes se eu recusar?

Dá-me cinco minutos. Ele não vai recusar.

Eu faria em três minutos.

- Porque é que tens de fazer isto? - O quê?

A desafiar-me à frente dos outros.

- Só estou a dizer... - Vocês os dois podem-se calar?

Desiste do Nygma, salva a tua pele.

Vive para amar outro dia.

O que é que se passa? Estás com um olhar estranho.

Tipo, mais do que o normal.

Tens razão.

- Eu devia querer que ele morresse. - "Devias"?

Oswald,

amava-lo e ele traiu-te.

Na verdade, eu não sei o que fiz.

- Amá-lo. Nem por isso. - O quê?

O Ed tinha razão.

Pensei que o amava,

porque ele viu-me como ninguém viu desde a minha mãe.

Mas eu matei a Isabelle.

Tenho a certeza de que o nome é Isabella. Mas continua.

Porque eu não iria partilhá-lo.

O Ed disse que amor é sacrifício.

Eu devia ter sido capaz de sacrificar a minha felicidade pela dele.

Não podia.

Mas estou pronto agora.

Não vou ligar para o Ed.

Não vou deixar que o magoes!

Preferes morrer a entregar o homem que te tentou matar?

- Prefiro! Não é uma loucura? - Sim.

É sim.

Não és tão inteligente como pensavas que fosses.

Ele não desistiu de ti.

Vocês estão juntos nisto?

Mas porquê?

Porque eu não queria apenas ficar com o que tinhas.

Eu queria tirar-te tudo em que acreditavas.

Eu queria que tu morresses

sabendo que eras incapaz de amar outra pessoa.

Mas posso. Acabei de provar isso, certo?

Significa que eu passei?

- Ed? - Eu...

Não sei o que significa.

Eu tenho a dizer,

isto é muito mais divertido do que eu estava à espera.

Nós fazemos uma boa equipa, tu e eu.

Mataste o Alfred.

É disso que isto se trata?

Todas as crianças ricas são assim tão íntimas dos seus mordomos?

Trata-se de se fazer o que é certo.

Queres ser um herói?

Vou-te dizer, amigo, vou dar-te uma oportunidade de lutar.

Vamos fazer isso mano a mano, meu pequeno conquistador.

Vamos.

Que tipo de herói aborda alguém por trás?

Deita cá para fora! É isso.

Deita cá para fora!

Deita cá para fora!

Fá-lo.

Bruce!

Fá-lo.

Alfred!

Bruce!

Pensei que estivesses morto.

Não se pode livrar de mim assim tão fácil, pois não, amigo?

Atrás de ti!

A notícia da detenção do Jerome está a espalhar-se rapidamente.

As ruas já estão mais silenciosas.

Assim que os médicos lhe recolocarem a cara, ele vai para Arkham.

Querias que o tivesse matado?

Provavelmente, ele voltaria dos mortos outra vez.

Provavelmente.

E podes dizer que arrancaste a cara de um sujeito com um soco.

Isso já é alguma coisa, certo?

- Jim? - Desculpa, o que foi?

Vamos. Deixa-me pagar-te o pequeno-almoço.

Bem, tenho que dizer...

A maquilhagem de palhaço foi muito mais aterrorizante

que o dano interno, Amo Bruce.

Já lhe contei que não gosto de palhaços?

Daqui a uns dias,

vai estar de volta ao seu antigo eu. Eu garanto-lhe.

Pronto para me dizer o que aconteceu?

Quando o Jerome me levou,

pensei que te iam matar.

Sabe o que pensei?

Pensei no quanto orgulhoso estava de si. Do homem que se tornou.

Quase que o matei, Alfred.

Mas não matou, não é? Controlou a sua raiva.

Não era apenas raiva.

Depois de tudo o que Jerome tinha feito,

depois de toda a dor que causou,

a ideia de matá-lo

- pareceu... - Pareceu correta.

Sim.

Teve a sensação de justiça.

Há uma linha muito ténue, Amo Bruce,

- entre justiça e vingança. - Eu sei.

Mas não significa que não exista uma.

Não, não significa.

Eu sabia onde a linha estava hoje, Alfred.

Eu não a cruzei.

- Essa é a primeira regra. - Como assim?

Comecei a treiná-lo para que se pudesse defender.

Já passámos essa fase.

Mas para quê todo esse treino? O que é que vais fazer com isso?

- Não sei. - Nem eu.

Mas se continuar,

precisará de regras.

Regras que não pode e não vai quebrar.

Não importa qual a razão, não importa qual a circunstância.

Não vou matar.

Diga de novo.

Eu não vou matar.

Então vamos ao trabalho.

Hoje foi por pouco.

Podíamos ter perdido Gotham para sempre.

Em breve, vamos agir e será chamado.

Fizeram um trabalho maravilhoso ao apagar as cicatrizes.

- Está preparado? - Estou.

Mas ainda não percebo como posso ajudar a salvar Gotham.

Nunca tema.

É apenas parte do plano.

Tem a certeza disto?

Sabe o que deve acontecer se ele recusar.

Eu sei.

Ninguém recusa a Corte.

- Tio Frank? - Olá, Jim.

Há quanto tempo.

Ed, eu amo-te.

Sei que acreditas agora.

Preciso que me ouças quando digo

que se fizeres isto, transformar-te-á.

- Já matei antes, Oswald. - Não assim.

Isto não será um crime de paixão ou autopreservação.

Será um assassinato a sangue frio de alguém que amas.

Eu não te amo.

Precisas de mim, Edward Nygma.

Assim como eu preciso de ti.

Não pode haver um sem o outro.

Mataste a Isabella.

- A questão é... - Essa é a questão!

Não te podes livrar disto, Oswald.

Queria que sofresses como eu sofri.

Mataste-a, então vais morrer.

Quando te conheci eras um falhado nervoso.

Não eras nada!

Eu criei o Edward Nygma!

E sou a única pessoa no mundo que realmente te vê como és.

Quem ainda te podes tornar.

Não podes fazer isto.

Ed, estás a ouvir-me?

Estou a ouvir.

Diz alguma coisa.

Eu amava-a, Oswald.

E tu mataste-a.

Traduzido por: Patrícia Abreu

Ripadas por: Serjikal Sincronia por: NeoStar

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