Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Estamos a evoluir imenso.
Chegou a hora
de abdicar dos privilégios
que nós, homens, reivindicámos ao longo dos séculos.
Estamos prontos para partir o teto de vidro entre nós e as mulheres
e avançar para uma nova serenidade.
- Massimo, passa-se algo? - Não, nada.
Também estamos aqui para dizer verdades duras.
Sê corajoso.
"Chegou a hora, teto de vidro", muitas palavras bonitas, mas no fim…
- Não estamos a sair daqui mais fortes. - É verdade.
Não estamos aqui para sairmos mais fortes, mas sim melhores.
- Em paz. - Em paz.
Devemos sair daqui em paz. Vê só como ele está em paz.
Passou a vida a ajudar a mulher, a cuidar dos filhos,
o marido perfeito, um pai modelo. Como lhe paga ela?
- Dorme com o seu PC. - Mas que raio?
E chegou a hora? O teto de vidro está a cair-nos em cima.
Nós, homens, devemos unir-nos e defender-nos
contra o ataque global à masculinidade e voltarmos a ser homens de verdade.
- Outra vez com os "homens de verdade"? - Sim.
Bravo! Tens razão.
- Bravo. Bem dito! - É verdade.
Bravo.
Bravo! Sim!
Bravo.
Homens de verdade para todos!
HOMENS DE VERDADE
Pessoal, este curso é uma fraude. 480 euros cada. Não faz sentido.
Este tipo só nos diz disparates enquanto enche os bolsos.
A trabalhar pouco.
- Diz sempre o mesmo. - Sim.
Não era preciso referir a minha vida e fazer-me passar por parvo. Larga-me.
Às vezes, é bom discutir e analisar as coisas…
- É bom analisar? - Claro.
Porque não analisas as tuas merdas frente a todos?
- Na boa. Posso fazê-lo. - Sim?
Vou fazê-lo aqui.
Amigos, tenho de admitir que com esta Chiara…
O sexo é mau.
A questão é que ela é um pouco monótona na cama.
- E estou a tornar-me picuinhas. - Qual é a crise? Desaparece e bloqueia-a.
- O que dizes tu? - Porquê?
Porque não.
Mattia, és homem. Prova que tens coragem e diz-lhe.
Achas que é fácil?
Para ti, seria perfeito.
O quê?
Um curso sobre reconstrução da masculinidade.
Temos de voltar a ser homens de verdade.
Depois tenho de passar por casa para ir buscar umas coisas. É a semana do Luigi.
Estou exausta.
Acredito. Fica na minha casa.
Passaríamos mais tempo juntos.
E assim podíamos fazê-lo na cama e não no desconforto do carro.
- Duas noites. - Três.
Três.
Está bem.
- Terminámos. Obrigado. - Obrigada.
Amor?
Queria pedir-te uma coisa.
O que quiseres, meu amor.
Tem que ver com as regras da relação aberta.
Gostava de voltar a ver um homem com quem já saí.
Não.
- Sim, mas… - Não.
- Mas se tu… - Não.
O notário assinou-o. Não.
Sei como funciona.
- Ele assinou, mas… - Porque queres voltar a vê-lo?
- Estás apaixonada? - Do que estás a falar?
- Gostámos. Queria… - Nem pensar.
Há coisas que não se desdizem.
Choca-me isso vir de uma advogada que se gaba de ser boa. Relê.
Aqui tens, meu querido.
Querido, estás bem?
Ouçam, como é que vocês
escolheram esta coisa da relação aberta?
Não é…
Somos de uma geração diferente.
Nos anos 70, o amor livre…
Não somos uma boa referência.
E gostam mesmo disso?
- Sim. - Sim, gostamos.
Sim, gostam…
Mas…
Escolheram-no juntos?
Ou, com o tempo, um envolveu o outro? Como é que…
Bem…
Não são coisas que se planeiem, sabes?
Acontecem.
Acontecem?
Para nós, tudo começou…
Lembras-te daquele chileno?
O que estava na casa dos teus pais. Como se chamava?
- Miguel? - Miguel.
Miguel?
Pai, sou teu filho, certo?
Vês o que acontece quando te fixas só numa pessoa?
A monogamia não é natural.
- Não é? - Não, já passou de moda.
A última enviou-te mensagem.
Diz que deixaste o relógio em casa dela, mas acho que quer outra coisa.
- Fala com a Chiara. - Sim.
Não lhe faças ghosting.
Sentes-te esgotado?
Censurado? Oprimido?
Mutilado?
Chega desta treta da masculinidade de "género fluido".
Queres voltar a sentir-te um homem?
Inscreve-te no meu curso de reconstrução da masculinidade.
Só para homens de verdade.
HOMENS DE VERDADE
Estás louco?
Desculpa, Massimo.
- Diz, amor. - Só para esclarecer.
Despediram-te por seres machista
e agora lanças um curso para te excederes no machismo?
É genial, não é?
- Não, está errado. - Sim! Não, é genial.
No fundo, não és assim.
Amor, sou um empresário.
Sou gestor. É o meu trabalho.
Se houver uma boa ideia, sou obrigado a avançar com ela.
E isto parece-te uma boa ideia?
Diz-me tu. Mais 12 subscritores no Homens de Verdade.
- A falta de sucesso subiu-te à cabeça. - Sim, também te amo.
Estou mesmo atrás de ti!
- Estou mesmo atrás de ti! - Atrás de mim…
Mano, isto é incrível. O que dizes?
- Olá, pessoal. - Fixe!
O Domenico e o Vincenzo.
Esta é a Tiziana, a minha namorada.
- Bom dia. - Bom dia.
Eles vivem aqui?
São os meus colegas de casa. Dividimos a renda.
Não vales nada!
Estava a pensar que todos aqui… Somos muitos.
Não, como assim?
Cada um tem o seu quarto. Eu mostro-te. Anda.
Até já, pessoal!
Carrega no botão certo.
Como raio…
Cá estamos nós.
Onde dormes?
Eis o nosso ninho.
Gugliè, se a senhora tiver fome, há isto.
Salsichas e maionese. É bom.
- Obrigado, Vince. - De nada.
Eu ponho isso aqui. Comemos depois.
Está bem.
- Confortável, certo? Anda. - Sim, imagino. Vê-se que sim.
Vê-se que sim.
- É uma casa linda. - Obrigada.
Devíamos ter organizado um jantar ou algo assim. Desculpe.
- Posso? - Claro.
Nunca vi o Riccardo tão apaixonado como está por ti.
O Riccardo não é tão moderno como tu.
É um bebé grande.
Mas é bondoso.
Esta coisa da relação aberta…
Talvez tenha sido ele a pedi-la, não sei.
Mas és uma mulher demasiado inteligente. Não és obrigada a agradar-lhe.
É algo que tem de ser decidido em conjunto.
Digo isto para o vosso bem.
Caso contrário, um dos dois vai sofrer muito.
Às vezes, quando se ama,
fazem-se coisas que se preferia não fazer.
Mas depois magoa.
Boa! Muito bem.
A Ministra para a Igualdade de Oportunidades respondeu ao meu post.
- Atacou o meu curso Homens de Verdade. - Boa. Talvez ponhas fim a isso.
Amor, não foste tu que ficaste feliz por ver haters no teu perfil?
Seja como for, queres saber quantos seguidores atingi hoje?
Dezasseis mil.
O dobro de ontem. E sem os comprar.
Não sejas ainda mais vulgar do que já és.
Amor, estás chateada.
Como dizes, só uma mulher realizada pode estar com um homem de sucesso.
Olha para o Totti.
Tem cuidado, Massimo. Tem muito cuidado.
Estão a discutir outra vez.
Ponham um polegar para cima se ele tiver razão, ou um coração se ela tiver razão.
Maria!
Desculpe, senhora.
Ficaram todos loucos?
Se a professora te disse para o fazeres, tem de ser feito. O papá ajuda-te.
Eu ajudo-o. Estou aqui, eu ajudo-o.
- O que estão a comer? - Salsichas.
E depois pudim.
Um jantar saudável. Muito bem.
Estás a conquistá-los com porcarias. Boa.
Tu é que ligas à saúde, andas no ginásio
e te preocupas com o corpo, certo?
Mãe, onde estás?
Boa pergunta.
Diz aos teus filhos onde estás. Onde estás?
A mãe está na casa da tia Giuliana.
Não parece ser a tia Giuliana.
Não, não é.
Não. De facto, não é.
- Quem era? - Quem?
Aquele homem.
- O jardineiro, acho eu. - Em tronco nu e de cuecas?
Estou a falar com os meus filhos e apareces nu?
- Não te vi. - Estás a entornar…
- Não. - Feito.
Não. Vamos sair, está bem? Vamos jantar fora, vá lá.
Sim. Não.
Porque não?
Seria ótimo ir jantar fora,
mas esta noite não pode ser porque é o night challenge.
O quê?
Disse para não olhares para nós.
Eu percebo, mas podias aguentar mais.
Mas que merda? Tenta aguentar mais um segundo.
Não consigo.
Amor, ovos frescos e Pecorino Romano. Hoje, carbonara verdadeira.
Amor, podemos falar?
O que aconteceu?
Queria falar sobre a relação aberta.
Sim.
Revelou algumas inseguranças minhas.
Como assim?
Não está a resultar.
Achas?
Logo, se concordares, gostava de voltar ao tipo de relação que tínhamos antes.
- Fechada? - Fechada. Eu e tu.
Meu amor, amo-te.
Se revelou algumas das tuas inseguranças,
é claro.
É pena, porque hoje ia jantar com uma miúda…
A sério?
Então a carbonara era para ela, não para mim.
- Não, ia ter com ela a seguir. - Então, não iam jantar.
- Não. - Vou cozinhar.
É melhor.
Na verdade, é mais que um jantar. É uma experiência sensorial para o palato.
Uma mistura de culturas. O chef é cingalês, mas a mãe é de Abruzos.
Faz arrosticini com tofu?
Não, o tofu é japonês.
No Sri Lanka, têm kottu.
Vai ser uma noite interessante.
E há uma surpresa para ti.
- Uma surpresa? - Sim, mas não digo mais nada.
Em todo o caso, estava a pensar no próximo verão.
Que tal irmos ao Sri Lanka?
O que dizes? Dizem que é como a Índia, mas muito mais fácil.
Não posso.
Está bem. Podemos ir para Capadócia.
Não posso continuar contigo.
Como assim?
És uma mulher maravilhosa… Podes olhar para a estrada?
És sensível, inteligente, especial.
Pensei: "É a pessoa certa. É mesmo." Mas…
… há algo que não funciona.
Não resultou.
Não estamos juntos há muito tempo, eu sei, mas acontece.
Acontece, o caraças.
Estás a ver aquelas pessoas? Estás a ver?
É a minha família inteira. Vieram conhecer-te.
Não, é melhor ir… O que estás a fazer?
Sabes o difícil que é encontrar um homem, nem digo decente, mas aceitável?
- Não. - Não.
Não. Agora, merdoso, aguenta o jantar com a minha família
e finge que me amas.
Não vou dar esta satisfação à minha prima solteirona.
Daqui a uma semana, digo a todos que morreste.
Num acidente, ou talvez engasgado com uma noz.
Não, decapitado por uma janela.
- Vem cá. Beija-me. - Por favor, Chiara…
Agora, anda. Estão à nossa espera. Sorri. Vá lá.
- Despacha-te. - Sim.
Havia aqui um lava-loiça? Nunca o tinha visto.
Põe o pacote no lixo ou obrigo-te a engoli-lo.
Usa um pires para o café.
Bom dia.
Tens de acordar.
Sim, só um momento.
- Fiz-te o pequeno-almoço. - Obrigado, mamã.
Chamaste-me mamã?
Mamã, o caralho! Imbecil! A chamar-me mamã!
Namaste.
Obrigada por praticarem juntos. É sempre agradável.
"Porque ainda não o deixaste?"
Não, stellina_wonder22.
Como assim, nunca esperarias isto de mim?
Desculpa, Selene, hipócrita parece-me um pouco excessivo.
Merda…
Merda, não!
- Não! - Amor, anda celebrar!
- O meu curso está esgotado. - Estão a insultar-me.
- Porquê? - Porque estou contigo.
Descobriram e os meus seguidores estão a diminuir.
Deixa-me ver.
Os meus estão a aumentar.
Pensaste que o que estás a fazer me iria prejudicar?
Só significa que a tua família virtual
não é tão afetuosa como pensavas.
Estão a bombardear-me com mensagens.
"Deixa-o já. Como podes estar com ele? Hipócrita."
Amor, deixa-os estar. Ser controverso resulta. Deixa-os estar.
Merda, continuam a diminuir.
- Que estás a fazer? - A apagar as tuas fotos.
Acabei de publicar uma foto nossa e identifiquei-te.
- O quê? - Acabei de publicar uma foto…
Massimo, apaga-a já. És estúpido?
Dá-me o telemóvel.
Pixeliza-me. Põe-me uma beringela na cara. Faz algo!
O emoji da beringela é sexista. Eu evitava-o.
Vai-te foder.
- Como reagiu a Daniela? - Bem. Está histérica.
- Isso é sexista. - Ouve, viveres com a tua filha…
- Estás louco? - Popeye, também terás de lidar comigo.
- Pode magoar. - Disse…
- Isso são modos? - Vamos jogar.
- Não estão felizes. - Exato.
- Estão loucos. - O quê? Vai.
Vai.
Como é estar a perder por seis em menos de 15 minutos?
Estou a jogar sozinho. Desculpa, mas…
Ele anda a consumir drogas.
Não, mas ando a treinar. A correr.
- Boa. - A fazer dieta.
E percebi que o fim do meu casamento não tem de ser o fim da minha vida.
Boa! Faz essa puta pagar.
- Isso é de mais. É a mãe dos meus filhos. - Desculpa.
Exagerei. Desculpa. Hoje, estou um pouco eufórico, é só isso.
É a tua estupidez habitual ou aconteceu alguma coisa?
Pessoal, eu e a Ilenia encerrámos oficialmente a nossa relação aberta.
Para poderes voltar a traí-la.
É um dos lemas do teu novo curso Homens de Verdade.
Boa. Por falar nisso, se quiseres uma vaga, eu arranjo-ta.
Não, obrigado. A minha relação com mulheres está a correr bem.
Estou em paz e tranquilo.
- Mesmo com a tua ex-mulher, está tudo… - Sim, está. Posso dizê-lo?
Mattia, tens um minuto?
- Olá, Fede. - Olá.
- Especialmente bem? - Vai-te foder.
- Olá. - Olá. É só um segundo.
É todo teu.
Olá. O que foi?
- Olá. - Olá.
Olá. Tenho uma ótima notícia. Há uma oferta para a casa em Morlupo.
Já?
Parece que tem os seus admiradores. Não sei como, mas…
Não sei porque nunca gostaste dela. É calma, isolada…
Precisamente. Adoro a cidade e estar entre pessoas.
Nem imaginas como me aborrecia lá. Seja como for, oferecem 140 mil.
É um bom preço. Devíamos aceitar.
Esperemos um pouco, caso surja uma mais alta.
- Não a uses para me vexar. - Eu não…
É muito dinheiro. Ambos precisamos dele.
Dá-me uns dias para pensar. Logo te digo.
- Mas porquê? - Porque…
Porque me saiu o único ligúrico que não é obcecado por dinheiro?
- Eles são sempre estúpidos? - Sim.
Inacreditável.
- Adeus, não trabalhem muito. - Adeus!
- O garanhão! - Foi só uma conversa.
O lendário garanhão que resolveu todos os seus problemas com mulheres!
Acalma-te. Ouve o motor.
Boa. Põe a segunda.
Credo…
Luigi!
Luì! Arranca.
- Luigi! Encosta. - Faço pisca?
Quem quer saber do pisca? Encosta! Luigi!
- Olá. - Olá. Não me ouviste?
Não, não te ouvi.
- O que estás a fazer? - A correr.
Desde quando corres?
Desde que voltei ao mercado. Também já perdi 3 kg.
Estás a fazer dieta?
Sim, uma rica em proteínas. Acho que é a que faz o teu menino.
O Guglielmo?
- Ele não precisa de dieta. - Não?
Cuidado, não queimes a careca.
Se quiser, vou à Turquia fazer um transplante.
- Sim? - Sim.
- Agora, és rico? - Não,
mas as minhas despesas foram cortadas para metade.
Boa.
Adeus.
Ele estava feliz, sabes?
Estava confiante, em boa forma e bonito.
Mais bonito do que o costume, e eu estava toda suada.
Não tomei banho, porque o idiota do Domenico não ligou a caldeira.
- Quem é o Domenico? - Esquece, é uma longa história.
- Tiziana, tenta manter a calma… - Como? Destruí a minha família.
Deixei o homem que amava por um idiota que me chama mamã.
Ainda vais a tempo de voltar atrás.
Acredita em mim.
O importante é sabermos quando parar,
antes de magoarmos as pessoas que amamos.
Vou indo. Deixei um aluno no carro.
- No carro? - Não te preocupes, está à sombra. Adeus.
À sombra…
Bem-vindos, homens.
Homens sem medo.
Homens à procura da redenção.
Se estão aqui,
é para recuperarem algo que sempre foi vosso,
que vos pertence legitimamente,
mas que vos está a ser tirado aos poucos.
Refiro-me à vossa virilidade.
- Meu Deus. - Bravo!
Ao vosso direito de serem homens de verdade.
Daniela.
Daniela, aqui.
- Sorri. - És uma hipócrita.
Daniela, és uma hipócrita!
- Devias ter vergonha! - Hipócrita!
- Ninguém acredita em ti. - Baza!
Porque, como dizia o grande maestro: "Tudo o resto é…"
- "Tédio!" - "É tédio!"
O que achas da popularidade do teu namorado
como o guru da masculinidade tóxica? - O guru?
És uma mulher moderna e emancipada,
logo, como explicas isso?
Falsa!
Desculpa, mas não falo sobre a minha vida pessoal.
- Só falas disso. - Daniela. Com licença. Dani.
Pensa no que o teu marido diz! Hipócrita!
Odeio este cão.
A lenda. O maestro.
Alguma vez o ouviram falar de desconstrução?
Ou da nova sensibilidade?
- Não. Nunca. - Não. Nunca.
No entanto, sabemos quantas mulheres teve e amou.
Logo, perguntamo-nos: "Quem está errado, ele ou quem nos tenta desconstruir?"
Olá. Está tudo bem?
Sim, obrigada, está tudo bem.
- És a Ilary Blasi? - Sim.
Meu Deus!
Desculpa, mas as coisas descontrolaram-se.
Começaram a insultar-me por causa do meu noivo…
Não foi agradável.
Posso dar-te um conselho?
Sim, por favor.
Não te preocupes com o que dizem. Foca-te em ti.
Eu sei, mas ele diz disparates e caem-me todos em cima.
Os homens podem dizer o que querem e as mulheres não.
Até uma figura pública.
- Quem, eu? Uma figura pública? - Sim, és uma figura pública.
- Posso dar-te um abraço? - Claro.
- Obrigada. - Boa sorte.
Força.
- És linda. - Tu também.
- Adeus. - Adeus.
Ouve, posso oferecer-te um café um dia destes?
Um café, não. Finge que aceitei, está bem?
Uma pergunta.
Quantos de vocês falam com o vosso pénis?
Vá lá, não sejam tímidos. Mãos no ar, vá lá.
Um, dois…
Poucos.
Muito poucos. É pena.
Fala-se com um amigo,
e o pénis é um bom amigo vosso.
Está sempre lá.
Ao não falarem com ele,
negligenciam o melhor amigo do homem. Esqueçam os cães.
Gostava de fazer uma experiência.
Levantem-se todos. Vá lá. Levantem-se.
Vá lá, não sejam tímidos.
Agora, fechem os olhos.
Quero que voltem a conectar-se com os vossos testículos.
- Por Bluetooth. É difícil. - Visualizem-nos.
- Conseguem? - Sim!
- Sim. - Sim?
Agora, saltem.
Eu também salto. Saltamos todos juntos.
Saltemos. Saltem todos.
- Sentem o peso? - Sim!
- Sentem o peso? - Sim!
É o peso da vossa virilidade!
- Sinto-o! - Sim!
São os vossos testículos a pedirem para ser considerados.
Sim!
- O que somos? - Homens de verdade!
O que somos?
Homens de verdade!
Parem!
Agora, podemos começar. Força!
Força, Massi!
Controla-te. Mas que raio?
E se ele tiver razão?
Legendas: Ana Moura
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.